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Reembolso não recebido
Exmo. Srs. No dia 21/08/2026 fiz a reserva para um dia de degustação de vinhos com visita à quinta na Quinta do Crasto, no Cale do Douro. Reserva VA2408DT, para 2 adultos e 1 bebê Data da visita: 24/08/2026 Valor: 184 euros Conforme termos informados, era necessário o pagamento de 98 euros para garantir a reserva. Enviaram um link para pagamento. Tive problemas ao fazer o pagamento, por isso no dia 21/08/2026 enviei email solicitando auxílio. No dia 22/08/2026, mesmo sem ter obtido resposta ao pedido de auxílio, consegui fazer o pagamento do valor de 98 euros no cartão de crédito. No mesmo dia, enviei email solicitando a CONFIRMAÇÃO da reserva, porém não obtive resposta. Como não obtive resposta, não compareci ao evento no dia 25/08/2026. Solicitei o reembolso do valor pago, mas não obtive resposta. Acredito que houve FALHA na prestação do serviço pela ausência de confirmação. Eu estava hospedado em Guimarães, a 1:40h de carro da quinta, não queria correr o risco de comparecer dia 25/08 e receber a negativa de participar do evento, pela ausência de confirmação do pagamento. Não houve desistência de minha parte que justifique a cobrança, porque não compareci precisamente pela ausência de confirmação da reserva. Além disso, solicitei a confirmação com antecedência, dia 22/08, sendo que a visita era 24/08, mas não houve resposta, por isso a falha do serviço. Diante disso, solicito: A) devolução do valor de 98 euros pagos, com estorno da compra no cartão de crédito, ou outra forma de reembolso em dinheiro.
Inoperância do serviço de atendimento
Pretendo ser atendida para efetuar um pedido de reembolso do pagamento de uma certidão pedida on-line, um dia fora do prazo. Tudo bem explicado na nota de pagamento que posso pedir o estorno, recorrendo à Helpdesk do IRN predial online que, por sua vez remete para um endereço electrónico e para uma linha telefónica. No entanto, estes serviços não estão a funcionar: não obtenho qualquer resposta por correio eletrónico nem por telefone (tempo de espera superior a 30 minutos a toda a hora desde as 9:00 h da manhã. Depois, a reclamação electrónica também não é aceite porque o IRN não está inscrito na plataforma! Um a questão que simplesmente seria evitável se o valor reclamando não tivesse sido cobrado e os dados para pagamento fossem inválidos quando estão fora do prazo. Terei de marcar um agendamento presencial, sem esperança de ver resolvido esta questão.
Confiei na Aqui a Tua Remodelação. Um verdadeiro pesadelo.
Sou um particular, sem experiência em construção ou remodelações. Em 2025, depois de um processo de partilha de herança em que fiquei com três apartamentos em Almada, preenchi um pedido no website da Aqui a Tua Remodelação para a sua remodelação integral. Não procurei nem escolhi o empreiteiro (Four Baruck - Aqui a Tua Remodelação Almada). Foi a Aqui a Tua Remodelação que me atribuiu este operador, apresentando-o como integrado numa rede de profissionais credenciados. Confiei na marca e nas promessas que transmitia aos consumidores: seleção de profissionais qualificados, auditoria dos operadores, acompanhamento das obras, controlo de qualidade, cumprimento de prazos, garantia dos trabalhos, mediação de conflitos e nomeação de peritos em caso de divergência. Foi por causa destas promessas que contratei. Enquanto consumidor, não me foi apresentada uma empresa independente que, por coincidência, utilizava a mesma imagem. Foi-me indicado um operador da rede Aqui a Tua Remodelação, escolhido pela marca e a atuar sob a sua identidade comercial. A contraparte do contrato foi identificada como “Four Baruck, Unipessoal Lda. (Aqui a Tua Remodelação – Almada)”. A marca constava do orçamento, do cronograma financeiro, da documentação publicitária anexa, do aviso de obra no prédio, dos endereços de email utilizados pelo operador e da App disponibilizada. Para mim, enquanto consumidor, contratei a Aqui a Tua Remodelação - Almada e confiei na estrutura, fiscalização e segurança anunciadas. O que deveria ter sido uma remodelação de sonho tornou-se um verdadeiro pesadelo. A obra deveria ter sido concluída a 18 março 2026. Foi posteriormente indicada, de forma unilateral pelo empreiteiro, a data de 5 maio, também incumprida. Em 1 junho a obra foi abandonada e os três apartamentos ficaram inacabados, sem condições de utilização e com defeitos graves, apesar de já ter pago cerca de 90% do valor contratado. Não