Reclamações públicas

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D. S.
07/06/2021

Burla e falta de informacao

venho por este meio reclamar da empresa Wizink.aconteceu que sofri uma burla no valor de 2250€ com um cartão da wizink que nem sequer estava ativo.informei a wizink do sucedido e esta disse me para fazer queixa na policia e enviar a queixa para eles bem como um formulário de movimentos não reconhecidos e assim o fiz.passado uma semana recebo uma chamada do departamento de cobranças da wizink a informar da minha divida. expliquei que tinha sido uma burla e que estava a espera de uma resposta do departamento das fraudes, que supostamente disseram-me que haveria de me ligar.Qual o meu espanto quando o senhor do departamento das cobranças me informa que o caso já estava encerrado e que eu seria o culpado e que iria receber uma carta em casa a informar que eu era o culpado e o porque. ate hoje estou a espera, já me ameaçaram com o banco de Portugal (sendo que acabei por pagar apenas 15€ para evitar ter o meu nome no banco de Portugal) mas isto é inadmissível. não tenho qualquer tipo de esclarecimento da parte deles, já liguei dezenas de vezes e dizem sempre que não me conseguem fornecer mais informação nenhuma! A divida em si já esta a ganhar juros, e o caso esta também na judiciaria (mas aparentemente a Wizink tem um departamento de Fraudes mais eficaz que a nossa justiça pois no espaço de pouco mais de uma semana de eu ter enviado toda a informação eles declaram-me culpado do sucedido. Então agora tenho de pagar por uma coisa que não fui eu que fiz sendo que esta empresa tem um seguro para no caso de haver fraudes o cliente estar protegido? peço sinceramente a ajuda da DECO para que isto se possa resolver pelo melhor! O portal da queixa esta cheio de queixas do mesmo nível, todos burlados e todos sem qualquer tipo de explicação ou informação e todos considerados culpados.Reforço que a burla aconteceu com o meu cartão de credito que estava DESATIVADO. não sei como a pessoa que me burlou o conseguiu ativar pois para ativar um cartão de credito precisamos do numero do cartão e este estava guardado numa gaveta pois não tinha intenções de o usar.mais uma vez peço a vossa ajuda para que isto se resolva rapidamente.obrigado Diogo Silva

Resolvida
A. F.
03/06/2021

Problemas com cartão de crédito

Venho pelo presente solicitar a v/ ajuda no sentido de obter uma resolução adequada para uma situação perante a qual me sinto impotente para resolver. Tenho o cartão de crédito Universo há já algum tempo e de um modo geral até final do ano passado funcionou bem. Os extractos vinham correctos e apenas uma única vez por mês eram debitados os juros a pagar bem como o respectivo imposto de selo. A partir de Janeiro deste ano, começou simplesmente a ser vergonhoso. Estão constantemente a debitar juros e imposto de selo, a debitar e a creditar juros e imposto de selo, isto numa confusão enorme de débito e crédito de juros e imposto de selo que ninguém consegue entender. Como a minha confiança no nosso sistema bancário e em tudo o que o envolve é zero já desde há muito tempo, faço um registo de todos os movimentos em excel para melhor perceber a forma como me roubam dinheiro à descarada. Poderão verificar esta situação nos pdf's que seguem em anexo. Entretanto, no último extracto que recebi, aparece como quantia a pagar no próximo dia 5 (dia em que habitualmente é pago o valor mensal definido), o valor de € 37,84. De seguida verifico que na minha área de cliente esse valor passa para € 55,06 e fico sem perceber qual o valor a pagar. Afinal são € 37,84 ou € 55,06. Já sei que se ligar para a linha de apoio vão-se desfazer em desculpas e dar uma explicação barata que não faz qq sentido pelo que preciso da v/ ajuda para resolver esta situação que é, em meu entender, um abuso claro na forma de tratamento dos clientes/utentes que são afinal quem lhes paga para que o seu sistema funcione. Nos anexos podem confirmar tudo o que aqui refiro pois no extracto aparece um valor e no print screen aparece outro. No resumo dos movimentos aparece até final de 2020 apenas uma vez por mês, o débito de juros e imposto de selo, daí para a frente é tão simplesmente uma bela confusão que não se consegue perceber.Agradeço desde já a ajuda que me possam dar na resolução deste assunto.Posso também informar por acréscimo que, embora o assunto tenha sido resolvido, ainda assim não foi como entendo que deveria ter sido.No passado mês de Março enviaram-me um sms a informar que por um valor em atraso de € 0,22 o meu cartão ia ficar com bloqueio e iam comunicar ao Banco de Portugal o que afinal se veio a confirmar ser um erro de processamento do sistema. Pedi que me enviassem uma informação nesse sentido a dizer que era um erro e que por isso não ia ser dada nenhuma informação ao Banco de Portugal só que, até hoje, não recebi nada nesse sentido. É uma vergonha que instituições desta dimensão nos tratem a todos praticamente como lixo quando na verdade nós é que os mantemos em funcionamento. E isto sem que da parte das autoridades exista, pelo menos se existe não se percebe, um controlo para evitar que situações destas aconteçam com a frequência que vimos acontecer. Fico à v/ disposição para os esclarecimentos adicionais que possam necessitar para resolver este assunto.CumprimentosAntónio Miguel Ferreira

