Reclamações públicas

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D. V.
05/03/2026
importrust

Importrust - Falta de transparência e veículo estacionado em saibro ao relento: processo(3685)

Na qualidade de proprietário do veículo com (Chassis: JSAFJB43V00170927) com o numero de processo na importrust 3685, venho formalizar esta exposição relativa ao serviço de importação prestado pela Importrust , face ao que considero ser um desvio grave das condições que prometem. 1. Incumprimento de Prazos e Incongruência de Informação: O serviço foi aceite com base numa expectativa de prazo de 4 a 6 semanas. Decorridas 11 semanas e 5 dias que paguei o veiculo ao stand(13/12/2025) transferência imediata, o processo permanece inconcluído. Fui informado por escrito de que o processo se encontrava 'em análise no IMT', contudo, ontem após diligências próprias junto do centro de inspeções, apurei que o veículo não realizou a Inspeção B (etapa tecnicamente precedente à homologação). Mais informo que recebi emails da importrust depois de muita insistência com as comunicações automáticas do IMT (29/01, 12/02 e 04/03) que demonstram a submissão de formulários com campos técnicos fundamentais (CO2 e Eixos) por preencher, provavelmente o que terá motivado sucessivas reiterações e atrasos por parte da entidade pública. 2. Obstrução ao Acesso à Informação: Solicitei provas documentais da submissão correta do processo, foram-me enviados ficheiros tecnicamente ilegíveis ou bloqueados (ex: 'blocked.gif' como envio prova em anexo), impedindo-me de exercer o meu direito de fiscalização sobre o estado real da legalização do meu património. Esta prática compromete a transparência devida ao consumidor. É de salientar a estranha coincidência de que, após silêncios ás minhas questões e respostas vagas, a empresa retomou o contacto minutos depois de eu ter ligado pessoalmente para o centro de inspeções da Controlauto (Pinhal Novo) para localizar o meu veículo, ainda assim com alguma informação enviada vindo com ficheiros em blocked.gif. Este facto demonstra que a empresa não estava a acompanhar o processo com a diligência devida, agindo apenas por reação à minha iniciativa própria de fiscalização do paradeiro do meu património. 3. Condições de Custódia e Acondicionamento: É um veículo já com alguns anos que adquiri para coleção, encontra-se imobilizado há mais de 5 semanas num parque logístico no Pinhal Novo-Palmela (controlauto). Conforme evidências fotográficas e confirmado (04/03/2026) pela chamada que efetuei para a controlauto para saber do veiculo, o automóvel está parqueado ao relento e sobre pavimento de saibro/terra. Atendendo à sensibilidade mecânica do modelo (chassis de longarinas), este acondicionamento expõe o bem a humidade ascendente e corrosão prematura, configurando uma aparente falta de zelo pela conservação do veículo. Uma coisa é o veiculo estar parqueado nessas péssimas condições o tempo que prometem que já não deveria ser correto, mas continuar a estar nessas condições ainda e saber lá mais quanto tempo, é inadmissível. 4. O serviço que promovem: A empresa promove o seu serviço com a garantia de atualizações constantes e total clareza em todas as etapas do processo. Contudo, a experiência real no meu processo revela uma omissão sistemática de dados. Fui forçado a realizar diligências próprias junto de centros de inspeção para obter informações básicas sobre o paradeiro inspeção e o estado do meu veículo, as quais a empresa falhou em fornecer ou prestou de forma contraditória. Esta discrepância entre o marketing da empresa e a prática operacional constitui uma quebra de confiança e uma falha grave na prestação do serviço de consultoria contratado. 5. Gestão de Contacto Criativa e Falta de Profissionalismo: Como nota final sobre a 'clareza' do serviço, refiro o episódio em que o gestor do meu processo me reencaminhou para um colega, alegando estar ausente até terça-feira. Contudo, para minha surpresa, ao ligar para o número geral da empresa minutos depois, foi o próprio gestor 'ausente' que atendeu a chamada. Esta tentativa de evitar o contacto direto com o cliente, simulando ausências inexistentes, é reveladora do nível de seriedade e compromisso que a Importrust dedica a quem já pagou a totalidade do veículo(pago em 13/12/2025 transferência imediata) e também já pagou metade do serviço da importrust(pago em 11/12/2025 transferência imediata). Exijo um prazo de entrega do veiculo a regularização imediata do processo e o agendamento da inspeção técnica e o acondicionamento do veiculo em local seguro e protegido. Reservo-me o direito de solicitar uma peritagem técnica independente no ato da entrega e de exigir a respetiva reparação ou compensação por qualquer degradação (oxidação, bateria ou componentes mecânicos) resultante deste período de imobilização em condições desadequadas. Esta exposição visa apenas o restabelecimento da verdade contratual e a proteção dos meus direitos enquanto consumidor. P.S.: Junto em anexo, a título de exemplo, o registo de e-mails enviados onde consta ficheiro tecnicamente inacessível ('blocked.gif'), o que ilustra a referida falta de transparência. Anexo o print de e-mail recebido onde não está preenchido os campos do Co2 e eixos, anexo também a resposta dado no WhatsApp. Caso estas informações sejam desmentidas ou a situação não seja regularizada de imediato, não hesitarei em atualizar esta reclamação anexando a totalidade do histórico de comunicações contraditórias, bem como as evidências fotográficas que comprovam o estado de acondicionamento do veículo sobre um chão (terra batida/saibro e ao relento.), para que não restem dúvidas sobre a natureza do serviço prestado até ao momento

