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Cobrança por devolver o artigo
Efetuei a compra de uma secretária Ayok no passado dia 9 de Setembro através do market place online do Leroy Merlin. Por não ter conseguido proceder a montagem da mesma devido às instruções fornecidas pelo fornecedor -presentes/ regalos Miguel- serem muito confusas fiz um pedido de devolução. Foi-me dito que teria de pagar um valor de 10 euros para fazer a recolha do produto, com o qual não concordei pelo que me dirigi a loja física Leroy Merlin da minha área de residência para o devolver. O mesmo não foi aceite pela loja porque segundo um funcionário o produto teria de ser recolhido pelo mesmo fornecedor com que foi entregue. Reclamei que me estavam a ser cobrados 10 euros pela recolha mas foi-me dito que o fornecedor é que estabelece as condições da devolução. Venho por este meio apresentar uma queixa relativamente a publicidade enganadora do site Leroy Merlin relativamente as políticas de devolução até 1 ano após a compra serem gratuitas e outra queixa relativa ao fornecedor Presentes/ Regalos Miguel por não aceitar que o produto seja entregue em loja e cobrar
Encomenda não recebida e contrato abusivo
Em março de 2025, contratamos a empresa para enviar uma caixa com nossos pertences de Portugal para o Brasil. Porém, descobrimos que nossa caixa ficou retida Porto de Paranaguá - PR, pois durante uma fiscalização da Policia Federal, selecionaram o container no qual nossa caixa foi enviada e descobriram itens configurados como mercadoria (lacrados, com etiqueta, muitos itens do mesmo tipo, vinhos, entre outros). A BOX EXPRESS alegou o problema ocorreu porque outras pessoas enviaram itens que não poderiam, mas os colaboradores da empresa são responsáveis pela montagem das caixas e deveriam garantir que esse tipo de situação não ocorra. Seremos penalizados e não receberemos nossos pertences devido a irresponsabilidade dessa empresa, que envia o container sem fazer o devido processo de separação/registro das caixas. Contratar essa empresa é uma verdadeira "roleta russa", muitas pessoas tem experiencias positivas e recebem suas caixas, inclusive usam pessoas famosas e influencers para divulgar as entregas bem sucedidas. Outras, como no meu caso, tem o azar do container ser selecionado pela receita federal e perderem seus itens, sem respaldo nenhum da empresa, sem ter a quem recorrer, visto que não temos como comprovar que somos donos de nossas caixas. Eles continuam operando pois lucro que obtém com os containers enviados compensam o prejuízo dos que ficam retidos. Aconselho fortemente que solicitem e leiam atentamente as cláusulas contratuais draconianas (abusivas) antes de contratarem os serviços. Leve isso em conta na hora de contratar esse tipo de serviço, pois você poderá ser a próxima vítima. As vezes, o barato (que nesse caso não foi) sai muito mais caro! Empresa tão séria que alterou o nome de BOX EXPRESS para BRUE ENVIOS no dia 28/09/2025, devido a várias denúncias de clientes que foram prejudicados, que abaixaram a avaliação da empresa.
Temu NUNCA mais
Não me devolveram o dinheiro da devolução ,ofereceram 10 euros como compensação,o que não faz sentido uma vez que a devolução era de um valor maior.. São milhões de pessoas .... imagina quanto ganham com estas situações....uma vergonha! Aos poucos com certeza vão perder credibilidade e nem com bons valores vão conseguir tantos clientes,afinal ninguém gosta de perder tempo e dinheiro e se sentir lesado.
Má-fé e quebra contratual, violação do RGPD e práticas abusivas
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Betano, apontando as várias práticas de má-fé contratual, práticas abusivas e em violação da legislação vigente, nomeadamente o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) e as normas de jogo responsável. • Má-fé no tratamento de reclamações e quebra contratual A Betano demonstra uma postura sistemática de desrespeito para com os seus utilizadores ao responder com mensagens automatizadas que em nada correspondem ao conteúdo das reclamações apresentadas. Fica evidente que não há uma leitura efetiva das queixas, resultando numa clara quebra contratual, uma vez que a empresa falha nos seus deveres de suporte e boa-fé contratual ao ignorar as preocupações legítimas dos seus clientes. Em 3 reclamações feitas, não só responderam 2 vezes com mensagens copiadas e coladas, como não alteraram o nome do cliente anterior ao qual enviaram a mensagem, como o conteúdo do email nada tinha a ver com a reclamação feita, provando sem sombra de dúvida que a betano não lê as reclamações e nem se dá ao trabalho mínimo de alterar o nome do cliente anterior para o qual enviou o email. • Desrespeito flagrante pelos prazos legais do RGPD Solicitações feitas ao abrigo do direito de acesso e de retificação de dados pessoais, conforme estabelecido pelo RGPD, são atrasadas de forma propositada e excedem o prazo legal que a própria betano menciona. A Betano excede os prazos legais sem justificação válida, impedindo deliberadamente os utilizadores de exercer os seus direitos. • Incentivo ao jogo por parte de jogadores vulneráveis e autoexcluídos Apesar de solicitações explícitas de autoexclusão por parte de jogadores identificados como vulneráveis, a Betano envia ofertas de bónus de casino, numa clara tentativa de incentivar o retorno ao jogo e fomentar comportamentos de risco, contrariando totalmente os princípios de jogo responsável. Esta conduta é extremamente grave e potencialmente lesiva. • Cláusula abusiva e unilateral de "inquestionabilidade" das decisões da Betano A plataforma utiliza frequentemente uma lógica arbitrária e unilateral, recorrendo àquilo que só posso descrever como uma "cláusula divina", onde a Betano tem sempre razão e o jogador está sempre errado, mesmo quando confrontada com provas concretas. Esta postura é inaceitável e configura uma falta de transparência e imparcialidade no tratamento de litígios.
