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Manipulacão e venda impingida a medo.
Eu, Ana Carolina Oliveira Moura, NIF 245833390. Venho por este meio demonstrar o meu descontentamento e indignação para com a SmileUp Santarém e consequentemente o seu antigo medico ortodontista Rui Flauzino Oliveira. Tudo começou a 24-10-2023 que para fins de alinhar os meus dentes, corrigir a mordida e ATM desloquei-me a SmileUp para avaliação, fui passada para o ortodontista que me disse que necessitava de aparelho fixo de brackets metálicos para 18 meses, foi me feito o plano e o paguei com o valor total de 2698.85 Euros referente a fatura(FVRNS-E29623/0842). Apos pagar foi-me marcada a consulta para estudo ortodôntico e no dia do mesmo o medico durante o estudo disse-me que o meu caso iria ser completamente difícil, que seriam necessários pelo menos 4 anos de aparelho, que mesmo assim não garantia que o tratamento funciona-se totalmente, que iria haver black triangles e recessão de gengiva, que seria perigoso e teria dentes fora de osso o que poderia ocorrer perda de dentes. Disse que o tratamento ideal, para que não houvesse esses perigos seria o aparelho invisível da SPARK que era o unico capaz de corrigir na maneira que necessitava. Eu com receio do que o medico que me acompanhava e em que depositei a minha confiança disse segui com o que me foi dito. Foi feita nota de credito do que ja havia pago e paguei novamente 4198.99 Euros do Plano SPARK Advanced - Dual Arch, cerca de mais 1,500.14 Euros do plano inicial. Foram me feito os moldes(mal feitos e sem cuidado) com o medico ortodôntico e foi me dito para esperar cerca de 2-4 semanas pelos alinhadores. Em dezembro comecei com os alinhadores, mal impressos, com erros de impressão que me irritaram, cortaram e me magoaram na língua e boca. Fui ao consultório e foi refeito o molde, o plano foi completamente alterado e foi me dito para esperar mais 2 semanas. Desta vez os alinhadores vieram já sem tantos erros de impressão. Para piorar toda esta situação, sangro Intra gengival e mandibula começou a me doer e a estalar. Avisei o medico ortodôntico que nem me soube explicar o que estava a acontecer e continuei o "tratamento". Era para ter uma consulta com o medico, contudo foi cancelada por o medico não estar disponível nesse dia, o que foi remarcada para apos 15 dias porque ele só fazia consultas de 15 em 15. A seguinte consulta tive que desmarcar por estar de febre e com gripe e remarquei para apos os próximos 15 dias, hoje 03/05/2024. Para minha sorte foi-me dito que o medico ortodontista Rui Flauzino foi retirado da SmileUp, não me deram detalhes do porquê, e que teria uma nova medica ortodontista, Bruna Sofia da Silva Razoes. Foi-me dito que Rui Flauzino era certificado em Ortodontia Invisível e que trabalhava principalmente com aparelhos invisíveis. Hoje 03/05/2024 estive em consulta com a mesma(Bruna). Foi-me dito de primeira instancia "Com aparelho fixo este era um caso mais simples e bem mais rápido." Apos a medica ver o plano do "medico" foi-me dito que o mesmo só estava a piorar a minha condição, que não era possível da maneira que foi feito as movimentações que eram necessárias. Agora apos todo este alvoroço, e todo o receio que aquele "medico" se e que o posso chamar de tal me fez passar, eu fiquei extremamente apavorada em perder os meus dentes ou em piorar a minha situação se usasse o aparelho fixo. Foram mais 1500 euros que paguei só porque o "medico" quer vender o que "sabe" usar. Pouca vergonha para com os clientes. Agora apos isto tudo a nova medica diz e mostrou que necessito de extração de siso e de tratamento de 6 caries para continuar o tratamento. Foi me dado o orçamento para que pagasse mais 713,03 Euros! TODO ESTE PROCESSO, FOI ACOMPANHADO DE LADO E COM TESTEMUNHA DA GESTORA DE UNIDADE, VANIA SILVA, QUE ESTEVE PRESENTE E OUVIU DESDE A AVALIACAO, CONVERSA COM DOUTOR SOBRE APARELHO INVISIVEL E AGORA COM A NOVA MEDICA. Pretendo compensação pela diferença de preço apos ser forcada emocionalmente a comprar algo que não necessitava e que poderia ter sido resolvido com um aparelho fixo por menos valor. Por mim terminava por completo este tratamento e nunca mais voltaria a esta clinica nem a esta marca com tamanha humilhação que passei.
