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Venda de artigo com defeito
Comprei uma viatura na Rocha Automóveis Braga em janeiro e, desde então, só tenho tido problemas. O carro apresentou uma série de avarias logo desde o início. Já foi para reparar duas vezes e, mesmo assim, voltou sempre com os mesmos defeitos e ainda surgiram mais, incluindo agora uma preocupação séria com perda de óleo, óleo no depósito de água, óleo a sair pelo tubo de escape, ar condicionado descarregado, problemas de suspensão. Contactar o stand é uma tarefa quase impossível, pois enviam-me sempre para o chamado 'apoio ao cliente', que parece ser apenas uma pessoa, e raramente atende o telefone, não devolve chamadas, nem responde às mensagens. Nas poucas vezes em que consigo falar, encontro apenas desculpas e promessas adiadas. Já reportei estes problemas há cerca de dois meses e até agora só têm adiado a resolução. Já tive despesas com óleo, que dizem não me vão reembolsar, indo completamente contra a lei, que indica que toda e qualquer despesa proveniente de defeito do produto deve ser coberta pelo fornecedor. A viatura está atualmente no stand para reparação não o vou buscar até estar devidamente resolvido. Se continuarem a dificultar, vou avançar para a devolução do carro. Estou extremamente desiludido com a Rocha Automóveis Braga. A venda até pode ser tranquila, mas se precisarem de apoio pós-venda, preparem-se para uma experiência muito frustrante.
Reclamação de decisão de acidente
Recebi resposta por parte desta seguradora em como sou o culpado de um acidente porque o outro segurado não assume a culpa perante os mesmos. Como é possível a seguradora pôr em causa a minha palavra e a participação da GNR? Quando a GNR chegou ao local do acidente, o segurado assumiu a culpa, conforme está registado. Só mais tarde, quando foi para assinar a documentação, mudou a sua versão e não foi verdadeiro. No momento inicial, admitiu a responsabilidade. Não consigo compreender como conseguem dar mais credibilidade ao segurado e colocar em causa a palavra de militares da Guarda Nacional Republicana.
Reparacao inacabada
Venho apresentar reclamação pela forma como o meu processo de sinistro nº 009500495 tem vindo a ser tratado. Já passaram vários meses desde o acidente e, até à presente data, continuo sem uma resolução definitiva. A minha viatura foi reparada ao nível da chapa e da pintura, mas foi-me entregue com problemas nos faróis, que ficaram com folga e deixaram de funcionar corretamente após a colisão. Disponho de fotografias da viatura antes e depois do acidente, que demonstram claramente que os faróis se encontravam em perfeito estado antes do sinistro e que os problemas surgiram na sequência da colisão. Apesar das diversas tentativas de contacto por email, deixei de obter qualquer resposta, o que considero uma falta de acompanhamento e de respeito para com um cliente lesado. Solicito que seja tomada uma providência urgente relativamente ao meu processo, procedendo à sua análise e resolução definitiva, incluindo a averiguação técnica dos danos nos faróis e a reparação ou indemnização dos prejuízos sofridos. Caso esta situação continue sem resolução, reservarei o direito de recorrer às vias judiciais competentes para defesa dos meus direitos. Anexo toda a documentação e provas de que disponho, incluindo fotografias, emails e restantes elementos relevantes.
REEMBOLSO VALORES
Venho por este meio pedir ajuda relativamente a esta empresa, pois paguei quase 3000 euros para que procedessem à renegociação da minha dívida. No entanto, não foi feito absolutamente nada junto das entidades credoras. Perante esta situação, solicitei o cancelamento do contrato e fui informado de que não irei ser reembolsado pelos valores já pagos. Solicito o vosso apoio e intervenção nesta situação.
