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HOTEL ME ACUSOU DE GOLPISTA
Exmos. Senhores, Gostaria de registrar uma reclamação referente ao tratamento que recebi por parte do Hotel City Central de Luxe, localizado em Praga, República Tcheca, e pela plataforma de reservas Booking.com, que tem ignorado minha solicitação de assistência em uma situação altamente constrangedora e potencialmente prejudicial. Minha família e eu temos uma viagem marcada para o final de dezembro de 2024, que incluirá um grupo de 7 pessoas (nossa família de três pessoas e uma família de quatro integrantes). Ao pesquisar opções de estadia, encontrei no aplicativo da Booking o Hotel City Central de Luxe, que atendia a todas as nossas necessidades. Eu e minha amiga realizamos as reservas simultaneamente, sendo que minha reserva foi finalizada, enquanto a dela foi recusada por falta de disponibilidade. Como a tarifa era "Não Reembolsável", aceitei os termos, ainda que estivesse chateada com a impossibilidade de reservar quartos para todos. Diante disso, minha amiga e o restante do grupo começaram a buscar outro hotel próximo para acomodação. Após alguns dias, recebi uma notificação do Booking de que o meu cartão havia sido considerado inválido, solicitando que eu atualizasse o método de pagamento. Comuniquei-me com o hotel, explicando que o pagamento deveria ser feito por meio do cartão do meu marido, que usamos regularmente para reservas, pois sou sua dependente e não possuo cartão próprio. Ressalto que nunca tivemos problemas com essa prática em outros estabelecimentos. Em resposta, o hotel enviou-me uma fatura cobrando o valor total da estadia, esperando que eu realizasse o pagamento imediatamente, o que a plataforma Booking não possibilita, além de não haver previsão para este tipo de pagamento. Diante disso, respondi ao hotel informando que não poderia honrar a fatura naquele momento, e autorizei o cancelamento da reserva, caso fosse necessário. O hotel respondeu ao meu e-mail insinuando que o cartão que eu estava tentando usar era fraudulento, questionando minha honestidade e sugerindo que eu poderia estar envolvida em atividades ilegais. Além disso, fui ameaçada de que, caso não pagasse a fatura, o hotel denunciaria minha reserva à Associação Checa de Restaurantes e Hotéis como fraudulenta. Considero esta conduta abusiva e absolutamente desrespeitosa, uma vez que a situação poderia ter sido resolvida por meio do cancelamento simples da reserva. Diante do exposto, gostaria de solicitar que a DECO intervenha para: Registrar minha reclamação formal contra o tratamento abusivo e acusatório do Hotel City Central de Luxe. Intermediar, se possível, um contato com a Booking para que revisem o suporte ao cliente em casos como o meu, onde um pagamento alternativo (como o cartão do cônjuge) não é aceito e onde o cliente se vê impedido de resolver a situação de forma justa. Assegurar-me de que esta situação não venha a afetar negativamente minhas viagens futuras, além de alertar outros consumidores sobre a conduta abusiva deste estabelecimento específico. Peço que, se possível, analisem o caso também sob a ótica dos meus direitos enquanto consumidora e da legislação de proteção ao consumidor, especialmente considerando a Lei de Defesa do Consumidor (n.º 24/96), que protege o consumidor contra práticas abusivas e comportamentos comerciais enganosos. Ressalto que possuo registros completos de todas as trocas de e-mails e informações pertinentes que comprovam os fatos aqui expostos. Agradeço desde já a atenção e apoio para a resolução deste caso, e coloco-me à disposição para fornecer qualquer outra informação que seja necessária. Cumprimentos.
Triagem seletiva
Exmos. Senhores, Dia 27/10 estive no casino da madeira com um amigo, quando tentamos entrar na discoteca porém o funcionário que estava fazendo a triagem não permitiu nossa entrada sem justificativa plausível. Visto que estávamos com vestimentas apropriadas pro local. Gostaria de entender qual o critério para entrada na casa. Ressalto que o funcionário da triagem em nenhum momento deu um motivo concreto para não permitir nossa entrada. Aguardo resposta da casa pois senti me lesado com a situação. Cumprimentos.
Reclamação relativa ao espetáculo “O Fantasma da Ópera"
Venho, por este meio, expressar a minha profunda insatisfação e frustração relativamente à experiência vivida no espetáculo “O Fantasma da Ópera”, no Campo Pequeno, para o qual adquiri 8 bilhetes para mim e minha família (OITO BILHETES...). Em nenhum momento do processo de compra fui informado de que os lugares que escolhi possuíam visibilidade reduzida. No entanto, ao chegarmos ao local e tomarmos os nossos assentos, percebemos que a visão do palco era extremamente limitada, o que comprometeu significativamente a nossa experiência. Esta situação representa, a meu ver, uma falha grave por parte da organização. Não só constitui uma falha no dever de informar adequadamente os clientes, mas também uma desconsideração pela experiência cultural dos espectadores, os quais dispendem tempo e dinheiro para assistir a uma peça altamente publicitada. Já para não referir a vergonha que esta situação representa para a Cultura em Portugal. Numa sala com vários espetadores estrangeiros (turistas) , que sentiram os mesmos problemas que nós, isto representa uma falta de respeito e um embaraço para a Cultura em Portugal.
