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Ligações Frequentes inconvenientes
Exmos. Senhores, Tenho recebido todos os dias ligações da Medicare desde que cancelei o plano, onde bloqueio os números para não voltar a ligar e ligam sempre com números diferentes TODOS os dias. Ja disse que nao tenho nenhum interesse pela Medicare e estou totalmente insatisfeita com tamanha insistência. Peço por favor que deixem de me contactar. Cumprimentos.
cancelamento contrato
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com Med & cr - Serviços de Gestão de Cartões de Saúde Unipessoal Lda.Apólice nº 99100019/99600019. Fui contatado telefonicamente para aderir ao Platinium mais vida . Depois de constatar que tinha muito poucas vantagens, tentei anular telefonicamente, disseram que tinha de permanecer 1 ano. Em maio de 2023, tive um grave problema de saúde e atualmente ainda estou de baixa médica, como expliquei diversas vezes por telefone, tentei anular em 24 de julho de 2023 por mail, desde essa data que não uso nenhum dos cartões que me foram entregues. Já enviei diversos mails, telefonemas e continuam a enviar dados para pagamento das mensalidades. No certificado de existência de seguro referem " O presente contrato termina: .......sempre que o Plano Medicare da Pessoa Segura não se encontre em vigor ou existam quantias em dívida á Medicare..... Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 de fevereiro, artigo 5º nº7, o qual refere que "Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços". Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos desde 24 de julho 2023. Solução pretendida cancelar contrato desde 24 de julho Cumprimentos.
Rescisão de contrato
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a medicare nº. 45100050389. Após várias tentativas por telefone e email, e explicadas por tantas vezes o motivo que me levam a querer rescindir o contrato: É me neste momento impossível manter os pagamentos por dificuldades financeiras e por um dos associados ir sair fora do país. Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão que recebi no dia 10 de Maio de 2019, e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo por ambas as partes, onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Cumprimentos, Liliana Cardoso Janela
Cancelamento motivo de saúde com atestado médico
Exmos Senhores, No dia 16 de maio de 2024 dirigi-me ao vosso ginásio para cessar o contrato que tinha convosco por motivos de saúde de ambos os titulares do pacote apresentando para isso os atestados médicos de cada de nós. Vou tirado pela vossa recepcionista uma cópia dos atestados e que seria "avaliado" por vós o cancelamento. Enviei o seguinte email que transcrevo: "Exmos. Senhores, No passado dia 03 de abril de 2023, celebrámos com o ginásio Sunset, dirigido por V. Exas. um contrato de frequência do mesmo, com o pack SUNFAMILY 12, comprometendo-nos a comparecer, sempre que possível. Ficou definido para o contrato uma duração anual e, para o serviço acordado, o pagamento combinado foi de € 59 mensais. Ora, como poderão comprovar pelos atestados em anexo, por motivos de saúde que nos ultrapassam, vimos por este meio terminar o mesmo. Com os melhores cumprimentos, V. M. H.M." No dia seguinte, por telefone e não respondendo ao email, disseram que os vossos advogados não acreditavam que ambos tivessemos problemas de saúde, desvalorizando assim atestados médicos e não cumprindo a legislação em vigor e que, inclusive, está descrita no vosso contrato. Aguardo resolução, V.M., H. M. Cumprimentos.
