Reclamações públicas

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K. R.
28/02/2025

Recisão de contrato

Exmos. Senhores, Peço o favor de me cancelar o contrato pois ja mandei mails e nunca obtive nenhuma resposta Como ja não estou a viver em Portugal, quero cancelar o contrato e anulação da faturas que estao a passar mas sem necessidade nenhuma pois eu liguei e avisei Numero de contrato 50100216733 Cumprimentos.

Encerrada
C. A.
28/02/2025

Reclamação sobre Tarifas de Chamadas para SNS24 a partir de Números Estrangeiros

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação referente às tarifas aplicadas para chamadas para o SNS24 (808 24 24 24) quando realizadas a partir de um número estrangeiro. No dia 15 de Janeiro deste ano, um familiar precisou de utilizar o serviço SNS24 estando em Portugal e devido as circunstâncias utilizou um telemovel estrangeiro. Hoje fui surpreendida ao receber a fatura telefónica com um valor exorbitante de mais de 80 euros nem por 10 minutos de chamada. Durante a chamada, não foi informado de que as tarifas seriam diferentes ou que o custo seria significativamente maior por utilizar um número estrangeiro. Nos cartazes, materiais de divulgação e em todo o material informativo do SNS24, não há nenhuma indicação clara de que chamadas feitas a partir de números estrangeiros são de tarifa especial. Nem qualquer indicação pela parte dos centris de saúde. A falta desta informação crucial levou a um encargo financeiro inesperado e considerável, que considero inaceitável. Gostaria que a DECO investigasse esta questão e tomasse medidas para garantir que os consumidores estrangeiros estejam devidamente informados sobre as tarifas aplicáveis às chamadas para o SNS24, especialmente quando realizadas a partir de números estrangeiros. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta breve sobre as medidas que serão tomadas para corrigir esta situação. Com os melhores cumprimentos, Carla Carvalho

Encerrada
M. A.
27/02/2025

Médica Ana Macedo Ferreira

Exmo. Senhor Diretor Clínico do Hospital da Luz Lisboa, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à consulta de dermatologia que realizei no dia 27 de fevereiro com a Exma. Dra. Ana Macedo Ferreira, nas instalações do Hospital da Luz, em Lisboa. Sempre associei a vossa instituição a um atendimento de excelência, caracterizado por rigor, humanismo, empatia e profissionalismo. No entanto, a experiência que tive nesta consulta foi exatamente o oposto do que se espera de um serviço de saúde de qualidade. Desde o início da consulta, fui tratada com desconsideração e desrespeito. A médica recusou-se a ouvir o meu histórico clínico, afirmando que “não queria ouvir a minha história”, e rejeitou de imediato qualquer possibilidade de tratamento para as marcas de acne que motivaram a minha consulta, sem apresentar alternativas viáveis. Durante a consulta, a médica sugeriu que eu procurasse tratamento na clínica onde já tinha realizado dois laseres CO2 fracionados, afirmando que, se ganhasse comissão, até aconselharia um procedimento, mas como não lucrava com isso, eu teria que aceitar que teria acne e marcas para o resto da vida. Considero esta afirmação inadmissível, principalmente vinda de um profissional de saúde que deveria atuar com base no melhor interesse do paciente e não em critérios financeiros. Ressalto que a minha reclamação não se deve ao facto de a médica não querer realizar o tratamento que inicialmente pretendia, mas sim por não me ter oferecido qualquer outra opção e por não respeitar as minhas escolhas. A única solução que me foi apresentada foi um medicamento para o acne — e não para as marcas, que era o motivo da consulta. No entanto, quando manifestei que não queria tomar esse medicamento, assim como a pílula como método contraceptivo, fui tratada com desdém, como se a minha decisão pessoal fosse um obstáculo à consulta. Além disso, a médica fez comentários inapropriados sobre procedimentos estéticos anteriores que realizei, afirmando: “deixe de colocar ácido nos lábios” e “acha que este medicamento é invasivo, mas continua a colocar ácido nos lábios, e nao acha invasivo pois não ?”. Estes comentários não só foram desnecessários como também demonstraram uma postura pouco ética e desrespeitosa. Para piorar a situação, a médica esteve constantemente a apressar-me a sair do consultório, repetindo frases como “vá-se embora, vá ter com os seus amigos”, transmitindo a ideia de que o meu problema não tinha solução e que a consulta não tinha qualquer propósito. O que deveria ter sido uma consulta esclarecedora e profissional tornou-se um momento de humilhação e desconforto. Para além da frustração de sair do consultório sem qualquer resposta objetiva ou encaminhamento adequado, esta experiência teve um impacto negativo no meu bem-estar nos dias que se seguiram. Saliento ainda que, após relatar este episódio, tive conhecimento de que não fui a única paciente a ser tratada desta forma pela referida médica. Assim, considero essencial que esta situação seja analisada com seriedade e que sejam tomadas medidas adequadas para garantir que nenhum outro utente passe pela mesma experiência. Aguardo um posicionamento formal por parte do Hospital da Luz relativamente a esta reclamação e às medidas que serão implementadas para prevenir situações semelhantes no futuro. Atenciosamente, Mariana Araújo

