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Encomenda não recebida, dinheiro não devolvido.
Exmos. Srs. Efetuei uma compra de valor superior a 80 € nesta "empresa" e nunca me foi enviada. Contactei a empresa várias vezes, sem qualquer resposta. Trata se de uma fraude, pois além de não enviarem a encomenda nem responderem, ainda me ficaram com o dinheiro.
Sem serviço Internet fixa
Exmos. Srs. Boa noite, desde dia 2 de Novembro, que não tenho o serviço de Internet fixa, após vários contatos com a vossa linha e bastante demorados para solucionar o problema, o mesmo mantém-se. Já foi indicado que seria necessário a intervenção de um técnico na minha residência, e as visitas são marcadas e desmarcadas sem o problema estar resolvido. Trabalho em casa e necessito da Internet e que o problema seja resolvido com a maior urgência. Solicito também devido aos constrangimentos infligidos por esta situação a devida compensação financeira na próxima fatura. Aguardo resposta urgente. Carla Lopes
Pagamento Certidão permanente a um preço avultado sem serviço feito
No dia 04 de Novembro de 2025, ao tentar obter a Certidão permamnente de registo predial fui direcionado automaticamente ao Site da JURISWEB INTERACTIVA S.L. e fui cobrado um valor avultado que não corresponde o vor normal de 15 euros. Só depois me apercebi que na verdade se tratava de uma sociedade espanhola. Junto em anexo a fatura e o formulário. Peço a vossa ajuda para recuperar o valor pago. Com os melhores cumprimentos. Vladimir jorge Gomes
Valor de reservas incorreto
Em 30/10/2025 contactei telefonicamente a Booking devido à diferença de preços entre o anúncio e o valor efetivamente cobrado da reserva 603704.... Em 30/10/2025 a Booking.com respondeu: Confirmação: 603704.... Olá Pedro, Por favor, verifique a seguinte atualização na sua reserva 603704.... em Westotel Taverny - Paris Val-d'Oise(Fri, 21 Nov 2025 – Sun, 23 Nov 2025). Nota do serviço de apoio ao cliente. Esperamos que esta mensagem o encontre bem. Tentámos contactá-lo novamente por telefone, mas infelizmente não conseguimos estabelecer ligação. Após a investigação realizada pelo setor responsável, confirmamos que a cobrança está correta. A localização do hóspede pode influenciar a forma como o preço é apresentado. Alguns exemplos de taxas adicionais incluem o imposto municipal, o IVA, a taxa de destino e a taxa de limpeza. Devido a determinadas regulamentações locais, é obrigatório exibir o preço final com todas as taxas adicionais incluídas. Caso tenha mais alguma questão, estamos aqui para ajudar. Ainda em 30-10-2025, enviei a seguinte msg à Booking: Boa noite, O v/ esclarecimento não é minimamente esclarecedor. Antes pelo contrário, é confuso, contraditório e vago. Esta situação em qualquer lugar do mundo só tem um nome: PUBLICIDADE ENGANOSA !!! ("Inclui impostos e taxas"???) Em anexo, junto comprovativos de 3 reserva (anúncios e valores efetivamente cobrados). Digam-me, é correto a Booking cobrar um valor diferente daquele que é anunciado na sua plataforma? Desta vez, nesta viagem a França (Paris e arredores) são-me cobrados mais 27,05€ para além do anunciado, supostamente correspondente ao IVA. Porque razão o IVA não está incluído no preço total publicado no anúncio, se se anuncia que o preço "Inclui impostos e taxas"? Sinto-me enganado e por isso dou conhecimento à DECO, da qual sou sócio, esperando que esta situação possa ser devidamente avaliada e possa ser devidamente ressarcido do valor acima referido. Cumprimentos P.....
