Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Voo atrasado 3 horas
O voo OBS-0863 com origem no aeroporto de Lisboa e destino a Cancún, no dia 07/07/2024 com partida marcada para as15:25h atrasou 03:26h tendo a partida sido adiada para as18:51h. Neste âmbito venho reclamar a indeminização a que temos direito (eu, meu marido e filho)protegidos pelo Regulamento nº261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho de 11/02/2004 que estabelece as regras comuns para atrasos consideráveis de voos. A empresa tem constantemente negado a minha pretensão apenas dizendo que o atraso do voo foi de 2 horas e por isso não temos direito a indeminização, quando a realidade é de 03.26h. É do conhecimento que esta empresa tudo faz para os nossos direitos serem desprezados e não comprovam o "dito" atraso de 2 horas, eu tenho provas do real atraso mas eles fazem de conta, querem que os lesados desistam por cansaço. O que não admito é que eles mentem em todas as respostas, livro de reclamações, portal da queixa... Dizem que foi de 2 horas mas não fazem prova disso , eu digo que foi 03.26h e faço prova. Não posso admitir que me façam passar por mentirosa. Tenho o comprovativo do atraso do voo através da empresa Flightaware que faz o registo dos voos e um email do Aeroporto de Lisboa a confirmar o atraso com a hora real de partida.
Demora na Assistência Técnica
Exmos. Senhores, Dia 9 de agosto 2024, submeti um pedido de assistência Técnica para os paineis solares instalados pela vossa empresa, os quais tem uma avaria, pois estão a produzir uma diminuta quantidade de enregia eletrica, 193W ( cada painel, são quatro, devia produzir 270W !!) Dia 13 de agosto, dia 19 de agosto e dia 4 de setembro reforcei o pedido através do vosso contacto telefónico. O equipamento foi adquirido em 9 de março 2021 e tem garantia de 10 ou 5 anos, conforme o elemeto que se avariar. Solicito uma assistência técnica quanto antes. Após um ano da instalção dos vossos paineis surgiu um problema idêntico e nesse altura demoraram mais de dois mêses até concretizarem a assistência. Cumprimentos. Manuel Cid
Devolução de valor
Exmos. Senhores, No dia 27 de julho de 2024 enviei a seguinte comunicação via email: "Sou vosso cliente (número de contrato: XXXXXXXX) e normalmente conduzo o veículo de matrícula XX-XX-XX, que é o veículo associado ao contrato e no qual utilizo o identificador. Hoje, dia 27 de julho, por volta das 7:50, enquanto conduzia outro veículo (matrícula: XX-XX-XY) que não possui identificador Via Verde, por força do hábito, entrei na autoestrada A3, na entrada de Ponte de Lima, pelo pórtico da Via Verde. Só mais tarde me dei conta do erro. Ao sair da autoestrada em Braga saí pelo pórtico normal. Como não tinha título, foi-me cobrado o valor máximo em dobro. Em anexo envio o comprovativo de pagamento. Estou a contactar para pedir que me pudesse ser devolvido o valor cobrado em excesso." Não tendo recebido nenhuma resposta, com exceção dos emails de resposta automática que confirmam a receção do email do cliente, voltei a contactar no dia 6 de agosto com a seguinte mensagem: "Gostaria de perguntar em que estado se encontra o pedido que realizei há 10 dias atrás. Obrigado." No dia 14 de agosto, recebi finalmente uma resposta da vossa parte, com o seguinte conteúdo: "Recebemos o seu contacto e agradecemos a oportunidade para o esclarecer sobre o pagamento de portagens. Compreendemos as circunstâncias que refere e considerando ter-se tratado de um engano involuntário e a título meramente excecional, iremos proceder à devolução da diferença entre o valor cobrado e o valor de portagem do percurso que efetuou. Necessitamos que nos envie o original do recibo do pagamento, bem como informação sobre os seus dados bancários, nomeadamente IBAN e SWIFT CODE, dados indispensáveis para procedermos ao reembolso. O documento original deve ser enviado para: Via Verde Serviços, S.A. Quinta Torre da Aguilha- Edifício Brisa 