Tarifa excessiva / Atitude abusiva
1. No voo FR1509 fui obrigada a pagar 120 EUR (60 EUR por mala) no portao de embarque, apesar de as malas cumprirem as dimensoes indicadas no cartao de embarque (fotos em anexo). A mala preta, de minha propriedade, foi alvo de exigencias injustificadas: a funcionaria obrigou-me a colocar a almofada de pescoco dentro da mala, alegando falsamente que continha roupa, sem sequer abrir para verificar; a almofada continha apenas o enchimento proprio. A mala azul, pertencente a minha irma, tambem foi alvo de exigencias arbitrarias: fomos obrigadas a incluir itens pessoais, como a carteira, apesar de a mala caber no sizer e respeitar as dimensoes do bilhete. Fomos cobradas 60 EUR por cada mala apenas porque a mala supostamente "fazia barriga", mesmo estando dentro das medidas permitidas (cartao de embarque 40x30x20) e nao as fiscalizadas no aeroporto (40x25x20). E importante notar que outros passageiros embarcaram com malas claramente acima das dimensoes sem qualquer fiscalizacao, evidenciando um tratamento discriminatorio e desproporcional, sem fundamento objetivo e que em nenhum momento me permitiram mostrar que a almofada de pescoco nao tinha roupa. 2. O Tribunal de Justica da Uniao Europeia (Acórdão C-487/12, Vueling Airlines SA) determinou que bagagem de mao razoavel em peso e dimensoes nao pode ser sujeita a taxa adicional. O artigo 8.º, n.º 1, da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho) protege os consumidores contra clausulas e praticas abusivas. A cobranca sem verificacao objetiva (recusa de abrir a almofada, medicao incorreta) constitui violacao dos direitos do consumidor. Existem precedentes judiciais em Espanha e Portugal contra a Ryanair por cobrancas abusivas de bagagem de cabine, reforcando a ilegalidade desta pratica. 3. Face ao exposto, solicito: 1. O reembolso integral de 120 EUR cobrados indevidamente; 2. Garantia de que a Ryanair adota praticas uniformes, transparentes e conformes ao Direito da Uniao Europeia e a Lei de Defesa do Consumidor.
Fatos e coletes com defeito
Exmos Senhores, No início do presente ano, o nosso grupo, composto por 11 pessoas, efetuou uma encomenda de 11 fatos iguais junto da Under Blue. Contudo, quando recebemos os produtos, verificámos vários defeitos nos fatos, sendo que, no nosso caso específico, as calças vieram demasiado curtas, não correspondendo às medidas indicadas nem ao esperado. Adicionalmente, mais tarde, encomendámos 9 coletes de outra cor (no valor de 60€ cada), que também apresentaram problemas: vieram com defeitos visíveis no padrão, tamanhos mal marcados e não são uniformes entre si, contrariando o que foi apresentado no momento da encomenda e compra. Tendo em conta que os artigos não cumprem os requisitos mínimos de qualidade, nem correspondem ao que foi contratado, exigimos a devolução integral do valor pago pelos coletes, conforme a legislação em vigor (artigo 15° e artigo 20° dos direitos do consumidor). Esperamos uma resposta célere e a resolução do problema no menor prazo possível.
Propaganda enganosa
Boa tarde, fiz um pedido pelo Uber Eats ontem no Burguer King a qual comprava um sanduíche e ganhava outro. A entrega aconteceu antes do previsto e quando chegou só veio um sanduíche. Reclamei no aplicativo e eles disseram que não tinha direito a reembolso sendo que comprei e não recebi o grátis q dizem no anúncio.
