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Fatura incorreta
Exmos. Senhores, Fiz uma consulta de endocrinologia online no Hospital Lusíadas no dia 30/04, selecionei o acordo do seguro, coloquei o número do meu cartão do Seguro Saúde, e com isso se procedeu a marcação e a consulta ocorreu online. Está a ser cobrado pela consulta um preço de tabela de 37,50€ referente a plano de saude, sendo que o meu seguro de saude deve ser de 17€. Também fui informada pela seguradora que se eu pagar a mais, nesta condição não tenho direito a reembolso, já que a fatura deveria ter sido feita no valor correto através do meu cartão de usuário de Seguro saude, e o serviço consta dentro da rede de cobertura. No meu último contacto com a minha seguradora nesta semana, foi informado que não havia nenhuma tentativa de faturação pelo Hospital Lusíadas, ao qual me disseram que deveria já constar uma tentativa de faturação pelo preço que fosse - nem o do preço errado consta para a seguradora. Desde o dia a seguir da consulta entrei em contacto diversas vezes com o atendimento Lusíadas pelo telefone, onde me foi dito que a questão seria enviada para a faturação do Hospital Lusíadas de Almada, de onde era o médico que me atendeu numa consulta online, mas ninguém até agora entrou em contacto comigo, nem por telefone, nem por e-mail. Já fui pessoalmente no Hospital Lusiadas de Lisboa, mas dizem que nada lá podem fazer. Também tentei transferir o valor correto com a referencia e entidade, mas este não é aceito pelo banco, dá erro de informação. E não tenho nenhuma forma de contactar diretamente o Hospital de Almada, visto que fica muito longe, fazer uma consulta online e precisar ir pagar pessoalmente não faz o menor sentido. Nunca tive tanta dificuldade para efetuar um pagamento, onde quero logo pagar a consulta e não consigo, e assim já está quase a fazer um mês do ocorrido, e não sei mais como resolver. Solicito, por gentileza, urgentemente um esclarecimento e a devida correção da fatura mediante a participação do acordo do seguro, para que eu consiga efetuar o pagamento. Cumprimentos.
Fatura incorreta
Exmos. Senhores, Fiz uma consulta de endocrinologia online no Hospital Lusíadas no dia 30/04, selecionei o acordo do seguro, coloquei o número do meu cartão do Seguro Saúde, e com isso se procedeu a marcação e a consulta ocorreu online. Está a ser cobrado pela consulta um preço de tabela de 37,50€ referente a plano de saude, sendo que o meu seguro de saude deve ser de 17€. Também fui informada pela seguradora que se eu pagar a mais, nesta condição não tenho direito a reembolso, já que a fatura deveria ter sido feita no valor correto através do meu cartão de usuário de Seguro saude, e o serviço consta dentro da rede de cobertura. No meu último contacto com a minha seguradora nesta semana, foi informado que não havia nenhuma tentativa de faturação pelo Hospital Lusíadas, ao qual me disseram que deveria já ter uma tentativa de faturação pelo preço que fosse - nem o do preço errado consta. Desde o dia a seguir da consulta entrei em contacto diversas vezes com o atendimento Lusíadas pelo telefone, onde me foi dito que a questão seria enviada para a faturação do Hospital Lusíadas de Almada, de onde era o médico que me atendeu numa consulta online, mas ninguém até agora entrou em contacto comigo, nem por telefone, nem por e-mail. Já fui pessoalmente no Hospital Lusiadas de Lisboa, mas dizem que nada lá podem fazer. Também tentei transferir o valor correto com a referencia e entidade, mas este não é aceito pelo banco, dá erro de informação. E não tenho nenhuma forma de contactar diretamente o Hospital de Almada, visto que fica muito longe, fazer uma consulta online e precisar pagar pessoalmente não faz o menor sentido. Nunca tive tanta dificuldade para efetuar um pagamento, onde quero logo pagar a consulta e não consigo, e assim já está quase a fazer um mês do ocorrido, e não sei mais como resolver. Solicito, por gentileza, urgentemente um esclarecimento e a devida correção da fatura mediante a participação do acordo do seguro, para que eu consiga efetuar o pagamento. Cumprimentos.
