Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Será burla
Fiz um pagamento de 35,86€ para a entidade 45648 com a referência 912388148 no dia 23 de fevereiro. Na altura não recebi confirmação da encomenda nem do pagamento e até agora não recebi a encomenda. Fui pesquisar e descobri registos de burlas da PPRO Payment Services mas com outra entidade. Também fui burlada?
Encomenda não recebida
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a transportadora MRW, relativamente à encomenda feita na Temu com o número 02692H274156, que até ao presente momento não foi entregue. O prazo máximo de entrega informado era até ao dia 18 de fevereiro, prazo esse que já foi há muito ultrapassado, sem qualquer justificação ou contacto por parte da transportadora. Eu já entrei em contacto diversas vezes com a MRW, tanto por e-mail como por telefone, sem qualquer resposta ou tentativa de resolução. Não atendem as chamadas, não respondem às mensagens e não prestam qualquer esclarecimento, demonstrando total falta de respeito e consideração pelo consumidor. Trata-se de material que necessito com urgência, e esta situação está a causar-me prejuízos e transtornos significativos. É inadmissível que uma empresa de transporte atue com tamanha negligência e ausência de suporte. Diante do exposto, solicito a intervenção urgente da DECO PROteste para que a situação seja resolvida com a máxima urgência, seja com a entrega imediata da encomenda, seja com a devida responsabilização da transportadora pelos danos causados. Aguardo uma resposta e uma solução Atenciosamente, Cintia Ribeiro
Recusa de indemnização de seguro
Bom dia Sou assinante da Pro Teste , no nome da minha mulher, Maria Isabel da Costa Mimoso Cardoso Ferreira, moro em Santiago do Caem e venho pedir a vossa ajuda para tentar resolver a minha questão. Tenho contratado um segura na LOGO , contra terceiros e a cobertura de quebra isolada de vidros, fiz a participação de uma quebra do vidro de trás do meu veículo por desconhecidos, quando cheguei ao carro o vidro estava partido por uma pedra, talvez lançada pela roda de um camião, levei então o carro à CLASSDRIVE de Vila Nova de Santo André para se fazer a substituição. Tiraram fotos do carro e dos vidros e disseram que iam mandar para a LOGO, a pedir autorização para a reparação. Uns dias depois disseram que a LOGO se recusava a aceitar o trabalho. Ao reclamar para a LOGO fui informado que não faziam tal reparação por o meu carro ter um iman na porta que me identificava como consultor imobiliário e que portanto o veículo se destinava a atividade comercial. Ora essa resposta não me parece pertinente, visto que nunca fui informado desta inibição, peço portanto a vossa ajuda para resolver este assunto. Com os melhores cumprimentos Pedro Cardoso Ferreira
Perigo de descarga e incêndio, de ficar sem o produto e sem o dinheiro
Em 2025 foram compradas 3 extensões elétricas no amazon.es, em três momentos diferentes, extensões essas vendidas por outro comerciante mas expedidas pela amazon.es. Em fevereiro deste ano a amazon.es enviou para a app amazon shopping do cliente uma informação de segurança, relativamente a dois pedidos, referindo: Instituto Gallego del Consumo y de la Competencia (España) ha publicado una notificación de retirada sobre el siguiente producto que has comprado en Amazon.es debido al siguiente riesgo: descarga eléctrica. Puedes encontrar más información en la notificación oficial: https://servicios.consumo.gob.es/rapnaPublic/#/public/notificacion/73061 Producto: JSVER Enchufe