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Acidente
Exmos Senhores No dia 18/09/2026 efetuei viagem no autocarro da rede expresso nº 52, partida de Lisboa-Sete Rios pelas 18:00, com destino a Macedo de Cavaleiros com hora de chegada prevista pelas 23:40. Comprei 3 bilhetes, em nome de Isabel Veiga tendo sido atribuído automaticamente o lugar nº 52, Elisabete Veiga lugar nº 53 e Eduardo Veiga lugar nº51. Após minutos de viagem, o autocarro procedeu a uma travagem brusca e um camião bateu violentamente na parte traseira do autocarro partindo o vidro traseiro onde estávamos sentados. Estilhaços de vidro caíram em cima de nós e minúsculas partículas ficaram incrustadas na pele, roupa cabelo. Após o embate, ficamos em choque e muito preocupadas com a saúde do meu pai, dado que tem 86 anos e diversos problemas de saúde (insuficiência cardíaca, renal e câncer). Durante alguns dias ficamos com dores de costas e ainda encontrávamos pequenos estilhaços no corpo. Acresce referir a atitude do motorista, que não foi de empatia e preocupação para com os passageiros, não se deslocou à parte traseira do autocarro para averiguar a situação dos passageiros nem os estragos do acidente. Assim, e tendo em conta o referido solicitamos uma indemnização pelos danos causados, tanto emocionais, como físicos. Junto anexo imagens do acidente. Atenciosamente, Isabel Veiga Contato 930445669 E-mail : isabel67veiga@gmail.com
Sinistro Automóvel
Exmos. Senhores, No dia 24/08/2026, circulava com a minha viatura na numa autoestrada (entrada da A1, sentido N/S), dentro dos limites de velocidade aplicáveis àquela zona, quando, ao passar por uma zona que apresentava uma lomba/desnível do piso, situada numa curva, perdi o controlo da viatura, entrando em despiste e vindo posteriormente a colidir com o separador lateral. Saliento que nesse dia o piso não estava escorregadio, a visibilidade era boa e estava sol. Na sequência do acidente, foram recolhidos diversos elementos que considero relevantes para o apuramento das responsabilidades, nomeadamente registos fotográficos das condições do local e do próprio acidente. Estes elementos foram oportunamente disponibilizados à seguradora. Preenchi e enviei o documento para apresentar reclamação à brisa e até ao momento, não obtive nenhuma resposta. Foi igualmente elaborado um auto pela GNR, tendo eu fornecido à seguradora o respetivo número, precisamente para que o mesmo pudesse ser consultado e considerado na análise do processo. No entanto, fui informada de que a responsabilidade pelo acidente me foi atribuída, sem que, tanto quanto me foi possível verificar, tivesse sido realizada uma análise integral de todos os elementos disponíveis. Pedi o relatório do sinistro e em que é que se basearam para me atribuir a culpa e até hoje continuo à espera de uma resposta válida, com todo o desenrolar do processo. Entretanto a seguradora deixou de me responder aos emails. Não estou à espera da reparação dos danos do meu automóvel, uma vez que, o meu seguro é apenas contra "terceiros", mas quero ser ilibada de uma culpa, que sei que não tenho. Em quase 20 anos de carta é o primeiro sinistro com "culpa". Com os melhores cumprimentos, Joana Nunes
Encomenda novamente devolvida
Após devolverem envio devido à bateria (CE891727968PT), removi bateria, indiquei na etiqueta, expliquei à operadora de atendimento, esta introduziu no sistema, e paguei +125,25€ por outro envio. Novamente devolveram e não reembolsaram, aumentando meu prejuízo para 250,50€. Reclamei em 21/09/2026. Ignoraram.
