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Não cobriu cirurgia
Tenho Lipedema, obesidade tratada e precisei fazer uma cirurgia nas pernas pelo excesso de nódulos do lipedema, e o seguro negou várias tentativas que fiz para comparticipar. Tive que fazer crédito no banco para pagar a cirurgia. Foi dia 27/05. Tenho declaração da cirurgiã vascular indicando a necessidade da cirurgia para dar seguimento a outros tratamentos venosos, pois já fiz todo o protocolo de tratamentos existentes. Emagreci 47k, fiz cirurgia das varizes, acompanhamento nutricional e com endocrinologista, mas nada resolveu a dor que sentia nas pernas e a impossibilidade de atividades simples como subir escadas ou brincar com minha filha. A resposta da seguradora de que foi um procedimento estético é um desrespeito total ao cliente e à lei. Boa-fé contratual (art. 227.º CC): a seguradora não pode interpretar contra o segurado um tratamento médico prescrito e fundamentado, nem as normativas da OMS. Regime Jurídico do Contrato de Seguro (DL 291/2009): em caso de dúvida ou ambiguidade, a interpretação deve ser feita a favor do segurado. Lei 147/2015 (RJASR): a seguradora tem o dever de proteção do consumidor e não pode adotar práticas abusivas. Aguardo.
Não fui atendida
Fiquei com dores a espera de atendimento para ginecologia e quando chega minha vez a médica não se encontrava na sala, aí chegou outras grávidas e passaram a minha frente, depois do atendimento das duas grávidas resolvi bater a porta e perguntei se ela iria me atender, e me disse em tom ríspido que não iria me atender porque estava outras grávidas a espera,aos não tinha ninguém pra ser atendida, relatei que estava com dores e ela fez cara de tô nem aí. Hoje é 07 de julho de 2026 as 18:30 sala emergência de 813 não sei o nome dela, infelizmente.
Prótese Dentária provoca hospitalização
Exmos. Senhores... No dia 2 de junho de 2026, fiz o molde de uma prótese dentária no Consultório Médico VBM (Lisboa). No dia 15 de junho, levantei a prótese no laboratório indicado pelo consultório, em Odivelas, onde foram feitos ajustes pela técnica protésica. Nos dias 19 e 26 de junho, voltei ao laboratório devido a dores e a um arame metálico que acumulava comida e causava desconforto, mas as minhas queixas foram desvalorizadas. No dia 28 de junho, após lavar a prótese, verifiquei que o arame tinha desaparecido. O SNS 24 aconselhou-me a ir de imediato a uma urgência. No Hospital CUF Descobertas, dois raios X confirmaram que o objeto metálico estava no intestino delgado, representando risco de perfuração. No dia 1 de julho, no Hospital CUF Sintra, foi confirmado que o objeto já não se encontrava no organismo. Este incidente foi grave, evitável e colocou a minha saúde em risco. Solicito: – Devolução da prótese com reembolso integral do valor pago; – Reembolso dos custos das hospitalizações e da ausência ao trabalho; – Abertura de processo de averiguação. António Rodrigues
cessação de contrato
Exmos. Srs. da DECO Venho por este meio solicitar a vossa intervenção junto da empresa Media Care, com a qual tenho o contrato n.º 45100333585, uma vez que pretendo rescindir o mesmo e não estou a conseguir obter resposta por parte da entidade. Manifestei a minha vontade de cessar o contrato e, desde então, a empresa tem adiado sucessivamente uma resposta. Foi-me prometido por várias vezes que me ligariam "mais tarde" ou "nos dias seguintes", o que nunca aconteceu até à data. Hoje, dia, voltei a contactar a linha de apoio ao cliente para resolver a situação. A pessoa que me atendeu foi extremamente rude, demonstrando uma total falta de respeito e de profissionalismo Considero que a Media Care está a usar táticas de arrastamento para evitar o cancelamento do serviço, o que prejudica os meus direitos enquanto consumidor. Pretendo a rescisão imediata do meu contrato com a Media Care, sem qualquer penalização, dado o manifesto incumprimento no apoio ao cliente. Agradeço desde já a vossa habitual atenção e ajuda na resolução rápida deste conflito
Receção de produtos defeituosos e falta de resolução
No dia 2 de junho de 2026, efetuei uma compra no site da Druni, referente à encomenda n.º 5000493060, que incluía quatro queimadores de cerâmica. Quando a encomenda foi entregue, verifiquei que dois dos quatro queimadores chegaram partidos. No próprio dia da entrega, enviei um e-mail para o apoio ao cliente da empresa, anexando fotografias que comprovavam os danos e solicitando uma solução: o envio de dois novos queimadores em substituição ou, em alternativa, o reembolso do valor correspondente aos produtos danificados. Na altura, manifestei inclusivamente o meu interesse em manter a compra, caso os produtos fossem substituídos. No entanto, desde esse dia, apesar de vários contactos, não obtive qualquer resolução. Hoje, 29 de junho de 2026, quase um mês após a entrega da encomenda, continuo sem uma resposta concreta ou uma solução para o problema. As respostas que tenho recebido são genéricas, automáticas e, em muitos casos, completamente desajustadas às questões colocadas, dando a entender que os meus e-mails nem sequer foram devidamente lidos. Até ao momento, a empresa não assumiu a responsabilidade nem apresentou qualquer proposta efetiva para resolver a situação. Perante a falta de resolução e de um atendimento adequado, solicito o reembolso do valor pago pelos produtos danificados, uma vez que perdi a confiança na empresa e, muito provavelmente, não voltarei a efetuar compras na Druni. Solicito a intervenção da DECO Proteste para que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível.