estamos apenas perante pequenos acabamentos por concluir. Os vãos ficaram abertos com os apartamentos expostos aos elementos, carpintaria por fazer, wcs e cozinhas por terminar, etc. Entre os defeitos construtivos já identificados encontram-se pavimentos desnivelados, caixilharias com dimensões erradas, vidros partidos, tetos tortos, portas de entrada demasiado grandes que obrigaram a cortar as paredes atrás, paredes de esferovite pintado, fios elétricos todos da mesma cor, drenagens dos AC sem ligação às redes de drenagem, deficiências na drenagem do termoacumulador (e inexistência dos termoacumuladores), armários de cozinha desalinhados e ausência de caixa ITED, entre outros. Depois de pagar quase toda a obra, fiquei com três apartamentos que não posso utilizar e perspetivas de custos entre 50.000 e 90.000 euros + IVA para corrigir os defeitos e concluir a remodelação, de acordo com os elementos já recolhidos junto de diferentes empreiteiros e especialistas, sem prejuízo da quantificação definitiva pelo relatório pericial. Tudo isto numa obra em que faltaria pagar menos de 7.000 euros já com IVA. Durante meses pedi ajuda à Aqui a Tua Remodelação. Contactei repetidamente a marca por email, telefone e presencialmente, desde dezembro 2025. Mais tarde, a marca foi também formalmente interpelada pelo meu advogado. Reportei atrasos, exigências de pagamentos que não correspondiam ao avanço real da obra, deficiências de execução e, finalmente, a interrupção e abandono dos trabalhos. Após o abandono da obra e por razões de segurança das frações, fui aconselhado a substituir as fechaduras, o que fiz. Tanto o empreiteiro como a Aqui a Tua Remodelação receberam formalmente informação clara relativa à forma de aceder aos apartamentos depois dessa mudança. A marca sabia, portanto, como aceder às frações e teve ampla oportunidade para combinar uma visita, verificar diretamente o estado em que os apartamentos tinham sido deixados e acompanhar qualquer diligência necessária. Entre o abandono da obra, em 1 junho, e a declaração de incumprimento definitivo, em 2 julho, apesar das diversas comunicações informais e formais enviadas (1 junho, 2 junho, 5 junho, 8 junho, 12 junho, 2 julho), a Aqui a Tua Remodelação não manifestou interesse em visitar os apartamentos. Não pediu acesso. Não promoveu uma vistoria. Não realizou uma auditoria técnica. Não apresentou qualquer relatório de controlo de qualidade. Não nomeou os peritos anunciados. Não acionou o mecanismo de mediação previsto. Não convocou uma reunião. Não apresentou um plano para concluir e corrigir os trabalhos. Em 23 julho realizou-se uma vistoria técnica independente, conduzida por perito avaliador certificado pela CMVM, contratado e pago por mim. O empreiteiro e a Aqui a Tua Remodelação foram informados e convidados a comparecer. O empreiteiro fez-se finalmente representar. A Aqui a Tua Remodelação (sede) optou por não comparecer, apesar de ter tido mais uma oportunidade para observar diretamente o estado das obras, acompanhar a avaliação técnica e pronunciar-se sobre os problemas identificados. Em vez de acionar as garantias com que captou a minha confiança enquanto consumidor, a marca invocou a autonomia jurídica da Four Baruck (Aqui a Tua Remodelação - Almada) e apresentou a situação como um problema entre mim e o empreiteiro. Essa posição foi posteriormente confirmada de forma expressa. Em resposta formal de 6 agosto, a Aqui a Tua Remodelação voltou a sustentar que a Four Baruck é uma sociedade jurídica autónoma e recusou assumir qualquer responsabilidade pela conclusão ou retificação das obras, bem como pelos respetivos custos ou prejuízos. A rede esteve presente para captar o cliente, selecionar e apresentar o operador, emprestar-lhe a sua marca e transmitir garantias de acompanhamento, auditoria e qualidade; mas, quando essas garantias foram efetivamente necessárias, declarou-se alheia às consequências da atuação do operador que integrou e apresentou ao consumidor. Se os operadores eram efetivamente selecionados, qualificados e auditados, não se compreende como foi possível que o operador que a marca me atribuiu recebesse cerca de 90% do preço, incumprisse sucessivamente os prazos, executasse trabalhos com defeitos desta gravidade e abandonasse os apartamentos sem os concluir. Se esses mecanismos não funcionavam ou não eram efetivamente aplicados, então a imagem de segurança, acompanhamento e qualidade transmitida pela publicidade da marca não correspondeu à