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Valores de condomínio cobrados indevidamente
Exmos. Senhores, uma vez que já se passaram 30 dias e não tive qualquer resposta da V/parte, venho por este meio reiterar que sejam anulados os 220 euros cobrados indevidamente, uma vez que não tiveram qualquer despesa com a abertura do Pº nos Julgados de Paz de Vila Nova de Gaia e já procedi ao pagamento das despesas de contencioso, que constam da petição inicial e na sentença. Reitero também o pedido de envio de informação relativamente ao orçamento das obras do prédio e do valor em caixa para a execução das mesmas.A única resposta que tive foi um telefonema do Dr. Filipe Almeida no dia 17 de agosto, informando-me que me contataria na semana seguinte, o que não aconteceu.Para melhor compreensão, junto reclamação já enviada:Venho, por este meio comunicar a V. Exas que, desde março de 2020 que me estão a ser cobrados valores relativamente a quota extra para obras, que segundo a última assembleia de condóminos, teria terminado em fevereiro de 2020 (10 prestações) conforme Acta nº 18 de 30 de abril de 2019. A referida empresa não presta qualquer informação relativamente a orçamentos para a realização das referidas obras nem o valor que já existe a fim de concretizar as mesmas. Quero também reclamar de um valor de 220 euros que me estão a cobrar, relativamente a contencioso. Esta casa é do meu pai, mas eu tenho procuração para tratar de todos os assuntos dele. Acontece que ele ficou doente em finais de 2018, altura que deixou de pagar o condomínio por ter entrado numa situação de demência, alegando até que não possuía nenhuma casa. Em agosto de 2019, tive conhecimento desta situação e prontamente, entrei em contacto com a Empresa que gere o condomínio do prédio, para proceder à liquidação de todos os valores em dívida. Falei inclusive com o Sr. Dr. Felipe, a quem expus a situação, solicitando redução no valor relativo ao contencioso, que me respondeu que apenas me estavam a ser cobrados os valores que o Julgado de Paz lhes estavam a cobrar a eles. Na altura paguei 300 euros, que é o valor que consta da Petição inicial, assim como da Sentença. Acontece que agora descobri no site da Gecond (site enviado pela Conferecondomínios) que havia um Aviso de Cobrança, no valor de 220 euros, que dizia respeito a conta final-contencioso e que nunca me foi enviado por email, à semelhança dos Avisos de Cobrança que me são enviados mensalmente por email, para proceder ao pagamento da quota mensal do condomínio. Falei com o Sr. Dr. João Igrejas do Julgado de Paz de Vila Nova de Gaia, que me informou que o único valor despendido pela Empresa Conferecondominios, com o Processo, foi de 35 euros, que inclusive, foram devolvidos a 23/01/2020. Informou-me também que não estando o valor de 220 euros referidos na Sentença, que não tenho que liquidar esse valor, apenas os valores referidos na Sentença. Grata pela atenção dispensada, aguardo breves notícias de V. Exas. Com os melhores cumprimentos, Cláudia Lérias
Peugeot 208 e - Sucessivos problemas
Vem por este meio expor a seguinte situação:No dia 15 de maio de 2020 adquiri na Caetano Motors, S.A. de Almada o seguinte veículo: Peugeot 208 NOVO 208 ACTIVE ELÉTRICO 100 KW 5P .No dia da entrega o veículo apresentava uma borracha do vidro do lado do condutor danificada. No dia 5 de junho o carro foi para a oficina oficial da Peugeot para a substituição da referida borracha, entretanto o rádio começou apresentar problemas, nomeadamente a reiniciar sucessivas vezes cada vez que se ligava o veículo, levando a esta visita à oficina ser também para a reparação deste problema. Ao sair da oficina (ainda no parque de estacionamento, o erro voltou a ocorrer).No dia 16 de julho de 2020 o veículo parou na fila da Ponte 25 de Abril, contatei com a assistência, a qual por sua vez depois de alguma insistência passou a chamada a um mecânico, porque não sabiam interpretar o que se estava a passar com o veículo nem dar instruções precisas de como proceder. O mecânico informou-me que a situação se devia ao calor e que devia aguardar, após questionar se me devia dirigir à oficina da Peugeot para verificarem