Reclamações públicas

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S. S.
26/02/2025

EDP Comercial - Serviço Funciona- Não aceitam devolução da peça dentro do prazo estabelecido na lei

Venho por meio desta formalizar uma reclamação referente ao serviço prestado pelo Serviço Funciona da EDP, relacionado à tentativa de reparação da nossa máquina de lavar roupa. No início de dezembro de 2024, entrei em contato com o Serviço Funciona para comunicar uma avaria na máquina de lavar, cuja cuba não rodava. Um técnico foi enviado ao local e diagnosticou que o problema estava no motor, recomendando a sua substituição. Foi autorizada a encomenda da peça no valor de 111€, sendo-me informado que o prazo de entrega seria de 15 dias. No final de dezembro, fui contactada pelo serviço para ser informada de que o fornecedor não tinha a peça em stock e que a nova previsão de entrega seria para o dia 15 de janeiro de 2025. Como não havia outra alternativa, aceitamos aguardar. No dia 17 de janeiro, o técnico realizou a substituição do motor e, aparentemente, a máquina voltou a funcionar. No entanto, ao atingir a centrifugação máxima, a máquina começou a produzir um barulho intenso, como se algo estivesse a raspar. Desliguei imediatamente o aparelho e, ao abrir a porta, notei pedaços de borracha soltos na cuba. Percebi também que a cuba estava em fricção com a porta, desgastando a borracha. De imediato, entrei novamente em contato com o Serviço Funciona e foi aberto um processo de garantia. No dia 23 de janeiro, um técnico foi novamente enviado ao local e, após análise, indicou que o problema possivelmente estaria na cruzeta da cuba, que deveria estar partida, impedindo a estabilização da cuba durante a centrifugação. Ao consultar o esquema de peças, fui informada de que a cruzeta não poderia ser substituída isoladamente, pois vinha integrada na cuba, cujo custo seria de 350€, um valor equivalente ao de uma máquina nova. Diante disso, optamos por não avançar com a encomenda. Inicialmente, o técnico informou que levaria o motor e pediria a nota de crédito, mas, após consultar uma colega da empresa, foi instruído a deixar a peça e orientar-me a entrar em contato com o Serviço Funciona para resolver a questão. Assim, voltei a contactar o serviço para indicar que o problema da máquina não ficou resolvido com a colocação do motor, pois a avaria era mais complexa. Informaram-me que iam verificar com o serviço de assistência a possibilidade de devolução da peça e dariam uma resposta, mas sem indicar um prazo. No dia 12 de fevereiro sou contatada por uma operadora do Serviço Funciona que me indica que da parte deles já não podem fazer nada porque a peça foi substituída e a cuba ficou a rodar. Efetivamente ficou a rodar mas não a funcionar como deveria. O que pretendo é que aceitem a devolução da peça, uma vez que o problema não foi resolvido e o custo da reparação é equivalente ao de uma máquina nova. Não faz sentido manter uma peça de 111€ se não irei utilizá-la, dado que a máquina tem um custo de reparação superior ao de uma nova. Trata-se de uma questão de bom senso. Além disso, empresas de peças aceitam devoluções, e a empresa que prestou a assistência não pode negar a devolução. De acordo com a legislação portuguesa, os consumidores têm o direito de devolver um produto adquirido dentro de um período mínimo de 14 dias a partir da data de receção do artigo e eu informei da intenção de devolver no próprio dia. Aguardo uma resposta célere para esta situação.

Encerrada

Dívida mapa de responsabilidade

Exmos. Senhores, Eu não tenho nenhuma dívida para com esta empresa e colocou me no mapa de responsabilidades do banco de Portugal do qual descobri agora. Diz ser uma dívida de 2011 gostaria de ajuda para resolver este caso. Cumprimentos. João Abrantes

Encerrada
T. B.
25/02/2025

Tentativa de cobrança

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Venho por este meio expressar o meu desagrado pelo contacto por parte desta empresa alegando uma dívida para com a Medicare que considero ilegal pois por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Assim exijo que considerem essa divida sem efeito Cumprimentos.

