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Cobranças
Exmos. Senhores, Ao inscrever-me no ginásio, foi-me informado que, no momento em que fosse necessário efetuar o cancelamento, o mesmo poderia ser realizado por motivos de mudança de residência ou desemprego. Além disso, a funcionária da receção forneceu essas informações e afirmou que não haveria coimas. Agora, com o valor em aberto elevado, simplesmente enviaram-me uma notificação de valor pendente, sendo que, por motivos pessoais, já estava a pagar anteriormente sem poder frequentar o ginásio. Até aí, tudo bem, mas por que razão tenho de pagar um valor extremamente alto por algo que não utilizo ou utilizei mais? Alegam que está no contrato, mas por que fazem uma confirmação de que ‘não haverá coimas’? No Google, há pessoas a queixar-se de passar pelo mesmo! São mentirosos e agem de forma errada, mas sempre querem arrancar dinheiro das pessoas.” Já fui ao ginásio conversar e dizem que sou obrigado a pagar coima. Cumprimentos.
Cobrança ou dívida
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, pedir a vossa ajuda. Hoje, dia 11/03/2025 recebi uma carta de uma empresa cujo o seu nome se designa “FACILIS” na qual vem descrito que eu estou em dívida com a empresa “PEDRO TEODÓSIO, UNIPESSOAL, LDA.” em um valor de 314,85€. A mesma notificação alega que me tentou contactar várias vezes mas que não obtiveram quaisquer resposta da minha parte. Eu, Ana Teresa Barreira, informo que frequentei a dita empresa, mais propriamente um ginásio, Fitness Factory, durante o período de Abril e Maio de 2024 , onde não assinei qualquer tipo de contrato e ambos os dois pagamentos mensais que fiz foram pagos em dinheiro físico e sem obter qualquer faturação. Informo também, que até os dias de hoje, não obtive qualquer contacto da mesma empresa (PEDRO TEODÓSIO, UNIPESSOAL, LDA. ) para tentar resolver a situação como é alegado na carta recebida no dia de hoje e que não possuo qualquer contrato com a empresa visto que não assinei quaisquer contratos. Espero uma ajuda da vossa parte pois a empresa forneceu apenas 3 dias úteis para pagar algo que eu não usufruí, querendo seguir mais tarde para tribunal caso o pagamento não seja feito… Obrigado pela atenção Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Ex. Senhores a encomenda TMEMHWNTN Feita a 23 - 01-2025 no valor de 63,45 euros, ainda não foi recebida. Gostaria de saber o estado da encomenda pois já está com muito atraso
Reembolso
Exmºs. Senhores No dia 29-11-2024 contactei a Clínica dentária HEYDOC (Grupo Lusiadas), sita no Alegro Sintra, na companhia da minha esposa, na intenção de lhe "oferecer" a colocação de uma prótese dentária; Após consulta de avaliação foi-me apresentado um orçamento no valor de 1.415,00 Euros, que consistia na extração de 4 dentes e posteriormente na colocação de uma prótese dentária com 10 dentes; Foi-me dito pela clínica que caso aceitasse o orçamento deveria de pagar no imediato o valor ali constante, porque os preços poderiam sofrer alteração. Assim fiz. Paguei, e foi emitida a respetiva fatura (Nº. XXX431/XXXXXX1076) Após o término do serviço constante no orçamento, verifiquei que em vez da extração de 4 dentes, foram extraídos apenas 3 dentes, e em vez da colocação de uma prótese com 10 dentes, foi colocada uma prótese com 8 dentes. Falei com a clínica e foi reconhecida a minha reclamação e prontificaram-se a devolver a diferença, que segundo as contas da clínica consistia na devolução de 135,00 Euros. Aliás, a clínica já emitiu uma nota de crédito (550,00€) e a emissão de uma nova fatura(415,00€) datados de janeiro de 2025, para corrigir a situação em termos contabilísticos; Informo que todo o serviço decorreu entre o dia 29-11-2024 e o dia 21-01-2025; No dia 22/01/2025 contactei presencialmente a clínica HeyDoc (Alegro Sintra) para saber quando seria reembolsado. Foi-me solicitado o IBAN, mas não me foi adiantado o prazo para o reembolso; No dia 31-01-2025, voltei a contactar a referida clínica, e a resposta foi, que iriam novamente transmitir o assunto a quem de direito (presumo os serviços administrativos); No dia 14-02-2025, via telefone, voltei ao mesmo assunto e mais uma vez a resposta foi de que não percebiam o porquê do atraso e iriam novamente contactar quem de direito para fazerem o reembolso e me contactariam, obviamente não me contactaram; A última vez que voltei a contactar (presencialmente) a clínica HeyDoc foi no passado dia 24-02-2025 e a resposta voltou a ser idêntica à anterior; Após todas estas diligências por mim realizadas, chego à conclusão de que não vou ter sucesso, pelo que solicito à DECO e na qualidade de seu associado, me ajude na resolução desta questão: Atenciosamente
Fatura e cobrança
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº. 50100059489 No dia 03/08/2020 fui contactado via telefone para aderir a Medicare. Não tenho mais interesse nos serviços da Medicare. Enviei carta registada em 2023 a solicitar o cancelamento do meu contrato, no entanto nunca obtive resposta por parte da Medicare. Em 08/2024 recebi uma chamada da parte da Medicare dizendo que tinha que pagar pelo menos 1 ano que tinha decorrido. A partir de Agosto de 2024 comecei a receber mensagens mensais com cobrança, inicialmente paguei as primeiras mensalidades mas neste momento não tenho interesse nenhum neste contrato que já devia ter sido resolvido, no entanto continuo a receber mensagens com ameaças de possíveis outros encargos. . Então hoje, 11/03/2025, deixo aqui expresso que não desejo renovar e desconheço fidelidade com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Cumprimentos.