Reembolso da viajem
Exmos. Senhores, Comprei a viajem pela MyTrip e um dos ocupantes (a criança de 2 anos )não vai poder viajar por motivos de doença e aconselhamento médico . Liguei várias vezes para que me dessem uma alternativa e todas elas foram negadas. Sugeri a eles fazerem uma troca de passageiros com o pagamento de uma multa e mais o acréscimo da viajem neste caso a criança pelo adulto e mesmo assim eles disseram que não era permitido. Aguardo uma resposta positiva para este acontecimento e que me possam ajudar pois sinto-me prejudicado e injustiçado e roubado e uma enorme falta de respeito pelo cliente. Comigo foi a primeira e última compra com esta fraude de empresa. Cumprimentos.
Cancelamento de contrato
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Por várias vezes já fui a este estabelecimento solicitar o cancelamento,pelo período de 12 meses no contrato concluídos,mais infelizmente eles não aceitam fazer o meu cancelamento e solicito que façam,o quanto antes pois estão a fazer descontos da minha conta bancária sem eu frequentar o ginásio,isso está me causando vários transtornos,pagar por algo que não estou a usar.
Anel com oxidação
Exmos. Senhores, No dia 28/06/2024 foi-me oferecido um anel que passado 4 meses de uso está a perder a cor. Quando me dirigi a uma loja para conseguir perceber o que podia fazer, a colaboradora disse que a Pandora enquanto marca não deixava fazerem qualquer tipo de troca nem mandar para a garantia porque a mesma não cobria. Posto isto, mandei um e-mail diretamente à marca que me respondeu com muitos conselhos sobre como usar as jóias, sendo que no meu e-mail expliquei que quando saía de casa era a última coisa que eu punha no dedo e quando chegava era a primeira a tirar. Não tenho contacto com qualquer tipo de detergentes ou químicos, tenho bastante cuidado com o anel dando-lhe o uso normal. Expliquei que não era a primeira jóia que eu tinha da marca, mas era a primeira que me tinha ficado assim passado apenas 4 meses de uso, sendo que tenho o mesmo tipo de cuidado com todas as peças. A Pandora não me arranjou nenhuma solução como ainda tenta culpar os clientes pelo sucedido dizendo que não se trata de um defeito de fábrica mas sim mau uso. As peças não são baratas e por esse mesmo motivo é esperado um certo tipo de qualidade que aqui não estão a oferecer, como é que um anel de 100€ fica sem cor passado 4 meses? A garantia devia cobrir este tipo de situações uma vez que se paga o valor que se paga. Agora vou ficar com um anel que gosto muito e é especial para mim mas que está oxidado e que provavelmente vai ainda escurecer mais. Cumprimentos.
Subscrição
Exmos. Senhores, Realizei uma reserva de voo no site da edreams e sem me aperceber aderi uma subscrição anual. Recebi a confirmação do mesmo, e hoje recebi um email a dizer que me seria cobrado essa anuidade. Contactei a linha de apoio que me informou que tinha passado o tempo de experimental (que eu nem sabia q estava a decorrer) e que não faziam a devolução, que apenas poderiam cancelar a mesma. Eu so quero os 89,99€ de volta ja que me sinto enganado. Podem me ajudar? Cumprimentos.
