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seguradora fraudulenta
comprei um telemovel na fnac de setubal ao que os mesmos me venderam um seguro pela seguradora SPB - PORTUGAL, passados 8 meses tive um pequeno acidente e o telemovel caiu á agua (situação que é abrangida pelo seguro) fui a fnac para activar o seguro mas nada podiam fazer, mandaram-me contactar a seguradora, dar a apolice e resolver a situação por email com a segurador.Após o contacto telefonico recebi um email a solicitar o recibo do pagamento do telemovel e do seguro juntamente com a copia do BI e um relatorio a explicar o sucedido, assim fiz e passados 9 dias uteis como nao obtive resposta, contactei a seguradora por email, ao que me responderam que iria receber uma resposta por email.Ao dia 10 recebo um email a solicitar uma segunda via do recibo de pagamento do telemovel e do seguro porque o que tinha enviado esta ilegivel. No mesmo dia enviei a segunda via do recibo, so passados mais 10 dias obtive uma resposta (porque liguei novamente) de seguida recebi um e-mail a dizer que dentro de 72 horas uteis uma empresa de transportes iria contactar-me para levantar o telemovel, ora 72 horas úteis passaram e nao fui contactado, voltei a contactar a seguradora que me responderam que tinham o meu contacto errado no sistema, quando ja me tinham confirmado o contacto varias vezes. Supostamente amanha irei ser contactado para virem buscar o telemovel para arranjar e irei estar mais 30 dias sem telemovel, resultado final vão ser a volta de 3 meses para me repararem o telemovel e isto porque tenho insistido em ligar. É inadmissível uma empresa como a FNAC vender seguros que nao resolvem as situações ao clientes.
Documentação em falta respeitante à compra de Equip. SHR + E-Light
Venho apresentar uma reclamação da empresa All4Beauty, pois adquiri um Equipamento de Luz Pulsada SHR + E-Light, em Maio de 2015, tendo assim feito um contrato de compra e venda, onde ficou estipulado uma entrada de 1500 euros a liquidar aquando da entrega do equipamento, e as restantes mensalidades pagas em 24 meses no valor de 205,38 euros, perfazendo assim o valor total de 6.150,00 Euros. Até à data de hoje, 16 de Setembro de 2015, ainda não me foram facultados os recibos da prestação inicial (1500 euros), bem como das restantes mensalides já pagas relativas aos meses de Julho, Agosto e Setembro (205,38 euros cada) e ainda a garantia do mesmo. Necessito destes documentos em minha posse o quanto antes, pois para além de ser um direito que legalmente tenho, os mesmos são necessários para a minha contabilidade ou para me salvaguardar no caso que haver alguma eventualidade. Já enviei imensos e-mails e contactei telefonicamente a empresa em questão, sendo me dito apenas que a minha situação está a ser tratada. Porém, até à data de hoje não se encontra nada resolvido, sendo que, no entanto, da minha parte tenho cumprido com tudo e os pagamentos das prestações tem sido feitos dentro da validade estipulada. Para além disso, já que foram também recusados a entrega dos documentos, pois dão-me a justificação que não me podem facultar os recibos enquanto eu não liquidar o equipamento na totalidade, o que não faz qualquer sentido, pois legalmente tenho direito aos mesmos, visto que o pagamento está a ser feito em prestações. Também não me fornecem a garantia, pois dizem que a fatura pró-forma que me foi entregue serve como tal...Penso que a empresa em questão está a incumprir com os seus deveres e não está a querer fornecer-me os documentos a que legalmente tenho direito, para beneficio próprio.
