Reclamações públicas
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Encomenda não recebida
xmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a falhas repetidas e sistemáticas no serviço de entrega associado à encomenda n.º 1275232715, morada 1495-071. Resido e trabalho em casa, pelo que estou disponível para receber encomendas durante o horário laboral. Não obstante, registaram-se as seguintes ocorrências: 1. Na semana passada, a estafeta não tocou à campainha nem subiu para deixar a encomenda na porta do apartamento, conforme instrução previamente configurada na vossa aplicação. 2. Após esse incidente, atualizei as instruções na app para que, em caso de ausência, a encomenda fosse depositada num ponto GLS próximo da minha residência. 3. Hoje, a situação repetiu-se: não houve tentativa de contacto (campainha), a encomenda não foi deixada na porta e tampouco foi encaminhada para o ponto GLS indicado — apesar de eu estar em casa. Solicito, com carácter urgente: • Entrega imediata da encomenda na morada indicada ou no ponto GLS mais próximo; • Confirmação escrita das medidas corretivas adotadas para evitar a repetição destas situações; • Resposta formal a esta reclamação no prazo de 5 dias úteis. Caso não obtenha resposta satisfatória, reservo-me o direito de apresentar queixa junto do Livro de Reclamações e das entidades reguladoras competentes. Aguardo resposta.
Recusa Substituição Identificador dentro prazo garantia
À Via Verde Portugal,Venho por este meio expor uma avaria no meu identificador Via Verde, associado à matrícula AZ-22-PB e ao contrato n.º 518204151 .O dispositivo em questão apresenta falhas de leitura [ou luz amarela nos pórticos] como constatado no mail transcrito abaixo, o que indica o fim da vida útil da bateria ou defeito técnico. Mais solicito que seja fornecida a data em que foi inicialmente detetada a avaria, conforme os registos dos pórticos. (Pelo menos 21/03/2025).Dado que o equipamento foi adquirido/substituído em 07/04/2026 e encontra-se, portanto, dentro do prazo legal de garantia de 3 anos previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro.Solicito a substituição gratuita do identificador por um novo exemplar totalmente funcional, sem qualquer custo adicional de aquisição ou de nova adesão a modalidades de aluguer que não as contratadas inicialmente.Fico a aguardar a vossa breve resposta com as instruções para a troca.Melhores cumprimentos, Marisa Vieira
Reembolso não recebido
Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar, um reembolso que ainda não me foi devolvido. Desde 17 Novembro de 2025. O artigo em questão é um IPad, que avariou dentro da data prevista da garantia. E por não ter arranjo foi me notificado que irei receber o reembolso total mais taxas. Estou á espera desde esta data , informaram-me que poderia levar no máximo recebi 5 dias, mas ate agora não devolveram nada. Contactei a empresa em Janeiro e informaram-me que estavam a tratar da situação. Entretanto realizei uma queixa no portal da queixa a que a empresa não respondeu. O dinheiro faz me bastante falta. E gostaria de ver a situação resolvida o quanto antes. O valor é de 166€ e disponho fatura e os comprovativos de conversas com a empresa. Cumprimentos. Tania Garfinho.
Publicidade Enganosa
Exmos. Senhores, No dia 03 de fevereiro de 2026, efetuei uma compra na loja online da FNAC, tendo adquirido um disco de vinil ao qual estava associado o logótipo da campanha “10€ em 20€”. O produto em causa tinha o preço de 19,99€, valor que, apesar de ser inferior a 20€, aparecia claramente identificado com o referido selo da campanha (como podem constatar na imagem em anexo). Não me apercebendo dessa discrepância no momento da compra, parti do princípio de que a compra cumpria as condições anunciadas e de que, por isso, teria direito ao voucher de 10€. Após a conclusão da compra, verifiquei que não me foi atribuído qualquer voucher, o que considero enganoso face à forma como a campanha foi apresentada. Entendo que a associação do logótipo “10€ em 20€” a um produto com o preço de 19,99€ induz o consumidor em erro, fazendo‑o acreditar que a compra dá direito ao respetivo voucher. Deste modo, solicito a atribuição do voucher de 10€ correspondente à campanha associada ao artigo que comprei ou, em alternativa, outra solução que compense o prejuízo causado por esta situação (por exemplo, crédito equivalente). Mais solicito que a FNAC corrija a apresentação desta campanha na loja online, de forma a evitar novas situações de indução em erro de outros consumidores. Nº da encomenda: 0N0VLAGVT41NG Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Boa tarde, em junho de 2025 foi-me enviada uma encomenda vinda do brasil a qual ainda está nas instalações dos CTT segundo o código de rastreio. Já mandei vários emails para expor a minha situação, foi pedido para descrever a encomenda,o que foi feito e por fim a resposta por parte deles foi que não encontraram nada e que iam dar por encerrado . Esse é o código de rastreio das coisas: EB121050583BR
Cobrança indevida de 125€ por abastecimento não realizado — Moeve Gow
Em 6 de março de 2026, utilizei a aplicação Moeve Gow (operada pela Moeve - Comercial Portuguesa, Lda., NIF 500 513 295) para efetuar um abastecimento de combustível. A aplicação apresentou um erro e o abastecimento não foi concluído. Apesar disso, foram debitados 125€ da minha conta. Registei reclamação junto do SAC da empresa (ref.ª CAS-5106473-W5Z5C6) no próprio dia. Nos 31 dias seguintes contactei a empresa por email em 4 ocasiões (10, 16 e 19 de março e 6 de abril de 2026). A única resposta substantiva foi em 19 de março, informando que o caso tinha sido "escalado para a informática", sem qualquer prazo de resolução. O valor de 125€ permanece por devolver até à data.
