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Conta ativada e nada funciona
Eu e meu marido Fizemos a portabilidade de outra operadora para a Vodafone dia 23 e foi concluído dia 24. Desde então eu recebo ligações, nas não consigo fazer “sempre diz que “este número está impedido de efetuar chamadas” sendo que depois de vários contactos no suporte, eles dizem estar tudo normal. Eu não consigo mandar SMS e não tenho dados móveis, eu só mudei de operadora para ter melhor sinal de internet, e nem internet tenho. Sendo que minha internet deveria ser ilimitada. Já fui a uma loja terceirizada na minha cidade e a menina testou meu chip até no telemóvel dela e viu que realmente não está funcionando tudo isso que citei, ela ligou e abriu um chamado, sendo que eu e meu marido já tínhamos aberto tbm pelo chat, já que não podemos ligar. Quase 22h recebi um SMS com um número para eu ligar, mas como vou ligar se esse é meu problema também, já fiz tudo que pediram, desligado e ligo a cada meia hora para testar, já estou cansada de pedir ajuda e ninguém resolver, tem sido péssima a experiência, nunca recomendaria a Vodafone a ninguém.
Pedido de intervenção — não reembolso de valores pagos
Eu, Inês Deus, venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao não reembolso de valores pagos à Marta Candeias Academy, localizada na Rua Miguel Bombarda nº44, 2830-355 Barreiro, Portugal, por uma formação de estética que não pude frequentar. Detalhes dos pagamentos: • 100€ no dia 05/01/2026 • 50€ no dia 13/11/2025 Fui informada pela responsável, Marta Candeias, que o processo de reembolso já estava na contabilidade e que o valor seria devolvido antes do dia 25/02/2026, tendo-me dado a sua palavra nesse sentido. Durante este período, contacteia ocasionalmente a responsável para saber como estava o processo, verificando que estava online e com tempo de férias, mas raramente obtive resposta. Sempre que respondeu, garantiu que o reembolso seria efetuado, considerando que o aviso tinha sido dado com antecedência e que a situação se tratava de motivo de força maior. A responsável informou também que, por estar de férias, só poderia processar a reclamação no dia 7/03/2026, impedindo-me de exercer o meu direito antes dessa data. No dia 23/02, após as 19h, efetuei algumas chamadas para obter informação, mas não fui atendida. A resposta que recebi indicou que, devido à "insistência nas chamadas", o processo seria passado para o departamento jurídico e que não haveria devolução do valor pago, mesmo sendo um serviço que não usufruí. Pedi desculpa pela minha insistência, mas fiquei muito triste e frustrada com a situação. Tentei localizar a Marta Candeias Academy no Livro de Reclamações Online, mas não consegui encontrar a empresa registada na plataforma oficial, o que me impossibilita de exercer diretamente o meu direito por esse canal. Solicito, portanto, a intervenção da ASAE para garantir que o montante pago, correspondente a um serviço não prestado, seja devolvido. Para conhecimento, envio também uma cópia desta reclamação para o email oficial da academia: martacandeiasacademy@gmail.com. Anexo: comprovativos de pagamento, mensagens trocadas e registo de chamadas. Agradeço a análise e providências legais cabíveis.