Não quero renovar o contrato com a Medicare e eles não querem cancelar a subscrição
Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare nº 03120051735 No dia 15 de junho de 2023 fui contactada via telefone para aderir ao plano de saúde Medicare "Platinium". Quando quis usufruir dos supostos benefícios de ser cliente Medicare, marquei uma higienização dentária a qual supostamente seria gratuita, por estar incluída no meu plano, mas a minha surpresa foi que tive de pagar 49€. Isto chama-se incumprimento contratual. E ainda por cima, nem foi com a minha médica dentista, pois onde ela trabalha não tem acordo com a Medicare. Eu vivo na Ilha da Madeira, e são poucos os prestadores que tem parceria com a Medicare, costumo ir ao HPA pois lá trabalham os meus médicos de preferência, e eles não tem acordos com a Medicare. Deste modo, não tenho nenhum interesse em continuar a pagar um seguro do qual não me posso beneficiar de maneira nenhuma. Liguei para a Medicare no dia 30 de abril para pedir a não renovação do contrato, e a funcionária que me atendeu disse-me que tinha 250 pontos acumulados, que poderia usufruir de alguns serviços com esses pontos, bastava descarregar a aplicação e procurar a opção trocar pontos. Qual é a minha surpresa, que a plataforma está a ser modificada e eu não tinha acceso aos meus pontos. Ok, decidi esperar uns dias para trocar os tais pontos, o quê aconteceu, que até o dia de hoje não estão disponíveis os pontos, e quando liguei para pedir a não renovação do contrato a funcionária me diz que devia ter ligado no dia 15 de maio, isto é 30 dias antes do dia da renovação do contrato. Neste sentido solicito o cancelamento do meu contrato com a Medicare, por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos.
Cancelamento de contrato
Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare, cartão nº 021484690. No dia 16-06-2023 fui contactada via telefone para aderir ao plano de saude platinium mais. Uma vez que durante este ano não usufrui de qualquer benefício deste plano e não tendo possibilidade de continuar com esta despesa mensal entrei em contacto a solicitar o cancelamente. Recusaram se a cancelar o contrato. Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos. Cumprimentos.
NÃO CANCELAM O PLANO
Exmos. Senhores, No dia 9 de junho de 2023 aderi a um plano de saúde, via telefone, após várias propostas da Medicare. No entanto, o serviço não tem utilidade, uma vez que, as condições oferecidas (como os atos dentários gratuitos) não são reais, pois os parceiros dão informações distintas e, porque tenho um seguro de saúde laboral que tem melhores condições. Ao longo deste ano, se utilizei duas vezes o serviço Medicare, foi muito. Não é sustentável manter um serviço que não tem utilidade e, por essa razão, solicitei o cancelamento do mesmo. Nas últimas duas semanas, já falei com várias pessoas da Medicare, alguns dos quais prestaram um péssimo atendimento (ao desligar a chamada) e, todos informam que o contrato renovou automaticamente, pois tinha de haver um aviso prévio de 30 dias. Tal, não é aceitável nem legal. Na chamada de adesão, as condições são lidas de forma pouco percetível e, sinceramente, isso nem foi referido, pois caso contrário não teria aderido.. O atendimento é péssimo e, tentam impor ao consumidor uma renovação automática que, legalmente, não podem. O contrato nunca foi assinado por mim. Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito, menos da renovação, solicitei o cancelamento por e-mail, mais uma vez, invocando o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum documento onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, solicitei o cancelamento com efeitos imediatos, sem débito de mais nenhuma mensalidade, uma vez que o contrato termina dia 9 de junho de 2024. No entanto, a Medicare apenas dá respostas de e-mail automáticos, a transmitir a mesma informação, que o contrato termina em 2025, impondo uma renovação automática, que legalmente não podem. Ligar para o apoio é a mesma coisa, a conversa é sempre a mesma e quando peço para falar com um superior recusam!!! Enviei e-mail expondo tudo e dão respostas automáticas. O serviço é péssimo! Exijo que cancelem, com efeitos IMEDIATOS o plano, com data de vencimento a 9 de junho de 2024. Não me podem impor uma renovação anual, quando não há qualquer contrato assinado por mim! Aguardo resposta com a maior brevidade possível.
