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Recusa de garantia comercial emma (10 anos)
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao meu colchão da marca Emma, adquirido no Continente Online em 14 de janeiro de 2022. A Emma anuncia publicamente uma garantia comercial de 10 anos sobre os seus colchões. No entanto, apesar de terem decorrido apenas 4 anos desde a compra, encontro-me há cerca de 1 mês numa situação inadmissível em que nenhuma das entidades assume a responsabilidade pela ativação dessa garantia: O Continente Online afirma que apenas presta a garantia legal de 3 anos, remetendo-me para contacto direto com a marca Emma. A Emma, por sua vez, declara que, por a compra ter sido efetuada no Continente Online, deverá ser este a contactá-los diretamente, recusando-se a assumir a garantia comercial que anuncia. Esta situação configura uma clara violação dos direitos do consumidor. De acordo com o Decreto‑Lei n.º 84/2021, a garantia comercial anunciada por um produtor: É vinculativa, independentemente do local de compra. Deve ser cumprida pelo responsável que a publicita, sem transferências indevidas de responsabilidade. Não pode ser condicionada por acordos internos entre vendedor e fabricante. O consumidor não pode ser colocado num ciclo de remissões entre entidades, especialmente quando existe uma garantia comercial expressamente anunciada e ainda plenamente vigente. Face ao exposto, solicito: O cumprimento imediato da garantia comercial de 10 anos anunciada pela Emma. A avaliação do produto e a aplicação da solução prevista (reparação, substituição ou outra medida adequada). A cessação da prática de remeter o consumidor de uma entidade para outra, o que constitui uma violação dos direitos legalmente protegidos. Aguardo resposta formal no prazo legal.
Reclamação Braseira Exterior 5601452572470
Exmos. Senhores, No dia 01/04/2026 adquiri uma braseira exterior na loja Espaço Casa do Atlantic Park, Ovar, pelo valor de 34,99€. O produto permaneceu fechado dentro da embalagem original desde a data da compra e apenas foi aberto recentemente para primeira utilização. No momento da abertura, a 21/05/2026, verifiquei que a braseira apresentava um nível elevado de ferrugem solta, libertando resíduos de oxidação de forma imediata ao toque e ao simples manuseamento. Importa esclarecer que a minha reclamação não se prende com o aspeto visual oxidado do artigo. Compreendo que se trate de um acabamento decorativo “efeito ferrugem” ou “ferrugem real”. O problema é que o produto liberta continuamente partículas e resíduos de ferrugem para o exterior: a ferrugem transfere-se para as mãos; cai e escorre para o chão;mancha imediatamente superfícies como cerâmica, pedra, azulejo e pavimento exterior; deixa resíduos em tudo aquilo com que entra em contacto. Esta consequência prática do produto não se encontra indicada de forma clara, explícita ou visível na embalagem, etiquetas ou informações disponibilizadas ao consumidor no momento da compra. Em nenhum local é referido que: o artigo liberta resíduos contínuos de ferrugem; mancha permanentemente superfícies; necessita obrigatoriamente de proteção inferior; não deve ser colocado diretamente sobre determinados tipos de pavimento. Considero esta informação essencial para uma decisão de compra informada, especialmente tratando-se de um artigo destinado a utilização exterior em terraços, varandas e zonas pavimentadas. A empresa respondeu alegando que este comportamento é “natural” devido ao material e acabamento do produto. No entanto, precisamente por ser algo supostamente expectável para o fabricante/vendedor, deveria existir um aviso claro ao consumidor antes da compra. Enquanto consumidora, não tenho obrigação de presumir conhecimentos técnicos sobre oxidação ativa de ferro/aço nem de antecipar que um produto novo, ainda embalado e nunca utilizado, vá libertar ferrugem ao ponto de manchar superfícies apenas pelo contacto normal. Adicionalmente, o facto de o produto ter permanecido fechado e nunca utilizado explica igualmente porque a situação apenas foi detetada após o prazo interno de devolução da loja. Solicitei a devolução do artigo e respetivo reembolso, pedido que foi recusado exclusivamente com fundamento no prazo interno de 15 dias, sem consideração pela ausência de informação adequada relativamente ao comportamento real do produto. Pretendo, assim, que a situação seja analisada pelas entidades competentes enquanto questão de informação ao consumidor e adequação do produto às expectativas legítimas de utilização.
