Reclamações públicas

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A. C.
01/01/0001

Selo do contador Danificado

Recebi nota por utilização ilícita de energia - Atuação no equipamento de contagem - contador desselado.Não sei de que falam, pelos visto o contador não teria selo. De momento o contador é outro. Se tinha selo ou não, não sei. Há mais de 25 anos que ali moro e o contador está aberto para a escada comum (tem porta que qualquer pessoal pode abrir, assim como todos os outros contadores ali existentes). A EDP quer que eu pague 302.14€ acusando-me de desselar o contado, com base em quê? Ainda no final do ano mudei da EDP universal para a edp comercial. Agora aplicam-me uma coima anual? Uma vez que não fiz nada do que sou acusado, o que tenho de fazer para não pagar o que não fiz, embora a EDP me acuse? (qualquer pessoa o pode ter feito,porque não o técnico que assinou o auto de vistoria ou outra pessoa?)O que me acontece se não pagar este documento que recebi? (A EDP pode acusar e cortar a luz se eu não pagar o que a EDP quer?)

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Faturação de Serviço de Electricidade e Gás

Reenvio duas reclamações anteriormente enviadas por email para a Galp On e para as quais nunca obtive resposta:Boa tarde, Gostaria de expor aqui a minha indignação face ao método de trabalho da Galp On da qual sou cliente. No dia 6 de Outubro de 2015 enviei para este mesmo email uma reclamação expondo um problema que tenho atualmente com o serviço que me têm prestado. Tentei ser claro e deixei ainda os meus contactos para em caso de necessidade ser contactado pelos vossos serviços. No dia 28 de Outubro de 2015 recebi uma SMS no meu telemóvel de contacto vinda da Galp On com a seguinte informação: A situação que nos reportou ainda se encontra em analise, pela nossa área de faturação. Contamos fecha-la dentro de 15 dias, caso isso não aconteça a Galp On volta a contacta-lo para lhe fazer um ponto de situação. Agradecemos a S. compreensão. No dia 03 de Novembro de 2015 recebo outra SMS da Galp com a seguinte informação: NA AUSENCIA DO PAGAMENTO DOS VALORES EM DIVIDA IRA RECEBER O AVISO DE CORTE REFERENTE AO NIC 90395512, PARA REGULARIZAR UTILIZE A ENT 21177 E REF 222835165 E VALOR DE 58.83 EUR NO MB. CASO JA TENHA EFETUADO O PAGAMENTO, IGNORE PF ESTA MENSAGEM. Visto ainda não ter recebido qualquer contacto da vossa parte tal como me foi prometido achei estranho e contactei o vosso suporte expondo a situação. O que me foi dito foi que não tinham qualquer informação sobre a minha reclamação contudo tudo indicava que já estava resolvida pois já me teria sido atribuída uma nota de credito de cerca de 80€ a subtrair a uma fatura de cerca de 119€. Ora mais uma vez fiquei estupefacto pois estão a diminuir-me faturas que nunca vi sem que haja qualquer motivo ou reclamação da minha parte. Gostaria de saber a razão deste desconto. Perguntei então ao vosso colaborador qual o procedimento a tomar e foram-me dadas duas opções: 1.Pagar o valor em divida utilizando os dados da SMS2.Deslocar-me a uma loja GALP para pedir as faturas em dividaVoltamos nós à minha reclamação. Como posso eu pagar seja lá que serviço for sem que me seja entrega uma fatura? Penso que a vossa empresa passa faturas de todos os serviços prestados, qual a razão de eu como cliente não ter direito a receber uma referente aos meus serviços? Será razoável eu necessitar de deslocar-me todos os meses às vossas instalações para vos pedir que me entreguem as faturas e então proceder ao pagamento das mesmas? Para evitar o cancelamento do serviço de luz na minha residência ponderei e decidi efetuar o pagamento deste valor sem que me seja emitida e entregue a fatura de acordo com a lei portuguesa, contudo, gostaria que este meu problema pudesse ser revisto e resolvido atempadamente. Infelizmente devido ao meu trabalho não tenho como me deslocar a uma loja vossa para efetuar uma reclamação por escrito, já o fiz no passado e prejudiquei-me com isso no meu emprego, pelo que aguardo que tenham a gentileza de resolver este problema sem que seja necessário mais prejuízo para a minha pessoa. Irei aguardar mais uns dias por um contacto vosso, posteriormente serei forçado a procurar ajuda para a resolução do vosso problema. Cumprimentos, --------------------------------------------------------------------------------From: tiagolvenancio@hotmail.comTo: galpon@galpenergia.comSubject: