Reclamações públicas

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F. N.
29/12/2017

Nao assume garantia

Em Novembro de 2011 adquiri um sistema de aquecimento de energia solar de marca Boltherm, com tubos de vacuo de 200L, este sistema foi adquirido através de um vosso representante, do qual tenho todos os documentos comprovativos (faturas, garantia, contratos manutenção, etc). No dia 1 de Fevereiro de 2016 verifiquei que o equipamento (deposito) se encontrava a verter agua, entrei em contato com a vossa Empresa, a qual passadas algumas insistências e diligências, resolveram assumir a reparação do equipamento, sendo o mesmo devolvido em 15 de Maio de 2016, conforme Guia de transporte nº 16/000/67, mas ficando desde essa data com problemas de isolamento, em virtude de não conseguir manter a temperatura da agua por pouco mais de alguns minutos apos ser desligada a fonte de alimentação, quer fosse por energia solar, quer fosse por meio de resistência electrica. Ainda assim decidi não apresentar qualquer reclamação em relação ao péssimo serviço prestado no que respeita ao referido isolamento, pois todo o processo foi moroso e com consequências economicas e privacidade do serviço. No dia 14 de Junho de 2017 verifiquei que o equipamento voltou novamente a verter agua do seu interior, mostrando que além do isolamento, também a reparação não foi efetuada nas devidas condições, ou o equipamento tem defeito de fabrico (esta é a opinião do técnico de manutenção e do técnico da empresa que procedeu a reparação que diz ser um problema de dilatação nas soldaduras e que o mesmo não é passível de solução definitiva) . Ja efetuei varios contatos com a Empresa Ropre,Lda (representante da Boltherm), quer atraves de telefone, carta registada,POrtal da Queixa, DECO, mas ate ao momento as respostas são negativas, ou na maioria das vezes nem se deram ao cuidado de responder. Comprei uma marca que supostamente devia ter alguma qualidade, visto ter 6 anos de garantia, mas agora verifico que nem garantia, nem a Empresa responsavel assume qualquer responsabilidade. Tanto a marca, como a empresa representante acabaram por ser uma desilusão. ROPRE, Lda Parque Industrial do Canhoso Rua M – Lote 15 6200-027 COVILHÃ

Encerrada

tamanho máximo das pellets

A empresa comercialisa caldeiras com a referência Hydra Pellets, que no ponto 3.1 do manuel diz aceitar pellets que cumpram a Norma EN Plus A1.Segundo esta norma, as pellets podem ter tamanhos máximos (comprimentos) de 3,15 a 4.0 cm, com a restrição de não excederm 1% do total.Acontece que o alimentador da caldeira apenas aceita como tamanho máximo 3,0 cm, o que atendendo aos valores autorizados pela norma, cria congestionamentos e entupimentos da abertura respectiva, interrompendo o fornecimento do material combustível, e consequentemente a paragem da caldeira, com os transtornos dela resultantes.

Encerrada

Compra Aquecedor Hotspot

Adquiri um aquecedor HOTSPOT da GALP, no Continente. Conferi no local de venda que o valor incluía a garrafa do gás. Indicaram que nao trazia a garrafa mas trazia um vale para levantar a garrafa em qualquer bomba GALP. De facto, no interior vinha um vale que garantia um enchimento (e nao a garrafa que custa 16 eur!). Mas... enfim!Qual a surpresa ao ir a varias bombas e constatar sempre a mesma resposta: Tem garrafa?, ao que respondia negativamente (pois nao uso gaz engarrafado). Então nao podemos vender-lhe uma garrafa que temos indicações da GALP para nao vender a quem nao tem garrafas vazias. Apenas se trouxer a garrafa:Ora, assim , o HOTSPOT é apenas um bibelot (muito caro!) em minha casa e nao serve como aquecedor).Esta campanha é altamente enganadora. Da minha parte, vou devolver, pedir o reembolso e nunca mais comprarei nenhum!

Encerrada

Hot Spot Galp - Garrafa Pluma

No passado dia 3.12.2017 adquiri um Hot Spot Galp no valor de 126€ com uma carga de gás gratuita. No mesmo dia tentei em 4 sítios diferentes obter a garrafa de gás - Continente Maia Jardim, 2 Postos Galp na Avenida Fernão de Magalhães no Porto e no Posto Galp da rotunda do Freixo no Porto - Todos tinham o gás esgotado.Hoje tentei nos mesmos postos de abastecimento e todos informaram que a garrafa Pluma não fazia parte da promoção e que teria de levar uma garrafa normal.No vale de promoção da carga de gás vem especificado que podemos optar por qualquer tipo de garrafa e a publicidade no site da Galp vem apresentada uma garrafa Pluma como poderão verificar na imagem anexa retirada do site.Penso que poderemos classificar esta situação de publicidade enganosa de forma a levar o cliente a comprar uma coisa que na realidade não é verdade.Somente optei por este Hot Spot pois oferecia a possibilidade de adquirir a garrafa Pluma (30€ de caução) que é mais leve e torna-se mais fácil para uma pessoa com dificuldade em movimentar coisas pesadas.

