Reclamações públicas

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C. C.
21/03/2017

Mau atendimento, ameaças, acusações

Exs. Srs. Venho por este meio, apresentar a minha formal reclamação sobre os serviços de atendimento prestados pelo funcionário da vossa empresa Emanuel Vieira. Para além do erro na apresentação do orçamento, que poderá ser verificado na nossa troca de e-mails, nomeadamente quanto ao serviço de impressão dos artigos estar incluído no valor do orçamento total apresentado pelo funcionário, venho reclamar do tom agressivo do seu e-mail, as acusações feitas a minha pessoa, ameaças de envolvimento de advogados. A acrescentar a forma rude e nada profissional ao se colocar ao telefone, recusando passar-me a um departamento jurídico, de tratamento de reclamações ou a um superior. Neste mesmo telefonema, passou de um pedido de desculpas, admissão de culpa e oferta da impressão nos chinelos, mantendo o valor do orçamento enviado de 81.30€, para falar sobreposto a mim, elevar o tom de voz, interromper e impedir que falasse, e ameaçar novamente com advogados para a resolução deste assunto. Deixo, em suma, a minha formal reclamação sobre este funcionário em representação da vossa empresa. Grata pela atenção, deixo os meus cumprimentos.Sara Cortes

Encerrada
A. C.
21/03/2017

Devolução negada dentro dos 15 dias - Comercio

Comprei um artigo na Loja Pluricosmetica no dia 15-03-2017 - uma cera de cabelo Schwarzkopf Professional no valor de 15€. Passados 2 dias quando vou para usar o artigo desaperto a tampa e o interior do produto não está de acordo com o que estou habituado nem com o que é habitual, visto que já por várias vezes comprei o mesmo produto e nao apresenta essas caracteristicas. Diriji-me á loja no dia 19-03-2017 para efetuar a troca do produto, e as funcionarias confirmaram, que o produto nao se encontra em conformidade com o que é normal. Comparando inclusivé com outra embalagem do mesmo produto na loja. Nesse sentido, e apos confirmado que o produto nao se encontrava em conformidade, solicitei a troca ou reembolso do Valor. Foi-me Negada a troca ou reembolso do artigo. Referindo a funcionária que a empresa não tem politica de troca directa, nem de devoluções, para meu espanto, pois foi a primeira loja em que me dizem tal coisa, contrariando a lei em vigor.Aleguei o prazo de 15 dias legais do direito do consumidor, para troca ou devolução do artigo, pois o mesmo estava na embalagem original, sem qualquer dano, tal como foi comprado, com respectivo talão de compra original, alem de já ter sido comprovado pelas proprias funcionarias que o produto nao estava em condições. Foi-me novamente negada devolução ou Troca, dizendo novamente que simplesmente não o fazem, mesmo verificando que o produto não está em condições.Apresentei o talão, onde no mesmo diz, e passo a citar: Trocas / Devoluções 8 dias c/ talão de compra (apenas no caso de defeito ou não conformidade c/ o contrato de compra e venda)Perguntei á funcionaria se diz isto no talão, como é possivel estar-me a recusar a troca ou devolução do artigo ? A mesma responde que simplesmente não trocam nem devolvem artigos, politica de empresa.Alem de ilegal, é um escandalo. Escrevi no livro de reclamações.

Encerrada
A. C.
20/03/2017

Resolução de contrato porta a porta

Contrato de energia por adesão porta a porta assinado pela mãe do associado. Resolução por mail e carta registada com aviso de receção dentro do prazo de reflexão de 14 dias. 2 faturas emitidas após resolução do contrato. 1ª fatura devolvida com carta registada. Manutenção de contrato de energia com Endesa.