Notificação de dívida
Exmos Srs. da Ascendi, Questiono, e já é a segunda vez que me acontece, o facto de eu como cidadão e não ter qualquer ligação á sua empresa e que vos permita ter sobre a minha pessoa poder de me prejudicar judicialmente junto da AT, POR ERRO VOSSO! Eu não trabalho para a ASCENDI e não posso estar ao telefone durante o tempo que o vosso atendimento está aberto! O vosso trabalho não é ENVIAR CARTAS a indicar ás pessoas QUE TÊM DÍVIDAS. É verificar se por ventura o vosso sistema não causa falsos alarmes e atribui dívidas ás pessoas que depois pode levar a problemas com a AT. Como perguntariam vocês? De uma forma simples. Ao eu não recebeber uma carta, tão simples quanto isso. Que direito legal têm para o fazer? O que vos permite enviar uma carta de dívida de forma inequívoca e de seguida, dado os vossos timings, comunicar á AT que pessoa X deve á vossa empresa? Eu não vos devo nada e fui notificado de forma errónea. Qual o mecanismo legal que vos permite condicionar a vida de um cidadão e causar problemas legais a este mesmo? Tenho uma notificação de uma dívida... não é uma notificação de uma potencial passagem do CARRO X ( que nem reconheço ) no DIA Y no LOCAL Z. Vou ter direito a esta resposta?
Falta de ação da Gebalis em infiltração grave: Risco de saúde (Doente Oncológica)
Venho expor publicamente a total ausência de ação por parte da Gebalis, relativamente a uma infiltração severa na minha habitação de arrendamento municipal, localizada no Parque das Nações, em Lisboa. Este problema arrasta-se há 2 anos. Trata-se de uma infiltração grave numa parede onde se encontra instalada uma tomada elétrica, o que gera um perigo potencial de curto-circuito e incêndio. Apesar de todas as insistências (e-mails, reclamações, telefonemas, presencial), e mesmo após o caso ter sido encaminhado pela própria Câmara Municipal de Lisboa há um mês, a empresa nada faz. A situação é de extrema gravidade. Reside na habitação uma doente oncológica portadora de Atestado Médico de Incapacidade Multiuso, que se encontra atualmente em fase de vigilância pós-tratamentos. A exposição contínua à humidade severa e ao mofo põe em risco direto a sua saúde e recuperação imunitária. Informações essas já tendo sido comunicadas diversas vezes à Gebalis. Não podemos continuar a ser ignoradas nem a viver num espaço que ameaça a nossa segurança física e a saúde de uma pessoa vulnerável. Face à total inércia da Gebalis, o caso já avançou para denúncia formal junto da Autoridade de Saúde Pública e do Provedor de Justiça. Exijo que a Gebalis assuma as suas responsabilidades de gestão e agende as reparações urgentes de que a habitação necessita.
DENÚNCIA DE FRAUDE / BURLA ONLINE
Exmos. Srs. da PPRO Payment Services S.A., Venho por este meio denunciar uma situação de burla informática e fraude comercial e solicitar a vossa imediata intervenção e retenção de fundos. No passado dia 17 de setembro de 2026, efetuei um pagamento por referência Multibanco no valor de €27,90 euros, utilizando a vossa Entidade 45648 e a Referência 365736539 (comprovativo anexo a este email). Este pagamento destinava-se à aquisição de um bem/serviço no website comercial BomSaldo (bomsaldo.pt, explorado por Frederico Leandro de Oliveira). No entanto, após a receção do pagamento, a referida empresa cortou todos os canais de comunicação, não entregou o produto e verifica-se tratar-se de um esquema de burla online que já afeta dezenas de outros consumidores em Portugal. Em anexo o email com o pedido e os emails enviados à BomSaldo sem resposta. Sendo a PPRO a entidade financeira intermediária que processou e canalizou este pagamento, solicito que: Procedam ao bloqueio/congelamento cautelar destes fundos na conta do destinatário fraudulento, caso ainda se encontrem no vosso sistema. Me informem sobre a possibilidade de devolução ou estorno do valor por motivos de burla comprovada. Colaborem ativamente com as autoridades policiais portuguesas na disponibilização dos dados de identificação do titular da conta de destino associada a esta referência. A queixa-crime junto das autoridades portuguesas já se encontra em vias de formalização (em anexo). Aguardo uma resposta célere com a vossa tomada de posição. Melhores cumprimentos, Vasco Nuno Ribeiro dos Santos Contacto Telefónico: +351 966790250
Fezeram minhas mudança esqueçam microondas E airfray
Bom dia tenho a mais de três mês tentado uma solução de envio do meu microondas E airfray a qual esqueçam de deixar junto a minha mudança já foi enviado pelo ctt chegou o meu microondas quebrado e não receber por isso motivo entrei contato com empresa a qual não tem tido nenhum retorno para solução do problema me propus a ficar com o prejuízo do microondas desde que me enviasse a airfray e mesmo assim não estou tendo resposta da empresa, péssimo atendimento ao cliente.estou tentando por aqui uma solução se não houver tomarei as medidas cabíveis perante a justiça.
