Reclamações públicas
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Instalação de equipamento no âmbito do Programa E-LAR
Ex.mos Senhores, Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que, no âmbito do Programa E-LAR, adquiri um equipamento (Termoacumulador) na loja Leroy Merlin de Alfragide (Encomenda 982987), no dia 8 de novembro. A entrega ocorreu, conforme programado, no dia 13 de novembro. Se tudo correu bem com a compra e respetiva entrega, o mesmo não se poderá dizer quanto à instalação do equipamento. Até ao momento, já foram feitas 5 (!!!) marcações para a instalação do equipamento, todas sem sucesso, pelas razões a seguir descritas: • 14.nov.25 – Desmarcada/Remarcada • 2.dez.25 - Desmarcada/Remarcada • 16.dez.25 – Instalador apareceu após a hora. Já tinha saído do local. • 23.dez 26 – Ninguém ligou/compareceu • 8.jan.26 - Ninguém ligou/compareceu Dia 8 de janeiro, reclamei pelo formulário disponibilizado no site para o efeito, tendo recebido uma resposta automática, com a identificação do Ticket 1815076, sem mais qualquer contato adicional até ao momento. O Programa E-LAR estabelece que o fornecedor deve proceder à instalação do equipamento no prazo máximo de 45 dias, já ultrapassado. Uma vez que não posso fazer a instalação por minha conta, sob pena de perder o direito ao voucher atribuído pelo programa, estou dependente do serviço de instalação do fornecedor. Esta situação tem-me causado imensos danos, desde os vários dias que tive de faltar ao emprego para atender o técnico de instalação que não compareceu, até ao facto de não poder usar o imóvel há vários meses. Assim, caso não seja resolvido no imediato, acionarei outros meios para garantir que serão integralmente respeitados os meus direitos legalmente protegidos, assim como, de que serei ressarcido pelos prejuízos causados. Sem mais de momento, subscrevo-me, apresentando os melhores cumprimentos, André Roseiro
Empresa a pior
tanto mal fizeram que conseguiram que saísse. Fui chefia em Loures e as queixas contra na altura o Pedro Santos por nada fazer e privilegiar as chefias de secção eram muitas. Os Rh sabiam das queixas contra Nádia, Claúdia Frasquilho e contra também colaboradores de caixas mal-educados. Mas o que o Ikea fez foi pressão, pressão, ameaças e darem notas negativas e depois colocaram o amigo para subir para team leader, edilson. Agora tem um Miguel Andrade que é um autoritário e manipulador. A pior empresa para trabalhar isso sim.
Problemas com a entrega
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma encomenda de sabrinas da marca PAEZ, efetuada através da vossa loja online. De acordo com a informação disponibilizada no momento da compra, o prazo de entrega indicado era de 5 dias úteis, estando a entrega prevista para o dia 26 de dezembro. No entanto, até à presente data (9 de janeiro), a encomenda ainda não foi entregue. Mais informo que não recebi qualquer atualização, aviso ou informação sobre o estado da encomenda, nem sobre eventuais atrasos, o que me causa um compreensível desagrado, sobretudo tendo em conta o prazo inicialmente anunciado. Solicito, assim, esclarecimentos urgentes sobre o estado da minha encomenda e uma indicação concreta de quando a mesma será entregue. Caso tal não seja possível, agradeço que me informem sobre os procedimentos para eventual cancelamento e reembolso. Fico a aguardar umat resposta com a maior brevidade possível.
