Reclamações públicas

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Reclamação Formal contra Fidelidade – Processo 22MR060357

Reclamação Formal contra Fidelidade – Processo 22MR060357 Venho apresentar reclamação formal contra a seguradora Fidelidade relativamente à gestão do processo de sinistro n.º 22MR060357, decorrente dos danos causados pelas tempestades ocorridas entre janeiro e fevereiro de 2026. O sinistro refere-se à avaria e queima do sistema de ar-condicionado da minha habitação, causada por sobretensão/interrupções elétricas verificadas durante as tempestades. Toda a documentação técnica, relatórios e orçamentos foram devidamente enviados à seguradora. No entanto, após meses de demora e falta de acompanhamento, a Fidelidade procedeu ao pagamento parcial de apenas 2.233,92€, valor que não corresponde aos prejuízos reais apresentados e comprovados documentalmente. Os próprios documentos enviados à seguradora demonstram claramente que: * O orçamento dos equipamentos ascende a aproximadamente 2.747,72€; * Existe ainda um valor estimado de cerca de 1.000€ relativo à mão de obra de instalação; * Os custos totais necessários para reposição do sistema ultrapassam largamente o montante pago pela Fidelidade. Apesar disso, a seguradora decidiu encerrar/concluir o processo sem pagar a totalidade dos valores reclamados e sem apresentar qualquer explicação clara ou fundamentada para a exclusão da mão de obra e restantes custos técnicos. Questiono: Como pode a Fidelidade considerar um processo resolvido pagando apenas parte do equipamento e ignorando totalmente os custos obrigatórios de instalação e montagem? Quem suportará esses encargos necessários para repor o sistema em funcionamento? Além da questão financeira, a situação agravou-se pela completa falta de contacto e acompanhamento por parte da gestora do processo, Ana Matos. Desde terça-feira, dia 26 de maio, tentei inúmeras vezes obter esclarecimentos diretamente junto da Fidelidade: * Liguei mais de 10 vezes para a seguradora; * Solicitei repetidamente contacto da gestora; * Nunca me foi passada a chamada; * Nunca obtive retorno; * Enviei diversos e-mails sem qualquer resposta. Considero absolutamente inadmissível que um cliente fique impossibilitado de contactar a responsável pelo seu processo, especialmente numa situação em que existem valores claramente em falta e um processo encerrado indevidamente. A atuação da Fidelidade demonstra falta de transparência, ausência de apoio ao cliente e incumprimento do dever de acompanhamento e informação. Solicito: * Revisão imediata do processo; * Pagamento dos valores efetivamente em falta; * Esclarecimento formal sobre os critérios utilizados para exclusão da mão de obra; * Contacto urgente por parte da gestora responsável ou de outro responsável competente. Caso a situação não seja resolvida rapidamente, reservarei o direito de avançar com participação junto da ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e demais entidades competentes. Obrigada

Resolvida
A. R.
27/05/2026

Tentative de Resolução de Contrato

​Exmos. Srs. da DECO PROTESTE, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção jurídica e mediação num conflito de consumo que mantenho com o ginásio Fitness UP da Póvoa de Varzim (UP Póvoa de Varzim, Lda). ​No dia 24/04/2025, celebrei um contrato de adesão (Nº de Sócio 26008423) sob um plano anual com um período de fidelização explícito de 52 semanas pagas. ​O conflito prende-se com os seguintes factos: ​Cumprimento Integral do Vínculo: O período de 52 semanas contratado completou-se em abril de 2026. Contudo, ao solicitar o cancelamento presencialmente no dia 21/04/2026, o pedido foi recusado pela diretora do clube. ​Imposição de Regra Extra-Contratual: A gerência do clube alega verbalmente que as primeiras 4 semanas do contrato não contabilizam para a fidelização por terem tido um valor promocional (0,50€ por semana). ​Inexistência de Base Legal/Contratual: Analisadas as Condições Gerais assinadas, não existe qualquer cláusula que estipule que semanas com desconto ou campanhas promocionais não contam como semanas pagas. ​Evidência Documental Absoluta: A fatura inicial VD 26025/230159525 comprova que a Taxa Administrativa foi cobrada e liquidada para o período exato de 24/04/2025 a 23/04/2026. O próprio ginásio delimitou documentalmente o ano de vigência do contrato. ​Ausência de Resposta ao Livro de Reclamações: Face à intransigência da diretora, no mesmo dia (21/04/2026) redigi uma reclamação no Livro de Reclamações. Até à data de hoje, já tendo sido largamente ultrapassado o prazo legal de 15 dias úteis, o Fitness UP não se dignou a dar qualquer tipo de resposta à minha exposição. ​Dada a total ausência de razoabilidade da gerência, o incumprimento dos prazos legais de resposta e a tentativa de prolongar a fidelização de forma abusiva, recuso-me a pagar a taxa de rescisão antecipada de 50€ e exijo o cancelamento imediato do contrato sem qualquer penalização. ​Agradeço desde já a vossa habitual atenção e auxílio. ​Melhores cumprimentos, ​Ana Filipa Pereira Ramos