Falsas tentativas de entrega
Mais um dia da semana, mais um caso da dpd a simular entregas ficticias das encomendas aos seus clientes Primeira alegada tentativa de entrega, ás 11: 33 da manhã, ninguém tocou na campainha do prédio, ninguém me contactou, ninguem fez absolutamente nada - Aparece no tracking o primeiro registo Liguei de imediato para o apoio a cliente da DPD, falei com um Jorge, que me disse, e passo a citar "o estafeta não tinha a informação do seu andar, por isso, tirou uma fotografia da entrada e foi embora" Eu pergunto: "Então como é que voces me vao entregar a encomenda, se não sabem onde moro? Resposta: "Ah, nós temos o nome e o número da entrada..." Ou seja, se houve alguem na minha entrada com o meu primeiro e último nomes, a encomenda vai para essa pessoa, só porque sim Eu fiquei estupefacto a ouvir algo tão ridiculo e tão imbecil, porque ter uma transportadora a informar-me que não tem informação da morada da encomenda, é surreal Acabei por dar a informação do meu andar, e a pessoa com quem falei, disse, claramente: "Ficou aqui registado, e amanhã será feita uma nova tentativa de entrega" Pois bem, qual não é o meu espanto, quando eu fui agora mesmo ver a informação do tracking da encomenda, e aparece uma nova tentativa de entrega, ás 13:05, novamente ninguém tocou à minha campaínha, nem à campainha do prédio, e ninguem entrou em contacto comigo A cereja no topo do bolo? A encomenda foi deixada num ponto pickup a Kms de distância de minha casa, nem sequer é o ponto mais próximo, e estes autenticos idiotas da DPD, continuam a somar casos practicamente tirados a papel quimico, sem qualquer tipo de consequências Não conseguem prestar um serviço básico de entrega de encomendas, não se responsabilizam por nada, são completos incompetentes, e ainda gozam com os clientes
Encomenda não recebida
Efetuei a encomenda no dia 1 de Fevereiro no entanto até ao dia de hoje, dia 26 de Fevereiro, com quase 1 mês deste incomodo ainda ninguém me deu uma resposta adequada ao meu problema, a encomenda não chegou e foi me enviada uma SMS da transportadora DPD no dia 5 de Fevereiro referindo que a mesma seria entregue no dia, mas não foi. Entrei no site da DPD e lá refere que a minha encomenda foi devolvida por se encontrar daniticada. Até a data de hoje já fiz diversificados emails à empresa Primor porém todos são respondidos sem uma resolução para o meu problema. E nos últimos emails nem obtive resposta nenhuma. Neste momento estou sem a minha encomenda, e também sem o meu dinheiro. Pois não foi entregue a encomenda nem fizeram devolução do dinheiro. Nem sequer respondem aos emails.
Encomenda não entregue
Exmos. Senhores Fiz o envio de uma encomenda de 5 discos de vinil, numa caixa de 30x30 cm, para um destinatário no Chile, a dia 10 de dezembro 2025. No dia 15 de dezembro o envio foi encaminhado para o pais de origem. Até ao dia de hoje não existiu mais nenhum desenvolvimento relativamente ao estado da encomenda. O destinatário final diz que não recebeu nada. Contactei os CTT, tendo os CTT respondido a dizerem que, à data, não sabem do paradeiro da encomenda nem da sua confirmação de entrega. Dizem que "Existem situações, fora do nosso controlo, que fazem com que não seja possível confirmar que a entrega foi efetuada" e que "Não está prevista compensaç ão". Considero esta atitude de desresponsabilização dos CTT inaceitável e apesar de a entrega ser feita por um parceiro internacional, não isenta os CTT da responsabilidade pelo serviço que paguei aos CTT. No sistema de tracking dos próprios CTT indica que a encomenda não se encontra sequer em distribuição no pais do destinatário, quanto mais foi entregue ao próprio, indicando que a falha foi na entrega dos CTT ao parceiro internacional ou na distribuição deste último. Os CTT ainda argumentam que "O Correio Azul Internacional, apesar de ter um código de barras, deve, sempre que possível ser deixado na caixa do correio. Não necessita que alguém assine como recebeu. Deste modo, não existe prova documental de entrega.". Tratando-se de uma encomenda de grande volume (30x30cm), nunca seria possível de entregar numa caixa de correio e teria de existir sempre uma entrega em "mão". Solicito uma resposta conclusiva e uma solução por parte dos CTT e que se responsabilizem pelo serviço que paguei e que não foi executado pelos CTT.