Instalação aparelhos de ar condicionado deficientes
Exmo Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Empresa Fabisgaz, aa qual anexo o NIF 505467003. Comprei 2 aparelhos de ar condicionado a 30.8.2023, a referida empresa apresenta-se como representante da empresa Vulcano/Bosch, vende os equipamentos e procede à instalação dos mesmos. Este ano em Fevereiro de 2026, quando ligava o ar condicionado o quadro elétrico desligava, ficava sem eletricidade em casa. Esta situação já se tinha passado anteriormente, no entanto eu ligava o quadro algumas vezes e acabava por funcionar. Em fevereiro de 2026 deixou mesmo de funcionar, ou seja, os aparelhos de ar condionado deixaram de ligar. Contactei a empresa Fabisgazdia 2 de fevereiro, uma vez que a garantia é de 3 anos, reportei o acontecido e ficaram de ir ver. Entretanto houve as tempestades e foi-me dito que só iriam quando o tempo melhorasse, compreendi. No fim de Fevereiro, deslocaram-se a minha casa verificaram os aparelhos e disseram que provavelmente tinha havido avaria na unidade exterior e que iriam contactar a Vulcano. Após várias dias eu contactei a Vulcano e um técnico deslocou-se a minha casa para verificarem os aparelhos, que segundo o técnico e o relatório que me enviaram, não havia qualquer problema nos aparelhos, mas sim na instalação dos mesmos, s ligações estavam mal feitas. Paguei a deslocação do técnico, 98.40€. Contactei então a empresa que instalou os aparelhos, a Fabisgaz, pois uma vez que o problema deriva de problemas na instalação, admiti que o valor que paguei, a empresa cobrisse e posteriormente fizessem as ligações corretamente. Nada disso aconteceu, ao que disseram não eram eletricistas e portanto tinham instalado e ligado os aparelhos na tomada pedida por mim! Como é que eu iria dizer à empresa que instala o ar condicionado onde deviam fazer a ligação? É só ridículo! Ou seja demitem-se de qualquer responsabilidade! Neste momento tenho um orçamento da empresa Vulcano/Bosch para fazerem a devida ligação dos aparelhos, no valor de280€. Envio toda a documentação do referido acima. Peça a vossa colaboração no sentido de me indicarem como posso responsabilizar a empresa Fabisgaz para que assumam o erro e procedam ao pagamento dos valores que irei gastar. Uma outra situação e que consta da fatura que paguei à Fabisgaz é que as taxas de IVA cobrados foi de 23%, e ao que sei até ao final de 2023, o governo decretou que o IVA dos aparelhos de ar condicionado era de 6%, confirmam por favor de foi cobrado 23% indevidamente? Atenciosamente , Ana Teresa Marques
Retenção ilícita de reembolso de seguro e falsas informações ao consumidor
Reclamação Formal Urgente contra o El Corte Inglés e a Seguradora Occident (Mesos Portugal) — Processo de Sinistro Nº 2945. Venho expor uma situação de má-fé contratual, prestação de informações falsas ao consumidor e retenção ilícita de capital profissional por parte das entidades visadas. No dia 30/06/2022, adquiri no estabelecimento do El Corte Inglés uma câmara fotográfica profissional Canon EOS R3, pelo valor de 5.439,15€, tendo contratado em simultâneo o respetivo Seguro de Continuidade emitido pela seguradora parceira Occident. Sendo fotógrafo profissional, este equipamento de alta gama constitui a ferramenta vital de trabalho e o sustento da minha atividade económica. No passado dia 20/02/2026, na sequência de um sinistro coberto, o equipamento foi entregue para reparação. Contudo, os serviços da seguradora enviaram-me uma notificação formal por escrito alegando a impossibilidade de reparação devido a uma suposta "falta de peças e descontinuação do modelo no mercado", decretando uma "Perda Total" económica. Recusando aceitar uma justificação infundada, contactei diretamente os canais oficiais da marca fabricante. No dia 31/03/2026, recebi uma resposta por e-mail da CANON PORTUGAL que desmentiu categoricamente a versão da seguradora: a marca confirmou que o modelo continua ativo e em plena comercialização no mercado nacional, existindo total disponibilidade de peças de reposição. Esta conduta configura uma prestação de informações falsas ao consumidor e uma violação do princípio da boa-fé na execução dos contratos, previsto no Artigo 762.