Reclamações públicas

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J. Q.
03/11/2026

Máquina lavar cecotec

Boa noite. No dia 17/09/2026 entrei em contacto convosco para dar conhecimento de uma avaria num equipamento adquirido a castro eletronica. Foi-me indicado que deveria contactar diretamente a marca Cecotec para ativar a garantia pq era a forma mais rápida de solucionar. Contatei então o suporte ao cliente da cecotec para dar conhecimento ao qual me responderam que iria ser contactado por um técnico. Entretantanto como a máquina não escoava a água, eu na minha boa fé e para poupar trabalho ao técnico, retirei a água manualmente, desliguei a máquina e retirei da cozinha para a levarem para reparação. Qual o meu espanto que quando no dia 14/10/2026 o técnico desloca+se a minha casa e diz que não pode fazer nada pq a máquina não está devidamente ligada e está numa varanda. Indignado voltei a contactar a Castro Eletrónica e o suporte da cecotec e dizem que iriam marcar nova visita mas que eu teria de colocar a máquina no sítio e a trabalhar para fazerem testes. Alertei que a garantia acabava no dia 28/10/2026 e nesse mesmo dia recebo um email da cecotec a dizer que o caso tinha sido encerrado. Ora como podem encerrar uma coisa que nem sequer foi reparada? Tenho mandado sucessivos mails para tratar da situação porque a máquina me faz falta e até a data de hoje 3/11/2026 continua tudo na mesma. Agora, espero que quando o técnico vier fazer a avaliação da máquina e a ponha a trabalhar eu não fique com a cozinha cheia de água como já fiquei. Aguardo uma rápida resolução do caso.

Em curso
C. A.
03/11/2026
Divulgação de Saúde Portugal

Impossibilidade de contacto

Exmos. Srs. Venho por este meio reclamar da empresa Divulgação de Saúde Portugal, porque venderam-me um equipamento de purificação de água que ao fim de 3 meses começou a apitar a pedir substituição de filtros, que deveriam ter uma validade de 1 ano. Quando tentei entrar em contacto com eles para a substituição dos mesmos não obtive qualquer resposta nem por telefone nem por mail. Quanto tento fazer uma reclamação no livro de reclamações não consigo identificar a empresa. Até para fazer esta reclamação tive de "criar" a empresa a fazer reclamação e o vosso atendimento disse-me inclusivamente que vocês não podiam fazer nada sem uma reclamação. Assim agradecia que me informassem se conseguem ajudar-me a obter uma resposta ao meu problema. Atenciosamente Carlos Albuquerque

Em curso
V. F.
02/11/2026

Recusa de garantia

Compra online efectuada em 05/12/2023 de Sofá 2L + Chaise Long Mozart, pelo valor total de 754,00 euros. Dentro do prazo legal foram comunicadas à Web Móveis várias anomalias, incluindo formação excessiva de borboto, abatimento/deformação da espuma, perda de suporte e percepção dos elementos estruturais através do assento. Foi solicitada avaliação técnica presencial, que a empresa recusou, considerando os problemas desgaste normal apenas com base em fotografias. Após sucessivas tentativas de resolução, a empresa manteve a recusa e propôs apenas um desconto na compra de um sofá novo. Foi já apresentada reclamação no Livro de Reclamações Electrónico. Junta-se exposição detalhada e documentação probatória.

Em curso
J. L.
01/11/2026

Garantia rejeitada

Solicito a ajuda da Deco para resolver o meu problema com a compra deste frigorífico. Comprei online à Worten por achar que a marca Worten era de confiança, não me importando de pagar mais em relação a outros sites que consultei. Afinal, o frigorífico veio sem factura da Worten, mas apenas com uma "espécie" de factura de uma empresa de que nunca tinha ouvido falar. Não tem qualquer marca e o aspecto é nitidamente de "chinesice"... muito pouco consonante com a Worten. Até aqui tudo bem (paciência). O problema surgiu ao fim de algum tempo de funcionamento. Após a recepção do frigorífico liguei-o no nível máximo de refrigeração/congelamento (nível 5), até porque estávamos no Verão. Porém, algum tempo depois baixei o nível para 4 ou 3 e apercebi-me que o frigorífico descongelava sem mais nem menos... escorria água por ele todo e até para o chão... que é de madeira (piso flutuante) e ameaça ficar danificado. Reclamei a Worten, que me "empurrou" para o fornecedor (SinoHungar), alegando que esta empresa é que é a vendedora... o que eu contesto pois eu comprei à Worten. Recusaram-se a trocar-me o equipamento, porque eu só comecei a reclamar passados quase dois meses sobre a entrega. Mas também se recusam a enviar um técnico para analisar a situação. Agradeço, pois, a vossa intervenção no sentido de me ajudarem a resolver o problema... estamos no Outono, vem aí o Inverno e eu não posso ter o frigorífico sempre ligado no máximo para manter os alimentos congelados.