2785-599 São Domingos de Rana Solicitamos que no seu contacto indique matrícula da viatura e/ou Nossa Referência (XXXXXXXXX). Em alternativa pode recorrer a uma loja Via Verde. Sublinhamos que esta é uma decisão excecional uma vez que a lei determina que o condutor é responsável pela entrega de um título de portagem válido em qualquer barreira de saída da autoestrada. Caso não o faça, a legislação em vigor determina a aplicação de uma taxa de portagem que é o dobro do percurso máximo uma vez que não é possível determinar o percurso que o condutor efetuou." Ainda no dia 14 de agosto, respondi e enviei em anexo os devidos documentos, a saber, o comprovativo de IBAN e o recibo original em formato digitalizado. No dia 21 de agosto, recebi nova comunicação da vossa parte, com o seguinte conteúdo: "Para procedermos ao esclarecimento do solicitado, necessitamos que nos indique o número do processo Via Verde enviado na comunicação anterior. " Ainda no mesmo dia respondi, informando qual era o número do processo. No dia 30 de agosto recebi a seguinte comunicação da vossa parte: "Recebemos o seu contacto e aproveitamos novamente a oportunidade para o informar sobre o assunto. A situação descrita foi analisada com todo o cuidado pelos nossos serviços. Contudo, não existindo qualquer facto novo que nos permita fazer uma análise diferente da mesma, informamos que mantemos o exposto na nossa comunicação anterior. Assim, solicitamos o envio do original do recibo de pagamento." No mesmo dia voltei a enviar a digitalização do recibo de pagamento. Hoje, dia 5 de setembro, recebi novamente uma comunicação vossa, com o seguinte conteúdo: "Recebemos o seu contacto e aproveitamos novamente a oportunidade para o informar sobre o assunto. A situação descrita foi analisada com todo o cuidado pelos nossos serviços. Contudo, não existindo qualquer facto novo que nos permita fazer uma análise diferente da mesma, informamos que mantemos o exposto na nossa comunicação anterior. Assim, solicitamos o envio do original do recibo de pagamento. O documento original deve ser enviado para: Via Verde Serviços, S.A. Quinta Torre da Aguilha- Edifício Brisa 2785-599 São Domingos de Rana Lamentamos o sucedido e os incómodos daí decorrentes e continuamos diariamente empenhados em garantir uma circulação segura e cómoda na nossa rede de autoestradas." Tendo em conta que o documento pedido já vos foi enviado duas vezes e que o assunto já tarda em ser resolvido pergunto o porquê desta demora. Caso a insistência seja no envio do recibo físico, o que acarreta custos adicionais para o cliente, pergunto qual é a base jurídica para se considerar que uma digitalização tem menos valor jurídico do que o documento físico. Em anexo incluo os documentos já enviados bem como as várias respostas que recebi da vossa parte. Pedia que este assunto fosse tratado com celeridade, sendo que já está pendente há mais de um mês e não parece haver qualquer razão válida para isso. Cumprimentos.
Carro eléctrico em reparação há 4 meses
Exmos senhores Adquiri uma viatura Peugeot – um e-2008 100 por cento elétrico – com a matrícula AV-62-FI no stand da Rua D Luis Noronha em Lisboa no mês de Dezembro de 2022. Paguei o carro no acto de compra, na totalidade. Fiz todas a manutenções na garagem do mesmo stand. No passado dia 19 de Abril de 2024 – 16 meses depois de ter adquirido o carro e sem nenhum evento que o justificasse - o carro deixou de ligar. Foi levado pelo reboque para a garagem da Santogal na D. Luís de Noronha. É aqui que começa o processo que vos descrevo de seguida e que dá origem a esta queixa/reclamação formal. Não obtive nenhuma informação sobre a viatura durante as primeiras três semanas. Só após a intervenção do vendedor da viatura – o sr Rui Gomes – é que me foi dada uma resposta às minhas perguntas e se iniciou o processo de me darem uma viatura de substituição, como está estipulado no vosso contrato de garantia. Já tinha passado um mês