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RECLAMAÇÃO FORMAL – Inércia do Marketplace Leroy Merlin – Encomenda
Assunto: Prática comercial abusiva e violação do Direito de Livre Resolução – Encomenda n.º 26038L29997-A (Marketplace Leroy Merlin) Entidade Reclamada: BCM - Bricolage, S.A. (Leroy Merlin Portugal) e ProximaX (Vendedor Marketplace) Exposição dos Factos: No âmbito de uma compra online efetuada no Marketplace da Leroy Merlin, solicitei o cancelamento formal da encomenda no dia 12 de fevereiro de 2026, às 08:04, devido a sucessivos atrasos e informações contraditórias prestadas pelo vendedor ProximaX. Apesar da minha instrução inequívoca de cancelamento, e de instruções semelhantes dadas pela própria equipa de gestão de Marketplace da Leroy Merlin (nos dias 13 e 14 de fevereiro), o vendedor ignorou as solicitações e procedeu ao envio do artigo em data posterior ao pedido de resolução do contrato. O vendedor recusa-se agora a processar o reembolso imediato, condicionando a devolução do meu dinheiro à recusa física da encomenda e ao seu retorno às suas instalações, o que constitui uma imposição ilegal e abusiva. Fundamentação Legal: Direito de Livre Resolução (Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro): Nos termos do Artigo 10.º, o consumidor tem o direito de resolver o contrato sem incorrer em quaisquer custos. A comunicação da resolução foi efetuada por escrito e atempadamente. Obrigação de Reembolso (Artigo 12.º do DL 24/2014): O fornecedor de bens deve reembolsar todos os pagamentos recebidos num prazo máximo de 14 dias após a comunicação da resolução. A retenção do reembolso condicionada a eventos logísticos posteriores ao cancelamento formal não tem base legal, especialmente quando o envio foi feito à revelia das instruções do cliente. Lei da Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96): Violação do direito à proteção dos interesses económicos e à boa-fé nas relações contratuais. Pretensão: Exijo a intervenção das autoridades para que a BCM - Bricolage, S.A. (Leroy Merlin), enquanto entidade gestora da plataforma e fiel depositária do pagamento, proceda ao estorno imediato e integral do valor pago, independentemente do processo logístico entre a plataforma e o seu parceiro comercial (ProximaX), ao qual sou totalmente alheio. Apresento esta queixa por manifesta má-fé do vendedor e inércia da Leroy Merlin na resolução de um conflito de consumo direto e documentado.
Encomenda perdida
Exmos. Senhores, Em 26/01/2026 adquiri uma secretária, da marca Tribedesings, pelo valor de 169,99€. O pagamento foi efetuado no momento. Algum tempo depois apercebi-me que o site mudou automaticamente a minha morada para outra que desconheço, entrei logo em contacto com o vendedor que me informou que iria alterar. Passado uns dias fui contactado pela empresa de entregas a confirmar que a encomenda tinha sido entregue em Faro sendo que eu sou de Leiria. Desde então tenho efetuado diversas chamadas para resolver a situação e confirmam a alteração de morada e recolha do produto dando esperança que a situação se resolva. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que a mesa vai ser entregue mas nunca de facto é. Assim sendo, dado que as consecutivas faltas de profissionalismo, transparência e vontade de resolver a situação apresento a minha reclamação. Cumprimentos.
Reembolso em falta
Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Leroy Merlin relativamente à encomenda numero 942036, efetuada online no dia 25 de janeiro, no valor total de 586,99 euros (1 armario, 1 vassoureiro, 1 abrigo e 49 euros de portes). No dia 26 de janeiro, menos de 24 horas apos a compra, a empresa procedeu ao cancelamento unilateral do artigo abrigo, no valor aproximado de 349 euros, sem qualquer justificacao valida, sendo que o produto continuava disponivel para venda no site. Apos este cancelamento, o valor dos portes nao foi ajustado. Contactei o apoio ao cliente e fui orientada a recusar a entrega caso nao concordasse com os valores cobrados, o que fiz. Posteriormente solicitei a devolucao dos montantes pagos. Recebi apenas: 188,99 euros referentes aos restantes artigos 49 euros referentes aos portes (apos envio do meu IBAN) Contudo, ate ao momento, e apesar de ja terem decorrido mais de 15 dias uteis desde o cancelamento, nao recebi o valor de 349 euros correspondente ao abrigo cancelado pela propria empresa. Ja efetuei diversos contactos telefonicos e existem os seguintes registos de atendimento: 1861568 1868613 1881807 19079339 Nos termos do Decreto Lei 24/2014, o reembolso deve ser efetuado no prazo maximo de 14 dias apos a resolucao do contrato, prazo esse que ja foi ultrapassado. Solicito a intervencao da DECO Proteste para que a empresa proceda, com urgencia, ao reembolso do valor em falta de 349 euros. Paula
