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Incumprimento do prazo de resposta em pedido de autorização
Fiz pedido de autorização para realizar sessões de fisioterapia (através do Hospital onde serão realizadas).Recebi no dia útil seguinte um pedido da seguradora em causa (Multicare) por email (de Marta Sofia Freire) para que indicasse se esta necessidade teria sido consequência de acidente (para poderem alegar a cláusula de exclusão, penso eu), e (citando: “Se sim, pedimos que preencha o documento “Informações Adicionais” em anexo, devolvendo-o por correio electrónico”). Imediatamente respondi para o mesmo email que não tinha havido acidente e que aguardava a aprovação do processo com urgência. Ou que me indicassem outros elementos de que necessitassem.Passaram 15 dias e não obtive mais nenhum contacto. Contactei então o Hospital que me disse que ainda aguardava a autorização da Multicare para poder iniciar os tratamentos. Estranhei, já que o contrato que assinei (Condições Gerais do Seguro de Saúde Multicare, Art. 20º - Obrigações do Segurador, alínea b)) menciona claramente que constitui obrigação do Segurador Analisar com prontidão e diligência os pedidos de autorização, decidindo sobre os mesmos em prazo não superior a 5 dias úteis, contados desde a data em que forem recebidos todos os elementos necessários à sua apreciação.Telefonei para a Multicare, estive mais de 20min ao telefone, para perceber qual o motivo da demora, da ausência de respostas, acima de tudo do incumprimento do contrato assinado entre as partes. Rui Caeiro começou por dizer que o pedido estava pendente porque eu ainda não tinha feito o envio do documento “informações adicionais”. Li-lhe o email (citação acima) e expliquei que, de acordo com o texto do email, não havia lugar ao envio desse documento. Rui Caeiro disse-me então que aguardasse, que ia contactar o Depto. de Gestores. Após longa espera, Rui Caeiro diz-me então que foi informado que iam proceder à autorização para realização de fisioterapia de imediato...! Apenas resolveram a situação devido ao meu telefonema. Infelizmente após ter passado o triplo do tempo estipulado no contrato citado. Tempo esse, em que a minha situação clínica se agravou.Para rematar: pedi um contacto para proceder ao envio de uma reclamação. Rui Caeiro primeiro diz-me que será ele a fazê-la internamente. Após a minha insistência em obter um contacto para que eu pudesse fazer a reclamação por escrito, indica-me por duas vezes o email geral atendimento, e quando lhe pergunto pelo email indicado no site reclamacoes@multicare.pt, diz-me que não garante que haja recepção de email nesse contacto!Acabei por enviar email com a minha reclamação para todos os emails que me foram indicados ou que constam do site e ainda de outros locais de informação existentes na internet.Nota:Segundo indicação sonora no início do telefonema, este terá sido gravado, podendo comprovar a minha descrição. Existe também a prova escrita (email trocado com Marta Freire).
Debitos em conta não autorizados
Na aquisição do programa de facturação PHC, fui aconselhada pelo tecnico da PHC a fazer a compra em prestações através da Grenke Renting, que seria a empresa com que trabalhavam para creditos, ao qual acedi em 01/10/2014 e efectuamos um contracto no valor mensal de 231.08€ com iva incluido por 12 meses com inicio a 01/10/2015 data em que efectuaram o 1º debito, + valor de seguro de 96€ a pagar uma unica vez.este mês de Dezembro ao verificar as contas da empresa deparei-me com os debitos da Grenke no mes de Novembro e Dezembro os quais não deveriam já constar.Enviei um email á grenke com a identificação do contracto e pedi a restituição dos valores debitados nessas datas qual o meu espanto quando recebo resposta com o seguinte texto:Exma. Sra. Marisa, No seguimento do assunto em apreço, confirmamos que o contrato de locação n.º 094-9212 teve o seu termo inicial a 30-09-2015. Existem, no entanto, certas limitações que são impostas contratualmente, nomeadamente a necessidade de existir um aviso prévio por parte do locatário 3 meses antes da data de término do contrato, conforme Secção 18 das Condições Gerais de Locação. Acontece que quando não existe um aviso prévio da parte do locatário para a não renovação do contrato, a GRENKE assume que O CLIENTE ESTÁ CONFORTAVEL COM O MODELO ACTUAL e avança para a renovação por um período de 6 meses. Tendo em consideração a vossa intenção no término, e sendo para nós fundamental a sua satisfação como cliente, iremos, a título excepcional, terminar o contrato a 31-12-2015 sem vos cobrar qualquer outra renda mensal ou valor residual pela aquisição do software.************-Ora ,não sendo isto o aluguer de um serviço ou um seguro de saúde, automovel ou qualquer outro tipo de acordo renovável,mas sim a compra de um produto não entendo como podem dizer que teria de avisar o termino do contracto com 3 meses de antecedência, nem como podem afirmar que estando o cliente confortável com a situação continuem a debitar o valor por mais 6 meses ( quando comprei o carro, cheguei ao fim do contracto e os débitos cessaram automaticamente).e ainda se acham no direito de manterem o valor do debito dos 2 meses e EXCEPCIONALMENTE não me cobrarem qualquer outra renda mensal.Resolvi a situação pedindo ao banco o retorno dos ultimos 2 débitos efectuados,penso que ainda tenho de pedir o retorno de mais um debito referente a outubro deste ano que penso ter sido tambem pago a mais, mas por não ter a certeza decidi contactar a deco para me certificar antes.