º, n.º 2 do Código Civil. Após eu ter exposto formalmente este desmentido no dia 17/04/2026 às 14:38, os Requeridos remeteram-se a um silêncio durante 18 dias consecutivos, ignorando os meus e-mails e contactos. Perante a paragem forçada do meu equipamento e a necessidade de reaver o capital para a minha atividade, acabei por aceitar por e-mail a proposta subsidiária de reembolso no valor de 3.263,49€ a 05/05/2026, tendo assinado a respetiva declaração de quitação no dia 06/05/2026. Para continuar a trabalhar e cumprir os meus compromissos, fui obrigado a despender capitais próprios imediatos para adquirir outra câmara no mercado. No passado dia 20/05/2026, desloquei-me presencialmente ao balcão e a resposta obtida limitou-se a indicar que "tinha de esperar". Decorridos 20 dias após a aceitação formal, o envio do IBAN e a assinatura da quitação, o El Corte Inglés e a seguradora continuam sem efetuar a transferência bancária do montante acordado. O dinheiro está retido ilegalmente. Esta retenção injustificada de fundos constitui um enriquecimento sem causa e uma violação dos prazos de indemnização. Conclusão e Exigências: Mais informo que esta situação já seguiu hoje formalmente para o CNIACC (Tribunal Arbitral de Consumo) e foi registada no Livro de Reclamações Eletrónico com conhecimento e fiscalização direta da ASAE e da ASF. Solicitando a mediação urgente da DECO PROTESTE, exijo que a Direção de Qualidade do El Corte Inglés e a Administração da Seguradora Occident ordenem a liquidação imediata e urgente do valor de 3.263,49€ na minha conta bancária, acrescido dos respetivos juros de mora devidos pelo atraso injustificado desde o dia 05/05/2026.
Não resposta de pedido de reparação em garantia
Em 2/12/2025 o carro deu entrada nas oficinas da kia em leiria para fazer diagnostico relativo a um ruido de motor. (viatura com a matricula BF-34-BR Kia E Niro) Foi me informado que seria necessario substituir motor e caixa de velocidades e o carro encontra se com garantia da marca ate 07/2026 ou 150mil kms (que não tinha atingido). foi fornecido livro de revisoes e informação dos dados de uma revisão efectuada que não aparecia no livro de revisões, regularizando assim a revisão por assinalar. Ora ja estamos em 05/2026 e a oficina diz que enviou sempre tudo solicitado pela marca, que efectivamente foi enviado diagnostico a confirmar a avaria mas que a marca ainda nao deu informação para fazer a reparação, constando na plataforma da oficina como "em analise". Inclusive foi me informado verbalmente que ja existem processos posteriores com resposta positiva da marca e o meu continua pendente. Com os melhores cumprimentos Pedro Domingues
Vinted / artigo devolvido danificado pelo comprador
Exmos. Senhores, Solicito apoio/intervenção relativamente a uma reclamação contra a plataforma Vinted. Efetuei a venda de um par de caneleiras FLAIR GOLD, anunciadas como novas/nunca usadas e enviadas em bom estado. Após a disputa/devolução, recebi o artigo em estado diferente daquele em que foi enviado. As caneleiras apresentam sinais claros de uso e dano, especialmente na zona da almofada interior, que aparenta ter sido descolada e alvo de tentativa de recolagem, existindo cola visível/a sair da caneleira. Enviei fotografias e provas à Vinted, mas a plataforma não apresentou qualquer análise concreta ou decisão fundamentada. Recebi apenas respostas automáticas indicando um prazo de 48 horas, sem que esse prazo tenha sido cumprido. Após novo contacto, recebi novamente uma resposta automática. Já passaram 7 dias desde a reclamação inicial sem resposta efetiva. Considero que a Vinted não está a proteger adequadamente o vendedor numa **Ativar 3,50% cashback** situação em que o artigo foi devolvido danificado pelo comprador, em estado diferente daquele em que foi vendido/enviado. Pretendo que a Vinted: 1. Analise a disputa com base nas provas apresentadas; 2. Reconheça que o artigo foi devolvido danificado; 3. Proteja o vendedor face a uma devolução indevida; 4. Liberte o pagamento ao vendedor ou compense o prejuízo; 5. Apresente resposta escrita e fundamentada. Junto/anexo o histórico da situação, fotografias, anúncio/provas do estado original do artigo e comunicações com a Vinted. Com os melhores cumprimentos, João Palma