Encerrada
M. D.
25/05/2026

Cancelamento da Nos

Exmos. Srs. , Venho apresentar reclamação relativamente à cobrança indevida de mensalidade após cancelamento dos serviços NOS, efetuado dentro do prazo e conforme instrução dada por colaborador da NOS. Factos: 1. O meu contrato com a NOS terminaria a 10/05/2026. 2. Em Abril/2026, dias antes de 30/04/2026, fui informada por um colaborador da NOS em loja, de que para evitar cobrança adicional deveria solicitar o cancelamento até ao último dia de Abril/2026. Segui essa indicação. 3. A 30/04/2026 solicitei o cancelamento e entreguei os equipamentos a 02/05/2026. Tenho comprovativos de cancelamento e devolução. 4. Paguei a fatura de 01/04/2026 a 30/04/2026 no valor de 73,57€, com prazo até 28/05/2026. 5. A 05/05/2026 o meu número fez portabilidade para a Vodafone. A própria NOS enviou-me SMS no dia 06/05/2026 já para o número Vodafone, o que confirma que a portabilidade estava concluída. O número da minha filha ficou inativo desde 10/05/2026, com cartão de outra operadora. 6. Recebi SMS da NOS a 04/05/2026 a confirmar o desligamento dos serviços na conta S961765721. 7. Apesar disso, a NOS manteve o contrato ativo e exige pagamento até Junho/2026. Fui aconselhada a não fazer alterações sob pena de renovar fidelização por 2 anos. 8. No dia 21/05 dirigi-me á loja NOS da Guia para tratar da portabilidade do cartão da minha filha e fui informada que o cancelamento do contrato fora cancelado. Motivo da reclamação: - O cancelamento foi solicitado e efetivado a 30/04/2026, com devolução de equipamentos a 02/05/2026. - A partir de 05/05/2026 deixei de ter serviço NOS por portabilidade. Não houve prestação de serviço em Maio. Pedido: Solicito a anulação de todas as cobranças posteriores a 30/04/2026, o encerramento definitivo do contrato, e a autorização para proceder à portabilidade do número da minha filha sem penalizações ou renovação de fidelização. Atenciosamente,

Encerrada
J. B.
25/05/2026

Resolução de serviço

Exmos. Senhores, . Em 02/03/2026 denunciei o contrato n.º 20244. Sucede que até hoje, passados que são 62 dias, o serviço ainda se encontra ativo, apesar da renuncia enviada no tempo legal para o efeito estabelecido por Lei. Estou constantemente a receber chamadas de Empresa de Cobranças; já me desloquei á Abanca serviços Financeiros que fotocopiaram os documentos enviados para a Acquarobot com aviso de recepção na referida data. Agradeço o breve tratamento do mesmo. Considerando o exposto, venho relembrar a denúncia do contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão, da vossa inteira responsabilidade. Cumprimentos. MC

Encerrada
M. C.
24/05/2026

Problema não resolvido com viatura estragada no parque por pavimento levantado e mau estafo

