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Burla / Fraude
Exmos. Senhores, No dia 10-10-2023, a minha Mae foi vitima de uma fraude. Foi enviada uma mensagem pelo WhatsApp, em que se fizeram passar por mim. A minha Mae pediu para falar por telefone e a pessoa alegou que não conseguiria ligar porque estava com problemas no meu numero de telemovel e estava na loja para efetuar uma compra urgente e tinha naquele dia um telemovel temporario. Por acaso estava a comprar eletrodomesticos esta semana, e a minha Mae associou que o tema fosse esse e fez 2 transferencias.A minha Mae foi altamente pressionada e tudo o que escrevia dava a crer que fosse eu, e que estava a fazer um pagamento e não podia falar agora. Pagou para 2 referencias multibanco que segundo a pessoa seria a forma mais rapida do dinheiro ficar logo disponivel. Foram transferidos no total 1990,00€, para HIPAY SAS atraves de entidade e referencias desta empresa HiPay. Foram transferidos no total 1990,00€, para HIPAY SASEntidade 12281Referência 967268091Montante 1000 EUREntidade 12281Referência 968793372Montante 990 EURA queixa crime foi apresentada hoje (11/10/2023) à Policia Judiciária. Reclamo contra esta empresa, porque a mesma deveria ter a capacidade de à semelhança dos Bancos e de outras empresas concorrentes conseguirem perceber a quem estão a prestar o serviço. Não pode servir de escudo que são uma plataforma global de pagamentos e que portanto funcionam com toda a gente! Ate por uma questão reputacional, devem estar munidos de sistemas de cybersegurança e anti crimes para perceber a quem estão a prestar serviços, se a parceiros e a clientes que são idoneos e garantir que não disponibilizam a vossa entidade e referencia de pagamento para fins de crime e burla. Por isso, apresento a minha reclamação, acho sinceramente que tem culpa neste processo. Devem garantir que estão a prestar um serviço a um parceiro que fez o seu trabalho de know your costumer, que conheçe bem o cliente e que o seu serviço não está a servir de veiculo para uma criminalidade. Falhas há em todo o lado, face ao avanço que a tecnologia vai tendo, mas então deveria existir um seguro vosso que suportava estes casos, que são de burla e onde se constata que a vitima foi totalmente enganada.Aguardo um contacto vosso para me ajudarem a minha Mae a receber o reembolso o mais depressa possivel pf, é uma questão de justiça e não pode ser a vitima sempre a lesada.Obrigada,Sónia
Problema com maquina de lavar roupa
Venho por este meio reclamar que a mi9nha maquina avariou á um mes. Hoje faz precisamente um mes que dei parecer ao seguro e nao me resolverao... Ja demonstrei o meu descontentamento e nada . E uma vergonha ... se eu asegurei no equipamento era para se acontecese alguma coisa ao equipamento para ser mais rapido de ser resolvido e nada...Tenho andado a lavar roupa na lavandaria,e uma vizinha soube do caso e ate fez o favor de me lavar a roupa ate ja tenho vergonha . Ja liguei varias vezes para o seguro e o que respondem e vao reportar o caso e nada.Gostaria que me revolvessem este caso o mais depressa possivel muito obrigado.