proteção que o consumidor encontrou quando dela precisou. Considero ainda especialmente grave que, numa comunicação de 4 julho, a Aqui a Tua Remodelação tenha afirmado que, caso eu continuasse a publicar comentários nas redes sociais sobre a minha experiência, deixaria de ter disponibilidade para prosseguir a resolução do processo. A aplicação das garantias anunciadas, a mediação e a tentativa de resolver os danos não são favores que possam ficar dependentes do silêncio do consumidor. Tudo o que aqui relato está documentado através do contrato, orçamento, cronograma, elementos publicitários, emails, mensagens, interpelações formais, fotografias, vídeos e elementos técnicos. Não faço acusações abstratas: relato factos concretos da experiência que vivi e condutas que consigo documentar. Exijo que a Aqui a Tua Remodelação assuma a responsabilidade pela situação criada no âmbito da sua rede e apresente uma solução concreta, que assegure, a suas expensas, a conclusão integral das obras e a correção de todos os defeitos existentes, com indicação de prazos concretos. Confiei numa marca que prometia proteger o consumidor precisamente deste tipo de situação. Quando mais precisei dessa proteção, fiquei sozinho com três apartamentos inacabados e gravemente defeituosos, cerca de 90% da obra paga e um prejuízo enorme. A minha experiência com a Aqui a Tua Remodelação é, por tudo isto, extremamente negativa. Deixo este relato para que outros consumidores possam conhecer a minha experiência antes de tomarem uma decisão de contratação.
Reserva não respeitada e 70 minutos de espera
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à experiência que tivemos no vosso restaurante no dia 26/08/2026. Tínhamos uma reserva para duas pessoas, marcada para as 20h30, e chegámos pontualmente ao restaurante. No entanto, em vez de sermos encaminhados para a nossa mesa, verificámos que três pessoas que estavam no restaurante sem reserva passaram à nossa frente e ocuparam a mesa que nos estava destinada. Quando questionámos os funcionários sobre o sucedido, foi-nos explicado que tinha ocorrido um erro e que uk grupo de pessoas estava prestes a sair, pelo que teríamos de aguardar apenas cerca de 5 minutos. Confiámos nessa informação e decidimos esperar. O problema é que os 5 minutos rapidamente se transformaram em 70 minutos de espera. Durante esse período, continuámos sem mesa, apesar de termos uma reserva e de termos chegado à hora marcada. Ao fim de 70 minutos, perante a falta de uma solução e depois de termos aguardado muito além do tempo que inicialmente nos tinha sido indicado, decidimos abandonar o restaurante sem jantar. Considero esta situação particularmente grave. Um erro na gestão das mesas pode acontecer, mas é responsabilidade do estabelecimento encontrar uma solução adequada e, acima de tudo, prestar uma informação correta ao cliente. Dizer-nos que seriam cerca de 5 minutos e deixar-nos à espera durante 70 minutos é algo que considero manifestamente desrespeitoso pelo nosso tempo. Reconheço que, posteriormente, o restaurante nos enviou uma mensagem a pedir que regressássemos num dia à nossa escolha, com a refeição totalmente oferecida, tendo também sido referido que, para compensar o sucedido nessa noite, não teríamos de pagar a conta. Registo essa tentativa de compensação. No entanto, importa esclarecer que essa solução foi apresentada posteriormente e não altera o que efetivamente aconteceu naquela noite: tínhamos uma reserva, chegámos pontualmente, a nossa mesa foi ocupada por clientes sem reserva, aguardámos durante 70 minutos e acabámos por sair sem jantar. Uma compensação posterior não devolve o tempo que perdemos nem altera a experiência que nos foi proporcionada. Além disso, não considero razoável que um cliente tenha de regressar noutra ocasião para usufruir de uma refeição que, naquela noite, deveria ter sido prestada nas condições inicialmente acordadas. Gostaria, por isso, de deixar registada a minha insatisfação e de solicitar uma explicação por parte da gerência relativamente ao sucedido, nomeadamente sobre como foi possível uma mesa reservada ser atribuída a clientes sem reserva e por que motivo, depois de reconhecido o erro, não foi encontrada uma solução num período razoável. Espero que esta situação seja analisada internamente e que sejam tomadas medidas para evitar que outros clientes passem pela mesma experiência. Fico a aguardar a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos, Joana Fradinho.