Bom dia Exmos senhores, Serve o presente para demonstrar o meu descontentamento para com a vossa equipa de resolução de problemas em tempo útil,e que o antigo gerente que não enviou os relatórios em tempo útil e dizendo o dito por não dito. Em segundo esper o pacientemente até o dia de ontem para me dizer que não iriam assumir a responsabilidade,isto relatado ao telefone pela senhora Jerusa. Informo que a minha viatura vai seguir para a Mercedes uma vez que quiseram aceitar de forma honrada e respeitosa o orçamento que enviei. Rescindi o meu vínculo e o da minha esposa por justa causa,e todos os que lá meti irão sair também. Em terceiro lugar andaram a dar informações minhas a terceiros para me ligar,o que presenta a violação regime geral de proteção de dados. Tenho as queixas formalizadas na ,deco, ASAE,pão e ipdj,caso não cumpram hoje com a transferência. A vossa seguradora ficou de vir peritar o carro e nunca me ligou mesmo já tendo passado o tempo de lei para peritagem,agora tb não o farão. Só me falta preencher a reclamação no livro de reclamações. Cumprimentos diretor de segurança e formador de regime jurídico: Maurício Cardoso

Encerrada
J. N.
23/05/2026

Cobrança judicial

Venho por este meio apresentar a minha grande insatisfação e revolta para com o serviço prestado pela Vodafone. Fui cliente Vodafone no ano de 2025. No dia 04/11/2025 dirigi-me, com a devida antecedência, à loja Vodafone de Aveiro (Glicínias) onde efetuei um pedido de mudança de casa. Mencionei e recalquei a importância da realização desta alteração até ao dia 08/12/2025, pois seria este o último dia que estaria na morada onde o serviço estava até então instalado. Foi-me imediatamente transmitido que para mudar o serviço para a minha nova morada teriam de fazer um pedido à NOS, uma vez que os postes desta zona lhes pertencem. Pediram-me que aguardasse resposta. No decorrer de todo o mês de Novembro, bem como no mês posterior, a Vodafone nunca teve uma resposta efetiva para me dar, não me informaram em algum momento de que não era possível a instalação do serviço na morada pretendida. Depois de várias chamadas telefónicas e de diversas idas à mesma loja a resposta era sempre, e passo a citar “Ainda não temos resposta por parte da NOS”. No dia 04/12/2025, exatamente passado o mês que me haviam dado de prazo de resposta, fiz na loja Vodafone um pedido de cancelamento do serviço, ao qual novamente me pediram que aguardasse novidades. No final de Dezembro, depois de mais uma de muitas visitas à loja, pediram-me que enviasse um comprovativo de morada. Fiz marcação na Junta de Freguesia da minha área de residência de forma a obter um comprovativo de morada, (um documento com custos associados) devidamente carimbado, no qual consta a minha permanência nesta nova morada desde o dia 08/12/2025 como já havia referido. Enviei este documento à Vodafone logo no início de Janeiro de 2026. Passados longos dias, recebi uma chamada da Vodafone em como este teria sido recusado e que seria necessário entregar um comprovativo de morada fiscal cedido pelas finanças. No dia 10/01/2026 enviei este mesmo comprovativo através do formulário no site da Vodafone. No dia 13/01/2026, mais de dois meses após o pedido de mudança de casa, e mais de um mês após o pedido de cancelamento, recebi finalmente um email de confirmação do cancelamento, bem como uma chamada telefónica. Nesta chamada expliquei detalhadamente toda esta situação à assistente e pedi a anulação da fatura do mês de Dezembro 2025 e parte do mês de Janeiro de 2026, uma vez que deixei de usufruir do serviço contratado no dia 08/12/2025. A colaboradora disse-me que este valor seria anulado pois não fazia sequer sentido, pelas palavras dela, quererem cobrá-lo. Informou-me que seria apenas necessário devolver os equipamentos. Os artigos (Router e Box) foram recolhidos pelo estafeta a 16/01/2026. A demora no cancelamento deveu-se exclusivamente à vergonhosa falta de resposta da Vodafone. No entanto nos meses seguintes do presente ano, a Vodafone contactou-me para cobrar esses valores. Voltei a explicar a situação a mais de um colaborador, disseram-me que a queixa seguiria para análise. Agora, em Maio de 2026, a Vodafone informa-me por email que irá proceder à cobrança judicial do valor de 69,62€, por um serviço que eu estava impedida de utilizar. É lamentável a atitude da Vodafone. Sinto-me burlada, enganada. É revoltante, vergonhoso e inadmissível a condução que fizeram de toda esta situação.