Reclamação de serviço de faturaçãoDate: Tue, 6 Oct 2015 17:56:44 +0000 Boa tarde, Venho por este meio expor a minha reclamação face ao serviço que a GALP ON me tem prestado. O meu nome é Tiago Filipe Lopes Venâncio com o CC 13247717 e NIF 243804040 e sou cliente da Galp ON. Não sabendo precisar a data exata do inicio do meu contrato de luz e gás com a Galp ON, posso dizer que já gastei mais em telefonemas, deslocações e artigos estragados e danificados em casa que gastaria com qualquer outra empresa do sector certamente. Este assunto será entretanto tratado pelas vias próprias. Aquando da adesão à Galp ON para os serviços de LUZ e GÁS aderi também ao serviço de fatura eletrónica e debito direto pensando eu ser a melhor opção. Contudo, desde o inicio que verifico ter sido uma má escolha. Como deverá ser do vosso conhecimento (pois já reclamei várias vezes via telefone e uma vez presencialmente numa loja Galp) sou eu na qualidade de cliente que vos informo que deverei pagar pelos serviços que vocês me prestam, algo que até a data nunca tinha visto em empresa nenhuma. Por norma deveria ser o prestador de serviços a cobrar pelos serviços prestados. Devido ao facto de nunca ter recebido uma fatura e de os débitos em conta estarem constantemente a aumentar pedi ao banco que cancelasse a autorização de debito direto e informei a Galp que deveria enviar-me as faturas e que as mesmas já não deveriam ser pagas por debito mas sim por mim à posterior. Até á data nunca recebi qualquer fatura a cobrar seja o que for exceto as que me foram entregues em mão na loja Galp do Barreiro quando me desloquei à mesma para reclamar desta mesma situação. Dessa vez necessitei deslocar-me à loja pois tinha-me sido cortado o abastecimento de luz. Ainda estou a aguardar uma explicação pois após resolver o problema de faturação gerado pela Galp (com vários avisos da minha parte via telefone) foi-me cortado o abastecimento a uma sexta-feira e mesmo eu tendo pedido que a ligação fosse reposta com urgência (informaram-me que era cerca de 3 a 4 horas) só na segunda-feira o mesmo foi reposto. Claro está que todos os artigos alimentares do mês guardados no frigorifico e congelador acabaram por se estragar. Gostaria ainda de saber como a Galp sugere resolver esta situação. Entretanto e já com luz voltei a ligar para a Galp explicando toda a situação e pedi para que os serviços de debito direto e fatura eletrónica fossem uma vez mais cancelados e que as faturas fossem enviadas para a minha morada. Uma vez mais não posso precisar as datas destes contatos pois apesar de as ter arquivadas não estão presencialmente comigo, contudo posso vos informar uma vez mais que não tenho pago qualquer valor pelos serviços que a vossa empresa me tem prestado, estando a aguardar pacientemente que me enviem as faturas para proceder ao pagamento das mesmas. Não acho normal que uma empresa como a Galp atendendo à atual conjuntura do país esteja disposta a fornecer um serviço gratuito, contudo se assim for por favor informem-me para eu estar descansado pois caso contrario e como podem prever vai-me ser muito mais difícil agora pagar os valores em falta num todo. Sei que parece insólito um cliente estar a pedir por favor à empresa prestadora de serviços para pagar o que lhe deve, eu apenas não quero problemas futuros. Ficar sem luz neste momento poderá implicar problemas graves pois tenho uma bebé que depende deste serviço para o seu dia a dia. Já perdi mantimentos de um mês!Já perdi horas em contatos convosco!Já perdi euros em chamadas! Já perdi euros em deslocações à vossa loja! Já perdi dias de férias para resolver problemas gerados pela vossa empresa! Como pretende a GALP resolver todas estas questões? Gostaria também de informar que quando aderi aos vossos serviços fui informado que quando realizasse compras no continente deveria receber descontos para combustíveis nos postos Galp. Por norma até é este o local onde faço as minhas comporás e até à data ainda não recebi qualquer desconto exceto os normais que o próprio continente vai dando aos clientes (sejam eles clientes Galp ON ou não) Vou continuar a aguardar pelo vosso contacto para podermos rapidamente chegar a bom porto crendo que desse lado ainda está uma empresa credível que tem como objetivo crescer e manter ou criar o melhor relacionamento possível com os seus clientes. Muito obrigado pela atenção. Os melhores cumprimentos,

