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Seguradora MGEN - Parceria DECO
Exmo. SenhoresVimos por este meio, indicar e contestar o seguro MGEN parceria DECO pois fomos enganados.Passamos a apresentar os factos:No dia 11 de Março de 2019, em contacto telefónico com a seguradora MGEN, foi acordado a adesão ao seguro MGEN Deco- Plano Ideal, cuja a cobertura abrange, segundo as Vossas informações, a pessoa segura, à data em estado de gravidez, bem como a filha então a nascer com data prevista a 8 de Julho de 2019.Foi questionado reiteradas vezes se, caso a criança nascesse no mês de Junho de 2019 este seguro cobriria o parto.Por várias vezes foi assegurado pela colaboradora que caso a criança nascesse a partir do dia 1 de Junho de 2019, teria exactamente a mesma cobertura, como se nascesse em Julho de 2019, cobertura essa que seria 50 % do valor total do parto mais informou que a partir de 1 de Junho de 2019 já estaria a pessoa segura, enquadrada nas condições gerais da apólice, assim como a criança, passaria também a estar automaticamente assegurada, sem qualquer acréscimo monetário, caso o seu nascimento fosse comunicado até 30 dias após o parto situação esta que ainda suscitou um maior interesse na adesão ao seguro, pois era fulcral a inclusão da criança na apólice a ser contratualizada. Desejando a confirmação de todas as informações prestadas, foi questionado também de forma reiterada se o contacto telefónico que mantinham estava a ser gravado, de modo a obviar todo e qualquer equivoco que pudesse surgir. A colaboradora, afirmou categoricamente que a chamada estava a ser registada e gravada, obrigatória por lei.Ocorreu o nascimento do recém nascido a 19 de Junho de 2019 no Hospital Privado de Braga (HPB).Tendo-se dirigido no dia 21 de Junho de 2019 aos serviços administrativos do HPB, no sentido de regularizar os serviços clínicos recebidos, foi a pessoa segura informada através de email que o seu caso se tratava de um risco não enquadravel nas condições gerais da apólice.Já em casa no dia 22 de Junho de 2019, no seu email, verificou que lhe fora enviado um email a indicar que o motivo de recusa do termo de responsabilidade, por parte na MGEN se deve ao período de carência para qualquer ato médico praticado em consequência de uma doença ou no âmbito da garantia de parto é de 90 (noventa) dias, com excepção das situações previstas a seguir. o que causou a maior indignação,uma vez que a informação prestada pela colaboradora, que tínhamos como única fonte segura, era em tudo discrepante do que recebemos no HPB e no email pessoal.Dia 25 de Junho de 2019, a pessoa segura contactou telefonicamente a linha de apoio ao cliente MGEN com a finalidade de ser devidamente esclarecida sobre a ocorrência da carta de recusa, assim como, prestar a informação do nascimento da criança no dia 19 de Junho de 2019, para que esta fosse incluída na apólice, tal como foi explicado pela colaboradora do seguro.Mais uma vez, para estupefacção e indignação, foi comunicado através do vosso operador que a informação fornecida pela colaboradora em questão não era válida, nem verdadeira pois para incluir a criança na apólice, teria que incluir todo o agregado familiar, existindo um custo adicional para cada membro do agregado. Posto isto, a pessoa segura, contactou os escritórios no Porto da MGEN, na qual foi atendida pela própria colaboradora em questão.Todo o caso acima transcrito foi exposto à colaboradora e a única explicação e justificação do sucedido por parte da mesma foi posso ter feito mal as contas e relativamente à inclusão de todo o agregado familiar na apólice a resposta foi presumi que o seu marido já tivesse outro seguro. Assim, uma vez que as condições comunicadas pela colaboradora foram de todo, discrepantes, falsas e induzidas em erro, foi pedido a rescisão do contrato. A colaboradora comprometeu-se a tratar da situação com o seu superior e voltar a contactar, o mais tardar até o dia 26 de Junho de 2019. Nenhum contacto foi realizado por parte da colaboradora, nem por qualquer superior desta mesma, representantes estes da MGEN.A pessoa segura, enviou no dia 27 de Junho de 2019, todo o caso acima exposto para a MGEN, através de correio electrónico, assim como, por carta registada, de modo a que o assunto fosse analisado,avaliado, ajuizado e solucionado urgentemente, dado a gravidade das informações prestadas pela colaboradora em questão.Dia 2 de Julho de 2019,a pessoa segura, recebeu uma resposta por parte da MGEN a informar que a gravação das chamadas só são guardadas por 90 dias e que na apólice assinada, estavam descritas todas as condições, contudo, a pessoa segura, aquando o recebimento da apólice, e antes de assinar a mesma, contactou a operadora, e a mesma a garantiu e a tranquilizou que em Junho já estaria coberta pelo seguro e que poderia meter a criança a nascer no seguro sem custo adicional.Neste sentido, foi já apresentada uma queixa por carta registada e via e-mail à seguradora em questão.Deste modo, qualquer problema que possa surgir na contratualização do seguro, o que foi o caso, a MGEN ficará sempre salvaguardada por todas e quaisquer conversas falsas e induzidas em erro perante o cliente.Informa-se que continuaremos a dar seguimento ao caso de modo que a seguradora se responsabilize pelos serviços comunicados e assegurados telefonicamente.