Encerrada
M. S.
27/02/2025
Encerrada
R. D.
27/02/2025

Anulacao contrato

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº. 50100139392, con os cartões 021090188/021090189/021158334/021158338. Tenho um mail da Medicare a 13-04-2022 onde confirma a adesão a Medicare, e foi através dessa data que me baseei para a anulação visto não ter qualquer contrato na minha posse. Não tenho mais interesse nos serviços da Medicare, vou seguir com um seguro de saúde. Pelo que percebi, o contrato tem vencimento apenas no dia13/04/2025. Então hoje, 27/02/2025,liguei para a linha a solicitar o cancelamento do meu contrato que, apesar de eu ter no mail a data de 13/04/2022, dizem que começou em Janeiro de 2022 e então tenho de pagar ate janeiro de 2026. Deixo aqui expresso que não desejo renovar e desconheço fidelidade com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos, ou então que cumpram a data que está no mail da confirmação da adesão para o cancelamento ser realizado agora. Cumprimentos.

Encerrada
L. C.
26/02/2025
Smile up Santarém

Rádio x

Fiz tratamento na smile up de Santarém em 2021, não recebi meus Raio x Fiz prótese . Gastei mais de 900€ à época. Estive lá esses dias , fui e estou a ser muito mal atendida e não me querem dar meu raio x q tenho direito . Solicito com urgência raio x oara 2a opinião no tratamento . Não querem me enviar

Resolvida
V. M.
26/02/2025

Atraso Excessivo Entrega Resultados RM

Caro/a Senhor(a), Venho formalizar a minha reclamação devido à inaceitável demora na entrega dos resultados da ressonância magnética realizada no Hospital Lusíadas Braga (HLB). 1. Realização do Exame No dia 13 de fevereiro de 2025, desloquei-me ao HLB para realizar uma ressonância magnética do meu joelho direito. O exame foi essencial para acompanhar um quadro de lesões graves – condropatia grau IV, tendinoses dos tendões rotuliano e quadricipital e rotura do menisco lateral –, visando obter dados imprescindíveis para a obtenção de uma segunda opinião médica. 2. Contexto e Necessidade da Segunda Opinião O exame foi realizado a pedido de um médico externo aos quadros do hospital, com o objetivo de fundamentar uma consulta agendada para o dia 19 de fevereiro de 2025 com o renomado Dr. José Carlos Noronha. Considerando a agenda extremamente concorrida do especialista e a importância dessa avaliação, a falha na entrega dos resultados torna a situação inadmissível. A necessidade de buscar essa segunda opinião decorreu, em grande parte, do tratamento negligente e acompanhamento inadequado prestado pela ortopedista Filipa Pereira, membro da equipa do HLB, que agravou o estado do meu joelho no último ano. 3. Compromisso e Falha no Cumprimento Antes da realização do exame, fui compelido a assinar um documento no qual me comprometia a receber os resultados até as 15h do dia 19 de fevereiro, data esta fundamental para a minha consulta. Confiante no cumprimento deste compromisso, aguardei os resultados, sem jamais ser contatado ou informado de qualquer imprevisto. 4. Tentativas Frustradas de Contato No dia 19, efetuei três ligações ao HLB na expectativa de confirmar o recebimento dos resultados, porém sem sucesso. Desde então, tenho contactado o hospital diariamente (último contacto dia 25), tendo em vista uma consulta subsequente em Fisiatria, marcada para o dia 27, às 16h30 (noutro hospital privado). Em todas as tentativas, a receção telefónica informa que marcou o assunto internamente como “urgente”, mas que o departamento de radiologia nunca é atende para dar esclarecimentos. Esta situação é totalmente inaceitável. 5. Impacto e Reivindicações Resido no Luxemburgo e, para contar com cuidados especializados, sou obrigado a deslocar-me, arcando com custos elevados. O atraso injustificado na entrega dos resultados prejudica não apenas o meu acompanhamento médico, mas também mina a confiança depositada no HLB. Diante desta falha grave, sou forçado a considerar a realização de um novo exame em outro hospital privado. Assim, exijo o reembolso do valor de 315 euros pago, como compensação mínima pelo descumprimento do prazo acordado.