Em curso
M. R.
29/10/2026

Incumprimento dos prazos, ausência de resolução e exigência de reembolso

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, formalizar a minha **reclamação relativamente ao serviço de pós-venda manifestamente inaceitável da CREATE**, bem como exigir uma resolução imediata de um processo que se arrasta há mais de dois meses sem qualquer resultado concreto. A 15 de agosto de 2026, iniciei, através da vossa aplicação, o processo de reparação n.º PRSSRCKRSTD-IK-6LFFWHT, associado à encomenda CTKOHHVIA, efetuada a 05/12/2025. O artigo em causa, uma panela de pressão elétrica multifunções, foi entregue num ponto de recolha a 8 de setembro de 2026. Hoje, 29 de outubro de 2026, continuo sem o meu artigo, sem uma solução, sem um prazo de resolução e, acima de tudo, sem uma resposta minimamente esclarecedora por parte da vossa empresa. **Mais de dois meses depois, a CREATE continua a não ser capaz de responder a uma questão elementar: o que aconteceu ao meu artigo e quando será resolvida esta situação?** A cronologia das vossas próprias respostas é suficientemente elucidativa: - A 17 de setembro, fui informada de que o processo se encontrava em análise. - A 23 de setembro, recebi a indicação de que o pedido estava a ser tratado pelo departamento de pós-venda. - A 5 de outubro, foi-me transmitida exatamente a mesma informação. - A 8 de outubro, garantiram-me que seria fornecida uma solução assim que terminadas as diligências internas. - A 19 de outubro, o processo continuava alegadamente em análise pelo departamento técnico. - A 22 de outubro, voltaram a prometer que entrariam em contacto comigo. - Finalmente, a 27 de outubro, fui informada de que o pedido n.º 8864747 aguardava a entrega do aparelho, apesar de o ter entregue num ponto de recolha a 8 de setembro. **Esta última resposta é particularmente grave.** Depois de semanas de espera, sete contactos por email e sucessivas promessas de acompanhamento, a vossa empresa apresenta uma justificação que contradiz a informação que já vos forneci. Pergunto, portanto: onde está o artigo que entreguei? Foi recebido? Foi encaminhado para o departamento técnico? Foi efetivamente analisado? Ou nem sequer sabem em que estado se encontra? Não considero aceitável ter de ser eu a insistir repetidamente para obter informações que deveriam ser disponibilizadas de forma espontânea, transparente e profissional. Também não considero aceitável que cada novo contacto resulte numa resposta padronizada, assinada por um assistente diferente, sem qualquer avanço visível, sem esclarecimentos e sem responsabilização de ninguém. **Sete emails não podem resultar em sete versões da mesma ausência de resposta.** Dizer repetidamente que um processo está a ser tratado não equivale a tratá-lo de forma eficaz. Prometer que alguém entrará em contacto não constitui uma solução. E remeter sistematicamente o cliente para uma equipa técnica, sem apresentar resultados nem prazos, não é prestar apoio ao cliente. É, isso sim, transferir para o consumidor o ónus de perseguir uma empresa para obter aquilo a que tem direito. Invoco ainda o regime legal de conformidade dos bens de consumo aplicável em Portugal, designadamente o Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que estabelece, entre outras disposições, obrigações relativas à reposição da conformidade dos bens e aos prazos aplicáveis. A reparação ou substituição deve ser efetuada gratuitamente, num prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor, nos termos legalmente previstos. Perante a demora já verificada, exijo que a CREATE esclareça formalmente a sua posição e proceda à resolução desta situação. Para que não subsistam quaisquer dúvidas quanto à minha pretensão, **NÃO PRETENDO CONTINUAR A AGUARDAR POR UMA REPARAÇÃO SEM PRAZO, POR RESPOSTAS AUTOMÁTICAS OU POR PROMESSAS DE CONTACTO FUTURO.** Exijo, por isso: 1. **O reembolso do valor integral pago pelo artigo**, mediante a resolução legalmente aplicável à situação, sem mais delongas. 2. **Uma resposta formal e concreta**, esclarecendo a localização atual do artigo, o que foi feito desde a sua entrega e a razão pela qual, a 27 de outubro, me foi comunicado que ainda se aguardava a entrega do aparelho. 3. **Uma posição expressa quanto à compensação pelos transtornos causados**, incluindo o tempo despendido em sucessivos contactos, a ausência prolongada do artigo e a falta de uma solução durante todo este processo. Não aceito como resposta mais uma mensagem genérica a informar que o processo está em análise ou que serei contactada oportunamente. Já recebi esse tipo de resposta vezes suficientes. O que exijo agora é uma decisão, devidamente fundamentada, e uma solução efetiva. Trabalho no setor da qualidade da maior empresa de retalho em Portugal e conheço bem a importância da gestão de reclamações, do cumprimento de procedimentos e, sobretudo, da responsabilização perante o cliente. Precisamente por isso, considero o tratamento desta ocorrência particularmente revelador de falhas graves no vosso serviço de pós-venda. **A fidelização de um cliente não se perde apenas por um produto apresentar um problema. Perde-se, sobretudo, quando a empresa demonstra ser incapaz de resolver esse problema e trata as sucessivas reclamações como meras mensagens às quais basta responder com um texto padronizado.** Foi exatamente essa a experiência que a CREATE me proporcionou. Não recomendarei a vossa marca com base numa experiência que, do início ao fim, ficou marcada pela falta de transparência, pela ausência de acompanhamento e pela inexistência de uma solução em tempo útil. Aguardo uma resposta à altura da gravidade desta situação, e não mais uma confirmação de que o meu pedido continua a ser analisado.