Encerrada
D. C.
25/02/2025

Cobrança indevida!

Exmos. Senhores, O site finda.net oferece um serviço se rastreamento de localização via número de telemóvel. Para fazer o rastreamento o site cobra 0,50€, porém, dois dias após a realização do rastreamento o site faz uma cobrança indevida no valor de 39,50€, SEM AUTORIZAÇÃO E AVISO. quero a devolução do meu dinheiro. Cumprimentos. DANIEL CARDOSO GOMES

Encerrada
J. A.
25/02/2025
MEO

Fatura incorreta

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº 1334275709 . Alerto-vos para o erro existente na fatura enviada . FT A/835344308 Entrei em contacto via telefone no dia 18 de Fevereiro, propuseram me vários pacotes mas eu não quero nada a não ser a minha fatura conforme o contrato. Explicaram-me que foi devido à inflação. Acontece que esse aumento tinha de ter sido comunicado com antecedência e não foi (nem na fatura de Janeiro nem na fatura de Dezembro nem de outra forma). Disseram-me que a equipa de faturação ia entrar em contacto comigo brevemente. Passou 1 semana, voltei a ligar, voltaram a dar-me a mesma resposta Entrei em contacto via chat online. disseram-me que não conseguiam fazer nada sobre a minha situação. Solicito a correção imediata da fatura e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Resolvida
I. S.
25/02/2025

Dívida não devida

Exmos. Senhores, Recebi uma notificação via sms da indebt de dívida para com a Medicare que considero ilegal pois por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão nem tão pouco recebi em casa os cartões da medicare, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Assim exijo que considerem essa divida sem efeito Cumprimentos. Inês sousa

Encerrada
R. O.
25/02/2025
Gas SU

Informação e valores

Exmos. Senhores, Por norma dou a contagem do gaz, mas no passo mês de janeiro, por ausência, não dei a mesma, recebi a fatura 25020770404587399 no valor de 154,56 e com entidade e referencia para pagamento desse valor. essa fatura, para um comum cidadão é de difícil entendimento, dado que tem vários valores de meses anteriores a pagar, depois tem valores negativos desses mesmo valores, uma vez que foram pagos atempadamente e finalmente, referente ao mês de Janeiro que não dei contagem a estimativa de 945 kwh no valor de 92,91 ora, porque razão não é indicado a referencia e o valor de 92,91 como valor a pagar, em vez dos 154,56? Uma vez que o valor de 154,56 tem valores já liquidados e devidamente discriminados a negativo na fatura, ao colocares os 154,56 estão a usar de má fé, ficando com a verba retida para futuramente voltarem a fazer mais um crédito, isto é gozar com o consumidor. Quanto à estimativa, na fatura tem indicado um gráfico com o consumo mensal do ultimo ano, no meu caso tem uma média de 446 kwh mês, porque razão no mês de Janeiro 2025, por não ter dado a contagem, estão a considerar a estimativa de 945 kwh, vão me desculpar, mas trata-se novamente de má fé, pois cobram-se de um valor exagerado, para fazerem dele o que entenderem e só na fatura seguinte fazem o acerto, isto é gozar com o dinheiro alheio. Agradeço que forcem a GAS SU a serem mais transparentes na apresentação da fatura, de maneira não confundir as pessoas com débitos e credito e que na falta de comunicação de leitura, que considerem a média mensal que a própria GAS SU indica na fatura e já agora que alterem esta fatura para os valores de consumo médio. Cumprimentos.

