Reclamações públicas

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B. C.
01/01/0001

Contadores de Água

Resido num bloco de 6 apartamentos. Estando actualmente todos ocupados. Contando com o contador da água do condomínio, dá um total de 7 contadores, todos analógicos. Por infeliz coincidência, a coluna onde os mesmos estão instalados é numa das paredes da minha sala. É óbvio que - especialmente à noite - quando o consumo de água atinge talvez o seu maior pico - o barulho dos vários contadores a trabalhar - muitas vezes em simultâneo - acaba por ser sempre incomodativo. Não duvido que os referidos contadores estejam devidamente certificados mas, pergunto o que será preciso fazer para que se possa proceder à substituição destes contadores analógicos por contadores digitais, estes sim, muito mais silenciosos ? Acrescento que no dia 03/09/2013 entrei em contacto, via e-mail, com a Águas do Ribatejo, solicitando atenção para esta situação. Responderam-me, também por e-mail no dia 10/09/2013 dizendo que. .....os contadores instalados são certificados.... situação em causa poderá estar relacionada com as condições de instalação da rede predial de água, nomeadamente no que se refere a insuficiências no isolamento acústico aplicado. O que na realidade não me parece...

Encerrada
J. N.
01/01/0001

Cobrança abusiva da CP

Realizei uma viagem de comboio CP com o meu cartão recarregável ML0210365258 tendo ficado, de acordo com o indicado no visor do terminal no momento da validação, com 1 viagem em saldo no cartão. No dia seguinte recarreguei o cartão com mais 3 viagens (factura identificada), mas quando o validei a informação da máquina foi de saldo de apenas 2 viagens (deveriam ser 3).Contactei a CP expondo a situação, primeiro no Gabinete de Apoio ao Cliente na Estação do Oriente e depois, por aconselhamento deste, directamente o fornecedor do serviço através do formulário on line no site da CP.Obtive a seguinte resposta:Ex.mo(a) Senhor(a), Acusamos a receção da comunicação de V. Ex.ª, merecedora da nossa melhor atenção. Face ao exposto, esclarecemos que, no modelo de zonamento tarifário o cliente deve adquirir o título de transporte de acordo com o número de zonas em que pretende viajar. Mais se esclarece que, caso não tenha validado o seu título na estação de entrada ou caso o mesmo não esteja válido para o percurso efetuado, à saída, ao passar nos canais de acesso será descontada uma viagem. Não obstante esta situação, esclarecemos que de acordo com a Lei n.º 28/2006 de 4 de julho, a falta de título de transporte válido, a exibição de título de transporte inválido ou a recusa da sua exibição na utilização do sistema de transporte coletivo de passageiros, em comboios, autocarros, troleicarros, carros elétricos, transportes fluviais, ferroviários, metropolitano e metro ligeiro, é punida com coima de valor mínimo correspondente a 100 vezes o montante em vigor para o bilhete de menor valor. No caso em concreto, tendo V. Ex.ª duas viagens de 2 Zonas carregadas e validado o título na estação de Oriente o mesmo ficou válido apenas até à estação de Monte Abraão. Assim, à saída na estação de Massamá-Barcarena, como o mesmo não estava válido para o percurso efetuado, foi descontada uma nova viagem. Lamentando o sucedido, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.À qual respondi:Boa tarde, Agradeço antes de mais a resposta célere e clara. Agora compreendo perfeitamente o sucedido. Todavia, agradeço que me informem onde devo receber a quantia excedente da viajem cobrada a mais (1,30€), dado que pelo raciocínio deveria ser me cobrado 1,90€ (3 zonas) e não 3,2€, conforme aconteceu. (Importa perceber se no momento em que carreguei o cartão o valor por viagem já era de 1,6€ ou ainda seria de 1,55€). Reconhecendo que a fragmentação de uma viagem possa não ser possível, é igualmente válido que a CP, como qualquer outro prestador de serviços, não pode cobrar por um serviço não prestado. É por isso necessário que a CP disponibilize o respetivo processo compensatório. Aliás, importa referir que caso se defendam em regulamento próprio para a não retribuição do valor indevidamente cobrado, prevê claramente a Constituição da República Portuguesa o princípio da hierarquia das Leis, perdendo esse argumento a sua validade à luz do Art.º 9º da Lei 47/2014 de 28/07 da Lei de Defesa do Consumidor. Sem mais, aguardo resposta.Tendo depois obtido a seguinte resposta:Ex.mo(a) Senhor(a), Acusamos a receção da nova comunicação de V. Ex.ª. Reiterando a resposta anteriormente remetida, lamentamos informar não ser possível proceder ao reembolso solicitado. Acrescentamos ainda que, de acordo com as Condições Gerais de Transporte dos Serviços da CP se o passageiro não utilizar o título de transporte por motivo alheio ao operador, não há lugar a reembolsos de bilhetes simples ou zapping. As referidas condições podem ser consultadas no site da CP em WWW.CP.PT ou em qualquer dos Gabinetes de Apoio ao Cliente da CP. Lamentando uma vez mais o sucedido, endereçamos os nossos melhores cumprimentos.Ora, existindo de facto um abuso na cobrança de um valor por um serviço não prestado, solicito o vosso acompanhamento.Obrigado.CumprimentosJoão Nunes

