Reclamações públicas
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Falta de pagamento
Colaborei com a CUF — primeiro na unidade do Infante Santo e, posteriormente, na CUF Tejo — entre 2014 e outubro de 2024, data em que, de forma consciente e fundamentada, rescindi contrato. Desde janeiro de 2024, verifiquei com estupefação que mais de 30 atos médicos por mim realizados não foram pagos. Repito: mais de trinta intervenções clínicas executadas por um profissional de saúde com vínculo contratual em vigor à data, e pelas quais a CUF já terá, presumivelmente, emitido fatura a doentes e/ou seguradoras. Desde finais de 2024, tenho encetado uma sequência interminável de emails, telefonemas e mensagens com o intuito de obter aquilo que é meu por direito: o pagamento pelo trabalho realizado. A resposta tem sido sempre a mesma: um jogo de empurra entre departamentos, desculpas esfarrapadas, e uma clara tentativa de arrastar a resolução indefinidamente. Após meses de insistência, foi-me prometido, com alguma solenidade, que a listagem de atos médicos seria enviada até ao final de maio de 2025 para que pudesse emitir fatura e, assim, ser pago. Aproximando-se esse prazo, comunicaram que tal informação só poderia ser enviada para o email institucional — o mesmo que foi desativado imediatamente após a rescisão contratual, facto do qual a CUF foi informada ainda em janeiro de 2025. Depois de novo insistente contacto, admitiram a necessidade de contornar o bloqueio informático e recorreram ao departamento técnico para me enviarem a listagem diretamente para o meu email pessoal. Isso foi há mais de uma semana. Continuo à espera. Aliás, espero há mais de um ano pelo pagamento legítimo. Importa recordar que os atos clínicos em dívida foram, muito provavelmente, faturados e cobrados aos utentes e às seguradoras. Ou seja, a CUF recebeu — ou está em vias de receber — o valor correspondente ao meu trabalho, sem que este me tenha sido remunerado. Trata-se de uma prática eticamente reprovável, juridicamente duvidosa e profundamente desrespeitosa para com os profissionais de saúde. Estamos a falar da mesma CUF que investe em campanhas de publicidade de milhões, que abre novas unidades a um ritmo acelerado e que se vangloria de crescimento e inovação. Mas à custa de quem? À custa de colaboradores que são ignorados, negligenciados e, no limite, explorados? Esta situação é inaceitável. A paciência esgota-se. E a dignidade profissional não
Dificuldade de cancelamento apólices ASISA VIDA
Exmos. Senhores, Serve o presente para, reclamar junto de Vª Ex.ª a dificuldade mantida em relação ao cancelamento das apólices de nº: 65006159 e nº Nº Apólice: 65006160. Considerando: 1) - Solicitação de proposta para actualização do seguro ASISA VIDA, das apólices de nº: 65006159 e nº Nº Apólice: 65006160. - Tendo sido indicados os dados necessários á elaboração dessa proposta. - ASISA entendeu que não ter condições para apresentar proposta. 2) - comunicação, posterior, remetida a ASISA VIDA, referente ao cancelamento do pagamento do seguro ASISA VIDA, nomeadamente das apólices de nº: 65006159 e nº Nº Apólice: 65006160. Neste contexto, mais uma vez, se reitera o cancelamento das apólices ASISA VIDA nº: 65006159 e nº 65006160., rejeitando qualquer responsabilidade futura, decorrente da falta de cumprimento do cancelamento solicitado Com os melhores cumprimentos.
Estacionamento nos HUC
Quero voltar a reclamar do estacionamento dos HUC dentro das suas diversas unidades enquanto entidade publica, prestadora dum serviço de saúde. Assim obriga os doentes a pagar o estacionamento, sendo estes obrigados a ali se dirigirem chamados pelas suas ULS para eventual tratamento das suas doenças. Quero voltar a recamar por considerar muito importante mais esta minha experiencia. No passado dia 02/06/2025 pelas 15.45 h. desloquei-me ao HUC (unidade principal), a pedido da minha ULS para uma consulta de Oftalmologia Policlínica. Ora a referida consulta não aconteceu parece que por falta do médico, que adoeceu. 1- Não foi substituído , porquê ? 2- Paguei mais de 2,5 € de estacionamento, apesar de como outros ser deficiente. Como já reclamei antes , tenho de levar comigo alguém a quem foi descontada a tarde perdida para me vir buscar e depois me trazer. Todas estas injustiças de seguida se vão repetir. Será tal racional?
