Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Alteração de embalagens e insultos
Exmos. Senhores, No dia 09/12/2025, terça-feira, aproximadamente às 14h45, dirigi-me à charcutaria da loja Auchan situada na Rua Avenida do Brasil, nº 206, Vila Nova de Famalicão (4760-010), para efetuar uma compra. Ao chegar, deparei-me com uma colaboradora a desembalar várias cunhas de queijo, raspando-as com uma faca, mudando a embalagem e colocando novas etiquetas. Não concordando com o que estava a presenciar, chamei a atenção da colaboradora, referindo que tal procedimento não me parecia adequado. A mesma respondeu que estava a retirar o “velor” e as marcas brancas que o queijo apresentava, alegando que, caso contrário, o sabor ficaria desagradável. Mais uma vez, não concordando com a situação, pedi à colaboradora que chamasse o gerente. A resposta que obtive foi: “Chame-o você”. Reforcei que, como funcionária, tinha a obrigação de atender corretamente o cliente e insisti para que chamasse o gerente. Perante o meu pedido, a colaboradora, insatisfeita, dirigiu-se a mim de forma agressiva e insultou-me, dizendo que eu era um “f da p”. Entretanto, o gerente chegou e expliquei-lhe a situação. A sua resposta foi que, relativamente ao raspar e reembalar o queijo, “era outra história”. De facto, são duas situações distintas: Alterar embalagens de queijo não deveria acontecer. Muito menos deveriam ocorrer insultos e atitudes agressivas por parte de uma colaboradora perante um cliente. Assim, manifesto o meu profundo desagrado pelo sucedido e solicito que sejam tomadas medidas adequadas relativamente a este incidente. Nota: No dia 09/12/2025 apresentei uma reclamação à sociedade Auchan relativamente a esta situação e, até à presente data, não recebi qualquer explicação ou resposta. Considero esta ausência de comunicação inaceitável e, por isso, venho por este meio reiterar a minha insatisfação e solicitar uma resposta clara e célere à situação apresentada. Com os melhores cumprimentos, Luis Marques Martins
Não queremos honrar o contrato
Exmos. Senhores, Venho por este meio recorrer a uma reclamação da grande empresa Samsung Portugal. No dia 19 de Novembro, efetuei a compra de um aparelho Samsung no site Santander Boutique. A Santander Boutique é apenas um intermediário, sendo que o responsável pela venda é a própria Samsung como pode-se ver nas fotos anexadas a esta queixa. Dia 20 de Novembro recebi um email (também anexado) por parte da Samsung a dizer que havia um erro na morada e para entrar em contacto com os mesmos. Isso foi feito no mesmo instante ao que me responderam que realmente a morada é a mesma que estava no sistema mas que havia um erro de impressão de etiqueta e ficavam a faltar parte do código postal. Procederam a dizer que iam proceder à correcção e que a minha televisão vinha a caminho da morada dada. 10 dias depois, voltei a ligar para fazer um seguimento da encomenda a fim de saber se estava para entrega, ao qual foi me dito que não tinham conseguido proceder à alteração da morada e que o aparelho ia ser devolvido. Visto que isto foi um aparelho que comprei em promoção e visto que agora está a preço muito superior eu recusei o reembolso e exigi que, visto que foi erro da parte da própria Samsung, que honrassem o contrato e voltasse a fazer o envio do aparelho que eu comprei e que queria. Fiz inclusive reclamação no livro de reclamações onde tentaram desfazer se das suas responsabilidades e meter a culpa na Santander Boutique quando o assunto é a Samsung que tem de, por lei resolver. Anexo todas as provas.