Encerrada

HEFESTO - NOME BANCO PORTGAL DE DIVIDA DESCONHECIDA

Estimados Srs,Na semana passada fui contactada por parte do gerente da minha conta a indicar que a instuituição Hefesto-Sociedade de Titularização de Crédito tinha comunicado ao Banco de Portugal uma divida em meu nome.Desconheço a existência de tal divida, o seu valor e datas a que respeita a mesma.Não acho normal que uma instituição possa comunicar o que quer e lhe apeteça ao Banco de Portugal transtornando a vida das pessoas, e sendo quase impossível comunicar com estes Srs.É inadmissivel que uma instituição destas venha atentar e dificultar a vida das pessoas, se eu tivesse alguma divida não me teria sido concedido crédito para compra de casa o que não aconteceu.Agradecia ajuda no sentido de perceber como é que esta instituição pode e que direitos tem em comunicar ao Banco de Portugal uma dívida que desconheço no seu todo, nem valor, nem datas, nem qualquer comunicação sobre a mesma.Não poderá ser normal estes senhores comunicarem a cobrança ao Banco de Portugal uma qualquer dívida sem que uma pessoa possa reclamar.Agradecia ajuda para regularizar esta situação, uma vez que tenho a certeza que não sou devedora de nada muito menos a esta instituição que desconheço.

Encerrada
A. M.
01/06/2021

Seguro multiriscos habitação

Apresento esta reclamação causada pelo seguinte: no passado dia 14 de Novembro de 2020 e depois de uma forte trovoada fiquei com 5 eletrodomésticos danificados (2 televisores, 1 impressora, 1 portátil e 1 desumidificador). Sabendo ter um seguro multiriscos habitação contactei o meu mediador de seguros que aconselhou a levar os eletrodomésticos danificados para uma loja especializada no assunto para que lá fossem peritados pela Companhia de Seguros. Sem dar conhecimento ou ligar uma única vez comigo a referida loja (Saída Informática em Ovar, NIF 503889776) começou por desmontar os eletrodomésticos, reparar o desumidificador (segundo depois comunicado foi apenas necessário trocar um relé), abrir os transformadores de um dos televisores e da impressora e após concluir que estavam queimados achou por bem e porque cheiravam mal (palavras do dono da loja) deitá-los fora. Ora no momento da visita do perito (e reforço, até aqui sem me comunicarem qualquer informação) não havia transformadores para peritar, o desumidificador estava reparado, o outro televisor (já antigo) foi dado como sem reparação e o mesmo aconteceu com o portátil. Nesta altura a Liberty solicita uma declaração do IPMA que comprove a existência da trovoada. Pedi a declaração pela qual paguei 70,54€ e apresentei-a à Companhia de Seguros, que para muito espanto me envia uma carta dando por terminado o processo por a apólice de seguro não cobrir os danos reclamados. A carta mencionava ainda que os aparelhos (e não os transformadores) tinham ido para a reciclagem e por isso nada havia a averiguar. Deparando-me com isto, fui à procura do prejuízo: tentei contactar o perito que tinha ido à loja analisar os eletrodomésticos mas nunca consegui, tendo sempre falado com uma colaboradora do gabinete de peritagens para o qual o mencionado perito trabalhava. Nada consegui resolver, tentei então a loja onde estavam os eletrodomésticos onde me foi dito o acima mencionado: os transformadores mal cheirosos estavam no lixo. Depois de uma troca de palavras não muito simpática acabei por trazer os eletrodomésticos comigo, sendo que o dono da loja nos emprestou dois transformadores bons para puder fazer uso da impressora e do televisor e comprometeu-se a tentar arranjar dois transformadores queimados iguais aos que colocou fora para puder pedir nova peritagem à Companhia de Seguros e enviar-me as fotos que tinha dos meus transformadores queimados e que mostrou ao perito. Não vim embora antes de a pessoa que causou tudo isto (o dono da loja) ter-se lembrado de falar em contas, porque tinha tido o trabalho que ninguém lhe incumbiu e tinha que ser pago. Isto no final do mês de Março, passados 2 meses nem transformadores queimados nem sequer fotografias. Tentei voltar a contactar a Companhia de Seguros para solicitar nova peritagem, tentando adiantar serviço, e ao que me responderam uma vez mais Informamos que o processo em assunto está encerrado, não se afigurando necessária a realização de mais peritagens. Neste momento sou o maior lesado porque além de estar privado de dois televisores (em plena pandemia e já com 80 anos) que eram a minha companhia, num ano tão húmido fiquei sem o desumidificador e o portátil e impressora tão necessários para a minha neta, aluna do 12º ano com grande parte do ano em aulas on-line. Tive que pagar 70,54€ por uma declaração que não deveria ter sido pedida já que a apólice não cobre os danos. O dono da loja de eletrodomésticos além de não ajudar a resolver o problema que criou ainda quer ser pago e a Companhia de Seguros alimentou um processo que me fez acarretar ainda mais custos. Para puder repor os eletrodomésticos danificados tive que despender de mais de 1500€. Ora pago um seguro para quê? Será que além do azar de ter uma trovoada tenho que ficar com todo o restante prejuízo?Agradeço a vossa resposta. Se necessário envio cópias de toda a documentação que tenho e troca de emails.