Denuncia Plano Saude
Exmos. Srs., Peço a vossa ajuda para conseguir denunciar um contrato da MEDICARE que nunca foi assinado pelo titular. A titular recebeu uma chamada telefónica e entendeu que para firmar contrato iria primeiro receber as condições por escrito e o mesmo só passaria a vigorar quando o contrato fosse assinado. Ficou tranquila pois nunca enviou qualquer documento assinado. Mas acontece que começou a receber SMS a cobrar o valor das mensalidades e para que tal parasse de acontecer, foi enviada carta registada para a MEDICARE dia 19-03-2024 a solicitar que fosse dado sem efeito um contrato que não chegou a ser firmado por escrito e ao qual nunca obtivemos resposta. Continuou a receber SMS com o pedido de pagamento e dia 27-04-2024 foi feita reclamação da falta de resposta através do site da MEDICARE . Foi-nos respondido dia 29-04-2024 por email que tinham recebido o nosso pedido e que o cancelamento do contrato seria para Fevereiro/2025. Respondemos nesse mesmo dia, que o contrato deveria ser dado sem efeito já e não só daqui a um ano. Solicitamos também que os dados pessoais fossem retirados da base de dados da MEDICARE. Já pedimos resposta mais duas vezes por email e ninguém nos responde. Gostaríamos de obter a vossa ajuda para conseguir cancelar o plano de saúde de imediato pois não queremos de todo angariar uma divida devido a um telefonema pouco esclarecedor que foi feito por parte desta empresa, aproveitando-se da vulnerabilidade e idade de quem atendeu. Muito obrigada
seguro saúde
Aderi ao plano medicare em 2022, depois de usar muito pouco, decidi anular o contrato, tinha de manter 1 ano, permaneci e anulei por mail em março de 2023. Foi-me dito que tinha de manter mais um ano pois já tinha passado o prazo de um mês antes da anuidade. Para agravar a situação em maio de 2023, foi operado a um aneurisma e até hoje continuo de baixa, tenho três filhos, para além de problemas de saúde, agravou-se a situação financeira. Procedi ao cancelamento do débito direto e até á presente data não paguei mais nenhuma mensalidade. Contataram-me á pouco tempo que tenho valores em atraso e que tenho de continuar a pagar até fevereiro de 2025.....
Negligência médica
Venho por este meio comunicar que mais uma vez foi me retirado o meu direito à saúde! Sou uma jovem de 19 anos com um histórico de convulsões já fui a todos os hospitais saber o que realmente tenho pois não me foi diagnosticado nada !Dia 27 para dia 28 de abril de 2024 às 20:58 do dia 27 dei entrada no hospital do Barreiro pois fui convencida pelos bombeiros que me encontraram caída no chão e a espumar pela boca.Nisto os bombeiros fizeram o seu dever prestaram me cuidados e depararam se que o meu olho não reagia à luz e o meu lado direito não tinha força e além disso tive um quadro de taquicardia volto a dizer tenho 19 anos sou uma jovem que nunca deu início destes problemas.O hospital mais uma vez não acreditou na minha situação e no meu desespero porque sou muito nova para estas situações e mais uma vez meteram me de lado fingindo que não tinha nada, as enfermeiras que se encontravam a fazer turno nesta noite de 27 para 28 foram muito mal educadas comigo ignorando tudo o que lhes dizia pois estava desamparada e cheia de dores, quero que realmente seja feito alguma coisa porque não é o primeiro nem segundo hospital que tem este tipo de atitudes comigo!Se realmente não for feito nada com esta reclamação irei com isto para a frente pois está a ser negligência médica e todos nós temos o direito de a ter!