Depósito não informado ou solicitado
Exmos. Senhores, Ao verificar a minha conta bancária constatei que foi efetuada uma transferência do Unibanco para a mesma, sem que eu tenha feito qualquer solicitação nesse sentido ou tenha em qualquer altura sido informada da mesma. Informo que não irei assumir nem pagar qualquer valor resultante dessa transferência, a qual considero abusiva. Solicito, ainda, o cancelamento imediato do cartão emitido e o encerramento de todo e qualquer vínculo ou contacto com essa instituição.
Um lixo de atendimento ao cliente quero meu dinheiro de volta
Exmos. Senhores, Em (09/02/2006) comprei-vos, através do vosso site, um macbook pro por 632,00.feita através do klarna em 3 vezes A referência da encomenda é (770766). Em 16/ 02 ,portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Vcs não respondem a nada, nem email ,nem sms ,um lixo de atendimento ao cliente Cumprimentos.
Cobranças indevidas a um contrato inexistente
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente às cobranças que me estão a ser efetuadas em meu nome, referentes a um alegado contrato com o Fitness UP. Informo que: Nunca assinei qualquer contrato com o Fitness UP; Nunca frequentei nem utilizei quaisquer serviços do ginásio; Nunca autorizei qualquer débito ou cobrança; Assim, não reconheço qualquer dívida associada ao meu nome. Nos termos legais, solicito que me seja enviada, com a maior brevidade possível, prova concreta da minha alegada adesão, nomeadamente: Cópia do contrato com a minha assinatura, Ou gravação de chamada, email ou outro documento que comprove a minha aceitação expressa. Na ausência dessa prova, exijo: O cancelamento imediato de qualquer alegado contrato, A cessação imediata de todas as cobranças, A anulação de quaisquer valores indevidamente faturados, A confirmação por escrito de que não existe qualquer dívida em meu nome. Mais informo que consta um montante no valor de 102,84€ . Aguardo resposta urgente por escrito. Com os melhores cumprimentos, Marcello Martins
Violação dos Direitos do Consumidor – Serviço Digital Descontinuado
Exmos. Senhores, Na sequência da vossa resposta, cumpre-me informar que a solução apresentada não é adequada nem salvaguarda os meus direitos enquanto consumidor. Aquando da aquisição da caldeira Red 19 da Solzaima, adquiri igualmente o módulo Wi-Fi, pago à parte, por recomendação expressa da marca/vendedor. O controlo remoto através da aplicação MyStove Remote foi apresentado como funcionalidade essencial e elemento determinante na decisão de compra. Em momento algum fui informado de que o serviço poderia ser descontinuado, ter limitação temporal ou depender de terceiros sem garantia de continuidade. A cessação definitiva do serviço implicou a eliminação de uma funcionalidade contratada e paga, sem qualquer responsabilidade da minha parte e sem disponibilização de solução equivalente. O facto de o equipamento poder funcionar manualmente não substitui o controlo remoto, que integrou a proposta comercial e justificou o investimento adicional. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, aplicável a bens com elementos digitais, o produto deve manter as funcionalidades contratadas e legitimamente expectáveis. A descontinuação do serviço Wi-Fi, sem alternativa técnica equivalente e sem custos para o consumidor, configura falta de conformidade e incumprimento contratual, independentemente do prazo de garantia. Assim, solicito que, no prazo máximo de 10 dias úteis, seja apresentada uma solução técnica, sem quaisquer encargos, que restabeleça o controlo remoto nos moldes inicialmente contratados, seja através de nova apAdquiri uma caldeira Red 19 da Solzaima, juntamente com o respetivo módulo Wi-Fi, pago separadamente, por recomendação expressa da marca/vendedor. O controlo remoto através da aplicação MyStove Remote foi apresentado como funcionalidade relevante e determinante na decisão de compra. Nunca foi prestada qualquer informação de que o serviço poderia ser descontinuado, ter duração limitada ou depender de terceiros sem garantia de continuidade. A desativação definitiva do serviço eliminou uma funcionalidade contratada e paga, sem culpa do consumidor e sem disponibilização de alternativa equivalente. O funcionamento manual do equipamento não substitui o controlo remoto que integrou a proposta comercial e justificou o investimento adicional. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, aplicável a bens com elementos digitais, o produto deve manter as funcionalidades contratadas e legitimamente expectáveis. A eliminação do serviço Wi-Fi, sem solução técnica equivalente e sem custos, configura uma clara falta de conformidade. Aguarda-se que a marca apresente uma solução técnica eficaz, sem encargos adicionais, que restabeleça o controlo remoto nos moldes inicialmente contratados. Permanece a total disponibilidade para resolução célere e extrajudicial da situação.
