Reclamações públicas

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E. M.
27/10/2026

Troca colchão defeituoso

Exmos. Senhores, Desde o mês de julho que aguardo a troca do colchão defeituoso. Enviei a documentação toda necessária e reconheceram que o produto era abrangido pela garantia e seria trocado. Até agora nada, estando sempre a inventar desculpas para não entregaram o colchão novo.

Em curso
P. S.
27/10/2026

Garantia

Em abril de 2026 comprei um telemóvel à PowerPlanet, passado 6 meses reparei que a tinta do telemóvel estava a saltar, envia reclamação para a powerplanet e fotografias do sucedido, demoraram duas semanas a responder e quando responderam disseram que a garantia não abrangia essa situação e que era normal acontecer isso devido a uso, estive a ver na internet e tive a pesquisar alguns decretos leis os quais dizem que não é bem assim. O que é certo é que paguei o telemóvel o telemóvel tem 6 meses ainda está na garantia de 3 anos a tinta está a saltar não por mal uso nem nada que se parece e a power plana tens que garantia não abrange o mesmo só defeitos de fabrico. Aguardo resposta.

Em curso
G. A.
26/10/2026

Garantia Recusada - Bateria de Alta Tensao

Apresento reclamação pelo tratamento do pedido de diagnóstico e garantia da bateria do Renault Zoe ZE50, matrícula CA---VC, VIN VF1A----5146219, primeira matrícula de 31/03/2020, atualmente com 51.077 km. Após sucessivas deslocações à rede Renault e contactos nos processos 4-24932073 e 4-25958037, a divergência relativa ao estado da bateria continua por esclarecer. Em 26/10/2026, entreguei novamente a viatura na Carby Guimarães e solicitei análise da bateria e do SOH. Foi-me entregue um relatório que indica 95%, remetendo para o processo técnico FIC 4-26197452, sem apresentar medições de capacidade, condições do ensaio, equipamento ou metodologia que permitam verificar esse resultado. O certificado Moba de 15/08/2026 indica SOH de 66,85% e capacidade útil remanescente de 34,76 kWh. Os registos de carregamento My Renault também suscitam dúvidas sobre o valor comunicado. Reconhecendo que os documentos correspondem a datas e métodos diferentes, solicito uma explicação técnica documentada da divergência. Requeiro: 1. Diagnóstico atualizado e fundamentado, com data, quilometragem, metodologia, condições, resultados e versões relevantes do BMS/software. 2. Esclarecimento sobre se os 95% resultam de uma leitura do BMS ou de um ensaio de capacidade. 3. Identificação do garante e entrega das condições originais da garantia da bateria aplicáveis a este VIN, incluindo o limiar de capacidade. 4. Avaliação da cobertura e reparação ou substituição, caso se verifiquem os respetivos requisitos. 5. Resposta escrita aos elementos apresentados e fundamentação de qualquer recusa. Solicito a articulação entre a Renault Portugal, os serviços técnicos da marca e o reparador para uma resolução efetiva.

Em curso
S. M.
26/10/2026

Janela danificada

Exmos. Senhores, Em 2026/08/04 adquiri uma janela Mas sucede que este apresenta defeito: um golpe profundo Comuniquei-vos de imediato o problema, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que tinha que levar a janela na qual já está afixada só depois de tirar o plástico branco é que vimos que por baixo está bastante danificado para verem em loja mesmo depois de mandar foto bem nítida do problema mas visto que a loja que tenho que ir é a Loures visto que nos vivemos a muitos km de lá não temos como. Na qual a resposta que recebo sempre da mesma pessoa é que tenho que me deslocar. Exijo que procedam à devolução imediata do preço, caso contrário tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
R. V.
26/10/2026

Exigência de Reembolso por Cobrança Indevida de Deslocação Técnica – Fatura BSHG C02X/2215933 (Proce

