Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
J. G.
01/02/2026

Serviço pago não realizado – Skydive Maia

Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Skydive Maia – Paraquedismo, por incumprimento do serviço contratado e ausência total de resposta ao consumidor. No dia 11 de março de 2025 adquiri um salto de paraquedas através da empresa Skydive Maia, tendo efetuado o pagamento no valor de 239,99 €. No próprio dia da compra procedi também à marcação do salto para o dia 25 de agosto de 2025, tendo recebido igualmente nesse mesmo dia a confirmação da marcação por parte da empresa. No dia 19 de agosto de 2025, poucos dias antes da data agendada, recebi um email da empresa a informar que, devido a restrições impostas pelo Aeroporto do Porto relacionadas com o aumento excecional do tráfego aéreo, a atividade de paraquedismo na Maia estaria suspensa previsivelmente até dia 7 de setembro. Nesse email foi indicado que toda a atividade no local seria temporariamente cancelada, que a agenda ficaria fechada para evitar novas marcações e que seriam divulgadas novidades a partir do dia 8 de setembro. Informaram também que o voucher seria automaticamente prolongado por mais um ano caso não fosse possível realizar o salto dentro da validade inicial. No dia 21 de setembro de 2025 enviei um email à empresa a questionar se já existiam novidades relativamente aos saltos. Obtive resposta da Skydive Maia, onde me foi informando que estavam a reorganizar a disponibilidade e que já existiriam datas viáveis a partir de outubro. Nesse mesmo email foi-me solicitado que indicasse a data que me seria mais conveniente a partir do dia 12, de forma a garantirem prioridade no reagendamento. Respondi a esse email indicando o dia pretendido, contudo, desde essa resposta nunca mais obtive qualquer contacto por parte da empresa. Posteriormente, no dia 15 de outubro de 2025, verifiquei que o site voltou a permitir marcações e efetuei nova marcação para o dia 20 de janeiro de 2026, tendo novamente recebido confirmação por email da respetiva marcação. No dia 19 de janeiro de 2026, véspera do salto agendado, enviei novo email à empresa a solicitar confirmação da realização do salto, uma vez que as previsões meteorológicas levantavam dúvidas. Nesse mesmo dia tentei também contactar a empresa por telefone e por WhatsApp, não tendo obtido qualquer resposta. Não recebi qualquer esclarecimento, confirmação ou cancelamento por parte da empresa. Pouco tempo depois, ao pesquisar pela empresa, verifiquei que o estabelecimento aparecia como “fechado permanentemente”, sem qualquer comunicação prévia, explicação aos clientes ou devolução do dinheiro pago. Até à presente data, o serviço nunca foi realizado, o valor de 239,99 € não foi devolvido e deixei de obter qualquer resposta por parte da empresa, apesar de todas as tentativas de contacto efetuadas. A empresa aparenta ter cessado atividade sem prestar o serviço contratado nem apresentar qualquer solução aos consumidores, causando prejuízo financeiro direto. Esta situação resulta no pagamento de um serviço que nunca chegou a ser realizado, sem qualquer devolução do valor pago ou apresentação de alternativa por parte da empresa.

Encerrada
M. L.
01/02/2026

FRAUDE

Fui ontem, 31de janeiro/2026 de vitima de fraude , pelo uso indevido do meu cartão de credito para o pagamento de 89,99 Euros de uma dita subscrição da Edreams Prime…. Nunca fiz tal adesão, isso são métodos burlescos de vossa parte, que vivem pra nos enganar, em todos os sentidos, ate nos preços que promovem pelos bilhetes , na hora da compra não É nada do que mostraram ... Enfim... Gravemente o dinheiro foi retirado da minha conta sem a minha autorização de uso de dados do meu cartão de credito, isso para alem de ser punível por lei por ser um crime, É um roubo Descarado. É vergonhoso para vocês , ver nos portais de queixa, todos se queixando e sendo vítimas deste vosso processo de retirar dinheiro de uma passível subscrição. Agradeço reembolso breve e urgente do meu dinheiro.

