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Faturas com valores indevidos não recebidas
Cara equipa Vodafone, Venho por este meio apresentar uma reclamação, assim como o pedido de faturas e os relatórios das comunicações efetuadas (número telemóvel 915868311) entre Novembro de 2025 até Abril de 2026. A reclamação baseia-se nos seguintes eventos: De Novembro 2025 a Abril 2026, fiz uma viagem longa pela Ásia. Enquanto aí me encontrava, recebi mensagens da Vodafone relativamente a pagamentos (com valores muito maiores do que o usual, nas centenas de euros) da minha conta de telefone. Sabendo que pagaria bastante para ligar da Ásia e sendo que o chat online da Vodafone funciona francamente mal, não paguei a conta (agora num total de 757.57€) e esperei até voltar para Lisboa para resolver este assunto em pessoa, sendo que o meu número foi entretanto desativado. Voltei para Lisboa no dia 16 de Abril 2026), e logo a seguir no dia 17 de Abril dirigi-me a um balcão da Vodafone (no Centro Comercial Colombo). Aí expliquei a um colaborador que estes valores seriam impossíveis pois não fiz nenhuma chamada por mais de 10 minutos. O colaborador (à chamada com outra colega do Provedor do Cliente) recomendou-me não pagar a conta por agora, e analisar os extratos com as chamadas discriminadas para poder contestar exatamente quais as chamadas com que não concordava. A colega do Provedor indicou que o colega do balcão poderia dar-me esta info em papel, mas isso provou-se impossível pois seria necessário receber um código no número desativado. Foi-me então indicado para aceder à app da Vodafone ou aceder à info na minha conta no PC. Quando tentei aceder à info pela app ou portátil, ambos foram impossíveis, considerando que o número foi desativado então também a conta foi apagada. Por esta razão, no dia 11 de Maio 2026, contactei o chat da Vodafone para saber como aceder à info da chamadas efetuadas, ao qual me foi dito que as únicas formas seriam preenchendo o Formulário de Apoio ao Cliente ou o formulário de do Provedor. No entanto, ambos os formulários requerem validação do número de telemóvel, o que novamente não é possível, considerando que o meu número está desativado. Como eu vivo atualmente na Holanda, pedi à minha mãe para se dirigir novamente (no dia 11 de Maio) ao balcão da Vodafone para saber como proceder. Aí no colega entregou-lhe um cartão de comunicações supostamente grátis para estes casos para poder ligar à linha de apoio ao cliente, o que seria (desta vez) a única forma de obter a informação. No dia 12 de Maio, a minha mãe enviou-me o cartão por correio urgente que chegou à minha morada na Holanda no dia 19 de Maio, e aí percebi que apenas o cartão seria grátis mas claro que as comunicações seriam taxadas na mesma. Por essa razão, no dia 20 de Maio a minha mãe voltou ao balcão da Vodafone, explicou toda a situação e apenas recebeu um email (apoiocliente@vodafone.com) para contactar e referiu que (contrariamente ao que me foi dito da primeira vez), deveria primeiro pagar a conta e só depois contestar. Aqui o colaborador referiu que só poderia imprimir a informação se eu estivesse presencialmente no local, contrariamente ao que me foi dito da primeira vez que eu própria me dirigi ao balcão considerando a necessidade de validar o número. Considerando a nova indicação de que a conta deveria ser paga antes de contestar, no dia 2 de Junho efetuei o pagamento total de 757.57€. Serve este texto para reclamar da falta de apoio abismal por parte da Vodafone para aceder às informações necessárias para contestar os valores apresentados previamente; assim como a entrega em vários momentos de informações contraditórias, que acabaram por me fazer a mim e à minha mãe despender de bastante tempo e energia sem nada conseguir resolver. Serve também este texto como novo pedido das informações (faturas e listas de chamadas discriminadas de Novembro 2025 a Abril 2026) para poder prosseguir com a contestação destes valores. Enviei este email para o endereço indicado à minha mãe (apoiocliente@vodafone.com) no dia 2 de Junho, no entanto, a resposta (automática) recebida volta a reencaminhar para os formulários do website para os quais é necessário ter o número ativo. Aguardo a vossa resposta. Cumprimentos, Luísa Morgado
Cobrança de Juros Indevida
Exmos Srs das Aguas do Alto Alentejo O ano passado tinha factura electronica e debito directo, após uma falha na cobrança duma factura foi-me cobrado 7€ de juros de mora, na minha opinião injustamente, pois tinha dinheiro na conta e não sei o que se passou para a não cobrança, paguei e solicitei a retirada da factura electronica e do debito direto, solicitei o envio da fatura via carta, coisa que nunca aconteceu, agora após atraso porque não tenho acesso ao e-mail todos os dias, sou novamente confrontado com uma taxa de novos 7€ de juros, quando a minha fatura totaliza no maximo uns 10€, acho ridiculo! Quero saber a base legal para cobrarem este valor, e como irão proceder, obtive contacto telefónico onde me foi sugerido que aguardasse contacto, tenho uma factura para pagar, se o contacto telefonico exceder o prazo de pagamento é cobrado novamente?