Encerrada
D. A.
20/03/2017

Pagamento de bagagem adicional na eDreams não reconhecida pela companhia aérea

No dia 24/1/2017 fiz uma marcação de viagem, via internet pela eDreams (referencia eDreams: 2504035919) para 2 pessoas de ida e volta para a Terceira nos Açores, no qual a viagem de ida foi com a operadora Ryanair (referencia voo. GWTD4M). Para esta viagem como só estava incluída uma bagagem de mão por viajante foi adicionada uma bagagem de porão, a qual foi paga na altura da reserva via cartão VISA. No dia da viagem (26/2/2017) no aeroporto na altura do check-in da bagagem adicional, fui informado que não tinham informação de nenhuma bagagem de porão adicional e por isso tive que pagar novamente o valor desta bagagem. Venho assim por este meio mostrar o meu completo desagrado, porque para além de ter sido extremamente stressante na altura de fazer a reserva (devido aos valores estarem sempre a serem alterados e complicações com a aceitação dos métodos de pagamento) ainda acontece esta situação. Já fiz reclamação através do portal da queixa mas como não recebi resposta e sendo associado da Deco Proteste irei recorrer aos seus serviços, se mesmo assim não surtir qualquer efeito irei recorrer as respectivas autoridades competentes, pois como referido na recepção da Ryanair tal situação já ocorrera com outros clientes.

Encerrada
A. C.
20/03/2017

Valor de Dívida

O meu nome é: Mª Francisca Moreira de Magalhães Carvalho, e venho por este meio expôr a seguinte situação: no dia 25/11/2016 foi-me indicado por e-mail pela intrum justitia que teria uma dívida de 288,51 euros à EDP Comercial, e desta forma que teria que ser regularizado de imediato, Após ter falado pelo telefone com um escritório de advogados que penso pertencer a esta empresa de uma Dra. Catarina, ficou acordado que poderia pagar este valor em prestações de 72,12 até ao dia 19 de cada mês, com a referência e entidade que a intrum justitia me deu para esse fim. Assim sendo efectuei todos os pagamentos, dos quais tenho envio o comprovativos (ver em anexo), para o processo numero: 8290278. Desta feita falei com a Intrum justitia no dia 01/03 de manhã e foi-me indicado pela operadora que este mês seria a ultima prestação, e que o valor seria de 72, 08, valor este que paguei no dia 15/03 e que tenho comprovativo do mesmo. Dia 20/03 recebo uma mensagem já de outra empresa chamada gestifactura que me envia por sms a indicação de que devo 6,99 euros à edp comercial, sem se referirem ao que é, nem me mandarem sequer um documento para eu saber a que se deve este valor, e, por este mesmo motivo telefonei para a gestifatura, e a senhora que me atendeu (processo 31785393), diz-me que este valor se deve a juros de uma dívida que tenho com a Edp, de 2014 e que devo 355 euros, ao que eu respondo que este processo está com a intrum justitia, já paguei a totalidade da dívida e não fio informada de que teria qualquer valor a liquidar ainda, Aliás, a intrum justitia indicou-me que neste mês de março eu poderia solicitar um papel a comprovar que a divida está totalmente saldada... Desta feita contacto com a Edp dia 20/03 e indicam-me o seguinte: só têm 3 pagamentos que efectuei na conta corrente, o último que conta parece que é de 10 de março (eu não efectuei pagamento nenhum nessa data), não consta o meu pagamento de dia 15 de março, e para além disso ainda devo 6,99, e para lém disso o valor em aberto é de 176 euros.

Encerrada
A. C.
18/03/2017

Aumento injustificado de preço

Após recorrer aos serviços da empresa eDreams para comprar duas passagens aéreas de Florianopolis, Brasil para o Porto deparei-me com uma situação fora do normal, visto que já não seria a primeira vez que utilizei os seus serviços para compra de voos e nada parecido me tinha acontecido. Ora, quando finalizo a minha compra o valor total a pagar corresponde a 988.88 euros. Assim quando coloco os dados do cartão para finalizar a compra aparece uma informação de um acréscimo de 10.96€ referente a taxas do método de pagamento. No entanto, mesmo antes de clicar no botão para finalizar a compra verifico que o preço não aumentou em 10.96€ mas sim em 82.96€ pelo que se encontra a 1081.84€. Em lugar algum do site eu consigo ter algum tipo de informação detalhada para perceber o porquê do dito aumento, e parece-me que aumentar o valor deste modo após o comprador colocar os dados do pagamento sem o avisar de forma alguma, não é de todo um comportamento muito normal. Se de facto eu não tivesse voltado a confirmar antes de efectuar o pagamento estaria a pagar muito mais do que o que me foi indicado aquando forneci os meus dados para efectuar o pagamento.