Encerrada
J. G.
01/02/2026

Reclamação formal – Falha no check-in, recusa de atendimento e constrangimentos no Aeroporto do Port

Assunto: Reclamação formal – Falha no check-in, recusa de atendimento e constrangimentos no Aeroporto do Porto (AZUL Air Lines / GoToGate / Portway) Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativa a um episódio ocorrido no Aeroporto do Porto, envolvendo a companhia aérea AZUL Air Lines, a agência intermediadora GoToGate e a empresa Portway (representante em terra da companhia aérea), no dia 01/02/2026, por ocasião do meu check-in para o voo de Porto, com destino a Brasília. Desde o dia 28 desse mês, venho tentando efetuar o check-in online. Na noite imediatamente anterior ao voo, permaneci durante horas a tentar concluir o procedimento. No entanto, apesar de o sistema permitir avançar até à fase final, o cartão de embarque não era gerado, impossibilitando a conclusão do check-in. Em nenhum momento recebi informação clara, prévia e inequívoca de que o check-in online estaria indisponível ou de que existiria uma obrigatoriedade específica de comparecer ao aeroporto com 4 horas (ou 5h30) de antecedência. Enquanto consumidor(a), não tenho a obrigação de deter conhecimento técnico integral sobre procedimentos internos das companhias aéreas ou plataformas intermediadoras, sendo certo que muitos passageiros são leigos, podem não ter acesso facilitado à internet ou não dominar plenamente estes sistemas. Assim, competia às empresas prestar informação clara, acessível e atempada. No balcão de atendimento, foi-me informado que eu deveria ter comparecido entre 5h30 e 8h30, sob pena de encerramento do check-in, informação que não constava de forma clara e destacada nas comunicações, no bilhete ou na plataforma de compra. Acresce que outras três pessoas chegaram por volta das 7h30/8h00 e também tiveram o check-in recusado, sob o argumento de que o prazo já se encontrava encerrado, o que demonstra a ausência de critérios transparentes e uniformes no atendimento. Adicionalmente, foi-me comunicado que, por não ter o check-in realizado, não seria possível despachar bagagem e que, caso viesse a embarcar, o faria sem a mala, o que considero manifestamente abusivo e contrário às legítimas expectativas do passageiro, uma vez que a prestação do serviço contratado inclui o transporte de bagagem conforme as condições do bilhete adquirido. Entrei em contacto telefónico com a AZUL Air Lines, que informou não haver qualquer objeção à realização do check-in no balcão naquele momento, uma vez que o check-in online já não se encontrava disponível, esclarecendo que o procedimento poderia e deveria ser realizado presencialmente pelo representante em terra (Portway). Ainda assim, os colaboradores no local recusaram-se a proceder ao check-in. Tentei, inclusive, colocar os funcionários do balcão em contacto direto com a AZUL Air Lines, mas estes recusaram-se a atender a chamada, afirmando que não iriam falar com a companhia aérea. Registámos reclamação no Livro de Reclamações no próprio aeroporto. Diante da recusa reiterada de atendimento e da ausência de soluções, manifestei a intenção de me resguardar quanto aos acontecimentos, tendo sido, por mera suposição de uma funcionária, alegado que eu estaria a filmar. Tal não ocorreu. Ainda assim, foi chamada a PSP. Colaborei integralmente com os agentes, entregando voluntariamente o meu telemóvel para verificação, tendo ficado demonstrado que não existiam gravações. Lamentavelmente, a atuação dos agentes da PSP foi desrespeitosa e desproporcional, com comentários inadequados, tratamento grosseiro e minimização da situação, tendo sido inclusive referido que “tudo para brasileiro é xenofobia ou preconceito”, o que considero ofensivo e desajustado. Os agentes solicitaram e retiveram temporariamente o meu passaporte e a minha autorização de residência, documentos que entreguei de boa-fé, por nada dever, o que me causou ainda maior constrangimento e insegurança num contexto já extremamente tenso. Posteriormente, fui informado(a) de que não existiria voo disponível para o dia seguinte. Encontra-se em meu poder o registo das conversas mantidas tanto com a AZUL Air Lines como com a GoToGate, nas quais ambas as entidades afirmam que não irão resolver a situação, não oferecem qualquer alternativa viável e recusam reembolso ou compensação, deixando-me completamente desamparado(a) enquanto consumidor(a), apesar de o serviço contratado não ter sido prestado por motivos alheios à minha vontade. O conjunto dos factos descritos configura, a meu ver, falha grave na prestação do serviço, violação do dever de informação clara e adequada ao consumidor, recusa injustificada de atendimento no balcão, ausência de assistência ao passageiro e tratamento desproporcional e constrangedor, com prejuízos materiais, emocionais e organizacionais relevantes. Deste modo, solicito a intervenção da DECO Proteste para: 1. Avaliar a legalidade e adequação da recusa de check-in nas circunstâncias descritas; 2. Apurar responsabilidades da AZUL Air Lines, da GoToGate e da Portway pela falha na prestação do serviço contratado; 3. Orientar quanto aos direitos do passageiro em matéria de reembolso, remarcação, assistência e eventual compensação por prejuízos sofridos; 4. Indicar os passos formais subsequentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidor(a). Coloco-me à disposição para enviar todos os comprovativos relevantes (bilhete, comprovantes de pagamento, registos de conversas com a AZUL e a GoToGate, despesas adicionais, bem como a cópia da reclamação no Livro de Reclamações). Com os melhores cumprimentos, ANA CAROLLINE F N BUARQUE DE G 312592... +3519126..... gusmaonogueirafotosefilmes@gmail.com