pagamento extra para entrega de encomenda GLS
Bom dia,No final de julho e princípio de agosto enviei algumas encomendas pela GLS.Duas das encomendas, com as seguintes referências: 238495108775 (destino: Madeira), 238495108768 (destino: Espanha), continham praticamente o mesmo conteúdo (sendo que a da Madeira levava uma peça a mais fazendo com que pesasse mais).As encomendas foram protegidas com cartão e embrulhadas em película transparente, ou seja, em termos de medição não era uma caixa uniforme e em termos de peso estavam perto mas dentro do limite. No mês anterior tinha enviado uma encomenda igual para Espanha e não tinha tido problema com a entrega!A entrega das encomendas foi feita na Staples de Coimbra, ponto de recolha da GLS. Fui alertado pela funcionária para questão da dimensão e do peso, tendo em conta que não existe balança na Staples referi que tinha pesado e que estava dentro do limite e em relação ao tamanho que também deveria estar. A funcionaria da Staples mediu e a encomenda seguiu.Como as encomendas não chegavam ao destinatário mandei um email à GLS a perguntar o que se passava. Responderam-me a dizer que a encomenda de Espanha estava retida porque ultrapassava em 13cm a medida permitida e que teria de pagar mais 32€ para esta ser entregue (não se percebe o valor de 32€ quando aquela encomenda enviada de Portugal para Espanha custou 30.81€).Voltei à Staples para fazer o pagamento, porque precisava mesmo que a encomenda chegasse ao destinatário. Passado uns dias, a encomenda de Espanha foi entregue e a encomenda da Madeira (com o mesmo conteúdo e tamanho) também foi entregue sem que tenha pago mais por isso.Por outro lado, no portal da GLS (https://gls-group.eu/PT/pt/parcelshops/precos-parcelshop) refere que as encomendas Entregas em todas as ilhas portuguesas por €24,90. e eu paguei 15,12€+24.90€ (suposta taxa extra).Não tendo sido a primeira vez que mandei conteúdo igual pela GLS, sendo o volume e peso semelhante nas duas encomendas, acondicionadas de forma geometricamente pouco definida e por esse motivo com medições um pouco subjectivas, tendo eu medido em casa e a funcionária da Staples confirmado que estava dentro do limite e tendo eu feito uma outra reclamação directamente à GLS e ainda não ter obtido resposta, venho por este meio solicitar ajuda na resolução deste problema.
Multa por estacionamento indevido
Fui multada na minha zona de dístico por supostamente ter estacionado num local não destinado para o efeito. Fiquei surpreendida, pois o carro estava estacionado dentro das marcas sinalizadas, sem pisar nenhuma delas e num local onde era permitido.Tirei fotografias e reclamei. Entretanto recebi o Pedido de Identificação de Condutor e só depois, obtive resposta da EMEL no oficio 16331/BPM/2015 em que insistiam que não tinha estacionado no estritocumprimento do Código da Estrada, invocando o n.º 4, artigo 48.º: “Dentro das localidades, a paragem e o estacionamento devem fazer-se nos locais especialmente destinados a esse efeito e pela forma indicada ou na faixa de rodagem, o mais próximo possível do respectivo limite direito, paralelamente a este e no sentido da marcha.” No caso em análise estacionou em local não destinado para esse efeito, existindolugares marcados para esse efeito no pavimento, estacionou sobre marcação prevista no artigo 62º,nº 3 do Regulamento de Sinalização de Trânsito.Voltei a reclamar e responderam reiterando o primeiro oficio.
ESTACIONAMENTO
Exmo(a) Diretor da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária,O meu nome é José Carlos Quintas Peixoto Veiga, tenho a minha residência fiscal na Travessa do Chafariz das Terras, 21A 4A em Lisboa, e o número do meu Cartão de Cidadão é 9479159. Venho desta forma mostrar o meu desagrado pela forma como fui tratado pela EMEL depois de ter sido multado com o meu carro de matrícula 11-08-QI no dia 27-04-2015 pelo Agente 179-PEDRO ARAÚJO na RUA DE BELÉM em Lisboa sob a justificação de ter estacionado em zona de estacionamento de duração limitada sem efectuar o respectivo pagamento.Após chegado ao meu carro reparei que tinha um envelope de côr vermelha no parabrisas do meu carro. Quando abri o envelope reparei que tinha sido multado mesmo tendo o respectivo ticket de estacionamento colocado em lugar visivel como atesta a fotografia tirada por mim no local!Contactei a EMEL através do telefone o que me oi informado pela senhora que estava a representar a EMEL que eu teria que enviar um email a contestar a mesma. Assim fiz com as respectivas cópias e fotografias a comprovar que ui mal multado!!Voltei a contactar a EMEL, o que me foi dito que teria que esperar pela multa pois não poderia fazer nada sem a multa!!! Tudo isto me parece estranho pois se eu tinha a prova em que estava estacionado de uma forma legar não percebia o porquê de ter que esperar pela multa!!! Muito bem, depois de esperar pela multa, voltei a contactar a EMEL o que me foi informado desta vez que tinha que pagar a multa e só depois poderia contestar!!!! Pergunto eu: NÃO TERIA QUE SER RESPONSABILIZADO O AGENTE PEDRO ARAÚJO PELO ERRO QUE COMETEU!?? O AGENTE NÃO FEZ O TRABALHO PARA O QUAL É PAGO PARA FAZER E EU É QUE PAGO PELOS ERRROS DO MESMO??Peço por favor a sua melhor atenção para o assunto uma vez que já não sei o que fazer! Já liguei vezes sem conta para a EMEL e a resposta que recebo é que tenho que pagar uma multa pelo qual não sou culpado!!Em anexo envio comprovativo de pagamento assim como fotografia on estava colocado o respecto ticket.
