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Burla / Fraude - Centro de Responsabilidades do Banco de Portugal
Exmos. SenhoresVenho por este meio efectuar uma queixa relativamente a um crédito concedido pela Cofidis em meu nome, que foi pago directamente à Empresa VORWERK para aquisição de uma máquina de cozinha popularmente conhecida como Bimby.Este crédito está comunicado no centro de responsabilidades do Banco de Portugal e em fase de cobrança por uma empresa de titularização de créditos denominada como Hefesto.Foi ao contactar essa mesma empresa que fiquei com conhecimento de tal crédito e passei a ter acesso à documentação usada para o pedido do tal crédito. Ao analisar a mesma, fiquei pasmado com a facilidade com que alguém pode fazer um crédito em nome de outra pessoa, sem qualquer prova documental como cópia de CC ou BI, comprovativo de morada, comprovativo de NIB ou qualquer outro documento que prove que fui eu o beneficiário do crédito. Como se não bastasse essa falta de documentação, tanto o contrato de crédito COFIDIS, como o Contrato de venda da VORWERK têm informação incorreta ou falsa. Elementos como: a profissão, a entidade patronal e sua sede, o vencimento, a morada, as informações de contacto, as informações bancárias (NIB, banco e balcão) e claro a assinatura, todos são falsos ou incorretos. Eu na altura tinha 20 anos, vivia sozinho em casa do meu pai e nunca tive ou quis ter qualquer máquina de cozinha, nem nunca tive tal necessidade.Percebi depois que estes contratos foram falsificados pelo agente da Vorwerk que era na altura meu vizinho e que de alguma maneira usurpou os dados necessários para poder fabricar estes contratos. Prova é a utilização por parte do tal agente/vizinho da sua morada na altura que só é diferente da minha no número do prédio e andar (eu morava no nº8 - 2ºesq., ele morava no nº7 - 2ºdto.) e do seu contacto telefónico na altura (para poder controlar e evitar que eu ficasse a saber do crédito). Mais! Qualquer pessoa consegue ver que a mesma letra utilizada no preenchimento dos contratos é a mesma usada nas assinaturas. Contratos ilegais desprovidos de qualquer comprovativo que possa identificar-me como beneficiário do crédito, demonstrando a permissividade tanto da COFIDIS como da VORWERK para facilitação de créditos sem qualquer cruzamento de informação que comprovasse a identidade do beneficiário do crédito.É uma vergonha enorme uma pessoa ter o nome manchado no Banco de Portugal devido tanto ao abuso e burla do agente, como da permissividade e falta de controlo da COFIDIS e da VORWERK. Só fiquei a saber que tinha o nome na lista do Banco de Portugal porque necessitei de pedir um crédito.Por todos estes motivos exijo que a COFIDIS anule a dívida em meu nome o quanto antes, sob pena de se interpor um processo no tribunal competente por vários tipos de danos já sofridos e danos que estou agora a sofrer, não só pelo registo no Banco de Portugal como da impossibilidade de qualquer financeira me ceder um crédito.Vou desde já efectuar uma queixa nas autoridades competentes em relação ao agente que cometeu a burla e utilizou o meu nome e dados e vou com aconselhamento legal, tomar as devidas medidas em relação à empresa VORWERK pela facilitação de um crédito fraudulento sem prova do titular e possivelmente à própria COFIDIS caso não tenha uma resposta em relação a este assunto.Envio em anexo a documentação que foi usada para efetuar o crédito em meu nome.Aguardando a vossa resposta, estou disponível para qualquer esclarecimento que considerem oportuno.Atentamente,Bruno Miguel Cabral Pinheiro* Este e-mail vai ser encaminhado para:VORWERK, COFIDIS, HEFESTO, BANCO DE PORTUGAL, Portal da queixa, DECO, e todas as entidades legais/competentes que me forem aconselhadas.(Texto copiado Ipsis Verbis dos e-mail's já enviados para outras entidades)
Devolução de documento de extinção de reserva de propriedade
Márcio CondeNIf.221151842Boa tarde,Venho por este meio solicitar o apuramento de responsabilidades por parte da empresa em questão, visto que não assumem a responsabilidade do seu erro, nomeadamente efetuar a entrega do documento de extinção de reserva de propriedade da minha viatura, sem qualquer custo. De momento a empresa diz que eu não levantei o documento, quando ficou acordado com a colaboradora da loja, que esse documento iria ser enviado para a minha residência.Solicitando agora o pagamento de 82,45€, para me entregar um documento de uma viatura que é minha desde 2015.Cumprimentos
Cobrança indevida de seguro multi risco habitação
Venho por este meio solicitar a devolução dos prémios todos anuais pagos de um seguro multi risco de um imóvel vendido em 2014, e que me foram cobrados até 2020 (cerca de 1800 euros).Considero que a inexistência do pedido de cancelamento da apólice deve-se a um mau serviço ao cliente prestado pela Caixa Geral de Depósitos e sua seguradora Fidelidade, ao não me terem avisado de tal necessidade.Este assunto já se arrasta há vários sete longos meses, e continuo a não ter resposta favorável.Por outro lado, devido à demora do processo, tenho gasto dinheiro na comissão de manutenção da conta da caixa geral (30 euros), e continuo a gastar enquanto este assunto não se resolve, a qual pretendia cancelar no momento em que me apercebi da existência do seguro em causa.Sinto-me lesado, não só por me terem cobrado indevidamente os prémios do seguro multi risco habitação durante 6 anos, como também pelo dinheiro já gasto na comissão de manutenção de conta da caixa geral, acrescido dos valores futuros dessa comissão.Já enviei vários mails para a Caixa Geral, cujas respostas continuam a indicar a análise do processo por parte da Fidelidade, companhia de seguros.Informei também a agência, que iria tomar outras medidas, uma delas esta reclamação junto da Deco Defesa do Consumidor.
