Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Sinistro Multi-riscos
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, manifestar publicamente a minha profunda insatisfação com a atuação da Ocidental – Companhia Portuguesa de Seguros, S.A., da qual sou cliente há mais de 20 anos, sem qualquer sinistro, no tratamento de um sinistro relacionado com uma apólice de seguro multirriscos habitacional. A forma como o processo foi conduzido evidencia graves falhas em matéria de comunicação, transparência, boa-fé e cumprimento das obrigações para com os clientes. Como ex-funcionário e ex-mediador do setor segurador, constato, com desagrado, que esta situação vem confirmar a má reputação que, por vezes, recai sobre o sector. O caso em questão diz respeito a um sinistro ocorrido no pavimento da minha sala, cujo ressarcimento foi indevidamente recusado pela Ocidental Seguros, com base em alegações que considero infundadas, tecnicamente inconsistentes e manifestamente questionáveis. A Ocidental recusou o ressarcimento do sinistro com base na suposta existência de "deficiências estruturais" no edifício, alegando que estas excluiriam a cobertura. No entanto, não realizou qualquer perícia técnica que comprove essa conclusão. A avaliação limitou-se a uma mera observação visual, sem análise científica ou metodologia válida. Recusou-se sistematicamente a fornecer os documentos que sustentam a decisão, nomeadamente o relatório técnico da peritagem citado como fundamento para a recusa. A seguradora indevidamente transferiu para o segurado a obrigação de apresentar relatório técnico por entidade certificada, invertendo o ônus da prova que lhe compete. Esta conduta viola o dever de transparência e boa-fé e impede o exercício do direito de defesa do segurado. A minha experiência com a Ocidental - Companhia Portuguesa de Seguros, S.A. revela práticas profundamente preocupantes que minam a confiança dos clientes nesta instituição. A atuação da seguradora neste processo caracterizou-se por: Falta de transparência sistémica: Recusa reiterada em disponibilizar documentação fundamental que sustente as suas decisões; Utilização de argumentação genérica e não fundamentada: Alegações técnicas sem base em perícias ou relatórios detalhados; Desrespeito pelo direito à defesa do cliente: Negação de acesso a informações essenciais para contestação. Esta conduta não só viola os princípios básicos da relação segurador/segurado, como questiona seriamente a integridade dos serviços prestados pela companhia. Exorto outros consumidores que tenham enfrentado situações semelhantes com a Ocidental a: Partilharem publicamente as suas experiências; Formalizarem reclamações junto da ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões); Exigirem o cumprimento escrupuloso das obrigações contratuais e legais. Só através da denúncia organizada e da exigência coletiva de transparência poderemos promover mudanças significativas neste setor, garantindo que os direitos dos consumidores sejam efetivamente respeitados. Infelizmente, a minha experiência leva-me a crer que esta reclamação, tal como todas as que formalizei diretamente junto da Ocidental, será tratada com a habitual desconsideração, reduzida a um mero exercício protocolar. A postura institucional da Ocidental revela uma cultura organizacional que esconde um profundo desprezo pelo princípio basilar do serviço ao cliente. Esta atitude não se limita a uma mera falha operacional, configura uma distorção ética do próprio propósito de uma companhia de seguros. Cumprimentos.
Fatura incorrecta
Exmos. Senhores, Sou cliente com o cartão Gal Electric nº PTGALP700582905040215890. Já por diversas vezes vos alertei para o erro existente nas faturas enviadas – problema com fatura de carregamento de veiculo.. No dia 25 de Novembro de 2024 coloquei o meu carro (híbrido plug-in) a carregar num dos carregadores da Herdade de Montalvo. Quando Um pouco mais tarde fui buscar o carro o carregador estava desligado com o cabo desbloqueado e o carro não tinha sido completamente carregado (7,34 KWh quando a capacidade da bateria do veículo é de cerca de 20kwh e estava completamente vazia no inicio). Atribuí o problema às múltiplas falhas de corrente que têm acontecido e a um reset do equipamento. No dia 30 de Novembro de 2024 coloco novamente o carro a carregar no mesmo carregador mas como não estava vazio a carga foi limitada (8,86Kwh). Foi grande o meu espanto ao receber a fatura anexa e liguei no dia 24 de Janeiro pelas 13:15, para o atendimento GALP para relatar o problema, tendo-me sido garantido que iria ser avaliado e voltariam ao meu contato. Foi-me dito para aguardar o dito contato antes de pagar a fatura. Por uma questão de ter uma prova escrita, enviei de imediato um email para a GALP no mesmo dia a relatar a situação e a pedir solução. Após os dois carregamentos efetuados em Novembro de 2024 e antes de receber a fatura referente aos mesmos que só chegou em Janeiro de 2025, efectuei mais um carregamento no mesmo carregador no dia 19 de Dezembro de 2024, e já no período de faturação seguinte, que foi faturado correctamente e que paguei atempadamente. Como nada acontecia após os contactos iniciais, voltei a ligar várias vezes para o numero de suporte onde me foi dito que o problema tinha a ver com a MOBIe mas que não me preocupasse pois estaria a ser resolvido e podia continuar a utilizar o cartão, coisa que não voltei a fazer até hoje. Entretanto em Abril de 2025 começo a receber telefonemas, sms, emails intimidatórios da empresa INTRUM a exigir o pagamento da fatura incorrecta. Respondi aos emails e SMS dizendo que a fatura em causa estava incorrecta e que aguardava solução. Como nada foi resolvido, no dia 9 de Maio de 2025 escrevi uma reclamação para a Galp Power no Livro de Reclamações Electrónico com o nº ROR00000000045274777 sobre a qual ainda não obtive resposta. Até ao momento, os serviços da GALP mostraram-se ineficientes na resolução do problema e a INTRUM continua a enviar comunicações intimidatórias . Solicito a correção imediata da fatura e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.