Resolvida

Injunção Hefesto

Decorrente do facto de ao solicitar uma simulação de crédito, este haver sido negado, resultante da recusa de autorização por parte do Banco de Portugal, estávamos no ano de 2015.Inicio de um longo processo em busca da identificação da causa desse impedimento, levando à existência de um crédito que de acordo com o banco Montepio Geral entretanto identificado como sendo a instituição credora, não teria sido liquidado na sua totalidade.Após contacto pessoal com a divisão de crédito da referida instituição, os representantes da mesma, propuseram o pagamento de metade da divida, o que à altura e perante a dificuldade em identificar a origem da mesma e a distância temporal com o acontecimento dos factos, acrescido da circunstancia da conta em causa pertencer à minha ex-mulher e da qual era apenas segundo titular, determinou optar por solicitar o apoio de uma advogada.Nessa altura tomo conhecimento que a dívida em causa havia sido adquirida pela Hefesto STC, SA. Foi então apresentada uma proposta de pagamento dando nota de que em tempos já havia sido acertado com o Montepio Geral que a dívida ficaria reduzida a metade com pagamento imediato dessa metade, e reiterando a disponibilidade para cumprir o referido acordo.Em resposta o advogado da Hefesto contactou, propondo o perdão de um quarto da divida, foi transmitido da minha parte que entretanto havia sido apresentado oposição à injunção porque também entretanto surgiram documentos que indicavam que afinal a dívida parece que até já tinha sido paga (conforme atestam documentos em anexo), e de acordo com o advogado em causa, sendo a dívida a mesma, seria razão para desistir da injunção e exigir ao Montepio uma compensação, pois a Hefesto comprou um crédito que afinal não existia.Entretanto foi enviada ao tribunal (em data anterior ao prazo determinado (2 de Dezembro)), para onde foi remetido o processo, a procuração forense, solicitada, que comprovava a legitimidade da advogada que me representa.No dia 6 de janeiro de 2017, a advogada que me representava indica-me ter sido notificada pelo tribunal de que o processo havia sido extinto porque a advogada da Hefesto, a quem o tribunal também pediu que enviasse a procuração, não chegou a enviar a procuração ao tribunal.Teria apenas que aguardar que a sentença de extinção transitasse em julgado, por norma num prazo de após 30 dias, portanto na prática o processo encerrava aqui.Daí até à data de hoje, uma vez considerar a situação resolvida, nada considerei fazer, mas ao consultar o mapa da Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal, constato que o meu nome está ainda incluído na lista bem como que a Hefesto, é agora controlada por uma empresa designada Whitestar, com qual nunca anteroriormente havia estabelecido qualquer contacto, não tenho por essa razão nenhum interlocutor.Todo este processo, moroso, desgastante, arrasta consigo o meu nome para algo que de facto nunca assumi como sendo da minha inteira responsabilidade e para a qual fui sempre apresentando disponibilidade em busca sua resolução.Venho assim solicitar de VV. Ex.??. a melhor atenção para este assunto.Cordiais Cumprimentos.

