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denuncia de contrato
A denuncia contrato prende-se com : Nos / Securitas Direct 1] Insatisfação com atendimento ,foi instalada apenas 1 câmera de video, quando foi pedido 3. Só a meio da instalação o técnico informou que só tinha 1 , “as restantes viriam quando stock fosse reposto." Ao contactar a linha de apoio da Securitas , foi me dito que, não é da Securitas que fornece as câmeras, é responsabilidade da Nos. Em loja da Nos onde celebrei o contrato questionando sobre o restante equipamento, informam que será a Securitas a fornecer as câmeras . Fiquei sem o contratado assinado na loja Nos, fiquei com a loja sem vigilância devida! E quando me dirigi à loja Nos ,ao invés de solucionarem o problema , passam a responsabilidade para a Securitas. A loja tem equipamentos de valor ,precisei instalar outro alarme com urgência e após em loja da Nos ,assinar a denúncia de contrato , disseram que a Securitas iria contactar para levantar os equipamentos. Coisa que até agora ninguém me ligou! 2]. Insatisfação informações comerciais , não tem uma resposta clara e deixam ficar no vazio quem é responsável pela manutenção , instalação dos equipamentos .
Cobrança de portes de um envio não realizado
Exmos Senhores, Efetuei uma compra à empresa Micolet com um valor superior a 20 euros. Para este valor tive de pagar 0,99euros de portes. Quando recebi a encomenda deparo-me com peças de roupa com nódoas, forros descosidos e peças num estado de apresentação que não correspondiam ao enunciado. Por esse motivo devolvi todas as peças que não estavam em condições referindo os motivos, ficando apenas com uma peça que estava em boas condições. Paguei pelo envio da devolução (cerca de 6 euros). Quando as peças devolvidas chegam ao destino informam-me que será então devolvido o dinheiro dessas peças mas cobraram-me mais 5 euros. Quando questiono o porquê de mais uma cobrança explicam-me que ao devolver as peças, a minha encomenda inicial (que já tinha sido enviada e entregue) fica com um valor inferior a 20 euros e, nesses casos, o valor dos portes é de 5,99euros e não os 0,99 euros que paguei inicialmente, motivo pelo qual me estavam a cobrar mais 5 euros. Contudo, o envio já havia sido realizado sob as condições iniciais, não foi feito nenhum envio de uma encomenda inferior a 20 euros. Além disso, caso as peças tivesses sido todas devolvidas, devolveriam o valor dos portes? Claro que não mas se, no fim, não fico com nada, aplicando a mesma premissa, então deveriam devolver…. Mas pelos vistos a regra só funciona para um lado, o que lhes convém. Além disso, as peças foram devolvidas por não se encontrarem em condições, algo que a empresa deveria de fiscalizar mas que não soube realizar o trabalho de forma competente. Considero, portanto, que a empresa fatura com base em esquemas de cobrança de portes de envio fraudulentos. O que consta nos termos e condições da empresa não respeita os direitos do consumidor. Não deve ser cobrado portes de envio de envios não realizados e esse dinheiro deve ser devolvido aos lesados.
Autorização de residência
Boa tarde, Venho por este meio solicitar informações relativamente ao processo de autorização de residência do seguinte requerente: Nome: ALEXEI NICULITA NIE: 5419162 Data de nascimento: 04/04/1990 O título de residência encontra-se expirado há cerca de um ano. O requerente tinha uma marcação anteriormente, à qual não conseguiu comparecer. Atualmente, foi submetido um novo pedido de renovação, encontrando-se em posse do respetivo recibo comprovativo emitido pela AIMA. Assim, vimos solicitar: Atualização do estado do processo; Agendamento com a maior brevidade possível para regularização da situação. Agradecemos desde já a atenção dispensada e ficamos a aguardar uma resposta.