Cancelamento não efetuado e penhora indevida
Assunto: Cancelamento não efetuado e penhora indevida – Solicitação de apoio jurídico Prezados, Venho por este meio solicitar apoio relativamente a uma situação com a operadora NOS que tem gerado sérias consequências para mim. Há cerca de 1 ano e 5 meses, mudei-me de residência. Na altura, tinha um contrato ativo com a NOS para serviço de internet. No novo endereço, a operadora enviou técnicos por três vezes para tentar instalar o serviço, mas foi constatada a inexistência de cobertura de rede. Após essas tentativas, um dos atendentes da NOS informou-me que, devido à impossibilidade técnica, o contrato seria cancelado sem qualquer custo, visto que a falha era da parte da operadora. Confiei nessa informação e segui com a minha vida. No entanto, recentemente fui surpreendido com uma penhora no meu salário, decorrente de uma alegada dívida com a NOS. Contactei novamente a operadora e fui informado de que o colaborador que garantiu o cancelamento, afinal, não efetuou o procedimento. Sinto-me lesado, pois a situação foi causada por um erro interno da NOS e agora estou a ser penalizado financeiramente, inclusive com processo judicial. Gostaria de contar com o vosso apoio jurídico para resolver esta situação e reverter essa injustiça. Agradeço desde já pela atenção e aguardo orientações. Com os melhores cumprimentos, Ana Dalva Queiroz da Silva NIF: 298279355 anadalva25@gmail.com Tel: 910155326 Cumprimentos.
Vendas à Distância | Proposta de renovação | Cobrança indevida em caso de cancelamento em 14 dias
Exmos. Senhores, Venho por este meio manifestar a minha insatisfação relativamente à proposta de renovação de serviço, que me foi apresentada no passado dia 13 de maio de 2025, por via dos serviços de call center, relativa à melhoria das condições do meu serviço, mantendo o mesmo valor mensal. Gostaria de salientar que, durante a proposta efetuada telefonicamente, não fui informada de que existiria uma taxa de desativação a ser paga caso decidisse cancelar o serviço dentro do período de 14 dias de livre resolução, ao qual julgo ter direito. Adicionalmente, informaram-me que as condições seriam naquele instante enviadas por e-mail e que eu receberia uma SMS à qual teria que lhe responder afirmativamente para dar seguimento ao processo. No entanto, não fui informada da taxa de "activação" de 134€ se decidisse cancelar no período ao qual tenho direito após analisar a proposta e as condições gerais apresentadas. Não me foi dado tempo suficiente para analisar as condições enviadas por e-mail e, consequentemente, não pude tomar uma decisão informada, dado que implica um novo período de fidelização por mais 2 anos. Deste modo, solicitei a audição da chamada à entidade visada, e a anulação da taxa de desativação e a revisão das condições apresentadas, de forma a respeitar os meus direitos como consumidora. Foi-me confirmado após a audição da chamada que o operador de facto não referiu esse valor em caso de cancelamento nos 14 dias, e que a mesma informação consta nas condições Gerais, sendo que nem sequer está explícito para o cliente, e a mesma deveria constar na proposta de adesão. Aguardo uma resposta da vossa parte para me ajudarem a solucionar esta questão de modo a não ficar prejudicada em quanto consumidora, pois este "serviço" é vendido telefonicamente como algo simples, uma proposta de renovação vantajosa, onde pelo mesmo valor tem serviços ilimitados e acesso a plataformas de streaming, contudo, com mais um fidelização por 2 anos. Com os melhores cumprimentos, Cumprimentos.