Desmarcação do voo 4 vezes e não atendem nem remarcam
Bom dia comprei um voucher na skydive maia para fazer salto de para quedas, entretanto marcaram o salto e desmarcaram mais de 3 vezes, tento falar com a empresa ninguém atende o telemóvel , não respondem aos e mails, já nos deslocamos a loja mas está fechada. Como esta situação se mantem há muito tempo, venho por este meio pedir o reembolso, uma vez que a empresa não se disponibiliza a resolver a situação. Tenho como comprovativo os e mails da desmarcação do voo por parte deles 3 vezes. Fundamentação legal: Nos termos do art.º 4.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, na falta de cumprimento do contrato por parte do prestador, o consumidor tem direito à resolução do contrato e ao reembolso integral. A cláusula “vouchers não reembolsáveis” não é aplicável quando é o fornecedor que impossibilita a prestação do serviço, configurando cláusula abusiva nos termos dos art.º 19.º e 25.º da Lei de Defesa do Consumidor.
filas e má educacao
Boa tarde, Fui de tarde ao Lidl em Alcochete e a mulher da caixa não era simpática e de má cara, porque reclamei das filas. Denoraram imenso a abrir outra caixa e o rapaz que veio só a falar com outros por aquele aparelho.
Burla online
No passado dia 08/12/2025 fiz uma compra de dois casacos no valor de 102,85€ na loja online dianalisboa.com, mas as imagens do site e das redes sociais não correspondem aos produtos enviados. Os artigos que recebi são de péssima qualidade, as cores e os materiais não têm relação com o que é descrito. O serviço ao cliente é arcaico e os emails de contacto publicados são inúteis, pois a mensagem vem devolvida. O site menciona que as Devoluções são gratuitas, mas a Política de Reembolsos refere que os custos são a cargo do comprador, e a dita morada europeia não existe (as encomendas vem da China). Não cumprem com os prazos de entrega declarados e ainda paguei o Envio Premium, mas demorou exatamente 30 dias a chegar. Neste momento espero informações sobre a devolução do dinheiro, mas sem grande esperança.
Encomenda não foi entregue pelo estafeta
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a um serviço de entrega prestado através da plataforma Glovo. No dia em causa, efetuei uma encomenda no valor total de 44,03€, a qual não foi entregue no destino. O estafeta associado à encomenda, identificado na aplicação como Ricardo, não efetuou a entrega dos produtos. Durante o período previsto para a entrega, enviei mensagens ao estafeta através do chat da aplicação Glovo, não tendo obtido qualquer resposta. Apesar da ausência total de entrega e de contacto por parte do estafeta, o pedido foi dado como entregue no sistema da aplicação, situação que não corresponde à realidade. Ainda assim, o valor da encomenda foi integralmente cobrado. Perante esta situação, solicitei apoio junto da Glovo através da própria aplicação, tendo trocado várias mensagens com o apoio ao cliente, as quais junto em anexo. Em todas as respostas recebidas, a Glovo recusou proceder ao reembolso ou a qualquer tipo de compensação, alegando que o pedido não cumpria os requisitos necessários, sem nunca esclarecer quais são esses requisitos nem fundamentar a decisão face aos factos apresentados. Considero esta situação grave, uma vez que fui cobrada por um serviço que não foi prestado, sem qualquer explicação clara, transparente ou verificável, ficando a suportar um prejuízo financeiro injustificado. Acresce ainda a preocupação com a segurança e fiabilidade do serviço, dado que uma encomenda pode ser assinalada como entregue sem confirmação efetiva do cliente. Solicito, assim, a intervenção da vosso entidade no sentido de analisar a situação descrita e apoiar na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Com os melhores cumprimentos, Raquel Gonçalves
RECLAMAÇÃO INDEFERÍVEL, CONTESTAÇÃO DE AUTO (N.º 5045-740) E DENÚNCIA DE PRÁTICA CRIMINAL.