Erro de diagnóstico
Exmos. Senhores, No dia 09/01/2024 o meu pai dirigiu-se ao consultório da Drª Celeste Novais com queixas de que não estava a ver bem e com um certo “nevoeiro” nos olhos. Saiu da consulta com uma nova prescrição para novas lentes e um tratamento para um dito vírus nos olhos, principalmente no olho direito. Após o tratamento e a troca de lentes e continuando com as mesmas queixas e até queixas da agravação dos sintomas da primeira consulta, o meu pai voltou ao consultório em 14/02/2024, sendo atendido numa nova consulta de oftalmologia, embora os recibos até agora tenham como descrição consulta de clínica geral. Nessa consulta foi dito que o oculista tinha feito mal a graduação das lentes, o que implicou uma nova compra. No dia 20/04/2024 o oculista resolveu a situação da graduação das lentes. Sendo que o meu pai continuou com as mesmas queixas. Numa consulta de optometria com o intuito de ter uma segunda opinião tanto do “nevoeiro” nos olhos como na graduação das lentes, que foram receitadas. Foi de imediato detectado problemas graves no olho direito, sendo recomendado marcar uma consulta de urgência num especialista. Nesse mesmo dia foi marcado uma consulta de urgência de especialidade de Glaucoma + oftalmologia no hospital da Trofa. Foram feitos os seguintes exames: OCT - Tomografia Coerência Óptica Topografia corneana Avaliação da visão binocular de perto e de longe com testes subjetivos de fixação Perimetria Computadorizada O meu pai foi reencaminhado de urgência para o Hospital de Braga, com o diagnóstico de descolamento da retina do olho direito já bastante avançado e confirmado que a retina já se encontrava completamente descolada. Foi operado de urgência 2 vezes ao olho direito na tentativa de recolocar a retina e salvar o máximo da visão do olho direito. Infelizmente, à data de hoje, o meu pai está completamente cego do olho direito, já não consegue ver luz intensa, devido ao descolamento da retina não diagnosticado pela Drª Celeste Novais, nas duas consultas efetuadas. Não entendo como se consegue falhar num diagnóstico desses. Saliento que o meu pai tendo glaucoma de grau 4 num estado terminal nas consultas em que ele teve, foi-lhe sempre dito que a doença estava controlada e até a melhorar. Para concluir, serve o presente exposto para denúncia de má prática e desleixo da Drª Celeste Novais num diagnóstico óbvio sendo a “especialista” que diz ser. Se tivesse feito o trabalho dela com profissionalismo, o desfecho desta triste situação seria outro. Também quero expor que as consultas de oftalmologista, na realidade, são catalogadas como sendo consultas de clínica geral. Cumprimentos.
Faturação indevida
Exmos. Senhores Encontram-se para liquidação as seguintes faturas relativas a Francisco Maria Bruno de Sousa Barreiro Fernandes: 1. FHCPF20240220759: 50,00 EUR 2. FHCPF20240229983: 270,00 EUR 3. FHCPF20240229984: 300,00 EUR Este paciente tem um plano de saúde Médis com o n.º 238202338 00. No que concerne à fatura FHCPF20240220759 relativa a uma ecografia abdominal o valor a cobrar deverá ser segundo os valores tabelados de 25 a 45€. Em relação às faturas FHCPF20240229983 e FHCPF20240229984 relativa a uma RM cardíaca foi previamente indicado que o valor ficaria compreendido entre 150€ e 285€. Vejo, com espanto, que o valor faturado para este exame, no total de 570€, nada tem a ver com o valor mencionado inicialmente. Ressalvo que caso tivesse sido indicado o valor de 570€ não teria efetuado o exame nas vossas unidades hospitalares, e teria recorrido a outro local privado ou público. Desta forma solicito que as faturas em questão sejam corrigidas com a maior brevidade possível para os valores assumidos pela própria CUF. Com os melhores cumprimentos Francisco Fernandes
Ativação indevida de contrato
Exmos. Senhores, Em abril, fui confrontado com um pedido de ajuda do meu pai, que recebeu documentação da Medicare em casa sem nunca ter solicitado qualquer plano de saúde. O meu pai refere que, perante a insistência do vosso vendedor, acedeu a receber informações sobre as condições para avaliação futura. No entanto, verificou-se uma ativação irregular do contrato sem qualquer aceitação formal do mesmo. Além disso, é importante salientar que o meu pai enfrenta problemas de saúde mental e é acompanhado a nível de psiquiatria. Numa chamada tripartida, solicitei a gestão do contrato, que me foi cedida. Durante essa gestão contratual, foi solicitado o cancelamento imediato do seguro, tanto por via telefónica como por escrito. No entanto, foi mencionado que eu teria um período de fidelização de 1 ano, o que nunca foi acordado previamente. Neste contexto, venho expressar a minha insatisfação com a situação e solicitar as seguintes ações: cancelamento imediato do contrato, anulação da fidelização e compensação pelos transtornos casados. Relembro ainda: - Nunca recebi qualquer contrato por escrito tal como a lei obriga. - O que se entende por contrato celebrado à distância? Artigo 9.º Requisitos de forma nos contratos celebrados fora do estabelecimento comercial: O contrato celebrado fora do estabelecimento comercial é reduzido a escrito e deve, sob pena de nulidade, conter, de forma clara e compreensível e na língua portuguesa, as informações determinadas pelo artigo 4.º. O fornecedor de bens ou prestador de serviços deve entregar ao consumidor uma cópia do contrato assinado ou a confirmação do contrato em papel ou, se o consumidor concordar, noutro suporte duradouro, incluindo, se for caso disso, a confirmação do consentimento prévio e expresso do consumidor e o seu reconhecimento, nos termos da alínea l) do n.º 1 do artigo 17.º. pelo que invoco o Decreto-Lei nº24/2014 (que transpõe a a Directiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que "Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestadores de serviços, excepto nos casos em que o primeiro contacto telefónico seja efectuado pelo próprio consumidor". Assim sendo e após ler a lei 24/2014 verifiquei que não me foi entregue uma cópia do contrato assinado nem qualquer outro documento que determinasse a minha aceitação das condições. Deste modo sinto-me lesado porque nunca existiu nenhuma relação contratual com a empresa acima mencionada. Pelo que agradeço e exijo o cancelamento imediato do contrato e que parem com a importunação de me tentarem cobrar algo que não têm direito algum de me tentarem cobrar. Cumprimentos.