Encerrada
L. N.
05/03/2026
"Geral - Adigal, Lda.

chauvinismo e xenofobia

Denuncio o chauvinismo e a xenofobia contra uma europeia casada com um português Sou estrangeiro, pago impostos em Portugal e sou proprietário de um apartamento num prédio gerido pela Adigal. Não vivo aqui permanentemente, não consigo aprender completamente a língua local. Compreendo o escrito e, em parte, o oral. Até agora, quando me deslocava ao escritório da Adigal, conseguia comunicar em inglês, que a secretária sentada no primeiro escritório domina perfeitamente. Hoje, quando fui pagar a minha conta anual, recusaram-se a comunicar comigo em inglês. A mesma pessoa, que normalmente o fazia perfeitamente, hoje só aceitou comunicar em português. Usei um tradutor online para fazer a minha pergunta, à qual a mesma senhora respondeu da mesma forma. Fiz uma pergunta adicional à primeira senhora em resposta à sua resposta escrita, também com a ajuda do programa de tradução, mas ela recusou-se a responder. A segunda senhora, que estava a tratar da minha conta, levantou-se e começou a gritar em português, a insultar-me e a recusar-se a fazer a minha conta. Segundo ela, toda a gente deve falar a língua local. Outro proprietário de apartamento que acabara de entrar também ouviu a conversa. Considero este comportamento totalmente inadequado, pouco profissional, xenofobe e chauvinista. Não honra nem a Adigal nem Portugal.