Falha na qualidade/ ausência de resposta
Exmos. Senhores, Após tentativa de realizar reclamação online através do livro de reclamações online sem sucesso, não consigo encontrar a identificação do fornecedor através do nome da loja ou NIF - 517670755, Localidade: Braga, Portugal. No dia 8 de junho (no próprio dia da recepção da encomenda) enviei uma reclamação através do site da Loja saúde a reportar que as três embalagens de Gestacare 35+, adquiridas na loja online em 28 de maio, apresentavam cápsulas a verter óleo, tendo anexado fotografias que evidenciavam a situação. Em resposta, no dia 11 de junho, fui informada através de e-mail pela Loja Saúde de que: "Segundo a informação transmitida pela marca, trata-se de um problema relacionado com a embalagem desse lote, não comprometendo a qualidade nem a utilização do produto. Desta forma, o produto encontra-se em condições de utilização." No entanto, após contacto telefónico direto com a empresa farmacêutica lifewell (responsável pelo produto), foi-me transmitido que a situação teria de ser averiguada e que as cápsulas que se encontram a verter óleo não devem ser consumidas. Neste caso a totalidade das embalagens que comprei na Loja Saúde. Esta informação não é compatível com a que me foi transmitida pela Loja Saúde. Aliás, no próprio dia 11 de junho, solicitei que me fosse facultada a indicação ou comunicação da marca que sustentaria a posição de que o produto poderia ser utilizado em segurança. Até à presente data, continuo sem ter recebido qualquer resposta ou documentação nesse sentido. Face ao exposto, e considerando que o produto apresenta um defeito que impede a sua utilização normal e segura, e mantendo-me a aguardar resposta ao ultimo e-mail enviado, no dia 16/06 enviei novo e-mail (encomendas@lojasaude.com) e reclamação através do site da Loja Saúde, a solicitar a devolução das três embalagens em causa e o respetivo reembolso integral do valor pago, incluindo eventuais custos associados. Fiquei a aguardar até à presente data (28/06) resposta ao e-mail ou à reclamação através do site Loja Saúde, sem sucesso. Com os melhores cumprimentos, N.º da encomenda da loja saúde – LS_38321 - 28/05/2026
Falta de transparência, informação contraditória e falhas de comunicação em processo de compra e dev
Exmos Senhores Venho, por este meio, apresentar a minha reclamação relativa ao processo de venda e prestação de servicos associado à aquisição de dois pares de oculos no qual devolvi um dos pares a opticalia tendo sido posteriormente apresentada uma proposta de compensação sob forma de desconto na graduação das lentes. Considero que o processo não foi conduzido com transparência, rigor e qualidade de comunicação tendo havido várias falhas comerciais operacionais. Enquadramento: 20.05.2026: Compra online de dois pares de oculos 28.05.2026: Fatura enviada após ter pedido por email, com a opticalia a referir problemas informativos (sem comunicação prévia dos mesmos). 29.05.2026 a 02.06.2026: Processo de recolha falhou em duas tentativas sendo concluido apenas no dia 02.06.2026 por transporte alternativo; 03.06.2026 Reembolso processado; 09.06.2026 Reembolso creditado após 6 dias. Proposta comercial: 09.06.2026 proposta de lentes de 260 euros para 180 euros com indicação escrita de 50% de desconto. Posteriormente foi comunicado que o desconto efetivo era de 30% e não 50%. Comunicação com o cliente: Foi utilizada a expressão "O Sr... insiste em não compreender" e outras formulacões de tom de confronto, não compatíveis com o atendimento profissional. Comunicações adicionais: 11.06.2026: Aceitei a proposta de 180 euros tendo posteriormente cancelado o processo e solicitado o encerramento. Avaliacão: Processo sem transparência, consistência, eficiência e comunicação adequada. Solicito a análise da reclamação e o registo das situacões pelas entidades competentes.