Reparação não efetuada
Exmos Senhores: adquiri, a 2 de março de 2023, uma Multifry FH1396/1, cujo botao de on7off ficou operacional a 15/4/2025. De imediato me dirigi a um reparador oficial (Pedro Geirinhas, Unipessoal Lda, onde deixei o equipamento para repração, ao abrigo da garantia, com prazo de entrega para 15/4/2025. No dia seguinte a ter terminado o prazo limite contactei a empresa que me disse que não tinham reparado a máquina e que não tinham recebido qualquer informação da vossa parte. De imediato contactei telefonicamente o vosso Serviço ao Cliente e, em emails seguintes, me foram solicitados - e enviados - os seguintes dados: fatura comprovativa da compra a guia de reparação. Após ausência de resposta da vossa parte recorri, de novo, ao vosso Atendimento ao Cliente onde me foi dito que não exisitia a peça necessária em stock e que teria de focar à espera. Reenviei email a 20 de maio a questionar para quando a entrega da peça para reparação ao que responderam que eu poderia aguardar a entrega da peça ou pedir a resolução da situaçao junto da loj onde adquiri a máquina. Questionei, de novo, sobre a demora, visto que já passou mais de mês e meio desde o fim da data de entrega do equipamento, ao abrigo da lei vigente, após solicitação da reparação. Limitaram-se a responder, e cito, que "Em relação à sua consulta, informamos que o tempo de reparação em garantir á relativo à mão de obra, e não conta quando estão à espera de peças". continuo sem saber quando é que a peça será entregue para reparação do equipamento. Mais denoto que a completa falta de informação da vossa parte, imputando ao utilizador a necessidade de contactos, assim como a ausência de informação sobre uma peça de um equipamento que se supõe exista em stock para entrega, demonstra uma total falta de consideração para com o cliente. Remeto esta reclamação através do portal da Defesa do Consumidor por considerar que estão esgotadas todas as vias de comunicação minimamente civilizada com a vossa Instituição. Aguardo resolução rápida Manuel Ataíde
Reclamação por práticas comerciais enganosas – Diana Lisboa
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a loja online Diana Lisboa (https://dianalisboa.com), devido às seguintes práticas comerciais irregulares e lesivas dos direitos do consumidor: A loja é apresentada como empresa europeia, mas os produtos são enviados da China, sem informação clara no momento da compra. Falta de tabela de medidas para o produto adquirido, que ficou pequeno, causando frustração e prejuízo. Política de devolução que obriga o cliente a suportar custos de envio internacional para a China, prática abusiva e pouco transparente. Proposta de reembolso parcial (20-30%-40%) como única alternativa, o que não é aceitável segundo o Código Civil e o Código de Defesa do Consumidor europeu. Muitas reclamações públicas sem resposta eficaz da empresa, demonstrando má-fé. Solicito a intervenção da DECO para mediar esta situação, garantir o cumprimento dos direitos do consumidor e promover a devolução integral do valor pago ou uma solução justa e adequada. Anexo a esta reclamação cópia da minha denúncia formal e toda a documentação pertinente. Agradeço desde já a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos, Izabelly Andrade
Não cancelamento de seguro INSURAMA de Macbook
Exmos. Senhores, Ativei seguro da Insurama para o meu MacBook Pro, em Junho de 2024. Há 2 dias, dia 27 de Maio, recebo uma mensagem pelo telemóvel da seguradora a alertar para o vencimento do seguro e consequente renovação. Enviei e-mail de imediato a apontar que não pretendia renovação do seguro, ao que me é respondido que teria de avisar com 1 mês de antecedência e que o seguro iria ser renovado automaticamente. Apontei que em momento algum me tinham avisado que o seguro renovava automaticamente de 12 em 12 meses e que teria de o cancelar com 1 mês de antecedência, ao que me responderam que não é preciso aviso nenhum. Há claramente falta de coerência e má conduta por parte da seguradora para com os seus clientes, uma vez que enviaram uma mensagem de telemóvel 1 semana antes do seguro renovar para avisar o cliente, quando o mesmo já nada pode fazer para o cancelar. Recuso-me a continuar com uma empresa que engana deliberadamente o consumidor e não se predispõe a resolver este tipo de problemas, e agradecia a resolução do mesmo. Não quero continuar com um seguro no valor de 200€ de uma empresa que nada faz para ajudar os seus clientes. Cumprimentos.
