Reclamações públicas

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M. S.
14/08/2026

EQUIPAMENTO COM ANOMALIA

Exmos Senhores Após estar sem serviço de Wi-Fi há já vários meses, contactei hoje com a linha de apoio Nos 16990,na 1ª chamada, teoricamente resolveram o problema, como persistiu, efetuei segunda chamada, fiz vários despistes e foi-me dada a solução de fazer a alteração para os equipamentos da extensão de linha, o qual foi desativado por um técnico nós, há um ano, referindo que nã eram necessários... bom, ficou resolvido, temporáriamente, após a hora de almoço, volteia ficar sem Wi fi, contactei a Nos pela 3ª vez. Desta vez, após vários despistes, fui informada que o router tem uma anomalia e que tem de ser substituído, até aqui tudo bem, para meu espanto, pedem-me que me dirija a uma loja a fim de trocar o router, não aceito esta situação, existe um contrato, o qual está a ser cumprido mensalmente apenas por mim, a Nos está a pedir ao cliente, que se dirija a uma loja a fim de trocar um equipamento anomalo e de sua responsabilidade? Solicito que me seja ressarcido o tempo referente a 3h de trabalho, as quais estive sem trabalhar por estar a resolver esta situação que não tenho culpa nenhuma, Exisjo ainda a vinda de um técnico da NOS efetuar a troca do equipamento defeituoso. Caso não se verifique, seguirei para o término do contrato com justa causa. Grata

Resolvida
P. F.
14/08/2026

IMPOSSIBILIDADE DE FAZER TRANSFERÊNCIA APLICAÇÃO BANCO CTT

Exmos Srs. Venho por este meio, expor a minha situação, que se prende ao facto de pretender fazer uma transferência da minha conta do BANCO CTT, para uma outra minha conta bancária noutro banco, não sendo possível efetuá-lo através da aplicação do BANCO CTT. Já me desloquei inúmeras vezes ao balcão BANCO CTT e não desbloquearam a situação. Quando abri conta, disseram-me que poderia fazer transferências pela aplicação BANCO CTT, sem qualquer custo associado, o que não se verifica. Quando me desloquei ao balcão, foi-me dito que a operação de transferência bancária efetuada no balcão tem um custo associado, o que não faz sentido, porque se a aplicação não funciona, deveria ser o respetivo banco a desbloquear a situação, ou seja, realizar a operação de transferência bancária sem qualquer custo para o cliente, pois o mesmo não tem culpa de a aplicação do banco não funcionar. Sem mais assunto a tratar, Atenciosamente Pedro Alexandre Marques Ferreira

Resolvida

Atraso grave no Agendamento de Exame Final de TVDE. Impacto Financeiro e Desemprego.

Assunto Atraso grave no Agendamento de Exame Final de TVDE. Impacto Financeiro e Desemprego. Exmos. Senhores do IMT, venho apresentar uma reclamação formal contra o atraso na marcação do meu exame final teórico para obtenção do Certificado de Motorista CMTVDE. Concluí com aproveitamento toda a formação inicial obrigatória e os respetivos testes na entidade formadora Eco Drive no passado mês de Maio de 2026. O pedido de agendamento foi devidamente submetido pela escola ao IMT, e a minha unidade de exame atribuída à Delegação de Setúbal. Desde Maio continuo a aguardar o contacto para a indicação da data do exame. Sublinho as consequências que esta inação está a causar: Falsas Expectativas: A escola previu um prazo de 1 a 2 meses para a conclusão do processo, mas já largamente ultrapassado. Prejuízo Financeiro: Investi capital na formação com o objetivo de ingressar no mercado de trabalho. Por ausência de resposta do IMT, há 4 meses sem atividade profissional, ou a gerar rendimentos para o sustento próprio e familiar. O acesso ao trabalho é um direito constitucional que está a ser bloqueado pela morosidade dos vossos serviços. Face ao exposto, exijo: O ponto de situação do meu processo de agendamento e marcação da data para a realização do meu exame final de TVDE. Fico a aguardar uma resposta a esta exposição, reservando-me o direito de escalar a queixa pelos meios devidos caso a situação persista. Cumprimentos, Ana Fernandes.