Encerrada
A. C.
30/05/2021

Cobertura da incapacidade temporária absoluta por doença.

Venho, por este meio comunicar a vossa ExasQue quando obtive um crédito pessoal com o meu banco (Millennium BCP), foi-me proposto aderir um seguro de proteção ao crédito pessoal, que em caso de baixa médica oudesemprego o seguro cobreria as prestações em falta. Deste modo aceitei em aderir a um seguro Proteção ao crédito-PPP crédito Pessoal(Apólice nº PC83154702 da Ocidental Seguros).E que agora que estou doente com baixa médica e impossibilitada de trabalhar desde 23 de abril de 2021, segundo atestado médico.Fui informada por carta e por telefone, que de acordo com a avaliação do vosso departamento médico, a patologia que motiva a minha doença enquadra-se nas doenças do Foro Psicopatológico, e que a incapacidade decorrente da patologia que foi me diagnosticada não será objecto de reembolso por parte da vossa companhia.Assim serve a presente missiva para me opor a vossa decisão em relação a não indeminização que é minha por direitos legais, face ao exposto nas condições gerais desta apólice. Apesar de ter assinado o que é seja no momento do contrato com a seguradora, é de salientar que não me foi dado a conhecer de modo claro e percetível o exposto nas condições principais de exclusões, e nem o que siginifica: - afeções por psicopatologias de qualquer natureza, bem como patologias sem comprovação clinica.Neste ponto de exclusão não estar percetível e não expecificar quaisquer doença do foro psicopatológico na data de firmar o contrato com a vossa companhia de seguros.Devo informar-lhes que tenho o 9 ano de escolaridade, e não sou formada em medicina ou outra do gênero da biologia do corpo humano, para saber se aceito ou não assinar um contrato de seguro onde as clausuras de exclusões onde existem linhas pouco claras e que são nescessárias alguma formação especifica para entende-las melhor. Estas informações são muito sensiveis para passar de modo discreto sem conhecimento e informação clara e concisa para o consumidor, conforme exposto no RJCS (Regime jurídico do contrato de seguro) no Artigo 18.º letra c do Decreto-Lei n.º 72/2008Deveres de informação do seguradorArtigo 18.ºRegime comum: - Sem prejuízo das menções obrigatórias a incluir na apólice, cabe ao segurador prestar todos os esclarecimentos exigíveis e informar o tomador do seguro das condições do contrato, nomeadamente:c) Das exclusões e limitações de coberturaNa expectativa de ter exposto o meu descontentamento com as questões apresentadas, fico aguardar uma resolução satisfatória a minha participação de sinistro referente a cobertura de incapacidade temporária absoluta por doença (Processo de sinistro nº 9382915).

Resolvida
P. A.
27/05/2021

Levantamento em caixa multibanco não deu dinheiro

Venho por este meio, solicitar a v/exas. o reembolso do montante de 40€ que a caixa multibanco ATM 7186 BPI-Embra na Marinha Grande no dia 19 de Abril de 2021, cujo a dita máquina, não deu dinheiro, mas fez o débito em conta.Para que conste, como não consegui levantar dinheiro da conta com cartão do millennium de que sou cliente, introduzi um outro cartão, do banco caixa de credito de leiria, para fazer um levantamento, também de 40€, que deu para levantar. Fiz a exposicão telefónicamente para a linha de cliente do bcp, que me disseram para aguardar uns dois dias, voltei a ligar e já me foi dito para me dirigir a uma sucursal, que assim o fiz. apresentei a minha reclamação na sucursal na Marinha Grande. No dia 28 de Abril de 2021, foi-me creditado um valor de 40€, por conta até apurarem a situação. Hoje, dia 27 de Maio de 2021, recebi um telefonema do bcp a infromar-me de que me tinham debitado os 40€ novamente pois a empresa que faz a gestão das caixas multibanco ( CIVS), não encontrou nenhuma anómalia. Exposto isto, solicito ao bpi a restituição do valor em causa (40€)! Pois o bpi é o dono da caixa atm da Embra.Cumprimentos,Pedro Antunes