Encerrada
A. C.
18/03/2017

Cobrança Erronea

No passado dia 24 de fevereiro fui até a Discoteca Urban, pertencente à vossa empresa, e entrei, de acordo com as regras do segurança que estava na entrada, com o consumo mínimo de 20€. Quando decidi ir me embora parei no balcão de pagamento, onde fiz o pagamento do mencionado no cartão de consumo (20€), e dirigi me á saída. Quando cheguei à porta o segurança que lá se encontrava passou o mesmo cartão na máquina para confirmar o pagamento e disse me para me encostar á esquerda sem me dizer o que estava a acontecer. Após a minha insistência de tentar perceber o que se estava a passar ele informou-me que o meu cartão deu erro. Vieram outros seguranças e levaram me até ao balcão de pagamento, novamente, onde me dirigi directamente á senhora a quem tinha acabado de efectuar o pagamento para confirmar que o tinha feito. Inicialmente ela começou por dizer que já não me reconhecia, mas após a minha insistência ela admitiu que se lembrava de mim e confirmou que eu tinha feito o pagamento, do qual tenho recibo comprovativo!Rodeado já por 5 seguranças e/ou dirigentes começaram a dizer que o cartão estava “avariado” e que tinha de pagar 50€ por esta situação! Fiquei estupefacto com tal anomalia e tentei chama los à razão sem sucesso, pois a pessoa que estava nitidamente no comando da situação virou se para mim e disse literalmente: “Nos sabemos que pagou, mas vai pagar os 50€!”Visto que não tinha mais dinheiro comigo tive que fazer uma chamada para me enviarem dinheiro e como estava muito barulho em frente ao balcão pedi para ir para um sitio mais calmo, assim sendo, levaram me para um espaço existente á esquerda do balcão rodeado por 5 ou 6 seguranças enquanto fazia a chamada, onde fui agredido fisicamente no abdómen e a ameaçado verbalmente com promessas de mais agressões físicas, como por exemplo: “se quisessem metia me inconsciente ali!”Acalmaram se após o meu pedido para chamar a polícia e após os 10 minutos de espera, tempo que levamos à espera do dinheiro, efectuei o tão desejado pagamento, pagando no total 70€ pelo consumo de 20€!

Encerrada
A. C.
17/03/2017

Devolução de pagamento de compra online

No passado dia 22 de Fevereiro realizei a encomenda de revestimento cerâmico no valor de 152,80 EUR, pago no dia seguinte.Nessa manhã a loja contactou-me por telefone indicando não haver stock pelo que procederiam à devolução do valor, tendo-lhes indicado o IBAN. No dia 24 volto a ser contactado pois seria necessário o envio dos dados por mail, documento que foi prontamente remetido. Após várias tentativas de contacto por mail sem resposta coloquei reclamação na página da empresa no dia 7 de Março devido à ausência da devolução. Contactaram-me informando que ainda nessa semana a operação seria concluída. No dia 15 de Março recebo mail informando que a operação havia sido realizada no dia anterior (dia 14). Até ao momento ainda não recebi o montante em causa pelo que solicitei o comprovativo da operação, dando-lhes conta que as transferências interbancárias têm a obrigatoriedade de serem realizadas no espaço de 24horas. Não recebi qualquer resposta.

