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Reembolso
Exmos. Srºs, Venho por este meio apresentar a minha reclamação em relação ao reembolso do valor de material de obra. Encomendei a remodelação da minha casa no Leroy Merlim, Cozinha, chao e casa de banho. Foi-me dito que o material que sobrasse da obra poderia ser devolvido e eu seria reembolsado sobre essa devolução. Fiquei descansado ate porque o Leroy tem uma politica de reembolsos de 14 dias explicita no site. O material foi recolhido no dia 13 de Junho, e, ap'os 3 reclamações por escrito e mais de 5 telefonemas para o Apoio ao Cliete, em que prometem contactar com um ponto de situação continua tudo na mesma. Não há contatos nem há reembolso. Estou mesmo muito desiludido com o Leroy e garantidamente que não voltarei nem irei recomendar este tipo de serviços a esta empresa. O que devo mais fazer para receber o reembolso?
ASSUNTO: Reclamação e pedido de correção de defeitos/deficiências detetadas na obra executada
Exmo. Sr. António, Venho, pela presente, apresentar uma reclamação formal relativamente à obra de remodelação executada pela sua empresa na minha habitação, concluída em 2023. No dia 13/07/2026, ao afastar a máquina de lavar roupa, tive oportunidade de verificar um conjunto de situações que até então não eram visíveis, relacionadas com os trabalhos de canalização e respectivos acabamentos. Em concreto, verifiquei, que: - A mangueira de descarga da máquina de lavar foi introduzida diretamente no tubo de esgoto existente na parede, sem qualquer elemento de remate ou acabamento adequado, permanecendo uma abertura visível em torno da tubagem, sem qualquer elemento de remate ou acabamento adequado. Esta situação encontra-se documentada através de fotografia, que foi enviada para o mail: geral@antonioalves.pt no próprio dia 13/07/2026. A ausência de uma adaptação própria na ligação ao sistema de esgoto deixa a abertura em redor da manqueira exposta, comprometendo o acabamento da instalação e podendo favorecer a passagem de odores, poeiras e insetos provenientes da tubagem de esgoto, para além de não corresponder ao nível de qualidade e de acabamento que é expetável numa obra de remodelação executada por uma empresa especializada.
Uniplaces – Reserva de "quarto" sem janela
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa UNIVERSITYPLACES – Serviços de Internet, Lda., com o NIF 509 955 061, que atua sob o nome comercial Uniplaces, com sede no Largo Duque do Cadaval, n.º 17, Fração I, 1200-160 Lisboa, por violação dos direitos do consumidor no âmbito da reserva de alojamento que efetuei através da sua plataforma. A presente reclamação é também dirigida, ainda que a título subsidiário, contra a empresa VIV HOUSING, Lda., com o NIF 517 380 390, com sede na Rua Actor António Silva, n.º 3, 3.º Esquerdo, 1600-404 Lisboa, na qualidade de gestora do imóvel e intermediária no contrato de arrendamento. No dia 21 de maio de 2026, reservei um quarto através da plataforma Uniplaces, para o período compreendido entre 1 de junho de 2026 e 30 de agosto de 2026, tendo efetuado o pagamento total de 624 € através da plataforma. Desde o início do processo, verifiquei que os custos totais associados à reserva não se encontravam claramente identificados no momento da contratação, tendo sido apenas após o início do processo de pagamento que me foram reveladas duas taxas administrativas — uma para a Uniplaces e outra para a Viv Housing — bem como a exigência de caução e do último mês de renda antecipado. Após a reserva e antes da entrada no imóvel, constatei que o quarto não possuía janela. Imediatamente, solicitei o reembolso total, o qual me foi negado. Refiro que, ainda que a descrição do anúncio mencionasse a ausência de janela — o que só constatei após a reserva —, esse facto não torna o anúncio legalmente válido. Nos termos do artigo 71.º do Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU) e da legislação aplicável ao arrendamento habitacional, um compartimento só pode ser designado como "quarto" se possuir ventilação e iluminação natural através de vão em comunicação direta com o exterior, com área não inferior a 1/10 da área do compartimento (mínimo de 1,08 m²). Ora, o espaço que me foi disponibilizado não cumpre este requisito essencial, pelo que não é legalmente um quarto, independentemente da forma como foi anunciado. Ao promover este espaço como "quarto", a Uniplaces está a anunciar um produto que não cumpre os requisitos legais mínimos de habitabilidade, o que constitui uma prática comercial enganosa e viola o dever de verificação das condições do alojamento