Problema pedido de crédito
Boa noiteEfectuei um pedido de crédito nesta empresa, e depois de uma breve entrevista por telefone, ligaram me a informar que tinha sido aprovado. Que para avançar necessitava de efectuar um pagamento de 96 euros para despesas contratuais. Apesar de ter pedido o contrato antes do pagamento, eles não me deram. Só depois do pagamento é que me o davam. Eu assim fiz. Agora informaram me que não foi aceite o crédito e que não me davam faziam o reembolso pois consta no contrato. Mas não me informaram isso antes de me exigirem o pagamento Já perdi as esperanças de reaver o dinheiro So espero que não o façam a outras pessoas Cumprimentos Sergio Gomes
Débito direto não autorizado ACE european
Exmos. Sr.sO meu nome é Luís Filipe Graça dos Santos, NIF 181111586, já fui assinante durante alguns anos.Tem sido descontado mensalmente na minha conta através de um débito direto o valor de € 12,99 (Cobranca DD-M1BPT0000945641-1 ACE EUROP), no valor total de € 181,86. Não autorizei tal débito, tenho tentado contactar a empresa mas sem sucesso, gostaria de saber se me podem ajudar, pois estou fora de Portugal.Fico a aguardarAtt.LG
Peritagem Condicional
Exmo. Senhores.No seguimento do sinistro do dia 16 abril do presente ano, associado ao Proc.: 008736102/001, o meu veículo, matrícula 78-TS-62, teve a respetiva peritagem no dia 23/04/2021, tendo resultando num valor de reparação de 4185,73 Eur. Tendo o Vosso assegurado se dado por culpado aos agentes da GNR da esquadra de Vila Nova de Cerveira e nas respetivas declarações registadas no auto NPAV 38/21, e tendo este já sido consultado pelo Vosso perito no dia 6/05/2021 e tendo ainda o vosso assegurado assinado a documentação respetiva no seguimento desta consulta, não é admissível que ainda não tenham autorizado a ordem de reparação do meu veículo. Sendo eu o principal lesado deste sinistro, e sabendo que vocês reunem condições para autorizar a reparação do mesmo, não se justifica esta demora que resulta numa privação castradora do uso do meu veículo para assegurar as minhas deslocações numa situação de pandemia. Caso os Vossos serviços não sejam capazes de avançar com o processo de reparação, serei forçado a accionar o apoio jurídico, de forma a ver salvaguardada os meus direitos e ver os danos ao meu veículo devidamente reparados. Aguardando as Vossas prezadas notícias, apresento os meus votos de bom trabalho.
Amortização
Venho por este meio mostrar o meu desagrado com a vossa instituição, entrei em contacto com vocês no mês de Fevereiro com o intuito de fazer uma amortização do credito pessoal aonde solicitei um entidade e referência para fazer a amortização. Após ter sido feita a transferência no valor de 4500€ o mesmo valor da dívida continua mas com um valor de - 4500€. No mês seguinte ainda não tinha sido amortizado o valor mas tinham retirado desses 4500€ a respectiva mensalidade. Em finais de Março amortizei o resto da dívida mas este mês além dos valores ainda continuarem activos foi me debitada da conta a mensalidade. E o valor da dívida amortizada continua ativa. Ando a pagar juros de um valor que já foi depositado na conta deles, gostava de uma solução.