Encerrada
L. A.
05/03/2026

Falha de entrega e redirecionamento indevido

Assunto: Reclamação formal – Falha de entrega e redirecionamento indevido da encomenda nº 1263028969 Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela transportadora GLS na entrega da minha encomenda nº 1263028969. (Encomenda que solicitou o meu namorado Lucas Almeida, do PRÉMIO Deco Proteste!) Inicialmente recebi indicação de que a entrega não foi realizada por “ausência do destinatário”, informação que não corresponde à verdade. No momento da alegada tentativa de entrega encontravam-se pessoas na morada, inclusive familiares no exterior da rua. Após essa situação, entrei em contacto com o apoio ao cliente para esclarecer o sucedido e indicar novamente a localização da morada. Durante a chamada expliquei detalhadamente como chegar à minha morada! A colaboradora afirmou inclusive que estava a verificar a localização através do Google Maps. Apesar disso, verifiquei posteriormente que a encomenda foi redirecionada para um Parcel Shop na Avenida Amália Rodrigues nº10, sem qualquer pedido ou autorização da minha parte. Voltei a contactar a GLS e fui informada de algo ainda mais surpreendente: que o estafeta não entrega na minha rua alegando que esta estaria “interdita” e que existiriam buracos na estrada que teriam provocado danos num veículo anteriormente. Esclareço que esta informação é completamente falsa. A rua onde resido não está interditada e é utilizada diariamente por todos os moradores da zona. Caso tenham existido obras ou irregularidades pontuais no passado, tal não justifica a recusa permanente de entrega numa morada válida e habitada. Considero esta situação extremamente grave pelos seguintes motivos: • Foi registada uma falsa tentativa de entrega por “ausência”. • A encomenda foi redirecionada para um ponto de recolha sem o meu consentimento. • Foram apresentadas justificações que não correspondem à realidade da situação da via. • O cliente é obrigado a deslocar-se a um ponto de recolha apesar de ter solicitado e pago uma entrega na morada indicada. Enquanto cliente considero este comportamento inaceitável e revelador de falta de profissionalismo e de respeito pelo destinatário. Solicito que esta situação seja analisada internamente e que me seja prestado um esclarecimento formal relativamente: • à falsa tentativa de entrega, • à recusa de entrega na minha morada, • e ao redirecionamento não autorizado da encomenda.

Encerrada

Aplicação indevida de exclusões no seguro de saúde

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao seguro de saúde Médis associado à empresa Elenco das Pétalas – Unipessoal, Lda., NIF 517 565 366, celebrado em janeiro de 2024. (N.º do cartão Médis: A3821919100) Aquando da adesão ao referido seguro, prestei todas as informações solicitadas com total transparência e boa-fé, declarando que tinha sido submetida a uma cirurgia à coluna no ano de 2009, bem como que, na altura, tinha tido dois miomas uterinos. Importa, contudo, referir que tais situações ocorreram há vários anos e que, desde então, nunca mais voltei a apresentar quaisquer problemas relacionados com a coluna lombar nem com miomas uterinos que secaram. Importa ainda esclarecer que a única situação ocasional que tenho sentido ao longo dos anos está relacionada com a zona cervical, situação distinta da cirurgia lombar realizada em 2009 e que não tem qualquer relação direta com a mesma. Apesar de se tratar de situações clínicas ultrapassadas há muitos anos, fui penalizada com exclusões no seguro, o que considero manifestamente injusto e desproporcional. Recordo que a legislação portuguesa consagra o denominado “direito ao esquecimento”, previsto na Lei n.º 75/2021, que estabelece que não deve existir discriminação no acesso a seguros ou condições contratuais baseada em antecedentes clínicos já ultrapassados. Assim, não considero aceitável que factos clínicos ocorridos há mais de uma década continuem a ser utilizados como fundamento para exclusões ou limitações num contrato de seguro de saúde celebrado em 2024. Face ao exposto, solicito a reavaliação da presente situação e a revisão das exclusões aplicadas, em conformidade com os princípios legais aplicáveis e com o direito ao esquecimento consagrado na legislação portuguesa. Informo igualmente que sou associada da DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor e que, caso esta situação não seja devidamente analisada e corrigida, ponderarei recorrer às entidades competentes, designadamente à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF). Neste momento só tenho a simulação, não tenho o contrato, terei que o solicitar. Aguardo a vossa resposta e a devida análise da presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Sandra Maria Carvalho Coelho

Encerrada
T. M.
05/03/2026

Reclamação Formal – Práticas Abusivas da Empresa “Quarto e Quartos”