Identificação do Consumidor:Nome: Ricardo Vieira / Daniel Vieira Morada: Rua dos Emigrantes, nº 1, 2450-365 Valado dos Frades Contacto Telefónico: +351 916250808 NIF: PT 218837925 / PT 123479690 Dados da Compra e da Intervenção:Equipamento: Máquina de Lavar Roupa Bosch (Modelo: WGG244Z0EP/83 | FD/Série: 0411/100192) Fatura de Compra Worten: FT AWW003/019845 de 31/12/2024 (Loja Worten Alcobaça) N.º do Processo / Ordem de Reparação: 45298469 (Worten) / 170767023 (Bosch) Fatura/Recibo da Intervenção: BSHG C02X/2215933, de 24/10/2026, no valor de €55,00 EXPOSIÇÃO DOS FACTOS:No âmbito da garantia legal em vigor do equipamento supra identificado (adquirido em 31/12/2024), contactei a linha de apoio Worten Resolve reportando um ruído estranho durante a centrifugação da máquina de lavar roupa. A Worten reencaminhou o agendamento para a assistência técnica oficial da Bosch. Em momento algum — quer no contacto telefónico com a Worten, quer com a Bosch — me foi prestada qualquer informação sobre a existência de potenciais custos associados à deslocação técnica, nem me foi sugerido ou orientado qualquer procedimento prévio de despiste telefónico (como a simples verificação manual da câmara da bomba de escoamento/filtro). No dia 24/10/2026, deslocou-se à minha residência um técnico credenciado da Bosch que verificou a presença de um fecho de roupa na câmara da bomba de escoamento. Devido a este facto, o técnico declarou a situação como "não abrangida pela garantia" e cobrou no momento o valor de €55,00 (cinquenta e cinco euros) relativo ao "Valor mínimo de intervenção", o qual paguei de imediato para liquidar o recibo emitido. FUNDAMENTAÇÃO E PEDIDO:Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021 (Regime da Venda de Bens de Consumo e Garantias), o consumidor tem direito à prestação transparente de informações antes de qualquer intervenção que possa acarretar encargos financeiros.A ausência total de despiste inicial por via telefónica e a falta de aviso prévio quanto ao eventual pagamento da taxa de deslocação/intervenção em caso de causa não coberta privaram-me da oportunidade de efetuar a verificação básica e resolver autonomamente a questão sem qualquer custo.Tratando-se de uma omissão dos deveres de informação e de triagem por parte da assistência, a cobrança do montante de €55,00 afigura-se abusiva e indevida.Pelo exposto, solicito a devolução/reembolso integral da quantia de €55,00 (cinquenta e cinco euros), paga através da Fatura n.º BSHG C02X/2215933. Solicito que o reembolso seja efetuado por transferência bancária para o seguinte IBAN:IBAN: PT50004550214008775555262 Com os melhores cumprimentos,[Seu Nome][Data]

Em curso
V. C.
26/10/2026
Stand MM Automóveis - Canas de Senhorim

Avaria grave em veículo usado adquirido num stand

Venho solicitar apoio relativamente à compra de um veículo usado num stand em Portugal, realizada há cerca de três meses. Após este período, o veículo foi levado ao mecânico, tendo sido diagnosticada uma avaria grave no motor, cuja reparação implica custos elevados. Contactei o proprietário do estabelecimento para expor a situação e procurar uma solução. Contudo, este alegou que a venda tinha sido realizada por um funcionário que já não trabalha no stand. Saliento que todo o processo de compra decorreu nas instalações do estabelecimento, com o proprietário presente. Até à data, não foi apresentada qualquer solução para o problema. Considerando o curto período decorrido desde a compra e a gravidade da avaria, pretendo esclarecer quais são os meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente quanto à aplicação da garantia legal prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, e à eventual obrigação do vendedor de suportar os custos da reparação. Solicito, assim, o apoio da DECO Proteste na análise desta situação e na orientação dos procedimentos que devo adotar para exigir o cumprimento dos meus direitos.

Em curso

prazo de reparação ultrapassado

Exmos. Senhores, Em 22-05-2025 adquiri, um ASP ROBOT IROBOT ROMBA 505+ por 599.99€. A referência da encomenda é OD/735844. Sucede que este apresenta defeito: O aspirador não se deslocava mais de um metro, e ficava parado dizendo que havia obstáculos mesmo sem o haver. e não conseguia regressar á base. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 08/09/2026, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se na vossa posse desde 08/09/2026, mas até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o artigo reparado, nem me informassem do ponto de situação do mesmo, apesar de diversas tentativas de minha parte. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do artigo defeituoso. e o mesmo entregue nas devidas condições de funcionamento. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso

Avaria grave em veículo usado adquirido num stand

Venho solicitar apoio relativamente à compra de um veículo usado num stand em Portugal, realizada há cerca de três meses. Após este período, o veículo foi levado ao mecânico, tendo sido diagnosticada uma avaria grave no motor, cuja reparação implica custos elevados. Contactei o proprietário do estabelecimento para expor a situação e procurar uma solução. Contudo, este alegou que a venda tinha sido realizada por um funcionário que já não trabalha no stand. Saliento que todo o processo de compra decorreu nas instalações do estabelecimento, com o proprietário presente. Até à data, não foi apresentada qualquer solução para o problema, apenas tentativas de afastar a responsabilidade pelo sucedido. Considerando o curto período decorrido desde a compra e a gravidade da avaria, pretendo esclarecer quais são os meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente quanto à aplicação da garantia legal prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, e à eventual obrigação do vendedor de suportar os custos da reparação. Solicito, assim, o apoio da DECO Proteste na análise desta situação e na orientação dos procedimentos que devo adotar para exigir o cumprimento dos meus direitos.