cobrança de taxa de alteração de morada após informação comercial incorreta
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação que estou a enfrentar com a operadora NOS, no âmbito de uma alteração de morada de um dos meus serviços de telecomunicações. Sou cliente da NOS há vários anos. No entanto, o serviço específico que estava associado a uma das moradas tinha menos de seis meses de contrato quando surgiu a necessidade de mudança para uma nova habitação. Perante essa mudança, desloquei-me a uma loja da NOS para perceber qual seria a melhor solução: proceder à alteração de morada do serviço existente ou contratar um novo serviço para a nova casa (era possível manter o serviço na morada que estava). Durante o atendimento em loja, foi-nos garantido pela colaboradora que, por já sermos clientes da NOS e termos dois serviços associados, o valor de 80€ relativo à alteração de morada seria deduzido da fatura. Essa informação foi determinante para a nossa decisão de avançar imediatamente com o processo de alteração de morada, que foi tratado na própria loja, tendo inclusive sido marcada a intervenção técnica para instalação do serviço na nova habitação nesse momento. Posteriormente, recebi a fatura do mês de fevereiro. Ao analisar a fatura, verifiquei que tinham sido cobrados valores adicionais relacionados com o processo de alteração de morada. Contactei de imediato a linha de apoio ao cliente da NOS, onde fui informada de que, de facto, a loja tinha submetido um pedido para dedução do valor de 80€, mas que esse pedido teria sido recusado internamente. No entanto, nunca fomos informados dessa eventual recusa nem alertados de que a condição apresentada em loja poderia não ser aplicada. Entretanto, desloquei-me novamente à loja para tentar resolver a situação presencialmente. Nessa visita foi reconhecido que existia também uma cobrança de 30€ relativa à ativação de Giga Router que não tinha sido comunicada no momento da alteração de morada, tendo esse valor sido corrigido. Contudo, relativamente à taxa de 80€ pela alteração de morada, a NOS mantém a cobrança e recusa proceder à sua anulação, apesar de ter sido essa a condição apresentada em loja no momento da contratação/alteração do serviço. Considero que esta situação configura, no mínimo, uma falha grave no dever de informação ao consumidor e uma prática comercial que criou uma expectativa legítima com base em informação prestada por um representante da operadora. A decisão de avançar com o processo foi tomada com base nessa informação concreta. Caso tivéssemos sido informados de que a dedução não estava assegurada ou dependia de aprovação posterior, teríamos ponderado alternativas. Importa ainda referir que esta situação é particularmente frustrante tendo em conta que sou cliente da NOS há vários anos, esperando por isso um tratamento transparente e adequado na gestão do meu serviço. Assim, venho solicitar o apoio da DECO Proteste para: • Analisar esta situação à luz dos direitos do consumidor e do dever de informação pré-contratual; • Ajudar a interceder junto da NOS para a anulação da taxa de 80€ cobrada pela alteração de morada; • Esclarecer quais são os mecanismos ao meu dispor caso a operadora continue a recusar a correção desta situação. Tenho disponíveis todos os elementos relevantes para análise, incluindo faturas, datas dos contactos efetuados, identificação da loja onde fui atendido/a e demais informações necessárias. Agradeço desde já a vossa atenção e fico a aguardar a vossa orientação e eventual intervenção.
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