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Problemas nas ligações e nos preços dos bilhetes
Fui para a praia da Apúlia no autocarro de Cávado mobilidade, este empresa tem um horário com os transportes disponíveis online. Quando fui apanhei um autocarro que faz menos paragens e paguei 4€ pelo bilhete. Na volta, o motorista disse nos, antes de entrarmos, que passava por Braga (perguntamos para ter confirmação) na hora de pagar o bilhete disse nos que não podia cobrar para Braga, só para Barcelos e que lá teriamos que trocar de autocarro que fazia ligação para Braga (nenhum destes factos estava no horário), disse nos também que depois tínhamos que pagar outro bilhete de autocarro para Braga e que não sabia se eles reembolsavam o preço. Quando chegamos a Barcelos o motorista levantou se e trocou a direção do autocarro. Autocarro esse que tinha exatamente o destino para Braga (o mesmo autocarro, o mesmo motorista).Vi me obrigada a comprar 3 bilhetes para Barcelos e depois mais 3 bilhetes para Braga. Em vez de pagar 4 euros paguei 3 euros para Barcelos e mais 3 euros e 45 cent. Para Braga, sendo que não havia qualquer informação que falasse sobre ligações sou o que quer que fosse online, nem nos horários disponíveis, tudo para não venderem o bilhete direto que ficaria mais barato. Espero que pra lá do reembolso este assunto esteja resolvido na próxima vez que apanhar está linha
danos em viatura- detritos na autoestrada
Venho por este meio solicitar a reparação dos danos causados ao meu veículo, um Nissan qashqai de matrícula 08-PP-29, em consequência de um objeto solto na autoestrada entre Fátima e Santarém que embateu na frente da viatura e voltou a ser projetado na estrada.No dia 1 de Agosto, por volta das 12:20h eu estava a conduzir na autoestrada quando um objeto solto embateu na minha viatura, quando estava a ser ultrapassado. Senti um embate forte na frente do carro, objeto esse que aparentava ser uma garrafa voltou a ser projetado para o separador central. Na altura devido ao excesso de tráfego e por segurança não parei porque a viatura aparentava estar a circular sem anomalias. Quando parei numa área de serviço, contactei de imediato a via verde para o numero 210730300 pelas 13:44, chamada de 3,7min, expliquei o sucedido e o vosso colaborador me indicou para enviar um email para o apoio ao cliente a expor o sucedido, assim o fiz.Verifiquei que aquele impacto danificou a minha viatura conforme podem analisar nas fotografias, inclusive arrancou uma peça do para-choques que também ficou solta na autoestrada.Enviei email ainda dentro da autoestrada com destino ao Algarve conforme podem e agradeço que verifiquem as camaras de videovigilância, onde podem apurar o estado do carro à entrada e à saída da autoestrada para analisarem os danos.Mais informo e agradeço que verifiquem a integridade da viatura aquando a entrada na autoestrada em condeixa pelas vossas câmaras de vigilância da entrada que certamente conseguirão ver que não tinha qualquer dano.as fotos do dano e do bilhete via verde foram enviadas para o apoio ao cliente via email e para o livro de reclamações online.
Imposição de regras ilegais no transporte
Venho por este meio comunicar a V. Excelências que foi col desagradável surpresa que, ao embarcar num autocarro da Rede Expressos em viagem nacional, no caso de 3 horas de duração, está afixada no interior, como visível na fotografia que apresento em anexo, e anunciada verbalmente pelo condutor durante a embarcação dos passageiros, uma regra que diz o seguinte:“PROIBIDO COMER OU BEBER NO INTERIORLEI 399 F/84 ARTIGO 16 - COIMA 249,40€”Esta regra foi inclusivamente imposta pelo condutor, durante a embarcação, mesmo quando confrontado com as dúvidas e estupefacção de vários passageiros, tal como testemunhei, defendendo-a com inflexibilidade e insensibilidade na sua comunicação com os clientes.Estupefacto perante a situação, fui ler o decreto lei referido, não tendo encontrado qualquer referência a proibição de beber ou comer. Nas regras de utilização descritas no website da rede expressos é também referido outro decreto lei, no caso DL 9/2015, onde também não encontro referência nenhuma que suporte esta imposição.Perante a imposição, mantive-me em jejum durante as 3 horas de duração da viagem, o que me causou desagradável sensação de fraqueza e náusea durante toda a viagem. Não considero de todo adequada esta imposição, tendo em conta que as viagens operadas pela Rede Expressos são tipicamente de durações superiores a 1h, em que impedir os clientes de beberem ou comerem durante toda a viagem é de uma desconsideração atroz pelo sei conforto, serve apenas o propósito de diminuir a necessidade de manutenção do veículo, e a forma como o impõem é enganosa e indecente, fazendo recurso a uma citação de decreto lei que não existe, enganando a população com menor capacidade para confirmar as informações em causa.Por isto, penso ser o mínimo exigível, caso se verifique que não estou errado na interpretação da lei, que a Rede Expressos dirija de forma pública aos seus clientes um pedido de desculpas. Se a utilização indevida da Lei para impor regras ilegais sobre os clientes configurar ação ilegal, que se levantem as obrigações legais em causa.