Em curso
M. R.
29/10/2026

Incumprimento dos prazos, ausência de resolução e exigência de reembolso

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, formalizar a minha **reclamação relativamente ao serviço de pós-venda manifestamente inaceitável da CREATE**, bem como exigir uma resolução imediata de um processo que se arrasta há mais de dois meses sem qualquer resultado concreto. A 15 de agosto de 2026, iniciei, através da vossa aplicação, o processo de reparação n.º PRSSRCKRSTD-IK-6LFFWHT, associado à encomenda CTKOHHVIA, efetuada a 05/12/2025. O artigo em causa, uma panela de pressão elétrica multifunções, foi entregue num ponto de recolha a 8 de setembro de 2026. Hoje, 29 de outubro de 2026, continuo sem o meu artigo, sem uma solução, sem um prazo de resolução e, acima de tudo, sem uma resposta minimamente esclarecedora por parte da vossa empresa. **Mais de dois meses depois, a CREATE continua a não ser capaz de responder a uma questão elementar: o que aconteceu ao meu artigo e quando será resolvida esta situação?** A cronologia das vossas próprias respostas é suficientemente elucidativa: - A 17 de setembro, fui informada de que o processo se encontrava em análise. - A 23 de setembro, recebi a indicação de que o pedido estava a ser tratado pelo departamento de pós-venda. - A 5 de outubro, foi-me transmitida exatamente a mesma informação. - A 8 de outubro, garantiram-me que seria fornecida uma solução assim que terminadas as diligências internas. - A 19 de outubro, o processo continuava alegadamente em análise pelo departamento técnico. - A 22 de outubro, voltaram a prometer que entrariam em contacto comigo. - Finalmente, a 27 de outubro, fui informada de que o pedido n.º 8864747 aguardava a entrega do aparelho, apesar de o ter entregue num ponto de recolha a 8 de setembro. **Esta última resposta é particularmente grave.** Depois de semanas de espera, sete contactos por email e sucessivas promessas de acompanhamento, a vossa empresa apresenta uma justificação que contradiz a informação que já vos forneci. Pergunto, portanto: onde está o artigo que entreguei? Foi recebido? Foi encaminhado para o departamento técnico? Foi efetivamente analisado? Ou nem sequer sabem em que estado se encontra? Não considero aceitável ter de ser eu a insistir repetidamente para obter informações que deveriam ser disponibilizadas de forma espontânea, transparente e profissional. Também não considero aceitável que cada novo contacto resulte numa resposta padronizada, assinada por um assistente diferente, sem qualquer avanço visível, sem esclarecimentos e sem responsabilização de ninguém. **Sete emails não podem resultar em sete versões da mesma ausência de resposta.** Dizer repetidamente que um processo está a ser tratado não equivale a tratá-lo de forma eficaz. Prometer que alguém entrará em contacto não constitui uma solução. E remeter sistematicamente o cliente para uma equipa técnica, sem apresentar resultados nem prazos, não é prestar apoio ao cliente. É, isso sim, transferir para o consumidor o ónus de perseguir uma empresa para obter aquilo a que tem direito. Invoco ainda o regime legal de conformidade dos bens de consumo aplicável em Portugal, designadamente o Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que estabelece, entre outras disposições, obrigações relativas à reposição da conformidade dos bens e aos prazos aplicáveis. A reparação ou substituição deve ser efetuada gratuitamente, num prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor, nos termos legalmente previstos. Perante a demora já verificada, exijo que a CREATE esclareça formalmente a sua posição e proceda à resolução desta situação. Para que não subsistam quaisquer dúvidas quanto à minha pretensão, **NÃO PRETENDO CONTINUAR A AGUARDAR POR UMA REPARAÇÃO SEM PRAZO, POR RESPOSTAS AUTOMÁTICAS OU POR PROMESSAS DE CONTACTO FUTURO.