Inpost - bloqueio nas redes sociais e ausência de resposta a emails e formulários de contacto
Sou utilizadora dos serviços da InPost há muitos anos. Desde março de 2026, o único ponto que existia na localidade de Grândola cancelou o contrato com a empresa. Desde essa data, foram efetuados vários pedidos por parte de consumidores, como eu, para que a empresa procedesse à instalação de cacifos ou de pontos de entrega e recolha de encomendas. Nunca obtive qualquer resposta por parte da InPost através de e-mail (forma inicial de contacto) nem mesmo após várias insistências, fui simplesmente ignorada. Resolvi expor o caso nas redes sociais nomeadamente no Facebook, onde disse apenas a verdade: a InPost não responde aos pedidos nem aos emails dos consumidores especialmente neste caso da localidade de Grândola. Como as respostas que recebi através do messenger foram automáticas (como sempre), expus a situação em várias publicações da InPost no Facebook onde recebi respostas automáticas a indicar que respondem aos pedidos). Adicionalmente, tenho conhecimento que já foram efectuados, por parte de comerciantes locais, pedidos para serem ponto de entrega e os mesmos foram também ignorados pela empresa. A questão de ignorar apenas demonstra o fraco serviço que a InPost oferece no entanto, a situação agravou-se no dia de hoje: a InPost procedeu ao bloqueio da minha conta no Facebook. Enquanto consumidora tenho o direito de reclamar e expor o meu desagrado, especialmente quando não obtenho qualquer resposta e a vossa única forma de contacto é através de e-mail. Se reportei a situação, enviei e-mails e não obtive qualquer resposta da vossa parte, acho vergonhoso andarem a promover nas redes sociais como é fácil ser ponto de recolha e pedir instalação de cacifos quando pura e simplesmente ignoram os emails e alguns consumidores e ainda procedem ao bloqueio apenas para evitar que a vossa imagem seja afetada. Não só deverei ser desbloqueada como deverei ter uma resposta da vossa empresa. Um não como resposta é aceite agora simplesmente ignorarem e tomar este tipo de atitudes vai contra qualquer direito por parte dos consumidores. O vosso apoio ao cliente é pelos vistos inexistente e, de acordo com a linha de apoio telefónica (que não resolve nada destes assuntos) nem sequer têm responsável pelo apoio ao cliente. Que tipo de empresa é esta que trabalha desta forma? Assim se percebe porque tantos sítios optam por deixar de trabalhar convosco e escolhem outras transportadoras. Aguardo a resposta que já me é devida há tempo de mais, assim como justificação para o bloqueio que me efetuaram nas Redes Sociais. Junto em anexo comprovativo do vosso bloqueio nas rede social Facebook e no messenger e disponho de mais provas de outras pessoas que conseguem aceder. Junto ainda printscreens com exemplo de alguns dos e-mails que enviei.
Propaganda Enganosa
Exmos. Senhores, Comprei um aspirador à Galeria.Pt, em novembro de 2025, na expectativa de que fosse um equipamento que seria bastante útil para o tipo de limpeza que preciso. Conforme publicidade da empresa, o Aspirador sem fios Slim Power Vac tem uma capacidade de duração da bateria de 45 minutos e um poder de sucção forte. Pelo facto de estar a preparar a mudança de residência, optei por não utilizar o aparelho na altura da sua receção, tendo começado a usá-lo apenas em Fevereiro deste ano, após a mudança de casa. Nesta altura, reparei que a durabilidade da bateria não ultrapassa os 30 minutos e poder de sucção muito fraco, além de um defeito no depósito do filtro que acumula parte do lixo aspirado. Entrei em contacto com a Galeria.Pt, no sentido de devolver o equipamento, não apenas por apresentar estes defeitos, mas por não corresponder em nada à publicidade do mesmo. Sinto-me enganado e procuro a vossa ajuda para a devolução do que considero ter sido "gato por lebre".
