Reclamações públicas

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L. S.
27/08/2026

Intervenção enviada – 15078228 - Insistência/Falta de comunicações por parte da Rede Expressos

Exmos. Senhores Venho informar que, desde o dia 18 de julho, a Rede Expressos deixou de me enviar qualquer email ou comunicação relativamente ao meu processo. Podem, por favor, verificar a situação? Envio em anexo os comprovativos do email que me enviaram, para que possam confirmar o sucedido. Agradeço, desde já, a vossa atenção e aguardo o vosso esclarecimento e orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Laura Sanos

Resolvida
M. B.
25/08/2026

Mala de cabine enviada para o porão

Estou de momento a viajar com a TAP entre Lisboa e Frankfurt. É já o meu quinto voo desde o início do ano entre os mesmos destinos. Em todas as viagens, incluindo a de hoje, a TAP afirma que o voo está demasiado cheio e envia a mala de cabine incluída no bilhete para o porão. Esta política de bagagem deve ser revista, porque: 1. As pessoas planeiam a sua vida e chegada - transportes (no meu caso comboios e autocarros) e planos futuros, reuniões e trabalho com uma expectativa de chegada que não inclui esperar pela mala de porão no aeroporto de chegada. Especialmente no aeroporto de Frankfurt que é tão grande, este tempo de espera realmente afecta ser possível ou não apanhar o comboio planeado. 2. As pessoas organizam a sua bagagem convencidas de que será possível levá-la consigo no voo. Se elas quisessem não não ter as malas acessíveis poderiam ter logo organizado a bagagem numa mala maior que fosse para o porão. No caso de hoje as cabines estão até bastante vazias depois de toda a gente colocar na cabine a bagagem que lhes restou. Eu percebo que seja complicado organizar tudo quando são muitas malas, mas oferecerem no bilhete uma mala de cabine que estará facilmente acessível e depois em todos os voos a retirarem e enviarem para o porão não está a fazer sentido nenhum.

Encerrada
M. L.
08/08/2026

Bagegem

Venho apresentar reclamação formal contra a companhia aérea HAYNAIR, por práticas que considero enganosas, contrárias ao dever de informação e lesivas dos meus direitos enquanto consumidor, nos termos do Regime Jurídico da Defesa do Consumidor e demais legislação aplicável. 1. Falta de informação clara, objetiva e não enganosa Ao adquirir as minhas passagens, a HAYNAIR indicava que o bilhete incluía direito a uma “mala pequena”. Apesar de constarem dimensões em letra reduzida, o termo utilizado não corresponde ao padrão do setor da aviação, onde “mala pequena” é universalmente entendido como bagagem de cabine, e não como um item pessoal mínimo equivalente a uma mochila pequena. Tal prática induz o consumidor em erro, violando o dever de informação previsto no art.º 8.º da Lei de Defesa do Consumidor, que exige comunicação clara, adequada e compreensível. 2. Cobrança indevida e prática comercial abusiva No momento do embarque, fui surpreendido com a cobrança de 60 euros para transportar a minha mala, além de ter sido obrigado a desfazer outra mala para conseguir viajar. Esta situação resultou diretamente da informação insuficiente e ambígua fornecida pela empresa. Na viagem de regresso, adquiri novamente um bilhete com direito a “mala pequena”, mas desta vez não constavam quaisquer dimensões, demonstrando inconsistência e falta de transparência na comunicação comercial da HAYNAIR. Tal comportamento configura prática comercial enganosa, nos termos do art.º 7.º do Decreto‑Lei n.º 57/2008, que transpõe a Diretiva das Práticas Comerciais Desleais. 3. Pedido de indemnização e medidas corretivas Face ao exposto, solicito: - A devolução integral dos 60 euros cobrados indevidamente; - A indemnização pelos danos e transtornos causados, incluindo tempo perdido, stress, necessidade de reorganizar bagagem e prejuízo financeiro; - A avaliação das práticas comerciais da HAYNAIR pelas entidades competentes; - A correção imediata da comunicação comercial, esclarecendo que não existe direito a mala de cabine, apenas a um item pessoal mínimo — evitando induzir o consumidor ao erro. A atuação da HAYNAIR não cumpre o dever de informação, transparência e lealdade, violando normas legais que protegem o consumidor e resultando em prejuízo direto.