Reclamação sobre o atendimento prestado pela gestora de conta e pedido de intervenção
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento prestado pela nossa gestora de conta, Sónia Oliveira, da agência da ABANCA de Aveiro (Travessa do Mercado, n.º 2). Entendo que identificar a colaboradora é importante, uma vez que esta reclamação diz respeito à atuação concreta da mesma e aos prejuízos que essa atuação nos causou enquanto clientes. Na sequência dos danos provocados pela tempestade Kristin, contactámos a nossa gestora por diversas vezes para obter apoio e esclarecimentos relativamente ao seguro associado ao nosso financiamento habitação. Infelizmente, a experiência foi extremamente negativa. Durante vários dias tentámos entrar em contacto telefonicamente, sem sucesso. Quando finalmente conseguimos falar com a gestora, fomos atendidos de forma arrogante e pouco profissional. Chegou, inclusivamente, a afirmar que tinha outros clientes para atender, como se nós, clientes da ABANCA, não merecêssemos a mesma atenção e respeito. Além da forma como fomos tratados, a colaboradora demonstrou não possuir as informações necessárias para nos esclarecer relativamente ao seguro da habitação nem apresentou qualquer disponibilidade para procurar essas informações. Comprometeu-se a contactar-nos posteriormente com esclarecimentos sobre o seguro, as coberturas existentes e a possibilidade de alteração do mesmo, mas esse contacto nunca aconteceu, apesar das promessas efetuadas. Perante a falta de acompanhamento e de apoio, solicitámos a transferência da nossa conta para a agência da Sertã, por ser a mais próxima da nossa residência e por termos recebido um atendimento muito mais eficiente e atencioso naquela agência. No entanto, a gestora informou-nos de que o processo teria de ser tratado pela agência da Sertã. Quando contactámos essa agência, fomos informados precisamente do contrário: que a solicitação deveria partir da agência de Aveiro. Como consequência desta falta de coordenação e de informação, o processo nunca foi tratado e continuamos, até à presente data, sem a transferência de agência que solicitámos há vários meses. O que mais nos indignou foi verificar que, quando necessitámos de apoio, disponibilidade e acompanhamento por parte da nossa gestora, fomos ignorados ou tratados com desinteresse. Contudo, quando ocorreu um atraso no pagamento de uma prestação do nosso financiamento, fomos prontamente contactados para efetuar a cobrança. Esta diferença de tratamento demonstra uma evidente falta de preocupação com o apoio ao cliente, existindo rapidez apenas quando estão em causa interesses financeiros do banco. Consideramos que o serviço prestado ficou muito aquém do expectável por parte de uma instituição bancária e de uma gestora de conta responsável pelo acompanhamento dos seus clientes. Assim, solicitamos que a ABANCA: Analise formalmente esta reclamação e a conduta da colaboradora em causa; Proceda, com urgência, à transferência da nossa conta para a agência da Sertã, conforme solicitado há vários meses; Nos informe sobre as diligências tomadas relativamente a esta reclamação; Garanta que situações semelhantes não voltem a acontecer com outros clientes. Apresentamos esta reclamação por considerarmos que um cliente tem direito a um atendimento profissional, respeitoso, diligente e competente, o que, infelizmente, não aconteceu no nosso caso.
Averbamento do Carro em nome do proprietário
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente ao atraso na conclusão do processo de averbamento da propriedade da viatura adquirida em junho de 2026 e financiada através da CREDIBOM. De acordo com a informação que me foi transmitida pelo vendedor Flexicar, após a entrega da viatura em 12 de junho de 2026, toda a documentação necessária para a formalização do registo de propriedade foi remetida para tratamento em 15 de junho de 2026, encontrando-se o processo dependente da intervenção dessa entidade. Contudo, mais de um mês após a aquisição e entrega da viatura, a situação permanece por regularizar, sem que tenha sido concluído o averbamento da propriedade em meu nome. Esta situação é particularmente preocupante, uma vez que me encontro a suportar mensalmente as prestações do financiamento de uma viatura que ainda não se encontra registada em meu nome, o que considero inadmissível e gerador de justificada apreensão quanto à regularização da titularidade do bem que estou a pagar. Acresce que este atraso tem vindo a criar constrangimentos ao nível da gestão da documentação da viatura e do cumprimento das obrigações legais associadas, designadamente no que respeita ao registo de propriedade e demais responsabilidades inerentes ao veículo. Neste contexto, solicito que me seja prestada informação detalhada sobre: O estado atual do processo de averbamento; Os motivos que justificam o atraso verificado; A data previsível para conclusão do registo da viatura em meu nome; As diligências que estão a ser desenvolvidas para ultrapassar a situação. Tendo toda a documentação sido entregue há várias semanas, agradeço que seja dada prioridade à resolução deste assunto e que me seja comunicada, com a maior brevidade possível, uma solução concreta para a sua regularização. Na expectativa de uma resposta célere, apresento os meus melhores cumprimentos.
Cancelamento de serviço não efetuado
Exmos. Senhores, Após fazer o pedido de cancelamento de serviço no dia 6 de abril e de no dia 10 de abril terem deixado de me fornecer serviços telefónicos e eu já não usar os serviços televisivos, a NOS esteve até à primeira semana de julho sem me cancelar o serviço enquanto me continuava a apresentar faturas. No dia 16 de julho até às 12 horas, já me cancelaram o serviço, mas pedem-me que pague uma fatura por não ter respondido a uma mensagem que nem sequer recebi, dizem que só fiz o anulamento do serviço dia 18 de maio e que uma das faturas que foi anteriormente anulada não foi corretamente anulada e por isso me apresentam uma fatura que não pode ser anulada. Após 40 minutos em chamada e de ter sido obrigada a fazer o pedido para ter acesso à gravação da primeira chamada de cancelamento, para ter um comprovativo em como fiz o pedido de cancelamento dia 6 de abril acabaram por me anular a fatura. Desloquei-me várias vezes à loja e em loja nunca me resolveram o problema, apenas diziam que iam fazer um pedido de contacto e que não podiam resolver o problema, também entrei em contacto via telefónica várias vezes, mas nada ficava resolvido.