** Exijo, por isso: 1. **O reembolso do valor integral pago pelo artigo**, mediante a resolução legalmente aplicável à situação, sem mais delongas. 2. **Uma resposta formal e concreta**, esclarecendo a localização atual do artigo, o que foi feito desde a sua entrega e a razão pela qual, a 27 de outubro, me foi comunicado que ainda se aguardava a entrega do aparelho. 3. **Uma posição expressa quanto à compensação pelos transtornos causados**, incluindo o tempo despendido em sucessivos contactos, a ausência prolongada do artigo e a falta de uma solução durante todo este processo. Não aceito como resposta mais uma mensagem genérica a informar que o processo está em análise ou que serei contactada oportunamente. Já recebi esse tipo de resposta vezes suficientes. O que exijo agora é uma decisão, devidamente fundamentada, e uma solução efetiva. Trabalho no setor da qualidade da maior empresa de retalho em Portugal e conheço bem a importância da gestão de reclamações, do cumprimento de procedimentos e, sobretudo, da responsabilização perante o cliente. Precisamente por isso, considero o tratamento desta ocorrência particularmente revelador de falhas graves no vosso serviço de pós-venda. **A fidelização de um cliente não se perde apenas por um produto apresentar um problema. Perde-se, sobretudo, quando a empresa demonstra ser incapaz de resolver esse problema e trata as sucessivas reclamações como meras mensagens às quais basta responder com um texto padronizado.** Foi exatamente essa a experiência que a CREATE me proporcionou. Não recomendarei a vossa marca com base numa experiência que, do início ao fim, ficou marcada pela falta de transparência, pela ausência de acompanhamento e pela inexistência de uma solução em tempo útil. Aguardo uma resposta à altura da gravidade desta situação, e não mais uma confirmação de que o meu pedido continua a ser analisado.

Em curso
J. L.
29/10/2026

Recusa de garantia para Pixel 7a com bateria inchada (Risco de segurança física)

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Google Commerce Limited devido à recusa de assistência a um defeito de fabrico que constitui um risco crítico de segurança física (bateria inchada). Adquiri o telemóvel Google Pixel 7a (IMEI 35352940859XXXX) diretamente na Google Store em 27/11/2023, pelo valor total de 459,00 € (Fatura n.º GS.7341-0322-7029). O equipamento encontra-se dentro do prazo de 3 anos e apresenta a bateria severamente inchada, ao ponto de deformar o chassis e descolar/levantar a tampa traseira do aparelho. O telemóvel tem zero danos cosméticos, quedas ou contacto com líquidos, tratando-se puramente de uma falha de hardware do componente. Contactei o suporte da Google Store (Ticket ID: 7-6802000040972), que recusou repetidamente a assistência gratuita com base num programa interno de software, ignorando as provas fotográficas do perigo de segurança e potencial combustão do lítio. Ao abrigo da legislação de conformidade e segurança de produtos da União Europeia e do regime jurídico das garantias de bens de consumo, a marca é inteiramente responsável por defeitos estruturais que ponham em risco a integridade física do consumidor. A recusa de reparação ou reembolso de um produto com risco de incêndio constitui uma violação grave dos direitos do consumidor. Face à total perda de confiança na segurança do equipamento e à negligência do suporte inicial, não aceito a reparação do mesmo lote. Exijo a resolução do contrato com a devolução integral do valor pago (459,00 €) ou a atribuição do valor equivalente em crédito na Google Store para aquisição de um modelo seguro. No aguardo. Obrigada.

