Reclamações públicas

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F. S.
01/10/2024

Wizink recusa-se a cancelar o meu cartão de crédito

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o banco Wizink, devido à falta de profissionalismo e transparência demonstrada na gestão da minha conta. Nos últimos meses, solicitei o cancelamento da minha conta junto da Wizink em diversas ocasiões, através de múltiplos pedidos escritos. Apesar dessas solicitações, a empresa recusa-se sistematicamente a efetuar o cancelamento, o que me tem causado sérios transtornos. Recentemente, devido a um lapso, um reembolso da Amazon foi processado na minha conta da Wizink. Contudo, não tenho mais o cartão de crédito associado, nem acesso à aplicação, o que me impede de acessar essa quantia. Desta forma, a Wizink permanece com o meu dinheiro, sem que eu possa utilizá-lo. Esta situação não é um caso isolado; é, na verdade, a segunda vez este ano que enfrento um problema semelhante. Na primeira ocorrência, após muita dificuldade, consegui recuperar o meu dinheiro, mas a conta continuou ativa. Considero esta situação um abuso de poder e uma total falta de respeito pelo meu tempo e pelas minhas solicitações. A recusa da Wizink em cancelar a minha conta, aliada à retenção indevida dos meus fundos, é inaceitável. Assim, solicito à DECO que intervenha neste caso, uma vez que não sei mais como proceder para resolver esta questão. Agradeço a atenção e fico à disposição para fornecer qualquer documentação adicional que seja necessária. Atenciosamente,

Encerrada
R. M.
01/10/2024

Reembolso Não efetuado

Exmos. Senhores, Fiz uma devolução à Cecotec após 14 dias de receber o produto. À Cecotec acusa a receção do mesmo no dia 29/8 Segundo eles a devolução foi feita mas eu não recebi nada na minha conta, possivelmente porque foi feito o pagamento por mbway e o cartão com o qual foi feito expirou o prazo é foi trocado. No dia 9/9 pedem para enviar o comprovativo de conta para procederem a transferência. No dia 10/9 recebo email com a informação de que o meu comprovativo foi enviado a parte de gestão financeira para me procederem a devolução. Após esta data não recebi mais nenhum tipo de email nem nenhuma informação da parte da Cecotec Enviei email quase todas os dias a saber da minha situação. Último email recebo deles È no dia 19/9 a assegurar que a minha situação está a ser tratada. Segunda o art. 12.º, n.º 1 e 2 do DL n.º 24/2014, de 14 de fevereiro do direito ao consumidor se em 14 dias não for feita a devolução eu tenho o direito ao dobro do valor a ser reembolsado. Gostava era de saber qual o dia que se contabiliza para fazer os 14 dias úteis. Inadmissível por parte de uma empresa não conseguiram proceder a uma devolução a tempo e horas de um valor tão irrisório Cumprimentos.

Encerrada
C. S.
01/10/2024

Cancelamento de contrato

Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a MEDICARE Nº 45100285589 por não tirar qualquer partido do cartão. Fui contactada a 6 de Maio de 2024 pela Medicare via telefone para aderir ao cartão Platinium Mais, foi-me informado que conseguiria usufruir do seguro na minha área de residência nas clínicas de saúde que frequento. Como tal informação não corresponde à verdade pretendo o cancelamento de imediato. Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Obrigado Cumprimentos, Graciete Filipe

