Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
E. M.
27/01/2026

Crédito não recebido no Cartão Continente

Boa tarde. Inscrevi-me no Solinca Light Alvalade na 2a quinzena de Setembro. (actualmente Elements) com o plano sem fidelização Continente (um treino de pelo menos 30m por semana = crédito de 5€ no cartão Continente). Após 2 semanas, comunicaram que o ginásio iria mudar para outro conceito dentro de 15 dias, deixando de haver aulas de grupo a partir dessa altura. Quem quisesse não quisesse permanecer neste regime, poderia transitar para outro Solinca ou cancelar a inscrição. Por não me interessar o novo modelo sem aulas de grupo, cancelei a minha inscrição, frequentando o ginásio até á mudança. O último treino que efectuei foi no dia 4 de Novembro. O crédito respeitante a esse treino nunca apareceu no meu cartão. Quando dei por isso, enviei a questão pela app. Não tendo obtido resposta dirigi-me ao Solinca Colombo, onde me disseram que teria que ser tratado num Solinca Light. Fui ao Solinca Saldanha. Aí disseram-me que teria que voltar ao Solinca Alvalade (nessa altura já Elements) para resolver o problema ou enviar um mail para o apoio ao cliente. O mesmo me disseram no Elements. Já enviei 4 ou 5 mails para o apoio ao cliente e até agora não recebi NENHUMA resposta. Voltei tb a enviar um contacto via app. Igualmente, zero respostas. No Facebook coloquei ums crítica e aí sim, pediram-me os dados para entrarem em contacto. Até hoje. Assim sendo, optei por recorrer a este meio.

Em curso
A. M.
27/01/2026
oney bank

eliminação de montante na conta

O banco oney eliminou do montante disponível no saldo dos cartoes ikea e Auchan o valor de 120 euros. No Cartão Auchan o saldo era 156 eurose foi reduzido , por ação do banco para 91. O operaçao no cartão Ikea foi semelhante .Não houve transação alguma por parte do cliente Para além de exigir o cancelamento dos cartões , exigo que esta verba seja contabilizada no pagamento do valor em dívida .É um roubo de cerca de 120e euros .

Em curso
C. K.
27/01/2026

Encomenda nao recebida

Exmos. Senhores, Em 23.12.2025 adquiri um par de sapatos, da marca Ugg, pelo valor de 94,99€. O pagamento foi efetuado no momento. No. de Encomenda #N2819F. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 1-5 semanas, o mais tardar 27.01.2026. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (08.01.2026 e 26.01.2026) e obtive a resposta de que o bem está para entrega, apos varias mensagens automatizadas. A ultima reclamacao do dia 26.01.2026 nao foi respondida. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos, C.K.

Em curso

App moeve-parceria deco

Exmo(a) Senhor(a), Sou sócio deco proteste e sou aderente à app moeve, portanto perante estes dados teria todo o interesse em usar a mesma para usufruir dos descontos associados. Acontece que devido a constantes constrangimentos técnicos da app não é possível usar os saldos nem fazer carregamentos eléctricos. Sendo o pior a política de reclamações da moeve em que passado meses a reclamar nada resolve. Depois junta-se a Deco Proteste que igualmente deveria fazer algo como defesa dos consumidores e em especial tendo em conta que a mesma é parceira desta empresa. Sendo impossível usar a app para carregamentos eléctricos dado que passa o tempo a dar "erro interno" nas mais diversas operações, não deixa associar MBWay e nas operações para combustível para abastecer dá erro interno e não faz a operação ou cobra indevidamente o saldo disponível e a seguir dá "erro interno" o que implica estar a reclamar para a sua reposição. Não considero de todo normal toda esta situação e passados meses a reclamar nada ser feito para a sua resolução desta situação e prejuízo do cliente. Cumprimentos

Em curso
A. R.
27/01/2026

Vinted: não conformidade em equipamento verificado e falta de solução do apoio ao cliente

Comprei uma consola na Vinted com o serviço de verificação incluído, porque o anúncio indicava que vinha acompanhada de um disco com jogos. Segundo a ficha/resultado de verificação enviada pela própria plataforma, o artigo estava em conformidade e em condições. No entanto, quando recebi a encomenda e testei a consola em casa, verifiquei que a consola não lia o disco que vinha com ela, ou seja, não conseguia aceder ao conteúdo pelo qual fiz a compra. Este problema não tinha sido assinalado na verificação e só foi possível confirmá-lo em utilização real após a entrega. Adicionalmente, nas fotografias do anúncio a caixa não aparece rasgada, mas quando recebi o artigo uma das caixas vinha rasgada, o que sugere danos ocorridos durante a verificação. Contactei o apoio da Vinted para reportar a situação, mas foi-me indicado que já tinha passado o prazo de 2 dias para registar não conformidades. Considero esta resposta inadequada, porque a compra foi sujeita a verificação pela própria Vinted e o problema diz respeito precisamente ao conjunto anunciado, que deveria ter sido confirmado nessa verificação. Assim, entendo que a plataforma deve apresentar uma solução efectiva, como reembolso parcial/total ou outra forma de compensação.