Encerrada
J. R.
05/08/2026

Bicicleta de competição danificada

Exmos. Senhores, Booking Code ZRUZA7 Em 6/7/2026 embarquei no vosso voo TP644 com partida em Lisboa e destino a Bruxelas. Sucede que a minha bagagem de dimensões não standard com bicicleta devidamente protegida e com indicação lateral de que se tratava de item fragil, que foi embarcada no porão do avião, chegou danificada, com os danos seguintes: bagagem chegou com face lateral completamente rebentada, e para meu espanto o quadro da minha bicicleta te uma racha no quadro na caixa de direção. Este dano só é possivel se o impacto pprovodado por uma queda for extremo! A minha bicicleta é bicicleta de topo e por isso desenhada para grandes impactos. Tirei fotografias no aeroporto dos danos e apresentei queixa no dia seguinte (7/06/2026) adicionando as fotografias com os visiveis danos na bagagem mas tambem da bicicleta em si, A bicicleta não tem reparação possivel, como se pode aliás ver nas fotos que junto e que tirei à chegada. Exijo, portanto, uma indemnização, no montante no valor de €4250.39 (€2974.38 +€ 1.276,01 ) correspondente ao valor pago pelo quadro e pela suspenção frontal que tambem está danificada pelo tremento impacto de bicicleta sofreu.(fatura de compra junto enviada). Os danos provocados não são somente materiais. A falta do meu material impossibilitou-me de participar nas competições seguintes. Esta falha é ainda mais importante. Solicito que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, sem o que terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Em anexo a referencia da minha reclamação Cumprimentos.

Encerrada
J. L.
23/07/2026

Bagagem danificada

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação por danos causados na minha bagagem, bem como expor a recusa ilegal de assistência no aeroporto, atos ocorridos após o voo S40127, no dia 3/7/2026, voo de Lisboa para Ponta Delgada. Ao recolher a minha mala na passadeira em Ponta Delgada verifiquei logo que algo havia passado com a bagagem, porque a mala parecia que tinha sido “esmagada”. Observei atentamente a mala com a pessoa que me acompanhava na viagem e em simultâneo outra pessoa também reclamava porque a sua bagagem estava danificada. Observei os seguintes danos: - falta de dois pitões de apoio na base da mala; - fecho ecler parcialmente descosido - furos na parte traseira do tecido da mala, além de outros riscos. Dirigi-me ao balcão de irregularidades da bagagem para reclamar do sucedido. Contudo, a funcionária recusou de forma injustificada proceder à abertura do relatório, alegando que se tratava de danos menores e que eu conseguia abrir e fechar a mala. A mesma referi que é normal nas passadeiras isto acontecer. E, acrescentou que mesmo que fosse uma roda isto seria um dano menor, porque é normal isto acontecer, porque a mala cai. Confesso que já viajei muito e isto nunca me aconteceu. Riscos de uso corrente é uma coisa, danos estruturais e repentinos é outra coisa. Na minha perspectiva furos e fechos descosidos comprometem a segurança e mala, configurando uma óbvia violação da obrigação de custódia da transportadora. Por outro lado, a recusa do preenchimento do RIB não anula a responsabilidade da SATA face aos danos causados sob a sua responsabilidade, conforme consagrado na Convenção de Montreal. A funcionária referi que não abria o relatório por não se justificar, pelo que solicitei o livro de reclamações. (Reclamação 35612159) Tendo em conta que os danos inviabilizam a utilização segura do artigo, solicito a reparação da mala ou, caso esta não seja possível, a devida indemnização para substituição do artigo por um equivalente. Aguardo a resolução do processo Tentei preencher a reclamação online, mas o sistema deu sempre erro. Cumprimentos,

Encerrada
L. F.
22/07/2026

Falta de respeito

Dia 22 de julho de 2026 no aeroporto de Lisboa terminal 2 pelas 19h a rapariga que estava na parte de despachar as malas de porão foi muito rude, mal educada e ainda riu da minha cara foi muita falta de respeito o colega reparou e pediu desculpa.

Encerrada
S. T.
19/07/2026

Bagagem e tratamento

No dia 16 de julho a minha filha viajou de Valência para Lisboa com a Ryanair. Foi mal tratada por quem estava na porta de embarque Voo FR1769. Foi forçada a pagar 50€ por excesso de volume ( bastava ter tirado 2 camisolas ), apesar das tentativas de pedido para reorganizar a mochila foi-lhe negado, enquanto outros passageiros puderam ajustar as suas malas. Disseram-lhe que não tinham tempo a perder uma vez que estavam atrasados. O staff também forçou a amiga da minha filha a voltar para trás alegando que a mala de tira-cola era da Joana o que não é verdade. E queriam que a amiga paga-se também 50€. A Joana sofreu também coação psicológica quando lhe disseram: " Pagas o valor ou ficas em terra. " A mochila teve que ir para o porão e veio suja e em mau estado. Exigo que o Ryanair seja responsabilizada pelo sucedido, muita falta de empatia e profissionalismo. E tendo em conta que nas cabines do avião iam malas com rolas e maiores que a mochila da Joana.