COBRANÇA INDEVIDA, CLIENTE NOWO 13464965
EM 16-07-2026 FIZ O CANCELAMENTO DO MEU CONTRATO COM A NOWO E NO MESMO DIA ATIVEI O CONTRATO COM A DIGI. AO FAZER O CANCELAMENTO DO CONTRATO COM A NOWO NA PLATAFORMA DA NOWO APOS FAZER O REGISTO NA MESMA E FAZER TUDO COMO ME FOI INDICADO PELO APOIO TELEFONICO DA NOWO, NO FINAL DE SUBMETER O CANCELAMENTO, APARECE UMA MENSAGEM A DIZER QUE O CANCELAMENTO SÓ SERÁ EFECTICO A 16-08-206, QUESTIONEI O APOIO TELEFONICO DA NOWO QUE ME CONFIRMOU ISSO MESMO, APESAR DE JÁ NÃO TER O SERVIÇO DESDE O DIA DE HOJE, 16-7-2026, VOU PAGAR MAIS UM MES DE SERVIÇO QUE NÃO TENHO UMA VEZ QUE JÁ NÃO ESTA ACECIVEL E FOI DEVIDAMENTE CANCELADO NA MESMA PLATAFORMA DA NOWO. VENHO POR ESTE MEIO RECLAMAR ESTE ABUSO, NADA JUSTIFICA A COBRANÇA DE MAIS UM MES DE UM SERVIÇO QUE ESTÁ CANCELADO, NÃO EXISTE DESDE HOJE E JÁ ESTOU A PAGAR PARA OUTRA OPERADODORA . OBRIGADA PELA ATENÇÃO, AGUARDO O VOSSO MELHOR FEEDBACK. NA ESPERANÇA DE QUE TAL COBRANÇA NÃO SE VENHA A CONCRETIZAR. ATENTAMENTE, ANITA PIRES.
Processo de reparação de televisor Samsung e incumprimento por parte da Samsung e Mavideo
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um processo de reparação do meu televisor Samsung LCD de 55 polegadas, cuja gestão tem sido efetuada pela empresa Mavideo, por indicação da Samsung, e que considero estar a ser conduzido de forma manifestamente lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. O equipamento foi adquirido em 25 de abril de 2021 e a avaria ocorreu em 16 de maio de 2026, já fora do período de garantia. No dia 18 de maio de 2026 contactei a Samsung, que me encaminhou para a Mavideo. Nesse mesmo dia entrei em contacto com a Mavideo, tendo sido agendada a recolha do equipamento para o dia 21 de maio de 2026. No entanto, permaneci toda a tarde à espera da recolha e ninguém compareceu. Apenas no dia 26 de maio de 2026 o equipamento foi finalmente levantado. Paguei o montante de 57,81 € referente ao transporte, tendo-me sido informado que esse valor seria deduzido ao custo da reparação. Após cerca de cinco dias sem qualquer contacto por parte da Mavideo, fui eu quem teve de contactar a empresa para obter informações sobre o estado do processo. Apenas no dia seguinte fui informado da origem da avaria e do respetivo orçamento, o qual aceitei de imediato. Foi-me comunicado que a reparação demoraria entre 8 e 10 dias úteis, podendo existir um pequeno atraso devido a um feriado. Aceitei essa justificação e aguardei. Decorridos cerca de 15 a 17 dias, sem qualquer atualização, voltei a contactar a Mavideo. Para minha surpresa, fui informado de que era necessária a fatura de compra porque, alegadamente, a Samsung não dispunha da peça necessária para a reparação. Caso eu não tivesse tomado a iniciativa de contactar a empresa, continuaria sem qualquer informação sobre o estado do processo. Enviei de imediato a fatura por e-mail e falei telefonicamente com a gerente, Sr.ª Sara, que me informou que a Samsung teria de dar uma resposta no prazo de 8 a 10 dias. Contudo, no dia 24 de junho de 2026 contactei diretamente a Samsung, tendo sido informado pelo apoio técnico de que existia efetivamente um processo aberto, mas que não existia qualquer registo de pedido da peça necessária para a reparação, tendo inclusivamente sido questionado se já me tinha sido apresentado algum orçamento. Perante estas informações contraditórias entre a Samsung e a Mavideo, fiquei sem saber qual das entidades estava efetivamente a prestar informação verdadeira. No dia 25 de junho de 2026 solicitei esclarecimentos, por escrito, tanto à Samsung como à Mavideo. A Mavideo nunca respondeu ao meu e-mail, ignorando completamente o meu pedido de esclarecimentos. A Samsung respondeu e tentou apresentar uma solução, informando que a minha televisão já não tinha reparação possível e propondo o fornecimento de um televisor novo. No entanto, para beneficiar dessa solução, exigia que eu suportasse o valor do orçamento da reparação inicialmente aceite. Perante essa proposta, sugeri a atribuição de outro modelo de televisor, uma vez que iria suportar o custo da reparação