Resolvida
L. S.
14/08/2026

Abordagem inadequada e acusação infundada de furto na cafetaria(Continente Modelo-Lumiar)

No dia 13 de agosto de 2026, por volta das 19h45, desloquei-me ao supermercado Continente Modelo-Lumiar, localizado na Avenida David Mourão-Ferreira, em Lisboa, e vivi uma situação de grande desconforto e humilhação. Encontrei-me na cafetaria do recinto, localizada além das barreiras de segurança, mas ainda dentro do espaço do supermercado, enquanto consumia um galão e uma fatia de bolo, ambos já pagos. Tinha comigo o cesto oficial da loja, com os artigos que pretendia comprar, visível o tempo todo e sem qualquer aviso ou sinalização que proibisse a sua presença naquele local. Importa referir que, nesta zona além das barreiras, também existem produtos do supermercado expostos para venda. Subitamente, fui abordada por dois seguranças que me acusaram de tentativa de furto, alegando que eu tinha passado com o cesto pelas barreiras de segurança. Esclareci de imediato que não tinha saído do recinto nem levado qualquer produto para o exterior, nem tão pouco para a via pública. Cooperei em todo o momento e dirigi-me com os seguranças a um terminal de pagamento específico, onde me foi recusado o pagamento porque as bananas incluídas no cesto não estavam pesadas. Posteriormente, fui encaminhada para a linha de caixas regular. Durante todo o percurso, fui tratada de forma muito constrangedora pelos seguranças e por um dos polícias presentes, que insistiram na acusação de furto, o que considero uma abordagem excessiva e humilhante. Perante este ambiente hostil, decidi exercer o meu direito de consumidora e desistir da compra, deixando todos os artigos na caixa. Ainda assim, tentaram forçar-me a concluir a compra, algo que recusei, pois não faz qualquer sentido ser coagida desta forma. Mesmo mostrando total transparência e prontidão para colaborar (cheguei a autorizar a verificação da minha mochila), continuaram a insistir numa acusação sem fundamento. A situação tornou-se tão embaraçosa que outros clientes intervieram em minha defesa, sem sucesso. A abordagem pública e a insistência na acusação foram para mim profundamente humilhantes, ao ponto de desatar em lágrimas. Sempre fui uma cliente honesta e nunca levei nada sem pagar. Senti que fui alvo de uma injustiça grave e de uma postura abusiva por parte da equipa presente nesse dia, inclusive de um dos políciais presentes, que se recusaram a me dar qualquer informação, dizendo que era trabalho deles e que iam escrever nos altos o que realmente aconteceu, mas que eu não me preocupasse que o Continente não ia fazer queixa contra mim e que também meu Registo Criminal continuaria "limpo". Disse também que ali era uma zona má, tentando justificar a abordagem, porém afirmo que não tenho culpa de "ser uma zona má ".

Encerrada
C. C.
14/08/2026

Reembolso não devolvido

Reclamante: Carmen Silvia Morais Cardoso Rua Oliveira Monteiro 715/729 4 andar Telemóvel:965877868 E-mail carmen.doso@gmail.com Reclamada: AMCORE BALANCE SL (Naturitas) [NIF da empresa: B66291097] [Morada: Avinguda de la Via Augusta, 15-25, 08174 Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha] 1. Descrição dos Factos Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Naturitas, relativa ao incumprimento do prazo de reembolso de uma compra efetuada online. Os factos são os seguintes: 1. No dia 11 de julho de 2026, foi efetuado o levantamento do valor de 66,52€ da minha conta bancária, referente à encomenda n.º 5001200388. 2. No dia 21 de julho de 2026, fui notificada para levantar a encomenda. 3. No entanto, a encomenda já tinha sido devolvida pela empresa no dia 20 de julho de 2026, sem que me tivesse sido dada a oportunidade de a levantar. 4. Desde essa data, efetuei múltiplas tentativas de contacto com a Naturitas por telefone e e-mail, sem nunca ter obtido uma resposta ou solução para o problema. 5. A empresa assumiu finalmente a responsabilidade pela devolução, através de um e-mail datado de 12 de agosto de 2026, no qual informava que o reembolso seria processado. 6. Contudo, até à presente data, o reembolso do valor de 66,52€ ainda não foi efetuado, encontrando-se a empresa em incumprimento do prazo legal. 2. Pedido Face ao exposto, e nos termos do artigo 12.º, n.º 6, do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro (que estabelece o prazo de 14 dias para o reembolso), uma vez que esse prazo foi largamente ultrapassado, exijo da Reclamada o pagamento em dobro do montante pago, no valor total de 133,04€ . 3. Documentos: · Comprovativo de pagamento (levantamento bancário de 11/07/2026). · E-mail da Naturitas (12/08/2026) a confirmar a devolução e o reembolso. · Comprovativo do IBAN para o qual o reembolso deve ser efetuado. · Cópias dos e-mails enviados pela reclamante para a Naturitas.