Projecto cozinha
No início do mês de dezembro de 2025 (cerca de dia 5), iniciei o processo de aquisição de uma cozinha completa na loja Leroy Merlin Sintra, tendo desde logo informado da necessidade de celeridade no processo, uma vez que a instalação se destinava a uma habitação situada no Alentejo. Após reunião inicial, seleção de materiais e definição do projeto, foi-me solicitado o envio de medições e fotografias do local, pedido esse prontamente cumprido, até porque o imóvel tinha sido alvo de obras recentes, permitindo medições rigorosas. No dia 11/12/2025 recebi a primeira maquete do projeto, que apresentava alguns erros, posteriormente corrigidos. O orçamento inicial foi enviado incompleto (sem inclusão do tampo/pedra), tendo apenas no dia 16/12/2025 sido remetida a versão final. Na mesma data, iniciei o processo de financiamento, que inicialmente permitiria pagamento em 36 prestações. Após aprovação e assinatura de toda a documentação, desloquei-me à loja para conclusão do processo. No entanto, devido a um erro interno associado à aplicação de um desconto de 10%, o plano de financiamento foi alterado para 24 prestações, situação que aceitei para não atrasar ainda mais o processo. Posteriormente, ao tentar agendar a instalação, fui informado por um colaborador de que não tinham sido efetuadas medições técnicas obrigatórias, tendo sido necessário agendar nova deslocação, mediante pagamento adicional de 50€, valor que, caso tivesse sido incluído inicialmente, permitiria manter as 36 prestações acordadas. A primeira marcação com o instalador foi reagendada pelo próprio. Na nova data (07/01/2026), fui informado, no próprio dia e de madrugada, de que o mesmo não iria comparecer por motivos logísticos, sem qualquer solução alternativa. Face à ausência total de contacto e resposta por parte da loja, fui obrigado a deslocar-me presencialmente, uma vez que os contactos telefónicos raramente são atendidos. Após sucessivos atrasos, apenas no dia 16/01/2026 foram finalmente realizadas as medições. Posteriormente, fui surpreendido com um custo adicional de 460€, alegadamente referente à montagem, sob argumento de que não tinha sido incluída no pedido inicial — situação que rejeito totalmente, uma vez que a aquisição de uma cozinha completa implica, naturalmente, o serviço de instalação. Perante a minha recusa em assumir este custo, foi-me sugerido pela loja que recorresse a novo crédito, proposta que considero completamente inaceitável. Ainda assim, a solução apresentada passou pelo cancelamento do crédito anterior e celebração de um novo contrato, processo esse marcado por múltiplos erros administrativos (valores e prazos incorretos), obrigando à assinatura de vários contratos sucessivos. Como consequência direta dessa má gestão, foram-me debitadas duas mensalidades em simultâneo, acrescidas de um valor aproximado de 500€, resultantes da existência de dois contratos ativos em paralelo. A regularização desta situação demorou cerca de um mês, tendo sido sempre eu a tomar a iniciativa de contacto, sem qualquer acompanhamento proativo por parte da loja. No momento da instalação, verificaram-se novos erros: entrega de materiais incorretos, ausência de componentes essenciais e recolha indevida de material que não deveria ter sido removido. O instalador voltou a falhar compromissos agendados, obrigando à improvisação parcial da montagem. À presente data, 22 de abril de 2026, mais de quatro meses após o início do processo, a cozinha continua por concluir, sem qualquer previsão concreta de finalização. Durante todo este período, cumpri integralmente com todas as minhas obrigações financeiras, encontrando-me já a pagar um serviço que não foi devidamente prestado. Importa ainda referir que a única exceção no acompanhamento deste processo foi a colaboradora Cátia Borges, que demonstrou profissionalismo, disponibilidade e empenho na tentativa de resolução da situação, contrastando com a ausência generalizada de apoio por parte da restante estrutura. Face ao exposto, considero que fui alvo de sucessivas falhas graves ao nível de: • Gestão do processo comercial; • Planeamento e execução técnica; • Comunicação com o cliente; • Cumprimento de prazos; • Tratamento financeiro e contratual. Assim, venho por este meio exigir: 1. A conclusão urgente da cozinha, com todos os elementos corretamente instalados; 2. A regularização integral de qualquer erro administrativo ou financeiro; 3. A atribuição de uma compensação adequada pelos prejuízos, transtornos e tempo despendido, podendo a mesma assumir a forma de vale de compras, uma vez que continuo a ser cliente da marca.
carro comprado
boa tarde chamo me Cristina Pereira comprei uma viatura no stand Melhor2Mundos em braga, e fui enganada, depois de varias chamadas desligam me o telemovel na cara e depois deixam de me atender. comprei o carro em agosto de 2025 e quando fui buscar o carro vi que vinha com problemas no radio nas vavulas dos pneus nas embaladeiras soltas, etc. O Sr Jaime proprietario do satnd disse levem o carro visto que agora em agosto mts oficinas estao fechadas e se virem masi alguma anomalia anotem e em setembro fazemos, em setembro deixem o carro la tres semanas e so me meteram discos no carro nao meteram as vavulas nos pneus nem trataram do radio, visto isto liguei mandaram me acionar o seguro de garantia visto que me deram duas garantias, seguro de garantia e a garantia de stand, o acionei o seguro de garantia e so cobrem o motor tratarm dos erros do motor depois e ir fuscar o carro a oficina levei varias vezes ao sr jaime sem qualquer tipo de resposta hoje atendeu me nao me deixa falar fala por cima de mim e desligou me o telemovel na cara.