USB con 3 Puertos de USB y 4 Tomas Regleta con Interruptor Individual Enchufe Alargador Multiple(3680W 16A),montado en la Pared -Cable 2m Blanco A notificação enviada para a app referia expressamente que os produtos (extensões elétrica) não tinham de ser devolvidos, pelo que foram colocados no contentor da reciclagem. Contactado o vendedor através do amazon.es (centro de mensagens), nenhuma resposta foi dada ao cliente. Como duas semanas depois, nem o vendedor nem o amazon.es (que recebeu o dinheiro e expediu os produtos) tinham procedido ao reembolso dos produtos, contactou-se diretamente o amazon.es. Em resposta, o amazon.es referiu que o reembolso estava dependente da devolução dos produtos (!?) abrangidos pelo aviso, apesar de ter dito ao cliente, anteriormente, que não teria de os devolver. Ora, tal devolução era agora impossível, uma vez que os produtos já haviam sido encaminhados para reciclagem. O apoio ao cliente da amazon.es referiu, na última mensagem, na semana passada, que iria colocar o assunto à consideração do supervisor. E não mais respondeu ao cliente. Assim, à data de hoje, o amazon.es continua com a situação por resolver, desconhecendo-se se o tenciona sequer fazer. Fica, assim, o aviso: é possível comprar um produto no amazon.es (expedido, inclusive, pelo amazon.es) que pode provocar incêndio ou descarga elétrica, receber uma mensagem para o deixar de usar e não devolver, e depois acabar sem o produto e sem o respetivo reembolso. Foi usado o email e até o chat do apoio ao cliente, no qual os atendedores passam de uns para os outros sem resolverem absolutamente coisa nenhuma.
Reembolso não recebido
Continuo á espera da devolução do dinheiro desta encomenda: Nº do pedido: SOW25/7368 Data do pedido: 14/06/2025 Cancelado devido a falta de stock: 04/07/2025 Pend. reembolso: 75,94 em 19/07/2025
Produto encomendado descontinuado
Encomenda VKZZBFBSF: Fiz uma encomenda/compra, na Sklum, no dia 21 de Janeiro de 2026. Fui contactada pela Sklum, mail assinado por Paulo Lopes, no dia 17 de Fevereiro, para dar conta de que a mesa Rectangular dining table 200x100 cm in acacia wood and steel Milet - Cor : Madeira Reciclada, não existia em stock para enviar com o restante pedido e para solicitar troca por outro artigo ou solicitar o reembolso do valor da mesa de jantar encomendada. Fui novamente contactada para fazer a alteração do artigo ou pedir reembolso. Respondi que aguardaria pelo posterior envio da mesa, ao que esse funcionário respondeu que a mesa não voltaria a estar disponível. Pedi a troca pela mesa Acki, conforme me garante a lei do consumidor, o direito a troca por outro artigo escolhido pelo cliente, uma vez que incumpriram o acordo comercial que têm comigo, ao venderem um artigo indisponível para sempre, sevundo informado. E esse direito também foi reconhecido pela Sklum, quando me enviaram os mails a solicitar a troca ou pedido de reembolso. Solicitei a inclusão da mesa Acki (REF: 149758-322602 204,95€) e o reembolso dos 100€, já que não me foi permitida a inclusão de outros artigos para fazer a compensação da diferença do valor mencionado. No dia 20/02, recebi a confirmação, por escrito, de que a mesa tinha sido integrada na encomenda, e estava realmente integrada na área reservada, conforme verifiquei, e de que o reembolso (100€ de diferença) seria efectuado através do mesmo método de pagamento. Mais tarde, este mesmo funcionário informa, arrogantemente, de que não irão substituir a mesa, como se ele fosse legislador, ou a Sklum, e como se não existissem