Recusa Ilegal de Garantia – Xiaomi Scooter 4 Ultra (FNAC)
Assunto: Reclamação Formal - Recusa Indevida de Reparação em Garantia - Processo 800017148 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar Reclamação Formal contra a FNAC Portugal, relativa à recusa injustificada de reparação em garantia do meu equipamento. 1. Identificação do Equipamento: Equipamento: Trotinet elétrico XIAOMI SCOOTER 4 ULTRA 500 Data de compra: 7 de outubro de 2025 Fatura: FT F000125/85490 Nº de Processo FNAC: 800017148 2. Descrição dos Factos e Cronologia: 04 de maio de 2026 - Entreguei o trotinet no serviço pós-venda da FNAC devido à avaria: “aparenta ser o carregador que não carrega” (impossibilidade de carregamento da bateria). 15 de maio de 2026 - Recebi comunicação de recusa de garantia, alegando que a “roda traseira estava danificada e furada”. A FNAC enviou orçamento no valor de 139,47 €. No mesmo dia apresentei a minha primeira Reclamação Formal, na qual expus que a roda traseira se encontrava em bom estado de funcionamento, não apresentava qualquer dano ou furo, não necessitava de qualquer reparação e que tal alegada avaria não tinha qualquer relação com o problema reportado - a impossibilidade de carregamento da bateria (avaria no sistema de carregamento). Nessa mesma reclamação solicitei também o envio do relatório técnico completo do Centro Técnico oficial, incluindo fotografias. 21 de maio de 2026 — Recebi da FNAC a comunicação oficial do Centro Técnico do fabricante confirmando a recusa de garantia e enviando o orçamento de 139,47 € (com a informação de que em caso de ausência de resposta em 10 dias o equipamento seria devolvido sem intervenção e com possível cobrança de 20 €). No mesmo dia 21 de maio de 2026 - Enviei informação complementar, informando que possuo fotografias tiradas no dia 04.05.2026, que comprovam que a roda traseira se encontrava em bom estado de funcionamento, sem qualquer dano ou furo. Nesse email voltei a acentuar que a roda traseira não necessita de qualquer reparação e não tem qualquer relação com o motivo da entrega em serviço - a avaria no sistema de carregamento da bateria. solicitei também o envio do relatório técnico completo do Centro Técnico oficial, incluindo fotografias. 23 de maio de 2026 - Voltei a contactar o serviço técnico da FNAC, expondo novamente todos os factos acima, reforçando a ausência de relação entre o estado da roda e o problema de carregamento, e exigindo mais uma vez o envio do relatório técnico completo com fotografias do Centro Técnico oficial do fabricante. 3. Fundamentação Legal A avaria reportada (problema no sistema de carregamento - carregador, bateria ou controlador) é de natureza elétrica/eletrónica e não tem qualquer relação causal com o estado da roda traseira. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro: O equipamento beneficia de garantia legal de 3 anos. Como estamos dentro dos primeiros 2 anos, vigora a presunção de que a falta de conformidade já existia à data da entrega do bem (artigo 13.º), cabendo à FNAC e ao fabricante o ónus da prova do contrário. Um eventual dano acessório na roda não pode servir de fundamento para recusar a garantia sobre componentes elétricos independentes. A FNAC não apresentou qualquer prova técnica que demonstre a relação entre a roda e a avaria de carregamento. A recusa de garantia por parte da FNAC é manifestamente injustificada e ilegal, uma vez que a alegada danificação da roda traseira não tem qualquer relação causal com a avaria reportada (APARENTA SER O CARREGADOR QUE NAO CARREGA) -a impossibilidade de carregamento da bateria. TRATA-SE DE COMPONENTES TOTALMENTE INDEPENDENTES, PELO QUE O ESTADO DE UM PNEU NÃO PODE SERVIR DE FUNDAMENTO PARA RECUSAR A REPARAÇÃO DA COMPONENTE ELÉTRICA, especialmente nos primeiros 2 anos de garantia, em que vigora a presunção legal a favor do consumidor. 