Encerrada

Reclamação consulta Dr. Henrique Rita

Em Dezembro de 2016, o meu pai esteve internado com uma pneumonia no hospital, sendo-lhe adicionalmente diagnosticado uma doença hepática e diabetes. Disseram-nos para não nos preocuparmos com a doença hepática, dado que ainda estava no início, para que o meu pai cumprisse a medicação prescrita, fizesse uma dieta rigorosa e deixasse de beber alcool, o que ele cumpriu. No entanto, passados dois meses, o meu pai teve uns desmaios e voltou a estar internado oito dias no hospital. Informaram-nos que a doença hepática tinha evoluído bastante depressa, mas não nos deram detalhes adicionais, apesar de termos questionado. Disseram-nos ainda que no dia 16 de Março (ou seja, na semana seguinte) teria uma consulta de diabetes e que aí faria uma ecografia ao fígado para monitorização da situação, o que nos pareceu sensato e achámos que nos explicariam melhor a situação. No entanto, no dia da consulta percebemos que não estava nenhuma ecografia marcada e ao questionarmos pela ecografia e por mais detalhes da situação de saúde do meu pai, o dr Henrique Rita falou connosco de forma completamente exaltada, aos gritos, dizendo coisas como a culpa do seu pai estar doente não é minha, o médico sou eu, não percebo porque querem fazer uma ecografia ou o que vocês querem é pôr tudo em causa. As nossas perguntas manifestavam apenas a nossa preocupação com a situação, e tinham por objetivo percebermos melhor quais os próximos passos que deveríamos seguir, e não por em causa o trabalho dos profissionais do hospital que até este momento nos tinham tratado com respeito. Noto ainda que fizemos aproximadamente 200km para termos esta consulta.

Encerrada

Incorreta averiguação de sinistro e mau atendimento por parte da Companhia de Seguros - Fidelidade

