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A APP e-fatura não funciona
Exmos. Senhores, A APP android, e-fatura não funciona há já alguns dias. Dá erro "De momento não é possível obter informação, p.f. tente mais tarde." Cumprimentos, Jorge Telo
Conflito de interesse na atribuição de responsabilidade sinistro automóvel
Exmos. Senhores, Sou titular da apólice Nº 0009197552 e tenho duvidas relativamente à atribuição de responsabilidades no sinistro 0024799503 ocorrido no dia 8/11/2024 em que o meu veículo esteve envolvido. Não concordo com o veredicto da vossa peritagem, com atribuição de responsabilidade à minha pessoa. Os argumentos utilizados são falsos e falaciosos. Não desrespeitei nenhuma regra de cedência de prioridade. Eu estava parada na faixa da direita e o outro condutor que vinha na faixa da esquerda bateu-me e passou adiante, tendo posteriormente abandonado o local do acidente. O outro condutor também é vosso cliente e a companhia obtém maior lucro ao imputar-me responsabilidades. Solicitei o relatório da vossa peritagem (como chegaram à conclusão da minha culpa e que provas foram apresentadas), e uma peritagem independente para esclarecer culpa, e o meu pedido não foi atendido. Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos. I. C.
Acesso ao e-fatura
Exmos. Senhores, Mais uma vez a APP não funciona, desinstalei e reinstalei e aconfeceu o mesmo " tente mais tarde" e nem sequer aceita o número de contribuinte. Pedia uma solução para esta situação. Cumprimentos. Armando
Amortização antecipada credito habitação
Exmos. Senhores, Sabendo que durante o ano de 2024 as comissões por amortizações antecipadas relativamente ao credito à habitação não seriam cobradas, dirigi-me ao meu balcão, no centro comercial da Portela dia 12 de dezembro, com o intuito de realizar uma amortização parcial do credito que detenho . Este beneficio de isenção de comissão foi me negado, alegando que a prestação relativamente a este mês já tinha sido cobrada e só seria possível realizar a operação no próximo mês, janeiro de 2025 com a cobrança da taxa de 0,5%. No meu entender e sendo que o ano de 2024 ainda não terminou o banco deveria aceitar o reembolso sem que me fosse cobrada a taxa. Cumprimentos.
Suspensão condicoes de campanha de adesao
Exmos. Senhores, venho por este meio expor uma situação ocorrida que se tem vindo a mostrar bastante desagradável e com a qual não concordo. Em Março de 2024 abri uma conta ordenado no ABANCA, no qual estava em vigor uma campanha de domiciliação de ordenado com as seguintes condições (que podem ser consultadas na FINE que anexo): - pagamento inicial de 250 euros para a conta à ordem na primeira domiciliação de ordenado; - conta remunerada por 1 ano completo a uma taxa de 2% sobre o saldo de conta. Acontece que no passado mês de setembro estive de baixa médica e, como tal, em novembro não houve lugar à habitual transferência bancária feita pela entidade patronal. O banco em questão, sem me contactar, suspendeu os pagamentos de juros mensais sobre o saldo da conta à ordem. No mês de dezembro, não vendo a situação reposta nem regularizada, decidi contactar a gestora de conta por email. Expliquei que tinha estado de baixa e que por esse motivo não houve pagamento da entidade no mes de outubro, mas efetivamente eu nunca suspendi nem mudei a domiciliação do ordenado. Informaram-me que a campanha tinha sido cancelada por eu não ter cumprido com as condições de adesão. Contestei, pois a baixa médica é um direito e não é algo que se possa controlar opcionalmente. A minha questão é: tenho ou não direito à reposição da remuneração mensal do saldo da conta até perfazer o primeiro ano? E no caso de não ter, posso fechar a mesma? Ou continuo obrigada à permanência de conta de 2 anos, mesmo não tendo na teoria incumprido com nenhuma condição imposta? Agradeço resposta, pois entretanto o banco deixou de me responder. Cumprimentos., Ana Pires.
Coima (exorbitante) por falta de pagamento de portagem
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente a uma notificação recebida na área do Portal das Finanças, referente a uma suposta infração datada de 15/08/2020, envolvendo o veículo de matrícula 67-41-TJ (atualmente abatido). A notificação exige o pagamento de um montante total de 73,18€ (63,25€ em custos administrativos e 9,93€ de dívida). Contudo, informo que antes de abater o veículo solicitei à Ascendi e aos CTT a listagem de todos os valores em dívida e obtive o comprovativo de que todas as quantias devidas foram devidamente saldadas. Neste contexto, considero a cobrança em questão indevida, dado que, de boa-fé, não tenho quaisquer valores pendentes relacionados com a referida infração. Deste modo, solicito a vossa análise e correção desta situação, bem como a anulação da cobrança referida.