Serviço foi mal executado
Exmos. Senhores, Em Novembro, o Leroy Merlin, instalou-me 5 portas interiores. No dia a seguir, vim ver como tinha ficado o trabalho feito pois, não me foi possível ir no próprio dia. Tenho marcas (parece cola ou verniz) no chão (novo); numa das aduelas tenho uma marca como se fosse um furo em que se vê a "madeira" por baixo da tinta branca da porta; outra das portas não fica aberta (acaba por se fechar sozinha) e neste momento tenho outra das portas a fazer barulho quando se fecha. Também tinha ficado com marcas nas paredes brancas mas com algum esforço consegui remover com a limpeza de uma profissional. Liguei várias vezes para o apoio ao cliente, da primeira vez foi-me pedido registo fotográfico. Desde dezembro que estão a analisar a questão e ainda nada. Disseram que teria de receber um técnico, algo que nunca aconteceu. Nunca fui contactada por nenhum dos técnicos (até tenho o número do técnico que fez a instalação e não tenho registo nem de chamadas nem por mensagem - algo que no dia da instalação aconteceu, ou seja, já comunicamos anteriormente). Da última tentativa de contacto disseram-me que o Leroy teria de me contactar dentro de 48 horas e apenas recebi outro email a informar que estão a analisar. O último que tinha recebido foi dia 12 de janeiro de 2026. Esta situação ocorre já desde novembro/dezembro após vários contactos com o apoio ao cliente (mínimo 5). Devo fazer uma reclamação por escrito na loja onde efetuei o serviço? Como me podem ajudar? Obrigada Cumprimentos.
Instalação de ar-condicionado, falhas graves no serviço, danos no imóvel e prejuízos financeiros
Assunto Reclamação formal – Instalação de ar-condicionado, falhas graves no serviço, danos no imóvel e prejuízos financeiros Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a todo o processo de aquisição, pré-instalação e instalação do sistema de ar-condicionado adquirido através do Leroy Merlin, com execução do serviço pela empresa Leroy Merlin . O processo iniciou-se com a deslocação técnica ao imóvel para levantamento e elaboração de orçamento. Posteriormente foi-me enviado um orçamento que considerei adequado e, por se tratar de uma empresa de grande dimensão, avancei com o pagamento na loja Leroy Merlin. Contudo, passados dois dias, fui novamente contactado a informar que existia um novo orçamento e que teria de proceder a um pagamento adicional. Após insistência e necessidade de escalar a situação até à direção da loja, esse erro acabou por ser assumido pelo Leroy Merlin, ficando a situação resolvida, embora demonstrando desde logo falhas graves na gestão do processo. Após a compra, o processo arrastou-se durante vários meses até ser realizada a pré-instalação do sistema de ar-condicionado. Nessa fase, a empresa deslocou-se ao local, definiu os traçados e posicionamentos necessários, e os roços foram executados pelo meu construtor com base nessas indicações. Em nenhum momento, nem na fase de pré-instalação nem posteriormente, fui alertado para qualquer erro ou inconformidade nos roços realizados. Seguiram-se novos atrasos significativos até que, finalmente, foi realizada a instalação do sistema. Importa ainda referir que, no próprio momento da instalação, a equipa técnica verificou que faltava uma bomba de condensados que não tinha sido entregue juntamente com os equipamentos e restantes componentes adquiridos. Esta falha obrigou-me a deslocar-me pessoalmente à loja Leroy Merlin de Alfragide para levantar a peça em falta, não tendo sido apresentada qualquer alternativa de entrega ao domicílio (o que me obrigou a fazer mais de 300 Km, apesar do imóvel ser em Lisboa, eu resido em Leiria), causando mais transtornos, perda de tempo e custos adicionais totalmente alheios à minha responsabilidade. Este imóvel foi adquirido para investimento, tendo sido celebrado contrato de arrendamento. Após entrega da chave aos inquilinos e o início da utilização do sistema de ar-condicionado (1 de Dezembro de 2025), começaram a surgir graves problemas de humidade em várias divisões do apartamento, comunicamos a anomalia e a empresa instaladora, como forma de testar o equipamento introduziu varios litros de agua no equipamento, agua essa que permaneceu no interior do equipamento e paredes o que provocando danos significativos nas paredes e acabamentos. Adicionalmente, foi também detetado pelo inquilino que o ar-condicionado dos quartos não se encontra a funcionar corretamente, o que agrava ainda mais a situação e demonstra falhas evidentes na instalação do sistema. Após novo contacto com o Leroy Merlin, e depois de mais demoras, foi enviada uma equipa técnica