Encerrada
M. R.
14/08/2026
MEO

Recusa instalação

Apresento reclamação formal relativamente ao contrato MEO celebrado e validado em 20/07/2026, cujo processo de instalação se tornou numa sucessão de erros, alterações de datas, cancelamentos e informações contraditórias, causando-me prejuízos financeiros e pessoais significativos. Quando contratei o serviço, solicitei expressamente a instalação para 12/08/2026, data que era fundamental para mim. Trata-se de uma segunda habitação, onde não resido, situada a mais de uma hora da minha residência habitual. Contratei o serviço precisamente porque me foi garantida a possibilidade de instalação nessa altura, durante as minhas férias, para poder usufruir de televisão e internet com a minha família. Entretanto, a MEO começou a atribuir datas diferentes da solicitada. Inicialmente foi indicado 14/08, tendo posteriormente o agendamento passado para 24/08. Durante todo este período, apesar de o contrato estar praticamente a completar um mês, nunca me foi assegurada a instalação na data que esteve na origem da contratação. Na sequência das minhas reclamações, a situação chegou à Provedoria do Cliente MEO. No dia 12/08, cerca das 10h40, fui contactada pela Sra. Ana Correia, da Provedoria, que me informou que tinha conseguido uma solução e que a instalação seria realizada no dia seguinte. Foi-me indicado um horário durante a tarde. Expliquei-lhe claramente que não resido na morada, que estou a mais de uma hora de distância e que teria de me deslocar propositadamente para estar presente. Aceitei fazê-lo porque confiei na garantia dada pela Provedoria. Importa esclarecer que a Sra. Ana Correia terá comunicado internamente à área técnica que eu estaria no local e que a instalação deveria ser realizada com urgência. Eu nunca disse que já estaria no local nem dei essa disponibilidade antecipadamente. Apenas aceitei deslocar-me porque me foi garantida a instalação. Posteriormente fui novamente contactada pelo departamento de agendamento técnico e começaram novamente as alterações. Foi-me indicado um horário de 09h30, quando anteriormente me tinha sido indicado um horário durante a tarde. Depois foi-me apresentada a possibilidade das 10h00. Entretanto, recebi também uma mensagem da MEO a informar o cancelamento do agendamento. Apesar disso, a colaboradora voltou a contactar-me e informou-me que receberia uma mensagem entre as 17h00 e as 18h00, mas que deveria ignorá-la, pois o agendamento ficaria efetivamente marcado para as 10h00. Perante todas estas informações, reorganizei a minha vida e desloquei-me propositadamente à habitação para estar presente para a instalação. Para isso, perdi um dia de trabalho, representando uma perda de rendimento superior a 100 €, e suportei aproximadamente 40 € de combustível, além de outras despesas de deslocação/portagens. Tive ainda problemas com o carro no regresso, situação que agravou o transtorno e os prejuízos causados. E depois de toda esta deslocação, precisamente no momento em que deveria ser realizada a instalação, o técnico contactou-me e informou que não iria instalar o serviço por alegada falta de sinal/condições técnicas. Foi-me ainda indicado que existiriam mais de quinze avarias na zona, situação que demonstra que a MEO tinha conhecimento de problemas técnicos significativos na área. Esta situação é absolutamente incompreensível. Se a MEO tinha conhecimento de várias avarias ou de qualquer impossibilidade técnica que impedisse a instalação, por que motivo não verificou essa situação antes de me garantir a instalação e antes de me fazer deslocar? A situação é ainda mais grave porque esta mesma morada teve serviço MEO ativo há poucos meses, tendo o serviço sido cancelado na sequência do falecimento do meu pai. Não estamos, portanto, perante uma morada onde nunca existiu serviço MEO. Não aceito que seja o cliente a suportar os custos dos erros internos da MEO. Eu não provoquei nenhuma avaria, não alterei os agendamentos, não cancelei a instalação e não forneci informações contraditórias. Limitei-me a cumprir aquilo que me foi solicitado e a deslocar-me porque a própria MEO, através da sua Provedoria, me garantiu a instalação. Solicito formalmente: Explicação escrita e concreta sobre todas as datas e horários atribuídos ao meu contrato e respetivas alterações/cancelamentos; Explicação sobre a alegada falta de sinal e sobre as mais de quinze avarias existentes na zona, incluindo por que motivo esta situação não foi detetada antes de me garantir a instalação; Explicação sobre como é possível esta morada ter tido MEO ativo há poucos meses e atualmente ser considerada sem condições para instalação; Análise dos contactos, chamadas, SMS, agendamentos e comunicações entre a Sra. Ana Correia/Provedoria e a área técnica; Ressarcimento dos prejuízos causados, incluindo a perda de rendimento superior a 100 € correspondente ao dia de trabalho perdido, aproximadamente 40 € de combustível, portagens e demais despesas diretamente relacionadas com esta deslocação; Compensação adicional pelos transtornos, perda de tempo, deslocação e quebra de confiança provocados pela MEO; Uma solução concreta e urgente para a instalação, caso seja tecnicamente possível, ou uma explicação formal e inequívoca caso a MEO não consiga prestar o serviço contratado. Solicito que sejam preservados e analisados os registos internos deste processo, incluindo chamadas, notas internas, emails, pedidos da Provedoria, agendamentos, cancelamentos e informação técnica relativa às alegadas avarias. Esta situação ultrapassa largamente um simples atraso. O contrato está praticamente a completar um mês, sem que a MEO tenha conseguido concretizar a instalação que me levou a contratar o serviço. Depois de sucessivas datas e informações contraditórias, a própria Provedoria conseguiu uma instalação que me foi garantida, levando-me a perder um dia de trabalho e a suportar despesas para me deslocar ao local, para finalmente, no momento da instalação, me ser dito que não seria possível instalar. Não aceito suportar os prejuízos resultantes de falhas internas da MEO. Aguardo uma resposta formal, concreta e fundamentada, bem como o ressarcimento dos prejuízos causados. Caso não seja apresentada uma solução satisfatória, recorrerei às entidades competentes e aos mecanismos de resolução alternativa de litígios de consumo, juntando todos os comprovativos, SMS, registos de chamadas e restantes provas. Miriam Rodrigues Nif 230022260 N.º contrato/cliente 1343307234 Morada de instalação: rua dos combatentes n 9 santa Margarida da Coutada