Encerrada
L. R.
01/01/0001

Tablier com defeito de fabrico

Garantia ou defeito de fabrico? Eis a questão...Tenho uma viatura KIA Ceed SW de 2009 e, até recentemente, estava contente com a marca e com o carro. Tudo mudou desde agosto de 2015, quando, numa revisão no stand AUTO Avenida, em Setúbal, foram os próprios mecânicos que me alertaram que o forro do tablier estava a levantar e a desencaixar da estrutura. Eu agradeci o aviso e, juntamente com este defeito, alertei que as duas portas traseiras tinham ferrugem na parte superior. O stand assumiu que eram defeitos de fabrico e que outras viaturas também os tinham. Disseram-me também que a marca estava a chamar à oficina as viaturas de 2010 em diante, não as de 2009, naquele momento, pelo que eu devia aguardar porque o ano de fabrico do meu automóvel haveria de chegar.Passou-se o tempo e não houve desenvolvimentos, até que, recentemente, por estranhar tanta demora, voltei a insistir com o stand, o qual, primeiro, não sabia sequer do processo, depois, lá o encontraram e disseram-me que já o tinham enviado para o importador da KIA em Portugal (MCK Motors) e aguardavam resposta. Há dias, ligaram-me de novo e disseram que assumiam a substituição ou reparação de 1 porta traseira (quando a ferrugem está nas duas) e que, em relação ao tablier, a resposta do importador era que este problema estava ao abrigo dos cinco anos de garantia e, por esta já ter passado, nada podiam fazer… a não ser que eu pague a mudança de tablier. Reclamei junto da KIA em Portugal, pelo site de apoio a clientes, e o senhor Nuno Aguiar disse-me, por e-mail, a mesma coisa, que o tablier tinha de ter sido resolvido dentro da garantia, que já passou. Gostava de perceber porque é que me disseram neste espaço de tempo para eu aguardar a resolução do defeito, porque o mesmo estava a ser resolvido noutras viaturas, e porque é que é esta a consideração que têm com um cliente que sempre fez as revisões na marca. E os defeitos de fabrico não são para resolver sempre? É o cliente a suportar o ónus de um defeito de fabrico? Já tive viaturas de outras marcas e algumas com defeitos de fabrico… que foram resolvidos, com a marca a assumi-los, sem invocar garantias nenhumas!A questão agora, para mim, passa a ser outra: Comprar ou não comprar outro KIA com esta magnífica assistência ao cliente… Acho que a resposta é óbvia!