desde a entrega do carro. Nessa altura foi-me dito que seria preciso mudar uma peça que levaria uma semanas a chegar. A peça foi mudada mas o carro continuava sem funcionar e por isso foi colocado naquilo que a Santogal descreve como “plataforma”. Ou seja, a avaria foi reportada a todas as garagem da Peugeot em rede no mundo para tentarem perceber qual a avaria e o seu arranjo. Em meados de Junho, fui à garagem da D. Luís de Noronha e pedi para ver o processo. A viatura não era intervencionada desde 16 de Maio. Nessa altura foi-me dito oficiosamente por um dos mecânicos que os carros elétricos apresentam “muitas avarias” e que “nem sequer deviam estar a ser vendidos”. Não levei a sério a informação do técnico porque me pareceu um desabafo, para justificar os quase dois meses de oficina. A ser verdade, a Santogal estaria a incorrer numa burla aos clientes, em toda a rede Santogal, que acredito, não seja o caso. Passou outro mês. Sem qualquer informação. Liguei dezenas de vezes para a garagem, como podem atestar os registos telefónicos da mesma. Pedi relatórios, pedi para ser contactado de volta, fui à garagem e pedi duas vezes ao responsável pela obra para me dar informações sobre o carro. Nada. Silêncio total. Sinto que tenho o carro sequestrado pela garagem. E que estarão à espera que acabe a garantia para me começarem a cobrar os trabalhos que estão a fazer na viatura. Fiz queixa no Portal da Queixa. Começaram a informar-me com mais assiduidade. Mas a informação é sempre a mesma. O carro está na plataforma e aguarda uma solução para a avaria. A última informação é do final do mês de Agosto. Não há novidades e não conseguem reparar a avaria. Continua na plataforma da Peugeot aguardando uma solução. Já passaram 4 meses. Entretanto estou a pagar 240 euros por mês de seguro do carro que a Santogal me facultou, ao abrigo da garantia, como era meu direito por contrato, para ter mobilidade. Necessito de uma decisão, urgente: - o carro tem arranjo e a perspetiva de entrega - o carro não tem arranjo e como está na garantia será substituído. - outra solução que me seja apresentada para encerrar este processo, como por exemplo a venda do carro ao stand e a compra de um novo. Obrigado
cancelamento apolice
Exmos. Senhores, Fiz um pedido de anulação da apólice supra citada já que o seguro a habitação não cobre o real valor da casa, e é necessário que o mesmo cubra para o imóvel ser hipotecado pelo banco. a resposta da empresa foi que teria de existir justa causa, indicando que a única justa causa que existe é a venda do imóvel . Depois de tentar perceber o que para eles é justa causa, já que no direito português não está normativamente definido, estes continuam evocando o direito para não anular a apólice. Pela ausência de resposta, pedi para executar uma proposta de alteração do seguro de forma a cobrir o valor real da casa, mostrando lhe documentos da avaliação feita por peritos, ao qual continuam a responder que a apólice não poderá ser anulada. Neste momento tenho um seguro que não serve os seus propósitos nem me se dignam a negociar, remetendo sempre para a justa causa. Cumprimentos.
Serviço de casa
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº (NÚMERO DE CONTRATO), comunico que os vossos serviços procederam ao corte do serviço, sem qualquer aviso ou justificação. Neste momento, e desconhecendo motivos que justifiquem a suspensão de fornecimento do serviço, solicito o restabelecimento imediato, sem quaisquer custos, e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Serviço não prestado
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar reposta à minha reclamação relativamente à não prestação do serviço de aconselhamento fiscal do vosso balcão de Fátima, inclusive quanto à emissão da fatura-recibo do pagamento efetuado em 22/07/2024. Como não obtive a resposta combinada às várias comunicações que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta à mesma. Cumprimentos.