4. Exigências Exijo à FNAC o seguinte: Registo da reclamação no Livro de Reclamações; O envio imediato do relatório técnico completo do Centro Técnico oficial do fabricante, incluindo fotografias e fundamentação detalhada da recusa de garantia. A reparação gratuita e imediata do sistema de carregamento (bateria / carregador / controlador); Caso a reparação não seja possível, a substituição do equipamento por outro novo ou equivalente, ou o reembolso integral do valor pago; Aguardo contacto urgente com a resolução do assunto. Anexos: Junto à presente reclamação envio em anexo: Histórico completo das comunicações mantidas com a FNAC (todos os e-mails enviados e recebidos); Confirmação de entrega do equipamento no serviço técnico em 04.05.2026 (Processo 800017148); Fotografias do trotinet tiradas no dia da entrega (04.05.2026), que comprovam o bom estado da roda traseira sem dano ou furo Aguardo contacto urgente com a resolução do assunto. Com os melhores cumprimentos, Roman Chulyi 25 de maio de 2026
As janelas e a porta de entrada novas e com defeito não serão reparadas
No final de fevereiro, a empresa S&S instalou 7 janelas novas e 1 porta de entrada nova na minha casa. Os prazos de entrega prometidos foram excedidos em 2 meses. Das 7 janelas, 4 apresentam defeitos. Apenas uma janela foi reparada. A porta de entrada só consegue fechar com grande esforço, e o sistema de fecho eletrónico encomendado e pago continua até hoje inoperacional, uma vez que foi encomendado um dispositivo demasiado grande, que não é adequado para a minha porta. A S&S não responde nem a chamadas nem a cartas. Os e-mails são ignorados e não recebem resposta. Nunca mais!
Recusa de Intervencionamento
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao veículo Citroën C3 You 2025, adquirido no dia 15 de janeiro de 2026 no stand Auto Reno, na Póvoa de Varzim. Desde muito pouco tempo após a aquisição, o veículo começou a apresentar diversos defeitos e anomalias mecânicas e estruturais, obrigando-me a múltiplas deslocações ao concessionário para reparações em garantia. No dia 11 de março de 2026 dirigi-me ao stand devido a um problema na caixa de velocidades. A situação foi intervencionada, porém, após essa reparação, o veículo começou a apresentar inúmeros ruídos na zona central do tablier. Essa situação foi posteriormente intervencionada, mas cerca de dois dias depois os ruídos voltaram a surgir, desta vez em várias zonas frontais do veículo. Inclusivamente, foi detetada a queda de um parafuso no tapete do lado do condutor, situação extremamente preocupante em termos de segurança e qualidade da montagem. Adicionalmente: * a porta esquerda apresentava defeito numa peça, tendo sido necessária substituição; * uma a duas semanas depois surgiram problemas na direção, levando à colocação de uma nova peça; * menos de um dia após essa intervenção, apareceu um ruído elevado na parte posterior do veículo, que voltou a necessitar de reparação; * apenas um dia depois surgiu novo ruído na porta direita do veículo. Perante esta última situação, fui surpreendido com a recusa de reparação por parte do stand, alegando que determinados ruídos não estão abrangidos pela garantia. Segundo informação transmitida pelo Sr. Monteiro, essa recusa ocorreu por indicação superior do próprio stand. Posteriormente, após contacto com a marca Citroën, recebi exatamente a mesma posição por telefone e posteriormente por e-mail. Embora reconheça e agradeça a simpatia, disponibilidade e profissionalismo demonstrados pela Sra. Carla e pelo Sr. Monteiro ao longo do processo, considero totalmente inaceitável que um veículo novo, adquirido há poucos meses, apresente sucessivos defeitos e intervenções constantes, culminando agora numa recusa de reparação. Acresce ainda que possuo comprovativos de todas as ocorrências, incluindo fotografias, vídeos, documentação das intervenções efetuadas e resposta escrita da marca. Considero que esta situação demonstra falta de conformidade do veículo, comprometendo a confiança, qualidade, segurança e utilização normal esperada de um automóvel novo. Assim, exijo uma solução definitiva e adequada para esta situação, nomeadamente através da reparação integral e definitiva dos defeitos apresentados, ou, caso tal não seja possível, a substituição do veículo ou outra solução legalmente prevista para situações de falta de conformidade reiterada. Solicito ainda uma resposta célere e formal relativamente à presente reclamação.
