Reclamações públicas

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C. S.
17/11/2025

equipamento com defeito

Exmos. Senhores, Péssimo serviço, recebi o produto defeituoso não funciona corretamente , tentei entrar em contato com a empresa por diversas vezes, o que me foi impossível durante muito tempo, depois de tanta insistência lá recebi uma resposta, não me forneceram todos os dados, e ainda paguei os portes, para devolver algo que recebi com defeito, esse custo é suportado pela empresa que vendeu pelo menos nas empresas onde custo-mo comprar fui a primeira empresa que me fez uma coisa destas há 15 anos a comprar online , apenas depois de terem recebido a encomenda, passado vários dias e depois de terem recebido a reclamação, aí sim disseram que tinham uma recolha gratuita... Isso sim é gozar com o consumidor... Fica aqui expressa a minha experiência desagradável em relação a esta dita empresa... Péssima, e por o que já vi no google e em outros portais parece é que se dedicam é a burla

Encerrada
F. N.
17/11/2025

Produto diferente do encomendado e dissuasão indevida da devolução

Exmos. Senhores, No dia 27 de Outubro, efetuei uma encomenda na loja online https://maria-lisboa.pt/ no valor de 52,21 EUR, referente a 1 casaco que estava mencionado como sendo de couro quando na realidade é de napa de uma qualidade miserável não correspondendo assim ao produto anunciado. Após reclamar junto da loja, em vez de me darem a possibilidade de devolver e obter o reembolso integral, ofereceram apenas compensações parciais (primeiro 10%, depois 20%) para que eu ficasse com os artigos que não encomendei. Quando insisti na devolução, enviaram instruções para devolver a encomenda à China (Yiwu, Província de Zhejiang), com os custos de envio a meu cargo, o que é manifestamente impraticável e constitui uma forma de desencorajar qualquer devolução. Este comportamento é um claro indicador de prática enganosa e potencial burla, já que: O produto recebido não corresponde ao anunciado; As respostas da loja são automáticas e padronizadas, sinal de que esta situação não é isolada; A exigência de envio para a China, com portes elevados a cargo do consumidor, inviabiliza na prática a devolução. O que solicito: O reembolso integral do valor pago (52,21 EUR) mediante devolução dos artigos em condições justas; Que sejam tomadas medidas contra esta prática de publicidade enganosa, que lesa os consumidores em Portugal. Com os melhores cumprimentos, IG

Encerrada
L. B.
17/11/2025

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 1/10/2025 adquiri uma sapatilhas, da marca NEW Balance NB9060 valor de 89,99€ euros. O pagamento foi efetuado no momento, por mbway. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 1/11/2025 Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços, incluindo RECLAMAÇÕES de outra compre que fiz e não obtive qualquer resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado a bastante tempo, solicito uma resposta ou a devolução do dinheiro Cumprimentos.

Encerrada
J. M.
17/11/2025

SITE INOPERACIONAL

Não consigo navegar no site da empresa. www.rowenta.pt Está inoperacional. Não reconhece a minha morada. Não consigo apresentar queixa no livro de reclamações. Agradeço que resolvam o problema. Cumps.

Encerrada
M. L.
17/11/2025

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, A 29 de Setembro adquiri uma encomenda de 3 camisolas de futebol diferentes, da vossa página, Mister Tuga, pelo valor de 89,96€ €. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada no máximo até ao dia 29 de Outubro. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços, desde o dia 7 de Outubro e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Encerrada
A. M.
17/11/2025
Helvetia Éditions

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, a 07/05/2025 adquiri o livro “Ensina-me a Dormir”, do autor Valdemar Gomes, da Helvetia Éditions, pelo valor de 13€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada no mês de junho. Por vezes recebia e-mails a informar de atrasos na edição e entrega dos livros por parte de um endereço eletrónico da editora ("comercial@helvetiaeditions.com"), e por vezes recebia e-mails sobre o livro por parte do Festival de Poesia de Lisboa ("admin@festivaldepoesiadelisboa.com"), entidade organizadora do projeto do livro e que pertence à editora referida acima. Sucederam-se vários atrasos. Eu mudei a morada, situação que informei à editora através de e-mails por diversas vezes, muito antes de terem começado a serem efetuadas as entregas. Comprovo isso mesmo através do documento que submeto em anexo. Várias pessoas já receberam as suas encomendas deste livro, mas eu ainda não. Até à presente data (17/11/2025), o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (05/06/2025, 15/06/2025, 30/07/2025, 30/09/2025, 02/11/2025, 12/11/2025) e não obtive qualquer resposta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito que, ou ocorra a rescisão do contrato celebrado e o reembolso do dinheiro, ou o envio, finalmente, deste livro que já paguei há vários meses. Cumprimentos.

