Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Reclamação urgente por falta de prestação de informação pré-operatória e logística — Cirurgia Oftalm
À Administração / Serviços de Gestão de Clientes do Hospital da Luz, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra o Hospital da Luz, devido a uma grave e inadmissível falta de prestação de informação informativa, logística e clínica, a menos de 24 horas da realização de uma cirurgia oftalmológica. A situação em causa reveste-se da seguinte gravidade: Ausência total de informação por escrito: Até ao momento, e encontrando-se a intervenção cirúrgica agendada para dentro de 24 horas, não foi disponibilizada qualquer explicação escrita referente ao local exato da realização da cirurgia, horário de comparência, requisitos pré-operatórios obrigatórios (jejum, medicação, etc.) nem orientações para o pós-operatório. Documentação existente incompleta: O único registo escrito facultado por esta instituição cinge-se, exclusivamente, ao orçamento financeiro associado ao ato cirúrgico a efetuar, o que evidencia uma priorização da vertente comercial em detrimento do dever de informação clínica e do bem-estar do doente. Inércia face aos contactos efetuados: Foram realizados múltiplos contactos telefónicos, tanto para as assistentes virtuais e pessoais bem como para serviços administrativos de outra índole, solicitando repetidamente o envio da referida informação por escrito ou, no mínimo, a respetiva comunicação através da aplicação digital do hospital. Nenhum destes pedidos mereceu cumprimento até à presente data. Esta postura é totalmente inaceitável, geradora de stresse e ansiedade desnecessários para quem vai ser submetido a um procedimento cirúrgico, e colide frontalmente com os padrões de qualidade, rigor e centralidade no cliente que uma instituição da vossa dimensão e reputação publicita no mercado. Face ao exposto, exijo o envio imediato, por via digital (email/aplicação), de todas as instruções necessárias (horário, local, preparações pré-operatórias e cuidados pós-operatórios), bem como a abertura de um processo interno para apuramento de responsabilidades por esta falha grave de comunicação. Aguardo uma resposta urgente nas próximas horas, face à iminência da cirurgia. Com os melhores cumprimentos,
Ineficácia do tratamento a laser e desresponsabilização
Venho por este meio formalizar a minha profunda insatisfação relativamente ao tratamento de depilação a laser à perna completa que adquiri na Clínica do Pêlo, pelo valor total de 400€. O motivo desta reclamação prende-se com a manifesta falta de eficácia do tratamento e, gravemente, pelo surgimento de um efeito adverso: o estímulo e agravamento do pelo na zona da coxa. As três primeiras sessões decorreram entre Outubro de 2025 e Janeiro de 2026. Nesta fase, a recomendação da técnica foi de que não seriam necessárias mais sessões, a não ser que o pelo voltasse. Face à continuação do crescimento dos pelos, desloquei-me à clínica a 13 de Março, reportando que na zona da coxa os pelos estavam a nascer mais grossos e escuros do que antes do tratamento. Após observação por duas profissionais, foi-me dito que seriam necessárias mais 2 a 3 sessões para solucionar o problema. Confiei e realizei mais duas sessões (a 13 de Março e a 30 de Abril). Contudo, a situação agravou-se. Atualmente, os pelos abaixo do joelho regressaram (logo após 2 meses da última sessão) e, na zona da coxa, o que era inicialmente apenas penugem transformou-se em pelo grosso e escuro devido ao estímulo do laser. Após ter exposto a situação (a 18 de Agosto), fui contactada por uma supervisora da clínica que me informou que a empresa "não se responsabiliza pelo efeito do laser". Esta postura é inadmissível. Em nenhum momento, antes ou durante o início do tratamento, fui informada de que o laser poderia ter um efeito adverso de estimulação do pelo (crescimento paradoxal) ou de que a clínica declinaria qualquer responsabilidade pelo resultado. Atendendo a que: Omissão do Dever de Informação: segundo o Artigo 8.º da Lei de Defesa do Consumidor, o fornecedor deve informar o consumidor de forma clara sobre os riscos e efeitos do serviço. Esta informação devia ter sido transmitida antes das sessões e não após o dano estar feito; Cumprimento Defeituoso: houve uma clara falha na qualidade do serviço prestado (Artigo 4.º da mesma lei), resultando num prejuízo estético visível face ao estado inicial da minha pele; A clínica aceitou continuar a fazer sessões (em Março e Abril) prometendo resolver o problema, agravando-o ainda mais. Não aceito a exclusão de responsabilidade apresentada pela supervisora. Exijo que a clínica assuma a responsabilidade pelo dano causado e apresente uma solução célere, definitiva e sem qualquer custo financeiro adicional para mim, uma vez que já investi 400€ para ficar com uma situação pior do que a inicial.