Queimadura com Jarro Elétrico
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. uma situação deveras preocupante que se sucedeu com um jarro elétrico da marca Kunft. Adquiri um jarro elétrico na Worten do NorteShopping e, ao aquecer água no mesmo sofri uma queimadura no braço. Este equipamento refere que uma das suas características é o controlo de sobreaquecimento, porém ao encostar o braço ao mesmo sofri uma queimadura. Este mesmo equipamento refere que possui desligamento automático, o que também não se comprovou. Pretendo, assim, deslocar-me à referida loja para devolução do equipamento, todavia visto que não foi o primeira vez que tal se sucedeu com um jarro elétrico desta marca, considero pertinente que os consumidores da loja Worten sejam informados/alertados do sucedido.Aguardo, assim, uma resposta breve bem como uma compensação pelo sucedido, pois neste momento sinto um receio enorme de utilizar produtos desta loja novamente.Cumprimentos,Daniela Azevedo
Cobrança de fatura e valor indevido
A energia elétrica(pela EDP) só foi ativada no dia 26 de Abril em minha morada. Considerando que eu fui a EDP e marquei agendamento para ativarem a energia em minha morada. A EDP teve que remarcar 3 vezes, porque o técnico não compareceu, eu fiquei em casa, deixei de trabalhar para receber o técnico que não compareceu por 3 vezes, fiquei no escuro com minhas 2 filhas e minha esposa aguardando a EDP ligar minha energia. No dia 26 de Abril resolveram ativar a energia elétrica em minha morada. A EDP cobrou a energia elétrica do 23 de Abril a 22 de Maio de 2019(está pago mesmo eles estarem a cobrar do dia 23 de Abril até o dia 26 de Abril, quando nesses dias não tinha energia elétrica). Atualmente sou cliente da Iberdrola, efetuei o contrato com eles no dia 5 de junho. Considerando que do dia 23 de Abril a 22 de Maio de 2019, a fatura estava paga com o valor de aproximadamente 18 euros( sem contar os juros que chegaria a 37 euros no total), aparentemente a fatura do próximo mês(que seria Junho, e a quantidade de dias seria entre 30 a 31 dias) seria aproximadamente chegando perto desse mesmo valor de 18 euros, em comparação com a fatura do mes anterior. Após eu mudar para a Iberdrola, a EDP me enviou uma fatura de 77,70 euros, no qual na mensagem da fatura está a escrita legível Fatura de recisão de contrato.A priori comercializadora de energia elétrica EDP me enviou recisão de contrato a ser pago. Além disso estão alegando que esse valor é referente a energia elétrica do dia 23 de maio a 5 de junho. A EDP cobrou 18 euros do dia 23 de Abril a 22 de Maio, que são equivalentes a 30 dias. Do dia 23 de Maio a 5 de Junho, que são equivalentes a 14 dias, a EDP cobrou 77,70 euros. Fui a EDP Comercial para perguntar sobre esse problema e me esclarecerem sobre isso e a atendente da loja EDP disse: A EDP está a cobrar aquilo que consumiu sobre essas datas descritas na fatura que é do dia 23 de maio a 5 de junho. Se o valor da fatura fosse menor que o valor de 30 dias de consumo que fiz de 18 euros do dia 26 de Abril(não considero 23,24 e 25 de Abril porque a EDP não ativou minha energia nesses dias, eu estava sem energia em casa nesses dias), se fosse menos que 18 euros eu acharia normal até aceitaria, por causa do consumo de 14 dias que fiz, agora cobrar 77,70 euros por 14 dias ? Usei o serviço da EDP de 23 de Abril(que na verdade a energia veio a ser ativada no dia 26 de Abril, ficamos ser luz por 3 dias corridos) a 22 de Maio e me cobraram 18,63 euros, agora do dia 23 de Maio a 5 de Junho estão cobrando 77,70 euros ?