Serviço não instalado
Para MEO Em 18 de agosto dirigi-me à loja da MEO no Fórum Montijo e pedi a mudança do meu serviço TV+NET+VOZ para nova residência, na mesma localidade (Alcochete). Sem informação sobre a mudança do serviço, dirigi-me novamente à loja e fui informada que um técnico teria ido ao local, em 19 de setembro e verificado a inexistência de PDO na zona, não sendo assim possível instalar o serviço, e que provavelmente só seria possível em Novembro, o que me pareceu descabido. No sentido de agilizar o processo, reclamei para o provedor do cliente, não tendo até hoje obtido qualquer resposta. Em 6 de outubro fui informada telefonicamente da vinda, no dia seguinte, de um técnico para fazer, finalmente, a instalação do serviço, mas tal não foi possível dado não ter encontrado PDO aqui na zona (facto já verificado anteriormente). Descontente com este tratamento, contactei a MEO e informei que pretendia cancelar o contrato, uma vez que não tinham conseguido satisfazer o acordado, ou seja, a mudança do serviço para a nova casa. Depois de muita conversa e tentativas de não rescisão do contrato, informaram-me que o serviço seria desligado em 10 de Novembro, dando cumprimento ao pré-aviso de 30 dias estipulados no contrato (??) e que teria de pagar um determinado valor por tal acontecer no período de fidelização. Recebi a carta com data de 16 de Outubro, curiosamente remetida para a antiga casa dos meus pais, onde tenho ido com pouca frequência e onde tenho um contrato TV+NET de 2ª casa e não, como seria de esperar, para a minha residência atual ou mesmo para a antiga, uma vez que ainda está ativa. Os equipamentos da MEO foram desligados na casa antiga em 9 de setembro (data a confirmar), dado o novo dono ter instalado o seu próprio serviço de TV, mas o serviço da MEO continuou a ser faturado e será ainda faturado até ao próximo dia 10, data em que será também debitado o valor de 195,89€ de indemnização à MEO. Face ao exposto, pretendo a anulação do contrato de mudança de casa sem qualquer prejuízo para mim enquanto cliente, nomeadamente a anulação da fatura de novembro onde virá incluído o valor da indemnização acima referido e a devolução dos montantes cobrados pelo serviço não prestado desde 9 de setembro. MM
Recusa indevida de cobertura de pneus e falta de cumprimento contratual
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Seguradora Seguro Directo, por considerar que houve incumprimento contratual na recusa da cobertura referente ao sinistro relacionado com os pneus do meu veículo. A seguradora fundamentou a recusa de cobertura com base no parecer técnico onde se afirma que “o dano não permitia a circulação da viatura até à oficina. E caso o tivesse feito, existiriam marcas pelo pneu ter rodado com o dano apresentado”. Contudo, tal conclusão não corresponde aos factos nem se encontra suportada por prova técnica conclusiva, conforme passo a demonstrar: 1. Atuação imediata e prudente Quando saí do Centro Comercial “Alegro Sintra”, assim que o painel do veículo assinalou falta de pressão nos pneus, fui tentar encher o pneu a um posto de abastecimento de combustível (Repsol), mas verifiquei que o problema seria mais grave e que seria um possível furo. Desse modo desloquei-me de imediato a uma oficina muito próxima. O percurso foi curto e efetuado a baixa velocidade, com total prudência, tendo por único objetivo resolver o problema e evitar danos adicionais no pneu para que fosse possível a sua reparação. 2. Condição específica do dano O prego encontrava-se preso em dois pontos do pneu, o que prendeu o prego e impediu a ocorrência de “marcas pelo pneu ter rodado” conforme indicado pela Seguradora. Desse modo o pneu manteve integridade suficiente durante o pequeno trajeto percorrido. 3. Interpretação contraditória e falta de orientação por parte da seguradora Em momento algum fui informado de que, nestas situações, o veículo deveria permanecer imobilizado. Assim, o deslocamento foi realizado com o intuito de preservar o pneu e obter assistência técnica adequada, uma conduta que, a meu ver, demonstra diligência e razoabilidade. No entanto, segundo o parecer da seguradora, esse mesmo cuidado acabou por ser considerado prejudicial, servindo de fundamento para a negação da cobertura, sob o argumento de que o pneu não apresentava danos “suficientes”. Tal interpretação é, no mínimo, paradoxal, uma vez que penaliza o comportamento prudente do segurado. 4. Boa-fé e cumprimento do dever de diligência Todas as minhas ações foram pautadas pela boa-fé e pela diligência esperada de um segurado responsável, em conformidade com o disposto no artigo 227.