que publicita. Caso esta informação tivesse sido clara e expressamente divulgada antes da reserva, ou caso a plataforma tivesse verificado a conformidade legal do anúncio, nunca teria celebrado o contrato nem efetuado os pagamentos exigidos. Acresce que, dos seis quartos existentes no apartamento, apenas alguns possuem janela para o exterior, o que suscita sérias dúvidas quanto à conformidade legal da utilização do imóvel para efeitos de arrendamento habitacional. A Uniplaces, denominada em termos de registo como UNIVERSITYPLACES – Serviços de Internet, Lda., com o NIF 509 955 061, introduz na sua plataforma uma aba que designa os senhorios como sendo "de confiança", o que leva o consumidor a erro, pois cria a expetativa legítima de que a plataforma procede a uma verificação efetiva das condições do alojamento e da idoneidade do intermediário. No entanto, tal não se verifica no caso concreto: o quarto anunciado não possui as condições mínimas de habitabilidade exigidas por lei, e a empresa gestora do imóvel, Viv Housing, não demonstrou qualquer fiabilidade na resolução dos problemas reportados. Esta falsa publicidade constitui uma prática comercial desleal. Aquando da minha entrada no alojamento, em 01 de junho de 2026, constatei condições de insalubridade graves, devidamente documentadas em fotos e vídeos: cheiro intenso a bolor no quarto e na casa de banho, decorrente da ausência total de ventilação natural; sujidade generalizada, nomeadamente na casa de banho e no frigorífico; autoclismo com funcionamento defeituoso, a provocar ruído constante e gasto excessivo de água, perturbando o sono; e falta de condições para preparar e consumir refeições, devido ao estado de conservação dos espaços comuns. Este conjunto de condições torna o espaço incompatível com uma utilização habitacional normal, afetando o meu direito ao descanso, à alimentação em condições e à salubridade do ambiente, comprometendo a minha saúde e bem-estar. No dia 1 de junho de 2026, reportei formalmente os problemas à Viv Housing, dentro das 24 horas após a entrada, tal como exigido pela política de segurança da Uniplaces. A Viv Housing como a Uniplaces não ofereceram uma solução efetiva para os problemas estruturais, não resolveram o contrato nem a entrega total de todos os valores. A Uniplaces, apesar de publicitar uma política de segurança que prevê a intervenção da plataforma em caso de problemas com o alojamento, e apesar de ter sido contactada por mim em diversas ocasiões, limitou-se a remeter a questão para a Viv Housing, não apresentou qualquer solução concreta, nega um reembolso apesar dos factos mencionados e não assumiu responsabilidade pela desconformidade do alojamento que promoveu. Refiro ainda que não é claro para o consumidor, durante todo o processo, qual a entidade efetivamente responsável pela resolução dos problemas — se a Uniplaces ou a Viv Housing — o que dificulta o exercício dos meus direitos e constitui, por si só, uma violação do dever de transparência e de cooperação na resolução de litígios. Até à presente data, foi emitida apenas uma fatura pela Uniplaces, no valor de 240 €, apesar de ter pago um montante total de 624 € através da plataforma, fora o restante dos valores solicitados posteriormente pela Viv Housing que totalizam um valor muito mais avultado. A faturação correspondente ao montante integral pago não foi disponibilizada, nem foi prestado qualquer esclarecimento sobre o destino dos valores relativos a taxas administrativas e caução, o que viola o direito à informação previsto no Código do IVA e no regime das obrigações fiscais. Venho ainda informar que esta não é uma situação isolada, mas sim reflexo de uma prática comercial reiterada por parte de ambas as entidades, conforme amplamente documentado em plataformas de defesa do consumidor (Trustpilot e Portal da Queixa, e até por alguns vídeos nas redes sociais), onde dezenas de consumidores, maioritariamente estrangeiros, reportam exatamente os mesmos problemas: quartos sem condições mínimas de habitabilidade, custos ocultos não divulgados antes da reserva, retenção indevida de cauções e total ausência de apoio por parte da Uniplaces quando os problemas são reportados. Este padrão de queixas demonstra que a conduta aqui denunciada não é um erro pontual, mas sim o modus operandi da Uniplaces e da Viv Housing, que se aproveitam de consumidores que se encontram em Portugal por períodos limitados e que, na sua maioria, não têm conhecimento do sistema legal português para fazer valer os seus direitos. Perante os factos, reitera-se novamente o reembolso total dos valores pagos.