>>Email da EDP: Caro cliente,Recebemos a sua comunicação identificada em assunto, a qual mereceu a nossa melhor atenção.Faturamos com as leituras que nos são comunicadas, ou por estimativa, ou com leituras reais e estimativasDe acordo com a regulamentação em vigor, o operador de rede de distribuição (ORD) recolhe as leituras dos contadores colocados nas instalações dos clientes alimentados em baixa tensão normal (BTN) de três em três meses, desde que a eles tenha acesso.Nos meses em que não nos é comunicada leitura, nem pelo ORD nem pelo cliente, temos que faturar por estimativa. Para o período que medeia entre a data de registo da leitura e a data de emissão da fatura que a reflete, é, também, faturado consumo estimado.A fatura de 22 de maio de 2019 foi emitida com consumo estimadoQuando emitimos a fatura nº 1xxxxxxx568 de 22 de maio de 2019, não dispúnhamos de leitura. Por isso, a mesma foi emitida com recurso a consumo estimado.A fatura nº 1xxxxxxx660 de 77,70€ é relativa ao seu consumo de eletricidade até 5 de junho de 2019A fatura nº 1xxxxxxx660 de 77,70€, emitida a 5 de junho de 2019, é referente ao período de faturação de 23 de maio de 2019 a 5 de junho de 2019, data em que foi concluída a rescisão do seu contrato, no entanto, a mesma contempla o acerto de consumo no período de 23 de abril de 2019 a 5 de junho de 2019, com base numa leitura calculada facultada pelo ORD.A este consumo apurado foi abatido o valor anteriormente faturado por estimativa (18,63€) pelo que o valor final a pagar resulta da diferença do consumo apurado e do já faturado por estimativa.Tendo em conta a análise acima exposta, consideramos que a sua faturação foi corretamente emitida.Estamos disponíveis para esclarecer as suas dúvidasAtravés da linha de atendimento a clientes 808 53 53 53 (dias úteis, das 8h às 22h), em edp.pt, ou nas nossas lojas. Com os nossos cumprimentos,Adriano PratesDiretor ComercialSerá isso uma tentativa de punição pela mudança de comercializadora? E cobrar valores altíssimos de fatura?Como poderiam fazer essa estimativa de 3 meses sendo que usei o serviço por 1 MES E MEIO ?Outra coisa esse contador é automático, ou seja, eles tem a leitura do contador em tempo real e a qualquer momento sem a necessidade de vir a minha morada(apesar de sempre que foi marcado estava à espera deles). Estou em um T1, e também minha esposa e minhas 2 filhas, uma de 2 anos e outra de 1 ano, e somos apenas nós(não temos parentes, amigos ou qualquer coisa do tipo), que tem um frigorífico, 1 microondas, um portátil, um forno elétrico, placa de indução e 4 lâmpadas (uma sem ser utilizada pois não temos mobília na sala), não temos TV, não temos máquina de lavar roupas e nem loiça. Como podemos consumir tanto? Somos humildes, não temos como chamar pessoas para nossa morada e fazer festas e qualquer coisa que pudesse ter consumido tanta energia. Sou um pai de família com 2 filhas, minhas filhas dormem em colchões infláveis, e temos uma cama. É tudo que temos em nosso lar. Não tem instalação de gás. Não utilizamos gás, até porque não tem gás em nossa morada. A água é aquecida por energia solar.Pergunta: Como e qual a razão e lógica, de a EDP cobrar esse valor sobre a energia elétrica?77,70 Euros ? 14 dias são 77,70 euros?