Encerrada
M. S.
01/01/0001

Desbloqueio gratuito de um telemóvel

No seguimento do término do meu contrato com a Vodafone, no qual existia um iPhone 6 pago a prestações e um contrato de tarifário Red, ambos com a duração de 2 anos, dei início ao pedido de desbloqueio gratuito em vigor conforme Decreto-Lei n.º 56/2010, de 1 de Junho, o qual estabelece que [é] proibida a cobrança de qualquer contrapartida pela prestação do serviço de desbloqueamento dos equipamentos referidos no artigo anterior, findo o período de fidelização contratual. Da mesma forma, o site da Vodafone estabelece o seguinte no que diz respeito a este assunto: Na sequência da publicação do Decreto-Lei n.º 56/2010, a 01 de Junho de 2010, que estabelece regras de desbloqueio de telemóveis comprados com compromisso de permanência, publicamos abaixo as regras de desbloqueio dos equipamentos bloqueados à Vodafone Portugal. Quando o equipamento é vendido com compromisso de permanência, o custo do desbloqueio depende do tempo decorrido desde o início deste compromisso, sendo calculado da seguinte forma: (…) Após término do contrato, Gratuito”.Ora, em nenhum campo a Vodafone limita as “condições de desbloqueio” essenciais para que o desbloqueio do telefone seja efectuado de forma gratuita. Após várias trocas de telefonemas com a Vodafone, foi-me exigido o pagamento de 25% do valor do equipamento à data da compra, valor este que perfaz 180€, uma vez que o meu contrato de permanência findo no passado mês de Junho, e pelo qual nunca me foi possível sair da Vodafone sem prejuízo de existir um pagamento extra por não cumprir com o contrato em causa (entenda-se, contrato de permanência durante 24 meses). A Vodafone não prestou quaisquer esclarecimentos adicionais defendendo estar de acordo com a Lei uma vez que apenas os telemóveis comprados através do Clube Viva poderão beneficiar deste desbloqueio gratuito. Ou seja, todos os outros contratos de permanência que existam, e para os quais deveria ser efectuado o desbloqueio gratuito, não beneficiam do desbloqueio gratuito. Neste sentido, a prática efectuada pela Vodafone não se encontra de acordo com a Lei supra mencionada uma vez que devem ser beneficiados todos os contratos de permanência.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Reclamação da encomenda nº 142251974

Venho por este meio demonstrar o meu desagrado pela forma como foi tratada a encomenda atrás referida.Recebi um email, no dia 06/07/2015, com a confirmação da entrega da minha encomenda na loja Zara - Estação de Viana Shopping. No dia 07/07 dirigi-me à loja, por volta das 13h30 e qual o meu espanto quando me disseram que a encomenda já não estava lá porque foi entregue, por engano, a outra cliente. Parece-me que os procedimentos para a entrega da encomenda não foram cumpridos porque segundo o mesmo email, para o levantamento da encomenda é necessário o seu nº, assim como um documento de identificação. Se tivessem pedido para a outra cliente se identificar, teriam percebido que aquela encomenda não pertence à pessoa que a foi levantar, mesmo que as duas encomendas tivessem o mesmo número (esta foi a justificação da funcionária).A minha indignação prende-se à situação desagradável que me fizeram passar e ao facto de terem detetado o erro de manhã e não me avisarem que a encomenda estava indisponível. Fiz, desnecessariamente, uma viajem de 40 km!!!Depois disto recebi um telefonema a informar-me que iam tratar do envio urgente da encomenda.No dia 13/07, como ainda não tinha recebido a encomenda enviei novamente um email a informar que se até ontem não recebesse a encomenda iria entrar em contacto com a Deco para que este assunto fosse tratado judicialmente, uma que começo a pensar que estou a ser vitima de uma burla, uma vez que a encomenda já está paga desde o dia 30/06 (dia em que foi efetuado o pedido).Logo de seguida, recebi mais um telefonema a garantir que a minha encomenda seria entregue ontem ou hoje. Até agora nada!!Agradeço que me ajudem a resolver esta situação

Encerrada
L. C.
01/01/0001
All House Coimbra

Qualidade do(s) produto(s)

Exmos. Senhores, Venho solicitar apoio e intervenção relativamente a uma situação de falta de conformidade e informação comercial potencialmente enganosa relacionada com a aquisição de um sofá e de uma cama/sommier. A presente situação teve origem na loja AllHouse de Coimbra, onde foram efetuadas as encomendas dos referidos artigos. A encomenda do sofá foi efetuada em 03/01/2026 e a encomenda da cama/sommier em 09/03/2026, ambas na loja AllHouse de Coimbra. No momento da compra, foi expressamente comunicado em loja que a principal preocupação era a existência de gatos e os danos provocados por arranhões nos estofos. Com base nessa informação, foi-nos recomendado um tecido identificado como “pet friendly”, apresentado como adequado para utilização com animais domésticos. A confiança na recomendação foi tal que, após aquisição do sofá, regressámos à loja para encomendar também a cama/sommier com tecido apresentado no mesmo enquadramento. Tanto o sofá como a cama/sommier foram entregues na minha residência no dia 01 de maio de 2026. No entanto, ao fim de aproximadamente duas semanas de utilização, ambos os artigos passaram a apresentar danos visíveis e desgaste acentuado provocado pelos arranhões do gato. Após apresentação da reclamação, a empresa alterou o enquadramento da designação “pet friendly”, alegando que a mesma se refere apenas a características de limpeza, retenção de pelos e manutenção. Considero que a informação prestada no momento da venda criou uma expectativa legítima de maior resistência ao desgaste provocado por animais, sendo essa a razão determinante da compra. Mais considero que um sofá e uma cama/sommier que apresentam danos visíveis ao fim de poucas semanas não correspondem às expectativas normais de durabilidade de bens desta natureza e valor. Entendo que esta situação poderá configurar violação dos direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021 e na Lei n.º 24/96. Desde a entrega dos artigos, tem existido troca contínua de emails e contactos com a loja, numa tentativa de resolução amigável da situação. Irei igualmente anexar fotografias que evidenciam o desgaste rápido e anormal do tecido. Importa ainda esclarecer que nada tenho contra a funcionária que efetuou o atendimento na loja AllHouse de Coimbra, a qual sempre demonstrou simpatia e disponibilidade. A reclamação prende-se com o fornecedor e com a comercialização de um produto apresentado como adequado ao uso com animais, mas cujo desempenho efetivo não corresponde às características que motivaram a compra. Solicito assim apoio na defesa dos meus direitos e eventual mediação da situação. Com os melhores cumprimentos, Liliana Carvalho ________________________________________