Sinistro não pago
O Sinistro deste veículo não foi pago mesmo passando os 90 dias determinados pela lei, mesmo com provas emitidas pela psp demonstrando que o mesmo havia sido roubado e não encontrado. No email com a resposta só dizem que não há evidências o suficiente, não sei mais o que eles querem além da informação da própria PSP, será que a PSP é a baixo dessa companhia de seguros?
Pos Venda Inexistente
Exmos. Senhores, Arquitetoldos, Após o meu primeiro contacto telefónico em novembro de 2025 a reportar os problemas existentes na pergola que vos comprei em março de 2024, até hoje não obtive qualquer tipo de contacto da vossa parte nem o mínimo interesse em resolver a situação. Fiz vários contatos via telefone para a empresa, sempre me responderam que tinham o processo aberto e aguardavam a disponibilidade dos técnicos (desde novembro de 2025), contactei o vendedor e o mesmo deixou de me atender por já ter vergonha da situação, conforme me disse pessoalmente quando o encontrei na rua com novos clientes para vender mais dos vossos serviços (suponho então que os técnicos na vossa empresa servem apenas para as montagens de serviços novos), enviei vários e-mails, aos quais nem um teve resposta. Como tal, nove meses passados, venho mais uma vez mostrar a minha insatisfação pelo péssimo serviço pós-venda, se é que esse serviço existe, pois, o único serviço que foi realmente prestado foi no momento da venda. É uma vergonha o tratamento que dão a um cliente que está insatisfeito e que até ao momento nunca pode usufruir da pergola pois apresenta defeitos ao nível da utilização ao nível estético e prático. Infelizmente não me resta outra solução, senão recorrer a outras vias para conseguir a vossa atenção e a resolução do problema, que volto a repetir, foi reportado em novembro de 2025, caso não seja contactada no prazo de 24 horas. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo o vosso contacto. Cumprimentos,
Pedido de reembolso por cancelamento da atuação dos Megadeth no Evil Live 2026
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao bilhete que adquiri através da Ticketline para o festival Evil Live 2026. Adquiri o bilhete pelo valor de 80 €, sendo que a principal razão da compra foi a atuação dos Megadeth, banda anunciada no cartaz oficial do festival. No entanto, essa atuação acabou por não se realizar, alterando significativamente o serviço que me foi vendido e frustrando a principal expectativa que motivou a minha compra. Embora compreenda que possam existir circunstâncias imprevistas, considero que os consumidores que adquiriram bilhete motivados por essa atuação devem ser devidamente compensados. Assim, solicito o reembolso do valor de 80 € pago pelo bilhete ou, caso entendam não ser possível, uma compensação adequada e proporcional à alteração do cartaz. Aguardo uma resposta e uma resolução célere para esta situação. Com os melhores cumprimentos.
Retiram 32,59€ da minha conta devido a um cancelamento de um pedido por negligência da glovo
Exmos. Senhores... No dia 6 de Julho, fiz um pedido (32,59€) na glovo por volta da 20h, sendo a chegada do pedido prevists pelas 21h. Devido ao facto de não haver estafetas disponíveis, o pedido foi sendo consecutivamente atrasado e, como o restaurante fechava às 22h, tentei o cancelar o pedido. Só após várias tentativas de contacto com o centro de apoio e com o contacto direto com o restaurante é que consegui. Aquando cancelamento, a Glovo informou-me que me deduzaria o valor numa próxima encomenda. Mesmo assim, foram-me retirados 32,59 € da conta, por um problema que a glovo causou e por uma refeição que nunca recebi. O ID do pedido é: 101705638916 Melhores cumprimentos, Horácio Medeiros
Falta de transparência na prestação de serviços e cobrança de valor manifestamente excessivo
No dia 06/07, contactei a plataforma Piquetes.pt (Telechaves) para agendar a abertura de uma fechadura para o dia 07/07. Durante o contacto telefónico, questionei qual seria o valor do serviço. Foi-me informado que apenas no próprio dia me poderiam indicar o preço, referindo apenas que a deslocação teria um custo de 20 €. No dia 07/07, quem se encontrava no local foi a minha mãe. O técnico deslocou-se à habitação, abriu a porta em cerca de 5 minutos e, quando a minha mãe perguntou o que poderia ser feito relativamente à fechadura, o mesmo respondeu apenas que tinha uma fechadura compatível. Em nenhum momento foi apresentado qualquer orçamento, nem informado o preço da