Reclamação ao Hospital Padre Américo, ao Doutor António P Guimarães
Exmos. Senhores,No passado dia 17 de junho de 2019 dei entrada nas urgências do Hospital Padre Américo com queixas abdominais no local da operação que tinha realizado à 15 dias atras apêndice e também tinha bastantes náuseas.Fui recebida na triagem pela enfermeira Cláudia Lopes que me deu a prioridade clínica de pouco urgente (verde).Após longos minutos de espera fui recebida e observada pelo Sr. Dr. António P Guimarães médico de clínica geral UPA, a quem descrevi os sintomas referidos em cima, depois de receber toda a informação sobre o meu estado e o meu historial o Dr. António Guimarães descartou de imediato qualquer problema relacionado com a operação que fui submetida recentemente, mandando apenas que recebesse um medicamento nas veias para amenizar as dores e de seguida me dando alta com a receita de Buscopam.Nos momentos seguintes a alta medica dirigi-me para casa e não aguentando as dores decidi recorrer ao Hospital Privado de Alfena no qual já fui apresentada a Dr. Ana Ferreira que ao ouvir os meus sintomas, historial e me observado a temperatura corporal mandou de imediato fazer uma Ecografia Abdominal e Pélvica URGENTE, na qual registaram alterações inflamatórias retrocecais envolvendo a área expansiva serpiginosa suspeita de um obsesso com cerca de 53x41x36mm.Depois deste diagnostico o Hospital Privado de Alfena escreveu uma carta para o Hospital Padre Américo a informar a minha chegada e os meus problemas ficando assim internada 8 dias.Em conclusão, após a existência de um erro medico na minha primeira passagem pelo Hospital Padre Américo no dia 17/06/2019 as 9h:50m, fui obrigada a recorrer a outro hospital por causa das dores insuportáveis, neste caso foi o Hospital Privado de Alfena, que com a necessidade de exames e medicação fiquei com o custo de 316 euros e 71 cêntimos, sendo eu uma pessoa de classe baixa e com pouco orçamento. Prejudicou-me imenso a minha vida com este gasto desnecessário que podia ter sido evitado pelo Hospital Padre Américo que não conseguiu resolver o problema. Sendo assim exijo uma indeminização ao Hospital Padre Américo pelo tempo perdido e pelos gastos causados no dia 17/06/2019.
Problema com o check-in
Em cópia envio o email que enviei para a companhia aérea a explicar a situação. Até à data só tenho recebido spam de emails por parte deles, sem nehuma solução para a minha situação.Hi everyone,On the 11th of May I booked a round flight from Lisbon to Barcelona, being the Departure from Lisbon booked for the Flight NO. VY8465 on the 19th of June and the Return was booked for a flight on the 24th of June, however when I proceeded with the online check-in, this flight was changed and somehow I checked-in for the Flight NO. VY8460, which is on the 23rd of September.As you have on your website: you can check in online free of charge by requesting a random seat (subject to availability) between 7 days and 1 hour before your flight departs I already called twice to your costumer support number (2100020080) and so far it has been useless. The first time I called, the girl I spoke to told me that it is weird that I have checked in 3 months prior to a flight, indeed it is, and that she would speak to her supervisor and call me back the next day, which DID NOT HAPPENED. I called again the next day, and the guy who answered told me that it was MY FAULT, that I should have checked the dates after I checked in, and the next time my solution is to check the flight dates first. First of all, no matter what happened in your system, I payed my flights, everything was in order until I checked in. If you are having a system failure DON´T BLAME THE CUSTOMER. Find a solution. And don´t lie to your customer. This guy I spoke to, told me that it is possible to check in 3 months prior to flight, so 2 problems already here. Your support line DOES NOT HAVE CONSISTENCY, and one of your people does not know the rules. You have the conversation tapes, find it and listen the calls.I tried to solve the situation by calling your support line, but since the last person I spoked to was rude and useless I was forced to write this email. In