Danos causados nas jantes do automóvel
Em 24/07/2015, desloquei-me ao centro auto do E.Leclerc, no Entroncamento, a fim de substituir quatro pneus na minha viatura 67-AI-20. Durante o serviço, o funcionário que executava o mesmo, comentou que estava a ser dificil retirar os pneus usados, das respetivas jantes, pois parecia que estavam colados e já eram precisas três pessoas. Perante o comentário, solicitei ao senhor que fizesse o maximo cuidado, pois as jantes eram de liga leve e por isso, poderiam ficar danificadas, tendo o mesmo dito para eu ficar descançado que tal não aconteceria. Curioso com a situação, aproximei-me da minha viatura que se encontrava no elevador, já com dois pneus substituidos e as respetivas rodas montadas e verifiquei que as jantes se econtravam danificadas com mossas, com indicios de ter sido colocado uma alavanca entre o pneu e a jante, forçando a mesma e partindo o rebordo das jantes. Posto isto chamei de imediato o funcionário que se encontrava a montar o 3º pneu, alertei-o para a situação, tendo o mesmo dito que as jantes já se encontravam danificas só que não se via porque os pneus anteriores tinham proteção de jante e escondiam esses danos. Não convencido com argumento, verifiquei e chamei a atenção dos funcionários que se encontravam no local (3 ou 4, não posso confirmar) que a 4ª jante, ainda com o pneu usado, se encontrava em perfeitas condições, assim como todas as outras, tendo sido comentado por um dos funcionários, que por acaso esta até entava em bom estado. Preplexo com a situação e bastamte nervoso, afastei-me para o exterior da oficina, ficando a minha esposa a observar a substituição do 4º pneu, tendo ela ouvido alguns comentários de um funcionário, que roçam a má educação, falta de profissionalismo e de formação e verificado e confirmado aquilo que eu suspeitava. Aplicaram uma alavanca metálica entre o pneu e a jante a fim de criar espaço para intoduzir a máquina, forçaram a mesma, esta saltou e danificou a jante. Posto isto os funcionários, na presença de um elemento, que me pareceu ser seu superior hierarquico, continuaram a retirar o pneu usado e quando este estava fora da jante chamaram-me para me mostrar que aquela jante também estava danifida, tendo justificado, mais uma vez, que os pneus usados eram diferentes dos que estavam a ser montados, pois tinham uma saliencia de proteção para as jantes não roçarem nos passeios nem noutros obstáculos.Perante a situação e alguns argumentos de ambas as partes, decidi deslocar-me à receção, onde sugeri a recolocação de um pneu usado, a fim de confirmar se realmenta o pneu escondia ou não os danos visiveis nas jantes. Pelo responsável pelos serviços gerais, foi-me dito que não podia fazer isso porque podia danificar um pneu novo e além disso, também não tinha tempo para executar esse pedido. Perante a recusa, prontifiquei-me a, caso fosse realizada a troca do pneu e se confirmasse que o mesmo escondia os danos da jante, a pagar o tempo dispendido bem como eventuais estragos nalgum pneu novo, o que de novo foi negado pelo responsável.Perante a situação não tive outra alternativa senão apresentar reclamação por escrito (nº21327880).Para que fique claro, os pneus em causa são Runflatt, os substituidos eram de origem e nunca nenhuma jante nem pneus foram desmontados, senão nesta data..