Credito Prestação
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à forma como tem sido gerido o meu contrato de crédito junto da Credibom, bem como ao atendimento que me tem sido prestado ao longo dos últimos meses. Em 2024, celebrei um contrato de crédito com a Credibom, tendo, na altura, prestado todas as informações solicitadas sobre a minha situação financeira, incluindo a origem e composição dos meus rendimentos. Após a análise da documentação apresentada, o crédito foi aprovado sem qualquer reserva. No decorrer de 2025, devido a um grave problema pessoal e de saúde que alterou significativamente a minha situação profissional, fui obrigado a abandonar uma das atividades que exercia, o que resultou numa redução considerável dos meus rendimentos. Assim que percebi que esta alteração poderia afetar a minha capacidade de cumprir pontualmente as minhas obrigações financeiras, contactei todas as entidades com as quais possuo créditos, informando-as da situação e solicitando uma reestruturação das condições dos contratos. Todas as restantes entidades demonstraram compreensão e disponibilidade para encontrar soluções adequadas à minha realidade financeira. Contudo, no caso da Credibom, a experiência foi bastante diferente. Durante vários contactos telefónicos, fui frequentemente confrontado com respostas pouco esclarecedoras e, em alguns casos, com uma postura que considerei inadequada e pouco profissional, limitando-se a indicar que teria de proceder ao pagamento sem que fossem analisadas alternativas ou apresentadas soluções. Após cerca de três meses de incumprimento, fui finalmente atendido por uma colaboradora que me explicou, de forma clara e cordial, que uma eventual revisão das condições do contrato apenas poderia ser analisada após um determinado período de vigência do mesmo. Foi-me então sugerido que regularizasse dois meses em atraso, num montante aproximado de 780 euros, permanecendo apenas com uma prestação em dívida. Com grande esforço financeiro, utilizei o subsídio de Natal para efetuar esse pagamento, ficando convicto de que, posteriormente, a situação poderia ser reavaliada. Passados alguns meses, voltei a contactar a Credibom, por telefone e por e-mail, solicitando novamente uma reestruturação do contrato e informando que continuava empenhado em cumprir as minhas obrigações dentro das minhas possibilidades. No entanto, não obtive qualquer resposta aos contactos efetuados. Mais tarde, fui informado de que não seria possível proceder a qualquer alteração por já existir alegadamente um acordo em vigor. Esta informação causou-me surpresa, uma vez que nunca assinei qualquer documento de renegociação, nem recebi qualquer comunicação formal nesse sentido. Solicitei então o envio da documentação referente a esse alegado acordo. Após análise da mesma, verifiquei que o prazo do contrato tinha sido prolongado em mais seis meses relativamente às condições inicialmente contratadas. Perante esta situação, procurei obter esclarecimentos junto da Credibom, mas não me foi apresentada qualquer explicação concreta sobre a origem ou fundamento dessa alteração. Atualmente, continuo sem compreender: Qual o motivo do prolongamento do contrato por mais seis meses; Em que condições foi efetuada essa alteração; Porque não fui devidamente informado ou chamado a dar o meu consentimento; Qual o critério utilizado para os valores que têm vindo a ser reclamados. Adicionalmente, tenho recebido diversos contactos e comunicações relativas a valores cujo enquadramento não me é devidamente explicado e que não parecem coincidir nem com as prestações contratadas, nem com os montantes em atraso identificados. Quero deixar claro que eu e a minha esposa mantemos total intenção de regularizar esta situação e cumprir as nossas responsabilidades. No entanto, atendendo às circunstâncias financeiras atuais, consideramos fundamental que seja analisada uma solução equilibrada e ajustada à nossa capacidade financeira, tal como aconteceu com outras entidades credoras. Desta forma, solicito que a Credibom esclareça formalmente todas as questões acima referidas e reavalie a possibilidade de encontrar uma solução de pagamento adequada à situação atual, privilegiando o diálogo, a transparência e o respeito pelos clientes. Com os melhores cumprimentos, Luís Andrade
Não respodem aos meus emails para plano de pagamento da dívida e só sabem ameaçar