Em curso
F. S.
28/10/2026

Consumo excessivo de óleo, avaria do turbo e recusa de comparticipação

Veículo: Dacia Sandero Stepway Eco-G 100, matrícula AV-26-JT Referência do processo Dacia: 4-26792198 Valor do orçamento: 1.915,87 € Venho apresentar uma reclamação formal contra a Dacia Portugal pela recusa de comparticipação numa reparação de 1.915,87 €, na sequência de uma avaria atribuída ao turbo do meu Dacia Sandero Stepway Eco-G 100. Considero que a decisão da marca não tem devidamente em conta o histórico do veículo, os problemas anteriormente comunicados e o facto de o programa de manutenção da marca ainda se encontrar ativo. Histórico dos acontecimentos Em abril de 2026, identifiquei pela primeira vez que o nível de óleo se encontrava abaixo do recomendado, tendo sido necessário realizar o primeiro atesto na Litocar, em Viseu. Posteriormente, o veículo foi verificado na Carby de Paredes, onde foi efetuado outro atesto. Segundo a informação que me foi transmitida, não foi identificada qualquer anomalia que explicasse o consumo. Contudo, menos de um mês depois, voltou a ser necessário acrescentar óleo. Na revisão de 12 de setembro de 2026, com aproximadamente 148.000 km, voltei a comunicar o consumo anormal de óleo, tanto telefonicamente como por email. Apesar de o problema já ter sido comunicado anteriormente e de existirem vários atestos registados no histórico do veículo, foi-me indicado que deveria circular mais 1.000 km e regressar para nova verificação do nível de óleo. Questiono por que motivo não foi realizada uma investigação técnica mais aprofundada, tendo em conta os antecedentes e a repetição do problema. No dia 13 de outubro de 2026, deixei o veículo na Carby de Aveiro devido ao aviso «Mandar verificar antipoluição», a problemas de injeção e à perda de potência e resposta do motor. A perda de potência já vinha a agravar-se progressivamente desde finais de 2025. Na sequência do diagnóstico, fui informado de que a avaria estaria relacionada com o turbo e de que seria necessária a sua substituição. Em 27 de outubro de 2026, foi emitido o orçamento n.º 26790, no valor total de 1.915,87 €, incluindo IVA. Foi-me indicado que a solução proposta seria um turbo recondicionado, embora essa característica não esteja expressamente identificada no orçamento, pelo que solicito confirmação escrita. Programa de manutenção ativo e quilometragem Saliento que o programa de manutenção da marca ainda se encontra ativo e que, à data da entrada na oficina para diagnóstico, a viatura tinha 149.422 km, não tendo ainda atingido os 150.000 km. Considero que estes elementos devem ser ponderados pela Dacia Portugal na análise do pedido de comparticipação, juntamente com o histórico de manutenção na rede oficial e o facto de o consumo anormal de óleo ter sido comunicado meses antes da avaria atual. Apesar de ter solicitado apoio à marca, o pedido de comparticipação foi recusado sem uma fundamentação suficientemente esclarecedora, no âmbito do processo n.º 4-26792198. Não afirmo que a falta de diagnóstico anterior tenha sido necessariamente a causa direta da avaria do turbo. No entanto, considero legítimo exigir uma análise técnica integral que esclareça se o consumo de óleo foi adequadamente investigado e se existe alguma relação entre o problema anteriormente comunicado e a avaria atual. O que exijo da Dacia Portugal Face ao exposto, solicito: 1. A reapreciação da recusa de comparticipação, tendo em conta o programa de manutenção ainda ativo, a quilometragem inferior a 150.000 km e o histórico de manutenção do veículo. 2. Uma explicação técnica, escrita e fundamentada sobre o consumo anormal de óleo e as verificações realizadas antes da atual avaria. 3. O esclarecimento sobre a eventual relação entre o consumo de óleo, a perda progressiva de potência e a avaria atribuída ao turbo. 4. A disponibilização dos registos técnicos relevantes e das conclusões das intervenções anteriores. 5. A confirmação de que o turbo proposto para substituição é novo ou recondicionado, bem como das condições e duração da garantia da reparação. 6. Uma proposta concreta de comparticipação total ou parcial no custo da reparação, devidamente fundamentada nas circunstâncias específicas deste caso. Encontro-me sem o veículo desde 13 de outubro de 2026, com os consequentes constrangimentos pessoais e profissionais. Considero injusto que, perante um problema de consumo de óleo comunicado meses antes e um programa de manutenção que ainda se encontra ativo, a decisão seja simplesmente recusar a comparticipação sem uma explicação técnica suficientemente clara. Pretendo uma resposta individualizada, transparente e fundamentada, bem como uma solução proporcional às circunstâncias descritas. Não considero suficiente uma resposta genérica baseada apenas na idade ou quilometragem do veículo, sem análise do histórico de manutenção e das comunicações anteriores. Aguardo, assim, a reapreciação do processo e uma resposta formal da Dacia Portugal. Referência do processo: 4-26792198.