Voo cancelado e respetivas reservas de Safari e hotel
Ex.mos Senhor da Tempo Viagens, Venho por este meio comunicar uma série de situações de desagrado por parte da vossa Cliente,, relativamente à sua última viagem convosco, no final de junho. Nós contratamos a viagem “Especial Sri lanka, Quénia e Zanzibar”, de 25 dias. Saímos de Lisboa a 18 de junho e tínhamos a reserva convosco com o número: 24100384 No Sri Lanka correu tudo bem, não houve de facto na da apontar; nas Seychelles também estava tudo a correr de acordo com o que foi contratado, até termos sido contactados na tarde anterior ao voo para Nairobi, para sermos avisados que não iríamos embarcar. O Representante nas Seychelles não forneceu mais informações, nem deu alternativa ao que nós, em pânico, entramos em contacto com a Travelland e eles sucessivamente com vocês . Tínhamos voo de saída das Seychelles marcado para as 03:15 da madrugada e o voo que nos apresentaram de alternativa, na altura, era da mesma companhia, por volta das 17hrs e durante a noite o voo foi, novamente cancelado e alterado para as 19:40 ! Com isso tudo, perdemos os serviços contratados em Nairobi, nomeadamente os primeiros 1.5 dias de estadia e de Safari contratados e pagos; além de terem de termos pago um valor de 430€ de novas despesas em estadia e transfers. Fora isso, depois ao último destino da viagem, Zanzibar, o transfer encontrava-se com a hora errada e, novamente, tiveram de entrar em contacto para resolver a situação, depois de dias antes já termos tido problemas que chegassem! Na altura, foram enviados pedidos à seguradora e Transportadora Aérea para reembolso das despesas, ao que até agora, todos (absolutamente) decidiram ignorar a situação. Isto é inadmissível… Por vários motivos: Primeiro, porque não se trata de uma viagem de 100€ , e mesmo que fosse! Mas não foi! O cancelamento dos voos, ao que nós pudemos confirmar deveu-se a falta de venda de bilhetes, uma vez que não havia praticamente ninguém no voo para Nairobi às 19:40 (quanto mais às 3 da manhã). Ao que pudemos apurar, esta Transportadora aérea é conhecida por fazer isto, constantemente, e esta em questão não vos deve ser alheia certamente. E sendo vocês um operador tão conceituado, é inadmissível que sabendo da possibilidade de isto acontecer, aceitem vender uma viagem destas (cujos dias estão contados ao milímetro), com uma transportadora que não só não se responsabiliza, como não aceita fazer o transbordo dos clientes para outras companhias aéreas. Aqui, nós mesmo que quiséssemos sair das Seychelles por uma EK, por exemplo, teriam custos adicionais e perderiamos na totalidade o valor do bilhete pago na companhia anterior. Tudo porque não querem voar porque não têm passageiros suficientes?! E o Cliente que pagou é que fica penalizado? Penalizado no voo, penalizado no safari, penalizado nas férias que pagou e, ainda, com uma carga de nervos enorme em cima, porque ninguém, e repetimos, ninguém arranja uma solução?! Se esta Companhia Aérea é assim, nem deveria contar como opção para vocês… Nunca! Segundo, porque existem seguros contratados! Mas pelos vistos o vosso seguro ainda tem muito que melhorar e quando nós dizemos muito, é mesmo muito! O vosso seguro não é apropriado a uma viagem destas e leva os clientes ao engano. Sentino-nos enganados com este seguro contratado no vosso plano. Porque quando precisamos de pedir o reembolso do voo cancelado e foi negado ficamos a saber que, os cancelamentos por “motivos operacionais” não são reembolsados! Ora bem, o que são motivos operacionais, aqui? São falta de combustível? Não… É falta de descanso do pessoal? Podia ser, mas não! É falta de condições atmosféricas para levantar voo? Também não se verificou! Não lhes apeteceu apenas… como não lhes apetece imensas vezes levantar voo; como, de resto, pelos vistos, é habitual nesta companhia! Basta pesquisar um pouco nas queixas feitas a nível mundial para perceber! Mas há seguros de viagem que cobrem imensas coisas em viagens de vários dias e de longas distâncias, como esta que fizermos. o vosso seguro simplesmente, não pagou, nada! Não se responsabilizou sequer por uma pequena percentagem dos custos ! perdemos imenso dinheiro, tivemos de desembolsar ainda mais um quanto; mas ninguém se responsabiliza! Esta Transportadora Aérea é a responsável, diz o Seguro, mas ela não se rege pelas leis europeias. E, como tal são os Clientes que vão ficar a perder 1500€. 430€que tiveram de pagar durante a viagem (por alterações que não pediram e mais de no mínimo 1000€ por um safari que acabaram por não usufruir). Nós não somos quaisquer clientes. Mas sim clientes que viajam várias vezes ao ano; e fazem viagens que não são viagens baratas! A próxima que pretendemos fazer é com um grupo ao Japão! Mas já mostramos vontade em não voltar a viajar através da Tempo, por toda esta situação e pela falta de resolução deste “problema”. São 1500€. Muito ou pouco, não interessa… é um valor e foi um stress que tiveram que iria ser resolvido com a chegada a Portugal, pelo seguro (que não funciona); pela companhia (que não se rege pela lei europeia); e quem perde é sempre o mesmo… o cliente.