Em curso
A. R.
27/01/2026

Não foi atribuída subvenção

Apresento reclamação formal contra o IHRU devido a falhas graves no acompanhamento e decisão da minha candidatura ao apoio/subvenção. Submeti a candidatura em maio; o valor preliminar foi calculado em agosto; em setembro, anexei o contrato de arrendamento; e em outubro foram atribuídos valores à candidatura, sem qualquer indicação de irregularidades. Durante este período, desloquei-me presencialmente aos serviços, onde fui informado de que a candidatura estava correta e sem pendências. No entanto, em 22/01, recebi um indeferimento, alegando divergência entre o valor do contrato e o valor indicado na candidatura. Esta decisão é injustificada, pois: - O contrato esteve disponível para análise desde setembro. - A gestora responsável nunca solicitou esclarecimentos, apesar do dever legal de o fazer perante qualquer dúvida. - Fui informado presencialmente de que tudo estava regular. - Estive meses a aguardar o apoio, confiando na atuação diligente da Administração. A situação é agravada pelo facto de me encontrar de baixa médica, com redução significativa do meu rendimento mensal. O apoio solicitado é essencial para garantir a minha estabilidade habitacional e financeira. A ausência de comunicação e o indeferimento inesperado colocam-me numa situação de vulnerabilidade que poderia ter sido evitada com uma atuação administrativa mínima. A decisão viola princípios fundamentais do Código do Procedimento Administrativo, nomeadamente: - Boa-fé (art. 10.º), ao frustrar expectativas legítimas criadas pela própria Administração. - Colaboração com os particulares (art. 13.º), ao não solicitar esclarecimentos sobre a alegada divergência. - Justiça e imparcialidade (art. 6.º), ao imputar ao utente uma falha que poderia ter sido sanada. - Boa administração (art. 5.º), pela falta de diligência, celeridade e comunicação. Solicito: 1. A reavaliação urgente da candidatura. 2. A correção do indeferimento, considerando a omissão de pedido de esclarecimentos. 3. A explicação formal para a falha de comunicação. 4. A consideração da minha situação de baixa médica e redução de rendimentos, que exige especial atenção e celeridade.

Encerrada
C. M.
27/01/2026

Cobrança indevida

Venho por este meio apresentar reclamação contra a Uber relativamente à cobrança indevida da subscrição Uber One. Tinha desde o dia 4 de Dezembro ativado a subscrição paga da Uber One, a qual terminava no dia 4 de janeiro. No dia 3 de janeiro, antes de iniciar um novo ciclo de faturação, acedi à aplicação e cancelei a subscrição, precisamente para evitar qualquer cobrança. A aplicação indicou que o cancelamento estava concluído. No dia 5 de janeiro, o valor de 4,99€ foi creditado na minha conta para no dia seguinte, 6 de janeiro, ser debitado na minha conta bancária exactamente o mesmo valor da subscrição paga do Uber One, o que considero indevido, uma vez que o cancelamento foi efetuado dentro do prazo. No próprio dia contactei o apoio da Uber através do chatbot disponível na aplicação. Foi-me indicado que o reembolso seria efetuado no prazo de 7 a 12 dias. Findo esse prazo, o reembolso não foi realizado. Voltei a contactar o apoio, sendo-me novamente garantido que o reembolso seria feito no prazo de 3 a 5 dias, o que mais uma vez não aconteceu. No dia 20 de janeiro, reportei novamente a situação, tendo inclusive enviado comprovativos bancários e explicação detalhada, e pela terceira vez foi-me prometido um reembolso no prazo de 3 a 5 dias, que até à presente data continua por efetuar. Considero esta situação inaceitável, tanto pela cobrança indevida, como pela repetida prestação de informação incorreta e pelo incumprimento dos prazos de reembolso indicados pelo próprio apoio da Uber, não existindo qualquer outro canal de contacto eficaz além do chatbot. Solicito assim a devolução imediata do valor cobrado indevidamente, bem como um esclarecimento formal sobre a situação. Deixo em anexo parte excertos das conversas tidas através do chat da app em por 3 vezes indicam que o reembolso será feito e até hoje não aconteceu.