ao local, que alegou que a origem do problema seria a execução dos roços, imputando a responsabilidade ao meu construtor. Esta alegação é totalmente inaceitável, uma vez que, se os roços estivessem incorretos, tal deveria ter sido identificado e comunicado no momento da pré-instalação ou, no limite, aquando da instalação, o que nunca aconteceu. Apesar disso, está agora a ser-me exigido o pagamento de duas bombas de condensados como solução para um problema que resulta claramente de falhas de planeamento, verificação e execução do serviço prestado. Uma empresa alternativa que consultamos, referiu que a colocação das bombas de condensados, não são aplicadas nestas condições. Mas sim terão de ser feitas outras correções. Ou seja, tenho o apartamento com danos extensos provocados pela humidade, os inquilinos apesar de já terem assinado o contrato e terem pago todos os valores acordados, ainda não conseguiram dar entrada no apartamento, encontram-se atualmente alojados num hotel por o imóvel não reunir condições de habitabilidade, e estive cerca de um ano com o imóvel praticamente parado, acumulando prejuízos financeiros muito significativos. Acresce ainda o facto de o apoio ao cliente prestado pelo Leroy Merlin ser manifestamente deficiente. Não tem sido possível obter respostas claras nem soluções concretas, sendo extremamente difícil ou mesmo impossível contactar o comercial responsável ou o chefe da loja, não havendo qualquer acompanhamento eficaz nem esclarecimentos relativamente à resolução do problema. Anexo a esta reclamação mails enviados pelo Leroy Merlin (no ultimo mail pedem-me para assinar uma Declaração de quitação onde declaro que não pretendo no seguimento do processo de assistência técnica n 3386-2026 a BCM _Bricolage SA, realize a reparação e pintura da parede, após a colocação da bomba de condensados, anexo também fotografias que comprovam o estado atual do imóvel, os danos causados e as falhas no funcionamento do sistema. Face a todo o exposto, não aceito qualquer custo adicional associado à resolução desta situação e exijo que seja assumida a responsabilidade integral pela correção dos problemas, reparação dos danos no imóvel e compensação pelos prejuízos financeiros sofridos. Aguardo uma resposta escrita, célere e definitiva. Melhores cumprimentos
Devolução sem reembolso
Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativa a uma situação ocorrida na vossa loja da Alta de Lisboa. No dia 11 de outubro de 2024, efetuei uma encomenda online que devolvi na loja mencionada, no dia 29 de outubro de 2024. Tratando-se de uma devolução, solicitei o reembolso do valor pago pelo artigo. No entanto, a funcionária da loja informou-me que, devido a um erro interno, me seria atribuída uma nota de crédito no valor do artigo (€34,99). Não sendo uma cliente recorrente, guardei a referida nota de crédito até necessitar novamente de utilizar a loja. Contudo, no dia 8 de fevereiro de 2026, ao tentar utilizar a nota, fui informada de que a mesma tinha validade apenas até ao final de janeiro de 2025. Reconheço que a data estava indicada na nota, mas não estava ciente no momento da emissão, e, acima de tudo, nunca solicitei a nota de crédito, pretendendo sim o reembolso do valor pago, que não me foi concedido devido a erro da loja. Considero esta situação inaceitável e claramente um esquema que se aproveita dos clientes, que naturalmente não têm obrigação de acompanhar os prazos internos da empresa, nem de voltar a pedir um reembolso que já deveria ter sido processado, tendo eu cumprido todos os prazos inicialmente estabelecidos para a devolução. Ao solicitar novamente o reembolso, fui informada de que não havia nada a fazer, situação que considero injusta, prejudicial e uma violação dos direitos do consumidor.
PROBLEMA COM DEVOLUÇÃO DE DINHEIRO
Exmos. Senhores, No dia 16 de Janeiro de 2026 foi efectuado a recolha de 3 Janelas, 1 Porta e insumos para a instalações dos itens citados pelo colaboradores da Leroy Merlin (Anderson e João) devido ao cancelamento dos serviços juntamente com a empresa. Recebemos no dia 05 de Fevereiro de 2026, apenas 2 depósitos no valor total de 695,95€ sendo que o valor do investimento foi de 3 635,75€, ligamos para a responsável do setor de devolução que iria fazer a transferência para a nossa conta bancaria e a mesma informou que pela assinatura do papel de recolha só foi entregue 1 janela, sendo que os mesmos não fazem registos no próprio sistema e muito menos fazem a devida conferencia da devolução dos produtos. A empresa está desde Setembro agido de má fé connosco e queremos apenas que sejamos ressarcidos conforme foi combinado junto a empresa. Uma das responsáveis do caso se chama Carolina. Cumprimentos.