Desigualdade de género, ausência de condições adequadas de acompanhamento terapêutico
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à minha experiência enquanto utente nessa clínica, por considerar terem existido situações graves de desigualdade de género, falta de ética profissional, ausência de informação transparente e insuficiência de acompanhamento técnico adequado. Desde o momento da admissão, foram impostas às mulheres regras extremamente restritivas relativamente ao vestuário, sem que essas informações tivessem sido previamente comunicadas antes da entrada na clínica. As utentes estavam impedidas de usar tops de alças, camisolas ou camisas com qualquer tipo de decote, bem como calções acima do joelho. Inclusive, na época balnear, na piscina, apenas era permitido o uso de fato de banho. Acresce ainda o facto de as mulheres não poderem manter uma conversa com um homem sem a presença de um terceiro elemento. Contudo, os homens utentes não estavam sujeitos a qualquer tipo de restrição semelhante relativamente ao vestuário ou interação social, o que considero uma clara situação de desigualdade de género e discriminação. Quando questionei a psicóloga sobre o fundamento destas regras, foi-me referido que as mesmas se deviam a situações ocorridas anteriormente na clínica. Contudo, manifestei a minha opinião de que, caso tenham existido incidentes no passado, os mesmos refletem uma falha de supervisão e controlo por parte da administração e não devem justificar medidas discriminatórias dirigidas exclusivamente às mulheres. Foi igualmente informado, antes da admissão, que existiria assistência médica disponível 24 horas por dia, informação essa que não corresponde à realidade. Na prática, apenas existiam os chamados “monitores”, muitos deles ex-adictos tratados na mesma clínica, sem formação na área da saúde. A assistência prestada em situações de urgência limitava-se, segundo o que foi transmitido, a contactar o 112, exatamente como qualquer pessoa faria em casa. Estamos a falar de uma clínica com mais de 40 utentes, onde frequentemente a monitorização diária era assegurada maioritariamente por apenas dois utentes em tratamento, designados como “grupo líder”, por serem considerados os mais assertivos do grupo. Considero extremamente preocupante que responsabilidades de acompanhamento e controlo recaíssem sobre pessoas igualmente em processo terapêutico, sem qualificações técnicas adequadas. Durante várias sessões de terapia de grupo, presenciei a psicóloga, Médica: CATARINA CUNHA (65592), utilizar expressões como: “isto aqui é para doer, tem que doer”. Em 15 anos de acompanhamento psicológico e psiquiátrico, nunca ouvi semelhante abordagem por parte de profissionais de saúde mental. Os utentes que procuram tratamento para dependências procuram igualmente apoio para lidar com traumas, impulsos, baixa autoestima, ansiedade e sofrimento emocional. Ouvir este tipo de discurso provocou em mim um profundo sentimento de falta de ética, empatia e respeito perante pessoas vulneráveis e em tratamento. Somos pessoas com problemas de adição, não somos animais — e nem os animais devem ser tratados com imposição, arrogância ou jogos psicológicos. Este tipo de comportamento