Resolvida
R. F.
26/05/2021

Email fraude

Venho por este meio apresentar queixa do Banco wizink por me estarem a ser considerado responsável pelos movimemtos No meu cartão de crédito depois de ter sido vitima de um email de pishingExplico a situação a seguir:No passado dia 23 de Abril de 2021, recebi um email com o layout da WIZINK, informando que era necessário uma ativação de um cartão ,pediam os dados do cartão para ativarem o cartão, eu por erro e por pensar que era um email fidedigno do banco coloquei os dados).passado algumas horas ligaram-me da sibs a dizer que o meu cartão estava com movimentos suspeitos o que de momento contactei o banco para me cancelarem o cartão e não deixarem entrar os movimentos no extrato do cartão.em conversa Telefónica com o banco dissera-me que não podiam fazer nada no momento do telefonema e que tinha de esperar que os movimentos fossem efetivados. estranhei se os movimentos ainda estavam em autorização como e que o banco nao os pode cancelar mas fiz como o banco me disse, espereipassado uns dias os movimentos foram debitados ao meu cartão de credito, liguei de novo para o banco, o qual o operador deu-me conhecimento da necessidade do preenchimento do Formulário de movimentos não reconhecidos, bem como da necessidade do Auto de denuncia apresentada na PSP da área da minha residência, no dia 30 de de Abril de 2021. Após, efetuar todos os procedimentos solicitados (envio de email com o processo completo no dia 30 de Abril de 2021), s valores foram devolvidos ao meu cartão , perguntei como ficava a situação e garantiram-me como fiz todos os procedimentos que me pediram de que garantidamente os valores nunca mais me seriam debitados de novo ao cartão que podia ficar descansado que nestes casos, em que se confirma que é fraude, nada me seria retirado do meu cartão do referido valor da fraude.No entanto hoje dia 26 de Maio para surpresa recebo um email que informam Recebemos e analisámos a sua contestação (...) consideramos que é responsável pelas transações contestadas.Agora pergunto, se de forma fraudulenta fui induzida a efetuar as informações solicitadas, se provei que foi um processo enganoso e fraudulento, com o Formulário da WIZINK, com o Auto da Denuncia da PSP, se nas conversas com a operadora da WIZINK, como podem dar este processo como resolvido, imputando-me responsabilidade pelas transações?Vejamos o que diz o artigo 12 do ACORDO DE UTILIZAÇÃO DOS CARTÕES DE CRÉDITO WIZINK FLEX E....12.4. Em que casos é afastada a responsabilidade do Titular?O Titular não será responsável por quaisquer consequências financeiras resultantes da utilização de um Cartão perdido, furtado,roubado, falsificado ou abusivamente apropriado nos seguintescasos: (i) após ter procedido à notificação a que se refere a Cláusula 12.1., salvo em caso de atuação fraudulenta e (ii) antes de terprocedido à notificação, sempre que se confirme a ausência deculpa relativamente às operações de pagamento não autorizadassupra mencionadascomo e que sou culpado de movimentos que não fiz e de ter adquirido coisas que nunca na vida ouvi falar e que só soube o que era porque o senhor da sibs me disse, como é possível me estarem a imputar culpas de movimentos que não fiz?apresento queixa e espero que a situação seja resolvida porque não tive responsabilidade nenhuma.

