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Seguro sem inspeção válida
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Entrei em contato com a Zurich Sosel de Carrazedo de Montenegro com DNA Andréa . Solicitei cotação para um Citroen c3 ano 2009 Através do WhatsApp ela pediu inspeção válida e livrete do mesmo . Aceitei paguei e me enviou a carta verde Está na rua de Chaves fui parado pela PSP Dizendo que inspeção não estava válida E como consegui fazer o seguro Se tivesse um acidente seria de causas sérias devido ter seguro e não a inspeção O policial orientou e ligou várias vezes para agente de seguro que não atendeu Me orientou fazer um denúncia contra a seguradora Eu preferi ligar p tentar resolver A mesma me respondeu que a zurich orientou não fazer nada pois foi um erro normal Será mesmo uma segurado tão renomada dizer isso diante de fatos tão graves??? Valor da multa 250 euros e 3 dias de diárias de ficar sem meu carro. Espero com urgência uma resposta
Reclamação contra a Domestic & General – Má conduta na venda e no atendimento ao cliente
Assunto: Reclamação contra a Domestic & General – Má conduta na venda e no atendimento ao cliente Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar a vossa intervenção enquanto entidade de defesa do consumidor, para analisar e atuar sobre uma situação de má prática comercial e atendimento desrespeitoso por parte da seguradora Domestic & General, que resultou em prejuízos financeiros e emocionais. No dia 16 de janeiro de 2024, adquiri um iPhone 15 Pro Max numa loja Worten. No momento da compra, foi-me vendido de forma apressada um seguro da Domestic & General. O funcionário não me explicou as condições contratuais, nem me apresentou qualquer documento com os termos, exclusões ou obrigações associadas. Fiquei com a perceção de que se tratava de um seguro simples e eficaz em caso de dano acidental. Recentemente, ao partir o ecrã do telemóvel, tentei acionar o seguro e fui informada de que: • O equipamento teria de ser enviado para Espanha, com um prazo de espera mínimo de um mês; • Teria ainda de pagar 15% do valor total do telemóvel para que o seguro fosse acionado. Estas condições nunca me foram comunicadas no momento da venda. Sinto que fui claramente induzida em erro, tendo confiado numa proteção que, na prática, revelou-se extremamente limitada e burocrática. Para resolver a situação, fui forçada a recorrer a uma reparadora independente (iService) e pagar integralmente a substituição do ecrã, o que torna o seguro completamente inútil. O mais grave, no entanto, foi a forma como fui tratada quando entrei em contacto com o serviço de apoio da Domestic & General para tentar resolver a situação. Em vez de receber apoio, empatia ou qualquer tentativa de resolução, os operadores mostraram-se totalmente desinteressados no meu caso, ignoraram as minhas queixas, e, pasmem, tentaram ainda vender-me outros serviços, mesmo após eu expressar estar profundamente insatisfeita e emocionalmente abalada pela forma como fui tratada. Senti-me desrespeitada, ignorada e explorada como consumidora. Este tipo de abordagem é absolutamente inaceitável. Assim, venho por este meio solicitar: 1. Que a DECO avalie esta prática comercial por parte da Domestic & General, incluindo: • Venda de seguros sem informação adequada; • Omissão de condições fundamentais; • Atendimento ao cliente abusivo e sem respeito pela situação do consumidor. 2. Que me seja garantido o reembolso integral das prestações pagas no seguro; 3. Que esta empresa seja advertida ou investigada quanto às suas práticas junto do mercado português, de forma a evitar que outros consumidores passem pela mesma situação.
Bloqueamento de dinheiros no meu cartão de crédito
Exmos. Senhores, Conforme vos foi solicitado a 28 e a 30 de Abril deste ano, pedindo esclarecimentos porque é que €1200 não foram ainda desbloqueados no meu cartão de crédito, não me foi ainda dada qualquer resposta, apesar de me terem dito que me iriam responder em um dia ou dois, no máximo. Infelizmente parece não haver qualquer serviço de apoio ao cliente no ActivoBank e, infelizmente de novo, não podemos acreditar no ActivoBank quando diz que nos responde e depois não responde, ignorando o pedido de esclarecimento. Esta atitude muito pouco profissional não deve ser tolerada e responsabilidades devem ser apuradas. Cumprimentos.