º do Código Civil, que consagra o dever de lealdade e cuidado na execução das obrigações contratuais. Apesar disso, a posição assumida pela seguradora transmite a impressão de que o segurado (eu) estaria a agir de má-fé, procurando obter a substituição de um pneu sem fundamento legítimo. Tal suposição é totalmente infundada, uma vez que o pneu em causa se encontrava em excelente estado de conservação e ainda semi-novo, sendo do meu total interesse preservar o mesmo para possível reparação e não o substituir indevidamente. O meu objetivo sempre foi garantir o correto cumprimento das condições da apólice, e não obter qualquer vantagem indevida. 5. Proximidade e acessibilidade de oficinas Nas proximidades do local onde me encontrava quando furei o pneu, existem bastantes oficinas de pneus, evidenciando que o deslocamento necessário era de curta distância e em condições que não poderiam, de forma razoável, causar danos estruturais ao pneu. Tendo em conta o exposto, considero que a decisão da seguradora configura uma recusa injustificada da cobertura contratual, lesando os meus legítimos direitos enquanto segurado. Assim, solicito à Seguro Directo que reavalie o parecer técnico apresentado, e proceda à cobertura do dano nos pneus, conforme previsto no contrato de seguro. Com os melhores cumprimentos, Luis Fernando Cardoso das Neves
Burla Paypal
Exmos Senhores, hoje, dia 03/11/2025 verifiquei através da minha conta bancária de que foi retirado um valor acima do que é habitual do meu cartão da Rádio Popular RP ON associado à Cetelem dos eletrodomésticos que adquiri às prestações em 2024. Após constatar esse fato fui verificar os extratos da conta e verifiquei um movimento no dia 02/09/2025 com o nome de GagehArlem-SGP - PAYPAL. Quero reclamar de que eu não fiz qualquer movimento para paypal. Sendo que, este cartão encontrava-se isolado em casa e nunca teve nenhum movimento a não ser o pagamento da mensalidade. Além disso, teoricamente, este cartão não deveria dar para fazer transferências ou pagamentos. Assim como, nunca recebi ou validei qualquer pagamento de paypal. Sendo assim sinto-me prejudicado no montante de 44,57€ + JUROS aplicados pela credora. Já fiz queixa no portal das queixas eletrónicas (em anexo) e também deixo em anexo os comprovativos da operação e extratos.
Extravio de encomenda 83890184632502
Entreguei uma encomenda num parceiro DPD, no dia 17 de outubro às 16h47, a mesma foi recolhida pela DPD no mesmo dia às 18h42 e deu entrada no armazém pelas 22h14 (conforme fotografia em anexo. Desde então que não tenho mais informação da encomenda. Entrei em contato com a linha de apoio da DPD no passado dia 27 de outubro, expliquei toda a situação e descrevi o artigo, tal como me foi solicitado. Fui informada que seria contada dentro de 24h. Como tal não aconteceu, voltei a entrar em contato nos dias 28 e 29, tendo obtido sempre a mesma resposta. No dia 30 de outubro, pelas 09h11, voltei a entrar em contato com a linha de apoio, onde fui gentilmente atendida pela colaboradora Sandra Pacheco, que me informou que a minha encomenda tinha sido picada - leitura de cliente, no dia 18 de outubro, de manhã, não tendo mais informação da mesma. Já voltei a entrar em contato mais 3 vezes por telefone e enviei 3 mail sempre com a mesma resposta, que estão a analisar. Num dos mail fiz a descrição total da caixa como me foi solicitado: - Caixa de cartão castanha com letras azuis (asics); - Tem uma etiqueta branca colada com toda a indicação (envio em anexo); - Dentro dessa caixa está outra mais pequena (se abanar conseguimos ouvir outra a mexer); - A caixa está colada com fita adesiva castanha. Até ao momento não tenho mais informações. Trata se de uma devolução de um artigo que comprei, no valor de 150€.
Publicidade enganosa
Exmos. Senhores, Em (DATA) denunciei o contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º (COLOCAR REFERÊNCIA). Sucede que até hoje, passados que são (N.º DE DIAS) dias, o serviço ainda se encontra ativo, apesar do prazo (PRAZO) previamente estabelecido para procederem à denúncia contratual. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão. Cumprimentos.
Encomenda não entregue
Exmos. Senhores, Em 21-06-2025 adquiri uma cama, da Aliexpress, pelo valor de 216.55 €. O pagamento foi efetuado no momento, no entanto a encomenda foi enviada em 2 pacotes, e apenas 1 foi entregue e o fornecedor efectuou a evolução de 115.09€ e solicitou a devolução do primeiro pacote entregue, o qual foi devolvido no dia 15-09-2025, no entanto até agora não houve reembolso do valor remanescente de 101.46€ Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 1/07/2025. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços ( 09/07/2025, 29/07/2025, 2/8/2025, 8/7/2025, 11/07/20, 30/08/2025, 10/09/2025, 15/09/2025, 29/09/2025, 30/09/2025 e 03/11/2025) e obtive a resposta para continuar a aguardar a devolução do valor remanescente até hoje. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a devolução do valor remanescente correspondente ao pacote devolvido no valro de 101.46€, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
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