regras em Portugal ou na União Europeia. Acresce a tudo isto que criaram uma incidência, por mim, escrita na primeira pessoa, sobre um artigo da Create, que comprei nessa mesma encomenda da mesa e, que era suposto seguir TUDO NUM ÚNICO ENVIO A PARTIR DE DIA 22 DE ABRIL. Mais um incumprimento, pois enviaram isoladamente, sem o agendamento prévio, violando uma vez mais o acordo comercial, pois paguei entrega especializada, o que obriga agendamento prévio com o cliente. Relativamente à criação de uma incidência escrita na primeira pessoa, o dito funcionário teve o desplante de afirmar que é um procedimento comum e correcto. Desde quando escrever uma incidência como se tivesse sido eu a escrevê-la é um procedimento comercial correcto????? Agradeço rápida resolução, inclusão da mesa Acki (REF: 149758-322602 204,95€) no meu registo de encomendas, e que me seja enviada, assim que esteja disponível (4-6 meses), nos mesmos moldes de entrega - entrega especializada - mas, neste caso, sem custos, pois é algo que me é alheio de responsabilidades, pois não tenho culpa que me tenham vendido um artigo indisponível, para sempre, segundo informado). Reclamei na plataforma Trustpilot, e o Apoio ao Cliente respondeu com grande brevidade, afirmando que iria analisar todos os pontos abordados. Para meu espanto, recebi a informação, na minha conta bancária Revolut, de que tinha um reembolso agendado, no valor de 304,95€, em vez dos 100€. A Sklum decidiu, na vez do cliente, qual era a escolha, e continua sem resolver a questão. Em nenhum momento optei pelo reembolso dos 304,95€, solicitei sim a troca por outra mesa. E entendo que como não foi um problema criado por mim, tenho o direito à troca, e à entrega do bem, nos mesmos moldes, ou seja, com estrega especializada (agendamento prévio) e sem custos para mim, pois não tenho culpa de que tenham à venda artigos descontinuados. A Sklum, deu como "solução" um desconto de 15% numa próxima compra. Desde quando um desconto de 15% resolve a encomenda da mesa de jantar, desde quando é uma opção prevista na Lei, e desde quando facturar com os próprios incumprimentos é ético?? Continuo a aguardar que esta empresa se digne resolver este incumprimento e atitudes de má fé. As leis existem e são para ser cumpridas, não passadas por cima, como esta empresa faz. Atentamente, Mafalda Botelho
Reclamação sobre falta de clareza na adesão ao eDreams Prime
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à forma como é apresentada a adesão ao serviço Prime no momento da reserva. Durante o processo de compra, a informação relativa à subscrição do Prime não é suficientemente clara nem transparente, podendo facilmente induzir o cliente em erro. Em nenhum momento me foi apresentado de forma inequívoca que estaria a aderir a um serviço de subscrição com custos associados, nem as respetivas condições foram destacadas de forma evidente. Considero que a comunicação utilizada não é suficientemente explícita quanto à natureza da adesão, aos encargos futuros e às condições de cancelamento, o que compromete uma decisão informada por parte do consumidor. Solicito, assim, que revejam esta situação e esclareçam: Em que momento concreto foi considerada a minha adesão ao serviço Prime; Que informação foi disponibilizada de forma clara e destacada antes da confirmação; Quais as opções imediatas para cancelamento e eventual reembolso, caso aplicável. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. E pretendo um reembolso integral. Com os melhores cumprimentos, Joana Marta.