Falta de apoio técnico em avaria dentro da garantia
xmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal e interpelação para cumprimento das obrigações legais de garantia relativamente ao frigorífico LG modelo GSJV31DSXF, adquirido em maio de 2024, e portanto ainda dentro do período legal de garantia. No dia 4 de março de 2026, o dispensador de água e gelo do referido equipamento passou a dispensar água automaticamente, sem ativação da respetiva patilha, provocando o extravasamento de água para o chão da cozinha. Trata-se de uma avaria clara do equipamento, com potencial para causar danos no espaço doméstico. Após várias tentativas de resolução por meios próprios (remoção do reservatório e reinício do equipamento), no dia 5 de março de 2026 contactei o apoio ao cliente da LG para abertura de processo de assistência técnica. Nesse mesmo dia fui contactado pela empresa de assistência técnica FASTSAT24, tendo sido agendada intervenção para o dia 6 de março de 2026. Contudo, a empresa não compareceu na data agendada nem apresentou qualquer justificação para a ausência, apesar de eu próprio ter procurado esclarecimentos através do canal de comunicação indicado. Esta situação foi reportada ao apoio ao cliente da LG, tendo-me sido apresentadas desculpas e garantido que o caso seria acompanhado e que seria novamente contactado. Tal contacto nunca chegou a ocorrer. No dia 3 de abril de 2026, o problema voltou a manifestar-se, tendo eu novamente solicitado assistência técnica junto da LG. Foi então agendada nova intervenção para o dia 6 de abril de 2026. Nesta ocasião, um técnico da empresa FASTSAT24 deslocou-se ao local. Contudo, não foi realizado qualquer diagnóstico técnico minimamente adequado. Sem proceder a desmontagem, verificação de componentes ou testes funcionais do sistema de dispensador, o técnico limitou-se a sugerir que poderia existir condensação no mecanismo da patilha, tendo realizado uma suposta intervenção que consistiu apenas em direcionar ar quente de um secador de cabelo para o mecanismo durante cerca de dois minutos. Adicionalmente, fui instruído a deixar permanentemente um copo na base do dispensador e a selecionar a dispensa de gelo caso o problema voltasse a ocorrer, por forma a evitar a acumulação de água no chão. Para além de tal abordagem não constituir qualquer reparação técnica efetiva, o problema voltou a ocorrer cerca de uma hora após a saída do técnico da minha residência, demonstrando de forma inequívoca a total ineficácia da intervenção realizada. A situação foi imediatamente reportada tanto à LG como à FASTSAT24. Desde então, tenho efetuado múltiplas tentativas de contacto com o apoio ao cliente da LG com vista ao reagendamento de nova intervenção técnica que permita resolver a avaria. Até à presente data, tais contactos têm-se limitado à apresentação de desculpas e ao registo de reclamações internas, sem qualquer ação concreta para a resolução do problema. Este comportamento revela uma clara falta de diligência no cumprimento das obrigações legais decorrentes da garantia do bem. Recordo que, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem através de reparação ou substituição, a realizar de forma gratuita, dentro de um prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor. Face ao exposto, venho por este meio interpelar formalmente a LG para que proceda, no prazo máximo de 10 dias úteis, à resolução definitiva da situação, através de: • Reparação efetiva do equipamento por assistência técnica competente; ou, caso tal não seja possível num prazo razoável, • Substituição do equipamento por unidade nova equivalente, nos termos legalmente previstos.
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