Encerrada
H. X.
17/11/2025
ECOPC (SMART DRAGON, SL) - ES

ECOPC - Extravio/perda de equipamento

No dia 05/05/2025, comprei um computador portátil Lenovo ThinkPad T495s através do site da ECO PC, pelo valor de 357,80 € (pedido ECO033507). Após cerca de cinco meses de utilização, o equipamento apresentou uma falha repentina no ecrã, impossibilitando a realização de backup dos meus dados (informação essa previamente comunicada à equipa de pós-venda da ECO PC). O produto foi recolhido pela empresa (cientes da impossibilidade de realização do backup devido a falha apresentada) para reparação no dia 22/10, sob garantia, sendo-me informado que o processo demoraria apenas dois ou três dias. No entanto, após insistentes contactos solicitando atualizações, fui informada cerca de 14 dias depois que a transportadora GLS havia perdido o meu equipamento. A ECO PC demorou um total de 20 dias para resolver o caso e só me enviou um equipamento de substituição depois de eu própria identificar um modelo equivalente no site da empresa (antes ofereceram-me três opções inferiores em algumas especificações). Durante este período, fiquei impossibilitada de trabalhar e realizar atividades profissionais que dependem do computador (situação previamente comunicada à equipa de pós-venda antes da recolha do equipamento), o que me causou prejuízos económicos e pessoais significativos. Apesar de terem substituído o equipamento por outro, a empresa recusou-se a oferecer qualquer compensação financeira, reconhecendo a perda do equipamento durante o processo sob sua responsabilidade (segundo um funcionário – Rubén –, a responsabilidade pelos prejuízos económicos seria minha, pois “se dependo do portátil para trabalhar, deveria ter dois”). Importa referir que, segundo o Real Decreto Legislativo 1/2007, Texto Refundido da Ley General para la Defensa de los Consumidores y Usuarios, nomeadamente: - Artigo 120.º, que estabelece a responsabilidade do vendedor durante o período de garantia; - Artigo 126.º, que prevê o direito do consumidor a ser indemnizado pelos danos causados pelo incumprimento do contrato; - Artigo 147.º, que reafirma a obrigação do profissional de ressarcir prejuízos derivados da falta de conformidade; Dispõe-se de todos os registos de emails e conversas que comprovam os factos descritos com fotos. Pedido: Solicito uma indenização no valor total de 1.300 €, discriminada da seguinte forma: - 700 € por perdas profissionais (perda de oportunidades de trabalho —trabalho como DJ freelancer aos fins de semana—, cursos remunerados e formação para um trabalho em contact center); - 300 € por danos morais e esforço decorrentes da perda definitiva de dados pessoais e profissionais (arquivos de música, sets preparados, programas de mixagem, cópia de segurança de arquivos pessoais do meu celular, documentos pessoais, etc.); - 300 € como compensação pelos transtornos, tempo perdido e ausência de solução adequada em um prazo razoável. - Solicito também que a ECO PC seja oficialmente notificada para proceder à indenização mencionada e que mantenha o compromisso de localizar e devolver meu equipamento original, caso seja encontrado, para recuperar arquivos e documentos.