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores No passado dia 14/05/2025 efetuei encomenda - LS_19607 - que deveria ser entregue no prazo de 5 dias. Já entrei em contacto por diversas vezes, por email, dado que não temos acesso a contacto telefónico, não obtenho resposta. Da primeira vez que enviei email recebi informação de que a encomenda teria sido remetida. Deveria seguir no site dos CTT com o código DB176753312PT . Desde essa altura que diz: Aguarda entrada nos CTT. Lamentável. Cumprimentos.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, A minha encomenda efectuada no dia 22 de Maio ainda não foi processada nem enviada. Já tentei contactar o serviço de apoio várias vezes e não tive qualquer resposta. Quase duas semanas depois não consigo contactar ninguém. Cumprimentos.
Atraso nos atendimento
Venho expressar minha total revolta e indignação com o atendimento vergonhoso e desumano do Hospital da Luz. É inadmissível que um hospital que se diz referência mantenha pessoas esperando MAIS DE QUATRO HORAS nas urgências, sem qualquer respeito, empatia ou consideração com quem está doente, sentindo dor e fragilizado. As atendentes são de uma má vontade absurda, tratam os pacientes com desprezo, como se estivessem fazendo um favor em vez de cumprir o mínimo que se espera de profissionais da saúde: humanidade e respeito. A organização é caótica, a comunicação inexistente e o ambiente é simplesmente hostil. Tudo nesse atendimento é uma verdadeira vergonha! O que está acontecendo com a gestão desse hospital? Cadê a responsabilidade com os pacientes? Cadê a eficiência? Cadê o atendimento digno que vocês tanto divulgam em campanhas publicitárias caríssimas? Porque a realidade, dentro da urgência, é uma só: descaso, demora absurda e um atendimento que beira o ridículo.
Dinheiro retirado
Exmos. Senhores, Boa tarde. Em 2022 cancelei os serviços da Medicare e no mês passado verifiquei que nas minha minha conta foram retirados 5 vezes prestações no mesmo mês. Como é possível a Medicare passado anos retirar dinheiro de um serviço cancelado sem qualquer aviso ou autorização passado 3 anos ? Após várias tentativas de email com a Medicare eles simplesmente ignoraram e não ajudam de nenhuma maneira a entender o sucedido. Cumprimentos.
Mais de hora à espera de consulta
Exmos. Senhores, Fiz uma marcação para minha filha para o dia de hoje 31/05 às 11:30 consulta otorrinolaringologista pediátrica com o dr David Rodrigues! Como é suposto cheguei pra aí 20 minutos antes do horário e por incrível que pareça estou a mais de hora sentado aguardando sair o paciente do dr! De certeza irei evitar este hospital! Cumprimentos.
Hospital P Algarve, SA - Recusa na emissão da declaração de presente devido a uma falha informática
Hospital Particular do Algarve HPA, em Vila Real de Santo António No dia 30 de maio de 2025 Entre as 9:00h e as 10:40h Assunto da reclamação: Recusa de emissão de declaração de presença No dia 30 de maio de 2025, compareci presencialmente à unidade de saúde HPA, de Vila Real de Santo António, para uma consulta do dia a com a minha mãe (doente de Parkinson), esta consulta do dia é uma consulta que é efectuada por ordem de chegada. Fui informado de que a consulta não se realizaria devido a uma avaria no sistema informático da instituição. Apesar de me ter deslocado ao local com a minha mãe (doente de Parkinson). Foi-me recusada a emissão de uma declaração de presença, com o argumento de que tal não seria possível sem acesso ao sistema informático. Solicitei que me fosse emitida uma declaração manual com a informação de presença na instituição hospitalar naquele período com a indicação da impossibilidade de realização de consulta devido a um erro no sistema informático do HPA, de Vila Real de Santo António. A qual me foi recusada, pela chefe D. Vânia Fernandes , Alegando estar no regulamento interno a não passagem de declarações manuais. Se a consulta não se realizou por motivos técnicos internos (como falha informática), a responsabilidade é do hospital, não do utente. Negar uma declaração de presença nestas circunstâncias pode ser considerado um comportamento negligente ou até abusivo da parte da instituição. Venho por este meio manifestar o meu desagrado por esta recusa, uma vez que: A deslocação foi efetiva; A falha técnica foi da responsabilidade da instituição; Não existe impedimento legal para a emissão manual da declaração (assinada e carimbada por um profissional responsável); Esta recusa impediu-me de justificar devidamente a minha ausência ao trabalho. Solicitei a presença da PSP, a fim de tentar resolver a situação. Tentativa falhada, pois a D. Vânia Fernandes, manteve a sua posição de se recusar a passar a declaração. Solicito: 1. A emissão retroativa da declaração de presença; 2. Que sejam revistas as práticas internas para garantir que os direitos dos utentes não sejam prejudicados em situações semelhantes no futuro Fico a aguardar resposta formal a esta reclamação. Com os melhores cumprimentos, Paulo Teixeira E-mail: pauloteixeira5@gmail.com