Como forma de melhor explicar a minha situação, deixo aqui uma cópia da reclamação que redigi para enviar à Companhia de Seguros Fidelidade. A redação é um extensa, mas julgo ser a melhor forma para compreenderem o sucedido. Passo a citar, então, a minha reclamação dirigida à Fidelidade:No dia 12 de fevereiro de 2017 pelas 11 horas e 15 minutos da manhã, encontrava-me estacionada no parque de estacionamento do De Borla, na Estrada Regional da Ribeira Grande, com a parte traseira do veículo voltada para a rua. Liguei o carro para iniciar manobra de marcha atrás de forma a sair do lugar de estacionamento em primeiro lugar, verifiquei se vinham veículos a circular na via, olhando para o lado direito e esquerdo ao confirmar que não existia qualquer veículo em circulação naquele momento, iniciei, então, a manobra de marcha atrás de forma lenta, recuando até ficar a meio da via, até que o ponto de embragem foi mal sucedido e o carro desligou-se, ficando parada nesse momento, com o carro na diagonal no meio da via. Nesse momento, com o carro parado, para iniciar a marcha novamente, confirmei que não existiam carros na minha traseira, podendo voltar a ligar o veículo para continuar a manobra que me encontrava a fazer. No momento que ligo o carro e destravo o mesmo para retomar a marcha, mas sem ainda iniciar a mesma, (repito, não se encontravam carros atrás do meu veículo), surge repentinamente um indivíduo pela minha traseira, que embateu no canto traseiro esquerdo do meu carro com o seu lado direito do veículo. No mesmo momento, saí do meu carro bem como o indivíduo que me embateu o mesmo senhor naquela altura proferiu a seguinte conversa consigo próprio, “quanto mais depressa, mais devagar”, ou seja, acusando-se a si próprio de que estava com pressa. Questionou-me sobre o que fazer e eu retribuí a pergunta na altura, pois seria a primeira vez que me encontrava em tal situação. Foi aí que ele resolveu que fosse chamada a polícia, no entanto, deixou a meu cuidado essa chamada, não colaborando no sentido de procurar o número de telefone da polícia, uma vez que nem eu sabia como solicitar ajuda da mesma. No mesmo instante, enquanto eu conseguia chamar por ajuda, o senhor apenas entrou no seu carro e de lá não saiu. Liguei ao 112 de forma a solicitar ajuda, sendo reencaminhada a chamada para a PSP de Ponta Delgada expliquei o sucedido e aguardei que chegassem ao local, (esta mesma chamada foi efetuada por volta das 11 horas e 30 minutos da manhã). Passados cerca de 15 a 20 minutos, após o senhor do outro veículo ter entrado no seu carro e se encontrar a fazer telefonemas, surgiram dois sujeitos conhecidos do mesmo senhor que se juntaram ao local do sinistro e ficaram sempre com ele até chegada da polícia. Repito, os dois sujeitos, amigos do senhor que embateu no meu veículo chegaram cerca de 15 a 20 minutos depois do sinistro ter ocorrido. Um desses sujeitos, chegou a vir ter comigo, sem qualquer apresentação da sua parte, a pedir que eu assinasse um documento, para mim desconhecido foi aí que lhe perguntei, “o senhor é o senhor guarda?”, e o sujeito disse “não, sou amigo do Mestre Manuel” “Então não assino documento nenhum que não conheço”. E o amigo afastou-se de mim e voltou para junto do senhor. Pelas 11 horas e 55 minutos, aproximadamente, chegou, finalmente, a PSP, (dois polícias), que imediatamente se direcionaram, primeiramente, ao indivíduo que embateu no meu veículo. Estiveram os 5 homens juntos algum tempo a conversar aguardei quase 10 a 15 minutos que um dos polícias se chegasse junto a mim para tomar conhecimento do sucedido. Passado esse tempo, chegou, então, um dos guardas junto de mim, perguntando-me pela minha identificação e deu-me uma folha dizendo que deveria descrever o sucedido no local onde ele assinalou informei o polícia que nunca antes tive qualquer acidente de viação, e por isso, não sabia como se procedia a nada, pedindo sempre ajuda e informação no que tinha dúvida. Enquanto descrevia o sinistro, o mesmo polícia regressou para junto dos restantes homens e voltou após lhe chamar por já ter terminado a descrição. Nesse momento, vieram os dois polícias, que me fizeram o teste do álcool, o mesmo se encontrava negativo. Depois, fizeram-me chegar junto do indivíduo que embateu no meu carro e deram-me uma pequeno papel rasgado com os dados do senhor e da companhia de seguros do mesmo começaram a falar, também, de declarações amigáveis, e eu insisti com os polícias que nunca tive nenhum acidente, que não sabia o que era aquele documento, e pedi que me explicassem ou ajudassem da melhor maneira, no entanto, fui sempre tratada com desdém por parte dos dois polícias, ignorando eles todas as questões que lhes coloquei, inclusive perante o indivíduo que embateu no meu carro e os