Crimes de injúria e difamação cometidos no pingo doce arcozelo gaia
No passado dia 13.12 desloquei-me ao Pingo Doce de Arcozelo para comprar uma baguete, tendo concretizado o pagamento pelas 18h10. Ao sair da zona de caixas fui abordado pelo Sr. Segurança de serviço que afirmou querer falar comigo e perentoriamente me acusou de furto (alegadamente ocorrido em 11.12, no valor de 1.18€ relativo a compra de 2 baguetes de pão). Apesar de me ter defendido e dito que não fiz nem faria tal coisa, o Sr. Segurança insistiu, a situação começou a causar-me grande constrangimento pois estava a ser retido pelo segurança em público, com os clientes todos a observar a situação, pelo que perguntei o que poderia fazer para resolver a situação, ao que respondeu que fosse pagar. Pelas 18h13 fui obrigado a repetir o pagamento já concretizado em 11.12. O Sr. Segurança escoltou-me e ficou junto a mim durante todo o processo de pagamento, claramente para me humilhar e tornar público um furto que nunca ocorreu. Ainda afirmou "vi que teve dificuldades no pagamento, mas não se fazia o que fez. Não conseguia pagar, pedia ajuda!", disse Vociferando agressivamente em alto e bom tom. Volvido a casa, encontrei o talão de compra e voltei ao Pingo Doce. Pedi então que me mostrasse as imagens, o que foi recusado. Alegou que uma colega que tinha transmitido a informação, mas não disse quem foi. Pedi que as observasse ele próprio e, quando o fez, viu que tinha mesmo pago a compra. Justificou que foi a colega que lhe disse e nela acreditou. Certo é que fui eu quem passou o vexame, pelo que já formalizei queixa na GNR, porque o que sucedeu consubstancia crime: injúria do Sr. Segurança e difamação da colega que lançou o falso testemunho sobre mim. Paguei duas vezes a mesma compra e vi denegridas a minha honra, bom nome, dignidade e reputação. Voltei à loja pela terceira vez no dia 13.12, entre as 20h00 e as 20h30, tendo solicitado o livro de reclamações, que não foi disponibilizado antes de expor repetidamente a situação à responsável de loja, que já a conhecia, mas que desvalorizou por completo a minha reclamação, dizendo que "se for verdade o que diz, tem razão". Ademais, sustentou que se tratava então de "um mal entendido que já estava resolvido", procurando deturpar a natureza dos crimes de que fui alvo. Mais alegou que "errar toda a gente erra, só não erra quem não trabalha", numa tentativa de desculpabilização, de ridicularizar a situação fazendo apelo à minha qualidade de reformado e de reforçar todo o sentimento de vexame e de humilhação, Acusar alguém de furto ou roubo que não cometeu não é erro, é crime previsto e punido pelo Código Penal português. Tenho 69 anos, sou residente na área em que o estabelecimento se situa e ia com frequência às compras lá, sendo o estabelecimento frequentado por outros residentes na freguesia e freguesias adjacentes, a maioria deles meus conhecidos, dos quais parte assistiu ao ocorrido, tendo eu já ouvido comentários e piadas desonrosos devido a esta situação. Não percebo o que motivou a situação, mas estou convencido de que existiu clara má-fé, apesar de não conhecer nenhum dos funcionários envolvidos (nem outros do mesmo estabelecimento). Se existem imagens que nitidamente mostram que fiz o pagamento com sucesso, ainda não consegui perceber como alguém pode ter uma atitude tão torpe, mesquinha e vil a este ponto de me acusar de crime que não cometi, nem nunca cometeria, apesar de existirem provas do pagamento (circuito de video vigilância e talão de compra).
Pc em diagnóstico há mais de mês e sem resposta
No dia 13 de Novembro (2025) deixei um computador portátil (Asus VIVOBOOK M1502YA) na loja WORTEN no UBBO (Amadora) para reparação; o computador não liga e não dá sinal de carregamento. No ato foi-me dito que no prazo de 15 dias receberia o diagnóstico e orçamento de reparação, e caso aceitasse o orçamento dariam seguimento à reparação. Fui acompanhando o processo no site da Worten e o computador estava permanentemente em estado de "diagnóstico". Como não obtive nenhum contacto com o diagnóstico/orçamento no prazo indicado, esperei mais um pouco e entrei em contacto com o apoio ao cliente no dia 10 de Dezembro, que me disseram que a loja tinha a obrigação de me ligar em dois dias úteis para me fornecer informações. Não obtive contacto por parte da loja e no dia 17 de Dezembro voltei a entrar em contacto com o apoio cliente, que contactou a loja no entanto o assistente disse-me que a funcionária que recebeu o meu computador não se encontrava na loja e sem ela não sabem dar informações, deixaram a indicação para a loja entrar em contacto comigo até ao final do dia e que, no caso de não o fazer, para eu voltar a entrar em contacto com o apoio cliente. Então, perante ausência de contacto, voltei no dia 18 de Dezembro a entrar em contacto com o apoio cliente que voltou a fazer o pedido para a loja me contactar, uma vez que a loja é a única entidade que me poderá fornecer informações e o apoio cliente nada mais pode fazer do que solicitar o contacto. Desta vez, o apoio cliente disse-me para esperar uma semana. Na declaração de abertura diz que há o compromisso de fornecer o diagnóstico em 15 dias, e já passaram 34, sem nenhum contacto nem nenhuma informação. O número de processo é WO-34564389.