fechadura ou do serviço, nem foi solicitado o consentimento da cliente para a realização da substituição. Após concluir o trabalho, no momento do pagamento, o técnico dirigiu-se à sua carrinha e apresentou uma nota manuscrita com o valor total de 817,95 €. O técnico escreve nessa nota de visita que os valores foram apresentados à cliente, mas os mesmos só foram apresentados no ato de pagamento quando o trabalho já estava concluído. Quando fui informada do montante cobrado, apercebi-me de que tinha sido alvo de uma cobrança manifestamente excessiva. A fechadura instalada, identificada como uma fechadura ISEO de nível 3 de segurança, foi faturada por cerca de 425 €, quando uma simples pesquisa de mercado demonstra que este tipo de fechadura tem normalmente um preço compreendido entre 80 € e 130 €, dependendo do fornecedor. Ainda no próprio dia 07/07, contactei a empresa para solicitar esclarecimentos. Fui atendida pela administrativa, que informou que apenas a gerência poderia responder e que seria contactada após as 15h desse dia. Aguardei durante todo o dia e não recebi qualquer contacto. Nesse mesmo dia enviei igualmente um e-mail a solicitar: * A referência exata da fechadura instalada; * A fatura discriminada; * Esclarecimentos relativamente aos valores cobrados. No dia seguinte, voltei a contactar a empresa. Foi-me novamente informado que apenas a gerência poderia responder, encontrando-se indisponível naquele momento, mas que seria contactada, o mais tardar, durante a manhã do dia seguinte. Como continuei sem qualquer resposta, voltei a telefonar no dia seguinte, mas já nem sequer atenderam a chamada. Até à presente data, 14/07, continuo sem qualquer resposta ao meu pedido de esclarecimentos. Considero que existiu uma clara falta de transparência durante todo o processo. Em momento algum foi apresentado um orçamento, comunicado o preço antes da execução do serviço ou solicitado o meu consentimento para a substituição da fechadura pelos valores posteriormente cobrados. Além disso, os preços não se encontram afixados nem são comunicados quando o consumidor os solicita previamente, sendo apenas informado que serão conhecidos no dia da intervenção. Este procedimento contraria os deveres de informação e transparência previstos na legislação de defesa do consumidor, impedindo o cliente de tomar uma decisão livre e esclarecida antes da contratação do serviço. Face ao exposto, solicito: * A análise da legalidade da atuação da empresa; * A justificação detalhada dos valores cobrados, com a discriminação de todos os custos; * A devolução do montante cobrado em excesso, caso se conclua que o preço praticado é manifestamente desproporcionado e não foi previamente aceite; * A adoção das medidas que se considerem adequadas para evitar que outros consumidores sejam sujeitos à mesma prática. Sinto-me profundamente enganada e lesada por uma atuação que considero desrespeitadora dos direitos dos consumidores, marcada pela falta de informação, ausência de consentimento informado e cobrança de um valor manifestamente excessivo.
Avaria grave sem diagnóstico e recusa de veículo de substituição
Gostaria de deixar registado o meu mais profundo descontentamento com a marca Jeep. Em junho de 2022 realizei o sonho de adquirir um Jeep Compass Limited, acreditando estar a comprar um veículo sinónimo de qualidade, robustez e fiabilidade. Infelizmente, a realidade revelou-se exatamente o oposto. Na manhã do dia 29/06, o veículo apresentou um defeito absolutamente inacreditável: a ignição bloqueou e o carro simplesmente não desligava. Entre compromissos cancelados, a espera pelo reboque, o transporte até à assistência técnica e o respetivo atendimento, o motor permaneceu ligado durante quase quatro horas. Um problema desta gravidade seria inadmissível em qualquer fabricante. Num Jeep, torna-se ainda mais dececionante. O cenário consegue, infelizmente, ser ainda pior. A oficina Stellantis &You Portugal S.A. na Amadora informou-me de que existe apenas um engenheiro Jeep para todo o território português, não existindo sequer uma previsão para o diagnóstico da avaria. Os próprios mecânicos não conseguiram identificar a origem do problema e admitiram a possibilidade de se tratar de um defeito de fabrico. Acresce que tive conhecimento da existência de boletins técnicos emitidos pela própria Jeep para problemas relacionados com o módulo eletrónico da transmissão (Electronic Shift Module), nos quais são descritos sintomas como a impossibilidade