Encerrada
A. S.
01/01/0001

Reclamação por negação de acesso a docmento

O meu nome é Anabela Maria de Sousa e Silva, sou de Santo Tirso e venho por este meio colocar uma questão relativamente á minha situação que irei especificar. Eu estava a trabalhar em uma empresa de Santo Tirso desde 29 de Junho de 2015, nomeadamente a CSM Ibéria através da empresa de trabalho temporário Randstad ( NIF: 503299006), e tive dores no pulso poucos meses depois, a empresa marcou uma consulta com a Clitirso, situada também em Santo Tirso, que é a clínica associada á empresa e seguradora também. Nessa consulta foi me dito que teria uma Tendinite no pulso esquerdo derivada ao esforço no trabalho dessa empresa, mas na altura o médico simplesmente me informou da minha situação, dizendo para simplesmente colocar creme e voltar a trabalhar. Há cerca de 4 meses num exame feito exterior á clínica e á empresa, vim a descobrir que esse mesmo problema se agravou passando a um quisto, entre outras coisas. Agora no passado dia 28 de Novembro essa empresa me despediu então dirigi-me ao Tribunal do trabalho, para saber os meus direitos relativamente a este acidente de trabalho acontecido na empresa embora já não estivesse a trabalhar na empresa. No Tribunal do Trabalho informaram-me que necessitavam do relatório clínico da consulta em questão que tive na Clítirso, e que se o fosse pedir á clínica que tinha direito a ter acesso ao mesmo. Hoje dirigi-me então á Clítirso e fiz então o pedido do relatório dessa mesma consulta, em primeiro lugar diziam que não percebiam o que eu queria, quando eu disse que me tinham dito no tribunal do trabalho que podia pedir disseram me então que quem poderia ter acesso era a empresa e não eu porque a consulta foi pedida através da empresa, depois de muita insistência disseram que me forneciam o relatório mediante a marcação de uma consulta na clínica com o médico que me teria atendido na outra consulta, e que aí pedia directamente ao médico o relatório, mas o problema de ir por essa forma é que ao marcar a consulta terei que a pagar como uma consulta normal só para ter aceso a um simples relatório clínico. Então, por isso estou a entrar em contacto com vocês porque realmente acho um absurdo não poder ter acesso a um relatório clínico, que é de uma consulta minha, são os meus dados, é o meu acidente de trabalho, e está-me a deixar bastante revoltada quererem que eu pague por este acesso. Exposto isto, a minha questão perante vocês é se por lei tenho direito ou não a ter acesso a este relatório clínico, ou se só a empresa têm, e se realmente tenho que pagar o valor de uma consulta simplesmente para obter um papel que é a cópia das notas colocadas pelo médico relativamente a dita cuja consulta.