Campanha de substituição de identificador antigo
Na adesão à campanha de substituição do identificador antigo Via Verde, a informação sobre a elegibilidade da oferta não foi clara. Escolhi Mobilidade Leve por ser a opção apresentada e adequada ao meu uso ocasional, mas foi-me depois comunicado que a campanha de mensalidades gratuitas só se aplica a Mobilidade Mensal. Solicito a rectificação do contrato para a modalidade correcta com manutenção integral da campanha ou, em alternativa, a anulação da adesão errada e nova adesão com os mesmos benefícios. Reclamei já por email em 17/04 sem resolução. Troquei identificador antigo pelo qual paguei 30 euros, e na prática não "ganhei" nada, pois devido à falta de informação no processo de adesão à campanha seleccionei tarifário não elegível, tendo assim de pagar mensalidade quando utilizo, ao invés de ter mensalidade grátis todos os meses até ao final da campanha em 31 de Dezembro de 2027. Via verde está a agir de má-fé, pois este erro é legitimo e fruto da má informação existente no site. Se os clientes se enganarem, quando escolhem o tarifário temos pena não há nada a fazer?! Quando detectei reclamei logo com a via verde. Nessa altura ainda não tinha utilizado o serviço desde a adesão.
Devolvi os artigos e não recebi o reembolso por erro no armazem do Temu 148,50 Euros
ID da encomenda: PO-163-06518999194233670 Bom dia Devolvi os artigos para Temu no valor total de 148,50 Euros Era o pacote grande e pesado com 37 artigos dentro de pacote. No dia 20 de abril o Temu confirmou a recepção de pacote por armazém deles. Depois de inspeção o Temu enviou me a informação que dentro de pacote encontravam só 2 artigos no valor de 8,50 Euros, e 35 artigos não estavam no pacote. Eu fiz reclamação imediatamente, afirmei que devolvi os 37 artigos e exiji as provas em formato de vídeo onde se ve claramente como o funcionário de armazem abra o pacote e encontra só 2 artigos. No final de dia recebi a notificação de Temu que eles encontravam mais 4 artigos e reembolsaram 14,66 Euros. Eu exiji novamente as provas que demostram claramente falta dos artigos no pacote. Como é possível abrir o pacote com 2 artigos e no final de dia depois da minha reclamação encontrar mais 4 artigos no mesmo pacote. Resumindo, falta o Temu me reembolsar os 31 artigos no valor de 125,34 Euros Eles inventam mil e uma desculpas ( dizem que sou eu que coloquei só 2 artigos em vez ser os 37, ou a transportadora perdeu no caminho) Mais uma vez exiji provas que mostram que faltam os artigos dentro de pacote, mas o Temu estão a ignorar o meu pedido. Eu afirmo e confirmo que devolvi os 37 artigos dentro de mesmo pacote conforme a descrição de lista de devolução. Por favor ajudam me resolver este problema e recuperar o meu dinheiro
Falta de Transparecia e profissionalismo
Contratei o transporte de uma viatura da Bélgica para Sintra pelo valor de 800€, comunicado por telefone e confirmado por WhatsApp. O documento enviado não indicava qualquer preço nem identificação completa da empresa, contendo apenas uma referência pouco clara à exclusão de IVA. A viatura foi entregue fora do prazo e, no momento da entrega, foi-me exigido o pagamento de 984€ com IVA, valor que nunca foi previamente acordado. Verifiquei ainda que o serviço foi subcontratado a outra empresa sem qualquer informação ou consentimento prévio, tendo inclusive a fatura sido emitida por entidade diferente da contratada. Considero existir falta de transparência, incumprimento das condições acordadas e possível prática comercial enganosa, pelo que solicito a devolução do valor cobrado indevidamente.
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