Encerrada
C. D.
13/07/2026

Cobrança indevida de taxa em viajem de regresso por dimensão de bagagem

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e requerer o reembolso imediato do valor de 60 euros (sessenta) cobrado indevidamente no aeroporto de Malta (MLA-OPO- voo nº FR 1509) no dia 03/07/2026, sob o pretexto de "dimensão excessiva" da bagagem de mão da minha filha Maria Oliveira. A referida bagagem realizou o voo de ida correspondente a 28/06/2026, no Voo FR 1510 OPO-MLA sem qualquer entrave, verificação negativa ou cobrança de taxas por parte dos vossos serviços no aeroporto do Porto. A mala não sofreu qualquer alteração de conteúdo ou volume entre as duas viagens. A aplicação desta taxa apenas na viagem de regresso demonstra uma clara inconsistência nos critérios de verificação da companhia e uma violação do princípio da boa-fé contratual. O passageiro não pode ficar dependente do arbítrio ou da interpretação subjetiva de funcionários em diferentes aeroportos. Mais acrescento que os Tribunais Portugueses já declararam ilegal a cobrança de suplementos por bagagem de cabine que cumpra os requisitos gerais de segurança. Grata pela atenção, Catarina Isabel Pascoal Dourado (Mãe de Maria Dourado Oliveira)

Encerrada
C. M.
11/07/2026

Cobrança indevida

Exmos Senhores, Venho por esta via pedir a vossa ajuda relativamente ao episódio num dos voos da minha viagem à Itália, em que me foi cobrado indevidamente um pagamento extra pela minha bagagem de mão. A situação foi exposta diretamente ao suporte da Ryanair e via o Livro de Reclamações electrónico, o que levou a Ryanair a responder com prontidão pedindo desculpa pelo sucedido no entanto não me reembolsaram o valor cobrado e, por este motivo, venho por esta via pedir a vossa ajuda quanto à esta questão. Queiram encontrar os dados em anexo. Agradeço a vossa preciosa ajuda e atenção nesta questão. Com os melhores cumprimentos, Cristina

Encerrada
D. C.
10/07/2026

Bagagem com Danos

No dia 23 de junho de 2026, viajei no voo TP1697 entre Lisboa (LIS) e o Funchal (FNC). A minha bagagem é uma mala da Paco Martínez adquirida pelo valor de 250€ que foi entregue para transporte em perfeito estado de conservação. A TAP perdeu a minha bagagem, tendo apenas procedido à sua entrega na minha residência aproximadamente 36 horas após o voo, conforme comprovado pelo PIR emitido no aeroporto. Este atraso causou-me transtornos significativos, incluindo a impossibilidade de aceder a bens pessoais essenciais durante esse período. Quando a bagagem foi finalmente entregue, verifiquei que apresentava danos materiais graves e evidentes que não existiam no momento do embarque, nomeadamente: - Suporte da base inferior partido, tornando a mala instável e inutilizável em posição vertical; - Rasgo e furo na face principal da mala; - Deterioração acentuada dos reforços de couro nos cantos superiores e inferiores. Todos os danos foram devidamente fotografados no momento da receção e submetidos à TAP como prova. Apresentei reclamação formal à TAP em 25/06/2026. A resposta recebida em 29/06/2026, foi completamente insatisfatória: a TAP limitou-se a classificar os danos como “menores” e resultantes de “desgaste natural durante o transporte”, recusando qualquer indemnização. Esta decisão é inaceitável e carece de qualquer fundamento, pelos seguintes motivos: 1. A mala foi entregue em perfeito estado de conservação: os danos são posteriores ao transporte e da exclusiva responsabilidade da TAP; 2. A própria TAP perdeu a bagagem durante 36 horas, o que é prova inequívoca de mau manuseamento e tratamento negligente: como pode a mesma transportadora que perdeu a mala alegar que os danos são de desgaste natural? 3. Os danos não são superficiais: comprometem estruturalmente a integridade e funcionalidade da bagagem; 4. A TAP não realizou qualquer peritagem objetiva nem solicitou documentação adicional antes de encerrar o caso unilateralmente.

Encerrada

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