apenas reforça a perceção de ausência de ética profissional dentro da instituição. Apesar de ter permanecido apenas quatro dias na clínica, esse período foi suficiente para reconhecer a falta de técnicos devidamente qualificados para a quantidade de utentes presentes, bem como a insuficiência de acompanhamento adequado em momentos críticos. Tive episódios de ansiedade e ataques de pânico sem o devido apoio especializado. Posso ainda referir que o meu familiar, identificado como tutor, contactou diariamente a clínica, sem nunca receber qualquer feedback relativamente ao meu estado emocional ou psicológico, nem sequer uma palavra de incentivo ou orientação sobre a continuidade do tratamento. No dia em que manifestei a intenção de desistir do internamento, por perceber que a realidade da clínica não correspondia ao que me tinha sido apresentado inicialmente, não houve qualquer tentativa de diálogo, avaliação clínica ou acompanhamento no sentido de compreender a minha decisão. Pelo contrário, foram imediatamente apresentados os documentos de desistência e contactado o meu familiar para me ir buscar. Acresce ainda que, dois dias antes da minha saída, solicitei autorização para contactar a minha psicóloga do CRI de Gondomar, pedido esse que me foi recusado sem qualquer justificação aceitável. Estando eu a necessitar de acompanhamento, e sem o ter, e terem simplesmente respondido que não havia contatos para médicos externos à clínica. Considero que todas estas situações demonstram falta de transparência, falhas graves no acompanhamento terapêutico, ausência de condições adequadas para os devidos tratamentos e práticas discriminatórias incompatíveis com aquilo que se espera de uma instituição desta natureza. Solicito, assim, que esta reclamação seja analisada com a devida seriedade e que sejam tomadas medidas para averiguar as práticas adotadas nesta clínica, de forma a garantir a dignidade, segurança e igualdade de todos os utentes. É de lamentar uma clínica receber pessoas a necessitar de acompanhamento diário, e poder dizer que em apenas 5 dias que estive, foram o suficientes para passar tudo isto. Ajuda, tratamento, inclusão, acompanhamento e outras coisas mais, foram coisas que posso dizer que não obtive! Já para não falar que tratasse de uma clínica em que se paga para lá estar, e ainda assim existe todos estas questões negativas a apontar.
NEGLIGÊNCIA VETERINÁRIA = MORTE
RITA CONDE Para: Hospital Veterinário Bichomix Número de caso - 15493104 13/08/2026 Exmo. Senhores, CONTINUAÇÃO DA RECLAMAÇÃO-Número de caso - 15412339. A NEGLIGÊNCIA MÉDICA VETERINÁRIA SOBRE O RUCA PASSOU A AGRAVADA PORQUE CULMINOU NA MORTE DO ANIMAL!!! E, TAL COMO PODEM VER NAS FOLHAS DE RECLAMAÇÃO QUE VOS ENVIO EM ANEXO. FUI COAGIDA ARROGANTEMENTE PELA RESPONSÁVEL DRA. MAFALDA MELO PARA NÃO PREENCHER O LIVRO DE RECLAMAÇÕES NA SALA PARA QUE OUTRAS PESSOAS NÃO VISSEM E AVISOU-ME PARA QUE NÃO FALASSE COM NINGUÉM!!!! DEPOIS DA NEGLIGÊNCIA RESULTANTE EM MORTE VEM A FRIEZA E FALTA DE SENSIBILIDADE E HUMANIDADE PELOS ANIMAIS, ESTANDO PREOCUPADA ÚNICA E SIMPLESMENTE POR ESCONDER O QUE ALI SE PASSOU...... HORRÍVELMENTE TRISTE!!!!! NÃO OBTIVE QUALQUER RESPOSTA POR PARTE DO HOSPITAL BICHOMIX!!!!!!!!