débito direto sem autorização
Boa tarde,Venho por este meio questionar o porquê de vossas excelencias fazerem um débito direto na minha conta bancária sem qualquer tipo de autorização.O valor do débito foi de 4.39€.Agradeço que terminem com esta situação e que devolvam o dinheiro que retiraram erradamente.Atenciosamente,Ana Santos
Dívida à Orthogon Portugal, S.A. – Contrato(s) de Financiamento proveniente(s) do Banco Santander C
Boa tarde venho recebendo emails e msg desta empresa que me dis que devo fazer o pagamento de um financiamento que nunca o fiz. Serve o presente para relembrar o incumprimento do contrato cedido referente a compra de viatura com matrícula 96JP42 Neste seguimento, informamos que, sem prejuízo de eventuais diligências de penhora em curso, caso efetue um pagamento voluntário integral e imediato, estará o N/cliente disponível para efetuar um perdão parcial da dívida. Para obter o valor e encerrar o processo ou, em alternativa, efetuar acordo de pagamento mensal pela totalidade do valor em dívida, deverá entrar em contacto através de:· Morada: Av. 5 de Outubro, n.º 124, Galeria, 1050-061 Lisboa· Telefone: +351 210 930 109· E-mail: info@duo-capital.com
fraude
Exmos. SenhoresVenho por este meio expor o seguinte:O meu nome é Filipe Alexandre Correia Quintão, com CC 7530524, NIF 112723209 e cliente do banco Santander.No domingo, dia 8 de outubro de 2023, pelas 16h30, por utilização abusiva de identidade, fui vítima de uma fraude por via SMS. Utilizando o NETBANCO executei uma transferência no valor de € 3890,00 para o IBAN – PT50 0018 0003 5501 4534 02086 [também conta Santander].Na sequência de nova abordagem fraudulenta, uma vez mais para uma conta Santander, apercebi-me que tinha sido vítima de crime e entrei imediatamente em contato com a superlinha Santander. Para minha surpresa foi-me dito que nada podiam fazer e que devia dirigir-me na segunda-feira a um balcão do banco para expor o problema. Obviamente que assim sendo o prevaricador teve todo o tempo para fazer desaparecer o valor em causa.Considero esta situação inadmissível e inaceitável pelo facto de estar a proteger um cliente (cliente Santander) desonesto, que cometeu um crime, deixando totalmente desprotegido o cliente que foi vítima de abuso com evidente prejuízo moral e material.Não posso compreender que o banco (parte forte) opte por este tipo de comportamento com o objectivo de se “defender” de hipotético transtorno deixando o cliente lesado (parte fraca).A justificação do banco é que eu cometi um erro. Pois isso é verdade, mas como sou humano estou suscetível a cometer erros. Não entendo esse argumento como válido porque, na minha modesta opinião, o banco comete um erro ainda maior quando o cliente deteta, atempadamente, uma fraude telefona para a linha dedicada e recebe como resposta que nada podem fazer. Considero que para além dum erro é falta de respeito e uma desresponsabilização grosseira. De notar que falamos de todas as contas da mesma instituição.Sabemos que o podem fazer e na verdade não fazem porque não querem.De realçar que o banco tem condições materiais, técnicas e humanas para criar condições e soluções que protejam os clientes de serem lesados nestes casos. Julgo que qualquer pessoa, mesmo não sendo especialista, pode sugerir práticas que podem prevenir, de uma forma eficaz, estes casos.Com os melhores cumprimentos
Problema com rescisão de cartão BP Power Plus
UnicreProblema com rescisão de cartão BP Power PlusNIF: 210584513Exmos. Senhores,Depois de já várias tentativas de cancelamento deste cartão verifico que o mesmo continua ativo pelo que recebo extratos ao dia de hoje com o valor em divida da anuidade. Em maio de 2022 paguei o valor de 10,40€ correspondente à anuidade ou comissão de inatividade do mesmo, e em seguida contactei a vossa empresa com o intuito de cancelamento deste mesmo cartão. Em setembro de 2021 recebo um email vosso em que consta que procederam ao cancelamento do dito cartão. Hoje, 12 de outubro 2023 recebo mais um extrato do cartão, o que me leva a crer que o assunto não foi tratado. Em conclusão, não quero o cartão nem receber mais extratos e quero que emitam documento com prova do cancelamento.Com os melhores cumprimentos,Pedro Gabriel
Cobrança indevida Custo de Serviço Internacional
Fiz uma compra na Google Store Portugal de 889€ e fiquei espantado quando o ActivoBank me cobrou indevidamente 34,23€ Custo de Serviço Adicional + 1,37€ Imposto de Selo.O ActivoBank diz que a Google Store Portuguesa tem a conta no UK portanto assumem uma compra internacional e aplicam as taxas.Já contactei a Google e disseram-me que não tiveram conhecimento de casos semelhantes e para contactar o meu banco.Isto é um custo abusivo e indevido, ainda para mais quando comprei na Google Store Portugal. Em nenhum passo fui informado de que iria ser feita uma transação para o UK. Além disso, este tipo de taxas complica a vida de um utilizador se a cada compra tivermos de contactar o suporte dos sites para perceber em que banco vai ser feita a transação.