Seguro
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Comprei 2 iPhone a 1 ano e com eles fiz um seguro.Um era meu e outro do meu esposo pois presentiei.Dia 30 de novembro meu esposo ao pilotar a moto seu telemóvel caiu acidentalmente e outros carros passaram por cima e estragou.Entao n sabíamos o q fazer,mais lembramos do seguro e dia 7 de dezembro fui até a loja pra pedir informação como poderia fazer,então eles indicaram a ligar ou mandar email pro seguro pois meu seguro venceu dia 2 de dezembro mais como o sinistro ocorreu antes e estava com poucos dias eles ajeitariam.Entao mandei email e eles responderam pediram fotos,documentos etc.E agora me falaram q n vão cobrir pois a apólice estava vencida,gostaria que me ajudassem pois o sinistro ocorreu antes do dia do vencimento e fiz o pedido até 8 dias .
Cobrança de comissão por amortização antecipada
Exmos. Senhores, No dia de hoje, 11 de dezembro de 2024, dirigi-me ao vosso balcão de Belém, onde tenho a minha gestora de conta, para amortizar parcialmente o crédito habitação que tenho convosco desde 2002. Fiz questão de tratar deste assunto até ao final do ano para ter isenção da comissão na amortização antecipada, por isso muito me surpreendeu quando a Dra Ana Neto me transmitiu que, apesar de estar a fazer a amortização antes do final do ano, a comissão de 0,5% seria cobrada na mesma, pois a próxima prestação do empréstimo seria a 2 de janeiro e ao transitar para 2025 já a isenção não se aplicava, sendo que somente em fevereiro se iria reflectir na prestação da casa. Esta comissão só não seria cobrada nos casos em que a amortização era total, pois aí já não haveriam prestações adicionais e o assunto estaria tratado ainda este ano. Gostava de ver esta situação clarificada, pois desde que esta medida de isenção de comissão na amortização antecipada dos créditos habitação foi criada sempre foi referido que a mesma se aplicaria a amortizações realizadas até final de 2024, ou seja, 31 de dezembro de 2024. Nunca se referiram a nenhuma excepção a esta regra instituída. Envio em anexo o comprovativo do pedido de amortização. Na expectativa das vossas breves notícias, subscrevo-me. Com os melhores cumprimentos, Ana Maria Dias
Agravamento de seguro automóvel - pedido de apoio.
Exmos. senhores, Venho por este meio solicitar o vosso auxílio, aconselhamento e eventual intervenção relativamente a uma situação na área dos Seguros, ramo Automóvel, e que se relaciona concretamente com uma situação de sinistro em que me vi envolvido, no início do corrente ano, relativamente à qual nunca tive qualquer retorno por parte da seguradora Generali Tranquilidade. A minha grande indignação prende-se com o facto de, logo após ter comunicado o sinistro, com a entrega de declaração amigável por intermédio da minha mediadora de seguros, nunca ter obtido qualquer tipo de contato ou resposta por parte da seguradora em causa a fim de poder ser informado das decisões daí decorrentes. Também nunca fui contatado pela peritagem a fim de que o meu veículo pudesse ter sido vistoriado em tempo devido nem tão pouco para ser informado das decisões que conduziram a que me fosse atribuída total responsabilidade do acidente. É certo que reconheço que, na altura do preenchimento da declaração amigável, não declarei os danos no meu veículo porque, de facto e a meu ver, não se verificou nada digno de registo, mas dado o agravamento do seguro de que fui alvo para este ano e seguintes só posso depreender tratarem-se de valores elevados na reparação da outra viatura. Daí a minha indignação logo à partida, por nunca ter sido contatado pela peritagem. Tal, leva-me a questionar qual a magnitude do prejuízo provocado na outra viatura por um carro que não sofreu dados. Indigna-me a total falta de transparência e seriedade nestes procedimentos e, como tal, sinto-me fortemente prejudicado. Durante o período compreendido entre o mês de março, altura do sinistro, até setembro, quando recebi nova informação por parte da seguradora para pagamento de nova anuidade, com um agravamento severo no mesmo, nunca fui contatado o que me deixou confiante em todo o processo e em como não iria ser prejudicado. No entanto, a 23 de setembro, ao receber, via e-mail, informação para o pagamento da nova anuidade tive consciência de toda a situação através das condições particulares, do aviso de pagamento e da ata de seguro automóvel . Recorri