30 dias de garantia passaram
Hoje faz 30 dias em que por meu azar a bicicleta que comprei com relativo pouco tempo teve de ser aberta uma garantia por uma folga na roda traseira
Processo de autorização de residência sem decisão há vários meses
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à demora da AIMA na resolução do meu processo de autorização de residência. Resido em Portugal desde a infância e a minha situação documental tem vindo a arrastar-se há bastante tempo. O meu anterior título de residência foi extraviado no final de 2024, situação que foi devidamente participada às autoridades, tendo posteriormente caducado em 14 de janeiro de 2025. Desde então, efetuei diversas diligências junto da AIMA e de entidades de apoio, por email, presencialmente e posteriormente por telefone, procurando regularizar a situação e obter um documento de residência válido. Apesar das várias tentativas, durante um período prolongado não consegui obter uma solução efetiva. Finalmente, em 5 de maio de 2026, apresentei presencialmente um pedido de autorização de residência na Loja AIMA Lisboa II, tendo-me sido emitido o respetivo recibo. O processo encontra-se enquadrado no artigo 91.º, n.os 2 e 4, da Lei n.º 23/2007. Contudo, à presente data, 29 de setembro de 2026, passaram quase cinco meses desde a apresentação do pedido e o processo continua a surgir apenas com o estado “Em análise”. Durante todo este período não recebi qualquer decisão, pedido de documentação adicional ou indicação concreta de que exista alguma pendência que esteja a impedir a conclusão do processo. Nos contactos telefónicos efetuados com a AIMA, a informação transmitida limita-se essencialmente a que devo continuar a aguardar. Foi-me inclusivamente transmitida a expectativa de que o processo poderia estar concluído num período aproximado de três meses, prazo que já foi ultrapassado sem que tenha recebido qualquer esclarecimento concreto. Esta situação está a causar-me dificuldades significativas. A ausência de um título de residência válido ou de uma decisão definitiva da AIMA limita a minha capacidade de comprovar regularmente a minha situação documental perante diversas entidades e já me causou, ao longo deste período, dificuldades em assuntos bancários, académicos, profissionais e relacionados com a carta de condução. Não pretendo qualquer tratamento privilegiado. Pretendo apenas que a AIMA analise efetivamente o processo e me informe, de forma objetiva, sobre a situação em que este se encontra: se existe alguma documentação em falta, alguma diligência pendente ou qualquer outro motivo concreto que esteja a impedir a tomada de decisão. Solicito, assim, através desta reclamação: 1. Que a AIMA proceda à análise e decisão do processo com a maior brevidade possível; 2. Que seja esclarecido se existe alguma pendência, suspensão ou documento em falta; 3. Que, caso não seja possível uma decisão imediata, me seja prestada informação concreta e individualizada sobre o estado do processo e os procedimentos ainda necessários; 4. Que seja considerada a urgência da situação documental, nomeadamente tendo em conta a deslocação ao estrangeiro prevista para dezembro de 2026/janeiro de 2027. Após vários contactos e meses de espera, considero insuficiente continuar a receber apenas a indicação genérica de que devo aguardar, sem qualquer informação sobre o motivo da demora ou sobre quando poderei obter uma decisão. Agradeço a intervenção da DECO PROteste junto da AIMA e uma resposta concreta que permita finalmente esclarecer e resolver esta situação.
Encomenda não entregue
Paguei 125,25€ por envio Expresso. Não entregaram nem reembolsaram. Reclamei em 21/09/2026. Ignoraram.
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