Burla da entidade 12467 PPRO PAYMENT SERVICES SA
Venho por este meio comunicar a V.Exas que no dia 09 de Outubro de 2023 pelas 19:56:28, fui persuadido efectuar pagamento no valor de €250 para a entidade 12467 PPRO PAYMENT SERVICES SA e referência: 255287666 com promessa de um investimento na plataforma psi-markets.com (uma plataforma que parece ser falsa) o qual geraria muito lucro. O número que apareceu no primeiro contacto é 967380230, para gerar as referencia enviaram-e um link atraves do email: miguel.ramos@psi-markets.net, o qual dava acesso a uma janela com campo para inserir o nome completo, email e o valor pretendido que neste caso foram €250. De seguida fui orientado a aceder a plataforma psi-markets.com a qual até hoje indica que tenho um saldo €250 para investir e um bónus de €50. Na conversa fui informado que teria um gestor que iria ajudar a gerar lucros na plataforma, o qual ligou no dia 11/10 informando que devia aumentar o valor investido para €2500 para garantir um lucro mensal acima de 18%.Isso acontece depois de no dia anterior ter tentado retirar o valor investido da plataforma. Nao me interessei mais em nenhum investimento mas sim em recuperar o valor. Com essa exigencia de devolução do valor, o gestor passou o meu contacto para um outro suposto colaborador que iria efectuar a reembolso, este disse-me que o reembolso só seria possível usando o cartão do banco. Ai usamos o aplicativo Moonpay para comparar Bitcoin correspondentes a €900, (informou-me que só com esta operação seria possível recuperar os €250). Quando recebi a mensagem no aplicativo para aprovar o pagamento percebi-me que estava para sofrer o 2º golpe, questionei o procedimento a pessoa e ele ficou furioso e ai ficou claro que ele queria me roubar de novo.
Queixa sobre Comportamento Inadequado de Médico em Avaliação na Segurança Social
Exmos. Srs.É com grande preocupação que apresento esta queixa, em virtude de uma situação que afetou o bem-estar emocional e a saúde mental do meu marido, Carlos Jorge Feliciano Coelho.Desta forma, venho por este meio, apresentar formalmente uma queixa contra o comportamento inaceitável e insensível de um dos médicos designados pela Segurança Social na cidade do Entroncamento, durante uma avaliação no Serviço de Verificação Temporária de Incapacidades, no dia 06 de Outubro de 2023, às 16h25m.Lamentavelmente, não sei o nome do médico, pois o mesmo não se encontrava identificado, pelo que, a única forma de o identificar é através da assinatura, que consta no anexo 6.O meu marido, Carlos Jorge Feliciano Coelho, encontra-se de baixa médica desde o dia 5 de abril do corrente ano, devido a uma situação laboral, relacionada com abuso de poder e superioridade, que despoletou um grave quadro depressivo, acompanhado de episódios de automutilação, pensamentos ruminativos e uma profunda desmotivação.Desde então, ele tem sido acompanhado por médicos (anexo 1), inclusive, psiquiatra (anexo 2) e tem estado sob medicação antidepressiva e ansiolítica, para controlar a sua condição.Após duas juntas médicas, os médicos designados confirmaram a incapacidade do meu marido em regressar ao trabalho, dada a gravidade do seu estado de saúde.Recentemente, no dia 21 de setembro de 2023, a pedido do médico de família (anexo 3), ele foi avaliado pela médica do trabalho.No entanto, nesta avaliação, a médica também concluiu que ele não estava em condições de regressar à atividade laboral, não só devido aos efeitos sentidos pela medicação prescrita, que o impedem de desempenhar as suas funções, mas também pela continuidade da instabilidade psicológica manifestada. (Anexo 4 pág.1 e pág.2).De salientar que o meu marido é eletricista industrial, trabalha com diversos tipos de maquinaria e quadros elétricos de média e alta tensão.No dia 06 de outubro de 2023, ás 16h25m o meu marido compareceu na Segurança Social do Entroncamento, afim de ser novamente avaliado.Vários dias antes pedimos ao médico de família que fizesse um relatório médico atualizado para que o pudesse apresentar nesse dia mas, lamentavelmente, o dia combinado para levantar o relatório (dia 6 de outubro, sexta-feira), coincidiu com uma greve de funcionários públicos, o que nos impediu de o levar à junta médica, realizada nesse mesmo