Em curso

Envio à Cobrança

Venho por este meio apresentar uma reclamação/queixa referente ao serviço de envio à cobrança pela falta de cumprimento dos procedimentos de segurança na execução do vosso serviço.No dia 24 de Fevereiro dirigi-me à estação dos CTT em Maximinos, Braga, para fazer um envio à cobrança, no valor de 1314,76€. O objeto enviado, com o nº EA134201622PT, confirmado no site dos CTT, terá sido entregue no dia 25 de Fevereiro no Centro Operacional de Loures.O objeto foi enviado para o destinatário Sr. Eng. Jorge Santos Sales, e foi recebido por um senhor chamado Manuel Silva o qual efetuou o pagamento com um cheque e apenas procedeu a uma assinatura digital para acusar a recepção da encomenda.De acordo com os procedimentos de segurança, quando o pagamento é realizado através de cheque o estafeta deve conferir a identidade da pessoa que faz a entrega do cheque registando o número do seu cartão de cidadão, o seu contacto e a morada no verso do cheque. Como se pode verificar em anexo, o cheque entregue ao estafeta, não apresenta qualquer registo dessa informação. No mesmo cheque é possível observar que o mesmo é de um banco que já não existe, o Banco Espírito Santo, é carimbado por uma empresa e assinado por um interveniente que em nada está relacionado com os nomes envolvidos no processo. Também na descrição da quantia por extenso vê-se que não é clara e está inclusive rasurada.O mesmo cheque chegou apenas 2 dias após o objeto ter sido entregue, com o nº ER038440982PT. Dado que não estava ninguém em casa para recebe-lo, fui notificado para o posterior levantamento no C.O. de Celeirós, em Braga. Tomei as providências necessárias para poder levantar o cheque nesse dia (pensando eu que seria um vale CTT), ficando acordado que poderia fazer o levantamento no dia 27 de Fevereiro (sexta feira) por volta das 19h. Dado que nenhum banco se encontra aberto às 19h para poder confirmar a cobertura do cheque, contactei os CTT por estar já a suspeitar do procedimento, uma vez que habitualmente, recebo um vale CTT. Sugeriram-me que aguardasse pelo dia 2 de Março (2ª feira) para fazer o depósito do cheque. Assim o fiz, sendo que 2 dias depois (4 de Março) o cheque foi devolvido pelo banco, por não ter cobertura. Fiquei assim sem o objeto enviado e sem o valor correspondente ao valor da encomenda enviada.Entrei novamente em contato com os CTT e nessa altura a informação foi contraditória à inicial dizendo que não deveria ter depositado o cheque e sim ter revertido o processo de encomenda desde o início.Voltando a contactar novamente os CTT via telefone nenhuma indicação me foi dada no sentido de resolver a situação.Nesta situação é clara e prejudicial a falta de cumprimento de segurança por parte do estafeta ao não pedir a identificação da pessoa que efetua o pagamento através de cheque.Atendendo aos fatos apresentados, exijo:que o estafeta que fez a entrega indique em que condições a efetuou? A pessoa que a recebeu estava no interior do edifício ou aguardava a encomenda fora de casa?que o mesmo estafeta que procedeu à entrega da encomenda volte novamente à morada e identifique a pessoa a quem fez a entregahaja uma responsabilização por parte dos CTT pela falta de cumprimento das normas de segurança para este tipo de serviço.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Cobrança ilegítima de valores