Atendimento
Exmos.senhores Hoje dia 7/09/2026 fui com a minha esposa a unidade de reabilitação do hospital st Antônio com marcação para as 08:11,logo na abertura uma antipatia do colaborador que abriu a porta mandando esperar no hall entrada,secretária abre as 8:30 o que não dá para entender visto abrir as 8:00,colaboradora da secretaria também antipática,passados 37 minutos de espera e por ter começado a reclamar e que vieram atender a minha esposa ,assim vai o sistema saúde em Portugal quando se tem colaboradores na entrada com telemóvel som alto está tudo entendido.
Reclamação sobre lentes de substituição diferentes e problemas de qualidade
Venho apresentar uma reclamação relativa às lentes dos meus óculos fornecidas pela Well’s Óptica. Na sequência de problemas anteriores, a Well’s procedeu à substituição das lentes. Foi-me confirmado por escrito que seria aplicada uma nova garantia às novas lentes. Ao analisar a documentação entregue pela própria Well’s, verifiquei que aparecem diferentes tipos de lentes nos documentos emitidos pela loja. Numa nota de crédito consta: **ESSOR CLASSIC – lentes progressivas – suplemento de espessura 1.67/1.74 – Noblue** Posteriormente, na fatura **FT BCU001/000781, de 11/08/2026**, consta: **ESSOR PC VISION DPLUS – suplemento de espessura 1.6 – Noblue** Ou seja, os próprios documentos da Well’s indicam lentes com designações e especificações diferentes. Pouco depois de receber as novas lentes surgiu também um problema de qualidade. Após os óculos terem caído uma única vez, apareceram numerosos pequenos riscos numa das lentes, incluindo numa zona imediatamente acima da altura da íris e próxima do meu campo de visão. Uso óculos há muitos anos e nunca tive lentes que apresentassem tantos riscos tão rapidamente. Pretendo por isso que a Well’s esclareça por escrito: 1. Qual é exatamente a **marca/fabricante, modelo, índice e tratamento** das lentes atualmente colocadas nos meus óculos. 2. Por que motivo a documentação menciona primeiro **ESSOR CLASSIC 1.67/1.74** e posteriormente **ESSOR PC VISION DPLUS 1.6**. 3. Se as lentes de substituição são de qualidade e características equivalentes às lentes que deveriam substituir. 4. Se o aparecimento destes riscos é abrangido pela **nova garantia** que me foi confirmada por escrito. 5. Caso as lentes não sejam equivalentes ou apresentem um problema de qualidade, que sejam substituídas sem custos por lentes adequadas e equivalentes às que me foram inicialmente fornecidas/acordadas. Possuo a nota de crédito, a nova fatura, fotografias e a correspondência com a optometrista da Well’s, que posso apresentar como prova. Informo igualmente que esta situação está já a ser acompanhada pela minha advogada. Ainda assim, pretendo registar formalmente a reclamação através da DECO PROteste e obter uma resposta clara e documentada por parte da Well’s. **Com os melhores cumprimentos,** Liesbeth van Duijn
Má Qualidade de serviço
Venho por este pedir ajuda para a resolução de um problema relacionado com um tratamento prestado por a oralmed da moita cujo o mesmo de valor de 17.000€ já pagos com recorrência a crédito pessoal e o mesmo também já liquidado. Depois de vários incidentes durante o tratamento como parafusos que se desapertaram dentes que partiram entre outros . No dia 19-03-2026 foi me colocada a minha prótese fixa sobre implantes , prótese definitiva , e no dia 21-07-2026 o dente incisivo central partiu recorria a oralmed e foi reparado o mesmo que passado uma semana voltou a partir . Eu vivo na Suíça e estou sem dente desde essa data , agora em setembro consegui um fim de semana para ir lá tentar uma solução na qual me foi dita que nessa data o doutor que tratou o meu caso não está pois estará em formação e eu pedi uma solução e não existe , creio ser lamentável o valor que me foi cobrado e esta qualidade de serviço não sei mais como proceder pois já enviei e-mail para eles algumas vezes e as respostas foram sempre insatisfatórias .
