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Tempo de espera de um serviço de urgência hospitalar
Exmos. Senhores, No dia 11 de Abril de 2025 (sexta-feira), a minha mãe deu entrada nas urgências gerais do hospital Garcia da Orta, pelas 16:10, com o corpo completamente inchado, dores no corpo inteiro, derivado ás articulações, dores tão intensas que tinha dificuldade em movimentar-se, não conseguia mexer as mãos derivado ás dores, já estava com estes sintomas á cerca de 1 semana, cada vez mais intensos, ela já estava no ponto de não se conseguir levantar da cama, a medicação diária, já não fazia efeito. Então decidiu finalmente procurar ajuda hospitalar, pensado ela que iria finalmente ficar melhor. Quando se toma a decisão de procurar ajuda hospitalar, esperamos ser tratados com respeito, com o mínimo de cuidado e com humildade. Foi atendida para a triagem ás 17h, que lhe proporcionaram pulseira amarela. Depois disto só voltou a ser chamada para análises e medicação às 10:40 do dia seguinte, ou seja 18 horas e 10 minutos, de espera, quase 24 horas para ser atendida, onde cheia de dores insuportáveis, descansou nas cadeiras de espera das urgências, onde só comeu porque tinha levado um lanche, tentou pedir ajuda, deu a perceber que não estava a aguentar as dores, e a ajuda foi lhe negada, a resposta que lhe deram foi “a senhora tem que aguardar que o médico a chame”. Ela tem três doenças crónicas nomeadamente, doença de still, artrite reumatoide e diabetes. A minha questão é, uma pessoa tem que estar às portas da morte para puder ser atendido? Ainda estou incrédula, se me fosse contado, não sei se acreditava, como é possível um serviço hospitalar ser desumano a este ponto, não desejo isto, nem aos meus piores inimigos, 18 horas e 30 minutos, de puro sofrimento, de dores insuportáveis, sem qualquer atenção por parte médica. Isto é o nosso Portugal? Isto é o que um serviço de urgência hospitalar portuguesa nos proporciona? Cumprimentos.
Encomenda incompleta
Exmos. Senhores, Fiz uma encomenda com referência TWJGYGYZM, em 21/2/25, a qual recebi a 20/3 incompleta. Na embalagem vinha a informar que havia um probkema de stock e iam proceder ao reembolso do artigo nso enviado (valor 26,76€). Até hoje nao recebi o reembolso nem uma resposta. Cumprimentos.
EFEITOS COLATERAIS GRAVES DO LIBRELA
À Zoetis Portugal, Em junho de 2024 minha cadela tomou uma injeção do LIBRELA, medicacao dita para artrose/artrite em cães. Em gatos se chama SOLENSIA. Em outros locais se chama BERANSA. Na bula de outros países constam diversos efeitos colaterais graves, dentre os quais minha cadela apresentou vários logo após a administração da injeção. Dias após o uso, ela teve convulsões , ataxia (desequilíbrio /incoordenacao motora), poluiria (fazia muito xixi), polidipsia ( bebia muita água), arfava constantemente e agitação noturna. Depois ficou cega e com insuficiência renal. Todos esses efeitos DANOSOS E GRAVES DO LIBRELA estão descritos em bula da própria empresa. Apesar disso, quase um ano após nossa luta para mantê-la viva com vários tipos de medicações e terapias alternativas como acupuntura, ozônio, medicações para fígado, rim, cérebro, e anticonvulsivantes, com gastos enormes ao longo desses meses que já somam em torno de 4000 euros, a Zoetis até hoje não me forneceu nenhuma resposta com relação a esses gastos. Enviei e-mail para empresa e dizem que vão entrar em contacto, que o caso foi passado ao setor responsável , MAS SEM NENHUMA RESPOSTA NA PRÁTICA! Com relação ao medicamento, após muitos tutores se queixarem de efeitos gravíssimos, inclusive com grupos no Facebook como LIBRELA THE TRUTH e quase 30.000 reportes na base de dados europeia (https://www.adrreports.eu/pt/) de animais com efeitos colaterais dessa droga, ela ainda continua em circulação. Aguardo uma posição da empresa em relação aos gastos que tive para tentar sanar/diminuir os efeitos graves que impactaram na qualidade de vida da minha cadela, que hoje LUTA PELA VIDA após DANOS PERMANENTES provocados pelo LIBRELA. Cumprimentos.