À Administração da CP - Comboios de Portugal, E.P.E. C/C: Gabinete Jurídico da DECO PROTESTE (Sócia n.º [Inserir]) C/C: AMT – Autoridade da Mobilidade e dos Transportes Exmos senhores; Eu, Vera Sofia Popa Cota, portadora do CC n.º 11978343 6 ZX5, venho por este meio comunicar que não tolerarei qualquer tentativa de ignorarem os graves danos que me causaram. Escrevo esta reclamação com a calma de quem sabe que tem a razão do seu lado, mas com a firmeza de quem não recuará um único milímetro. I. DA MINHA BOA-FÉ E DA VOSSA NEGLIGÊNCIA No dia 06/01/2026, agi como uma passageira exemplar: paguei o meu Passe Ferroviário Verde (Talão n.º 5744-25486) e levava comigo as reservas físicas. A CP, por sua vez, brindou-me com um atraso de 3 horas por carril partido, agravado pela decisão quase surreal da vossa tripulação de me reter dentro de uma composição enquanto decidiam ir tranquilamente almoçar. Por vossa culpa exclusiva, perdi uma entrevista de emprego vital às 14:00. Se não retifiquei o horário no meu bilhete de regresso, foi porque a CP mergulhou o serviço no caos e as vossas bilheteiras no Pragal estavam encerradas. II. DO ZELO "SÁDICO" E CRIMINOSO DO VOSSO AGENTE Gostaria de destacar a atuação do vosso revisor (Matrícula 1001293). Perante uma passageira de boa-fé, o vosso funcionário demonstrou um zelo que apenas posso descrever como sádico, ignorando todos os comprovativos de pagamento para me submeter a um autêntico "leilão financeiro" em público. A tentativa de me extorquir 150€ em numerário no momento, sob a ameaça direta de elevar o valor para 250€, e o terrorismo psicológico de mencionar indemnizações de 750€, são práticas que configuram Concussão (Art. 383.º CP) e Abuso de Poder (Art. 382.º CP). Informo que agirei com o mesmo rigor frio com que fui tratada. III. REFORÇO DE PEDIDO ANTERIOR (05/01) E EXIGÊNCIAS INEGOCIÁVEIS Não estou aqui para negociar. Reitero e reforço o meu pedido feito anteriormente no dia 5 de janeiro, exigindo o reembolso integral dos últimos 6 meses de passes pagos. O que aconteceu no dia 6 de janeiro é apenas a prova final do vosso incumprimento contratual sistemático. Assim, as minhas exigências são absolutamente inegociáveis: Anulação Imediata do Auto n.º 5045-740; Pagamento de Indemnização Global de 1.920,00€ (920€ por Danos Patrimoniais/Perda de Emprego + 1.000€ por Danos Morais e Coação); Reembolso imediato dos últimos 6 meses de passes ferroviários, conforme já solicitado e aqui reforçado. IV. ADVERTÊNCIA FINAL Se o vosso revisor foi implacável comigo, eu serei implacável com a vossa administração. Não estou disposta a aceitar "créditos" ou desculpas. Na ausência de um deferimento total deste montante e do reembolso dos passes, o meu próximo contacto será efetuado via Tribunal Cível e Queixa-Crime no Ministério Público. Aguardo a vossa resposta por escrito, com a mesma rapidez com que o vosso agente tentou retirar-me o dinheiro que eu não tinha. Vera Sofia Popa Cota Contactos para Notificação: Telemóvel: [935846327] E-mail: [VERAKT@gmail.com] Morada: [Rua da Bela Vista n°10F Bairro do Bacelo, 7005-346 Évora]
Produto falso, impossibilidade de estorno do dinheiro ou outra situação possível
O meu filho comprou no dia 21/07/2025, uma capa para o Iphone através na Fnac, em marketplace. A capa veio e passado uma semana começou a apresentar sinais de desgaste. Uns dias mais tarde, a capa estava com danos injustificáveis para o uso e para o fato de ser um artigo, supostamente, "novo e original". Fomos à loja da Apple, para pedir uma orientação e disseram-nos que a capa não é da Apple porque as capas originais não se estragam assim tão facilmente e nada puderam fazer, obviamente, porque não foi comprada neles. Até aqui tudo certo. Decidimos então ir à Fnac e expor o assunto, até porque foi "a eles" que comprámos a capa. Responderam-nos que nada há a fazer porque a capa foi comprada em marketplace! Respondi que essa postura deles era inaceitável porque foi comprada no site, que é domínio deles e que deviam pelo menos chegar à fala com o fornecedor relatando o assunto, já que o meu filho enviou um email à empresa mas não responderam. O funcionário respondeu que vai ser muito complicado porque o fornecedor já não está no site da Fnac e nestes casos é muito difícil. A empresa em questão é a Vie Reel. Gostaria do vosso auxílio nesta matéria, porque para mim não faz sentido comprar um artigo, sob domínio de uma outra loja(Fnac), ser burlada e não ter a hipótese de devolução do dinheiro ou até de expor a situação. Isto não é só comprar, ser enganado e calar. Esta postura por parte da Fnac, é inaceitável e de uma total desresponsabilização, respeito ou defesa dos (também) seus clientes!