Encerrada
C. R.
01/01/0001

Garantia Legal

Exmos. Senhores, Em (DATA) adquiri um/uma (DESCRIÇÃO DO OBJECTO) por (PREÇO PAGO). A referência da encomenda é (COLOCAR REFERÊNCIA). Sucede que este apresenta defeito: (DESCREVER OS PROBLEMAS). Comuniquei-vos de imediato o problema, em (DATA), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos (2 DIAS) dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
A. M.
01/01/0001

Reembolso da Taxa YQ

Após os atentados de 10 de Outubro do corrente ano, decidi cancelar uma deslocação à Turquia para a qual detinha uma passagem aérea não reembolsável da TAP Portugal. O cancelamento foi feito via contact center da TAP no dia 11 de Outubro. No mesmo dia recebi confirmação do cancelamento e encaminhamento do meu pedido de reembolso para o respetivo departamento. A 19 de Novembro recebi no meu cartão de crédito um reembolso no valor de 52.15 EUR que correspondem à devolução das taxas PT, YP e TR. Não foi devolvida a taxa XP, que se sabe ser não reembolsável por se tratar de uma taxa de serviço de emissão do bilhete. No entanto, também não foi devolvida a taxa YQ (taxa de combustível) no valor de 108 EUR. Ora, em local nenhum durante o processo de reserva do bilhete nem no próprio bilhete diz que esta taxa não é reembolsável. Fui sempre corretamente informado que a tarifa e apenas a tarifa (no valor de 244 EUR) era não reembolsável. Depreende-se que o valor das taxas não utilizadas, com exceção da taxa de emissão do bilhete, sejam devolvidas. Faz sentido que se o cliente não utilizou os aeroportos nem viajou não pague por um serviço não utilizado. Da mesma forma, não faz sentido que seja cobrada uma taxa de combustível ao cliente que não viajou e atempadamente avisou a companhia aérea de que não iria viajar dando a oportunidade à companhia de ocupar este lugar com outro cliente que pagou com certeza a respetiva taxa de combustível. Desta forma sinto-me lesado e penso que o cliente deverá ser sempre esclarecido de todas as regras da sua tarifa e taxas no momento da compra. Especialmente se existirem regras camufladas como é o caso da não devolução da taxa de combustível.

Encerrada
. N.
01/01/0001

Processo executivo 2232201601116460

Nunca frequentou qualquer cadeira, nem realizou qualquer exame, nem submeteu (ou realizou) qualquer trabalho para essa universidade, em conclusão, não fruiu de qualquer serviço de ensino.

Encerrada

Discrepância do valor do contrato e a divida existente no Banco de Portugal

Exmos. SenhoresOs meus melhores cumprimentosVou começar por explicar que este assunto remonta ao ano 2010, quando pedi insolvência de uma loja de roupa com o nome de Cartesa.A empresa tinha uma carrinha Opel Safira, a qual com a insolvência devolvi ao Administrador da insolvência Dr. Rui Manuel Conde Morais Silva, para abater nas dívidas existentes da loja.Como eu e o meu marido éramos fiadores da carrinha, assinamos um contrato com a Sofinloc para pagar o restante que faltava (em anexo).Acontece que nestes últimos anos a nossa vida teve uma grande reviravolta, a empresa para onde trabalhamos fechou e ficamos no desemprego, e só a dois anos é que com o dinheiro do desemprego montamos o nosso próprio negocio (uma empresa de limpeza que felizmente está a correr bem e queríamos limpar o nosso nome no Banco de Portugal).Voltando à Sofinloc, deixamos de cumprir com o acordo em Novembro de 2015 e enviamos emails (em anexo) a solicitar ajuda, os quais nunca nos responderam.Estamos bastante preocupados com a ausência de noticias por parte da Sofinloc, temos medo do que possa vir de lá.Estranhamos que no nosso mapa de responsabilidades do Banco de Portugal, existe sim uma dívida com o Banco Finantia, SA = Sofinloc (mesma morada) no valor de 981,00€ (não compreendo a disparidade do valor)Será que o Administrador da insolvência abateu o valor na divida e a Sofinloc está a cobrar-me uma exorbitância?Preciso da V/ ajuda para interceder por mim, não sei o que fazer, uma vez que assinei um contrato de uma valor de 17.900,00€.O meu nome: Teresa Maria Oliveira de Carvalho Vigário e Carlos Manuel Cardoso Vigário - telefones 910070030 (Teresa) e 967553581 (Carlos).Morada: R. Várzea da Lapa, Lote 41 - Nº 12 2665-620 Venda do PinheiroNota: Envio também os emails que enviei à Sofinloc a pedir ajuda.Aguardo resposta sff. e muito obrigada pela atenção.ObrigadaTeresa Vigário - Sócia 4460452-04Nota: Em anexo não consegui enviar mais ficheiros de comprovativos de pagamento: Dez/14 Jan./15Fev/15 Março/15 Abril/15 Maio/15 Junho/15 e Nov./15.Mas tenho gravado.