a situação a resposta foi negativa. No dia 21 de agosto de 2020 o veículo voltou à oficina após ter recebido uma carta registada para procederem à verificação da fixação dos frisos das cavas das rodas. Tendo sido efetuada a substituição dos elementos supracitados.No dia 15 de setembro de 2020, o veículo tinha ficado a carregar durante a noite e quando o foi desligar da tomada o transformador transmitia que o veículo estava carregado (luz verde acesa) enquanto que no conector de carga dizia que se encontrava em carregamento (luz verde a piscar), após clicar no comando da chave para o efeito retirei o cabo com segurança. Verifiquei que o painel de controlo do veículo não iniciava (não apresentava qualquer iluminação) e tentei ligar o veículo, o qual não ligou. Durante a tarde voltei a tentar ligar o veículo tendo aparecido a seguinte mensagem: «Defeito de carga da bateria: Pare o veículo». Contatei a assistência, apresentei o problema, enviaram um mecânico ao local e este disse-me para dirigir à oficina da Peugeot.No dia seguinte, 16 de setembro de 2020, dirigi-me à oficina da Peugeot Almada. Já que o veículo já ligava apesar de apresentar várias mensagens, entre as quais: “Defeito radar seguimento: funções controlo distância desativadas” e “inicio de modo económico de bateria”. Quando cheguei ao local apresentei o problema e fui informada que o técnico específico para os carros elétricos não estava disponível (estava de férias), e que não me conseguiam resolver a situação pelo menos até à semana seguinte. No decorrer da exposição deram-me a entender que não queriam aceitar que o veículo ficasse na oficina até a situação estar resolvida, só após contacto telefónico com o suposto chefe da oficina é que aceitaram. É de salientar que referiram que o carro não era para “estar JÁ a apresentar problemas”, como se um veículo novo fosse suposto apresentar algum… para além disto quando referi que pretendia apresentar reclamação a rececionista informou que esta deveria ser direcionada à Peugeot Portugal!No dia 16 de setembro consultei a aplicação que conecta ao meu veículo e verifiquei que o mesmo não se encontrava no estado em que o deixei na oficina. Quando este foi entregue apresentava 170 km de autonomia e cerca de 80% de carga da bateria (a qual já não se encontrava em conformidade com a real autonomia do veículo a 80%), no dia 16 de setembro às 15h46 este apresentava 0 km de autonomia e 77% de carga em carregamento interrompido, como é possível verificar na imagem em anexo. Isto quer dizer que alguém sem ser o técnico para veículos elétricos (que estava de férias até à próxima segunda-feira) decidiu experimentar por o veículo a carregar mesmo depois de ter sido reportado o erro de carga de bateria por parte do proprietário, o que pode ter provocado um agravamento de danos.Como se pode verificar, têm ocorrido situações com o veículo todos os meses desde a sua compra o que não é admissível. As deslocações à oficina e o veículo ficar imobilizado por vários dias está a causar transtorno, tanto na minha deslocação diária como a interferir com atividade profissional já que o veículo é usado diariamente. Uma vez que não é facultado veículo de substituição por parte da empresa que me o vendeu. Não só causa transtorno em termos de tempo, como também monetários já que procede a um agravamento do custo da minha deslocação diária. Dito isto é importante referir que a situação de pandemia em que nos encontramos agrava toda esta situação, pois não só afeta as deslocações como implica o uso de transportes públicos para as mesmas (já que não me forneceram carro de substituição) pondo em risco a saúde do cliente. Toda esta exposição leva-me a interrogar, será que o produto/veiculo tem algum defeito? Será que estão a vender veículos que não estão aptos para estar no mercado? Se sim isto resulta em fraude por parte da empresa que os comercializa, na medida que o consumidor é lesado (as expectativas sobre o veículo não correspondem à realidade)! De referir ainda que o valor de compra de um veículo elétrico elevado!Junto anexo toda a documentação que comprova o descrito anteriormente, tal como as chamadas com a assistência podem confirmar já que no início da chamada informa que esta será gravada.Solicito a resolução urgente deste problema causado pelas sucessivas falhas da Peugeot e as sucessivas deslocações à oficina, que se arrasta desde a compra do veículo, com todos os inconvenientes daí resultantes. Esta situação por parte da Peugeot é em tudo inadmissível, intolerável e inconcebível, pois o consumidor/proprietário está a ser lesado.Considero ainda que a Caetano Motors, S.A. não se pode desvincular dum produto que vendeu.Seixal, 20 de setembro de 2020