Reclamação contra a Cofidis – Cobrança indevida após liquidação total do crédito
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa Cofidis, relativamente a uma situação que considero incorreta e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor. Solicitei atempadamente à Cofidis uma nota de liquidação para amortização total de um crédito até ao dia 10. Efetuei o pagamento antes do prazo estabelecido, conforme instruções e valor fornecido pela própria Cofidis. No documento de amortização, o saldo credor indicado era de 0€, o que confirma que a dívida estava totalmente saldada, incluindo todos os custos associados à antecipação do pagamento. Para minha surpresa, recebi posteriormente uma notificação da Cofidis a informar que tenho ainda 97,47€ em dívida, e que sobre este valor ainda vão ser aplicados juros. Esta cobrança não tem, do meu ponto de vista, qualquer fundamento, uma vez que: • Solicitei e recebi uma nota de liquidação com valor final; • Efetuei o pagamento dentro do prazo; • O valor pago corresponde exatamente ao que foi solicitado; • Não fui informada/o de quaisquer valores adicionais em aberto. Solicito, portanto, que esta situação seja analisada com urgência e que sejam tomadas as devidas providências, no sentido de garantir a correção desta cobrança indevida e o respeito pelos direitos dos consumidores. Caso necessário, posso disponibilizar cópia da nota de liquidação, comprovativo de pagamento e demais comunicações com a Cofidis. Agradeço desde já a atenção prestada e fico a aguardar uma resposta. Com os melhores cumprimentos,
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Foi-me cobrada uma prestação a mais por reembolso antecipado. Em anexo envio documento como comprovativo da cobrança. Sendo que já reclamei junto dos vossos serviços e a situação permanece inalterada, solicito a vossa resposta com a maior brevidade. Cumprimentos.
Carro de Substituição
Bom dia. Dia 21 de abril de 2025 o meu carro avariou e levei-o a uma oficina Bosch parceira deco perto de minha casa. A oficina devido a estar lotada de trabalho só ontem, dia 30 de abril, conseguiu diagnosticar a avaria. Segundo entendi, devido a hoje ser feriado, só conseguem iniciar a reparação segunda feira, dia 5 de maio. Entretanto enviaram um documento a minha seguradora com o diagnóstico da avaria, dando 5 dias como prazo para a viatura estar pronta. A minha seguradora diz que só me concedem 2 dias de carro de substituição. Estou desde dia 21 de abril a tentar que a minha seguradora me conceda um carro de substituição porque trabalho a 50km de distância desde a minha casa e sempre me foi negado, supostamente por não terem um diagnóstico da avaria. Agora que tenho o diagnóstico recusam-se a dar-me um carro para os 5 dias. No meio desta confusão já perdi 3 dias de trabalho, o 21, 22 e 23 de abril. Para não perder mais dias aluguei um carro a minha conta durante 2 dias e esta semana consegui que uns colegas de trabalho me fossem buscar a casa. Quero com isto perguntar-lhes se enquanto consumidor tenho direito ou não aos 5 dias de substituição. Obrigado pela vossa atenção Cumprimentos, Paulo Carvalho
Recusou a deixar-me fazer o curso e imprecisao na informacao
Exmos. Senhores, Conforme falado com as senhoras Sandra Mendes, Joana Santos, Vera Moreira e Marina Costa. Infelizmente todas nao sabem passar a informacao ou mesmo nao tem compreendimento correto do idioma portugues. 2 pontos a considerar: 1. Inventaram que nao posso fazer o curso de idiomas pois nao tenho equivalencia de ensino. Como pode ser tal informacao ser verdadeira se tenho diploma em bacharelado no idioma Portugues? 2. Nao sabem passar a informacao. Tivemos 1.5 semana a trocar mais de 20 emails para dizerem que nao posso fazer o curso simplesmente por que nao tenho capacidade para tal. O que nao e verdade. Fica aqui a reclamacao de uma descabida trapalhada do IEFP, no qual nao posso melhorar minhas capacidades nem atender o que e pedido pelo proprio IEFP que pede que no desemprego possamos fazer cursos e nao e que ocorre aqui.