Reclamação — Devolução não reembolsada
Reclamação — Devolução não reembolsada | Código R1-DF1393097EU Assunto: Reclamação formal — Devolução entregue e reembolso de 60 € não efetuado Venho apresentar uma reclamação formal relativamente a uma devolução de produtos que realizei à empresa Black Division, S.L., referente aos seguintes produtos: Thunder Fifty Low Teal / Mirror Blue Hurricane Fifty Grad Green / Green Valor total da devolução: 60,00 € A devolução foi enviada através dos CTT, em 10/07/2026, com o seguinte comprovativo/recibo: FR CTT2026FR990167901/581 O envio foi realizado para: Black Division, S.L. Calle La Palmera 5 Pol Mos del Bou Albatera, Alicante / Alacant 03340, Espanha O processo de devolução está identificado pelo código: R1-DF1393097EU Até ao momento, não recebi o reembolso dos 60,00 €, apesar de a devolução ter sido devidamente enviada e de eu possuir o comprovativo do envio efetuado pelos CTT. Considero esta situação extremamente preocupante, uma vez que cumpri a minha parte do processo de devolução, suportando inclusive os custos e procedimentos necessários para o envio dos produtos. Solicito, portanto, que a empresa: Confirme imediatamente a receção da devolução; Informe o estado atual do processo R1-DF1393097EU; Proceda ao reembolso integral dos 60,00 €; Apresente uma justificação caso alegue não ter recebido a encomenda devolvida. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor e dos CTT, bem como de divulgar publicamente a situação através dos canais apropriados, para alertar outros consumidores. Tenho disponíveis o comprovativo de envio dos CTT, o número de recibo e os dados da devolução, que poderão ser apresentados como prova. Código da devolução: R1-DF1393097EU Valor a reembolsar: 60,00 € Data do envio: 10/07/2026 Recibo CTT: FR CTT2026FR990167901/581
Reembolso em Atraso - Vente Unique
RECLAMAÇÃO FORMAL – Encomenda n.º PT2606300199 – Reembolso em atraso (€126,32) Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à encomenda n.º PT2606300199, realizada através da Vente-Unique, no valor de €126,32, cujo reembolso permanece pendente há mais de um mês. A referida encomenda encontrava-se inicialmente em atraso, motivo pelo qual solicitei o seu cancelamento em 28/07/2026. Contudo, até à presente data, o valor pago continua por reembolsar, sem que tenha recebido qualquer resposta concreta ou solução por parte da empresa. Desde o pedido de cancelamento, tenho procurado reiteradamente resolver a situação através do serviço de atendimento da Vente-Unique. Entretanto, a "solução" da empresa tem se mostrado ineficaz, qual seja, enviar mensagem à outra empresa através do portal eletrônico, procedimento já efetuado por mim, e pela Vente-Unique, diversas vezes. No contacto realizado na presente data, 27/08/2026, fui inclusive informada pela vossa colaboradora, Alba, que dirigiu-me a seguinte frase: “não posso fazer nada, não posso mudar o protocolo da empresa”. Compreendo que os colaboradores estejam sujeitos a procedimentos internos. Contudo, tais procedimentos não podem resultar numa situação em que o consumidor fica indefinidamente sem resposta e sem o seu dinheiro, sendo sucessivamente remetido para uma terceira entidade. Foi-me igualmente transmitido que seria necessário aguardar uma resposta da empresa responsável pela venda, identificada como Miroytengo PT Espanha. Ora, enquanto consumidora, não considero aceitável ter de suportar as consequências de eventuais relações comerciais ou procedimentos internos existentes entre a Vente-Unique e um vendedor/parceiro localizado em Espanha. Eventuais questões entre a Vente-Unique e o vendedor parceiro deverão ser resolvidas entre as entidades envolvidas, não podendo servir de fundamento para manter indefinidamente retido o valor pago pelo consumidor, sobretudo quando o cancelamento da encomenda já foi solicitado há mais de um mês. Acresce que as próprias condições disponibilizadas pela Vente-Unique relativamente aos cancelamentos e reembolsos estabelecem prazos para a restituição dos valores pagos. Deste modo, venho exigir formalmente o reembolso integral do montante de €126,32, no prazo máximo de 5 dias úteis a contar da receção da presente comunicação. Saliento que esta reclamação constitui uma última tentativa de resolução extrajudicial da situação, uma vez que já foram realizados diversos contactos através dos canais disponibilizados pela empresa, sem que tenha sido apresentada uma solução efetiva. Na ausência de reembolso ou de uma resposta concreta dentro do prazo acima indicado, sem necessidade de nova interpelação, procederei à apresentação de reclamação junto do Livro de Reclamações Eletrónico e às demais entidades competentes em matéria de defesa dos consumidores, incluindo, sendo aplicável, o Centro Europeu do Consumidor, atendendo à alegada intervenção de uma entidade estabelecida em Espanha. Reservo igualmente o direito de recorrer aos meios judiciais adequados para obter a restituição do montante que me é devido, bem como de exercer todos os demais direitos que legalmente me assistam enquanto consumidora. Espero, naturalmente, que não seja necessário recorrer a meios judiciais para obter a restituição de um valor que me é devido e para ver os meus direitos enquanto consumidora devidamente respeitados. Aguardo, assim, o reembolso integral dos €126,32 e a respetiva confirmação por escrito no prazo máximo de 5 dias úteis.