Encerrada
A. C.
01/01/0001

Valores cativos

Nos ultimos tempos, por duas vezes, o banco ficou-me com dinheiro cativo sem me avisarem . Liguei e fui ao banco e só me dizem que o dinheiro esta cativo por causa de dividas a entidades oficiais, as quais não me podem dar o nome.Inclusivé o novo banco não me enviou qualquer informação a dizer que o dinheiro iria ficar cativo nem recebi qualquer notificação de ninguem.Gostaria de saber se o Novo Banco ou qualquer entidade me pode ficar com o dinheiro cativo sem me avisarem de algo ?Neste momento estou com saldo 0 na minha conta, tenho contas para pagar em casa e não tenho meios de as pagar.

Encerrada

Envio à Cobrança

Venho por este meio apresentar uma reclamação/queixa referente ao serviço de envio à cobrança pela falta de cumprimento dos procedimentos de segurança na execução do vosso serviço.No dia 24 de Fevereiro dirigi-me à estação dos CTT em Maximinos, Braga, para fazer um envio à cobrança, no valor de 1314,76€. O objeto enviado, com o nº EA134201622PT, confirmado no site dos CTT, terá sido entregue no dia 25 de Fevereiro no Centro Operacional de Loures.O objeto foi enviado para o destinatário Sr. Eng. Jorge Santos Sales, e foi recebido por um senhor chamado Manuel Silva o qual efetuou o pagamento com um cheque e apenas procedeu a uma assinatura digital para acusar a recepção da encomenda.De acordo com os procedimentos de segurança, quando o pagamento é realizado através de cheque o estafeta deve conferir a identidade da pessoa que faz a entrega do cheque registando o número do seu cartão de cidadão, o seu contacto e a morada no verso do cheque. Como se pode verificar em anexo, o cheque entregue ao estafeta, não apresenta qualquer registo dessa informação. No mesmo cheque é possível observar que o mesmo é de um banco que já não existe, o Banco Espírito Santo, é carimbado por uma empresa e assinado por um interveniente que em nada está relacionado com os nomes envolvidos no processo. Também na descrição da quantia por extenso vê-se que não é clara e está inclusive rasurada.O mesmo cheque chegou apenas 2 dias após o objeto ter sido entregue, com o nº ER038440982PT. Dado que não estava ninguém em casa para recebe-lo, fui notificado para o posterior levantamento no C.O. de Celeirós, em Braga. Tomei as providências necessárias para poder levantar o cheque nesse dia (pensando eu que seria um vale CTT), ficando acordado que poderia fazer o levantamento no dia 27 de Fevereiro (sexta feira) por volta das 19h. Dado que nenhum banco se encontra aberto às 19h para poder confirmar a cobertura do cheque, contactei os CTT por estar já a suspeitar do procedimento, uma vez que habitualmente, recebo um vale CTT. Sugeriram-me que aguardasse pelo dia 2 de Março (2ª feira) para fazer o depósito do cheque. Assim o fiz, sendo que 2 dias depois (4 de Março) o cheque foi devolvido pelo banco, por não ter cobertura. Fiquei assim sem o objeto enviado e sem o valor correspondente ao valor da encomenda enviada.Entrei novamente em contato com os CTT e nessa altura a informação foi contraditória à inicial dizendo que não deveria ter depositado o cheque e sim ter revertido o processo de encomenda desde o início.Voltando a contactar novamente os CTT via telefone nenhuma indicação me foi dada no sentido de resolver a situação.Nesta situação é clara e prejudicial a falta de cumprimento de segurança por parte do estafeta ao não pedir a identificação da pessoa que efetua o pagamento através de cheque.Atendendo aos fatos apresentados, exijo:que o estafeta que fez a entrega indique em que condições a efetuou? A pessoa que a recebeu estava no interior do edifício ou aguardava a encomenda fora de casa?que o mesmo estafeta que procedeu à entrega da encomenda volte novamente à morada e identifique a pessoa a quem fez a entregahaja uma responsabilização por parte dos CTT pela falta de cumprimento das normas de segurança para este tipo de serviço.