seus dois amigos, chegando ao ponto de me virarem as costas e seguirem para o seu carro, a meio de uma pergunta que lhes estava a colocar. Apenas me disseram, “Vá à sua companhia de seguros e entregue os dados deste senhor. Tem oito dias para o fazer”. Fiquei assim, com um pequeno pedaço de papel rasgado na mão com os dados do outro indivíduo e segui para o meu carro.No final de toda esta descrição, quero voltar a salientar que no local e hora do sinistro, não existiam pessoas, que o sujeito que embateu no meu carro se encontrava sozinho e que só passados 15 a 20 minutos, surgiram junto dele dois homens, um deles que se identificou como amigo. Gostaria, também, de acrescentar que durante o tempo que aguardei pela chegada da polícia, dois trabalhadores que se encontravam a consertar um vidro da porta da loja De Borla, chegaram-se junto a mim a proferir a seguinte conversa: “Oh, senhora… a senhora não teve culpa de nada. Aquele homem fez de propósito, porque ele já tinha visto que a senhora estava no meio da estrada.” Aí, pedi a esses dois trabalhadores que ficassem até chegada da polícia para me ajudarem,uma vez que testemunharam o sucedido. No entanto, os mesmos não quiseram ficar presentes, alegando que não queriam problemas para o seu lado, pelo que não insisti que ficassem.Após o sinistro, no mesmo dia, informei-me junto de familiares e amigos de qual seria a melhor forma para tratar este assunto. A verdade é que os danos nos veículos não foram graves ao ponto de se entrar em conflito, até porque o próprio veículo do sujeito que embateu no meu, era uma carrinha comercial já com bastante defeitos.Não fui à minha companhia de seguros (Fidelidade) apresentar participação do sinistro porque, do meu ponto de vista, não me sentia culpada perante toda esta situação, até porque os dois trabalhadores que presenciaram o acontecimento referiram que o homem embateu no meu carro de propósito.No dia 22 de fevereiro de 2017 fui contatada às 10 hora e 27 minutos da manhã por um senhor que se apresentou como sendo o perito da Fidelidade e que gostaria de se encontrar comigo para recolher informações sobre o sucedido no dia 12 de fevereiro de 2017. Por lapso, não me recordo do nome do mesmo senhor, no entanto fui contatada pelo mesmo através do seguinte número telefónico: 96 6122905.No mesmo dia, pelas 11 horas e 31 minutos, o mesmo perito já se encontrava junto do meu veículo à minha espera, como havíamos combinado. O mesmo tirou fotos aos danos que o meu carro apresenta e voltou a tomar nota da descrição do sinistro. Nessa mesma altura fui surpreendida quando o mesmo mostra o relatório feito pela PSP que relatava apenas que eu ao sair do lugar de estacionamento, embati noutro veículo, ou seja, uma descrição que ignorou por completo o que descrevi no próprio dia, e acusando-me do que aconteceu. Tal sucedido a juntar com a forma como os dois polícias me trataram no dia 12 de fevereiro, já me deixou ainda indisposta com todo este processo. O mesmo perito referiu que ainda naquele dia (22 de fevereiro de 2017) iria ao posto da PSP de Ponta Delgada para solicitar uma fotocópia da descrição do acidente que eu fiz. Antes deste mesmo senhor ir embora, questionei-lhe sobre o que fazia agora, e o mesmo apenas disse que teria que aguardar novas informações. Saliento que na descrição efetuada nesse mesmo dia com o perito, na mesma consta que não existiam testemunhas na hora e local do sinistro e que só após 15 a 20 minutos do sucedido surgiram dois indivíduos junto do senhor que embateu no meu veículo.No dia 10 de março de 2017 recebo na minha residência uma carta da vossa parte, (Fidelidade), carta esta, datada a 16 de fevereiro de 2017 a informar que receberam informação do sinistro ocorrido a 12 de fevereiro de 2017 e a solicitar da minha parte uma descrição detalhada das circunstâncias em que ocorreu o acidente. Repito, esta mesma carta chegou à minha residência no dia 10 de março de 2017, (quase um mês depois da sua data de emissão). Mais acrescento que no entretanto, não recebi qualquer chamada telefónica da vossa parte, a não ser no 22 de fevereiro de 2017, como já referido anteriormente.Perante esta carta, dirigi-me às instalações da Fidelidade em Ponta Delgada no dia 15 de março de 2017 pelas 11 horas e 55 minutos da manhã, de forma a perceber melhor a carta que recebi, para informar que a mesma só me chegou quase um mês após a sua emissão e para saber, também, o ponto de situação do próprio processo. Fui atendida pela funcionária Margarida Simo. Ao expor a minha situação, esta mesma funcionária ficou ainda alguns minutos em silêncio em frente ao visor do seu computador, após efetuou uma chamada telefónica para entrar em contato com o gestor deste processo, e voltou a fixar-se no visor do computador