Cobrança Indevida
Exmos. Senhores, Solicitei o cancelamento do plano Medicare em 13/04/2021, com fundmento no Decreto Lei n.º 24/2014, no entanto no dia 24/08/2024 recebi cobrança da empresa INDEBT I IMPROVE DEBT MANAGEMENT, referente as mensalidades do plano Platinum mais vida até 01/11/2021. Não reconheço tal divida, considerando que solicitei o cancelamento do contrato e não assinei qualquer contrato. Cumprimentos. Eugenia Cardoso
Impossível contactar consulta urgente
Exmos. Senhores, Bom dia, Escrevo para expressar a minha preocupação relativa ao recente cancelamento da consulta de oftalmologia do meu filho, Gabriel Luís Lopes Duarte, agendada inicialmente para 21 de maio de 2024 ás 10.15H, processo nº 22001965. Fomos surpreendidos pela carta de cancelamento recebida recentemente, e gostaria de solicitar vossa atenção para a urgência da situação. Entendo que imprevistos possam ocorrer e consultas possam necessitar de reagendamento. Contudo, não foi fornecida uma nova data para a consulta, o que nos deixa realmente preocupados. Esta situação é particularmente alarmante considerando a delicadeza do tratamento oftalmológico do Gabriel, como salientado pela Dra. Cristina M Santos, que acompanha o seu caso com notável dedicação e profissionalismo. De acordo com a Dra. Cristina M Santos, o tratamento em curso é crucial e qualquer atraso pode ter repercussões sérias, incluindo a possibilidade de perda de visão. Admito que como pai, sinto-me extremamente preocupado com a saúde visual do meu filho, especialmente porque esta não é a primeira vez que enfrentamos dificuldades no agendamento das consultas. Tais circunstâncias aumentam significativamente a ansiedade e incerteza que a minha família e eu enfrentamos. Portanto, venho por meio desta solicitar, com todo o respeito e urgência que o caso requer, a indicação de uma nova data para a consulta. Alternativamente, seria extremamente útil e reconfortante receber um contato direto da Dra. Cristina M Santos, seja por telefone ou email, para que possamos discutir o andamento do tratamento de Gabriel e quaisquer ajustes necessários durante este período. Desde a data de recepção das cartas que tento contactar via telefone a unidade de saude São josé ou Hospital Dona Estefânia e nunca chego a ser atendido, o sinal de chamada acaba por cair e nunca é possivel pedir para ser contactado. Tem sido muito frustrante e as preocupações com a saude do meu filho aumentam todos dias. Estou inteiramente à disposição para qualquer informação adicional ou para discussão de alternativas que possam facilitar o reagendamento. Agradeço desde já pela vossa compreensão e pela atenção dispensada a este assunto tão importante. Segue em anexo as cartas recebidas para facilitar a identificação do caso se necessário. Cumprimentos.