de desligar o veículo e o incorreto reconhecimento da posição "Park". Embora não possa afirmar que o meu veículo esteja abrangido por esses boletins, considero incompreensível que uma avaria com sintomas tão graves permaneça sem diagnóstico e sem qualquer previsão de resolução, quando a própria marca já publicou documentação técnica para problemas semelhantes. Perante esta situação, solicitei a atribuição de um veículo de substituição, uma vez que não tenho absolutamente qualquer responsabilidade pelo sucedido e resido numa zona rural, onde ficar sem automóvel significa, na prática, ficar sem qualquer alternativa de mobilidade. Ainda assim, a Jeep recusou esse pedido, apesar de reconhecer que a demora na reparação resulta exclusivamente da sua própria incapacidade em diagnosticar e resolver o problema. Estamos a falar de um veículo praticamente novo, com todas as revisões efetuadas rigorosamente dentro dos prazos recomendados, que apresenta uma avaria completamente absurda, permanece sem diagnóstico, sem prazo para reparação e sem qualquer previsão de entrega em perfeitas condições de funcionamento. Aquilo que começou por ser a concretização de um sonho de infância transformou-se num verdadeiro pesadelo. A imagem de uma marca forte, resistente e fiável desfaz-se a cada dia que passa, enquanto o veículo permanece imobilizado e sem qualquer solução concreta por parte da Jeep. Mais grave do que o defeito em si é a forma como o cliente é tratado depois de ele acontecer. Problemas mecânicos podem surgir em qualquer marca. O abandono do cliente, esse sim, é uma escolha. Neste momento, sinto-me vítima da incapacidade da Stellantis em resolver um problema cuja origem tudo indica não resultar de qualquer utilização inadequada da minha parte. Não existe um prazo para o diagnóstico, não existe um prazo para a reparação e não existe um prazo para a entrega do veículo em condições normais de funcionamento. A única certeza é que todas as consequências desta situação recaem exclusivamente sobre mim. É profundamente lamentável que, além de não conseguir resolver o problema, a Stellantis também não tenha demonstrado o mínimo de bom senso e respeito pelo cliente ao disponibilizar um veículo de substituição. A demora na reparação não decorre de qualquer responsabilidade minha; resulta exclusivamente da incapacidade da própria marca em diagnosticar e reparar o veículo. Ainda assim, sou eu quem fica sem transporte, quem cancela compromissos, quem perde tempo, quem suporta todos os transtornos e quem continua a pagar por um automóvel que não pode utilizar. Uma marca premium mede-se não apenas pela qualidade dos seus produtos, mas, sobretudo, pela forma como trata os seus clientes quando as coisas correm mal. Infelizmente, nesta experiência, a Jeep Stellantis falhou em ambos os aspetos. Perante tudo isto, solicito que a Jeep Stellantis reconsidere, com a máxima urgência, a decisão de indeferir o meu pedido de atribuição de um veículo de substituição. Não estou a pedir um favor nem um privilégio. Estou apenas a solicitar uma solução justa para uma situação cuja responsabilidade não me pode ser imputada. A impossibilidade de utilizar o meu veículo resulta exclusivamente da incapacidade da Stellantis em diagnosticar e reparar uma avaria grave, sem que exista qualquer previsão para a sua resolução. Espero sinceramente que esta reclamação seja finalmente tratada com a seriedade que merece e que a Jeep assuma as suas responsabilidades. A atribuição de um veículo de substituição não apagará a enorme desilusão que esta experiência me causou, mas será, no mínimo, um sinal de respeito por um cliente que confiou na marca e que, neste momento, suporta sozinho todas as consequências de uma falha que não provocou.
Encomenda não entregue
Exmos.Srs Mais uma vez o motirista da Nacex, resolveu não entregar a minha encomenda nem se deu ao trabalho de ligar para o número de telemóvel que consta da mesma. Informou a empresa que se deslocou ao local e não estava ninguém o que não é de todo verdade, estavam 3 pessoas em casa o dia todo em arrumações pois tivemos obras em casa no fim de semana. Não é a primeira vez que sucedeu com esta empresa, os motoristas nem se dão ao trabalho de ligar aos clientes. Empresa péssima, desempenho dos motoristas muito abaixo do nível profissional. Recebo várias encomendas de várias transportadoras e não tenho qualquer tipo de problema só mesmo com a Nacex.
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