Em curso
D. V.
27/01/2026

Produto danificado

No dia 26 de dezembro de 2025 adquiri uma máquina de lavar roupa através do site da Worten, na modalidade marketplace, vendida pela empresa KIBO. A entrega do equipamento ocorreu apenas no dia 8 de janeiro de 2026. A máquina foi deixada na sala da habitação pela transportadora e a receção foi efetuada pela minha sogra, que assinou a guia de transporte, não tendo sido possível verificar o estado do equipamento, uma vez que este se encontrava totalmente embalado e o local de instalação ainda não estava preparado. No dia 12 de janeiro de 2026, ao abrir a embalagem, constatámos que a máquina se encontrava danificada/partida. Nesse mesmo dia contactámos de imediato a linha de apoio da Worten para reportar a situação. A Worten contactou o vendedor KIBO, que solicitou o envio de fotografias e vídeos comprovativos dos danos. As fotografias e vídeos foram enviados no dia 13 de janeiro de 2026. Desde essa data ficámos a aguardar resposta por parte do vendedor. Apenas no dia 21 de janeiro de 2026 a empresa KIBO respondeu, recusando qualquer responsabilidade, alegando que a assinatura da guia de transporte implica a aceitação do produto em perfeitas condições. Tal posição é abusiva e contrária à legislação em vigor. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra de bens, o vendedor é responsável pela conformidade do bem entregue, cabendo-lhe provar que o defeito não existia à data da entrega. É manifestamente impossível verificar o estado interno de um eletrodoméstico no momento da receção, apenas pela observação da embalagem exterior. A reclamação foi efetuada poucos dias após a entrega, dentro de um prazo plenamente razoável, não existindo quaisquer indícios de mau uso ou de danos provocados pelo consumidor. A recusa do vendedor em assumir a responsabilidade pela entrega de um produto defeituoso constitui uma clara violação dos direitos do consumidor. Acresce que a compra foi realizada através do site da Worten, que, enquanto Perante o exposto, solicito a intervenção das entidades competentes e a resolução imediata da situação, através da substituição do equipamento por outro em perfeitas condições ou, em alternativa, o reembolso integral do valor pago.

Em curso
A. C.
27/01/2026
MultiOpticas gondomar

Não aceitação de defeito de fabrico

Exmos. Senhores Comprei nesta loja multioptca Gondomar um par de óculos com graduação em que ao fim de cerca 20 meses os óculos ficaram com manchas que implicava coma minha visão. Fui á loja reclamar e aceitaram a minha reclamação dizendo que era defeito de fabrico. Recebi os óculos impecáveis mas desta vês demorou mais tempo a aparecer as mesmas manchas. Dirijo-me ao estabelecimento onde foi atendido pelo mesmo sr. (responsável pela loja) onde me disse que já tinha passado a a validade da garantia e repetiu a mesma razão que deu da primeira ves que era defeito de fabrico e por isso não se responsabilizava. Penso que quando é defeito de fabrico embora ultrapassando a validade e se os óculos tiveram o mesmo problema da primeira ves deveriam aceitar esta reclamação e mudar as lentes gratuitamente como fizeram da primeira vez. Peço de deferimento. Muito obrigado

Em curso
A. A.
27/01/2026

Alteração das condições sem aviso prévio

No passado sábado, desloquei-me ao ginásio do Marquês de Pombal com o intuito de realizar o meu treino habitual e fui surpreendido com a impossibilidade de aceder às instalações. No local, um funcionário informou-me de que as condições da minha subscrição teriam sido alteradas. Contudo, esclareço que nunca fui previamente informado sobre qualquer alteração às condições contratuais, seja por e-mail, aplicação, mensagem ou qualquer outro meio de comunicação. Perante a minha contestação, o funcionário limitou-se a indicar que, caso pretendesse ter acesso ao ginásio, teria de efectuar uma alteração, ou seja, um upgrade da subscrição. Esta situação causou-me constrangimento, uma vez que fiquei impedido de treinar e fui colocado perante a necessidade de aceitar uma modificação contratual sem qualquer informação prévia, clara ou transparente. Neste momento, a situação torna-se ainda mais preocupante, pois não sei qual é o valor mensal que devo pagar, nem quais são exactamente as condições actualmente associadas à minha subscrição. Acresce ainda o facto de eu beneficiar de um protocolo celebrado através da minha empresa, sendo que, face à falta de informação, desconheço se esse protocolo continua a ser aplicado, qual o valor final a pagar mensalmente e se, efectivamente, continua a compensar a sua manutenção. Considero esta situação inaceitável, uma vez que qualquer alteração às condições de uma subscrição deve ser devidamente comunicada ao cliente com a devida antecedência, garantindo transparência e respeito pelos direitos do consumidor, o que manifestamente não ocorreu. Face ao exposto, solicito: - O esclarecimento formal e detalhado sobre a alegada alteração da minha subscrição; - A indicação de quando, como e por que meio essa alteração teria sido comunicada; - A confirmação do valor mensal actualmente aplicável, incluindo a aplicação (ou não) do protocolo empresarial; - A regularização imediata da situação, garantindo o acesso de acordo com as condições originalmente contratadas; - Em alternativa, a apresentação de uma solução adequada ou compensação pelos transtornos causados. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível.

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