Resolvida
R. A.
01/10/2024

Sinistro

Exmos. Senhores, Venho por este meio e através deste canal direto, apresentar a minha profunda indignação para com a Empresa Infraestruturas de Portugal pela sua posição lamentável perante uma situação de sinistro automóvel. Sucede-se que no passado dia 14-09-2024 pelas 20h40m, transitava na EN 251 de regresso do meu período de férias e de forma súbita ao Quilómetro 43, o meu veículo embateu contra um objeto metálico de grandes dimensões que se encontrava em plena faixa de rodagem, dai resultando uma perfuração do pneu traseiro direito e dano visível na jante especial. O objeto em questão, é similar a um veio de transmissão embora não tenha existido uma definição clara da sua origem. Tratando-se de uma zona completamente desprovida de luminosidade, foram contactadas de forma imediata as autoridades (GNR Coruche) e a linha de apoio das Infraestruturas de Portugal. No local do sinistro, a GNR do Posto de Coruche presenciou a situação, efetuou a verificação do objeto e elaborou a respetiva declaração de acidente a ser posteriormente apresentada nas Infraestruturas de Portugal para comprovar o sinistro. Uma vez efetuada participação junto das Infraestruturas de Portugal por forma a ser ressarcido pelos danos causados ao meu veículo, a resposta por parte desta Empresa foi a seguinte: "Analisado o seu pedido de indemnização sobre danos na viatura com a matrícula 11-AH-89, informamos que, face à ausência de provas que possam inequivocamente comprovar as causas do acidente, não podemos aceitar quaisquer responsabilidades sobre o mesmo. Por outro lado, ainda que se concedesse a previa existência existência de veio de transmissão de uma viatura na estrada, conforme alega, seria sempre imputável a terceiro que ali o teria largado em momento anterior ao acidente, omitindo o seu dever de remoção e alerta, impedindo-nos de atuar a tempo de evitar quaisquer constrangimentos na segurança dos utilizadores da via. Assim, não se verificando qualquer omissão de dever ou qualquer comportamento negligente da nossa parte, não estão, pois, preenchidos os requisitos da responsabilidade civil extracontratual, razão pela qual indeferimos o seu pedido" Face ao exposto supra, venho questionar o seguinte: Sendo a EN251 uma via gerida pelas Infraestruturas de Portugal, cabendo à mesma assegurar a segurança dos condutores através da remoção de objetos presentes nas faixas de rodagem, limpeza das bermas ou manutenção do estado do piso, questiono a razão de não existirem equipas, piquetes ou inclusive câmaras de vídeo-vigilância que possam de alguma forma monitorizar o estado das Estradas, da mesma forma que as mais diversas concessionárias o fazem nas Auto-Estradas nacionais ? Terá o Departamento responsável pela análise deste tipo de incidentes, a mínima noção de que caso o embate fosse mais violento ou que a velocidade do meu veículo fosse maior, daí pudesse resultar um despiste com consequências mais gravosas ? Para complementar o exposto supra, a minha indignação assume maior magnitude pelo facto de me ter sido solicitado por parte da linha de apoio ao cliente das IP, a remoção voluntária do objeto metálico da faixa de rodagem durante o incidente, sujeito a pôr em causa a minha integridade física, para posteriormente receber uma resposta completamente desprovida de empatia e bom senso, dado que a causa deste sinistro é e será sempre da total responsabilidade das Infraestruturas de Portugal que é a entidade responsável pela gestão e manutenção desta Estrada. Sem mais assuntos de momento. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada
T. C.
01/10/2024

Reparação

Exmos. Senhores, Venho por este meio fazer uma reclamação em relação à Worten. Em agosto passado (2024) comprei na Worten um termoacumulador, falei com o chefe e solocitei o mesmo para deposito, o chefe da Worten vendeu-me um termoacumulador para água da companhia. Chegando a casa fizemos a instalação do mesmo, passado uns dias começou a dar problemas, como é óbvio o colaborador não vendeu o correto. Solicitamos assistencia tecnica. O tecnico que esteve presente foi super mal educado, arrogante e pouco profissional. Escreveu em relatório que faltava uma válvula e que o termoacumulador não se encontrava a 1,20mt do chão. Deixou um cartão pessoal e pediu ainda que o meu pai se dirigi-se à loja pessoal com o termoacumulador para reparar o mesmo, ou seja, enviava para a garantia se a garantia cobrisse o estrago, tudo bem, caso contrário o meu pai tinha que pagar o arranjo do termoacumulador. Sabemos de outros profissionais que essa válvula não podia ser colocada porque a minha casa explodia, esse senhor que se diz profissional e que os outros não sabem nada, não deveria excercer funções, até porque fui obrigada a comprar outro termoacumulador, não tem válvula, está no mesmo sitio que estava o que avariou e a funcionar na perfeição. A Worten Resolve mas não Resolve nada, diz que toda esta situação tem que ser a Bosch a resolver, mas eu comprei o termoacumulador à Worten. Já passou 1 mês e até hoje não resolveram a situação. Se eu não tivesse comprado um novo ainda hoje estava sem água quente em casa!! Quero o meu dinheiro de volta! Para vender têm uma cara, para resolver as situações, empurrão uns para os outros! Cumprimentos.