Peugeot 208 e - Sucessivos problemas
À Caetano Motors, S.A. (Almada) e à Peugeot Portugal,Vem por este meio expor a seguinte situação:No dia 15 de maio de 2020 adquiri na Caetano Motors, S.A. de Almada o seguinte veículo: Peugeot 208 NOVO 208 ACTIVE ELÉTRICO 100 KW 5P .No dia da entrega o veículo apresentava uma borracha do vidro do lado do condutor danificada. No dia 5 de junho o carro foi para a oficina oficial da Peugeot para a substituição da referida borracha, entretanto o rádio começou apresentar problemas, nomeadamente a reiniciar sucessivas vezes cada vez que se ligava o veículo, levando a esta visita à oficina ser também para a reparação deste problema. Ao sair da oficina (ainda no parque de estacionamento, o erro voltou a ocorrer).No dia 16 de julho de 2020 o veículo parou na fila da Ponte 25 de Abril, contatei com a assistência, a qual por sua vez depois de alguma insistência passou a chamada a um mecânico, porque não sabiam interpretar o que se estava a passar com o veículo nem dar instruções precisas de como proceder. O mecânico informou-me que a situação se devia ao calor e que devia aguardar, após questionar se me devia dirigir à oficina da Peugeot para verificarem a situação a resposta foi negativa. No dia 21 de agosto de 2020 o veículo voltou à oficina após ter recebido uma carta registada para procederem à verificação da fixação dos frisos das cavas das rodas. Tendo sido efetuada a substituição dos elementos supracitados.No dia 15 de setembro de 2020, o veículo tinha ficado a carregar durante a noite e quando o foi desligar da tomada o transformador transmitia que o veículo estava carregado (luz verde acesa) enquanto que no conector de carga dizia que se encontrava em carregamento (luz verde a piscar), após clicar no comando da chave para o efeito retirei o cabo com segurança. Verifiquei que o painel de controlo do veículo não iniciava (não apresentava qualquer iluminação) e tentei ligar o veículo, o qual não ligou. Durante a tarde voltei a tentar ligar o veículo tendo aparecido a seguinte mensagem: «Defeito de carga da bateria: Pare o veículo». Contatei a assistência, apresentei o problema, enviaram um mecânico ao local e este disse-me para dirigir à oficina da Peugeot.No dia seguinte, 16 de setembro de 2020, dirigi-me à oficina da Peugeot Almada. Já que o veículo já ligava apesar de apresentar várias mensagens, entre as quais: “Defeito radar seguimento: funções controlo distância desativadas” e “inicio de modo económico de bateria”. Quando cheguei ao local apresentei o problema e fui informada que o técnico específico para os carros elétricos não estava disponível (estava de férias), e que não me conseguiam resolver a situação pelo menos até à semana seguinte. No decorrer da exposição deram-me a entender que não queriam aceitar que o veículo ficasse na oficina até a situação estar resolvida, só após contacto telefónico com o suposto chefe da oficina é que aceitaram. É de salientar que referiram que o carro não era para “estar JÁ a apresentar problemas”, como se um veículo novo fosse suposto apresentar algum… para além disto quando referi que pretendia apresentar reclamação a rececionista informou que esta deveria ser direcionada à Peugeot Portugal!No dia 16 de setembro consultei a aplicação que conecta ao meu veículo e verifiquei que o mesmo não se encontrava no estado em que o deixei na oficina. Quando este foi entregue apresentava 170 km de autonomia e cerca de 80% de carga da bateria (a qual já não se encontrava em conformidade com a real autonomia do veículo a 80%), no dia 16 de setembro às 15h46 este apresentava 0 km de autonomia e 77% de carga