Credito pessoal com a COFIDIS
Como necessitei de efetuar um tratamento dentário inevitável (prótese dentária) acedi a uma clinica dentária que efetuou todo o processo do meu credito para pagamento do tratamento e consultas pois tenho um rendimento mensal muito limitado (430€ mensais). Até hoje tenho procurado pagar e cumprido todos os valores acordados 35,97€ e não falhei nenhum, mas no passado mês tive um rendimento bastante mais baixo pois em Fevereiro estive em casa 15 dias com COVID. Vim-me com algumas dificuldades e, em vez de pagar no dia 25 tive que recorrer a um empréstimo de familiar e paguei no dia seguinte a 26. A Cofidis não me perdoou até hoje e imputou-me um custo de 13€ e até hoje têm-me incomodado com mensagens, chamadas telefónicas com ameaças de tribunal e custos avultados. Deixaram-me sem alternativa e castigaram-me com essa pequena falha de um dia pesar de ter explicado o porquê de ter saldo insuficiente no dia 25. Ainda ontem ligaram-me eram 9 horas da noite estava a fazer o jantar e mencionaram-me que tenho um atraso já de 21€..são bastante intolerantes e incompreensiveis com os clientes parecendo até oportunismo para se aproveitarem de quem não tem dinheiro e obter algum lucro. Pedi a eles para me alterarem o dia do pagamento para o dia 30 ou 31 pois recebo ao fim de mês pois não me tinha apercebido que me tinham colocado no contrato o pagamento a 25. Até hoje não me deram qualquer alternativa nem solução apenas ameaças e chamadas a toda a hora. O outro dia notei também na minha conta que me retiraram 3,50€ sem qualquer explicação e aviso prévio fiquei com a conta quase a zeros prejudicada e indignada com esta forma de atuar Pedia uma ajuda e apoio possivel nesta situação que agradeço desde já toda a atenção
Acidente de trabalho
Boa noite.Venho pela presente enviar a seguinte reclamação:Contratei com a companhia de seguros Tranquilidade um seguro de acidentes de trabalho, apólice 0005976502, pelo periodo de 202-02-11 a 2021-02-10.Desempenho funções como profissional liberal, na área da fiscalização de obras. e o seguro tem como objetivo proteger-me dos acidentes de trabalho.No dia 26 de setembro de 2020, em minha própria casa acidentei-me, e parti uma perna.Fiz a participação à companhia de seguros, informando que o acidente se deu na minha próprioa residencia, nunca escondi esse facto.Posteriormente fui contactado pela companhia de seguros, para ir ao médico da companhia de seguros nas torres de Lisboa.Quando cheguei ao médico, e lhe contei as circunstância do acidente este informou-me que o seguro não cobria as circunstancias do acidente, nunca escondi tal facto, desde o momento da participação.Deste modo a médico disse que não me consultaria e eu seria posteriormente contactado, o que vei o a acontecer 3 dias depois através de um inspetor do seguro.AO referido inspetor relatei o acidente da mesma maneira, pelo que nunca tive a intenção de lezar o a companhia de seguros. Agora passados masi de 6 meses apresentam-me uma conta de 209€ em conceito de reembolso porque o sinistro não se enquadrar no conceito de acidentes de trabalho.Dado que eu não estava a brincar mas sim atrabalhar não encontro razões para ter de pagar os serviço que a companhia de seguro diz ter direito.Deste modo venho solicitar a anulação do pedido de reembolso, respeitante à ocorrencia nº 0013602091 de 26-09-2020, nº de sinistro 0014835998Com os melhores cumprimentos
DIVIDAS FINANÇAS
Boa noite.Gostaria que me ajudassem a resolver ou a perceber uma situação que se passa com o meu sogro, uma vez que ele é idoso e não tem Internet, nem sabe como proceder na situação que vou expor e tenho que ser eu a ajudar.A situação é a seguinte:Em 2006, o meu sogro vendeu uma viatura e o comprador nunca passou a viatura para seu nome.No entanto o meu sogro mais tarde, quando começou a receber notificações das finanças e mandou apreender a viatura por cancelamento de matricula.Em 2013 pagou voluntariamente as dividas que ainda matinha nas finanças e supostamente deram as dividas como liquidadas.Desta situação, tenho documentos que comprovam.No entanto, agora recebeu uma carta em como se encontra com uma divida de 1467 Euros, datadas de 2013 e 2014, sobre a situação acima descrita e que vai beneficiar de um plano de pagamento por prestações, sem sequer o questionarem.Ora, uma vez que em 2013, tratou dos documentos relativos ao cancelamento da matricula da viatura e pagou as dividas que mantinha, qual a razão pela qual só agora 7 anos depois, sem qualquer aviso anterior ao contribuinte em que os juros e as dividas continuavam a aumentar é que informam?O meu sogro partiu do pressuposto que tudo se encontrava resolvido, porque assim lhe disseram nas finanças quando pagou as dividas em 2013 e nunca mais recebeu qualquer notificação em contrário.Não obstante, qual a legalidade por parte das finanças, para durante 7 anos, não informarem o contribuinte que pelos vistos ainda mantinha dividas, aumentando substancialmente a divida com diversas coimas e encargos de processo de contraordenação?Ainda, solicitei acesso ao site das finanças, uma vez que o meu sogro nunca o fez e verifiquei que as dividas se encontram todas suspensas desde 2014.Desconheço os prazos de prescrição de dividas ás finanças, gostaria igualmente de saber, se há prazos e se não se podem indicar neste caso!?Refiro que o meu sogro é reformado e recebe uma pensão de cerca de 400 Euros, com diversas despesas inerentes.Solicito assim a vossa ajuda com a maior celeridade possível, na tentativa de resolver esta situação, que pensamos ser um erro por parte das Finanças.se necessário, podem contactar telefonicamente para melhor esclarecimento.Com os melhores cumprimentos Ana Machadinho
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