de imediato ao apoio da mediadora e, aí, fui informado que me fora imputada toda a responsabilidade. A mesma estranhou a tomada desta decisão e, ainda mais, que tal nunca me tivesse sido comunicado. Solicitei-lhes que me ajudassem a sondar novas propostas para um seguro equivalente, junto de outras seguradoras, mas constatou-se que o agravamento de que fui alvo não me oferecia quaisquer vantagens ou benefícios que valessem a pena mudar daí ter optado por continuar na mesma seguradora. Indiquei-lhes que lhes iria enviar um pedido para revisão da decisão e solicitei-lhes que o mesmo fosse reencaminhado à seguradora Generali Tranquilidade, tendo-me sido transmitido que iriam proceder ao encaminhamento do mesmo. Facto é que, até à presente data, não obtive qualquer resposta em relação ao assunto. De forma a evitar mais delongas nesta exposição envio o pedido de revisão efetuado à seguradora que relata, de forma detalhada, as circunstancias de todo este caso. Assim, esperançoso, e por considerar a enorme importância do vosso trabalho, desenvolvido dia após dia, em benefício/defesa de todos os consumidores, solicito a vossa ajuda em todo este processo. Disponível para prestar qualquer outro esclarecimento adicional, me despeço com toda a consideração. Atenciosamente
Denúncia Contra Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros, S.A.
Venho expor publicamente a minha insatisfação com a atuação da Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros, S.A., no tratamento de um sinistro associado à apólice de seguros multirriscos habitacional. A forma como o caso foi conduzido levanta sérias preocupações quanto à transparência, à boa-fé e ao cumprimento das suas obrigações legais para com os clientes. O caso envolve danos causados num muro da propriedade, devido a condições meteorológicas adversas. A Ocidental recusou o pagamento do sinistro com base em justificações que considero infundadas e altamente questionáveis: Dados Meteorológicos Genéricos e Irrelevantes A seguradora baseou a sua decisão em dados meteorológicos de uma estação localizada a cerca de 30 km da propriedade, ignorando as condições meteorológicas específicas do local onde ocorreram os danos. Esta utilização de dados genéricos é uma prática imprópria e inadequada para avaliar a realidade local, comprometendo a validade do seu parecer. Alegação de Exclusões Contratuais Não Comunicações A Ocidental alegou que o muro apresentava deficiências estruturais que excluem a cobertura. Contudo, as cláusulas que fundamentam essa exclusão nunca me foram apresentadas, comunicadas de forma clara ou assinadas no momento da contratação da apólice. Além disso, a seguradora não realizou qualquer inspeção prévia à propriedade para avaliar ou registar tais condições, o que torna a exclusão retroativa injustificada e uma prática abusiva. Recusa Sistemática no Envio de Documentos Relevantes Apesar de múltiplos pedidos, a Ocidental recusa-se a fornecer os documentos que sustentam a sua decisão, incluindo: O relatório técnico elaborado pela consultora Real Position, usado como base para a recusa. O contrato assinado, onde deveriam constar as cláusulas invocadas. Esta falta de transparência é uma grave violação dos princípios de boa-fé e transparência. Além disso, impede que o cliente analise e conteste adequadamente a decisão, comprometendo o seu direito à defesa. Decisões Arbitrárias Sem Suporte Factual A decisão de indeferir o sinistro foi tomada sem apresentar provas factuais que sustentem as alegações da seguradora, demonstrando um desrespeito claro pelos direitos do segurado e pelo dever de fornecer fundamentos concretos para decisões tão significativas. Esta experiência com a Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros, S.A., evidencia práticas questionáveis que colocam em causa a confiança dos clientes na seguradora. A falta de transparência, o uso de dados genéricos e a recusa constante de fornecer documentação essencial comprometem a integridade do serviço que anunciam prestar. Apelo outros consumidores a terem cautela ao contratarem produtos desta seguradora e a denunciarem práticas similares, caso as tenham experienciado. Só através da transparência e da denúncia é possível garantir que os consumidores sejam tratados de forma justa e que as seguradoras cumpram as suas obrigações legais e éticas.
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