em carregamento interrompido, como é possível verificar na imagem em anexo. Isto quer dizer que alguém sem ser o técnico para veículos elétricos (que estava de férias até à próxima segunda-feira) decidiu experimentar por o veículo a carregar mesmo depois de ter sido reportado o erro de carga de bateria por parte do proprietário, o que pode ter provocado um agravamento de danos.Como se pode verificar, têm ocorrido situações com o veículo todos os meses desde a sua compra o que não é admissível. As deslocações à oficina e o veículo ficar imobilizado por vários dias está a causar transtorno, tanto na minha deslocação diária como a interferir com atividade profissional já que o veículo é usado diariamente. Uma vez que não é facultado veículo de substituição por parte da empresa que me o vendeu. Não só causa transtorno em termos de tempo, como também monetários já que procede a um agravamento do custo da minha deslocação diária. Dito isto é importante referir que a situação de pandemia em que nos encontramos agrava toda esta situação, pois não só afeta as deslocações como implica o uso de transportes públicos para as mesmas (já que não me forneceram carro de substituição) pondo em risco a saúde do cliente. Toda esta exposição leva-me a interrogar, será que o produto/veiculo tem algum defeito? Será que estão a vender veículos que não estão aptos para estar no mercado? Se sim isto resulta em fraude por parte da empresa que os comercializa, na medida que o consumidor é lesado (as expectativas sobre o veículo não correspondem à realidade)! De referir ainda que o valor de compra de um veículo elétrico elevado!Junto anexo toda a documentação que comprova o descrito anteriormente, tal como as chamadas com a assistência podem confirmar já que no início da chamada informa que esta será gravada.Solicito a resolução urgente deste problema causado pelas sucessivas falhas da Peugeot e as sucessivas deslocações à oficina, que se arrasta desde a compra do veículo, com todos os inconvenientes daí resultantes. Esta situação por parte da Peugeot é em tudo inadmissível, intolerável e inconcebível, pois o consumidor/proprietário está a ser lesado.Considero ainda que a Caetano Motors, S.A. não se pode desvincular dum produto que vendeu.Seixal, 20 de setembro de 2020
Devolução do pagamento de serviço não prestado
Venho por este meio comunicar a Vossas Excs. o pagamento de um serviço médico dentário que nunca foi prestado, e a recusa da devolução do valor por parte da clínica em questão.Em Novembro de 2019 desloquei-me à clínica dentária Realcare na Amora, para resolver a situação de uma coroa de um implante dentário que estava a abanar, feita noutra clínica há anos atrás.Foi-me dito que o implante estava bom e que apenas precisava de remover a coroa que eu tinha e fazer uma coroa definitiva nova, e uma coroa provisória para usar até a definitiva ser feita.Paguei 850€ no total do pagamento, foi-me colocadq uma coroa provisória que estava visivelmente desajustada do dente e teve que ser enviada para trás e feita uma nova coroa provisória, que foi colocada e passado pouco tempo saltou da boca enquanto eu estava a falar com a minha filha.Estou até agora à espera da coroa definitiva (desde Março) sem qualquer provisória em boca, a clínica culpabiliza o laboratório com o qual trabalha, o trabalho já esteve para ser entregue duas vezes, mas houve sempre desculpas no sentido de acontecer algum emprevisto e nunca poder ser entregue.Informei a clínica que não quero mais esperar nem ser tratada lá, quero os meus 850€ de volta, pois não me fizeram tratamento algum e eu paguei o valor a pronto de boa fé.A dona da clie, Dra. Dora recusa-se a devolver o valor, pois afirma que teve gastos, eu continuo sem qualquer coroa e com um buraco na boca e estou desesperada pois preciso da devolução do valor para poder seguir com o tratamento noutro local.Apresentei reclamação no livro de reclamações da clínica e tenho como testemunha de toda situação a minha filha que sempre me acompanhou e o médico dentista que me atendeu e deixou de colaborar com a clínica Realcare por não concordar com a política de actuação da proprietária para com os pacientes.