Devolução inexistente
Exmos. Senhores, 1 - Consulta no dia 4 de Fevereiro 2 - Paguei 140 euros quando dei a minha entrada 3 - Depois verificaram que tinha Medis e que o valor da consulta + exame eram 39.60 Euros 4 - Paguei os 39,60 Euros 5 - Dizem que vão devolver os 140 euros que paguei inicialmente desde o dia 4 !! 6 - envio emails, ligo para o apoio a cliente e dizem que não podem fazer nada porque o assunto está com um departamento que não atendem 7 - Não resolvem presencialmente 8 - Faz hoje 35 dias que estou a aguardar os 140 euros (dei toda a informação bancária necessária para a devolução) 9 - O pior de tudo é não obter nenhuma resposta !! Cumprimentos.
Cobrança em excesso - tabela de preçços errada
Exmos. Senhores, Com a compra do grupo Arrifana de Sousa, o grupo CUF publicitou os seus planos para todos os antigos utentes da Arrifana de Sousa com um valor promocional simbólico. Para esta publicitação foram também disponibilizados folhetos informativos que direcionavam o cliente ao website promocional, com uma tabela de preço em vigor desde 11/09/2024 (tabela em anexo), que consultei em meados de Outubro. Eu tencionava aderir ao plano para usufruir do valor indicado na tabela para os "Alinhadores (duas arcadas)" - 3017.50€, conforme consta na página 7 da tabela, sem qualquer asterisco (*) ou indicação de que o valor poderia ser superior. No entanto, antes de aderir questionei à funcionária responsável pela adesão ao plano se o valor era referente especificamente aos alinhadores "Invisalign" e se teria que pagar algo mais, ao que esta respondeu que não sabia e deveria questionar às colegas do balcão da clínica. Uma vez ao balcão, a rapariga contactou por via telefónica um responsável da CUF que deu confirmação de que os Alinhadores indicados na tabela com o valor de 3017,50€ eram referentes ao Invisalign e que incluía todo o processo. Com esta confirmação, aderi ao Plano +CUF com o valor promocional e dei inicio ao processo dos alinhadores. Após realizar os raio-X necessários, ainda em Novembro, fiz a primeira consulta para o scan dentário, e no final fui obrigado a pagar o valor dos alinhadores por inteiro, no entanto, foi-me cobrado o valor de 3910€, valor este que coincide com a tabela que entrou em vigor apenas a dia 15/01/2025 (fatura e tabela em anexo). Desde a data do pagamento que tento resolver o problema diretamente com a Clínica, tendo já estado em contacto com vários membros da CUF, dos quais eventualmente fui simplesmente ignorado, e em outras tentativas se recusaram a assumir o facto de que foi feita uma cobrança em excesso. Entretanto também escrevi no livro de reclamações, e o prazo de resposta já passou há cerca de duas semanas, tendo sido mais uma vez ignorado. Fui assim forçado a pagar um valor bastante superior ao indicado e confirmado anteriormente ao inicio do processo, de uma tabela de preço que ainda não estava em vigor. Cumprimentos.
Dificuldade de cancelamento e cláusulas abusivas
Assunto: Cobrança abusiva e dificuldade para cancelar plano de saúde Queixa: Contratei o plano de saúde AgilCare da Agilidade, Lda em fevereiro de 2024, com o primeiro pagamento feito em março de 2024. No dia 08 de março de 2025, entrei em contato para solicitar o cancelamento, pois estou desempregada e não posso mais arcar com os custos. Fui informada de que o cancelamento só pode ser solicitado 30 dias antes da renovação anual (ou seja, em janeiro). Como não fiz isso, fui obrigada a continuar com o plano mesmo sem utilizá-lo. Também me informaram que a renovação é automática, mas ainda assim, não fui avisada previamente sobre a necessidade de cancelamento dentro desse prazo. Tentei argumentar que essa prática é abusiva e contrária ao Código de Defesa do Consumidor, mas a empresa se recusou a cancelar a cobrança. No dia 10 de março, recebi uma ligação do setor de controle de qualidade, onde reafirmaram, de forma arrogante, que a única opção que tenho é agendar o cancelamento para o próximo ano e continuar pagando até lá, mesmo estando desempregada e sem usar o serviço. Essa situação é injusta e abusiva, e por isso exijo: 1. Cancelamento imediato do plano sem cobrança de novas mensalidades. 2. Suspensão de qualquer cobrança indevida ou tentativa de negativação do meu nome. Aguardo uma solução para o problema.