Incumprimento de compromisso assumido por chamada gravada / Envio de produto errado
Encomenda n.º: 8691478 No dia 6 de janeiro, entrei em contacto telefónico com o apoio ao cliente da Worten, relativamente à encomenda n.º 8691478, numa chamada com duração aproximada de 1 hora e 30 minutos, a qual me foi expressamente indicado que se encontrava gravada. Durante essa chamada, a Worten informou-me inicialmente que a única solução possível seria a devolução do valor pago, solução essa que recusei, uma vez que: o produto entregue não correspondia ao produto que efetivamente adquiri; o erro no envio foi exclusivamente da responsabilidade da Worten; a simples devolução do dinheiro deixava-me claramente lesado, pois o produto correto já não se encontrava disponível nas mesmas condições. Perante a minha recusa em aceitar apenas a devolução do valor, a Worten apresentou então uma solução alternativa, garantindo-me que: eu deveria proceder à devolução do produto enviado incorretamente; após a devolução, bastaria voltar a contactar o apoio ao cliente; seria então atribuído um voucher de acompanhamento de preço, que me permitiria adquirir o produto correto, independentemente de este pertencer à categoria outlet / caixa aberta. Esta garantia foi determinante para que eu aceitasse avançar com a devolução, deixando claro que só concordei com o procedimento após a apresentação expressa deste plano de substituição, e não com uma simples devolução do dinheiro. Cumpri integralmente o procedimento acordado: efetuei a devolução do produto no dia 7 de janeiro; após a devolução, voltei a contactar a Worten no mesmo dia da devolução para solicitar o voucher prometido entretanto abriram um novo caso para analise como se nao tivesse nenhum registo. No dia 8 tornei a ligar minha surpresa, fui informado de que não existia qualquer registo interno desse compromisso apresentado no dia 6, tendo sido aberto um registo de reclamação no dia 8 de janeiro, com o n.º 17337872. Em contacto telefonico a Worten tentou alterar a posição inicialmente assumida, afirmando que “o procedimento de substituição não existe, apenas devolução”, o que contraria diretamente o compromisso que me foi garantido na chamada do dia 6 de janeiro, chamada essa gravada pela própria empresa. Importa reforçar que: o erro no envio do produto é imputável exclusivamente à Worten; segui rigorosamente todas as instruções que me foram dadas; a Worten assumiu um compromisso claro, que criou uma expectativa legítima e vinculativa; não posso, nem devo, ser prejudicado por falhas internas de registo, comunicação ou alteração posterior de procedimentos. Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor e do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando o bem entregue não corresponde ao contrato, cabe ao vendedor repor a conformidade sem custos e sem prejuízo para o consumidor, não sendo aceitável que este suporte consequências de erros do fornecedor. Assim, solicito formalmente: O cumprimento do compromisso assumido pela Worten na chamada gravada de 6 de janeiro, A atribuição do voucher de acompanhamento de preço, conforme garantido, A possibilidade de adquirir o produto correto, sem qualquer prejuízo financeiro para mim. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e conforme a lei, reservo-me o direito de escalar a reclamação junto da ASAE, Direção-Geral do Consumidor e demais entidades competentes, bem como de solicitar formalmente o acesso às gravações das chamadas, que comprovam o compromisso assumido. Aguardo resolução adequada.
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