Resolvida
J. L.
25/10/2026

Avaria detetada no acto da compra, 7 meses a aguardar resolução

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação a Hyundai / A MatosCar pois foram comprados 2 veículos da marca Hyundai, modelo i20, bem como o Hyundai Bayon, ambos adquiridos instalações da A MatosCar em Beja em Março deste ano. O motivo do meu descontentamento prende-se com a ausência de resolução da avaria apresentada ao vendedor no dia da compra, e do conhecimento de todas as chefias do Stand de Beja. Atualmente, o veículo hyundai i20 apresenta uma avaria mecânica (cujo diagnóstico exato ainda é desconhecido) que necessita de reparação. As reparações solicitadas foram a trocar dos amortecedores partidos, atualização do software, limpeza dos estofos que vieram manchados de branco, reparação de um tudo da água do vidro traseiro, marcha-atrás que não entra mesmo com diversas tentativas. O veículo i20 foi por 5/6 vezes para as instalações, sendo que da primeira vez foi detetado um dano nos amortecedores e foi efetuada a troca dos mesmos, mas infelizmente sem solucionar o problema (barulho intenso na parte exterior do veículo), bem como a atualização do software e limpeza dos estofos. Na última vez que nos deslocámos ás instalações fomos inclusive com o chefe de oficina e vendedor experimentar o veículo e ambos detetaram o barulho. Foi nos pedido também para aguardar o agendamento para ser efetuada a troca do tubo da água do vidro traseiro que veio igualmente danificado. Adicionalmente, existem pequenos defeitos que já vinham na viatura no ato da compra e que continuam por solucionar, tal como a caixa de mudanças com defeito ou falta de afinação ao colocar a marcha-atrás. Conseguimos afirmar que não está em condições porque nos foi permitida a experimentação de um veículo do stand idêntico que em nada se igualava ao que adquirimos. Não faz qualquer som na deslocação e a caixa de mudanças funciona na perfeição. Relativamente ao hyundai Bayon, foram detetados pneus com avançado desgaste e pedida a troca dos mesmos, bem como das escovas dianteiras. Efetivamente foi efetuada a troca dos pneus mas não foi efetuado o alinhamento de direção nem a troca das escovas. Aguardamos assim há cerca de 7 meses por uma solução e nada. Apenas foram substituídos os pneus do Bayon e a troca das escovas e alinhamento da direção, o tubo do i20 bem como a atualização do software e limpeza dos estofos, tendo a avaria maior do i20 ainda por resolver e sem que nos seja dado uma resposta. O i20 continua com a avaria mecânica detetada por todos na A MatosCar Beja , bem como a marcha atrás que não entra corretamente e o vidro do pendura que custa a fechar do lado do condutor, avaria essa que está igual nos dois veículos. 7 meses a aguardar solução após a compra de 2 veículos no mesmo Stand num espaço de um mês.

Em curso

Radio Popular recusa troca de combinado novo com avaria e empurra o processo para a LG