Encerrada
M. C.
25/02/2025

Livre resolução sem resposta

Exmos. Senhores Oura 24 02 2025 Cumprimentos Celebrei um contrato no dia 28 -11-2024 na compra de próteses auditivas facultei os meus dados bancários para terem acesso ao debito direto pois eu tinha dito que pagaria assim e não em prestações mensais como vim a saber a traves de ABANCA . Dei inicio no dia 6 de dezembro á livre resolução. Lembrando que o valor em causa são:5490 euros não reclamo pelo valor pois foi-me dito quanto custavam as próteses auditivas mas sim por terem feito o empréstimo bancário tendo eu dito que seria por débito direto da minha conta.(teria como cumprir sem ser necessário um empréstimo). Cumpri sempre dentro dos prazos tanto da livre resolução como da devolução das próteses, já passou algum tempo pois ABANCA já fez dois levantamentos agradecia a vossa ajuda pois das poucas vezes que atenderam o telefone tiveram sempre respostas evasivas junto comprovativos das minhas tentativas. sem mais atentamente.

Encerrada
L. T.
24/02/2025

Cobrança não autorizada

O site finda.net oferece um serviço de rastreamento de localização via número de telemóvel. Num momento de desespero para encontrar um familiar aceitei pagar US$ 1,02 porque era baixo e deveria me trazer segurança. Mas não trouxe e ainda agiram contra minha vontade. Para fazer o rastreamento o site cobra US$ 1,02 porém, dois dias após a realização do rastreamento o site fez uma cobrança indevida no valor de US$ 27,38, SEM AUTORIZAÇÃO E AVISO. Em NENHUM MOMENTO quando contratei o serviço eles informaram que iriam cobrar um valor adicional então EXIJO meu reembolso desse valor absurdo. Estão cometendo um crime contra o consumidor. No mundo todo. Roubo em escala mundial!

Encerrada
G. D.
24/02/2025

Contestação de Cobrança Indevida

Exmos. Senhores Venho, por este meio, solicitar apoio relativamente a uma situação de cobrança indevida e incumprimento contratual por parte da Vodafone, que resultou na aplicação de uma penalização injustificada. Foi solicitado o cancelamento de um contrato de fidelização, cuja desativação foi confirmada para 23 de dezembro de 2024. No entanto, a Vodafone está a cobrar um valor de €94,75, referente a uma penalização de incumprimento contratual, que se considera indevida pelos seguintes motivos: Impossibilidade de Usufruir Plenamente do Serviço Contratado: O contrato incluía a oferta de Amazon Prime por 24 meses, mas, desde setembro de 2024, o acesso ao serviço foi bloqueado devido a um problema alheio à responsabilidade do cliente (hacking). A Amazon não solucionou o problema e reencaminhou para a Vodafone, que recusou a associação de uma nova conta. Assim, tornou-se impossível usufruir de um dos principais benefícios incluídos no contrato, o que configura incumprimento contratual por parte da Vodafone. Discrepância e Falta de Justificação dos Valores Cobrados: Inicialmente, a Vodafone informou que a penalização seria de €62,25 (IVA incluído), mas posteriormente emitiu uma fatura no valor de €81,14 + IVA. Após reclamação, aplicaram uma nota de crédito de €50, mas, ainda assim, exigem um pagamento final de €94,75, sem apresentar qualquer justificação clara para a diferença de valores. (Ref.ª do contacto com a Vodafone 2-2FQESYV2, NIF 306888084) Corte de Serviço Sem Aviso Prévio: A intenção era manter o serviço Vodafone por mais um mês, para continuar a usufruir do serviço de TV e telefone fixo, que não estão incluídos no serviço "Amigo". No entanto, o serviço foi interrompido sem qualquer aviso, impossibilitando a sua utilização e forçando o cancelamento antecipado do contrato. Pedido de Apoio Face ao exposto, considera-se que a Vodafone está a agir de forma abusiva, cobrando valores sem transparência e penalizando o consumidor por falhas que não foram da sua responsabilidade. Quais são os direitos do consumidor nesta situação e quais os passos que podem ser tomados para contestar estas cobranças e exigir a sua anulação? Agradece-se, desde já, o apoio e aguarda-se um parecer sobre o melhor encaminhamento para este caso. Sem outro assunto, apresentam-se os melhores cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

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