Em curso
A. S.
27/10/2026

Impossibilidade de envio de air fryer para reparação ao abrigo da garantia

Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a um problema com uma air fryer que adquiri através da Amazon há cerca de dois anos e que ainda se encontra dentro do período de garantia. Após detetar uma avaria no equipamento, solicitei à Amazon a respetiva reparação ao abrigo da garantia. No entanto, para dar seguimento ao processo, a Amazon enviou-me um código de envio para proceder à devolução do artigo para reparação. O problema é que o código de envio disponibilizado pela Amazon não funciona. Contactei novamente a empresa e foi-me enviado um segundo código, mas este também não funciona, impedindo-me, mais uma vez, de enviar o equipamento para reparação. Considero inaceitável que, tendo solicitado a assistência dentro do período de garantia e estando disponível para cumprir os procedimentos necessários, não consiga resolver a situação devido a falhas no processo de envio disponibilizado pela própria empresa. Esta situação está a atrasar a resolução do problema e a impedir-me de usufruir dos meus direitos enquanto consumidor, sem que a falha seja da minha responsabilidade. Assim, solicito a intervenção e o aconselhamento da DECO para que a Amazon seja instada a encontrar uma solução eficaz, nomeadamente através do fornecimento de um código de envio válido ou da disponibilização de um método alternativo para a recolha ou envio do equipamento, sem custos para mim, permitindo que a reparação seja efetuada ao abrigo da garantia. Agradeço ainda o vosso esclarecimento sobre os meus direitos enquanto consumidor e sobre os procedimentos que poderei adotar caso a Amazon continue sem resolver a situação. Estou disponível para apresentar a fatura de compra, os registos dos contactos efetuados com a Amazon e os comprovativos dos códigos de envio que não funcionaram.

Em curso
F. F.
27/10/2026

Falta de apoio da marca na garantia

Boa tarde, Venho por este meio apresentar a minha reclamação sobre a marca Hyundai. Sou proprietário de um Hyundai Tucson Híbrido a Diesel, do ano de 2022. No mês de agosto de 2026, a viatura começou a apresentar problemas relacionados com os gases do motor, tendo acendido a respetiva luz de aviso. Tentei, sem sucesso, ir com o veículo nos concessionários de Faro e Beja, tendo ambos recusado a receção do carro alegando falta de disponibilidade. Fui obrigado a aguardar até ao dia 15 de setembro de 2026, altura em que tinha uma revisão agendada, para tentar resolver o problema. Foi então imediatamente detetado que o filtro de partículas (DPF) se encontrava partido, estando prevista a sua substituição em garantia. Contudo, não me foi indicada qualquer previsão de entrega da viatura. Tentei, em várias ocasiões, contactar o apoio ao cliente da marca, que apenas está disponível por email. No entanto, não obtive resposta, e, quando houve resposta, as mensagens foram impessoais e não esclareceram a situação. O meu carro encontra-se parqueado no concessionário em Beja desde o dia 15 de setembro de 2026. Apenas no dia 27 de outubro de 2026 fui contactado pelo concessionário, informando-me que o filtro já se encontra montado, mas que a viatura necessita igualmente da substituição do sensor de AdBlue, sem que exista previsão de entrega da peça. Pedi várias vezes um viatura de substituição, mas sem nenhuma resposta da marca.

Em curso

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