attach you have the Boarding Passes, so you can check that I already have the check in for the flight NO VY8460, on the 23rd of September.Because of this situation I had to pay another flight to come back to Lisbon on the 24th of June, which was the Flight NO VY8466. As you can see, in attachment as well, I payed in total 367.98€ for 2 seats on that flight, since I was with a friend and she did not had money for paying another flight. If I did not had the money at the time we could not get back to Portugal. We had to call to our working places explaining why we could get to work on Monday, 24th of June, the day I originally booked our flights... And your support line is saying that IT IS OUR FAULT?I demand the refund of the money of this emergency flight I had to pay. And I wish I get a decent answer this time.Best Regards,Leticia SantosO único email que recebi com teor de atenção à minha situação por parte deles foi deste endereço: particulares@vueling.com e foi o seguinte email:Dear Leticia,I'm Marina from Barcelona Headquarters and we are contacting you in reference to the booking: MYGRUS.I would like to inform you that I'm personally taking care of your case and we would get back to you as soon as we have completely investigated what happened.From your side, we would need that you send us a screenshot of the first confirmation email that you received right after buying your tickets, on the 11th of May at 16:48h, where the original flight dates will appear.Thank you for your cooperation.Best regards,Customer Service DepartmentVUELING AIRLINES S.A.Obrigada pela ajuda.Leticia Santos
Entregadores do CTT com preguiça de subir escadas
Venho, mais uma vez reclamar dos serviços de entrega dos CTT no que diz respeito a encomendas registadas. Os entregadores entram no prédio para depositar o aviso na caixa de correios, mas não sobem até o 2° andar e ainda mentem descaradamente dizendo que estiveram à porta e tocaram mas ninguém atendeu. Isso gera um transtorno porque geralmente as encomendas são documentos ou objetos importantes. O último caso de displicência foi na semana passada, que aguardávamos a chegada do seguro saúde da minha mãe, uma senhora de 81 anos, para marcar uma consulta. Tive que perder o dia, pois só podia retirar na loja no dia seguinte, me dirigir à loja, tirar senha e ficar à espera de atendimento porque os CTT tem entregadores preguiçosos que não cumprem com seu dever. Este foi apenas um de muitos casos, a minha primeira reclamação por escrito foi feita através do Livro de Reclamações no dia 02/10/2018, mas apesar de responderem que tomariam providências, esse desleixo continua até hoje.
COBRANÇA ILEGAL
Exmos. Srs.Fui cliente da ONEY bank, em 2003 por causa de um cartão jumbo. o cartão que tinha em 2010 caducou em 2011 penso eu, e eu NUNCA mais recebi nenhum cartão!Há uns dias vi na minha conta bancária um debito de 10.40e que reclamei ao banco não ter dado esta ordem de debito à Oney e achei sinceramente que era um engano. até que para meu espanto recebo um email da ONEY com um texto ameaçador e que contestei obviamente, alegando que a inatividade por 12 meses na utilização deste cartão obrigaria a uma mensalidade de 10.40€ , ora se eu não o utilizo há pelo menos 8 anos já teria uma conta grande de divida á ONEY.. peço para cancelar o contrato, para ter acesso ao contrato assinado e não me dão essa possibilidade a menos que pague 20€.Nunca mais comprarei no grupo auchan, que compactua com bancos que tem estes comportamentos de roubo a clientes!Transcrevo os emails: Exmos Srs não tenho cartão Jumbo há muito mais que 1 ano, agradeço o cancelamento Urgente deste contrato que desconheço esta cláusula é só este ano me penalizam. Farei o mesmo pedido por carta registada com AR, e agradeço o envio do contrato assinado para ler a cláusula e tentar perceber porque escolheram este ano... A partir de hoje não farei uma única compra no Jumbo nem 1 por ano, isto é inadmissível e um roubo! Farei queixa da vossa interpelação em todas as instâncias, e vão ter que comprovar a razão de não ter penalizado os outros anos todos, uma vez que já nem cartão tenho há muitos anos mesmo.. M Cumprimentos Ref. DC/RCA/000747012 