Motoristas da DPD nunca entregam na morada
Exmos. SenhoresGostaria de expressar o meu total descontentamento para com o serviço de entregas da DPD, frequentemente contratado por diversos comerciantes, após a minha aquisição de produtos nas respetivas plataformas digitais, facto este que não consigo evitar, uma vez que é decidido exclusivamente pelo comerciante (ou plataforma digital). De facto, cada aquisição inclui sempre uma taxa pelo serviço de transporte e entrega na minha morada, a qual, situando-se em Portugal Continental e junto a uma via pavimentada de fácil acesso, reune todas as condições para que esse serviço seja cumprido na íntegra, o que raramente acontece no caso da DPD - os motoristas em serviço da mesma tomam regularmente uma das seguintes opções: - Alegam falta de tempo e adiam a encomenda para o dia seguinte (sem designadamente efetuarem qualquer contacto telefónico a informar do mesmo)- Quando se dignam a contactar, frequentemente deixam-me um ultimato: ou eu aceito que despachem a encomenda para o ponto pickup mais próximo (no meu caso, Ansiloja, na vila de Ansião, distrito de Leiria), ou deverei ter de esperar pelo dia seguinte- Quando eu digo que aceito esperar mais um dia porque não tenho interesse em deslocar-me a Ansião apenas para levantar a encomenda, o processo volta a repetir-se para um dos dois cenários anteriores- Ocasionalmente, chegam a alegar que o destinatário não se encontrava na morada, facto que posso facilmente desmentir, e acabam por deixar a encomenda no ponto pickup, visivelmente contra minha vontade. Estes cenários já ocorreram inúmeras vezes: nas primeiras ocorrências, tolerei a atitude. Após as mesmas, procedi a vários contactos à linha de apoio ao cliente para expressar o meu descontentamento, ao que me respondiam regularmente que iriam registar e reecaminhar a mensagem ao armazém responsável, o qual suponho situar-se em Leiria. Porém, o comportamento mantém-se, encomenda após encomenda.Exijo portanto, em primeira instância, um pedido de desculpas e um compromisso concreto e sincero de que o modo de funcionamento do serviço será ajustado de acordo com o que é minimamente exigível. Caso contrário, iniciarei eu próprio ações legais concretas.Os melhores cumprimentos,João Domingues
Factura Vodafone
Venho por este meio contactar V.Ex no seguimento de uma factura recebida da Vodafone de 2200€, è um número de uma criança menor de idade que durante o mês de julho e sem nosso conhecimento ultrapassou os 500m de plafon em chamadas.O que me intriga no meio disto tudo è o facto de não ter existido uma SMS de aviso sobre o fim dos 500m , nem para a criança ( já foi verificado pelo apoio ao cliente ) quer para o encarregado de educação que é o titular do contrato . Deveria haver um aviso por parte da Vodafone .Obrigada Melhores cumprimentos Diana Araújo Carlos Loureiro
Faturação de dados móveis à minha revelia, não usados
Ontem liguei para o nr de apoio 16990 pelo facto de andar a receber chamadas de países estrangeiros e de ter, involuntariamente, atendido a última dessas chamadas. Referi, por mero acaso, ter estado de férias fora do país (Cabo Verde) e de, eventualmente, ter havido usurpação do meu número de telefone.Foi-me dito que no momento, não havia nenhum registo disso na minha conta. Havia sim um acréscimo de dados em roaming usados no dia 28 de julho (dia da chegada a Cabo Verde) que implicavam um aumento de 146,896€ na fatura!!!!Fiquei chocada com a informação e expliquei que isso era impossível: tive o cuidado de usar apenas a internet do aeroporto e do hotel e de desligar os dados móveis. Todo o tempo que permaneci em Cabo Verde tive os dados móveis desligados!Foi-me dito que há um fluxo de dados móveis constante que, no momento em que desligamos o Modo de