Óculos inconformidade tentativa de culpa a cliente
Exmos. Senhores, Apresento reclamação formal por não conformidade do bem fornecido, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro. Na encomenda de 2 pares de óculos de sol realizada na vossa loja em Setúbal (imediações do supermercado Continente - Estrada de Algeruz), foi utilizada como referência a minha utilização habitual de óculos graduados anteriormente adquiridos, sem que tenha existido qualquer indicação clara, expressa e inequívoca de que seria aplicada uma graduação distinta. Em momento algum me foi solicitada ou prestada confirmação explícita e informada quanto à alteração da graduação, nem assinei qualquer documento ou termo de aceitação dessa modificação. A consulta realizada na loja teve natureza meramente instrumental e foi efetuada por necessidade administrativa, no âmbito de procedimentos exigidos pela minha seguradora (Multicare), nomeadamente para efeitos de faturação e emissão de documento justificativo, não tendo sido essa consulta, em momento algum, entendida ou comunicada como substituição automática da minha utilização habitual nem como decisão final vinculativa quanto à graduação a aplicar. O erro de comunicação ou interpretação interna entre colaboradores não pode, em caso algum, ser imputado ao consumidor, nem este é obrigado a conhecer ou interpretar procedimentos internos da empresa, sendo tal risco integralmente da esfera organizacional do profissional. Cabe exclusivamente à empresa assegurar a correta recolha, validação e confirmação do pedido do cliente. Não tendo sido claro, o produto entregue apresenta, assim, desconformidade objetiva, na medida em que a graduação aplicada não corresponde à utilização habitual que serviu de referência no processo de encomenda, não tendo existido consentimento informado para qualquer alteração. Nos termos do artigo 13.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, o bem presume-se desconforme quando não corresponde às características acordadas, sendo da responsabilidade do profissional garantir a correta execução e validação do pedido. Acresce que, em contacto telefónico posterior, fui indevidamente confrontada com uma narrativa que procura imputar-me responsabilidade pela situação, sendo-me transmitido que “as lentes a utilizar são as que foram aplicadas”, tentando-se assim impor uma solução sem a minha concordância. Tal posição não é aceitável, uma vez que o consumidor não está vinculado a uma escolha que não tenha sido expressamente validada nem a uma alteração de graduação não consentida. As lentes que utilizo são as que correspondem à minha escolha e à minha necessidade, sendo esta uma decisão do consumidor e não uma imposição unilateral da empresa. Assim, EXIJO a reposição da conformidade do bem, mediante a substituição das lentes pela graduação correspondente à minha utilização habitual de referência, sem qualquer custo adicional ou reembolso do valor já pago.
Mau atendimento
Exmos. Senhores! Fiz uma chamada para os senhores relativamente a uma amigdalite. No passado tive este mesmo problema e marcaram uma teleconsulta. Neste dia em que vos liguei, expliquei que estou a efetuar uma formação decisiva e que não poderia faltar ao trabalho pois corro risco de demissão. Recusaram-se a marcar uma teleconsulta e facilitar o processo o que me está a causar complicações no meu local de trabalho. Ou seja fiquei sem acesso ao medicamento que iria aliviar a sintomalogia e me permitiria trabalhar sem maiores complicações ao dia de hoje. Acho que a empatia pelo doente e necessidades do mesmo não estão a ser consideradas por este serviço.
Defeito na caneta Mounjaro
Apresento reclamação contra a Lilly Portugal relativa ao tratamento de uma reclamação de qualidade sobre uma unidade de Mounjaro KwikPen® 10 mg, lote D916209. Durante utilização normal, a caneta apresentou bloqueio do contador/mecanismo de dose, impossibilitando a administração segura e completa do medicamento. Posteriormente, verificou-se alteração/rutura/abaulamento do septo de borracha. A Lilly respondeu atribuindo a situação a causas possíveis relacionadas com agulha/sobrepressurização, mas sem recolher fisicamente a unidade nem proceder a análise técnica direta do mecanismo doseador. Contestei formalmente essa resposta, solicitando reapreciação, recolha da caneta, análise técnica e substituição da unidade. Até ao momento, não obtive resposta adicional. Não imputo responsabilidade à farmácia, que apenas foi o local de aquisição de um produto selado. A questão dirige-se à Lilly enquanto responsável pelo produto/dispositivo e pelo tratamento da reclamação de qualidade. Solicito a intermediação da DECO/DECO PROteste junto da Lilly para obter: reabertura da reclamação de qualidade; recolha física da caneta para análise técnica; resposta fundamentada que distinga causas comprovadas de causas meramente possíveis; substituição da unidade ou solução equivalente; indicação objetiva dos próximos passos. A unidade encontra-se preservada e disponível para análise. A situação será igualmente comunicada ao INFARMED enquanto suspeita de defeito de qualidade/dispositivo de administração.
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