Exmos. Senhores, Em 30 julho de 2026 adquiri na Radio Popular um Combinado LG, modelo GBBS312CPY por 612,06€. A referência da encomenda em Rádio Popular é FS 2400C/101351. A 14 de setembro recebi o vosso produto e liguei-o apenas a 18 de setembro, data em que foi feita a inversão de portas (agendada convosco e dada a serviço externo, da qual também fizemos reclamação porque os técnicos deixaram cair a porta, riscando-a e amolgando-a ligeiramente nalguns locais), mas sucede que este após 2 dias a funcionar apresentou o seguinte defeito: - A secção de refrigeração a partir desse dia congelou todos os produtos dentro dessa secção e, desde esse dia, oscila entre dias congelado e outros em refrigeração, estando a temperatura marcada para o frigorífico nos 5º. Comuniquei o problema à Radio Popular a 25 de setembro, quando percebemos que esta situação era permanente, para que atuassem em conformidade, recolhessem o produto e devolvessem o dinheiro, uma vez que esta foi reportada antes de 15 dias de ter recebido o combinado, mas recebi como resposta que teria de ser visto por um técnico da marca (LG) para validar a avaria. Perante essa resposta, de boa fé, aguardámos o contato do técnico que apenas sucedeu a 2 de outubro. Este verificou no local que os produtos estavam congelados, não mexeu em nada e disse que iria reportar à marca. Face à demora de resposta da LG, contatamos de novo a Rádio Popular a 8 de outubro e insistimos na vossa responsabilidade, sendo que disseram que a responsabilidade é da marca e só depois desta notificar a Rádio Popular é que poderiam atuar. De seguida o funcionário da Rádio Popular informou que iria enviar email à marca para agilizar o processo e aconselhou-nos a contatarmos também a marca, que desse modo responderiam mais depressa. Assim fizemos, e a partir daí fizemos todos os contatos com a LG, num processo que a Rádio Popular tem conhecimento até ao ponto em que, a 20 de outubro a LG encerra o processo argumentando que não há avaria, porque no período em análise não congelou (2 dias de análise, quando já havíamos informado que a temperatura na zona de refrigeração oscilava, uns dias frio e outros congelado). Alegou também que se devia ao facto de termos a função MEAT ligada. Este argumento não é convincente, uma vez que no manual de instruções esta função apenas deixa os produtos "mais frescos" o que não significa congelação de toda a zona de refrigeração, desde legumes a iogurtes, a água, a sopa! Se tal fosse verdade, nunca descongelaria, não haveria períodos de oscilação de temperatura. Mesmo na função "Cheese" acontece exatamente o mesmo e há congelação. Mais ainda, não compreendemos como, tendo havido uma duas visitas do técnico LG à moradia e tendo ele confirmado, na primeira, visualmente a congelação dos produtos na área de refrigeração, por si só, tal não serviu para validação! O combinado continua a congelar e descongelar, pelo que no dia 22 de outubro, após contato com a DECO, nos deslocámos à Rádio Popular de Ponta Delgada para expor o processo todo feito com a LG e dar-lhes conhecimento de que tínhamos reclamado junto da DECO e que a DECO, tal como nós já havíamos referido, imputou, em primeira instância, responsabilidade ao vendedor, Rádio Popular (RP). O funcionário da loja informou-nos de que o procedimento interno deles é este, que é necessária validação pelo técnico da marca, e que estavam a acompanhar o processo nas mensagens que trocaram com a LG e também não compreendeu a decisão e reforçou que não pode fazer nada se a LG encerrou o processo. Nós informámos que iríamos avançar com reclamação à Rádio Popular, quer através da DECO, quer através do site no Livro de Reclamações, ao que o gerente nos aconselhou a, se assim o entendessemos, avançar com reclamação nos termos que considerarmos necessários. A DECO tendo analisado os factos prestou-nos enquadramento jurídico, referindo, como nós consideramos, que a responsabilidade direta e Primordial é do Vendedor RP, pois, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro (que regula a compra e venda de bens de consumo), o responsável perante o consumidor pela falta de conformidade/defeito do bem é o vendedor (Rádio Popular) e não o fabricante (LG). A Rádio Popular não pode eximir-se das suas obrigações legais nem remeter o consumidor para o fabricante para justificar a recusa da reposição da conformidade. Acrescenta ainda a Presunção do Defeito e Reclamação nos Primeiros 30 Dias (Direito de Rejeição), pois atendendo a que o equipamento foi entregue no dia 14/09/2026 e a avaria/falta de conformidade foi reportada e registada formalmente junto da Rádio Popular no dia 25/09/2026 (menos de 30 dias após a entrega), presume-se que a anomalia existia à data da entrega. Nos termos do artigo 16.º, n.º 2, do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando a falta de conformidade se manifesta nos primeiros 30 dias após a entrega do bem, o consumidor tem o direito de rejeitar o bem, podendo optar diretamente pela substituição do equipamento ou pela resolução do contrato com a devolução integral do valor pago. Junto enviamos alguns comprovativos do exposto anteriormente. Considerando que comuniquei-vos de imediato o problema para que atuassem em conformidade com o definido na lei, exijo a substituição do produto defeituoso, ou a devolução do valor pago por este. Exigimos que resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Esperamos pela vossa melhor atenção a este processo. Cumprimentos.

Em curso

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