Fatura detalhada para reembolso de subsídio social de mobilidade
Ao comprar a viagem não foi possível o fazer pelo preço anunciado e, após várias tentativas, acabei por pagar 187€ em vez dos 160€. Não me gerou grande preocupação pois ainda seria um valor apto à restituição parcial que é subsidiado pela Região Autónoma.Ao solicitar a fatura no site sempre é me entregue um documento com falta de dados para poder solicitar o reembolso nos CTT. Para que seja válida, a fatura teria de ter adicionalmente os seguintes dados:-Itinerário de regresso-Numero de Bilhete-Numero de Voo-O meu Numero de ContribuinteO serviço de apoio ao cliente no site não ajuda em absolutamente nada quanto a esta questão. Não existe um endereço de e-mail para contactar nem um numero de telefone nacional. O robot do chat de ajuda não mostra nenhuma opção para solicitar os detalhes necessários.
Publicidade nas gravações
Num serviço pago de televisão encontra-se agora a obrigatoriedade de ver publicidade quando quero ver gravações. Se não aceitar os termos e condições não me é possível prosseguir e assistir às gravações. Isto é uma clara violação da proteção de dados do consumidor, onde não dei o meu consentimento para receção de conteúdos publicitários, ainda menos quando estes podem ser personalizados.
Problemas com os manuais escolares
Venho, por este meio, comunicar que efetuei a encomenda dos manuais escolares dia 06/08/2020 na Note do Mira Maia. Hoje, 20/09/2020, pelas 10:00, desloquei-me à referida loja para supostamente levantar uma encomenda parcial. Então é assim. Fiz a encomenda no início de agosto e só agora, a escola começa amanhã, é que me mandam uma mensagem para os levantar? E ainda para piorar, só levanto os livros de Ciências e o respetivo caderno de atividades, caderno de atividades de Inglês, livro de FQuímica, livro de Geografia, livro de História e o caderno de atividades de Português. Não podem dizer como desculpa, que as editoras não estavam preparadas para tal, pois se não o estavam para os livros, os cadernos de atividades estão pagos, e as editoras estavam preparadas. Então pergunto onde estão? Na gestão de reserva, consigo ver que a transportadora VASP Expresso, entregou na loja uma quantidade muito superior de manuais, do que a que recebi. Quem vai assumir a responsabilidade pelas faltas de material que os professores vão marcar? É muita incompetência. Poque nem partilhar os manuais os alunos podem devido à situação de pandemia que atravessamos. E como se consegue compensar os meus filhos devido à falta de manuais em relação ao sucesso e aproveitamento escolar. Terá sem dúvida alguma, repercussões na vida acadêmica dos meus filhos. Penso que alguém fez asneira, e deverá assumir os erros.Espero muito em breve, amanhã, receber em minha casa o resto dos manuais. É o mínimo que podem fazer.