Incumprimento de regras do espaço
Apesar do carácter obrigatório e dos alertas junto dos colaboradores e gerência (presenciais e por escrito), continua-se a verificar um número elevado de utentes que treinam naquele espaço sem toalha ou qualquer outro tipo de cuidado com os equipamentos (deixando-os absolutamente nojentos e acelerando o progresso de degradação). Isto é particularmente frequente quando os ditos utentes treinam com PT e, inclusivamente, já ocorreu (várias vezes) na presença de colaboradores e/ou do próprio gerente sem que fosse tomada qualquer medida.
Equipamento sem manutenção devida
As instalações do Solinca Colombo apresentam falta de cuidados/manutenção dos equipamentos. De tal forma que, na semana da Páscoa, ao retirar os discos da barra da máquina Smith, o plástico que reveste as pontas da barra soltou-se e bateu-me nos dentes. Naquele espaço, além dos danos visíveis nos forros dos bancos, temos agora também este tipo de situações que põem em risco a salubridade dos utentes.
Valor não recercido
Exmos.Senhores Venho por este meio relatar que no dia 5/4/2026 Domingo dirigi-me à Self-Service Lavandaria Speed Queen localização na R.25 de Abril 32b 2650-061 Brandoa iniciei um ciclo de lavagem na máquina 3 com um custo de 7€ , e logo após iniciar reparei que um lençol teria ficado preso na porta da máquina ao parar o processo de lavagem recorrendo ao botão de pausa do próprio equipamento consegui então abrir a porta e retirar o lençol , ao querer voltar a iniciar o processo de lavagem ao qual tinha pago reparei que a máquina voltou a pedir novo pagamento! Recorri então ao contacto telefónico disponível na loja para tentar resolver a situação após várias mensagens no WhatsApp entre elas respostas virtuais geradas por IA não obtive mais resposta nem resolução para o meu problema!
Prática abusiva: Cobrança de subscrição para aceder a jogos já comprados (Caso DayZ)
Venho por este meio expor uma situação que considero inadmissível e uma falta de respeito pelos consumidores que investem na aquisição de jogos na plataforma Xbox (Microsoft). Sou proprietário de uma licença do jogo DayZ, adquirido através de uma chave digital validada pela plataforma. No entanto, para poder usufruir do jogo que comprei, a Microsoft obriga-me ao pagamento de uma subscrição mensal (Xbox Game Pass Core/Essential). Sem esta "renda" mensal, o jogo que é minha propriedade nem sequer abre. O absurdo da situação atinge o limite com os seguintes factos: Redundância: O jogo DayZ está incluído na lista de jogos da própria subscrição. Isto significa que eu, que já paguei pelo jogo, sou obrigado a pagar a mesma mensalidade que um utilizador que nunca o comprou. O meu investimento inicial foi reduzido a zero pela Microsoft. Aumentos Arbitrários: O custo desta subscrição obrigatória tem sofrido aumentos unilaterais. O que antes custava cerca de 60€/ano, hoje custa mais de 100€/ano, apenas para manter o acesso a um produto que já paguei. Discriminação de Plataforma: No PC, o acesso aos servidores deste mesmo jogo é gratuito após a compra. Na consola, a Microsoft criou uma barreira financeira artificial. É o equivalente a comprar uma casa e ser obrigado a pagar uma renda mensal para nela morar, ao mesmo valor de quem nunca a comprou. Exijo uma posição da Microsoft sobre esta "venda casada" e uma solução para os utilizadores que, como eu, possuem licenças individuais e estão a ser duplamente tributados para aceder ao que é seu por direito.
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