Encerrada
P. F.
17/11/2025

Possível prática irregular no concurso do E.Leclerc

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à campanha promocional atualmente realizada pelo E.Leclerc, que oferece aos clientes um “voucher/tentativa” por cada compra superior a 30 euros, permitindo participar num suposto jogo de sorte online. Ao utilizar o referido jogo, identifiquei vários comportamentos que considero irregulares, injustos e potencialmente contrários à legislação portuguesa sobre concursos e promoções comerciais. 1. Mecânica do concurso: não é verdadeiramente aleatório A mecânica apresentada funciona com um “timer” que desce até zero. Quando o temporizador chega ao fim, o participante deve clicar em “Tentar”. No entanto: exatamente 1 milésimo de segundo após o contador chegar a zero, surge sempre a mensagem de que outra pessoa já ganhou; nunca é possível tentar efetivamente, pois o sistema declara de imediato que o prémio foi atribuído a alguém; isto indica que quem tiver o melhor ping, melhor ligação, ou quem utilize bots/scripts automáticos terá sempre vantagem absoluta. Isto contradiz a ideia de “jogo de sorte” e converte-o num concurso de velocidade, altamente dependente de fatores externos e desiguais entre consumidores. 2. Falta total de transparência O site não identifica quem ganhou, não apresenta qualquer registo, ID, lista de participantes, estatísticas, nº de tentativas, nem qualquer dado que permita verificar a veracidade do prémio atribuído. Do ponto de vista legal, concursos desta natureza devem garantir: igualdade de oportunidades, impossibilidade de manipulação, transparência no processo, e prova de que o prémio foi realmente adjudicado. Neste caso, nada disso acontece. 3. Possível infração às normas sobre concursos e sorteios A legislação portuguesa impõe que concursos com prémios sejam: claros, transparentes, não discriminatórios, e que utilizem mecanismos verificáveis para atribuir o prémio. Um sistema baseado em “quem clicar mais rápido no milésimo exato”: não é imparcial, pode ser facilmente explorado através de bots, favorece utilizadores com melhor tecnologia, e coloca a maioria dos consumidores em clara desvantagem. Além disso, o regulamento deve ser divulgado de forma clara, o que aqui não acontece de forma suficiente para justificar o método de atribuição do prémio. 4. Suspeita de violação do princípio de boa fé comercial Ao promover um concurso desta forma, o E.Leclerc cria falsas expectativas ao consumidor: o cliente acredita que tem hipótese real de ganhar, gasta 30€ por compra para obter tentativas, mas na prática parece impossível vencer, tendo em conta a execução automatizada e imediata do sistema. Isto pode configurar publicidade enganosa ou prática comercial desleal, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, bem como violação das regras de concursos publicitários previstas pelo Regime de Promoções Comerciais. 5. Pedido de investigação Peço que a DECO PROTESTE analise: se este concurso cumpre a legislação de concursos em Portugal; se a mecânica “primeiro a clicar no milésimo” é válida legalmente num concurso apresentado como sorte; se há mecanismos de prevenção de bots e automatismos; se existe transparência na atribuição dos prémios; se esta prática configura uma vantagem injusta para alguns consumidores ou publicidade enganosa. Solicito também que, caso se verifiquem irregularidades, esta situação seja encaminhada para: ASAE, Direção-Geral do Consumidor, ou outras entidades competentes. Agradeço a atenção e fico disponível para qualquer esclarecimento adicional. Aguardo o vosso parecer. Com os melhores cumprimentos, Pedro Fonseca

Encerrada
M. V.
17/11/2025

Encomenda danificada

Boa tarde escrevo para reclamar de uma encomenda que fiz no dia 23 de outubro de um farol traseiro do lado esquerdo,no qual paguei 82.39€ com os portes de envio.o farol chegou dia 30 primeiramente nem foi entregue em casa tive de o ir levantar a 10km de casa depois de ter pago tive de me deslocar ao local para levantar uma encomenda pela qual paguei a entrega,para minha surpresa o farol veio partido mandaram entregar num in-post "DROGARIA PEREIRA & VALONGO Sitio de Sao Pedro 540A 8800-405 Tavira" foi enviado dia 3 de novembro hoje é dia 17 A encomenda ainda nem chegou ao destino. Nem um reembolso foi feito tao pouco. Estou arriscada a levar uma multa e nao tenho obrigação de gastar outro dinheiro,quando o meu está empatado nao sei onde!gostaria de saber quem se responsabiliza por tudo isto??desde janeiro agradeço e aguardo uma resposta .

Resolvida
S. C.
17/11/2025

Falsificação de Assinatura - encomenda não entregue

No dia 10-11-2025, a transportadora Paack registou no seu sistema que a minha encomenda havia sido entregue às 13h19 e alegadamente recebida por mim. Tal informação é falsa, uma vez que: eu não recebi qualquer encomenda nesse dia; não fui contactada por estafeta algum; não assinei nenhum comprovativo de entrega. Após solicitar o comprovativo à transportadora, foi-me indicado que tal pedido deveria ser feito ao vendedor. Troquei diversos emails com a transportadora a pedir o comprovativo e obtive sempre a mesma resposta automática indicando que a encomenda foi entregue e que contactasse o vendedor e que concluiam assim o pedido. Ao contactar o vendedor, este forneceu um documento supostamente emitido pela transportadora, onde consta uma assinatura que não corresponde à minha, sendo meramente um “risco” irreconhecível e sem qualquer validade e uma indicação de “CC validado: Costa”, sem qualquer prova real de verificação de identidade, ou seja, uma ausência total de elementos mínimos de prova, como identificação do alegado recebedor, fotografia da entrega, localização, ou assinatura eletrónica certificada. Tal “comprovativo” é manifestamente insuficiente e levanta sérias dúvidas quanto à integridade do processo de entrega. Isto é inadmissível e constitui potencial prática de falsificação de documento (art. 256. do Código Penal), além de violar o art. 12. da Lei 24/2014 e o DL 84/2021, que colocam sobre o profissional o ónus da prova de entrega. A Paack não cumpriu qualquer requisito legal. A falsa confirmação de entrega é uma infração grave e prejudica diretamente o consumidor. Sempre que souber de antemão (que não foi o caso) de que a transportadora é a Paack, não vou adquirir o serviço.

Resolvida

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