Encerrada
J. G.
01/02/2026

Falha no chek-in e recusa de atendimento e constrangimento no Aeroporto

Assunto: Reclamação formal – Falha no check-in, recusa de atendimento e constrangimentos no Aeroporto do Porto (AZUL Air Lines / GoToGate / Portway) Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativa a um episódio ocorrido no Aeroporto do Porto, envolvendo a companhia aérea AZUL Air Lines, a agência intermediadora GoToGate e a empresa Portway (representante em terra da companhia aérea), no dia 01/02/2026, por ocasião do meu check-in para o voo de Porto, com destino a Brasília. Desde o dia 28 desse mês, venho tentando efetuar o check-in online. Na noite imediatamente anterior ao voo, permaneci durante horas a tentar concluir o procedimento. No entanto, apesar de o sistema permitir avançar até à fase final, o cartão de embarque não era gerado, impossibilitando a conclusão do check-in. Em nenhum momento recebi informação clara, prévia e inequívoca de que o check-in online estaria indisponível ou de que existiria uma obrigatoriedade específica de comparecer ao aeroporto com 4 horas (ou 5h30) de antecedência. Enquanto consumidor(a), não tenho a obrigação de deter conhecimento técnico integral sobre procedimentos internos das companhias aéreas ou plataformas intermediadoras, sendo certo que muitos passageiros são leigos, podem não ter acesso facilitado à internet ou não dominar plenamente estes sistemas. Assim, competia às empresas prestar informação clara, acessível e atempada. No balcão de atendimento, foi-me informado que eu deveria ter comparecido entre 5h30 e 8h30, sob pena de encerramento do check-in, informação que não constava de forma clara e destacada nas comunicações, no bilhete ou na plataforma de compra. Acresce que outras três pessoas chegaram por volta das 7h30/8h00 e também tiveram o check-in recusado, sob o argumento de que o prazo já se encontrava encerrado, o que demonstra a ausência de critérios transparentes e uniformes no atendimento. Adicionalmente, foi-me comunicado que, por não ter o check-in realizado, não seria possível despachar bagagem e que, caso viesse a embarcar, o faria sem a mala, o que considero manifestamente abusivo e contrário às legítimas expectativas do passageiro, uma vez que a prestação do serviço contratado inclui o transporte de bagagem conforme as condições do bilhete adquirido. Entrei em contacto telefónico com a AZUL Air Lines, que informou não haver qualquer objeção à realização do check-in no balcão naquele momento, uma vez que o check-in online já não se encontrava disponível, esclarecendo que o procedimento poderia e deveria ser realizado presencialmente pelo representante em terra (Portway). Ainda assim, os colaboradores no local recusaram-se a proceder ao check-in. Tentei, inclusive, colocar os funcionários do balcão em contacto direto com a AZUL Air Lines, mas estes recusaram-se a atender a chamada, afirmando que não iriam falar com a companhia aérea. Registámos reclamação no Livro de Reclamações no