Encerrada
R. S.
29/11/2017

Avaria em electrodomésticos provocada por fornecimento anómalo de energia pela EDP

No passado dia 18 de novembro de 2017, de madrugada e até às 9h30, terá ocorrido um pico de energia que provocou a danificação de 2 aparelhos praticamente novos em minha casa, nomeadamente a placa de indução e a placa eléctrica do esquentador, bem como do transformador eléctrico de um piano electrónico. Já não é a primeira vez que acontece (há alguns meses foi a placa eléctrica da máquina de lavar louça) e tanto quanto eu sei , aconteceu também nas casas vizinhas (com o disparo do contador, se bem que não há registo de avarias eléctricas).Este acidente aconteceu no sábado e comuniquei no mesmo dia à EDP que me disse que não sendo um caso urgente, porque havia energia em casa, só poderia comunicar a situação na segunda feira seguinte. Assim fiz. Pediram para enviar para o mail da EDP com o valor dos prejuízos. Responderam hoje (28/11) informando que (passo a citar): Não podemos assumir a responsabilidade pelos danos. Na noite de 17 para 18 do corrente mês não temos conhecimento de qualquer anomalia na nossa rede que tenha afetado o fornecimento de eletricidade à sua instalação, nem comunicações de avaria de outros clientes dessa zona. Os danos podem ter tido origem em fatores alheios à rede de distribuição. Os equipamentos têm uma vida útil e podem avariar pelos mais diversos motivos.Os equipamentos a que me referi são praticamente novos , portanto o tempo de vida deles ainda vai no início.A empresa que está a reparar os mesmos atestou que a avaria aconteceu por causa de um pico de energia. Aliás, será aceitável afirmar que 2 aparelhos NOVOS tenham avariado no mesmo dia, à mesma hora, por terem atingido o prazo de vida útil?Este pico já aconteceu no passado há uns meses atrás e queimou-se a placa elétrica da máquina de lavar loiça, que se deveu a um pico de energia segundo a empresa de reparação. Tenho comprovativos de mais este gasto. Mais acrescento que a máquina é nova. Relativamente aos vizinhos que não se queixaram, posso informar que 2 vizinhos se queixaram do disparo do contador geral das casas que habitam, na madrugada até às 9h30, no mesmo local. Caso, seja do vosso interesse, posso fornecer o nome desses vossos clientes.

Encerrada
F. E.
19/11/2017

Compra de maquina, tratamento magneto energy , devolucao no prazo estipulado por lei.

Compra de maquina tratamento magneto energy. Foi devolivida no prazo estipulado por lei. Varios telefonemas a pedir a devoluçao do dinheiro que dei de sinal. Ate agora passados quase 6 meses esta tudo igual.

Encerrada
T. M.
06/11/2017

Problema com fatura da água

Já não é a primeira vez,que tenho problemas com eles.mas da primeira vez ficou resolvido,mas agora voltou uma conta absurda ,para uma casa de tres pessoas onde não existem crianças,onde estamos fora o dia todo a trabalhar.acho muito abusivo as contas da água na Covilhã,92,37 um mês.eles agora dizem que não tem nada a retificar.

Encerrada
N. A.
10/10/2017

Cálculos de conversão do consumo em m3 para consumo em kWh

No passado dia 6 de Outubro recebi a fatura nº FT 0001/100152762 sobre a qual tenho dúvidas na forma de conversão dos m3 em kWh. Na página 2 são apresentados cálculos do consumo que convertem o consumo em m3 (dados pelo contador) em consumo em kWh com base num factor de conversão. Enquanto que este cálculo para a contagem efectiva não me apresenta quaisquer dúvidas pois multiplica o consumo de 14m3 pelo factor de conversão de 11,124657, ou seja 156 kWh (número arrendondado). Já na conversão do consumo estimado, que a Galp estima ser de 2m3, não entendo como se chega ao valor de 25 kWh uma vez que o factor de conversão aplicado é de 11,138226. Ou seja, multiplicando 2 por 11,138226 nunca em nenhuma circunstância se chega a 25. Mesmo arredondando para o número inteiro imediatamente seguinte teriamos no máximo 23 kWh e não 25 kWh pelo que gostaria que me clarificassem como se chega ao valor de 25 kWh uma vez que os dados da factura não são esclarecedores.Por último gostaria de referir que esta reclamação não é efectuada pelo valor em causa, pois trata-se de um valor relativamente baixo, mas sim por uma questão de princípio, pois os cálculos deveram sempre estar correctamente efectuados. Por outro lado, presumo que isto se trata de um erro informático pois a Galp esteve cerca de 2 meses sem apresentar facturas e sendo esta a 1ª factura com um novo layout, presumo que tenham alterado algo no sistema informático e que algo tenha falhado. A questão que se coloca é se situação idêntica ocorreu em outros clientes, que porventura possam não estar tão atentos a este tipo de detalhe.