Encerrada
L. P.
01/10/2024

Falta de lotação para 4725 Lisboa -Setubal

Exmos. Senhores, Venho lamentavelmente reclamar a situação sobre a falta da lotação e pouca frequência da linha de autocarro Carris 4725 sentido Lisboa-Setúbal, que continua. Já reclamei anteriormente à situação que ocorre diariamente na parte da tarde entre 16h e 18h na paragem da ponte 25 de Abril. Esse já tornou-se uma situação regular. As pessoas da paragem Pragal (ponte 25 Abril) tao a passar pelo um tipo de loteria, sem ter a previsão alguma de quando conseguir voltar para casa. No dia 30 de Setembro, por exemplo, passaram 3 autocarros seguidos com intervalo de 30 min cada e nem sequer pararam nessa paragem, porque já vinham cheios de Alcântara. Então fiquei na paragem quase 2h sem opção de ir para casa, porque é a única linha e o único tipo de transporte que passa por ai, com a frequência que não é suficiente. Acabei de juntar me com mais uma pessoa e chamar um Uber para ir para casa. É inadmissível que uma pessoa passe pelo estresse de adivinhar quando chega em casa todos os dias, depois de um dia de trabalho, acordada das 5h de manhã. Maioria das vezes o autocarro não tem lugares suficientes, começando já com a paragem de Alcântara, um sinal forte para empresa do que deve ser revisto o horário e a frequência desta linha a partir de 16h, porque a procura, com o início das faculdades e fim da época de férias, aumentou. É muito injusto para o consumidor ter pago o passe mensal, que supostamente tem o objetivo de motivar as pessoas usar o transporte público para diminuir a poluição do ar e descarregar a cidade dos carros ligeiros, e não ter fiabilidade no serviço, e acaba por precisar de gastos extras com a procura de táxi por exemplo, ou chegar a noite em casa. Espero que a situação chegue as responsáveis do projeto do passe metropolitana, para verificar o plano de frequência da linha, porque a pessoa da paragem da ponte basicamente está sem escolha de alternativas. Cumprimentos.

Encerrada
L. D.
01/10/2024

Sinistro

Exmos. Senhores, (Lisboa 01/10/2024, Venho através deste meio tornar público meu descontentamento com a seguradora Zurich que tendo seu segurado sendo causador da perda total da minha viatura que se encontrava estacionada, a própria até então assumiu o sinistro porém em oferta da indenização não concorda com minha contra proposta de indenização a qual acho justa tendo como observação meu veículo ser financiado a menos de 1 ano e o valor para quitar o contrato de financiamento ser 11,750€ e a mesma me ofertar o valor máximo de 9,750€ dado como valor venal considerando o fato do banco não aceitar a substituição da garantia com outro automóvel, é de extremo absurdo tal situação a 30 dias eu e minha esposa ter que ir trabalhar sem ter a condução que nos atendia devido a mesma não fornecer veículo de substituição para terceiros em caso de perda total, então nestes caso vou seguir prejudicado? sem o carro que por norma era meu e ainda seguir com uma dívida de algo que me foi tirado sem eu ter nenhuma culpa? Cumprimentos.