durante mais alguns minutos. Após todo este tempo de silêncio, a mesma funcionária refere que o processo ainda está em discussão entre as duas Companhias de Seguro e que, em comentários, lê-se que o indivíduo que embateu no meu veículo refere ter duas testemunhas a favor dele. Neste momento, fiquei ainda mais indisposta com toda esta situação, uma vez que o homem estava sozinho, não haviam testemunhas, e só passados 15 a 20 minutos chegaram dois amigos do mesmo. A funcionária percebeu a minha indisposição e falou muito pouco sobre o processo, independentemente das questões que lhe colocava. Apenas me pediu para fazer participação do sinistro, a mando do gestor com quem a mesma falou via telefónica. Voltei a descrever toda a situação como solicitado. No final, esta funcionária, Margarida Simo, informou-me que deveria dirigir-me à Companhia de Seguros do outro senhor, (Açoreana Seguros) para entregar uma fotocópia da participação que efetuei no momento, de forma a eles poderem comparar as versões de ambos. A mesma funcionária, não me adiantou mais qualquer assunto.Na mesma altura, dirigi-me à Companhia de Seguros Açoreana e fui atendida de imediato. Informei a funcionária que me atendeu que vinha a mando da minha Companhia de Seguros - Fidelidade, entregar uma fotocópia da participação de sinistro para que ficassem com a minha versão, também. Esta mesma funcionária que me atendeu, após, rapidamente introduzir os dados no seu sistema informático, refere-me o seguinte: “Mas senhora, não entendo porque lhe disseram para cá vir entregar esta fotocópia, pois a sua Companhia de Seguros já lhe deu como culpada, inclusive já assegurou o reparo do veículo do senhor no valor de €750. Pode ver aqui escrito que as companhias já chegaram a acordo no dia 10 de março de 2017 e a sua companhia deu-lhe como culpada”, (enquanto a funcionária me informou desta situação, mostrou-me no próprio sistema o que estava a verificar). Fiquei incrédula com as informações que haviam acabado de me ser dadas por parte da funcionária da Companhia de Seguros Açoreana mais adiantei como pode ter um processo ter terminado com base em informações falsas, pois o senhor que embateu no meu carro não tinha testemunha alguma na hora e local do sinistro. A funcionária apenas me respondeu: “Não vê filmes? Não sabia que a corrupção existe mesmo?”. Agradeci as informações fornecidas pela própria e ausentei-me do estabelecimento, bastante desagradada com toda esta situação.Após esta extensiva e detalhada descrição do que sucedeu no dia 12 de fevereiro de 2017 até ao dia 15 de março de 2017, venho por este meio manifestar o meu mais profundo desagrado para com esta Companhia de Seguros - Fidelidade a quem confiei o meu seguro automóvel. Foi de forma muito pouco honesta que todo este processo foi cuidado, bem como noto que, este mesmo processo, sofreu muito pouca atenção da vossa parte, chegando ao ponto de ser informada que o mesmo já se encontrava em acordo por parte da Companhia de Seguros adversária.Como pode uma Companhia de Seguros não defender os seus assegurados? Não reconhecem que uma melhor averiguação deveria ter sido efetuada? Como pode chegar um processo a acordo perante falsos depoimentos, uma vez que na minha própria descrição do sinistro junto do perito há referência de que não existiam testemunhas.É de relevar, também, o facto de nem a própria companhia de seguros Fidelidade informar o seu cliente devidamente, enviando informações por correio que só chegam à residência passado quase um mês após a sua emissão, bem como o mau atendimento ao balcão desta mesma companhia que não teve a coragem de me dizer o ponto de situação real do processo, encaminhando-me para a companhia adversária, sendo lá que acabo por saber que a minha própria companhia não me defendeu e concluiu o processo dando-me como culpada, desde o dia 10 de março de 2017.Perante todos estes factos, gostaria de saber quando tencionavam informar-me da conclusão do processo, uma vez que ainda no dia 15 de março estive ao balcão junto da funcionária Margarida Simo que, de certeza, já era portadora destas informações finais? Gostaria de saber, também, como pode uma companhia de seguros culpar o seu assegurado com base em informações falsas, devido à precariedade do vosso averiguamento da situação?Concluindo, eu, assegurada da Companhia de Seguros Fidelidade, não sou informada de nada sobre o processo, sou dada como culpada pela minha própria seguradora com base em depoimentos falsos fornecidos pelo indivíduo que embateu no meu veículo, fico com o prejuízo do meu carro a meu cargo, e ainda com agravamento no meu seguro automóvel. Não me parece uma boa forma de conquistarem clientes, muito pelo contrário.

Encerrada

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