Há perto de 5/6 anos atrás, subscrevi um plano dentário com a empresa Claro Dental, no valor de 6€ mensais (por débito directo na minha conta bancária), com o intuito de realizar um tratamento ortodôntico numa clínica que tinha acordo com esta entidade.O período mínimo de permanência neste plano era de 12 meses, o que foi cumprido pela minha parte.Findo o tratamento, 3 ou 4 anos depois, constato que o plano deixa de ser vantajoso, pelo que contacto telefonicamente a empresa para cessar a cobrança e rescindir o contrato é-me informado que o não pagamento da/s mensalidade/s pressupunha a anulação das coberturas/usufruto do preçário nas clínicas aderentes... Assim o fiz, cancelando o débito directo (mais tarde cancelei até a minha conta bancária).É com espanto que no dia 16/02/2017 recebo um email da dita empresa, referindo que tenho um valor em dívida de 120€, referente a 20 mensalidades não cobradas... Contactei de imediato a dita empresa, por mail (ainda aguardo resposta) e por telefone, onde me é dito que é opção da empresa rescindir, ou não, o contrato em caso de atraso no pagamento das mensalidades.Ponto 1:- Em anexo envio o contrato, onde se pode ler nas alíneas 10.4. (...) a rescisão OCORRERÁ de pleno direito (...) quando se verifiquem as seguintes situações: 10.4.2. Atraso superior a 30 dias no pagamento das mensalidades.Ponto 2:Questiono qual a real preocupação com o cliente por parte desta entidade, uma vez que só após quase 2 anos da detecção do não pagamento das mensalidades é que contactam o mesmo, considerando eu uma falta de decência e honestidade na cobrança destes valores.PS: terei todo o gosto em vos fazer chegar para o vosso email alternativo o contrato em pdf, visto que por esta via apenas são suportados ficheiros até 3MB.

Encerrada
P. T.
01/01/0001

Remodelação de WC - pedido de reparação devido a infiltração

Em 15.11.2016, pedi a verificação urgente da base de duche instalada através de empresa parceira da Leroy Merlin, loja onde comprei todos os materiais necessários para a obra e que procedeu a todos os contactos com essa tal empresa (com quem eles trabalham sempre, aparentemente).O teor do pedido, enviado por e-mail à empresa executora da obra, c/c da Leroy, foi o seguinte: No decurso de mês de julho de 2015, a vossa empresa, parceira da Leroy Merlin (através da qual estabeleci relação comercial convosco), executou uma remodelação no WC do meu apartamento, conforme consta da Fatura/Recibo N.º A2275, emitida em 2015-07-17. No final das obras, estando tudo aparentemente funcional, informaram-me que na eventualidade de alguma ocorrência ou anomalia, que estaria garantida as respetivas reparações. Nessa fase, não tinha ainda vizinhos no apartamento de baixo, que entretanto foi vendido. O proprietário comunicou-me recentemente uma infiltração no teto do seu WC, que fui verificar (ver fotos em anexo). Apesar de ser leigo na matéria, a infiltração ocupa exatamente o espaço do caminho de água da base de duche para a caixa de água. O vizinho pede, compreensivelmente, urgência na determinação e correção da causa e dos danos que lhe foram causados. Nesta conformidade, solicito que me contactem com a máxima urgência possível para agendarmos visita, para a necessária reparação.. Enviei em anexo fotos da infiltração. O técnico da empresa fez visita ao apartamento do vizinho e depois ao meu, nas quais não utilizou qualquer aparelho, não se dignando sequer a verificar peças, canalizações, massas, etc. Garantiu que a situação seria resolvida e pediu testes e verificações adicionais, a executar por nós nos dias seguintes o que fizemos. Tentei sem êxito que me atendesse o telefone durante uma semana, acabando por reclamar por e-mail à Leroy, em 16.12.2016, neste termos: Após visita de avaliação do técnico da empresa (sr. Ricardo), este forneceu-me o seu contacto de telemóvel para lhe comunicar de forma expedita os resultados de um teste de água que pediu para fazer. Estou a tentar ligar-lhe há mais de uma semana e nunca atendeu as chamadas, nem devolveu. Ontem enviei sms e até ao momento nenhum contacto. É lamentável esta situação... Aguardo intervenção rápida para resolução deste impasse.Passados vários meses sem qualquer contacto, voltei a ligar ao tal sr. Ricardo, que me atendeu o telefone (já se devia ter esquecido do número), sem no entanto me dar qualquer indicação sobre a execução ou não das reparações. No início deste verão, acabei por me deslocar presencialmente aos serviços de apoio ao cliente da Leroy Merlin de Matosinhos, que contactaram a empresa em causa, uma vez que nem sequer tinham ainda o relatório da visita. De qualquer forma, a minha deslocação foi infrutífera, porque se comprometeram a resolver o impasse numa semana e nada aconteceu.Fui uma segunda vez à loja de Matosinhos, reclamei das falhas persistentes na resolução do meu problema, comprometeram-se novamente a resolver a situação, e mais uma vez o silêncio total de todos.