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente às práticas adotadas pela empresa Quarto e Quartos, que aparentam violar diversos direitos fundamentais dos arrendatários previstos na legislação portuguesa. Têm sido reportadas, por vários inquilinos, situações recorrentes que levantam sérias preocupações quanto ao cumprimento da lei e das boas práticas no arrendamento habitacional. Entre essas situações destacam-se: 1. Não devolução da caução no final do contrato Existem diversos relatos de inquilinos que, após cessarem o contrato e entregarem o quarto em condições adequadas, não recebem a devolução da caução. Nos termos do Código Civil Português, nomeadamente do artigo 1076.º, a caução tem como finalidade garantir o cumprimento das obrigações do arrendatário e deve ser devolvida no final do contrato caso não existam danos ou valores em dívida devidamente comprovados. A retenção injustificada deste valor pode constituir uma prática abusiva. 2. Transferência indevida de responsabilidades de manutenção para os inquilinos Foi igualmente reportado que a empresa exige que os residentes paguem reparações relacionadas com problemas estruturais ou de manutenção do imóvel. De acordo com o artigo 1031.º do Código Civil, é obrigação do senhorio assegurar que o imóvel se encontra em condições de servir para o fim a que se destina, sendo também responsável pelas obras de conservação necessárias, salvo quando os danos resultem comprovadamente de mau uso por parte do arrendatário. 3. Práticas de intimidação em caso de atraso mínimo no pagamento da renda Existem relatos de comunicações intimidatórias quando ocorre um atraso de apenas dois dias no pagamento da renda. Embora o pagamento pontual seja uma obrigação do arrendatário (artigo 1038.º do Código Civil), a lei estabelece mecanismos formais para resolução de incumprimentos e não legitima práticas de pressão ou intimidação por parte do senhorio ou da entidade gestora. 4. Entrada em quartos arrendados sem autorização do inquilino Uma das situações mais graves relatadas refere-se à entrada de colaboradores da empresa nos quartos arrendados sem consentimento ou aviso prévio dos inquilinos. Esta prática pode configurar violação do direito à privacidade e do domicílio do arrendatário, protegido pela legislação portuguesa, nomeadamente pelo artigo 34.º da Constituição da República Portuguesa, que estabelece a inviolabilidade do domicílio, bem como pelos princípios gerais do regime de arrendamento urbano. Face à gravidade das situações relatadas, solicita-se que as entidades competentes analisem estas práticas e verifiquem se a empresa Quarto e Quartos está a cumprir as suas obrigações legais enquanto entidade gestora de arrendamentos. Caso se confirmem irregularidades, solicita-se a adoção das medidas necessárias para garantir: - A proteção dos direitos dos arrendatários; - A devolução de cauções indevidamente retidas; - O cumprimento das obrigações legais por parte da empresa; - O respeito pela privacidade e segurança dos residentes. Esta reclamação é apresentada no interesse da defesa dos direitos dos consumidores e arrendatários, esperando que sejam tomadas as devidas diligências para averiguar estas práticas e prevenir a sua continuidade.

Encerrada
P. T.
05/03/2026

Apropriação indevida de encomenda

Efectuei uma compra online e pedi para ser entregue na morada pretendida( Av. da República 294). O estafeta por engano entregou na loja Vodafone sita na mesma Avenida, no número 268. Pediu-me desculpa e perguntou se eu não me importava de ir lá tratar pessoalmente do caso. Como é próximo, desloquei-me a esse estabelecimento, expliquei a situação. Mostrei as fotografias que o estafeta me enviou do interior da loja com a minha encomenda na mão aquando da entrega. Informaram-me que não tinham lá nenhuma encomenda em meu nome, que a fotografia do estafeta não provava nada, que ele podia ter tirado a foto e ter ficado com a encomenda. Pedi se podiam verificar as imagens internas do dia e da hora que constam na fotografia do estafeta aquando da entrega. Disseram-me que para aceder às imagens teriam de ter um auto da polícia. Informaram-me que todos os dias recebem encomendas pessoais, que o chefe de loja não tem de responsabilizar pela sua equipa. No mesmo dia, informaram um colega meu que tinham lá a trabalhar uma colega com o mesmo nome que eu e que poderia ter acontecido essa pessoa ter ficado com a minha encomenda por engano. Essa funcionária de nome Paula Cristina Graça, ligou-me no dia 4 de Março a comunicar que estava doente, que tinha recebido uma encomenda que coincidentememente tinha os mesmos artigos que eu encomendei, mas que eram de uma encomenda que ela própria tinha feito. Pediu-me que lhe enviasse um print dos artigos que comprei, pedido ao quals acedi. Eu pedi que também me enviasse o print da sua encomenda. Enviou-me umas imagens, sem data de compra, sem data de entrega. Quando a questionei em relação a isso, enviou mensagens que não tinha saúde para andar com estas desconfianças, que o pai tinha sido polícia, que não queria o nome dela a ser falado, que preferia pagar o valor da encomenda que eu alegava que a loja tinha ficado indevidamente. Expliquei que a questão não era o valor monetário, que esse prejuízo a empresa assumia. A urgência é nos artigos. Pretendo por isso que me entreguem a encomenda que está em meu nome e que foi retida indevidamente loja da Avenida da República em Vila Nova de Gaia.

