Efectuei uma compra online e pedi para ser entregue na morada pretendida( Av. da República 294). O estafeta por engano entregou na loja Vodafone sita na mesma Avenida, no número 268.
Pediu-me desculpa e perguntou se eu não me importava de ir lá tratar pessoalmente do caso.
Como é próximo, desloquei-me a esse estabelecimento, expliquei a situação. Mostrei as fotografias que o estafeta me enviou do interior da loja com a minha encomenda na mão aquando da entrega.
Informaram-me que não tinham lá nenhuma encomenda em meu nome, que a fotografia do estafeta não provava nada, que ele podia ter tirado a foto e ter ficado com a encomenda.
Pedi se podiam verificar as imagens internas do dia e da hora que constam na fotografia do estafeta aquando da entrega. Disseram-me que para aceder às imagens teriam de ter um auto da polícia.
Informaram-me que todos os dias recebem encomendas pessoais, que o chefe de loja não tem de responsabilizar pela sua equipa.
No mesmo dia, informaram um colega meu que tinham lá a trabalhar uma colega com o mesmo nome que eu e que poderia ter acontecido essa pessoa ter ficado com a minha encomenda por engano.
Essa funcionária de nome Paula Cristina Graça, ligou-me no dia 4 de Março a comunicar que estava doente, que tinha recebido uma encomenda que coincidentememente tinha os mesmos artigos que eu encomendei, mas que eram de uma encomenda que ela própria tinha feito.
Pediu-me que lhe enviasse um print dos artigos que comprei, pedido ao quals acedi.
Eu pedi que também me enviasse o print da sua encomenda. Enviou-me umas imagens, sem data de compra, sem data de entrega.
Quando a questionei em relação a isso, enviou mensagens que não tinha saúde para andar com estas desconfianças, que o pai tinha sido polícia, que não queria o nome dela a ser falado, que preferia pagar o valor da encomenda que eu alegava que a loja tinha ficado indevidamente.
Expliquei que a questão não era o valor monetário, que esse prejuízo a empresa assumia. A urgência é nos artigos. Pretendo por isso que me entreguem a encomenda que está em meu nome e que foi retida indevidamente loja da Avenida da República em Vila Nova de Gaia.