Contrato em recuperação central
Venho por este meio expor a minha situação, efectuei um crédito pessoal out finalidades, por diversos motivos estou em incumprimento há 657 dias, estou a entrar em acordo com eles, para começar a pagar o crédito e retirar os meus pais como fiadores, estão a analisar a situação para que possamos por as coisas de outra de forma, mas tem sido dificil
Manutencao de conta abusiva da parte do BBVA
Recebi uma carta do banco bbva a dizer que a partir de outubro de 2015 quem nao tivesse 1500€ domiciliados na conta teria um custo por mês de 5€ de manutençao. Penso ser um abuso nos dias que correm um banco cobrar 60€ de manutençao de conta por ano. Ainda por cima vindo de um banco que vai fechar a agência a que vou e me diz que se precisar terei de me deslocar mais de 300km se quiser ir a outra (Portimao-Lisboa). Poderia fechar a conta e ir para outro banco mas até isso me é impossivel visto que possuo um credito habitaçao e que se retirar o meu vencimento de lá o meu spread irá aumentar. Penso que é uma vergonha, alguém poder enviar uma carta e conseguir alterar as condiçoes contratuais que tinhamos de inicio quando fizemos o credito naquela instituiçao, que agora ainda ameaça as pessoas que vao fechar.
Demora DUA (Documento unico automovel)
Exmos Srs,Venho por este meio solicitar um esclarecimento, acerca da demora no envio do DUA (Documento único automóvel), correspondente a uma viatura adquirida em 08 de Agosto do corrente ano. Pela parte da entidade vendedora (ESCAR - Comercio de automóveis multimarcas), a responsabilidade será da CREDIBOM, visto que terá entregue toda a documentação necessária. A viatura em questão tem a matricula 45-MI-90 (VW Golf Variant).A viatura ficará em nome da minha esposa, Lúcia da Conceição Marques Cêra, sendo que o contrato também está em meu nome, Pedro Miguel Rodrigues Caetano (NIF: 230203868).
Bloqueamento de conta bancária
O meu nome é Rosária Marques Vaz Rocha Martins, com o nº contribuinte: 221115447.Segundo o processo das Finanças o pedido de penhora nº 333620150000122590, no dia 13 de Setembro de 2015 foi registado este pedido e no dia 14 de Setembro de 2015 foi dado ordem de despacho desta acção por parte do banco na conta nº 0557035195178.Desta acção nunca fui notificada, nem por carta, nem pela minha gestora de conta Carla Duarte, nem mesmo uma indicação na Caixa Directa on line, onde a actividade da minha conta manteve se inalterada, indicando sempre a inexistência de saldo cativo.No dia 13 de Novembro de 2015, dirigi me ao balcão da agência da Caixa Geral Depósitos SA de Santo Amaro Lisboa, com o intuito de proceder a um levantamento da conta acima referida. Só nesse momento foi me informado pela funcionária da Caixa Azul que a minha conta estava bloqueada, esta funcionária entrou em contacto com a minha gestora de conta Carla Duarte do balcão da agência dos Olivais, e esta informou que a conta estava de facto bloqueada, a pedido do departamento das penhoras, mas que não tinha informação nenhuma de que instituição teria feito este pedido.No dia 16 de Novembro de 2015, dirigi-me as Finanças que me informou deste pedido de penhora e que no dia 25 de Setembro tinha procedido a ordem de despacho do levantamento do pedido de penhora.No dia 01 de Outubro está registada a data de recepção de resposta por parte da instituição bancária.Até esta data (17 de Novembro de 2105 ás 12:50) continuo sem qualquer informação por parte da minha gestora de conta de quando é que o banco me desbloqueia a conta e a razão pela qual esta demora de 1 mês e meio para o cumprimento da ordem por parte das finanças.Agradeço a atenção a esta situação, dado que tenho toda a quantia desta conta bloqueada (conta nº 0557035195178) apenas e só por responsabilidade da instituição bancária Caixa Geral Depósitos SA.No dia 16 de Novembro de 2015 fiz uma reclamação a esta instituição bancária no site da mesma, na qual fiz uma exposição idêntica a esta e onde referi que pretendo cessar todas as minhas contas bancárias neste banco. Desta reclamação não obtive nenhuma resposta.