Não há consultas de urgência
Exmos. Senhores, Venho por este meio expor a minha atual situação. No dia 17/05/2024 liguei para o SNS24 ás 12:04, expliquei os meus sintomas e foi me dito para aguardar até as 19:00 por uma chamada do centro de saúde (USF São Martinho de Alcabideche) para me chamarem para uma consulta de urgência, caso não me liguem até essa hora, tinha que me dirigir ás instalações. Não me ligaram, por isso dirigi-me ás instalações onde me foi dito que não tinham vaga e que eu tinha que me voltar a dirigir á Unidade de Saúde na manhã seguinte para tentar conseguir consulta. Disseram-me também que a chamada que fiz para o SNS já não era válida. Ainda tentei ir a uma farmácia, onde me disseram que tinha mesmo de ir a um médico porque os sintomas que eu tenho só podem ser tratados com antibiótico. Ainda ponderei ir ao Hospital, no entanto, com 6 horas de espera e sendo que se tratava apenas de uma infeção urinária, achei que não seria motivo para ir entupir a urgências de um Hospital. No dia seguinte, 18/05/2024 voltei a ligar para o SNS por volta das 9:30, em que me foi dito que iriam voltar a pedir a consulta de urgência e que se não me ligassem até ás 12:30 para me dirigir lá. Não me ligaram. Dirigi-me á Unidade de Saúde onde me foi dito que estavam em greve e que não havia consultas. Liguei pela quarta vez em dois para o SNS24, que me disseram que como já se estavam a passar muitos dias para me dirigir ás urgências do Hospital mais próximo. Como não quis ir entupir as urgências com algo “simples” e onde iria ficar pelo menos 6 horas, dirigi-me ao Hospital CUF onde demorei 20 minutos a ser vista por uma médica, que me receitou o antibiótico que precisava e ainda fiz análises. Quero saber como é que me vão reembolsar os 50€ que gastei e os dois dias de trabalho que perdi visto que estava em casa á espera de consulta. Cumprimentos.
Pagamentos indevidos
Exmos. Senhores, Informo que estou atualmente a cumprir o pagamento de um serviço com a SmileUp que não irá ser realizado. Sou cliente da SmileUp em Matosinhos e, apesar múltiplos contactos com a empresa, e de haver uma confirmação por parte da mesma de que a cobrança não deveria acontecer; a situação ainda não foi regularizada. Foi-me confirmado que o valor já cobrado seria reembolsado e que as restantes cobranças não seriam feitas. Contudo, até à data, nenhum valor me foi reembolsado. Continuo a ligar semanalmente para a SmileUp e a única coisa que os colegas me dizem é que aguardam resposta do departamento financeiro, sem sucesso. O pedido de reembolso foi feito na última semana de Abril e até agora, um mês depois, nada aconteceu. O meu nome é Ana Rita Pereira Ribeiro. Cumprimentos.
Reclamação/pedido de reembolso de valores pagos
Exmos. Senhores, Venho por este meio pedir resposta à minha reclamação enviada por email para o trofa saúde amadora A/C da direção do hospital no passado dia 1 do presente mês. Deixo essa mesma cópia abaixo : Em 2021, comecei um tratamento de implantologia com a Dr.ª Patrícia Rodrigues, no hospital Trofa Saúde da Amadora (junto ao UBBO). Nesse tratamento foram colocados 6 implantes, entre os quais, um deles (o nº21) sempre causou dor. Para este tratamento, cujo orçamento foi de 5,625€, necessitei de efetuar um crédito, efetuado lá mesmo no hospital no valor total de 5000€, sendo que os restantes 625€ liquidei a pronto pagamento. Durante todo este tempo (até finais de 2023) e em todas as consultas foi relatado por mim à Dr.ª Patrícia que um dos implantes tinha algo de errado pois causava dor mesmo sem mastigar. Foram inclusive efetuadas consultas de "urgência", sem qualquer marcação prévia, devido a esse mesmo incómodo, e de cada vez que lá ia, a Dr.ª Patrícia dizia, que o implante não tinha qualquer problema, e não havia nenhuma razão para aquela dor, entretanto, entre consultas a solução da Dr.ª, era ir desbastando dentes ,porque segundo ela a única razão seria a coroa bater nos outros dentes e daí causar dor. Entretanto a pedido da Dr.ª fui encaminhada para fazer um "tratamento estético" para alinhar os dentes que estavam desgastados, obviamente, devido a tanta vez que foram desbastados, sendo esta intervenção realizada pelo Dr. Salvador Branquinho, foi-me cobrado mais 180€ e no fim, fiquei com uma infecção na boca devido a mais esta péssima intervenção. Desloquei-me então mais uma vez ao hospital e falei com a Dr.