Cobrança indevida e falta de resposta da Stern Rent
Exmos. Senhores, Solicito apoio jurídico relativamente a uma situação abusiva com a empresa Stern Rent. Usei um carro de substituição (entregue a 21 de Abril) e fui informado verbalmente que as passagens na Via Verde seriam cobradas conforme o uso. Aceitei essa condição. No entanto, posteriormente foi-me cobrado o montante total de 26,56€, sem que me fossem apresentadas as passagens efetuadas. Quando questionei por e-mail, indicaram que o valor incluía um "custo diário de utilização", contrariando completamente o que foi dito no momento da entrega. Apenas utilizei o carro 2 a 4 vezes, e em deslocações curtas. Não acredito que tal justifique a totalidade da caução. Envio de e-mails a 25 de abril, 21 e 24 de maio, sem resposta eficaz ou qualquer reembolso. Pretendo apoio para obter devolução da quantia indevidamente cobrada, bem como para responsabilizar a empresa pela incoerência nas condições e pela falta de resposta à minha reclamação. Cumprimentos.
Reclamação e pedido de reembolso parcial devido a erro na prescrição de óculos
Prezados(as) Senhores(as), Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a um atendimento que recebi no vosso estabelecimento, mais concretamente com a Dra. Paula, no dia 2 de Fevereiro de 2025. Desde os meus 5 anos que utilizo óculos, e nos últimos tempos voltei a sentir dificuldades na visão, razão pela qual marquei uma consulta convosco. A Dra. Paula prescreveu-me umas lentes com características específicas (filtro azul e lentes “relax”), cuja graduação, posteriormente se verificou, estava incorreta. Durante cerca de dois meses tentei adaptar-me aos óculos sem sucesso, com sintomas como dores de cabeça e visão turva, sendo-me repetidamente dito que a adaptação levaria tempo. No entanto, procurei uma segunda opinião médica junto de um oftalmologista, que me passou uma receita adequada, com a qual finalmente consegui ver bem e sem desconforto. Infelizmente, todo este processo teve custos significativos para mim: A primeira armação custou 50 euros; As lentes erradas custaram 155 euros (totalizando 205 euros); Para corrigir a situação, tive de pagar 90 euros por umas novas lentes com a receita correta; E fui obrigada a gastar mais 110 euros numa segunda armação/lentes adicionais, pois não me foi dada a possibilidade de reembolso, apesar do erro não ter sido meu, mas sim do vosso serviço. Além disso, os primeiros óculos (com sistema de encaixe) apresentaram defeitos recorrentes e já tiveram de ser colados e enviados de volta, tornando-se mais um transtorno neste processo desgastante. Considero profundamente injusto que eu tenha arcado com todas as consequências de um erro que não cometi. Solicito, portanto, que reavaliem esta situação e que considerem uma forma de compensação justa – idealmente, um reembolso parcial (nomeadamente dos 110 euros gastos desnecessariamente) ou outra solução que demonstre responsabilidade e respeito para com o cliente. Estou disponível para fornecer todos os comprovativos e espero uma resposta da vossa parte com a máxima brevidade possível. Agradeço antecipadamente pela atenção e aguardo um retorno. Com os melhores cumprimentos, PATRICIA SILVA
Prestação de Serviço Defeituosa e Conduta Abusiva
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, face a uma situação grave ocorrida com a oficina automóvel Sodiesel, representada pelo Sr. Rui após o meu carro ter sido encaminhado para o mesmo por outra Oficina devido a um problema de falta de potência. O responsável da Sodiesel, Sr. Rui, interveio de imediato na bomba injetora, cobrando 350€ no dia 09/02/2025 pela substituição da cabeça da bomba injetora, garantindo e afirmando que o problema ficaria resolvido. No entanto, após a intervenção: O problema inicial persistiu e persiste até hoje 28/05/2025 estando o meu veiculo inutilizável; Surgiram novas avarias graves, como fuga de combustível e aceleração involuntária derivado a bomba injetora; O Sr. Rui, sem qualquer certeza técnica, passou a indicar que o problema inicial "poderia" ser de uma cablagem ou de um injetor; A oficina de origem confirmou posteriormente que a bomba injetora se encontrava em perfeitas condições antes da intervenção e foi danificada pela atuação da Sodiesel. Quando procurei esclarecimentos, fui mal atendido, ameaçado verbalmente e confrontado com a recusa total de responsabilidade ou devolução do valor pago ( 350€). Acresce ainda uma situação que considero muito grave: ao tentar formalizar uma reclamação no livro de reclamações físico, verifiquei que os dados da empresa constantes no livro não coincidem com os da fatura, nomeadamente nome da entidade, NIF e morada. O mesmo se confirmou no Livro de Reclamações Digital, o que levanta sérias dúvidas quanto à legalidade da atividade e da entidade prestadora do serviço. Estou disponível para fornecer todos os documentos e provas adicionais que se revelem necessárias. Venho solicitar apoio na mediação deste conflito, face ao exposto, para conseguir a devolução total do montante pago de 350€ zelando pelos meus direitos após ter sido enganado. Cumprimentos.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