Encerrada
S. A.
01/01/0001

Reembolso valor de apolice

Ultimo procedimento, enviada carta com estes dados:09/04/2015 - O meu marido (moramos em união de facto á mais de 5 anos), teve um acidente, do qual não foi o culpado.Logo na hora, foi assumida a culpa pelo condutor do outro veiculo e assinamos a declaração amigável.16/04/2015 - Após a situação ter sido comunicada ao seguro o perito foi ao local e não deu ordem de arranjo do veiculo. Foi dado como perda total.21/04/2015 – Recebo um email da minha seguradora, com proposta de reembolso no valor de 9250 Eur após a peritagem efetuada à sua viatura pelos serviços técnicos da MAPFRE, foi a mesma considerada perda total ao abrigo do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 44/2005 de 23 de Fevereiro, por, perda total A indemnização a efectuar tem por base: Valor seguro: (#IMP_VEICULO) Eur Valor do veículo acidentado: (#IMP_SALVADO) Eur Valor da Franquia: (#IMP_FRANQUIA) Eur Neste âmbito e tendo em conta os valores apurados, propomo-nos indemnizar V. Exa. nos seguintes termos:(#OPC_INDEM) 22/04/2015 – Respondi ao email, com a indicação de que não concordava com o valor facultado, uma vez que tinha seguro contra todos os riscos e que o valor do carro segurado na apólice era de 11360,40 Eur e não de 9250 Eur.Foi-me indicado que o valor dos 9250 era sobre a convenção IDS.Questionei por isso, se me estavam a roubar ao cobrarem um seguro por valor superior ao que o carro valia, ou se quem supostamente me estaria a roubar seria a convenção que queria dar menos do que o carro valia.Sem demoras, me foi indicado que poderia pedir para accionar o seguro contra todos os riscos, a fim de receber o valor que constava na apólice, contudo iria ser penalizada na franquia.No email que enviei reclamei também não aceitar o valor da franquia.27/04/2015 – Foi-me enviada nova proposta de reembolso (desta vez com o valor correto, mas com informação da franquia. A parte recebi um email a informar que a franquia me seria creditada á parte.Nesse mesmo dia, desloquei-me á Maphre para entregar a documentação toda assinada e aí é-me informado que tenho de pagar a anuidade completa do seguro.Eu pagava o seguro mensalmente, mas dado que ia alegar danos próprios teria que pagar a anuidade e posteriormente ser-me-ia creditado o valor do período não usufruído.Não achei correto porque as contas ate estavam quase certas, mas foi-me dito que caso não pagasse o valor, não receberia reembolso nenhum.Paguei assim em Abril, o seguro até Dezembro de 2015, no valor de 317.28 Eur.A franquia recebi no final de Julho. A questão do reembolso, receberei agora em Agosto (porque a vossa capacidade de resolução das coisas é tão boa que enviaram um cheque com o nome errado, tendo que ser anulado antes de enviarem novo).O sinistro ocorreu a 09/04 já viram o tempo de demora?Mas a reclamação principal é esta:06/06/2015 - É feita uma transferência para a minha conta no valor de 78,08 Eur e recebo um recibo desse valor, como reembolso de seguro.Tive um sinistro que não foi minha culpa, e só me devolvem 78,08 Eur?Após contactar e reclamar, foi-me dito que tinha sido descontado o diferencial das coberturas, dado que tive de reclamar cobertura de danos próprios.Reclamei obviamente..O acidente não foi culpa minha e vou ser penalizada?Se eu pago um seguro de um carro com um determinado valor, indo o carro para abate, tenho que receber o valor segurado que contratualizei, seja ou não minha responsabilidade.Como no caso em causa não foi minha responsabilidade porque raios sou ser penalizada no seguro?Já me foi negado por diversas vezes esse valor, mas não aceito essa resposta.Agradeço reanalise e reposta

Encerrada

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