Resolvida
R. P.
14/08/2026
MRW

Falha na entrega e ausência de resposta

Exmos senhores, Venho apresentar uma reclamação formal contra a MRW, relativamente ao envio 00627F460807, pela forma absolutamente inadmissível como todo o processo de entrega e atendimento ao cliente tem sido tratado. Foram registadas duas tentativas de entrega, mas em nenhuma delas consegui obter um contacto efetivo que permitisse concretizar a entrega ou resolver a situação. Desde 06/08, data da última tentativa registada, fiquei sem qualquer informação concreta sobre a encomenda. Tentei resolver a situação por todos os canais disponibilizados pela MRW: telefone da agência responsável, linha geral, email, reagendamento online e reclamação formal. O resultado foi sempre o mesmo: chamadas não atendidas ou rejeitadas, ausência de resposta aos emails, impossibilidade de reagendar através do site e nenhuma resposta sequer às reclamações apresentadas. Entretanto, recebi um SMS da MRW a informar que a encomenda estaria disponível num MRW Point e que deveria ser levantada até 21/08, sob pena de ser devolvida ao remetente. No entanto, em momento algum me foi indicado qual é esse MRW Point, qual a morada ou onde devo efetivamente dirigir-me para levantar a encomenda. Ou seja, a MRW informa que a encomenda “ainda não foi levantada” e ameaça devolvê-la, mas não fornece ao destinatário a informação mínima necessária para a poder levantar. Considero esta situação completamente absurda e inaceitável. O tracking continua sem qualquer atualização útil desde 06/08 e não existe coerência entre a informação do acompanhamento, as mensagens recebidas e a realidade do envio. O mais grave é a ausência total de atendimento e comunicação eficaz por parte da MRW. Não estamos perante um simples atraso: estou há vários dias a tentar resolver um problema básico de entrega e não consigo obter uma resposta concreta através de nenhum dos canais oficiais da transportadora. Uma empresa de transporte não pode deixar uma encomenda num ponto de recolha não identificado, não responder ao destinatário e depois responsabilizá-lo por não proceder ao levantamento. Considero o serviço prestado pela MRW manifestamente deficiente e inadmissível, tanto ao nível da distribuição como, sobretudo, do atendimento ao cliente. Solicito a intervenção da DECO PROteste e exijo uma solução imediata, nomeadamente a indicação clara do local de levantamento, garantia de que a encomenda não será devolvida entretanto e esclarecimento sobre a ausência total de resposta aos sucessivos contactos e reclamações. Envio MRW: 00627F460807 Considero absolutamente inadmissível ser necessário recorrer a uma entidade de defesa do consumidor apenas para conseguir saber onde levantar uma encomenda que a própria transportadora afirma estar disponível para recolha.