Encerrada
A. S.
05/03/2026
NUDE PROJECT SL,

Impossibilidade de usar o Crédito

Na época do Natal adquiri uma camisola nesta loja online. Depois do pagamento feito, recebi a mensagem que estava esgotada e que tinha duas soluções: ou me devolviam o dinheiro ou dava-me um valor adicional de 15€ e eu poderia usar o crédito total noutra compra, ficando com um total de 74€. Tentei agora entrar na minha conta, que diz a password estar incorreta. Quanto tento pedir nova password, não recebo qualquer email para o fazer. Já pedi diversas vezes que me solucionassem a questão, e o que me dizem por mail é que a responsabilidade não é deles, e quando peço uma alternativa para reaver ou usar o saldo ninguém responde. Neste momento quero apenas o meu dinheiro de volta, pois perdi totalmente a confiança nesta marca.

Resolvida
A. P.
05/03/2026

Fraude através do Paypal

Caros Srs., No mês passado acedi ao site Claritycheck para saber de quem era um número de telefone que me estava a incomodar. O custo do serviço era de 0,50 euros. Passado algum tempo, volto ao site da Paypal e verifico que me tinham debitado mais 0,50 euros e que estava uma autorização em curso para me debitarem mais 29,99 euros. Barrei a autorização e retirei o meu cartão de débito da Paypal. Reportei-lhes a situação e a minha reclamação foi extinta passados minutos. Passadas umas semanas, verifico que mesmo sem um cartão associado à conta Paypal, retiraram-me 29,99 euros da conta bancária. Abri uma reclamação junto da Claritycheck, que me pediu os meus dados pessoais, incluindo o número de cartão. Repetiram o mesmo email umas 7 vezes, até eu me cansar de tentar lidar com eles. Fui ao site e cancelei uma suposta subscrição que nunca fiz. Expliquei ao meu banco o sucedido e cancelaram o meu cartão. Fui à polícia fazer queixa de que fui vítima de fraude. Voltei à Paypal. Reabri uma reclamação. Juntei o Auto da GNR. A resposta deles hoje foi: "Recebemos uma resposta do seu comerciante e também analisámos todos os detalhes da sua reclamação. Com base na resposta do comerciante e nas informações que temos até à data, teremos de recusar a sua reclamação. Esta decisão foi tomada porque o comerciante o(a) informou das datas em que lhe seria faturado este contrato de faturação no período exigido." Reforço que eu nunca fiz um contrato de faturação, nem nunca fui informada de que iria sofrer qualquer débito. Reclamação Paypal nº: PP-R-JRD-618197294