ª Patrícia sobre o meu descontentamento, primeiro com a questão do implante que continuava a doer, tal como no inicio, e depois com a infecção que tinha desenvolvido após o procedimento feito pelo Dr. Salvador Branquinho, e ela própria admitiu que aquela infecção se deveu precisamente aquele último procedimento com o Dr. Salvador Branquinho, e que o mesmo estava ultimamente com mais queixas de pacientes relativamente a esse tipo de procedimentos. A Dr.ª Patrícia, quando terminou o tratamento de todos os implantes deu-me "alta" dizendo que qualquer coisa que fosse necessário para lá voltar e falar com ela, e assim foi. A dor continuava, as queixas continuavam e eu não achava normal, algo tinha de estar errado com o implante, desloquei-me então ao trofa, mais uma vez, mas qual o meu espanto quando me dizem que a Dr.ª Patrícia já não trabalhava ali e que também não me podiam dizer onde ela estava atualmente, se eu quisesse teria de o saber por conta própria, não fiquei contente com mais esta situação e pesquisei eu mesma, até que descobri que Dr.ª Patrícia abriu um consultório próprio na zona de Alfragide e marquei consulta para mais uma vez me queixar daquela dor. No dia 23/10/2023 desloco-me então a Alfragide ao consultório da Dr.ª. Patrícia, e na consulta a Dr.ª diz-me o seguinte: "Provavelmente, a coroa está moída e, portanto, o ideal é, uma vez que o crédito está a chegar ao fim deveria pensar num novo crédito para um novo implante, porque esse certamente estará com algum problema devido à coroa moída." Ora coroas moídas é uma coisa que nem sequer existe e o que é certo é que a Dr.ª evitava sempre tocar no implante porque sabia que o trabalho tinha sido evidentemente mal concretizado e iria ter problemas, o caminho mais fácil era eu pagar de novo e fazer tudo outra vez. Claramente que não aceitei e procurei outro sitio para resolver este problema. Estou neste momento a ser muito bem tratada no IDAM(Instituto Dentário Alto dos Moinhos), claro está que tive de pagar novamente todos os procedimentos e os que ainda virão a existir, fruto da falta de competência de quem me seguiu no Trofa Saúde, mas agora o trabalho está a ser muito bem realizado e não tenho dores algumas nem qualquer tipo de queixa. Muito pelo contrário, todo e qualquer elogio ao IDAM nunca será suficiente. Onde estou a ser atualmente seguida, descobri também que além de ter perdido imenso dinheiro, corri riscos sérios de ter graves problemas na boca devido àquele implante, que simplesmente estava solto e não tinha hipótese alguma de ficar bem algum dia, tive de fazer também por isso um enxerto e continuarei com mais tratamentos quer nos implantes, quer para poder alinhar de algum modo os dentes que foram desbastados, quer para corrigir erros que ainda possam ter solução. Resolução pretendida: Pretendo ser ressarcida de valores, nomeadamente o valor total gasto no Hospital Trofa Saúde Amadora - 5,625.00€, sem lugar a qualquer tipo de acordo ou negociação. A titulo de compensação, e este sim pode ser negociado, pretendo que me seja devido o valor total ou parcial (50%), deixando ao vosso critério e bom senso, baseado nos novos tratamentos a que fui e serei submetida, devido à má prestação e fraude a que fui sujeita no Hospital Trofa Saúde Amadora, sendo que o valor total é de 4,957.00€ e o valor parcial é de 2,478.50€. Mais informo de que, caso não seja efetuada a resolução pretendida iniciarei um processo judicial de queixa de todos os envolvidos, pedindo indeminização por danos morais e tudo mais que me possa de alguma forma compensar pelo sofrimento e desgaste psicológico que sofri e do qual ainda não me recompus, devido a todo este processo e má conduta profissional. Pondero ainda relatar o caso a toda a comunicação social e media. Fiquei extremamente afetada psicologicamente, resultando daí graves crises de ansiedade, entre outros, necessitando por vezes de assistência medica urgente na trofa saúde, por exemplo, onde se pode a todo o momento consultar o histórico do episódio. Cumprimentos Laura F.
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