Expulsão traumática e constrangedora da minha filha de 4 anos da piscina do Hotel Melià Lisbon Aerop
Exmos. Senhores, Somos um casal de portugueses que vive em Paris e que foi de férias a Portugal de 17 a 22 de outubro. No dia 18 de outubro, às 14h30, fomos ao Hotel Melià porque tínhamos comprado um voucher da empresa Odisseias que dava direito, a mim e à minha mulher, a uma massagem de 30 minutos cada um e a utilizar a piscina do hotel durante 3 horas. Nunca nos foi dito no e-mail de compra que não era permitida a entrada de crianças na piscina do spa, pelo que fomos os três para a piscina, alternando a guarda da nossa filha quando cada um de nós ia receber a massagem. Por volta das 15h entramos na piscina e 15 minutos depois o Sr. Ricardo veio ter connosco aos gritos e berros, ofendendo-nos de forma agressiva e constrangedora e dizendo que tínhamos de sair imediatamente da piscina porque não era permitida a entrada de crianças. A minha filha chorava compulsivamente (e as imagens da câmara de vídeo podem comprovar tudo o que estou a dizer) e a minha mulher estava nervosa e perturbada. Decidimos sair imediatamente da piscina e fomos ao balneário mudar de roupa e minutos depois vimos duas crianças a irem para a piscina com os pais. Depois fui ao site do hotel e vi que as crianças estavam autorizadas a estar na piscina até às 16 horas. Fui perguntar ao diretor do SPA sobre esta informação e ele respondeu-me que só as crianças que estavam hospedadas no hotel tinham direito a estar na piscina até às 16 horas. Disse-lhe então que podia reservar um quarto, pois a minha filha estava triste e eu não a queria deixar naquela situação. O Diretor do SPA insinuou então que eu não tinha dinheiro para reservar o quarto (a câmara de video e um especialista em leitura labial podera comprovar isto), dizendo que o preço do quarto era elevado (cerca de 400 a 500 euros) e que eu tinha de ver se valia a pena pagar tudo isso para ficar uma noite no hotel. Disse-lhe que faria a reserva com o meu telemóvel porque queria que a minha filha ficasse na piscina. Foi o que fiz, reservei através do site Traventia e rapidamente fui à Receção para que me fosse atribuído um número de quarto para que a minha filha pudesse usufruir da piscina pelo menos até às 16h. Depois de fazer o check-in, desci ao spa e a minha filha pôde ter o mesmo tratamento que as outras crianças e divertir-se na piscina. Mesmo assim, como resultado do que aconteceu, o nosso dia foi perturbado e, em vez de relaxar, passámos toda a tarde e noite nervosos e tristes com esta situação e a nossa filha passou toda a noite a ter pesadelos e a chorar, pelo que esta situação teve um efeito traumático nela. Por isso, vou até às últimas consequências legais e vou contactar todas as instituições de defesa do consumidor para denunciar o sucedido, porque não vamos parar enquanto não virmos os nossos direitos respeitados e não formos indemnizados. Desde o dia 19 de outubro que tenho insistido com o Diretor do SPA para que cancele o voucher e para que nos devolvam o valor pago à Odisseias por um serviço que não utilizámos, e o Diretor do Hotel tem estado a gozar connosco, e a mentir-nos dizendo que já fez tudo o que era necessário para que o voucher fosse cancelado, quando na verdade, depois de termos contactado a Odisseias no dia 23 de outubro, nos disseram que o Diretor do SPA deu ordem para não cancelar o voucher e não fazer o reembolso. Portanto, é evidente que o objetivo do Diretor do SPA era obter uma vantagem financeira para o Hotel, sendo pago duas vezes: 250 euros pela reserva que fizemos + 53 euros do voucher da Odisseias que não foi utilizado. No dia 24 de outubro enviei um email definitivo ao hotel a dizer que iria tomar as medidas legais adequadas para resolver esta situação e este respondeu-me dizendo que iria cancelar o voucher. Portanto, tudo isto prova a má fé, a arrogância e a falta de consideração pela minha família, gozando com a nossa situação e tendo um total desrespeito por esta situação. Não vamos desistir e vamos agir com veemência para condenar tudo o que aconteceu neste hotel, e vamos até às últimas consequências legais para que este hotel seja condenado por toda esta situação traumatizante, que causou danos morais e psicológicos à minha família. Cumprimentos., D.A.
devolução
Exmos. Senhores, no dia 14/10/2024 fui ao site fazer uma reserva com o nº W311G0 alugar uma autocaravana paguei o valor de 368 euros quando lá cheguei dia 18-10-2024 foi-me dito que tinha de deixar uma reserva no valor de 2000€ nunca me foi dito que tinha de deixar esse valor da reserva como não tinha esse valor tive que anular a minha reserva onde me foi dito que não me iriam devolver os 368 de volta. não concordo que não me devolvam o valor por inteiro porque a culpa não foi minha eu paguei o que me foi exigido nunca me foi dito que tinha de deixar uma caução. Cumprimentos.
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