Troca de tac
Reclamação – Troca de exame TAC e demora na resolução No dia 22 de agosto de 2026, desloquei-me à CUF para realizar uma TAC, motivada por dores na zona renal. O exame ficou disponível/concluído cerca das 13h30. Contudo, posteriormente foi detetado pela médica que me acompanha que o exame que se encontrava associado/entregue não correspondia ao meu, tendo ocorrido uma troca de exames. Considero esta situação extremamente grave e preocupante, não apenas pelo erro em si, mas pelas potenciais consequências que uma troca desta natureza pode ter na avaliação clínica, no diagnóstico e na orientação do tratamento de um doente. Acresce que, apesar de o problema ter sido identificado e comunicado, às 17h20 — quase quatro horas depois de o exame ter ficado pronto — a situação continuava sem estar devidamente esclarecida e resolvida, encontrando-me a aguardar pelo meu exame correto e, consequentemente, por uma resposta clínica relativamente às dores que motivaram a realização da TAC. Saliento ainda que foi a médica que detetou a troca, circunstância que considero particularmente preocupante. Caso tal não tivesse acontecido, importa perceber que consequências poderiam resultar da utilização de um exame pertencente a outro utente como sendo meu. Tratando-se de informação clínica e de exames de diagnóstico de utentes distintos, considero igualmente necessário que a CUF esclareça como foi possível ocorrer esta troca, em que momento aconteceu, quais os procedimentos de identificação e validação que falharam e se os meus dados ou exame foram disponibilizados a outro utente, questão que poderá também envolver a confidencialidade dos meus dados de saúde. Não considero aceitável que uma situação desta gravidade permaneça durante horas sem resolução, especialmente quando o utente realizou o exame por se encontrar com queixas de saúde e necessita do respetivo resultado para adequada avaliação médica. Assim, solicito formalmente: 1. O apuramento das circunstâncias em que ocorreu a troca dos exames; 2. A identificação das medidas tomadas para garantir que o exame que me é disponibilizado corresponde efetivamente ao meu; 3. O esclarecimento sobre se o meu exame ou quaisquer dados clínicos pessoais foram disponibilizados a outro utente; 4. A indicação das medidas corretivas e preventivas que serão adotadas para evitar a repetição de uma situação semelhante; 5. Uma resposta formal, por escrito, relativamente a esta ocorrência. Deixo registada a minha profunda preocupação e insatisfação perante uma ocorrência que considero incompatível com o rigor, a segurança e a confidencialidade que devem existir na prestação de cuidados de saúde, sobretudo numa unidade privada de saúde na qual o utente deposita confiança para a realização de exames de diagnóstico.
Cobrança, exposição de dados pessoais e serviços pagos não usufruídos, Holmes Place
Sou cliente da Holmes Place desde 2024 e venho apresentar reclamação relativamente à forma como foi conduzida uma situação de cobrança, bem como relativamente a outros problemas que já tinha comunicado anteriormente ao clube. Reconheço que existem mensalidades em aberto e nunca me recusei a regularizar os valores efetivamente devidos. Fui contactado telefonicamente pelos serviços da Holmes Place e, segundo aquilo que recordo claramente da chamada, ficou acordado que efetuaria a regularização até ao final de agosto, concretamente até 30 de agosto. Posteriormente, ao dirigir me ao clube para treinar, fui informado na receção de que não poderia aceder às instalações sem efetuar previamente o pagamento. Expliquei o acordo telefónico. Após contacto com os serviços responsáveis, foi me dito que o registo interno indicaria um compromisso de pagamento até 15 de agosto. Existe, portanto, uma divergência sobre aquilo que foi efetivamente acordado, razão pela qual solicitei à Holmes Place a verificação do registo e, caso exista, da gravação da chamada. Existe ainda uma questão que considero particularmente grave relativamente à privacidade. Eu estava acompanhado pela minha mãe, que também é cliente do clube. A minha situação de pagamentos foi abordada na presença dela e, reciprocamente, a situação administrativa e financeira da adesão dela