próprio aeroporto. Diante da recusa reiterada de atendimento e da ausência de soluções, manifestei a intenção de me resguardar quanto aos acontecimentos, tendo sido, por mera suposição de uma funcionária, alegado que eu estaria a filmar. Tal não ocorreu. Ainda assim, foi chamada a PSP. Colaborei integralmente com os agentes, entregando voluntariamente o meu telemóvel para verificação, tendo ficado demonstrado que não existiam gravações. Lamentavelmente, a atuação dos agentes da PSP foi desrespeitosa e desproporcional, com comentários inadequados, tratamento grosseiro e minimização da situação, tendo sido inclusive referido que “tudo para brasileiro é xenofobia ou preconceito”, o que considero ofensivo e desajustado. Os agentes solicitaram e retiveram temporariamente o meu passaporte e a minha autorização de residência, documentos que entreguei de boa-fé, por nada dever, o que me causou ainda maior constrangimento e insegurança num contexto já extremamente tenso. Posteriormente, fui informado(a) de que não existiria voo disponível para o dia seguinte. Encontra-se em meu poder o registo das conversas mantidas tanto com a AZUL Air Lines como com a GoToGate, nas quais ambas as entidades afirmam que não irão resolver a situação, não oferecem qualquer alternativa viável e recusam reembolso ou compensação, deixando-me completamente desamparado(a) enquanto consumidor(a), apesar de o serviço contratado não ter sido prestado por motivos alheios à minha vontade. O conjunto dos factos descritos configura, a meu ver, falha grave na prestação do serviço, violação do dever de informação clara e adequada ao consumidor, recusa injustificada de atendimento no balcão, ausência de assistência ao passageiro e tratamento desproporcional e constrangedor, com prejuízos materiais, emocionais e organizacionais relevantes. Deste modo, solicito a intervenção da DECO Proteste para: 1. Avaliar a legalidade e adequação da recusa de check-in nas circunstâncias descritas; 2. Apurar responsabilidades da AZUL Air Lines, da GoToGate e da Portway pela falha na prestação do serviço contratado; 3. Orientar quanto aos direitos do passageiro em matéria de reembolso, remarcação, assistência e eventual compensação por prejuízos sofridos; 4. Indicar os passos formais subsequentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidor(a). Coloco-me à disposição para enviar todos os comprovativos relevantes (bilhete, comprovantes de pagamento, registos de conversas com a AZUL e a GoToGate, despesas adicionais, bem como a cópia da reclamação no Livro de Reclamações). Com os melhores cumprimentos, ANA CAROLLINE F N BUARQUE DE G 31259... +35191263... gusmaonogueirafotosefilmes@gmail.com

Encerrada
M. M.
31/01/2026

devolução taxa seguro aluguel na AVIS

Aluguei um carro com a Avis em Orlando. No checking (18/10/2025), fizeram um valor calção, mesmo eu tendo feito o seguro anterior com minha agência de viagens! Quando fiz o checkout, me disseram que devolveriam e até hj (janeiro 2026) nenhuma devolução