Encerrada
B. P.
26/05/2021

Burla / Fraude - Centro de Responsabilidades do Banco de Portugal

Exmos. SenhoresVenho por este meio efectuar uma queixa relativamente a um crédito concedido pela Cofidis em meu nome, que foi pago directamente à Empresa VORWERK para aquisição de uma máquina de cozinha popularmente conhecida como Bimby.Este crédito está comunicado no centro de responsabilidades do Banco de Portugal e em fase de cobrança por uma empresa de titularização de créditos denominada como Hefesto.Foi ao contactar essa mesma empresa que fiquei com conhecimento de tal crédito e passei a ter acesso à documentação usada para o pedido do tal crédito. Ao analisar a mesma, fiquei pasmado com a facilidade com que alguém pode fazer um crédito em nome de outra pessoa, sem qualquer prova documental como cópia de CC ou BI, comprovativo de morada, comprovativo de NIB ou qualquer outro documento que prove que fui eu o beneficiário do crédito. Como se não bastasse essa falta de documentação, tanto o contrato de crédito COFIDIS, como o Contrato de venda da VORWERK têm informação incorreta ou falsa. Elementos como: a profissão, a entidade patronal e sua sede, o vencimento, a morada, as informações de contacto, as informações bancárias (NIB, banco e balcão) e claro a assinatura, todos são falsos ou incorretos. Eu na altura tinha 20 anos, vivia sozinho em casa do meu pai e nunca tive ou quis ter qualquer máquina de cozinha, nem nunca tive tal necessidade.Percebi depois que estes contratos foram falsificados pelo agente da Vorwerk que era na altura meu vizinho e que de alguma maneira usurpou os dados necessários para poder fabricar estes contratos. Prova é a utilização por parte do tal agente/vizinho da sua morada na altura que só é diferente da minha no número do prédio e andar (eu morava no nº8 - 2ºesq., ele morava no nº7 - 2ºdto.) e do seu contacto telefónico na altura (para poder controlar e evitar que eu ficasse a saber do crédito). Mais! Qualquer pessoa consegue ver que a mesma letra utilizada no preenchimento dos contratos é a mesma usada nas assinaturas. Contratos ilegais desprovidos de qualquer comprovativo que possa identificar-me como beneficiário do crédito, demonstrando a permissividade tanto da COFIDIS como da VORWERK para facilitação de créditos sem qualquer cruzamento de informação que comprovasse a identidade do beneficiário do crédito.É uma vergonha enorme uma pessoa ter o nome manchado no Banco de Portugal devido tanto ao abuso e burla do agente, como da permissividade e falta de controlo da COFIDIS e da VORWERK. Só fiquei a saber que tinha o nome na lista do Banco de Portugal porque necessitei de pedir um crédito.Por todos estes motivos exijo que a COFIDIS anule a dívida em meu nome o quanto antes, sob pena de se interpor um processo no tribunal competente por vários tipos de danos já sofridos e danos que estou agora a sofrer, não só pelo registo no Banco de Portugal como da impossibilidade de qualquer financeira me ceder um crédito.Vou desde já efectuar uma queixa nas autoridades competentes em relação ao agente que cometeu a burla e utilizou o meu nome e dados e vou com aconselhamento legal, tomar as devidas medidas em relação à empresa VORWERK pela facilitação de um crédito fraudulento sem prova do titular e possivelmente à própria COFIDIS caso não tenha uma resposta em relação a este assunto.Envio em anexo a documentação que foi usada para efetuar o crédito em meu nome.Aguardando a vossa resposta, estou disponível para qualquer esclarecimento que considerem oportuno.Atentamente,Bruno Miguel Cabral Pinheiro* Este e-mail vai ser encaminhado para:VORWERK, COFIDIS, HEFESTO, BANCO DE PORTUGAL, Portal da queixa, DECO, e todas as entidades legais/competentes que me forem aconselhadas.(Texto copiado Ipsis Verbis dos e-mail's já enviados para outras entidades)

Encerrada

Cobrado valor Reserva de Propriedade Sem o mesmo estar na Proposta recebida

Assunto: Prescrição de consumosNº de contrato CRD21601246001Fatura : FT 2021.1/172806Exmos. Senhores,Após ter sido interpelado(a) para proceder ao pagamento da(s) fatura(s) n FT 2021.1/172806, de 2021/05/03, no valor de €608,32 constatei que se encontra faturado o valor de 97,50€ referente a Despesa de reserva de propriedade a qual não estava na proposta apresentada.Embora já tenha liquidado a mesma fatura e todo o credito devido ao tratamento e até ao momento embora assumem o problema como um erro do vosso sistema informático.referem não ter forma de o resolver e remetem-me para o Stand Automóvel onde adquiri a viatura .Não sendo profissionais e mostrando falta de capacidade para resolver erros causados por vós. Assim, serve a presente missiva solicitando a devolução do valor supra referido de 97,50 euros , invocando expressamente todos os efeitos legais.Aguardo resposta por escrito e devolução do valor de 97,50€ , no prazo máximo de 8 dias.Com os melhores cumprimentos,Luis Soares

Encerrada

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