Plano Medicare
Tive conhecimento através da vossa linha de apoio ao cliente que estaria fidelizado por mais 12 meses por não ter efetuado o pedido de cancelamento de contrato 30 dias antes do final do mesmo.Não fui informado desta situação no momento de celebrar contrato via telefone, apenas me informaram na conversa telefónica que poderia anular o seguro a qualquer momento”, pelo que existe violação do direito à informação e claramente não foi uma decisão consciente e informada na subscrição telefónica do seguro pelo qual solicito o cancelamento imediato da minha apólice.Cancelarei hoje o débito direto dia 22 Abril de 2024, pois tal como foi informada na subscrição telefónica ao vosso plano de Saúde Medicare Platinium , posso cancelar o dito contrato quando entender através da vossa linha de apoio ao cliente. Quero salientar que foi essa mesma possibilidade de cancelar meu contrato em qualquer momento que me fez aceitar de subscrever ao vosso plano.Saliento ainda que em qualquer momento da conversa telefónica não foi explicado que o seguro seria auto renovável com obrigatoriedade de manutenção por igual período de tempo o que eu considero uma falta de idoneidade por parte do operador com vista a obter a realização do contrato.Ao cancelar o débito direto e como em qualquer seguro o contrato resolve-se por si só.Aproveito também para salientar que só fiz uso do seguro em termos dentários. Em face do exposto venho por este meio solicitar o cancelamento do meu plano de saúde com efeitos a Abril de 2024, altura em que cancelei o débito direto no banco.Aproveito ainda para salientar que até à data de hoje nunca recebi uma única factura deste serviço descrevendo e servindo assim como prova de pagamento. Facto que também considero muito estranho e pouco ético e idóneo da parte da Medicare.Na pendência de uma confirmação escrita de rescisão do meu contrato.
tarifa seguraça ambulatorio
Venho expor a minha reclamação, devido ao facto do grupo CUF, ter cobrado uma tarifa de segurança em ambulatório, apesar de não aplicarem medidas adicionais de proteção, na realidade já não era feita a medição de temperatura, não era realizada a higienização dos consultórios entre consultas, pelo que classifico esta cobrança de uma taxa extra como burla para os pacientes que recorrem ao serviço deste grupo.
Negligencia
Estou a escrever esta reclamação para expressar minha grave preocupação com o atendimento médico que recebi na primeira consulta de urgência no Hospital da Luz de Lisboa em 31 de março de 2024. Na ocasião, apresentei sintomas de febre, suor noturno, tosse, enjoos e falta de ar.No entanto, apesar dos sintomas preocupantes e da minha dificuldade respiratória, não foram solicitados exames complementares de imagem do pulmão, nem foram realizados exames adicionais para detecção de possíveis infecções respiratórias. Em vez disso, fui prescrito apenas amoxicilina e medicamentos para controlar a febre, sem uma investigação mais aprofundada da causa dos meus sintomas respiratórios.Infelizmente, devido à falta de melhora e à persistência dos meus sintomas, tive que retornar ao Atendimento de Urgência do Hospital da Luz de Lisboa em 04 de abril de 2024, por volta das 06h30 da manhã. Foi somente nessa ocasião que fui internado e colocado em oxigénio para auxiliar na respiração, após uma avaliação mais abrangente da minha condição grave de saúde.Além disso, tive significativa perda de peso desde o início dos sintomas, o que ressalta ainda mais a gravidade da minha condição e a necessidade de uma abordagem completa por parte dos profissionais de saúde responsáveis pelo meu atendimento em 31 de março de 2024.Portanto, gostaria de solicitar uma investigação completa sobre o tratamento que recebi na minha primeira consulta de urgência no Hospital da Luz, bem como a implementação de medidas corretivas para garantir que outras pessoas não enfrentem uma situação semelhante no futuro. Além disso, gostaria de receber um retorno formal sobre as medidas tomadas para abordar minhas preocupações. Desejo também receber uma indemnização por danos causados a minha saúde e pela gravidade que se tornou após um atendimento sem qualificação.---Entretanto recebi sua resposta sobre o meu atendimento no Atendimento de Urgência Adultos do Hospital da Luz Lisboa em 31 de março de 2024. Porém durante minha visita, mencionei a dificuldade em respirar, um sintoma que foi subestimado pela médica. Isso me preocupa muito, pois a falta de consideração aos meus sintomas teve um impacto sério em minha saúde. Além disso, a ausência de exames adicionais resultou em um diagnóstico incorreto e um tratamento ineficaz.Após exames posteriores, descobriu-se que o agente causador da minha pneumonia era Mycoplasma, uma bactéria que não responde ao tratamento inicial prescrito. Isso torna evidente que o cuidado inicial foi insuficiente e levanta questões sobre a qualidade do atendimento que recebi.Neste contexto, gostaria de enfatizar meu objetivo de ser compensado pelos danos causados pela negligência ocorrida. Os problemas que enfrentei devido à falha no diagnóstico e tratamento afetaram minha saúde e qualidade de vida, e acredito que tenho direito a uma compensação adequada.Além disso, peço uma investigação completa e transparente sobre o ocorrido. É crucial identificar as falhas no protocolo de atendimento e implementar medidas corretivas para evitar que outros pacientes enfrentem situações semelhantes.Estou disposto a colaborar plenamente com o processo de investigação e agradeço antecipadamente por sua atenção a este assunto delicado.