Veiculo novo conduzido na via pública sem conhecimento/autorização do proprietário antes da entrega
Eu comprei um carro Toyota Auris novo com a matricula 71-PX-84 no stand indicado. No dia da entrega pela confiança depositada no processo e pelo desconhecimento do funcionamento do veiculo novo não reparei no número de kilometros do veiculo. Mas no dia de entrega o vendedor fez o reset do contador de kilometros de inicio de viagem, porque eu vi e ele informou-me o que estava a fazer. Passado uns dias, já familiarizada com o carro e por ausentei-me por uns dias de férias, verifiquei a diferença de 65 km entre o contador de km da viagem e o contador de km real. Contactei o vendedor do stand e este informou-se que o carro tinha sido conduzido na via pública entre o parque de Adroana até ao stand na Av.Républica. E que também não tinha tido conhecimento desta situação na altura, informou-se apenas depois da minha queixa. Eu verifiquei posterioriormente após esta conversa que a distância entre os dois sitios indicados é no máximo 35Km. Quando eu sei que o processo normal de transporte de veiculos novos é através de camiões e que os carros só são conduzidos restritamente dentro das oficinas. Eu apresentei queixa ao serviço de apoio aos clientes Toyota e depois de averiguarem a minha queixa internamente tentaram responsabilizar-me por uma pressão exercida por mim (falsamente) para a entrega do veiculo e considerei que tentaram ridicularizar a minha queixa indicando que um carro novo não tinha 0 Km. Tenho mails trocados como prova. Actualmente eu não tenho queixas do carro, mas não quer dizer não existiram visiveis de forma imediata. A minha principal queixa basea-se no facto de eu ter comprado um carro novo, paguei por isso, e já sendo proprietária do mesmo foi conduzido na via pública sem a minha autorização e conhecimento antes de ser entregue à minha pessoa. Dada a resposta tendênciosa por parte do serviço de apoio aos clientes baseada em adulteração dos factos reais e não coerentes e vagos, decidi apresentar a queixa através deste site.
Queixa falha no compromisso
Exmos Senhores,Quero fazer uma reclamação da Remax Latina II, em particular da vendedora A Sra. Lurdes Vilela.No dia 11 de Junho fui ver uma casa e gostei tanto que tentei de imediato marcar uma segunda visita que ficou logo marcada para dia 15 e Junho. No dia 16 apresentei uma proposta para compra da mesma e foi-me informado que o proprietário teria 5 dias para responder. Na semana seguinte informaram-me que a proposta tinha sido aceite mas que eu teria 10 dias para concluir o processo de aprovação bancária ou caso contrário a casa deixaria de estar reservada. No entanto, só me enviaram os documentos do imóvel no dia 24 de Junho (já tinham passado 2 dias). Na sexta-feira dia 3 de Julho foi-me informado que teria mais 2 dias extra uma vez que tive de aguardar 2 dias pelo envio de toda a documentação, prazo esse que terminaria dia 7 de Julho. Na terça-feira dia 7 de Julho recebi a aprovação do empréstimo e a gestora de conta referiu que iram proceder com a avaliação do imóvel.O meu contacto na Remax a Sra. Margarida Oliveira informou a angariadora do imóvel a Sra. Lurdes Vilela da Remax Latina II da aprovação nesse mesmo dia. A Sra. Lurdes disse à Margarida que estaria tudo ok e que iria informar o proprietário. Nessa noite liguei a Sra. Lurdes para saber os próximos passos e esta informou-me que eu já não teria direito ao imóvel e que nessa manhã já tinha avançado com outra proposta. Ao ser questionado o porquê da situação uma vez que os prazos foram cumpridos, esta informou que tinha sido a decisão do proprietário e que este era um homem muito severo. Tentei perceber a razão mas sem sucesso.Liguei directamente e este informou não saber nada do assunto, que não sabia que eu já tinha o crédito aprovado.Marquei uma reunião com a Sra. Lurdes e a Sra. Catarina Leal (ambas da Remax Latina II) à qual também fizeram questão de comparecer a Sra. Margarida Oliveira e a Sra. Isabel Santos (estas duas últimas para me defender e porque sempre disseram que aquilo era falta de ética e uma grande trapalhada). Nessa reunião a Sra. Lurdes afirmou que a outra proposta foi aceite ainda dentro do meu prazo e que quando a minha aprovação chegou eu já não tinha a casa reservada para mim apesar de ainda estar dentro do meu prazo. Disseram também que a outra proposta tinha os mesmos 10 dias para conseguir marcar a avaliação. Foi-me ontem informado que a outra proposta avançou. No entanto não sei se será verdade é se a outra proposta já tem mesmo a avaliação marcada. A verdade é que ao vender a casa através de mais outro player (Margarida) a Sra. Lurdes teria de dividir a comissão com ela. A Margarida e a Isabel são testemunhas que eu fiz tudo nos prazos e que a própria Lurdes confessou que aceitou a outra proposta dentro do meu prazo sem nos informar.Toda esta história está mal contada e revela uma falta de profissionalismo e ética. O meu banco ficou chocado com o facto de não aceitarem marcar a avaliação e que nunca tinham visto nada igual. Que não se para um processo quando está neste estado. Dissera-me que terão de me cobrar a comissão de abertura do dossier. Contudo, acho que este valor deve ser cobrado a quem falhou e não a mim.