Exmos. Senhores, Já vos enviei vários emails a negociar a dívida para um plano de pagamento até agora não recebi nenhuma reposta. Só recebo sempre o mesmo email de vocês a me ameaçar. Venho por este meio pela quarta vez responder ao vosso email de 21 de abril de 2026, referente à dívida no valor de 1520,17 € junto da MEO. Reconheço a dívida e tenho intenção de a regularizar. No entanto, devido à minha situação financeira atual, não me é possível efetuar o pagamento integral de imediato. Solicito, por isso, a vossa proposta de um plano de pagamento em prestações mensais ao longo de 3 anos (36 meses). Gostaria de saber: Qual o valor mensal aproximado das prestações; Quais os juros ou custos adicionais aplicáveis; Quais as condições para formalizar este acordo (contrato, débito direto, etc.). Ficarei grato se me puderem enviar, o mais brevemente possível, a simulação detalhada do plano de pagamento e a documentação necessária para prosseguirmos. Caso necessitem de mais informações sobre a minha situação económica, estou disponível para fornecer. Aguardo o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Ivan Pereira
Cancelamento de plano
Fiz o pedido do plano na sorriso mais dia22 fevereiro 2025 .Ficou bem claro o pedido só para 1 ano. Atendente respondeu que tudo bem pois a fidelidade é de 1 ano. Repeti por 3 vezes que só queria 1 ano. Fevereiro 2026 a empresa sorriso continua descontando no debito direto mesmo eu tendo ligado e reclamado. Cancelei o debito e eles retornam com abertura do débito e dizem que nao vao cancelar. Nao sou obrigada a ficar pagando algo que nao quero e nem uso. Onde está o direito do consumidor?
Pagamento triplicado não reembolsado
Dia 21/05/2026, utilizei o Revolut para autorizar um pagamento de uma fatura do aplicativo do Hospital da Luz (MyLuz). Dei uma única autorização. O dinheiro foi transferido 3 vezes no mesmo segundo, resultando num pagamento triplicado. Entrei em contacto com o Hospital da Luz para ver se eles poderiam me ajudar antes de abrir uma disputa com o Revolut. Depois de alguns dias, e após apresentar os requisitados extratos da conta e prints de prova do sucedido, o Hospital responde que "Após verificação detalhada dos registos, confirma-se a receção de apenas um pagamento relativo à fatura em questão" e que "verifique a situação junto da sua entidade bancária". Uma vez que o meu dinheiro saiu efetivamente da minha conta e foi para o Hospital da Luz, abri uma disputa com o Revolut para reaver meu dinheiro em 25/05/2026 e, até o momento, recebi apenas um reembolso parcial.
Aumento da mensalidade
Boa tarde, aquando da aproximação do termo da exclusividade com a operadora Nos, comecei a receber inúmeras chamadas para renovação do mesmo. Tendo sido acordada a redução de mensalidade. Contudo passado poucos meses houve um aumento do valor mensal. Questionada a operadora esta respondeu que se deve a um aumento previsto na lei. Se eu assino um contrato de exclusividade por 2 anos por terminado valor e não o posso revogar senão estou a incumprir a meu ver a operadora não pode aumentar o valor da mensalidade alegando uma suposta lei. Solicito a vossa ajuda ao exposto. Atentamente, Alexandra Dias
cobrança de valor indevidos
Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação de cobrança que considero indevida. Fui contactado por uma empresa de cobranças a exigir o pagamento de um valor referente a um serviço que alegadamente contratei. No entanto, não assinei qualquer contrato, não recebi qualquer documento contratual e não me foi fornecida prova da minha adesão ao referido serviço. Além disso, cerca de uma semana antes desta situação, tinha já solicitado o cancelamento do serviço em questão. Perante estas circunstâncias, considero que a cobrança carece de fundamentação e gostaria de saber quais são os meus direitos e quais os passos que devo seguir para contestar esta dívida e exigir a apresentação de provas da alegada contratação. Agradeço a vossa análise e orientação. Com os melhores cumprimentos,
Cobranças indevidas
Exmos Senhores, A NO.DIET está a fazer-me cobranças indevidas na minha conta bancária. O produto não é o anunciado, julgava ser um livro de receitas e não solicitei nenhuma subscrição deste produto.
Liquidação de Dívida com valores surreais
Exmos.Senhores venho por este meio reclamar sobre o valor que querem que eu dê de entrada inicial para fazer um acordo ao qual me pedem quase 3.000€ de entrada inicial isto é surreal. Não tenho como dar esse valor está fora de questão. Sempre me mostrei disponível para liquidar a divida mas vocês estão a complicar com essa situação.
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