Direito de livre resolução de contrato
No dia 17 de Abril de 2024 fui contactada por telefone para aderir a um plano de saúde da Medicare...na altura aceitei mas agora já não estou interessada! Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito adesão e conforme artigo número : 9.1 disponho de 14 dias para decidir a resolução do meu contrato a partir da data que o celebrei que foi a 17 de Abril de 2024....Conforme Decreto-lei n: 14/2014 ,de 14 de Fevereiro , artigo 5. n:7 ( que transpõe a diretiva número 2011/83 UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores) , especialmente o artigo número 5/número 7 no qual é referido que :Quando o contrato é celebrado por telefone,o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços! Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos...Por conseguinte também NÃO AUTORIZO débitos diretos na minha conta!Enviei no dia 22/04/2024 às 11h53m um email pedindo o direito à livre resolução do contrato e a não autorização ao débito direto na minha conta e fui completamente ignorada! Ainda tentaram no dia 25/04/2024 depois da meia noite debitar os 10€ do bloqueio de preço que me fizeram de 29.90€,vá lá que estava atenta e inativei o débito direto!! Não imprimi nenhum dos vossos documentos e nem assinei nada logo não tenho fidelização nenhuma convosco e além disso estou dentro do prazo dos 14 dias de direito a livre resolução contrato!!
Cancelamento de Contracto
Venho por este meio solicitar o cancelamento do meu contrato com a Medicare, de nº. 50100149751.No dia 11 de abril de 2022 fui contactado via telefone para aderir ao Plano de Saúde - Platinium Mais Vida.Em Dezembro de 2023 foi ofertado pelo meu empregador um plano de Saúde subsidiado pela empresa, sendo assim não há justificativa para manter os dois Planos em simultâneo, como não me recordava ao certo da data de adesão ao serviço, acabei por entrar em contacto com a Medicare em 23/04/2024 para solicitar o cancelamento da renovação do contrato, quando fui informado que o contracto foi automaticamente renovado no dia 11/04/2024 e este somente poderia ser cancelado a 11/03/2025, o que implicaria em um gasto à volta dos 550 Euros.Sendo assim por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 2 e 8 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº8 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos.
Reclamação do tratamento de pedido de relatório médico por parte do Hospital da Luz de Lisboa
Venho por este meio reclamar formalmente da desorganização e falta de resposta do Hospital da Luz de Lisboa, relativamente a um pedido que fiz por telefone a 11-Abr-2024 de relatório médico. O relatório em questão, de exame realizado a 22-Abr-2022, não me foi facultado na altura (nem em papel, nem em formato digital), sendo que apenas tenho em meu poder as imagens e um papel (tudo agravado) que indica o nome do exame realizado (ecografia ginecológica c/ sonda vaginal). Sendo que necessito do relatório médico descritivo referente a este exame com a maior celeridade possível, por motivos de pré-autorização cirurgica por parte da seguradora, tenho estado em constantes tentativas que este pedido chegue ao Dr.Shadi Abushab, sem qualquer sucesso. O primeiro ticket (10788520) foi aberto a 11-Abr, liguei mais 2 vezes durante essa semana, todas as chamadas tendo sido marcadas como urgentes. O segundo ticket (10899481) foi aberto a 23-Abr, novamente marcado com carácter urgente. De todas as tentativas de contacto a mesma informação é passada: Não é possível contactar as secretárias do Dr., vamos voltar a enviar o pedido, mas o mesmo não se encontra em processamento, indicando que as colegas ainda não o abriram. Vi-me na obrigação de recorrer ao agendamento de uma consulta urgente para abordar diretamente esta situação com o Dr. Abushab. No entanto, considero profundamente desanimador e desumano ser obrigado a tomar tais medidas. Como paciente, acredito que é um direito ter acesso oportuno aos meus resultados médicos e relatórios clínicos, e que os pedidos cheguem ao prestador de cuidados de saúde relevante sem a minha intervenção direta. Imploro ao Hospital da Luz de Lisboa que rectifique imediatamente esta situação, agilizando a entrega do pedido de relatório médico solicitado ao Dr. Adicionalmente, solicito uma revisão minuciosa dos processos internos e canais de comunicação para evitar que problemas semelhantes se repitam no futuro.
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