Encerrada
B. C.
05/03/2026

Ocultação de informação

Desloquei-me ao estabelecimento BodyConcept de Santarém para realizar uma consulta inicial, tendo-me sido apresentada uma proposta sempre em formato de prestações mensais, nunca tendo sido claramente indicado o valor total do tratamento. A informação transmitida levou-me a crer que estaria perante um modelo semelhante a uma subscrição (por exemplo, como a de um ginásio) e não perante a celebração de um contrato de crédito com uma entidade financeira externa. Durante a consulta, foi-me solicitado um código recebido por mensagem, tendo-me sido indicado apenas para fornecer esse código, sem qualquer explicação clara sobre a finalidade do mesmo. Em momento algum me foi explicado que esse procedimento correspondia à celebração de um contrato de financiamento com a entidade financeira Cofidis, através do sistema Cofidis Pay. Foi também mencionada a emissão de uma fatura por email; contudo, como naquele momento efetuei apenas o pagamento de um kit inicial e de um creme, presumi tratar-se da fatura relativa a esses produtos. Importa salientar que: 1. Nunca me foi apresentada, de forma clara e inequívoca, a existência de uma parceria com a Cofidis; 2. Nunca me foi explicado que estaria a celebrar um contrato de crédito; 3. Nunca me foi devidamente esclarecido o valor global do tratamento; 4. Não me foi dado tempo adequado para análise consciente e informada da documentação; 5. Não realizei qualquer sessão de tratamento, tendo apenas adquirido o kit e o creme, que já se encontram pagos (em anexo). Cerca de 30 minutos após sair do estabelecimento, em conversa com o meu namorado, ao aperceber-me da real natureza da situação, entrei imediatamente em contacto com o estabelecimento, manifestando a minha intenção de resolver a situação. Foi-me, contudo, respondido que teria “assinado e aceite tudo” e que não seria possível cancelar, a não ser mediante pagamento da totalidade do produto/serviço que ainda não usufruí. Durante essa comunicação foi ainda feita uma observação desadequada relativamente à minha capacidade de compreensão, o que considero profundamente desrespeitoso. Posteriormente, fui novamente contactada telefonicamente pelo estabelecimento para agendamento de tratamentos, apesar de já ter comunicado expressamente que não pretendia prosseguir com qualquer serviço. Considero que ocorreu uma clara omissão de informação relevante, falta de transparência contratual e violação do dever de informação prévia ao consumidor, o que comprometeu a formação de um consentimento livre, esclarecido e informado, princípios fundamentais previstos na legislação de defesa do consumidor e na contratação de crédito ao consumo. Face ao exposto, venho solicitar a vossa intervenção e apoio na análise desta situação, uma vez que considero não ter sido devidamente informada sobre a celebração de qualquer contrato de crédito. O meu único objetivo é proceder ao cancelamento do contrato associado ao sistema Cofidis Pay, relativo a um serviço que não usufruí e cuja natureza contratual não me foi devidamente explicada no momento da consulta.

Encerrada
L. R.
05/03/2026

Produto danificado não aceite pela garantia

Exmos. Senhores, Venho registar a minha reclamação à empresa efectoLED Prismica S.L. C/ Llevant nº 2 46715 L' Alqueria de la Comtessa NIPC PT980627818 Adquiri 4 candeeiros ref.ª 71726 - 145337 Candeeiro de Parede Jigger - Cor Preto, em fevereiro de 2023, porém a parte dourada ganhou bastante ferrugem, pelo que procedi ao pedido de devolução/troca/reembolso fundamentando que estes produtos se encontravam dentro da garantia e que o material teria um problema, pois na mesma divisão tenho outro candeeiro dourando que foi instalado no mesmo dia e que está em perfeitas condições sem sinal de ferrugem. Posto isto, a empresa decidiu cancelar o meu pedido alegando que não há problemas com o material, que a ferrugem se deve ao lugar onde estão instalados e que se fosse um problema do material isto teria ocorrido há mais tempo e não agora perto dos 3 anos. Ora isto é um fundamento de recusa péssimo, que descarta responsabilidades da empresa pois se a garantia aplica-se ao mínimo de 3 anos é porque deve cobrir os danos pelo menos até essa data. Acho de uma desonestidade tremenda esta atitude da empresa e por isso quero apresentar queixa.

Encerrada

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