Reclamação contra a Vinted – Produto significativamente diferente do anunciado
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Vinted, referente à compra de uma chávena anunciada como "expresso" e que, após recebimento, se revelou ser uma caneca de tamanho consideravelmente maior. Descrição do problema: Produto anunciado: Chávena estilo expresso. Produto recebido: Caneca de tamanho significativamente maior. Comunicação com o vendedor: O vendedor reconheceu que o item é "bigger" e propôs um reembolso de apenas 1€, o que considero uma tentativa de resolução inadequada e enganosa. Tentativas de resolução: Contactei a Vinted, que reabriu o caso, mas voltou a encerrá-lo sem uma análise substancial. Solicitei uma devolução gratuita, mas a Vinted insistiu que eu arcasse com os custos de envio. Fundamentação legal: De acordo com a Lei Portuguesa de Defesa do Consumidor (Decreto-Lei n.º 24/2014, artigos 10.º e 20.º), o consumidor tem direito à devolução do produto e reembolso integral, sem custos adicionais, quando o produto recebido não corresponde ao anunciado. Solicitação: Solicito a intervenção da DECO para que a Vinted proceda à devolução gratuita do produto e ao reembolso integral do valor pago, conforme os meus direitos enquanto consumidora. Anexo a esta mensagem, envio: Fotografias do anúncio do produto. Fotografias do produto recebido. Prints da comunicação com o vendedor e com a Vinted. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resolução célere e justa para este caso. Com os melhores cumprimentos, Rute Costa rute-costa_@hotmail.com
Solicitação de Esclarecimento
Gostaria de manifestar formalmente a minha surpresa e preocupação ao ter sido informado por chamada telefónica dia 26/09/2025 as 9:14 horas que tenho uma cirurgia marcada para dia 29/09/2025 no hospital da cruz vermelha se no entanto tenho uma consulta marcada dia 20/10/2025 no mesmo hospital. Mesmo assinando o pedido de autorização da cirurgia fui informado que mesmo com a cirurgia nao tenho garantias que meu tratamento elimina os problemas que estou sentindo da ultima cirurgia feita a 10 meses atras a onde outros profissionais ate mesmo que foi consultado no hospital de cruz vermelha diz que depois de 1 ano procedimento poderia ser feiro sem problema. Adicionalmente nao fui informado com clareza como será essa segunda cirurgia e a possibilidade de ficar alguma sequela assim poderia ficar impossibilitado de continuar minhas funções. Quero mais transparência o que pode acontecer nessa nova cirurgia. Agradeço a compreensão
pior empresa
Ao longo do tempo sou vítima e também tive conhecimento direto de casos em que colegas foram alvo de comportamentos inaceitáveis por parte da direção, chefias e teams leaders, que subiram não por mérito, mas por influências. Exemplo de alguns nomes como Narciso F.; Guilherme; Bruno Dias; Miguel Andrade, João Ventura, José Martins, etc foram enviando mensagens e mesmo colocar gosto ou fazer piadinhas, com conteúdos maliciosos e sugestivos, através do Instagram, WhatsApp e mesmo pessoalmente no trabalho chegavam a fazer insinuações, fazer brincadeiras e com tons convidativos algumas vezes com a promessa de benefícios profissionais; muitos deles comprometidos e com cargos de chefias, onde não são de todo um Bom exemplo. Noutros casos tirando o assédio sexual, o assédio laboral o ambiente é opressivo, temos muito receio de falar pois muitos de nós têm vindo a sofrer humilhações, tentativas por parte da direção e chefias de nos silenciar, recorrendo a ameaças e acusações falsas para desacreditar as vítimas, que somos nós. Existem mesmo por parte de chefias diretas perseguições, atitudes intimidatórias e humilhação no local de trabalho, como situações de intimidação a teams leader para serem obrigados para mudarem de categorias, com a ameaça por parte de Service Office e responsável de People and culture Lélia Pontes, umas situações mais antigas outras recentes. Responsáveis da Segurança da Ikea, como o Paulo que por ter conhecimentos com as forcas de segurança Publica faz Vigilância indevida aos telemóveis e imagens, em clara violação da privacidade por colaboradores e violação da lei. Ikea faz acusações falsas de que os colaboradores é que estão a mentir ou a denegrir a imagem da empresa, fazendo a direção e chefias uma divulgação interna de nomes como forma de coação, de modo a que os restantes colaboradores se virem contra as vítimas; Favoritismos e cunhas onde as chefias se protegem mutuamente, independentemente das más práticas adotadas, como o departamento de Vendas, Sac e Logística em Alfragide. Existe tratamento desfavorável, discriminatório e de assédio contra o colaborador. Apesar de terem sido feitas denúncias públicas e internas, a Ikea tem negado sistematicamente os factos. A Ikea acusa o colaborador de exagerar, criar problemas ou não aceitar as normas da empresa, com o intuito de que estes casos verdadeiros e reais fiquem esquecidos. O antigo responsável Claúdio Valente juntamente com o Paulo Carpinteiro, colocou mesmo pessoas a vigiar colaboradores e negava tudo. A sua conduta não é um exemplo, um mau profissional que o único interesse nunca foi ajudar os colaboradores, mas sim, saber quem são os colaboradores que relatam as situações de assédio que sofreram e assim os silenciar. Ikea em Portugal continua a proibir a abertura e entrada dos Sindicatos. Em vez da Ikea agir e proteger-nos, tem vindo a fazer o contrário. Há registos de pessoas da empresa que têm usado as redes sociais para manipular a opinião pública, com o objetivo de desmentir tudo e mesmo de acusar colaboradores.
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