Resolvida
R. P.
27/06/2017

Nota de crédito de Gás Natural

A fatura diz respeito ao Plano Galp DECO GN 2016 (Associado DECO), subscrito online após o leilão de energia da DECO em 2016.Na sequência de mudança de casa, terminei este contrato de Gás natural e contratei um novo, também junto da Galp (para a nova morada).A fatura final em questão originou uma nota de crédito que solicitei, em Abril, através do contact center, que a) o crédito fosse transferido para o novo contrato ou b) que a quantia em questão me fosse creditada no IBAN correspondente ao débito direto associado. Acordei na altura, com o contact center, que o estorno iria ser feito através de transferência bancária para a minha conta.Na ausência do estorno da quantia retida indevidamente desde Abril, ontem contactei novamente o contact center que me informou que a GALP não quer realizar esta transferência bancária por, alegadamente, ser um valor muito baixo (32,30 EUR).Esta situação não é aceitável para mim, tanto mais que todo o relacionamento com a Galp tem sido à distância, e todos os pagamentos efetuados por via bancária.Também o argumento de que se trata de um baixo valor me parece irrealista. Nem o valor é baixo nem a prestação de serviços acordada e assinada com a GALP prevê níveis de serviço diferentes consoante o valor da fatura.

Encerrada
R. G.
22/04/2017

Contrato indevido e ilegal

O meu pai, Sr. Isaque Marques, é o dono da casa, e titular de todos e quaisquer contratos de serviços de energia, água, etc.Desde sempre (anos 80) foram clientes da EDP, para abastecimento de electricidade, nunca pretenderam alterar para nenhum outro. Têm já idade avançada, é-lhes complicado fazer essas mudanças.Sucede que receberam, no final de Fevereiro-2017, uma factura da Goldenergy, para pagamento relativo a uma contagem entre 1-Janeiro-2017 e 1-Fevereiro-2017.Imediatamente, foram a uma loja EDP perguntar o que se passou. Na EDP disseram-lhes que haviam recebido um pedido de mudança de fornecedor, a partir da Goldenergy. Esta informação foi recebida com espanto, pois ninguém contactou a Goldenergy para mudar o fornecimento de energia eléctrica.Nessa mesma deslocação, o Sr. Isaque Marques solicitou e confirmou o retorno à EDP como fornecedor de energia eléctrica.Logo de seguida, tentámos contactar o número da Goldenergy 808 205 005 por diversas vezes, mas sem sucesso, pois ninguém atendeu.A solução foi ir à GNR da área, pedir ajuda. Isto aconteceu no início de Março-2017.Na GNR, o próprio agente ligou para a Goldenergy no número 808 205 005, a fazer-se passar pelo próprio Isaque Marques, e a pedir expeli caçoes para o sucedido, e o porquê da factura e/ou contrato.Da Goldenergy disseram que o contrato havia sido celebrado por telefone, por marketing directo, e em que supostamente o cliente anuiu contratar a Goldenergy.O agente pediu então envio da gravação dessa chamada telefónica para a morada do cliente.Até hoje, dia 22-Abril-2017, nada chegou. Mas entretanto, chegaram mais duas facturas, emitidas pela Goldenergy.O Decreto-Lei 24/2014, de 14 de Fevereiro, no seu artigo 5º, determina no ponto 7:7 - Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços, excepto nos casos em que o primeiro contacto telefónico seja efectuado pelo próprio consumidor. Reiteramos, uma vez mais, que ninguém contactou a pedir à Goldenergy para ser fornecedor de energia eléctrica.Portanto, chegados a esta situação, temos a dizer à Goldenergy que o (eventual) contrato feito à distância é inválido perante a lei, pelo que quaisquer facturas referentes ao mesmo não serão pagas, pois o serviço não foi, de todo, pedido, e portanto não contratualizado.

Encerrada

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