Avião e os Dados Móveis são automaticamente acionados, entra na nossa conta e que a maior parte dos utilizadores desconhece ou seja, entre o momento em que desliguei o Modo de Voo e a seguir desliguei os Dados Moveis, entraram 9 MB no meu telemóvel, completamente à revelia da minha vontade, que não usei, mas porque passaram por lá implicam um débito de 146.896€ na minha conta!!!No seguimento da conversa, que ficou gravada, foi-me dito que embora não tivesse usado nem fosse responsável pela entrada de dados, teria que pagar esse custo.Face a minha indignação, foi-me proposto um bónus/abatimento de 60€ na fatura. Inicialmente recusei depois acabei por aceitar, deixando bem claro que isso não me iria impedir de reclamar junto dos serviços da NOS e da DECO.Além do bónus de 60€ que me foi proposto, pretendo que me seja retirado o restante do valor, 86.896€, relativo aos cerca de 9MB que entraram involuntariamente na minha conta, que não usei, e totalizavam 146.896€ de acréscimo na fatura de setembro.Grata pela atenção,
Mesa de jantar Hôma
Venho por este meio reclamar ter recebido um produto encomendado online na entidade Hôma , após ter levantado o produto e aberto a caixa o produto tava danificado. Foi ja feita reclamacao sem reposta ainda da entidade referenciada.
Falta de resposta e decisão a pedido de desvinculação e acrescento de crédito
Dirigi-me a esta instituição bancária, em Soares dos Reis, Porto, no dia 20 de julho transato, no sentido de solicitar a desvinculação do crédito de um dos titulares do crédito habitação, celebrado com a CGD, bem como pedir um acrescento à hipoteca, no valor de 25 mil euros, com alguma urgência. Nesse mesmo dia, enviei os documentos necessários à análise da situação, ao cuidado de Susana Albertina Pinto, com o conhecimento da CGD. Posteriormente, uma vez que não era contactada, enviei vários emails, no sentido de ser informada sobre o estado do pedido, no entanto, não obtive resposta. Sendo assim, dirigi-me novamente ao balcão, no dia 28 de julho, para poder obter mais informações. Segundo a funcionária, Susana Albertina Pinto, ainda não tinha analisado o pedido, todavia referiu que até à próxima segunda ou terça ( dias 31 de julho e 1 de agosto)sairia um parecer. Uma vez que tal não aconteceu, voltei a enviar email. A única resposta, sem informações concretas, foi Já estive a analisar o seu pedido mas ainda não temos nenhuma decisão, mal tenha entro em contacto consigo. Entretanto, no dia 8 de agosto, solicitei, via email, uma reunião com o Gerente da instituição em questão, no sentido de tentar perceber o que se está a passar com o pedido efetuado.Apesar de todas as diligências por mim tomadas, no sentido de obter informações e um parecer, não me é dado qualquer feedback.Assim, venho, por este meio, manifestar o meu profundo desagrado com a situação, que em muito tem prejudicado decisões que tenho de tomar com prazos estipulados. Para além disso, é de lamentar a inércia da CGD e a falta de informação célere e concisa por parte da instituição bancária.É ainda mais lamentável este tipo tratamento a uma cliente há mais de 30 anos e que sempre foi cumpridora das suas obrigações.Solicito, ainda, a vossa intervenção, na qualidade de entidade supervisora do sistema bancário, para que me sejam dadas informações concretas, relativamente ao pedido formulado.Com os melhores cumprimentos
Cabos na fachada a cair
Desde o dia 24/7, os cabos da fachada do prédio começaram a cair. A cada dia, o peso dos cabos sobre os apoios que ainda estão fixos, está a partir as abraçadeiras que ainda restam. Envio duas fotos diferentes no tempo. A primeira do dia 27/7 e outra do dia 10/8. Morada da Instalação: Rua 14 n. 733 - Espinho (4500-233)
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