Garantia Motherboard (componentes PC)
Comprei no dia 1 de Junho uma Motherboard MSI na loja PC DIGA Leiria, passados 20 dias de uso o componente deixou de funcionar por completo. Após a avaria, o PC foi levado a uma loja para aferir qual o problema, onde eu assisti a todo o processo e me disseram que a motherboard estava inutilizável. Enviei a motherboard para RMA (onde enviam o componente para o fabricante e ele arranja ou substitui o producto) e foi-me dito que a etiqueta com número de série da motherboard, foi removida - deixando-me assim sem hipótese de re-haver o meu dinheiro ou um producto em boas condições. É bastante fácil neste processo, receber a motherboard e retirar a etiqueta culpando posteriormente o cliente - estou sem alternativas, preciso de ajuda.
Reclamação à empresa Condominios da Vila
Eu sou a Emília Azevedo e, venho por este meio fazer queixa sobre a empresa que administrou o nosso prédio até fim de Junho/2015, esta empresa chama-se -CONDOMÍNIOS DA VILA, situada em, Rua Cimo de Vila, nº 9 4480-158 Azurara Vila do Conde/PORTO-, o responsável é o Sr. Alfredo Santos, vou mencionar 2 incidentes que a empresa CONDOMÍNIOS DA VILA concretizou no n/ prédio, Trv. dos Oleiros nº325 B1 e B2 , Trv. dos Pelames A1 e A2- Gião Vila do Conde. Esta empresa já tinha dado sinais de que as contas eram incoerentes desde á 2 anos atrás, mas , na verdade o que nos levou a destituí-la foi que esta empresa gerida pelo Sr. Alfredo Santos , deixou de pagar as faturas da eletricidade da nossa garagem e, é claro, a EDP fez o corte da luz , e sem que os condóminos se apercebessem que não existia luz na garagem, o Sr. Alfredo pediu ao seu funcionário que fizesse uma ligação clandestina para que tivéssemos luz nas áreas comuns, isto ocorreu desde Maio/2014 a Outubro/2014, ora, ficamos sem faturação elétrica 5 meses. Em Novembro/2014 o Sr. Alfredo fez um contrato com uma nova distribuidora de eletricidade e os técnicos da EDP verificaram que ali havia GATO foi quando os condóminos se aperceberam do decorrido...confrontamos o Sr. Alfredo na reunião de Janeiro/2015 e, ele negou dizendo que tinha sido o seu funcionário...isto é grave.... E existe ainda um outro problema, também grave, uma divida a fornecedor que lhe CONFIAMOS 710,79€ (que muito nos custou a pagar porque, somos condóminos pobres que trabalhamos para fazer face às n/ obrigações) para ele pagar a ligação à rede do saneamento à INDAQUA - Gestão de Águas de Vila do Conde,S.A. e, este Sr. Alfredo não somente ficou com o dinheiro como realizou junto da INDAQUA um contrato em prestações de 24 meses para pagar os 710,79€, mais uma vez, fê-lo sem que nós soubéssemos, este episodio ocorreu em Junho/2015, e quando ele foi destituído é que se descobrir este saque .A Indaqua está agora a pedir-nos o pagamento do valor em divida.
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