Incumprimento de Prazo de Entrega
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação à encomenda n° 2003858031, efetuada no vosso website no passado dia 26 de novembro de 2025. No ato da compra, foi expressamente indicado um prazo indicado de até 5 dias úteis. Decorrido o prazo contratualmente estabelecido e até à presente data, a encomenda não foi entregue, nem fui contactada para a prestação de qualquer esclarecimento sobre o atraso verificado. Desta forma, cumpre salientar o seguinte: 1. Do Incumprimento Contratual: Ao abrigo do regime jurídico aplicável aos contratos celebrados à distância (Decreto-Lei n.° 24/2014), o fornecedor de bens deve cumprir a obrigação de entrega na data ou no prazo prometido ao consumidor. 2. Da Responsabilidade: O atraso injustificado constitui uma violação dos termos do serviço e dos direitos do consumidor, privando o signatário do usufruto do bem adquirido e pago. Pelo exposto, solicito que: ● Seja fornecida, no prazo de 24 horas, a localização exata da encomenda e a data definitiva para a entrega; ● Caso a entrega não ocorra de imediato, reservo-me o direito de proceder à resolução do contrato por incumprimento, exigindo a restituição integral do montante pago sem prejuízo de outras sanções previstas na lei. Fico a aguardar uma resposta célere. Com os melhores cumprimentos Paulo Pereira 916310243 Cumprimentos.
Encomenda enganada
Bom dia e o seguinte eu fiz uma encomenda de sacos surpresa de20€ e paguei 46€ já com portes e no entanto no dia que eu o enviei eu recebi sacos de10 euros e no entanto eu enviei mensagem a loja a dizer que não foi o que pedi e eles nada se importaram não estão preocupados então eu disse então o valor de dez euros se recebi sacos que não pedi eles têm de repor o outro valor ou me recompensar e não ligaram só dizem lamentam e uma loja uma fraude nunca enviam o que dizem e eu disse que pedi sacos de 20€ e até está legível quando eu pedi e fiz a encomenda e eles não ligaram a nada e por isso que são uma fraude
Exposição para a DECO PROTESTE – Rádio Popular
No dia 29/11, foi adquirido junto da Rádio Popular um fogão a gás, com serviço de montagem incluído, devidamente pago no ato da compra. A instalação foi agendada para o dia 11/12. Na data agendada, o técnico deslocou-se ao local e iniciou a intervenção, tendo posteriormente alegado que necessitava de material adicional, afirmando que se ausentaria momentaneamente para o ir buscar, comprometendo-se a regressar de imediato. Tal não sucedeu, tendo o técnico abandonado o local e não regressado até à presente data, ficando a instalação por concluir. À data de 18/12, passaram 7 dias desde a data de instalação acordada, sem que o serviço contratado tenha sido concluído ou reagendado. Desde então: Contactei a linha de apoio ao cliente por quatro vezes; Desloquei-me duas vezes presencialmente à loja onde foi efetuada a compra; Em nenhuma dessas interações foi prestada informação clara, solução concreta ou previsão para a realização da montagem. Esta situação configura um incumprimento contratual do serviço de instalação, sendo particularmente grave por se tratar de um fogão, equipamento essencial para as necessidades básicas do dia a dia. O equipamento destina-se a duas pessoas idosas, com 87 e 85 anos, uma das quais hipertensa, tendo já sido necessário recorrer a medicação SOS, em resultado do stress e da ansiedade provocados pela ausência de respostas e pela falta de acompanhamento por parte da Rádio Popular. Importa ainda referir que se trata de clientes assíduos da marca, com histórico de confiança na empresa. Contudo, esta situação revela falhas graves de organização, comunicação e assistência ao cliente, colocando em causa essa confiança. Face ao exposto, solicito o apoio da DECO PROTESTE para: Obter a conclusão imediata do serviço de montagem, com comunicação clara de data; ou, em alternativa, O reembolso integral do valor pago pelo serviço de instalação, por serviço não prestado. Solicito igualmente esclarecimento formal por parte da empresa relativamente ao sucedido e às medidas adotadas para prevenir ocorrências semelhantes.
Devolução
Venho reclamar o facto de ter feito uma devolução no dia 21/11/2025 ter recebido um email com esta descrição: "A sua devolução R01256914 foi entregue no seu ponto de recolha InPost" e nunca mais ter recebido qualquer feedback aos mails enviados nem ter recebido o valor da devolução. Para além disso não consigo falar com ninguém! A InPost diz-me que a minha devolução não consta nos registos deles com a referencia R01256914 e que devia contactar a Deporvillage, mas isso é tarefa impossível. Tem um atendimento de CHAT automático que simplesmente não dá resposta.