foi abordada na minha presença. Apesar de sermos mãe e filho, somos dois clientes distintos e não considero que a relação familiar constitua autorização para que informações contratuais ou financeiras de um cliente sejam comunicadas perante o outro. Por esse motivo, solicitei também que a Holmes Place analise internamente a situação sob a perspectiva da confidencialidade e proteção de dados pessoais. Existe ainda uma questão relacionada com um serviço adicional pelo qual pago. Parte da minha mensalidade está associada a aulas de Pilates. Há vários meses que, desde a alteração da aplicação utilizada pelo clube, tenho dificuldades recorrentes em efetuar as marcações, encontrando frequentemente indicação de inexistência de créditos ou disponibilidade. Já comuniquei este problema diversas vezes à receção, sem que tenha sido encontrada uma solução definitiva. Assim, estou a ser chamado a regularizar valores que incluem um serviço adicional que, durante vários meses, tenho tido dificuldade em utilizar apesar das sucessivas reclamações. Solicito, por isso, que seja analisado o histórico das minhas marcações e utilização das aulas de Pilates e que seja avaliada a adequação dos valores cobrados relativamente ao período em que não consegui usufruir regularmente desse serviço. Existem igualmente problemas de manutenção que tenho vindo a comunicar. Já sinalizei diversas vezes a existência de tampas de sanitas soltas. Numa ocasião, ao sentar me, a tampa deslocou se e quase caí. Também tenho encontrado mosquitos nos espaços destinados aos duches em diferentes ocasiões. Existe ainda, junto às salas de aulas de grupo, um bebedouro cuja zona apresenta frequentemente um odor muito intenso que se assemelha a esgoto. Esta situação também já foi comunicada à receção e voltou a ocorrer posteriormente. O episódio que determinou definitivamente a minha decisão de terminar a relação com o clube ocorreu quando manifestei expressamente à receção que estava profundamente insatisfeito com a forma como a situação tinha sido conduzida e que estava a considerar cancelar a minha adesão. No dia seguinte, perguntei à colaboradora se essa insatisfação tinha sido comunicada à Direção. A colaboradora confirmou que sim. Segundo aquilo que me foi transmitido por ela, a posição recebida da Direção foi simplesmente que “é o procedimento”. Depois de aproximadamente dois anos como cliente e sem histórico semelhante de incumprimento, considero que o conjunto destas situações comprometeu definitivamente a minha confiança na relação com a Holmes Place. Por esse motivo, solicitei formalmente o cancelamento da minha adesão. Pretendo com esta reclamação: 1. Confirmação do cancelamento da minha adesão e respetiva data de término; 2. Discriminação dos valores efetivamente devidos até à data do cancelamento; 3. Verificação do registo e, caso exista, da gravação da chamada telefónica em que foi acordada a data de regularização; 4. Análise da forma como a minha informação financeira foi abordada perante outro cliente e, reciprocamente, da informação da minha mãe perante mim; 5. Análise do histórico das aulas de Pilates e dos valores cobrados pelo serviço durante o período em que tive dificuldades recorrentes de utilização; 6. Resposta relativamente aos problemas de manutenção e condições das instalações anteriormente comunicados; 7. Uma resposta formal da Holmes Place relativamente ao conjunto dos factos relatados. Reitero que não pretendo evitar o pagamento de qualquer valor que seja efetivamente devido. Pretendo que sejam apurados os valores corretos, consideradas as questões relacionadas com os serviços que não consegui utilizar regularmente e concluído o cancelamento da minha adesão.
Pele com queimaduras
Em setembro de 2025 procurei a clínica para um problema com manchas escuras, passei por uma consulta e resolvi fazer o tratamento, infelizmente minha pele sofreu graves queimaduras e agora estou com cicatrizes de queimadura por todo meu corpo, procurei a clínica e nada foi resolvido, apenas me passaram cremes que compro com meu dinheiro, cremes caros e não tive assistência alguma, e por ultimo já não respondem minhas mensagens, estou aflita.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