Encerrada
P. M.
01/01/0001

uso de cartão de crédito fraudulento, CGD exige pagamento

Bom dia,eu resido nos EUA, o que tem dificultado ainda mais esta situação, mas brevemente, trata-se do seguinte. O meu cartão Ímpar da CGD foi usado de forma fraudulenta durante o mês de Junho, Julho e Agosto. Assim que a situação foi detectada, o cartão foi cancelado, e uma reclamação feita. A falta de meios de controle e segurança relativos ao uso do cartão assustou-me: o cartão foi usado em vários países diferentes para fazer, por vezes, pagamentos em montantes exorbitantes, foi usado em sites duvidosos, e o plafond foi ainda ultrapassado. Ou seja, a CGD não parece ter quaisquer meios de monitorização do dinheiro dos clientes. Como disse, quando a situação foi detectada no mês passado, foi logo uma reclamação. Tenho entretanto estado em contacto com a D. Helena Serras Pereira da minha agência de Abrantes, que se tem prontificado a seguir a situação e ajudar. Só que, apesar de também ela apresentar pedidos sistemáticos de esclarecimento e seguimento da minha situação, nem sequer a ela a CGD tem respondido! Enfim, hoje, recebi na minha morada portuguesa (onde reside a minha mãe) uma primeira carta de incumprimento. Após abordarmos a situação, e após a minha mãe se ter dirigido à agência de Abrantes, a D. Helena telefonou para vários departamentos, até que alguém (isto aconteceu em frente da minha mãe), lhe disse que os atrasos no processamento das reclamações eram normais, e que o normal mesmo era que o cliente pagasse primeiro, a reclamação fosse processada, para então ser ressarcido depois (sendo que nada disto, foi acompanhado com a mínima referência a um horizonte temporal máximo para a resolução da situação). Eu voltei a insistir, e já fiz outra reclamação hoje. No entanto, não tenho qualquer garantia que o meu nome não seja lançado na tal da lista negra do Banco de Portugal. Acho isto incompreensível e inadmissível. Mas acho também de um desplante incrível que a CGD pretenda que eu pague primeiro, reclame depois, e eventualmente que eu seja ressarcida. Mas, também acho inacreditável que o cliente seja responsabilizado pela clara negligência e falta de celeridade (até interna) da CGD na resolução destes assuntos. O que esperar de uma instituição que nem responde à gerente da agência de Abrantes?! PS: como a forma de comunicação da Caixa não é muito clara, ainda me resta perceber se não é a caixa que já me está a dever dinheiro a mim.

Encerrada

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