Cara Cliente Maria Cruz Lagos, A comissão de inatividade é um valor cobrado ao cliente, no caso de não realizar qualquer compra com o cartão no prazo de 12 meses consecutivos. O valor desta comissão nos primeiros 12 meses é de 5,20€, e nos 12 meses seguintes de 10,40€ (conforme ponto 4.6 das condições contratuais). A este valor acresce a comissão de recuperação de valores em divida, um valor de 12,48€, por não cumprimento da data contratual (ponto 22.3 das condições contratuais). Todos os valores estão disponíveis para visualização no anexo II das mesmas condições contratuais (Página 9). Informamos que é possível a emissão da 2ª via de contrato, no entanto a mesma tem um custo de 20,00€, acrescido de IVA. Caso mantenha interesse na emissão da mesma, deverá enviar comunicação formalizando o seu pedido e informando concordar com o custo associado. Na presente data o seu contrato Cartão Jumbo mais, tem em atraso o valor de 22.88€ e o mesmo deve ser regularizado de imediato, para evitar mais encargos adicionais. Deverá realizar o pagamento por Multibanco, utilizando os seguintes elementos:Entidade: 20678Referência: 000747012 Montante: 22.88€ O seu pedido de anulação de contrato, só produzirá efeito após a regularização do valor anteriormente mencionado. Mais informamos que após receção do pagamento, será dado seguimento ao seu pedido de anulação de contrato. Acusamos a receção do seu e-mail. Cumpre-nos esclarecer que é titular do contrato Cartão Jumbo mais desde novembro de 17/04/2003. No seguimento do seu pedido de informações, cumpre-nos esclarecer que o valor a pagamento no seu contrato Cartão Jumbo Mais é de 10,40€ referente à Comissão de Inatividade originada pela não utilização do Cartão durante 12 meses consecutivos, conforme previsto contratualmente. De forma a evitar a cobrança da Comissão de Inatividade, sugerimos a utilização do seu Cartão Jumbo mais, numa compra anual em qualquer superfície Jumbo ou Norauto, de qualquer valor e modalidade.Poderá consultar a informação acima mencionada no seu extrato mensal disponível através do site do Oney, em www.oney.pt. Após realizar o registo com sucesso, receberá no seu endereço eletrónico um link ao qual deverá aceder, permitindo a consulta do seu extrato. O Oney solicita que proceda à regularização do montante até 28 de junho, por Multibanco, com os seguintes elementos:Entidade: 20678Referência: 000747012Valor: 10,40€ O Oney, na sua qualidade de Instituição Bancária, rege-se pela Lei n.º 25/2008 que estabelece um dever de identificação dos Clientes e ainda o Aviso 5/2013 do Banco de Portugal, que obrigam a ter, em permanência, a informação atualizada e os respetivos documentos comprovativos dos seus Clientes.Deste modo, agradecemos a sua disponibilidade para o envio da cópia do seu documento de Identificação, comprovativo de rendimentos (último mês), comprovativo de morada atualizado de Residência (fatura de luz, água, telefone, gás), comprovativo de morada Fiscal (Nota de Liquidação IRS ou IMI) e atualização dos seguintes dados:Naturalidade (país/local):Telefone Fixo:Telemóvel:Telefone Emprego:
Caixa Geral de Depósitos - Resolução de Reembolso (excedido o prazo limite definido por lei)
Bom dia,No dia 3 de Janeiro, 16 de Janeiro e 19 de Janeiro de 2019 a Amazon.es emitiu reembolsos no valor de 25,53€ , 279,38€ e 5,50€ respectivamente que correspondem à devolução de um artigo comprado online e respectivos portes.Os reembolsos foram processados pela Amazon.es mas os mesmos não foram repostos na minha conta bancaria CGD.Entrei imediatamente em contacto com a CGD, à qual entreguei as seguintes referências numerárias providenciadas pela a Amazon.es, de maneira a que a CGD consiga ver estes reembolsos no seu sistema interno:55204719019200331862969 : 25 euros55204719019200331862969 : 279,38 euros55204719016200637495947 : 5,50 eurosAo registo deste problema foi atribuída a referência 01219001009 e após vários contactos realizados da minha parte de maneira a ter uma atualização, a resposta é sempre a mesma “ o problema está em análise”.Sendo que por lei o tempo limite para a reposição dos reembolsos seriam de 180 dias (6 meses), prazo o qual já foi excedido, irei apresentar formalmente queixa através do meu advogado a todas as entidades responsáveis pela supervisão das vossas actividades.Agradeço a resolução e a devolução de 310€ em dívida.João Oliveira