Fundo Ambiental
Exmos. Senhores, Tomei hoje conhecimento, através de um organismo público,da preocupação do Fundo Ambiental em não reconhecer a elegibilidade da candidatura 23414 por motivos de LIQUIDEZ FINANCEIRA. Ora, isto é de uma extrema gravidade. Uma vez que a candidatura foi anulada por erro de análise,e as respostas reiteradamente são calibradas para sustentar o mesmo erro,pergunto ao fundo ambiental o seguinte: Tendo em conta o comunicado recente da PROVEDORIA DE JUSTIÇA, mais os certificados energéticos válidos, registados e emitidos na plataforma SCE ADENE,qual é afinal o verdadeiro propósito de defenderem o indefensável???? Cumprimentos.
Recusa de cobertura de reparação pela garantia automóvel
Exmos. Senhores, Em novembro de 2024, comuniquei à RPM Garantie uma avaria grave no motor do meu veículo que tinha apenas 8 meses de uso — relacionada com a correia de distribuição que teve que envolver a reparação total do motor —, e a empresa confirmou que a reparação deveria ser realizada numa oficina por eles indicada. O orçamento total foi de 3.600 €, mas, após semanas de incerteza, recebi apenas a informação de que a garantia contribuiria com 400 €, a título de “gesto comercial”, sem apresentação de qualquer fundamento técnico ou contratual. Em momento algum a RPM Garantie solicitou comprovativos da manutenção da viatura, nem colocou isso como condição para análise ou aceitação do pedido. Foi apenas meses depois, já em 2025, apos inicio de comunicação por minha parte que alegaram essa falta — um argumento extemporâneo, desprovido de validade contratual e que demonstra má-fé. Acreditei estar a lidar com uma garantia legítima e agi de boa-fé. Por desconhecimento dos meus direitos enquanto consumidor, e sem alternativa viável, fui forçado a pagar os 3.100 € do meu próprio bolso para poder levantar o veículo. Só mais tarde, após procurar apoio e informação, percebi que a recusa apresentada pela empresa não apenas era infundada, como violava os princípios de boa-fé contratual e de proteção ao consumidor previstos na legislação portuguesa. De acordo com o Decreto-Lei n.º 67/2003, de 8 de abril, e respetivas alterações, qualquer bem móvel duradouro vendido com garantia implica a obrigação de reparação integral de avarias cobertas, salvo prova inequívoca de mau uso ou negligência por parte do consumidor — o que nunca foi demonstrado, nem sequer alegado de forma fundamentada pela RPM Garantie. A conduta da empresa, além de negligente, é contraditória: aprovaram o início da reparação sem reservas e só posteriormente tentaram justificar a recusa com base numa suposta ausência documental que nunca foi exigida no processo. Tal prática, à luz da legislação de defesa do consumidor e da boa-fé contratual, é abusiva e lesiva dos meus direitos. Ainda que a correia de distribuição em si esteja excluída, a reparação de 3.100 € não corresponde apenas à troca da correia, mas sim à reconstrução de todo o motor, incluindo componentes internos lubrificados que estão expressamente cobertos pelo contrato (Ponto 6). O contrato não exclui os danos consequentes causados por falhas da correia — apenas a correia em si. Logo, a RPM Garantie deveria, no mínimo, assumir a parte da reparação referente aos componentes abrangidos pela cláusula de cobertura. A recusa integral do valor é, por isso, contrária ao contrato e à boa-fé contratual, e representa uma violação dos meus direitos enquanto consumidor. Por isso, venho exigir a revisão da decisão da RPM Garantie e a comparticipação integral (ou, no mínimo, proporcional e justa) da reparação, num valor remanescente de pelo menos 1.050,42 €, respeitando os termos da garantia contratada e as normas legais em vigor. Cumprimentos.
Divida de 2006 prescrita pela lei portuguesa de telecomunicações transformada em credito pessoal
Venho por este meio expor a minha situação de descontentamento com a vossa empresa gostaria de saber onde e que ha uma prova que fiz um crédito Pessoal com a tv cabo no ano de 2006,pois nao me lembro se quer de ter tido essa operadora ,quero que me enviem documentos a comprovar tal situação de como eu tenho a dívida seus bandidos,roubam as pessoas que trabalham dignamente, que descalabro que e a vossa empresa, ainda mais terem metido o meu nome no banco de portugal. Mas desde quando e que telecomunicações sao créditos pessoais seus bandidos. Fico aguardar uma RESPOSTA
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