Reclamação urgente – condições e conduta médica inaceitáveis no HVFX
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação urgente e formal relativa à situação vivida pelo meu avô, no Hospital de Vila Franca de Xira desde o dia 23 de maio de 2024. Desde a data de internamento, a nossa família tem enfrentado uma total falta de comunicação, apoio e transparência. Tentámos, desde 24 de maio, falar com um médico ou elemento da direção para entender o estado de saúde do meu avô - sem qualquer sucesso até ao dia 27, altura em que, após inúmeras súplicas e insistência, nos permitiram falar com um profissional de saúde. Durante este período, o meu avô foi colocado numa cave sem luz natural, trancado, e sem direito a acompanhante, algo que está previsto por lei. Só no dia 26 nos foi concedida uma visita de 30 minutos, na qual encontrámos o meu avô em condições degradantes: sacos de soro e antibiótico vazios, saco de urina cheio, sem higiene, apesar de ter uma infeção urinária grave e uma bactéria ativa desde novembro de 2024, nunca devidamente tratada, nessa mesma unidade. A maca onde se encontra é extremamente estreita, impedindo-o de se virar ou movimentar, não tendo sequer direito a uma cama digna e adequada às suas necessidades clínicas. Durante a madrugada de 26 para 27, o meu avô terá sido medicado sem que fosse possível acender a luz no quarto. O medicamento foi entornado, deixando-o completamente molhado até à manhã seguinte, sem qualquer intervenção por parte da equipa de enfermagem. Durante vários dias, o meu avô tem feito chamadas à família, implorando para ser retirado daquela unidade hospitalar, dizendo que não tem condições e que, caso ali permaneça, vai morrer. O seu desespero é constante e absolutamente angustiante para todos nós. No dia 27 dirigimo-nos novamente ao hospital, pelas 08h30, com o objetivo de solicitar os relatórios clínicos necessários à sua transferência para outra unidade. Foi-nos dito que o sistema estava indisponível e que não poderiam facultar qualquer documento, alegando que o sistema informático também tinha estado em baixo no dia da admissão. Apesar disso, encaminharam-nos para a CUF de Santarém. Quando lá chegámos, informaram-nos que teria de ser o hospital de Vila Franca a enviar toda a documentação para que a CUF pudesse analisar o caso e verificar se reunia condições para receber o doente. Voltámos a Vila Franca e, apenas após insistência firme e várias súplicas, fomos finalmente encaminhados para o médico. Foi então que nos informaram que o estado clínico do meu avô é instável e crítico, com o rim a parar, febre persistente e um diagnóstico de septicemia. O risco de paragem cardiorrespiratória é elevado. Disseram-nos ainda que, sem os relatórios clínicos (que nos tinham recusado até então), qualquer tentativa de transferência seria altamente perigosa e poderia levar à morte imediata. Além disso, só no dia 27 é que nos foi finalmente comunicado que o meu avô estava com septicemia, e que esta era precisamente a razão pela qual não o poderíamos transferir com segurança, informação esta que deveria ter sido prestada muito antes. No único dia em que nos foi permitido vê-lo, dia 26, durante apenas 30 minutos, deparámo-nos com outras famílias em situação semelhante, em lágrimas e em desespero por não conseguirem ver os seus familiares nem obter qualquer tipo de esclarecimento. É visível que esta não é uma situação isolada, mas sim uma falha estrutural que se repete. Informo ainda que foi registada uma reclamação formal no Livro de Reclamações do hospital, pela minha prima, com todos os pontos relatados, e reiteramos que este email serve para reforçar a urgência e a gravidade da situação junto das autoridades competentes. Esta realidade levanta sérias preocupações sobre: - As condições clínicas e humanas oferecidas aos doentes; - O cumprimento dos direitos dos utentes e respetivos familiares; - A gestão da informação clínica e o funcionamento do sistema informático hospitalar. Solicitamos que esta situação seja urgentemente apurada, que sejam tomadas medidas imediatas e que os responsáveis por esta grave negligência sejam responsabilizados. A vida do meu avô está em risco, e nada nos garante que amanhã estará vivo. Pergunto: se ele falecer nestas condições, quem se responsabiliza? Cumprimentos.
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