Encerrada
C. S.
31/01/2026

Vouchers não Concretizado

Exmo. Senhores Adquiri dois vouchers para 2 saltos de paraquedas na empresa Skydive Maia. Um voucher normal e um voucher com pack foto + vídeo. Acontece que agendamos a primeira vez para 09/06/2023 e 4 dias antes recebemos um e-mail a cancelar devido ao mau tempo, prolongando o voucher ate junho/2024. Agendamos novamente para dia 08/06/2024 e novamente cancelado devido ao mau tempo e com prolongamento do prazo do voucher. Voltamos a agendar para dia 01/06/2025 e 3 dias antes novamente cancelado, agora devido a restrições aéreas do Aeroporto do Porto. Aqui sugeriram agendar noutras empresas prolongando o voucher + 18 meses e oferecendo um desconto de 30€ na aquisição do pack fotografia + vídeo. Devido aos anos que passaram desde a aquisição dos vouchers (2022) solicitamos o reembolso do dinheiro para procurarmos outras empresas para prestarem o serviço. Recebemos a resposta que os vouchers não eram reembolsáveis. Pretendemos justiça e, de certa forma, reaver o nosso dinheiro, pois foi investido e nem sequer chegamos a efetuar a experiência.

Encerrada
A. S.
30/01/2026

Valor da caução não devolvida

Fizemos uma reserva de viatura de 15 a 18 de janeiro para o Funchal na Car Jet com Booking ref CJT-193655770 em nome de Jorge Alves. Por sua vez essa entidade remeteu os seus serviços à Magic Islands Rent a Car cujo contrato de aluguer foi apresentado no momento do levantamento da viatura com referência #60046. Foi nos solicitado uma caução de 1500 euros em depósito, não aceitando cartão de crédito, que seria devolvido aquando da entrega da viatura... No dia 18 janeiro foi entregue a viatura sem quaisquer danos nesse período, contudo o valor do reembolso da caução não se efetivou no momento conforme respetivo contrato determina. Foram feitos vários contactos de modo a solicitar comprovativo de transferência da caução, não tendo obtido qualquer resposta necessária. Até à presente data continuamos a aguardar o reembolso da caução paga 1500 euros.

Resolvida
M. P.
29/01/2026

Cobrança sem consentimento

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a empresa eDreams, na sequência da cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99 €, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas comerciais enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 3 de janeiro de 2026, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para esse efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra, não tendo, em momento algum, aderido de forma consciente, clara ou expressa a qualquer plano de subscrição designado “eDreams Prime”, nem tendo sido devidamente informada ou questionada sobre tal adesão. Contudo, no dia 18 de janeiro de 2026, pelas 05h50, foi-me debitado o montante de 89,99 €, correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que tomei conhecimento da cobrança, contactei de imediato o serviço de apoio ao cliente, solicitando o reembolso integral do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante o referido contacto, foi-me transmitido que teria beneficiado de um alegado “desconto” na compra dos voos por ser membro Prime. Tal afirmação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto apresentado no momento da compra não foi identificado como estando associado a qualquer subscrição paga, nem me foi comunicado que a sua aceitação implicaria a celebração de um contrato de subscrição anual. Posteriormente, ao verificar os e-mails de confirmação da reserva, constatei que existia apenas uma menção residual, em letras diminutas e colocada no rodapé, relativa à suposta subscrição, circunstância que não consubstancia consentimento válido, nem cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente. Esta conduta viola, designadamente: • O artigo 8.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor); • O artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro; • O Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, por configurar uma prática comercial enganosa. Como solução inicial, foi-me proposto um vale no valor de 80 €, utilizável apenas em voos de valor superior a 300 €, proposta que recusei. Posteriormente, foi-me oferecido um reembolso parcial de 45 €, acompanhado de um vale de igual montante, aplicável apenas a voos a partir de 150 €, solução igualmente recusada. Reforcei o meu pedido de reembolso total do valor indevidamente cobrado, o qual foi novamente recusado, tendo-me sido apresentada uma justificação vaga e juridicamente infundada, segundo a qual “em Portugal o mercado não é 100% reembolsável” e que tal prática “é a lei”, sem indicação de qualquer norma legal concreta que sustente essa afirmação. Tal alegação é manifestamente incorreta, uma vez que a legislação portuguesa não prevê qualquer princípio de “mercado não reembolsável”, sendo os direitos do consumidor determinados pela existência (ou inexistência) de consentimento válido e pelo cumprimento das obrigações legais de informação. Face ao exposto, considero que esta situação configura: • Cobrança sem consentimento expresso; • Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; • Violação do dever de informação clara, adequada e transparente; • Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para o exercício do direito de livre resolução, através da cobrança imediata após esse período. Nestes termos, exijo o estorno/reembolso integral do montante de 89,99 €, indevidamente debitado, e solicito o apoio dessa entidade para a análise da presente situação, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores.