Encomenda não entregue e pedido de reembolso
Exmos. Senhores, Depois de inúmeros contactos com o Continente online, seja através do formulário de contacto, seja por email, seja através da linha telefónica, continuo à espera da devolução do valor facturado da minha encomenda 419393466_001 de 11 de Agosto, que não foi entregue. Bem sei , segundo o que me informaram no atendimento telefónico, a encomenda terá sido entregue nalgum lado, de acordo com a transportadora. Mas esse é um problema entre o Continente e a transportadora. A verdade é que a encomenda não foi entregue na morada solicitada e, até agora, não me foi dada qualquer explicação para o sucedido, nem foi feita a devolução do valor pago, o que é completamente inaceitável. Por outro lado, todos os contactos feitos foram-no por minha iniciativa e nunca por iniciativa do Continente, o que deveria ter acontecido desde a primeira hora, uma vez que reclamei da não entrega da encomenda logo no próprio dia 11, através do respectivo formulário. Não falta muito para um mês desde que a encomenda foi feita. Já tinha tido um problema parecido exactamente há um ano. Mas dessa vez a transportadora assumiu que não entregou a encomenda e o processo de reembolso foi mais rápido. Não sei se têm menos pessoas durante este período, mas não me parece aceitável tanto tempo para processar uma simples devolução. O valor facturado foi de 62,82 €. Agradeço a devolução deste montante, tão rápida quanto possível, para poder voltar a fazer compras no Continente. Enquanto não acontecer não voltarei a comprar nos vossos supermercados ou na loja online. Cumprimentos, André Almeida
Exigência pagamento de serviço que não vai prestar
Exmos. Senhores, em junho de 2023 fomos contactados telefonicamente pela EDPC que propunha um Pack Full que teria como um dos benefícios o desconto de 8% no preço da fatura de energia . Entre outras coisas que nos disseram foi que este Pack Full ficaria também associado aos dois outros pontos de fornecimento que tínhamos contratado com a EDPC, no entanto o desconto de 8% seria apenas aplicado ao ponto de fornecimento que escolhêssemos dos três. Escolhemos o CPE 0002 000 042 453 874 NV. Infelizmente para nós, porque não reparámos, nas letras pequenas referia que este Pack Full obrigava a 12 meses de fidelização??? Verifiquei agora em agosto de 2024 que, entre as dezenas de e-mails enviados pela EDPC, em abril de 2024 entrou um e-mail na minha caixa de e-mail referindo que o Pack Full seria renovado automaticamente em junho de 2024. Escusado será dizer que não me apercebi dessa questão. Acontece que em junho de 2024 transferimos o contrato de fornecimento para outras pessoas que habitam agora o apartamento, mas acontece que Pack Full não foi incluído nessa transferência visto que a EDPC enviou as faturas para nós como um serviço independente do fornecimento de energia. Contatamos a EDPC no sentido de transferir o serviço Pack Full do ponto de entrega referido antes para o CPE 0002 000 088 666 995 KC, onde residimos. A resposta da EDPC foi que não era possível a portabilidade que desejávamos porque neste CPE havia o contrato do Pack Smart, coisa que nós desconhecíamos, e que também tem fidelização de 12 meses e que também tinha sido renovado em junho de 2024. A data de renovação ser a mesma do Pack Full indica que realmente quando contratamos o Pack Full contratamos ignorantemente o Pack Smart !!! Então, o que realmente reclamamos é a proposta de contratação do Pack Full ter sido feita de forma enganosa e feita telefonicamente, e reclamamos também não aceitação da anulação do Pack Smart e contratação de um novo Pack Full em substituição do anterior, querendo obrigar-nos a pagar um ano de Pack Full sem que não haja possibilidade efectiva de prestar o serviço. Cumprimentos. Maria Cristina Bárbara Francisco Caetano Bárbara
Valor Cativo
Exmos. Senhores, Sou titular da conta Nº (0542011004000) e, no dia 02-09-2024 criei um cartão de mbway no valor de 550,00€ para passar dinheiro para uma outra conta minha, no momento em que validei todos os dados o valor em questão não entro de imediato na minha outra conta, como é habitual e o valor do mesmo ficou cativo na conta da CGD. Dirijo-me a uma agência a fim de resolver o meu problema, quando não só me deparo com a falta de resposta em tempo útil, como ainda me dizem que tenho de aguardar. Desde dia 02-09-2024 que a CGD não me resolve nem restitui o valor em causa, mais informo que no dia 03-09-2024 recebi uma chamada por parte de uma das colaboradores da CGD a garantir que a situação estaria regularizada no decorrer do dia ou madrugada, até agora o valor continua cativo, a CGD não responde e não me devolvo o valor em causa. Solicitei o estorno do mesmo nos termos do disposto no artigo 118.º Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 de novembro e ainda não procederam em conformidade. Aguardo a V/ rápida resposta. Cumprimentos.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