Resolvida
C. C.
30/09/2024
MEO

Reclamação de Penhora Indevida

Processo PE/360/2020 Exmos. Senhores, Reclamação de Penhora Indevida - Processo PE/360/2020 Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à penhora indevida dos meus subsídios de Natal e férias, no valor de 1.800€, realizada pela Companhia Meo Telecomunicações, conforme requisição enviada à minha entidade empregadora no dia 27 de agosto de 2024 (Documento: 0RqpG3kFgg0 / Processo PE/360/2020 / Processo Judicial: 1286/20.0T8CHV), executada pela Agente de Execução Sara Alves (Cédula Profissional: 5012). Em primeiro lugar, gostaria de salientar que não fui devidamente notificada acerca deste processo. Fui cliente da MEO até ao início de 2020, altura em que cancelei o contrato devido à mudança de residência para uma zona sem cobertura da rede MEO. Derivado a trabalho atrasei a entrega dos aparelhos. Fui surpreendida com uma carta de cobrança no valor de 900€. Desloquei-me então à loja da MEO em Chaves (Rua Santo António), onde entreguei todos os equipamentos (cabos, comandos, etc.) e a carta de cobrança. A atendente verificou o sistema e informou que não havia nenhum valor pendente, entregando-me um recibo de devolução dos dispositivos. Enviei igualmente resposta para local sitado na carta de cobrança e nunca obtive resposta. Em agosto de 2024, iniciei funções na minha atual entidade empregadora e, no dia 27 do mesmo mês, foi solicitado o requerimento de penhora dos meus subsídios a minha entidade empregadora. Nunca recebi qualquer notificação relativa a este processo, na minha atual morada, durante os últimos três anos, nem fui contactada por qualquer outro meio. No dia 2 de setembro, enviei uma carta registada com aviso de receção ao Tribunal Judicial da Comarca de Vila Real Chaves – Juízo de Execução, solicitando o cancelamento da penhora e mais informações sobre a origem deste processo. Embora tenha recebido o aviso de receção, não obtive qualquer resposta por parte do tribunal, nem recebi informações adicionais via carta, telefone ou e-mail. No dia 23 de setembro, às 14:26, entrei em contato telefónico com o Tribunal de Chaves para obter mais esclarecimentos e solicitar a transferência do processo para Coimbra, onde resido atualmente. Fui informada de que o tribunal não poderia proceder à transferência, pois não constava no sistema que eu tivesse sido notificada e o tribunal de Chaves não teria sido responsável pela penhora. Fui, ainda, encaminhada para entrar em contacto com a Agente de Execução. No entanto, no dia 30 de setembro, constatei que os meus abonos foram penhorados, mesmo sem nunca ter sido notificada oficialmente. Tentei contactar o Escritorio da Agente de Execução Sara Alves por telefone, sem sucesso. Estou profundamente insatisfeita com esta situação e gostaria de saber, com exatidão, a origem deste processo e a que se refere concretamente. Solicito, ainda, que sejam enviadas as notificações que deveria ter recebido. Reforço que, atualmente, estou a saldar uma dívida às finanças, para a qual fui devidamente notificada na minha atual morada. Se as autoridades fiscais conseguem fazer chegar as notificações corretamente, não entendo como este processo de penhora chegou diretamente à minha entidade empregadora, sem qualquer aviso prévio a minha pessoa.. Aguardo uma resposta urgente para a regularização desta situação. Com os melhores cumprimentos, CRISTIANA CASTRO 930 901 849 Rua São João n°.12 Casal do Marachão 3130-042 Figueiró do Campo, Coimbra

Encerrada
H. M.
30/09/2024
Autojocar

Garantia não concedida

Comprei um carro decrepito ao exmo. Sr. Joaquim Almeida com a garantia de 2 anos. Agora dá o dito por não não dito.

Encerrada
R. C.
30/09/2024

PLANO TECH+

Exmos. Senhores, No ano passado subscrevi ao plano tech da Worten, no mês de julho. Eu já nem me lembrava que tinha este plano. Na altura aderir pq me aconselharam dado ter comprado um computador novo e pensei que era um seguro. Quando consultava o extrato por vezes aparecia um débito de 4,99 (não aparecia todos os meses). Recentemente percebi que estava a pagar para nada dado que não é um seguro e nunca dei uso ao plano. Então dirigi-me à loja para fazer o cancelamento da subscrição ao qual me informaram que só era possível por chamada. Contactei-os diversas vezes mas demoram sempre a atender, e se o fazem. Quando finalmente consegui disseram-me que a subscrição era automática e não dava para eu cancelar. Eu desconhecia deste facto. Até porque não recebi notificação nenhuma. Os mesmos ainda informaram que tinha 4 faturas por pagar (eventualmente relativos aos meses em que não aparecia no extrato). Algo que apesar de na altura ter dito que não pagava, sei que o mais correto é fazê-lo. Contudo, eu queria pagar só os meses antes de julho que faltam (ns quantos são) e os restantes não pagar e cancelar a subscrição. Gostava de saber se existe algo que posso fazer, até pq pelos vistos eles dizem que assinei um contrato (não me lembro mas é credível) Cumprimentos.

Encerrada

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