Não cumprimento de Contrato estabelecido
Envio em anexo o contrato que foi feito à empresa e onde se vê a redução nas cópias, juntamente com aquele que a doublebussiness vos enviou podendo vossas excelências verificar que as cópias incluídas no contrato existem, tendo isso sim sido rasuradas à posteriori. Prova mais do que evidente é o facto de que enquanto houve doublebussiness nas nossas faturas essas cópias vinham a ser descontadas e agora, miracolosamente já não estão incluídas. Sugiro neste caso que me apresentem o contrato original para vermos de que lado está a razão
Recusa de cancelamento de seguro após impossibilidade de reparação de bem segurado
No ano passado (Setembro de 2015) aderi aos serviços da Domestic & General Insurance com vista a segurar uma máquina de lavar loiça. Nessa data, a reparação foi feita ao abrigo do seguro e correu tudo bem. Este ano, 3 dias antes da renovação do contrato, ativei novamente o seguro pois a máquina tinha deixado de funcionar. Após 3 semanas, fui informado que a máquina não tinha qualquer reparação possível no âmbito do seguro por duas razões: os danos eram muito extensos, não era possível garantir a segurança de operação da máquina, ultrapassavam os 250€ a origem dos danos estavam excluídos do contrato.Com base nesta informação indiquei que a máquina era para o lixo e avancei com a compra de uma máquina de lavar de substituição.Contactei a seguradora com vista a anular o seguro. Nesse momento, me indicaram que seria impossível pois acabara de ser renovado e não está contemplado o cancelamento de seguro, nem por inexistência do bem segurado.Solicitei então que fosse alterado da máquina antiga, agora inexistente, para a máquina nova. Indicaram-me que seria impossível pois o seguro era específico daquela máquina e que a nova máquina teria de ter um novo seguro.Foi-me assim impossível cancelar o seguro ou altera-lo com vista a tornar-se efetivo para a nova máquina.Troquei diversas mensagens durante o mês de Outubro com o serviço de suporte pelo e-mail: suporteclientes@domesticandgeneral.com, sem qualquer resultado satisfatório.No dia 4 de Novembro, submeti uma queixa junto do e-mail: reclamações@domesticandgeneral.com
Pagamento Integral de Sinistro
No dia 19.10.2015, efetuei a abertura de um sinistro, via email, para o endereço sinistros.bst@libertyseguros.pt, com o seguinte assunto e teor de email:A tampa da sanita de um dos WC está partida e a sanita de outro WC está rachada.Tentámos procurar tampas, no entanto, como todas as loiças sanitárias da minha habitação são da marca Valadares, não arranjei nenhuma solução.Assim sendo quero também acionar o seguro.Este foi o email enviado para vós.No dia 21.10.2015, recebi o email de resposta com o pedido dos seguintes dados: Orçamento de reparação da situação (loiça sanitária), devidamente discriminado, por tipo de trabalho e respetivos custos, com causa/origem da ocorrência identificada Duas/três fotografias dos danosTal foi enviado.Tendo em conta que não obtive qualquer feedbak, no dia 29.10.2015, contactei a linha de apoio - 808505050 e informaram-me que tinha sido dada ordem de pagamento, com o valor total de 322.90€ e que só pagariam a sanita.Ora, como vocês devem saber, a minha loiça é da marca Valadares. Marca essa que encerrou a fabrica e só a abriu há 2 meses. Lançaram modelos novos. O modelo que tenho actualmente é o TAGUS, que já não é fabricado, pelo fato de ter mais de 8 anos.Assim sendo, a sanita que vos apresento não irá encaixar no autoclismo actual.Nesse mesmo dia passaram-me a chamada para um superior (que não me recordo do nome) que ficou de analisar a situação. Ora eu tenho um modelo de sanita descontinuado.Hoje, dia 03.11.2015 às 14h29, voltei a contatar a vossa linha de apoio e fui atendida pela Sra Ana Nogueira que me informou o seguinte:- A pessoa que está a analisar superiormente a situação, está de baixa. Até à pessoa em causa voltar, terei de aguardar- Que tive a ousadia de escolher uma sanita muito cara e por metade do preço podia escolher uma sanita bem mais barata.