Muito tempo sem resposta
Boa tarde. Entreguei um inversor q deixou d trabalhar, para ver o q s passava. Isto no dia 07/07, e até a data não obtive nenhuma informação.
Defeito tecido sofa
Adquiri um sofá à empresa topcomfort mobiliário em setembro de 2025. Após algum tempo de utilização, o tecido do sofá começou a apresentar uma quantidade significativa de borbotos, situação que considero anormal para um produto de um valor considerável e com o período de utilização que apresenta. Contactei a empresa para expor a situação. A empresa enviou-me a ficha técnica do tecido e respondeu que a formação de borbotos poderia resultar do contacto com mantas ou outros tecidos, referindo ainda que o problema poderia ser resolvido através da utilização de uma máquina para remoção dos borbotos. No entanto, não concordo com esta justificação. O sofá é utilizado de forma normal e adequada e não considero aceitável que, num sofá adquirido com tão pouco uso haja formação significativa de borbotos e seja atribuída simplesmente ao contacto com outros tecidos, sem que tenha sido demonstrado que essa é efetivamente a causa. Acresce que a empresa refere as características e o nível de resistência do tecido constantes da ficha técnica, mas não foi realizado qualquer teste ou avaliação ao meu sofá que permita comprovar que o tecido aplicado neste produto apresenta efetivamente as características e o nível de resistência indicados. Considero, por isso, que a resposta apresentada pela empresa não esclarece devidamente a origem do problema nem demonstra que o produto apresenta a qualidade e durabilidade que seria expectável. Pretendo obter uma avaliação da situação e saber quais são os meus direitos enquanto consumidora, bem como solicitar a intervenção da DECO PROteste junto da empresa, no sentido de encontrar uma solução adequada para o problema apresentado pelo sofá. Tenho disponível o comprovativo da aquisição, a ficha técnica do tecido, a comunicação trocada com a empresa e fotografias que demonstram o estado do tecido. Solicito, assim, a análise do caso e orientação relativamente aos meus direitos e à solução que poderei exigir à empresa.
Descaso total com o cliente
Tive um problema com o sensor do meu robot de limpeza e, por isso, entrei em contacto com a marca. Foi-me pedido para enviar o equipamento para reparação. No dia 09/07/2026, deixei o produto num ponto da UPS em Ovar com o código fornecido pela transportadora. Passados 20 dias, voltei a contactar e informaram-me que a transportadora ainda não tinha recolhido o equipamento. Disseram-me para aguardar, justificando com o período de férias, sem previsão para a recolha. Troquei vários e-mails e, depois de ultrapassado o prazo de 30 dias, comuniquei que já não aceitava o produto reparado e que pretendia a substituição por um novo. Recebi um e-mail por parte do serviço de apoio ao cliente a responder de forma pouco profissional e com bastante falta de consideração pela situação que estou a viver. Senti-me completamente desrespeitada e não vejo qualquer preocupação em resolver o meu problema. Passaram se quase 60 dias e não tenho posicionamento. Continuo à espera da entrega de um novo robot.
Cobrança por débito Directo ABUSIVA
Comprei um portátil (pr1-146c) há mais de dois anos e fiz o pagamento que me foi solicitado. Cujo valor na Inforlandia em Aveiro e no mercado rondava os 200/300€. Há já alguns meses tenho notado vários débitos repetidos na minha conta bancária, sempre com valores como 100,99€, 110,99€ ou 111,99€, sendo obrigado a ir ao banco para os cancelar. Cancelei os pagamentos automáticos, mas voltam a registar e os débitos continuam a acontecer. Só este mês, já foram feitos 12 movimentos deste tipo. Considero esta situação completamente inaceitável. Já apresentei queixa no Portal da Queixa e pediram que informasse a que horas podia ser contactado. Informei o horário da minha conveniência, porém não recebi qualquer contacto. Contactam e fazem publicidade com ofertas de 29€ e depois tentam cobrar somas astronómicas. Estou a meses de fazer 80 anos, sou deficiente das Forças Armadas, e toda esta falcatrua dá cabo da minha paz. Dada continuação da situação se manter pedente venho apresentar a minha presente queixa solicitando a vossa devida atenção para resolução do problema. Cumprimentos
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