Atraso de comboio
No passado dia 17-09-2020 adquiri 2 bilhetes para o comboio intercidades Porto Campanha-Lisboa St Apolónia para dia 19-09-2020 com saída do Porto pelas 17h37 e chegada a Lisboa pelas 21h. Acontece que houve um problema técnico num outro comboio,obstruindo a linha e causando atraso superior a 1h no comboio a mim afeto. Chegamos a Lisboa com um atraso superior a 1h o que pelo regulamento de indenizações da CP dá direito a reembolso integral dos bilhetes.Este atraso causou transtornos, uma vez que tinha já reservas efetuadas que não pude cumprir e pessoas à minha espera mais de uma hora.Assim,venho pedir o reembolso total do preço dos bilhetes 25.10€ * 2 = 50.20€
Dívida inexistente burla
Exmos Srs,Tenho recebido SMS's da empresa Servdebt indicando que tenho uma dívida por regularizar na Credibom. Nunca fui contactada por outros meios se não sms, nem nunca fizeram prova da dívida, até porque não existe. Em face do exposto, e pelo que tenho visto na internet, trata-se de uma empresa que utiliza dados sem consentimentos e com duvidosos e abusivos métodos de operação que devem ser denunciados. Gostaria de obter o vosso conselho para a melhor forma de reclamar esta situação e deixar de ser incomodada.CumprimentosAna Romão
recusa de Garantia pela Conforama
Entendemos efetuar a reclamação a que temos direito e que pretendemos demonstrar e levar até às últimas consequências uma vez que 1.300,00€ de sofá além de muito dinheiro obriga a um funcionamento do bem em conformidade para o qual foi desenhado e projectado.Como resultado dos defeitos do bem em referência e adquirido em finais de setembro de 2018, a 02/05/20 através do serviço de apoio online da Conforama apresentámos a primeira reclamação devidamente documentada e ilustrada gerando o pedido (637282520383). Por falta de resposta foram reproduzidas e reforçadas 5 outras reclamações nas datas 16/06, 18/06, 23/06, 24/06 e 30/06, todas elas sem qualquer tipo de resposta.Obviamente muito descontentes por ver o tempo passar, sem respostas e o estado do bem a deteriorar-se por verificada falta de atenção para com os clientes, conseguimos finalmente contato via telefone tendo ficado por agendar a intervenção da Conforama. A equipa de assistência entra em contacto connosco para efetuar vistoria a uma sexta-feita da parte de tarde com o objectivo de se deslocar no sábado a seguir de manhã, o que não foi possível devido à falta de agendamento atempada como seria esperado.Efetuada a vistoria duas semanas mais tarde, uma vez que tiveram uma semana mais sem agendar a intervenção, em 15/07/20 foi analisado pela equipa técnica da Conforama que produziu o relatório e que nos disse para não aceitarmos nada mais que a substituição integral de um novo bem desta vez bem montado e reforçado e que seríamos contactados pelos serviços da Conforama.Passadas várias semanas, a meados de Agosto deslocámo-nos à loja de Matosinhos, onde fizemos novas compras e aproveitamos para questionar pela solução que tanto desejamos e que temos todo o direito. Fomos informados que deveríamos esperar 30 dias úteis. Já não faltavam muitos tendo em consta a intervenção em 15/07, no entanto após emails de 01/09 e 08/09 aos quais uma vez mais não obtivemos resposta deslocamo-nos novamente à loja a 12/09, já completamente desgastados com a situação onde fomos informados por vós que ainda não tinham resposta do fornecedor, mas que apesar de tudo iria a Conforama assumir o prejuízo perante o cliente, e que dariam apenas uma semana mais de prazo ao fornecedor para conseguir resposta. Dado o curto prazo apresentado, face a todo o tempo decorrido do processo, aceitamos deixando claro que não iríamos aceitar a não substituição do bem, nem a substituição do bem por outro com igual estrutura que se verificou bastante débil.Decorridos apenas 1 dia útil respondem de imediato que não seria aceite a reclamação devido a mau uso por parte do cliente.Ora, após a falta de organização, falta de apoio ao cliente como seria desejável e falta de planeamento, aos quais se juntam a informação dos técnicos que efetuaram a vistoria e a informação da Conforama em loja de que estava assumido que o bem seria para recolher e proceder à sua substituição, verifica-se que a Conforama não age em conformidade com as informações e levantamentos que reproduz, a Conforama não efetua qualquer controlo de qualidade dos seus produtos, a Conforama limita-se a reproduzir as respostas dos seus fornecedores perante os seus clientes.Não iremos aceitar a resposta do fornecedor sendo que essa situação será para resolver entre a Conforama e o respectivo fornecedor. Entre nós, cliente, e vós, vendedor, sabemos que um sofá não se deve partir apenas com o uso de sentar e levantar que foi o uso dado e para o qual deveria estar preparado.Assim agradecemos a melhor atenção para a imediata solução desta reclamação.Com os melhores cumprimentos,Filipe e Rute
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