Resolvida
N. A.
29/01/2026

Malas danificadas

Boa tarde. Vim hoje do voo Lisboa - Luanda e tive as minhas duas malas de porão e a de mão completamente danificadas. Sendo que a porta do avião a funcionária exigiu que eu despachasse. Quem vai reativar as malas que estragaram?

Encerrada

Pagamento de um valor muito alto

Venho por este meio reclamar publicamente , porque apesar de terem reduzido o valor a cobrar ainda assim acho muito injusto da parte da sixt . Em primeiro lugar, gostaria de salientar que fui mal informada no balcão aquando do aluguer do veículo. Em nenhum momento me foi explicado por qualquer colaborador da Sixt que o carro não estaria coberto por seguro. Pelo contrário, foi-me transmitido que tinha proteção. Jamais alugaria um veículo sem seguro, ainda mais numa deslocação longa e acompanhada. Relativamente ao acidente, importa esclarecer que não tive qualquer culpa. No momento do sucedido, seguia viagem em direção a Marco de Canaveses, acompanhada pela minha mãe, de 85 anos, para visitar a campa do meu pai. De forma inesperada, fui abalroada por um camião em excesso de velocidade, que apenas tocou no carro, levantando a capa do espelho, sem partir o espelho ou causar danos estruturais no veículo. Apesar disso, foi-me imputado o custo de quase 750 € por um espelho novo, valor que considero completamente desproporcional e irrealista, sobretudo tendo em conta que se tratou apenas da capa do espelho. Uma peça desta natureza não justifica um valor tão elevado, ainda mais num contexto em que o veículo praticamente não sofreu danos. Recebi no dia 17 de dezembro, uma chamada da GNR do Porto, informando que não foi possível identificar a matrícula do camião através das imagens recolhidas. (So a empresa Ascendi é que poderia informar a maatricula atraves das portagens , porque o camião passou antes de mim ) Importa referir que o acidente ocorreu há mais de dois meses, o que torna esta situação ainda mais difícil e angustiante. A Sixt é uma empresa reconhecida no mercado e, por isso mesmo, acredito que também pode e deve agir com justiça e bom senso em situações como esta. Nos vossos próprios cartões e publicidade promovem valores como “um pequeno gesto, um novo sorriso” — é com base nesses valores que vos escrevo. Mas mesmo assim a Sixt com tanto poder e conhecimento poderia ter pedido acesso a empresa ascendi e ter a matricula do camião que me embateu . Resido na Região Autónoma e tenho uma filha a estudar no continente, o que já representa um esforço financeiro significativo. Receber uma cobrança desta dimensão na altura do Natal é extremamente pesado e desanimador. Custa-me acreditar que uma empresa da vossa dimensão seja tão inflexível e insensível perante esta situação. Reforcei que estava disponível para encontrar uma solução justa, nomeadamente pagar o valor que seria aplicável caso tivesse sido corretamente informada e tivesse um seguro adequado que cobrisse este incidente — que, relembro, não causou danos reais ao veículo. Apenas saltou a capa de plástico do espelho . Mas ainda assim fizeram me a cobrança de 322.26 € valor elevado e reforço sem culpa nenhuma que tive no acidente , no qual ninguem me ajudou nem a sixt nem a gnr nem a PSP . Peço-vos, sinceramente, que reavaliem todo o processo, que considerem o contexto humano, a falha de informação no momento do aluguer e a desproporção do valor cobrado. Acredito que seja possível encontrar uma solução equilibrada e justa para ambas as partes. So escrevo esta reclamação porque achei da parte da Sixt , que a informação dada tambem na entrega da viatura pela receção no aeroporto do porto , que haveria uns fundos que cobriam estas situaçoes e mesmo assim nada fizeram par me ajudar .

Encerrada

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.