Reclamação Leroy Merlin | Pedido de devolução de valor pago indevidamente (660 euros)
Venho solicitar a intervenção da DECO PROTeste na mediação de um conflito de consumo com a empresa Leroy Merlin, relativo à recusa injustificada na devolução de um valor de 660 euros, pago por mim para corrigir um erro que não me é imputável. Adquiri uma cozinha ao Leroy Merlin. Durante a instalação, o instalador indicado pela própria empresa informou-me que os módulos não cabiam no espaço previsto devido a erro de medição, sendo necessária a deslocação da caldeira. O mesmo instalador afirmou que não iria resolver esse problema e que eu deveria tratar do assunto por minha conta. Com o objetivo de evitar qualquer custo indevido, dirigi-me presencialmente à loja do Leroy Merlin de Alverca e solicitei apoio para que fosse a própria empresa a resolver a situação da deslocação da caldeira. Foi-me então comunicado que o Leroy Merlin não poderia intervir por a caldeira não ter sido instalada por eles. Perante a impossibilidade de avançar com a instalação da cozinha e sem qualquer solução apresentada, fui forçado a resolver o problema diretamente, suportando do meu bolso o custo de 660 euros, valor esse devidamente documentado. Desde setembro de 2025 que tenho vindo a solicitar o respetivo estorno, tendo enviado documentação e mantido múltiplos contactos ao longo de mais de oito meses, sem que o valor tenha sido devolvido. Recentemente, o Leroy Merlin recusou qualquer responsabilidade, alegando que “não teve oportunidade de retificar o serviço”, o que não corresponde à verdade, uma vez que o apoio foi solicitado e recusado. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e no Portal da Queixa, sem que até ao momento exista qualquer solução. Solicito, assim, o apoio da DECO PROTeste na mediação deste conflito, de forma a que o Leroy Merlin seja instado a devolver o valor de 660 euros, pago indevidamente, evitando a necessidade de avançar para via judicial.
Instalação não efectuada na data
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação sobre um incumprimento de instalação de serviços por parte da empresa Leroy Merlin Através do programe e-lar da qual tive um voucher, escolhemos o Leroy Merlin como fornecedor e instalador dos equipamentos escolhidos. Após material escolhido e sucessivos acertos em orçamentos de instalação, com visita de técnico, em Novembro ficou fechado com instalação marcada para dia 29 de Janeiro, a qual foi adiada para uma semana depois dia 5 de Fevereiro, confirmei se essa data estava mesmo confirmada porque teria de pedir corte de gás um dia antes. Foi confirmado que seria na data marcada. De forma a ter a certeza, na Segunda-feira dia 2 de Fevereiro liguei para confirmar se a data se mantinha inalterada, confirmaram a instalação e procedi a corte de gás no dia 4 de Fevereiro de forma a minimizar constrangimentos. A data da instalação era dia 5 de Fevereiro entre as 9 e 13h. Não aparecendo nenhuma equipa técnica nem qualquer contacto, confactei a linha de apoio ao cliente da Leroy Merlin que me indicou que não tinha data agendada e que iria ser contactado, após sucessivos contactos da minha parte com a linha de apoio ao cliente, fui informado que houve um reagendamento para dia 11 de Fevereiro, o qual questionei quem o tinha feito e que não tinha sido comunicado, indicando que já tinha procedido ao corte de gás e que não tinha acesso a água quente nem fogão para cozinhar, e que a data apresentada estava fora de questão pelos constrangimentos provocados. Nos sucessivos contatos foram apresentadas reclamações, e sempre com a mesma resposta, para aguardar contacto, mas sem data ou previsão do mesmo. Cumprimentos.
Pedido de apoio / mediação – Incumprimento de serviço de instalação Leroy Merlin
Venho por este meio solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de incumprimento contratual por parte da Leroy Merlin, relacionada com a instalação de equipamentos na minha habitação, no âmbito do programa ELAR. Desde janeiro de 2026 que a instalação se encontra agendada, tendo sido sucessivamente reagendada e adiada por iniciativa da Leroy Merlin e/ou das equipas técnicas subcontratadas. As datas já marcadas incluíram, entre outras, 29 de janeiro de 2026, 5 de fevereiro de 2026, tendo sido novamente adiada para 17 de fevereiro de 2026, após novo contacto telefónico solicitando mais um adiamento. Apesar de o serviço se encontrar contratado e pago, até à presente data nenhum dos equipamentos foi instalado, obrigando-me a reorganizar compromissos pessoais e profissionais em várias ocasiões, sem qualquer resultado. Os reagendamentos têm ocorrido de forma repetida, sem apresentação de soluções definitivas ou justificações adequadas. Considero esta situação uma clara falha na prestação do serviço e um desrespeito pelos meus direitos enquanto consumidora. Neste sentido, solicito o apoio da DECO Proteste para mediação do conflito, de forma a obter: • a realização efetiva da instalação sem novos adiamentos, ou • uma solução alternativa adequada, incluindo eventual compensação pelos transtornos causados. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação comprovativa, incluindo prints dos agendamentos, contactos efetuados e dados da encomenda.
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