Reclamação formal Pal Zileri
Exmos. Senhores, Venho por este meio reiterar a presente reclamação formal relativamente a um par de sapatos da marca Pal Zileri, adquirido no vosso estabelecimento El Corte Inglés, em Lisboa, o qual apresenta defeito de fabrico após uma utilização manifestamente reduzida. Cumpre esclarecer que ambos os sapatos apresentam exatamente o mesmo defeito, no mesmo local, o que afasta qualquer alegação de uso indevido e evidencia uma falta de conformidade de origem. Aquando da apresentação do produto na loja, os funcionários afetos ao espaço Pal Zileri alegaram que o defeito se devia a “mau uso”, tendo inclusivamente sugerido que o desgaste poderia ter sido causado pelo ato de conduzir com o calçado. Tal alegação foi feita sem qualquer relatório técnico, prova objetiva ou fundamentação pericial, limitando-se a uma suposição genérica. Importa ainda referir que a própria marca Pal Zileri confirmou por escrito que não foi a entidade vendedora, tendo indicado expressamente que a responsabilidade pela verificação do defeito e pela ativação da garantia cabe ao retalhista que efetuou a venda, neste caso, o El Corte Inglés. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, aplicável às compras efetuadas em Portugal: • A responsabilidade pela conformidade do bem recai sobre o vendedor; • O produto beneficia de garantia legal de 3 anos; • Durante os primeiros 2 anos, presume-se que a falta de conformidade já existia à data da entrega, cabendo ao vendedor o ônus da prova em contrário; • O consumidor tem direito, sem encargos, à reparação, substituição, redução adequada do preço ou resolução do contrato, nos termos legalmente previstos. Atendendo à natureza do defeito, ao curto período de utilização e à ausência de qualquer prova de mau uso, requeiro a regularização imediata da situação, optando por uma das seguintes soluções legais, a indicar por V. Exas.: Reembolso integral do valor pago, mediante resolução do contrato; Substituição do produto por um par novo equivalente; ou Reparação adequada, desde que tecnicamente viável e realizada sem encargos Cumprimentos, Leandro Maschio
Envio de artigo em condições impróprias e recusa de reembolso
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa About You, relativa a uma encomenda efetuada no período natalício. No início de dezembro encomendei à referida marca uma blusa de malha, com o custo de 54€, valor que considero elevado e que pressupõe um mínimo de qualidade e controlo no estado do produto enviado. Quando recebi a encomenda, a blusa encontrava-se em condições absolutamente lastimáveis: apresentava vários buracos e, mais grave ainda, exalava um odor extremamente intenso e nauseabundo, semelhante a cheiro de animal morto. Quero deixar claro que trabalho regularmente com animais, pelo que reconheço perfeitamente este tipo de odor, sendo inequívoco que o artigo se encontrava impróprio para uso e até para permanência dentro de uma habitação. Contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente da About You por email, descrevendo detalhadamente o estado do artigo e aguardando instruções. Entretanto, fui obrigada a fechar a blusa o melhor possível no saco original, tentando evitar que o cheiro se espalhasse pela casa, algo que infelizmente se revelou impossível. Após dois dias, recebi apenas um email automático a informar que estavam com muito trabalho e que me contactariam “em breve”. Dois dias depois, recebi exatamente o mesmo email, sem qualquer solução concreta. Ao fim de cinco dias sem resposta efetiva, e face às condições insalubres do artigo, vi-me obrigada a deitar a blusa para o lixo, por motivos óbvios de saúde e higiene. Passada uma semana desde o primeiro contacto, a About You responde finalmente, informando que só procederia ao reembolso mediante devolução do artigo. Expliquei novamente toda a situação, incluindo o estado em que o produto chegou e o tempo excessivo que demoraram a responder, mas a única “solução” apresentada foi a atribuição de um código de desconto, cujo valor é manifestamente irrisório e não se aproxima minimamente do montante pago pela blusa. Considero esta atuação inaceitável, reveladora de falta de responsabilidade, má gestão do apoio ao cliente e desrespeito pelos direitos do consumidor, sobretudo quando se trata do envio de um artigo em condições que podem configurar um risco para a saúde. Solicito assim o apoio da DECO PROTeste para: * Avaliar esta situação à luz da legislação de defesa do consumidor; * Apoiar na obtenção do reembolso integral do valor pago (54€); * E intervir junto da empresa para evitar que situações semelhantes continuem a ocorrer.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