Encerrada

Falha nas instruções da seguradora origina recusa de pagamento de cobertura

Boa noite. Tendo cobertura de pneus na minha apolice da Generali Tranquilidade, e após danificar um pneu ao cair num buraco, contactei telefonicamente a comunicar o sucedido e a solicitar instruções para avcionar a apolice. Na chamada expliquei que o dano era visivel (bolha na parede lateral do pneu) e que apenas ao estacionar na rua em que habito dei conta do mesmo. O carro nao estava impossibilitado de se deslocar a uma casa de pneus a 200 metros da minha habitação, e tudo isso foi contado por mim e estará gravado na chamada telefónica. Em seguida enviaram-me por email todas as instruções para accionar a apolice. Desloquei-me à casa de pneus no final da rua, e adquiri 2 pneus novos, tendo enviado fatura apenas de um. Ao questionar passados 10 dias, indicam que não vão pagar porque não chamei reboque. Se eu expliquei ao telefone (estará gravado!) que iria à casa de pneus ao fundo da rua e ninguém me falou em obrigação de chamar reboque, e se nas instruções por email não referem reboque, julgo estar a ser incorrectamente responsabilizado por não cumprir procedimentos aparentemente obrigatórios mas que por negligência da seguradora não me foram comunicados por nenhuma das 2 vias de contactos realizados. Sinceramente parece-me negligência pura ou propositado para fugirem à responsabilidade como é tão famoso entre seguradoras. Exigi a revisão do meu processo e a consulta da chamada telefónica e do email de modo a comprovarem que agi precisamente de acordo com as instruções fornecidas, e não posso ser responsabilizado por uma falha apenas e unicamente do lado da seguradora. Na recusa de me pagarem o pneu danificado sob a cobertura que tenho na minha apólice, darei por cancelado o seguro nesta companhia e farei reclamação formal ao Instituto Português de Seguros, IMT e Deco. Enviei hoje email a expor argumentos de defesa e toda a situação ao provedor do cliente, dado que não obtive qualquer resposta ou reação aos meus argumentos de defesa após informarem-me a recusa acima referenciada.

Encerrada
R. D.
21/05/2026

Cobrança indevida

Venho por este meio expressar a minha reclamação devido ao pedido de pagamento de 199€ por parte da indebt a favor da medicare. O qual foi cancelado o debito direto a mais de 10 anos e o qual nao tive qualquer usufruto no decorrer da apólice. Tal como em todos os seguros que tive bastava sempre fazer o cancelamento do debito direto o que predispõe o cancelamento da apólice por falta de pagamento. Constantemente me enviam mensagens a pedir o pagamento com entidade e referência com a ameaça de haver encargos. Quero que seja anulada qual cobrança relativa a medicare e que todos os meus dados sejam apagados.

Encerrada

Rescisão Pedido de rescisão da unidade de produção [ 51212 / MCP ]a

Venho por este meio manifestar a minha insatisfação pela demora da minha rescisão do meu registo da minha upac, visto que já enviei a minuta para rescisão da mesma e sem essa rescisão não me é possível fazer o novo registo da minha upac devido ao aumento de mais painéis de autoconsumo, portal esse que o atendimento basicamente não existe e a resposta e resolução por email é igualmente nula uma vergonha de portal Obrigado

Encerrada
D. S.
20/05/2026

A espera de validação

Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar um esclarecimento relativamente ao estado da candidatura n.º 1820. Após tanto tempo de espera, continuo sem compreender o motivo pelo qual o processo permanece parado, uma vez que todas as medidas e documentação solicitadas já foram entregues, estando apenas em falta a aprovação final. Considero esta demora excessiva e sem justificação aparente, sobretudo tendo em conta que aguardo há vários meses, praticamente desde o ano passado, por uma resposta concreta. Sinceramente, não considero normal esta situação nem a falta de avanço no processo. Agradeço, por isso, uma resposta urgente e esclarecedora sobre o motivo desta demora e uma previsão real para a conclusão da candidatura. Com os melhores cumprimentos Débora Silva

Encerrada

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