- Que só pagam a sanita pelo facto de o autoclismo estar avariado por ser um dano consequencial.Caros senhores, NÓS PAGAMOS UM SEGURO MENSAL, cumprimos os nossos deveres. Temos os nossos direitos. Vocês também têm direitos e não os estão a cumprir.Assim sendo, agradeço que façam o pagamento integral da Sanita, mecanismo e tanque, no valor de 586.95 + IVA e o Pagamento da Montagem, conforme o orçamento que vos foi enviado.Como é lógico, para o comum dos mortais, se temos um modelo descontinuado de uma sanita, não vou ficar com uma sanita operacional e com um tanque que não funciona e nem encaixa na sanita, só porque vossas excelências não querem pagar o tanque. Assim sendo, a sanita não vai funcionar.Se verificarem nas fotos (3) que vos enviei, a sanita e o tanque não estão operacionais.E alerto-vos para o facto de que POSSO escolher a sanita que quiser, do valor que entender e a vossa colaboradora Ana Nogueira, não tem o direito de afirmar que escolhi uma sanita muito cara. Agradeço que façam a audição da chamada. Eu sou livre de escolher o que quero até 2.500€ Assim sendo, agradeço que me respondam até ao dia 06 de Novembro de 2015 ás 17h00, com a informação de quando irão proceder ao pagamento do Sinistro integralmente.Informo-vos que informei a DECO e estamos dispostos a avançar até às ultimas instancias para vocês cumprirem o vosso dever
EDP Fatura Segura
Aderi à Fatura Segura na EDP, no qual me foi informado que o seguro no caso de estar com baixa médica, cobriria as despesas até 400€ se a baixa fosse inferior a 6 meses. No dia 14 de Julho fui submetida a uma cirurgia a laser aos olhos para corrigir a miopia. O seguro foi ativo e então começaram as trocas de cartas a pedir mais informação. Após o médico que me operou ter colocado no relatório médico que a 1ª vez que me consultou terá sido em Maio de 2015, o seguro enviou uma carta para saber em que data me tinha sido diagnosticada a miopia, depois de ligar para o BNP Paribas a reclamar, não me deram qualquer contacto, apenas para enviar email ou carta a reclamar. Assim o fiz, enviei email a reclamar no dia 13/09/15 (ao qual ainda não me responderam à reclamação, apenas o email típico que estão a analisar) e no dia 14/09/15 enviei o tal relatório do oftalmologista que me atendeu em 2001 a referir que já tinha miopia desde essa altura.Posto isto, após contacto telefónico hoje, a menina Catarina Abreu informou-me que no dia 19/09/15 foi enviada uma carta a referir que o pedido foi indeferido porque já tenho miopia antes de aderir à Fatura Segura na EDP e mais uma vez caso não esteja satisfeita a única solução é enviar email a reclamar ou enviar uma carta porque não pode fazer nada. Pedi para falar com o superior e referiu que não têm.Após ir aos médicos cerca de 5 vezes, enviar duas vezes cartas registadas com avisos de receção, o pedido foi indeferido. Pretendo que analisem e que penalizem a EDP e o BNP Paribas por impingir um produto aos clientes que alegadamente é vantajoso e afinal não informam os clientes que a Fatura Segura é apenas válida se a doença for detetada após a elaboração do contrato, porque se o tivessem feito eu não iria aderir.
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