COBRANÇA INDEVIDA APÓS VENDA FRAUDULENTA
Foi realizado um contrato telefonicamente a 18/01/20219 refª 45100005793, contudo, ao solicitar a rescisão do mesmo passado 2 meses de serviço, por não existir necessidade de utilização do mesmo, foi-me indicado que o mesmo detinha de uma fidelização de 12 meses, contrariamente ao indicado pela comercial MEDICARE na chamada telefónica, onde a mesma indicou de que se tratava de um serviço "Sem período de fidelização e sem período de carência", na altura, assim que obtive esta informação pela linha de apoio, encaminhei de imediato a carta de não renovação para 01/2020, e contestei a contratação, por se tratar de uma venda fraudulenta, onde as informações prestadas na chamada telefónica iam ao desencontro da realidade. Em resposta ao meu e-mail a MEDICARE informou-me que me deveria dirigir às suas instalações sito na Avenida da Republica em Lisboa para a audição da chamada de contratação. Neste seguimento desloquei-me à loja e auditei a chamada com a gestora de loja presente, ocorre que de facto verificou-se que na chamada a informação prestada pela comercial foi contrária à informação contratual, no qual foi me dada razão. Finalizando assim este processo, uma vez que segundo a Lei e Código da Defesa do Consumidor o mesmo tem o direito a informações claras, precisas e completas sobre os produtos e serviços oferecidos. Publicidade enganosa é proibida, e qualquer informação incorreta fornecida ao consumidor pode ser contestada, para além disso, em casos de fraude ou se o serviço não for prestado conforme o acordado, o consumidor tem direito ao cancelamento do contrato e à restituição dos valores pagos. Na altura, 03/2019, não exigi qualquer reembolso e o processo ficou fechado. Após 5 anos, em 04/2024 sou informada que tenho uma divida em aberto pela ndebt Group. De forma alguma posteriormente ao exposto a mesma me foi solicitada pelo prestador, quer seja por via de carta/e-mail/chamada. Alego prescrição de dívida da mesma.
RESCISÃO CONTRATO PLANO SAÚDE MEDICARE PLATINIUM MAIS
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº 45100229918. No dia 19/04/2023 fui contactado via telefone pela MEDICARE para aderir a um PLANO DE SAUDE PLATINIUM MAIS, sem ter sido informado em momento algum de que passado o primeiro ano de fidelização, o contrato seria renovado automaticamente e que só poderia pôr termo sob aviso prévio de 30 dias à data do contrato. Pelo motivo de não me encontrar totalmente satisfeito com o serviço e de estar a atravessar uma fase economicamente instável na minha vida profissional, não querendo assim cair em incumprimento com os débitos, venho por este meio efetuar o pedido de cancelamento do contrato. Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a MEDICARE, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos.
Pagamento de consulta
Exmos. Senhores, Dia 15/05/2024, de tarde, liguei com a clinica Dental Light para marcar uma consulta em Guimarães, no qual me foi perguntado o motivo: referi que tinha uma pequena dor num dente. Fui informada que conseguiriam uma consulta para o mesmo dia no fim da tarde. No consulta, inicialmente, foi feita a observação dentária e fui informado que teria de fazer desvitalização ao dente. No entanto, fomos interrompidos por alguém que chamou a médica e quando essa regressa ao consultório, informa-me que já não poderá iniciar o tratamento por ser tarde ( isto por volta das 19h, quando a clinica fecha ás 20h). Apesar de descontente, aceitei e dirigi-me á secretaria para a marcação das próximas consultas. Aí, sou informado que teria de pagar 33euros pelos 5min que estive dentro do consultório, onde não me foi feito rigorosamente nada e que na próxima consulta teria desconto para abater este valor. Ou seja, obrigaram-me a pagar 33euros para literalmente obrigar a marcar outra consulta. Estou super descontente com o serviço e com todo o atendimento, uma vez que toda a gente foi indelicada. Cumprimentos. Fábio Carvalho
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