Apólice e Cartão não associados
Exmos. Senhores, Subscrevi o seguro Médis Light + Dental, que não tem período de carência, a 11/02/25. Enviei autorização de débito direto a 11/02, confirmada via email a 24/02, embora o seguro já aparecesse ativo na App desde 14/02. A 20/02 realizei uma TC na Affidea IMI República (convencionados com rede Médis Light - quer o exame específico, quer o providenciador, algo que confirmei previamente ao agendamento). Por erro informático da Médis, não puderam faturar com o meu cartão . Paguei 104€ como particular (vs. 65-75€ com seguro) na forma de caução para poder fazer o exame, tendo-me sido dito, pela clínica e pela Médis, que seria devolvida a diferença aquando da resolução da questão, que ocorreria em 3-5 dias úteis. O problema persiste a 10/03, quase um mês após a subscrição. Segundo explicações da linha de apoio, tenho apólice e cartão válidos, mas não consigo utilizar o seguro porque os dois aparentam não estar devidamente associados no sistema informático da Médis. Contactei o apoio telefónico a 20/02, 24/02, 28/02, 03/03 e 10/03, recebendo sempre a mesma resposta padronizada – esperar mais 3-5 dias úteis – prazos que já excederam várias vezes sem resolução da situação. Nunca recebi comunicação escrita explanando o problema, nem qualquer informação sobre que diligências estão a ser empreendidas para o solucionar. Nunca me foi dada alternativa, nem hipótese de contactar superiores. A juntar a tudo isto, acrescenta-se que nem à minha própria área de cliente na App consigo aceder - consigo utilizar a App 1 vez logo após a sua instalação, mas após isso fica bloqueada e nunca consigo entrar na mesma a não ser que a reinstale (diz impossível estabelecer ligação, quando o telemóvel tem dados móveis, e WiFi ligados e funcionantes) e, em qualquer circunstância, não consigo visualizar informação do meu seguro ou apólice. Apesar do seguro estar "ativo", a seguradora ainda não procedeu à cobrança do prémio, mesmo autorizada para tal, e eu encontro-me impedido de usar um serviço que me comprometi a pagar. Esta situação tem-me impedido de agendar outros atos de saúde, por receio de ter de pagar na íntegra atos cobertos pelo seguro, causando-me transtornos significativos e adiamento de cuidados. Face ao exposto, impõem-se a resolução do problema técnico e explicação formal escrita do ocorrido, o reembolso do correspondente valor comparticipado pelo exame realizado, e a extensão do período de vigência do seguro por tempo igual ao que estive impedido de o usar. Cumprimentos.
Métodos abusivos!
Assunto: Reclamação contra a empresa Agilidade S.A. – Plano de Saúde AgilCare Prezados, Venho, por meio desta, formalizar uma reclamação contra a empresa Agilidade S.A., responsável pelo plano de saúde AgilCare, devido a uma cobrança indevida e prática abusiva em relação à renovação do contrato. Contratei o plano de saúde em fevereiro de 2024, com o primeiro pagamento efetuado em março de 2024. No dia 08 de março de 2025, entrei em contato com a empresa para solicitar o cancelamento do plano, visto que não tenho mais interesse em mantê-lo e, no momento, estou desempregada, sem condições de arcar com os custos. No entanto, fui informada de que o cancelamento só pode ser realizado 30 dias antes da renovação anual. Alegaram que, como eu não solicitei o cancelamento em janeiro de 2025, sou obrigada a manter o plano mesmo sem utilizá-lo. Também fui informada de que a renovação é automática, o que torna a cobrança ainda mais injustificada, pois não houve qualquer comunicação prévia sobre a necessidade de manifestação expressa para evitar a renovação. Argumentei que essa prática é abusiva, uma vez que não fui previamente notificada sobre a renovação do contrato e que a imposição de pagamento por um serviço que não estou utilizando vai contra os princípios do Código de Defesa do Consumidor. Ainda assim, a empresa se recusou a cancelar a cobrança. No dia 10 de março de 2025, recebi uma ligação do setor de controle de qualidade da empresa, e a atendente reafirmou, de forma arrogante, que não há nada a ser feito e que, independentemente da minha situação financeira ou do fato de eu não estar utilizando o serviço, terei que pagar, pois está previsto no contrato. Diante disso, solicito a intervenção deste órgão para garantir meus direitos enquanto consumidora, com base no princípio da boa-fé e no equilíbrio contratual. O que peço é: 1. O cancelamento imediato do plano sem cobrança de novas mensalidades. 2. A suspensão de qualquer cobrança indevida ou negativações em meu nome relacionadas a esse contrato. 3. A apuração da conduta da empresa, que impõe cláusulas abusivas e não informa devidamente os consumidores sobre a renovação.
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