Cobrança Irregular
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação que considero abusiva e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora. A minha filha, Carolina Carnielli, celebrou contrato de subarrendamento de um quarto em Lisboa com a empresa MODORAMO – Gestão Imobiliária, Unipessoal, Lda. No início do contrato foi pago o valor de €400,00 a título de caução, valor que até ao momento não foi devolvido.No momento da entrada no imóvel, foram realizados vídeos e fotografias que comprovam o estado do quarto. Não foi identificado qualquer dano relevante além de marcas compatíveis com desgaste normal de utilização. O contrato estabelece que, no momento da restituição do imóvel, deveria ser realizada vistoria na presença do(s) subarrendatário(s), com elaboração de auto descrevendo eventuais anomalias e fixação de prazo para correção (ponto 9 do contrato). Contudo, no momento da entrega das chaves, não houve vistoria presencial, nem foi elaborado qualquer auto ou concedido prazo para eventual reparação. As chaves foram entregues no dia 15 de janeiro, embora o contrato terminasse apenas a 31 de janeiro (tendo sido solicitada a entrega antecipada por iniciativa nossa, pois minha filha já estava fora do apartamento desde o dia 18 de dezembro por questão de férias). Apenas no dia 20 de fevereiro fomos informadas da existência de alegados danos. Até ao presente momento (dia 02/03/2026): - Não nos foi enviado relatório formal; - Não foram apresentadas fotografias comprovativas; - Não foi concedido prazo para correção; - A empresa insiste na cobrança automática de €99 por alegado dano, acrescido de outros valores; - A caução de €400,00 permanece retida. Tememos que a caução venha a ser indevidamente utilizada ou parcialmente retida sob alegação genérica de realização de obras ou reparações, sem que exista comprovação formal dos danos ou cumprimento do procedimento contratualmente previsto. Importa referir que o próprio contrato estabelece que o arrendatário responde apenas por danos decorrentes de culpa ou negligência, ressalvando expressamente o desgaste proveniente da normal utilização e do decurso do tempo. Reitero que não estamos a nos furtar de qualquer responsabilidade. Pelo contrário: caso exista algum dano, de verdade, efetivamente comprovado e que não decorra de desgaste normal, estamos totalmente disponíveis para proceder à respetiva reparação, conforme previsto no contrato. Apesar disso, a empresa recusa-se a agendar vistoria presencial e insiste na cobrança sem apresentação de prova concreta (fotos com laudo). Adicionalmente, tomámos conhecimento de que outros locatários estão enfrentado situação semelhante com a mesma empresa, envolvendo retenção de caução e alegações genéricas de danos após a saída do imóvel, o que nos causa ainda maior preocupação. Consideramos que: - Não foi cumprido o procedimento contratual obrigatório de vistoria; - Não nos foi dada oportunidade de contraditório; - Está a ser aplicada penalização sem prova formal; - Existe risco de retenção indevida da caução. Diante disso, sentimos que estamos sendo burladas pela empresa e solicitamos orientação e eventual intervenção dessa entidade para análise da situação e defesa dos nossos direitos enquanto consumidoras. Ficamos ao dispor para demais esclarecimentos Com os melhores cumprimentos, Cirlene Carnielli 966 000 719 cirlenecarnielli74@gmail.com
Má instalação de placa de indução
Exmºs Senhores Aderi ao Programa E-Lar parta a aquisição de uma placa de indução, tendo-me sido atribuído o VOUCHER nº 1152876890. Fiz a aquisição da placa na empresa Eletro Sacavém de António A. Maio, Lda, com o contribuinte nº 500344795, Fatura Recibo nº 1518. No dia 14 de fevereiro, de 2026 foi efetuada a instalação pelo Técnico enviado pela referida empresa. Após o uso no dia a seguir constatei que na parte biselada da Placa de Indução a mesma estava lascada, conforme fotografia anexa. Ao percecionar esse bocado partido, também constatei que a placa não ficou devidamente assente na pedra de granito, tendo esta em toda a volta uma folga de 3/4 mm, alegadamente, razão pela qual a mesma pode ter lascado na parte mais fraca (biselada) uma vez que o vidro depois de aquecido dilata, tendo em conta que usei devidamente a placa, não tendo deixado cair qualquer objeto sobre a mesma. Fui pessoalmente à Eletro-Sacavém, questionar se porventura a instalação teria sido a mais correta, uma vez que a placa não se encontra devidamente encostada à pedra, tendo sido admitido que a placa deverá estar encostada à pedra, tal como constatámos nas que se encontravam em exposição. Ficaram de arranjar uma solução para a situação. Contudo, ontem a referida empresa enviou uma mensagem onde comunica que após consulta ao Técnico que a instalou, não verificam qualquer desnivelamento. Perante esta confrontação solicito uma resolução da situação.
Emissão de recibo de condominio
A Empresa Jas Condominios Lda encontra-se desde o dia 14 Janeiro para emitir o recibo de condominio referente aos valores Pagos, após sucessivos emails e telefonemas o mesmo continua sem ser emitido.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