Reembolso parto cesariana
Exmos Senhores. Basicamente, encontro-me já meses à espera do reembolso por parte da Médis de 1000€ do parto (cesariana) da minha esposa. A Médis invoca problemas entre eles e o Hospital da Luz relativamente a um suposto termo de responsabilidade ou código errado. Esta situação é bastante frustrante pois não é da responsabilidade nem de nada pode fazer o cliente final. Cumprimentos, Alexandre.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio mostrar o meu profundo desagrado pela tentativa de cobrança indevida. Tenho feito a vacina de imunoalergologia há 6 meses no Hospital dos Lusiadas e tenho paga uma taxa de injeção de 1,26 €. Tinha hoje agendado mais uma injeção quando sou confrontada com uma taxa adicional de 20€ (que coincidentemente dizem que sou a primeira cliente a ser cobrada....) e quando questiono a que se deve esta taxa não me sabem dizer o quê. Informei a recepção que apenas pagaria a taxa habitual pois a meu ver trata-se de uma cobrança indevida. Se existe uma taxa adicional 1) o cliente deve ser informado antes do dia da injeção 2) deve ser comunicada antes do procedimento qual o tipo de taxa cobrada (apenas soube quando recebi a fatura por email).
Cancelamento
Exmos. Senhores, Venho por este meio mais uma vez solicitar a resolução imediata do valor que me tem vindo apresentar a onde diz já estar em contencioso com a quantia de 1,256.40€, onde desde o início do suposto seguro ter se pedido o cancelamento onde passam o tempo todo a ligar a fazer proposta e mais proposta e onde já foi dito inúmeras vezes que não tínhamos interesse em qualquer seguro da vossa parte e todos meses apresentam valores para pagar. Pedido por mim e pela minha esposa ambos com conta aqui na Deco foi pedido o cancelamento e o dito cancelamento não foi feito, desde então continuam a nos massacrar em continuar onde temos o direito do cancelamento e a única coisa que nos sabem fazer é insistir nos pagamentos. Agradeço a resolução desta situação com maior urgência. Cumprimentos.
Cobrança indevida de exame não autorizado
Exmos. Senhores, No dia 05/04, desloquei-me ao Hospital dos Lusíadas de Albufeira para realizar um exame previamente marcado com base numa requisição médica. No momento do pagamento, foi-me cobrado um valor superior ao esperado. Fui informada de que esse valor incluía um exame adicional que nunca me foi comunicado nem autorizado por mim. Ninguém me explicou que faria outro exame, nem me deram a opção de aceitar ou recusar — simplesmente cobraram, e só percebi quando já estava a pagar. Sinto-me lesada por esta falta de transparência. É inaceitável realizar e cobrar exames médicos sem consentimento informado. Esta prática desrespeita totalmente os direitos dos utentes e é, no mínimo, antiética. Gostaria que a clínica: Procedesse ao reembolso do valor cobrado indevidamente; Se comprometesse a melhorar a comunicação com os utentes. Aguardo uma resposta e resolução da situação com a maior brevidade possível. Cumprimentos.
Não consigo cancelar meu plano
Boa tarde. Fui ao hospital lusíadas e a recepcionista me informou que se eu pagasse particular, ficaria mais barato do que pagar com a Medicare. Depois desse ocorrido, quis cancelar o plano da medicare, pois tenho contrato a 1 ano e meio (o contrato é anual). Ou seja , após 1 ano o contrato foi renovado automaticamente, porém não me foi avisado com antecedência que estaria prestes a ser renovado automaticamente. Ao se aproximar da renovação automática, a entidade deve notificar ao cliente que isso irá ocorrer e isso não foi feito. "Embora o Decreto-Lei n.º 72/2008 não mencione explicitamente um prazo de 30 dias para aviso prévio, ele regula os deveres de informação e comunicação entre a seguradora e o tomador do seguro, incluindo cláusulas sobre prorrogação automática. A prática comum no setor é que as seguradoras devem avisar com antecedência suficiente (geralmente 30 dias) para permitir ao cliente contestar ou cancelar o contrato antes da renovação. A regra mencionada no Decreto-Lei nº 72/2008 aplica-se independentemente de a cláusula de renovação automática estar prevista no contrato ou de o atendente ter informado sobre isso no momento da contratação. A legislação exige que o segurador, para contratos celebrados antes da entrada em vigor do decreto, informe o tomador do seguro sobre qualquer alteração nas cláusulas, mesmo que essa informação já tenha sido dada anteriormente." Invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art. 5º/nº 7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços. Quero o cancelamento imediato do plano da Medicare. Obrigada Jaila Rodrigues
Valor tributado