que afinal não seria efetuada. A Samsung recusou essa possibilidade, informando que apenas poderia atribuir um equipamento correspondente ao valor depreciado da minha televisão. Acresce que também recusou devolver os 57,81 € pagos pelo transporte. Nessas condições, recusei inicialmente a proposta. Posteriormente, já completamente desgastado por toda esta situação e pretendendo apenas colocar um fim ao processo, comuniquei que aceitava o modelo inicialmente proposto pela Samsung. No entanto, apenas um dia depois fui informado de que, devido ao tempo que alegadamente demorei a aceitar a proposta, esse modelo já não existia em stock, pelo que a única alternativa seria receber o valor depreciado do equipamento. Além disso, a Samsung exigia que assinasse um documento onde declarava nada mais ter a reclamar relativamente ao processo, ficando ainda a minha televisão na posse da empresa, sem qualquer devolução do equipamento e sem restituição dos 57,81 € pagos pelo transporte. Naturalmente, recusei essas condições, por as considerar manifestamente injustas e prejudiciais aos meus direitos. Solicitei então a devolução da minha televisão. A Samsung informou-me que iria contactar a Mavideo para que esta procedesse ao agendamento da entrega do equipamento. Até à presente data, não fui contactado pela Mavideo, não obtive qualquer resposta ao e-mail que enviei a solicitar esclarecimentos, não recebi resposta à reclamação apresentada no Livro de Reclamações Eletrónico e continuo sem qualquer indicação sobre quando me será devolvida a televisão. Em resumo: Estou privado do meu televisor desde 16 de maio de 2026; Paguei 57,81 € pelo transporte do equipamento; Aceitei um orçamento de reparação que nunca chegou a ser executado; Nunca fui informado espontaneamente sobre o estado do processo, tendo sido sempre eu a contactar as empresas; Recebi informações contraditórias entre a Samsung e a Mavideo; Foi-me apresentada uma proposta que implicava suportar custos de uma reparação não realizada, perder a posse da minha televisão, abdicar do direito de reclamar e não ser reembolsado do valor pago pelo transporte; A Mavideo nunca respondeu aos meus pedidos escritos de esclarecimento nem à reclamação apresentada no Livro de Reclamações; Continuo sem o equipamento e sem qualquer solução definitiva. Considero esta situação absolutamente inaceitável, revelando falta de informação ao consumidor, ausência de comunicação, incumprimento dos deveres de assistência e uma gestão do processo totalmente desorganizada. Assim, solicito o apoio da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente para que sejam esclarecidas as responsabilidades da Samsung e da Mavideo, seja promovida uma resolução definitiva deste processo e sejam avaliados os meus direitos relativamente aos prejuízos sofridos, incluindo a devolução dos valores pagos e a eventual responsabilidade das entidades envolvidas pelos sucessivos incumprimentos. Agradeço, desde já, toda a atenção dispensada e fico a aguardar o vosso contacto. Com os melhores cumprimentos, Nuno Filipe Martins Silva Rua Vista Alegre 64 1º traseiras 933425050 nuno.f.m.silva@gmail.com
Burla com o pack de serviços extra
Venho reclamar com a Edp que me fez um contrato de eletricidade ao balcão totalmente normal não me foi informada nenhum pack de serviços muito menos fidelização e qual não é o meu espanto quando recebo a factura vem com extra de 20 euros de uma fidelização de um serviço que eu não pedi nao me foi informado e foi incluido numa simples requisição de fornecimento de eletricidade. Fui ao balcão reclamar e lá o funcionário me garantiu que se terminasse o contrato de eletricidade o serviços extra também podia ser cancelado sem ter que pagar mais nada depois do cancelamento. Foi o que fiz . 15 dias depois recebo o cancelamento do serviço extra com a fatura de cobrança de todos os meses durante um ano desse serviço extra. Sinto me enganada burlada e é um abuso dos clientes. Enganam mentem e tentam extorquir dinheiro das pessoas a todo custo. É surreal não tem esse direito.
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