Retiraram dinheiro da conta bancária
Venho por este meio comunicar que me retiraram dinheiro à mais da conta bancária. Gostava de receber o dinheiro de volta e cancelar a minha subscrição
Negligência
No passado dia 30 de Junho, por volta das 14h50 desloquei-me ao hospital Amadora-Sintra com a minha avó de 81 anos, que tinha acidentalmente engolido um osso de frango enquanto almoçava. Ela apresentava para além de dificuldade em respirar, muitas dores na zona da garganta e estava visivelmente em mau estado.O que se passou a seguir foi de uma completa falta de profissionalismo, respeito e educação para com o próximo, neste caso uma idosa de 81 anos que apesar de estar consciente estava numa visível aflição, com muitas dores e dificuldade em falar. Começando pela triagem, o enfermeiro de serviço recusou-se a atendê-la enquanto estava alguém da minha família a tratar dos papéis no balcão. Para além da total indiferença que demonstrou com a situação, não manifestou qualquer tipo de empatia, nem me informou de qualquer procedimento que iria ser efectuado. Culminando esta situação com a avaliação dele: pulseira amarela. Pulseira amarela no hospital Amadora-Sintra é sinónimo de estar horas a fio à espera. De seguida, o Sr. enfermeiro de serviço, com toda a sua rudeza deu ordem a uma auxiliar para encaminhar a minha avó para uma sala no interior das urgências. Sem mais explicações, sem pedir um RX para localizar o corpo estranho ou uma TAC.Foi-me impedido acompanhá-la, por motivo de estar na hora da mudança de turno. Ficou então sozinha no interior das urgências, até por volta das 15h40, hora em que me deixaram entrar. A seguir foi a continuação do pesadelo, uma vez lá dentro, ninguém me sabia dizer onde ela estava tendo-me sido dito que a procurasse. Acabei por a encontrar sentada a um canto, ainda sem ter sido assistida por nenhum médico. Ela sentia-se pior, estava visivelmente inchada, quer na zona do rosto, quer da zona do pescoço. Por esta altura ouço duas funcionárias do hospital a rirem-se e a fazerem piadas sobre a situação da minha avó. Ouvi frases como: agora entrou uma com um osso na garganta., seguidas das devidas gargalhadas que essas supostas profissionais acharam ser apropriadas face à situação. Para não enervar a minha avó decidi não comentar a situação, pois não quis agravar o seu estado.De seguida dirijo-me a um dos enfermeiros de serviço, questiono-o sobre o que vão fazer com ela e quando irá ser atendida. É-me dito que não têm médico otorrino de serviço e que teria de continuar a aguardar. Agradeci a informação e continuei à espera.Passados sensivelmente 45 minutos a situação permanecia igual, sem qualquer tipo de procedimento efectuado. Sendo que a minha avó sentia picadas cada vez mais fortes na zona do pescoço e garganta. Face a toda esta indiferença, desumanidade e falta de respeito para com um ser humano em aflição, decidi num acto de desespero levá-la para outro hospital, neste caso para o hospita da Luz em Benfica.Devo dizer que no tempo em que foi admitida, demorou 2 minutos na triagem, foi tratada com prioridade, atendida de imediato por um médico que solicitou de imediato um RX e TAC, onde se observou que ela tinha um osso pontiagudo em forma de V com 2,3 cm em cada ponta que lhe estava a perfurar o esófago e a causar perigo, uma vez que já estava a fazer feridas. Tendo sido tomadas as devidas diligências para ser operada no próprio dia. Não sei o que lhe teria acontecido se não tivesse sido levada para outro hospital. Gostaria de convidar todos os intervenientes que atenderam a minha avó no hospital amadora-sintra, a terem um osso destas dimensões a perfurar o esófago. Começando pelo sr. enfermeiro que achou que não era nenhuma urgência, passando pela senhoras funcionárias do hospital que acharam muita graça ao facto de uma idosa de 81 anos se encontrar naquela situação. Não só achando graça, como verbalizando a mesma, sem uma gota de humanidade.
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