Exmos. Senhores, Junto envio a exposição apresentada à entidade supra, datada de 13/03/2025, sendo que a resposta foi, sem qualquer mensagem, a fatura-recibo de um serviço cujo pagamento foi efetuado em numerário, sem qualquer documento comprovativo da minha entrega, no dia do transporte. Eis o texto transcrito: "Lisboa, 13 de março de 2025 Exmos. Senhores, C/ os meus melhores cumprimentos, venho por este meio expor-vos a situação que ocorreu em resultado da necessidade de transporte da minha mãe, acima identificada, para o Hospital da Cruz Vermelha de modo a poder realizar exames de imagiologia. Tentado apurar a logística (a minha mãe tem 97 anos), bem como os custos inerentes, consultei a vossa empresa, no dia 15 de fevereiro corrente, tendo sido muito bem atendida pela Sra. D. Márcia, que em tudo me informou. Mais tarde, e no mesmo dia, percebendo que a vossa empresa tem acordo estabelecido com a entidade Medicare, voltei a contactar, identificando a minha mãe como cliente da referida entidade. A senhora informou-me nessa altura que assim sendo o transporte teria uma redução de 20%, mas que o mesmo só poderia ser aplicado caso fosse a Medicare a solicitar o transporte que eu pretendia alocar. Contactei a Medicare e fui informada que tal não estava previsto no acordo com V. Exas contratado e que apenas se prestavam à marcação de médicos ao domicílio, de contrário era sempre o titular do cartão a proceder à marcação do serviço, qualquer que fosse a sua natureza. Como se tratava de fim de semana, não voltei a contactar e esperei que esse período findasse. Na quarta feira, dia 19 de fevereiro, voltei a contactar a Medicare e, de novo, me foi assegurado o que acima expus e, logo de seguida, telefonei para os vossos serviços, começando por confirmar o transporte da minha mãe. Fui atendida por uma vossa funcionária, a Sra. D. Fátima, que foi muito simpática e prestável nesse aspecto. Quando pretendi tratar da questão do preçário através da Medicare bem como a quem competia o pedido e aplicação do mesmo, o tom imediatamente mudou e comunicou-me friamente que seria necessário que um email da Medicare chegasse até às 12.00 e que apenas devolveriam a diferença se a sua supervisora assim o autorizasse e, de forma rude e indelicada, rematou que todo esse assunto já deveria ter sido tratado e “não era hoje que esse email deveria chegar”. Serei absolutamente franca. Estava a poucas horas de um serviço que realmente precisava para uma pessoa que sozinha não se poderia valer. A medicação para que fosse transportada estava prescrita e administrada para que não houvesse sofrimento e, portanto, calei-me, anuí e aguardei que ao menos o serviço fosse de qualidade. E foi. Os vossos profissionais são de excelência. Tanto na deslocação para a Cruz Vermelha, quanto na volta (ainda que tenhamos aguardado quase hora e meia e após ter que telefonar de novo para tentar perceber o que se passava para um tão grande atraso perante a primeira chamada), foram inexcedíveis, no carinho, apoio, profissionalismo, cuidado e profunda atenção, não apenas para com a minha mãe (percebendo, através de um profundo respeito pela sua idade e pela sua fragilidade), como para comigo e para com o meu marido, que nos acompanhou. Saudamos e louvamos os vossos profissionais. Não obstante, continuo a não compreender o custo de um serviço que se encontra ao abrigo de um convênio que já pago e que se não é suficiente deverá ser resolvido com a entidade Medicare. Também não consigo entender a razão pela qual ainda não me foi enviado o recibo correspondente ao numerário que entreguei, no valor de oitenta euros, num envelope e que se depositou numa relação de boa fé comum, mas pouco nivelada com uma relação contratual profícua. Termino, comunicando que à altura todo o conteúdo acima exposto o foi, igualmente, à Medicare, que me assegurou ter entrado em contato convosco e que lhes teria sido assegurado que iriam entrar em contacto comigo para resolver a situação. Não tendo o mesmo acontecido, aqui fica a minha exposição que, à falta de notícias cabíveis do respeito que vos mereço e após tanto tempo de silêncio, serão difundidas conforme me parece legítimo. Melhores cumprimentos, Lucia Piñeiro Ambrósio"
Valor tributado
Exmos. Senhores, A entidade 2Light , - Health Care Solutions - cobrou-me 80 euros por um serviço de transporte que segundo o que a Medicare várias vezes reiterou, deveria ter custado, de acordo com o convénio que com a entidade contratuaram, 36. Após ter dado conhecimento à Medicare de que tinha contactado a entidade, sem sucesso, e enviado a fatura solicitada, a Medicare, numa primeira fase apoiou-me por completo. A Não obstante, a dada altura, informou-me que deveria ser eu a resolver o litígio com a entidade 2Light. Naturalmente que não poderei ser eu a comunicar o que quer que seja com uma entidade que se recusou a resolver a situação e a mera sugestão pareceu-me até sinal de que a Medicare acabou, em última instãncia, por ignorar por completo todas as demarches e contactos que encetei no sentido de resolver esta situação. Esta questão está a arrastar-se para além do que imaginei e não compreendo a razão pela qual a Medicare não efetua as diligências necessárias para resolver este assunto. Encontro-me disponível para fornecer datas e documentos que considerarem necessários. Melhores cumprimentos, Lucia Piñeiro Ambrósio
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