dia.Assim, no dia 6 de outubro, o meu marido, levava vários relatórios médicos e o último datava de 14 de julho 2023.No dia 09 de Outubro, segunda-feira, fomos buscar o relatório médico atualizado (anexo 7), que já não tivemos oportunidade de mostrar.O que mais nos preocupou e perturbou, profundamente, foi o comportamento apresentado por um dos médicos, designados para a avaliação, no Serviço de Verificação Temporária de Incapacidades, na Segurança Social do Entroncamento.Este profissional demonstrou uma completa falta de profissionalismo, empatia e sensibilidade, mostrando-se rude, mal-educado e negligente, em relação à situação psicológica, extremamente, delicada do meu marido.Inicialmente, ele não cumprimentou o meu marido, recusando um aperto de mão e limitou-se a afirmar que o meu marido estava de baixa há 180 dias e podia regressar ao trabalho com toda a medicação que lhe tinha sido prescrita.Apenas leu o último relatório elaborado pelo médico de família (Anexo 5), que datava de 14 de julho e recusou por completo, ler a carta da médica do trabalho que, claramente, indicava a incapacidade do meu marido em retornar à atividade laboral, devido à sua condição de saúde.O mesmo referiu também ser médico do trabalho e, apesar de dizer que não conhecia a empresa onde o meu marido trabalha, afirmou ser possível o seu regresso, mesmo com todos os efeitos secundários associados à medicação que está a tomar.Na minha opinião a sua negligencia ultrapassou vários limites, inclusive o da segurança do meu marido e a dos colegas de trabalho, pois como já referi ele trabalha com diversos tipos de maquinaria e quadros elétricos de média e alta tensão, o que foi completamente desvalorizado.Aliás, como consta em todas bulas (anexo bula 1,2,3 e 4), ele não deve conduzir ou operar com qualquer tipo de ferramenta ou máquina.O comportamento rude, mal-educado e negligente deste médico só contribuiu para agravar a situação psicológica do meu marido, que ficou perturbado e revoltado com a situação, já que o mesmo decidiu que não subsistia a sua incapacidade temporária para o trabalho (Anexo 6). Como é que um médico observa um relatório, durante 5 minutos, não ouve o paciente e decide que o mesmo está em condições de trabalhar, quando vários colegas seus, também médicos e que acompanham a situação quase há 6 meses, dizem exatamente o oposto?É lamentável que a saúde psicológica continue a ser subestimada, especialmente por médicos que, ao invés de se focarem no bem-estar dos pacientes, parecem priorizar, exclusivamente, questões financeiras e administrativas.É importante salientar que estar incapaz de trabalhar, significa um esforço financeiro muito maior em termos de gestão familiar, portanto quem tem a perder é o doente e o seu agregado familiar.Neste sentido, solicito encarecidamente que a DECO investigue esta situação e tome medidas apropriadas.Apesar de já termos solicitado uma reavaliação à Segurança Social, exigimos que esta seja conduzida por outro profissional, que demonstre empatia, sensibilidade e um compromisso genuíno com a saúde, segurança e o bem-estar dos pacientes.Além disso, gostaríamos que o médico em questão seja repreendido pelo seu comportamento inadequado, a fim de evitar que outros pacientes passem pelo mesmo tratamento desumano.Agradeço desde já a vossa atenção a esta matéria e espero que a DECO possa intervir em prol da justiça e da dignidade no atendimento médico.Atenciosamente,Carla Coelho
Débito indevido
Esta empresa debitou-me indevidamente da conta 3 x 69,99€ + 1x 9,99€, no total de 219,96€. A débito de 9,99€ verificou-se no final de Agosto e o resto em Setembro de 2023. Como o meu contrato já tinha sido cancelado em 22/11/2022, não percebi porque voltaram agora aos débitos se eu não assinei quaisquer documentos após o cancelamento. Primeiro telefonema em 12/09, às 16h05, onde me disseram que poderia ter sido um engano e enviaram-me um formulário (Microsoft Forms) para preencher que me iriam dar a maior atenção, até hoje nada. Telefonei a segunda vez em 25/09 (atendeu a colaboradora Cristina), às 18h42, que me disse que tinham registado a minha queixa e que iria para um departamento, no intuito de ser avaliada, até hoje nada.
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