Resolvida
F. D.
26/02/2025

Alteração Condições e Coberturas MGEN

Exmos. Senhores, Sou subscritor de um seguro de saúde AdvanceCare/MGEN, em parceria com a DECO, há sete anos, incluindo todos os membros do meu agregado familiar (2 adultos e 2 crianças de 8 e 4 anos). Todos os anos, os prémios do seguro são atualizados, o que compreendo e aceito. No entanto, este ano, para além do aumento expectável do prémio, constatei uma alteração radical das condições do plano, o que nunca aconteceu antes. Como exemplo, a comparticipação de consultas fora da rede, que anteriormente era de 50% (até 35€), foi completamente removida. Além disso, novos subscritores do seguro beneficiam de condições mais vantajosas do que clientes antigos, como limites de capital anual superiores. Entendo que as alterações foram comunicadas previamente, mas considero este procedimento pouco transparente. Alterações desta magnitude, que não se limitam apenas ao prémio mas sim à cobertura contratada, deveriam requerer uma aceitação explícita e informada por parte do segurado. Além disso, a forma como estas mudanças são comunicadas não realça claramente as modificações essenciais. Gostaria de obter uma justificação detalhada para esta situação e compreender qual a lógica de manter clientes antigos com condições inferiores às oferecidas a novos aderentes. Aguardo a vossa resposta.

Resolvida
R. N.
25/02/2025

Reclamação ao Pedido de Anulação de Contrato - Desempregado

Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar o meu total desagrado e incredulidade face à atitude da entidade Medicare, com sede social na Rua Rodrigues Sampaio n.º 103, 1050-279 Lisboa, e com URL www.medicare.pt, relativamente à solicitação que efetuei, tanto por telefone (chamada gravada) como por e-mail (info@medicare.pt). Decorridos vários dias desde o envio do meu pedido inicial, que se refere à anulação do contrato n.º 000410382 ao invés de receber a devida assistência, fui constantemente desmotivado, sendo enfatizadas de forma excessiva as vantagens comerciais do serviço, algo que considero absolutamente inaceitável e desrespeitoso. De acordo com a Lei nº 15/2014, de 21 de março, que regula o regime jurídico do voluntariado e estabelece as responsabilidades das entidades, é claro que as obrigações da Medicare devem ser cumpridas com rigor. A lei também garante ao utente o direito de interromper ou suspender a prestação do serviço contratado, principalmente em situações de desemprego, como é o caso, o que, lamentavelmente, não foi respeitado. O meu pedido foi completamente ignorado, sendo-me informada a única possibilidade de cancelamento na data de aniversário do contrato, ou seja, mais 11 meses de pagamentos indevidos. Este incumprimento configura uma falha grave no serviço prestado pela Medicare e na forma como tratam os seus clientes, evidenciando total falta de zelo, responsabilidade e respeito pela legislação em vigor. Deste modo, solicito o vosso apoio para uma resposta célere e eficaz ao meu pedido, para a devida resolução imediata da situação. Caso contrário, peço que me informem sobre as medidas legais que consideram necessárias para garantir a defesa dos meus direitos. Aguardo o vosso contacto urgente, para a resolução imediata deste assunto. Cumprimentos, Rui César Nunes rclnunes@net.sapo.pt 912218775

Encerrada
T. D.
25/02/2025
Unidade Local de Saúde de São José

Extravio de Esqueléticas Durante Exame de TAC

Exmos. Senhores, No dia 22 de fevereiro, estive nesta unidade de saúde durante toda a tarde para tratamento. Fui chamada para realizar uma TAC e, quando me perguntaram se tinha alguma esquelética comigo, respondi afirmativamente e entreguei-as, pois não seria possível proceder ao exame com as mesmas em minha posse. Após o exame, fui liberada, mas as esqueléticas não me foram devolvidas, tendo sido-me informado que se encontravam no espólio do hospital. Contudo, ao dirigir-me ao espólio, fui informada de que as mesmas também não se encontravam lá. Peço que o hospital seja responsabilizado e que procurem me devolver as minhas esqueléticas. Nome: Maria Dulce R. Reis Gomes B. de frança R u a: La t i n o Coelho n227-2E 2750 408 Cascais Cumprimentos.

Resolvida

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