Resolvida
J. C.
14/08/2026

Cobrança indevida e devolução de valores

No dia 11 identifiquei no portal da via verde uma cobrança indevida. referente a uma portagem de 04/08/2026, porém meu identificador só foi entregue dia 07/08/2026. fiz a reclamação na via verde, porém não obtive resposta e agora percebo que foi feito o debito em minha conta na banca.

Resolvida
C. S.
14/08/2026

Falta de informação sobre a impossibilidade de devolução do artigo

Venho apresentar uma reclamação relativamente à compra de um artigo realizada no dia 02-08-2026. No momento da compra, não fui informada de que o artigo em questão não poderia ser devolvido ou trocado. Em nenhum momento me foi transmitida essa informação de forma clara, nem me foi chamada a atenção para a existência de alguma condição específica relativamente à devolução do artigo. Só posteriormente, quando me dirigi à loja com o objetivo de efetuar a devolução, fui informada de que não seria possível fazê-lo. Considero esta situação injusta, uma vez que, se tivesse sido devidamente informada no momento da compra sobre essa condição, teria podido decidir de forma consciente se pretendia ou não adquirir o artigo. Compreendo que possam existir artigos sujeitos a condições específicas de troca ou devolução, mas considero fundamental que essas condições sejam comunicadas ao consumidor de forma clara e antecipada, e não apenas quando este pretende efetuar a devolução. Desta forma, solicito que a situação seja analisada e que seja encontrada uma solução, nomeadamente a possibilidade de devolução do artigo, tendo em conta que não fui devidamente informada sobre esta limitação no momento da compra. Aguardo uma resposta e uma resolução adequada para a situação.

Resolvida
F. M.
14/08/2026

Norauto - Danos na jante e para-choques após substituição de pneu

Entreguei a minha viatura na Norauto Alfragide apenas para substituir um pneu que tinha furado com um prego, esperando um serviço simples e sem complicações. No entanto, tive uma experiência completamente inaceitável, tanto pela forma como a viatura me foi devolvida como pelo acompanhamento pós-reclamação. Quando fui buscar o carro, reparei de imediato que a jante onde foi colocado o pneu novo estava riscada, com marcas visíveis que certamente não existiam antes. Além disso, estava suja e com restos de borracha ou goma em várias zonas, incluindo junto às porcas, o que mostra claramente vestígios da intervenção. Reportei imediatamente o problema e a resposta foi negar qualquer responsabilidade, com a justificação de que o equipamento só poderia tocar na extremidade da jante, não sendo portanto possível ter causado aqueles danos. No entanto, assisti ao trabalho feito noutro carro e vi que existe contacto em várias partes da jante ao longo do procedimento. Sublinhei também que não me foi dado qualquer registo, fotografia ou evidência que indicasse danos anteriores na jante. Quando entreguei o carro não havia qualquer referência a riscos ou danificações, nem fui informado disso. Ainda mais grave foi descobrir, numa inspeção mais detalhada ao carro depois do serviço, que o para-choques traseiro estava igualmente danificado, precisamente na zona lateral próxima da roda intervencionada. Nunca tive qualquer acidente com o carro, nunca bati nem raspei a jante ou o para-choques. O dano não podia estar relacionado com o furo, que apenas resultou de um prego, sem qualquer embate noutra superfície. A Norauto afirma que só mexeu no pneu e que o equipamento não toca na zona afetada, mas não explica como pode excluir possíveis danos no para-choques na mesma área, durante a permanência da viatura no interior da oficina. Na minha opinião, uma oficina deve ser responsável por todos os cuidados com o veículo durante o serviço, e não apenas pelas peças diretamente trabalhadas. Solicitei que fossem verificados e preservados todos os registos de entrada, incluindo fotos ou imagens de videovigilância, mas até agora nada foi apresentado. Além dos danos, considero altamente reprovável a postura de rejeição constante da responsabilidade e a ausência de provas que mostrem o estado real da viatura à entrada. Nunca tive um problema destes noutras oficinas em situações semelhantes. Exijo que a Norauto Alfragide assuma e repare totalmente, sem qualquer custo para mim, todos os danos causados na jante e no para-choques. É inadmissível entregar um carro para tão pouco e ter de passar por esta situação, chegando ao ponto de ser o cliente a ter de provar que os danos não estavam lá antes. Caso não seja dada uma resposta adequada, tenciono prosseguir através das entidades reguladoras competentes.

Resolvida

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