Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Pagamentos e Transferência ilícitas não autorizadas
Bom dia exmos colaboradores da Deco, o meu nome é João Ribeiro, cidadão de nacionalidade portuguesa com o número de identificação 12776841, e dirijo-me a vossas excelências apresentando uma situação ocorrida entre mim e a entidade bancária “Moey” e apelando encarecidamente à vossa orientação e ajuda especializada neste tipo de situações. Vamos a isto: Decorria a madrugada de dia 17-05-2025, quando ao meu telemóvel começam a chegar com alguma regularidade mensagens de código OTP para validação de uma transacção com o cartão terminado em ***6677. Ao aperceber-me do mesmo, a minha primeira reacção foi de ignorar, uma vez que não estava a executar qualquer movimento em nenhuma das minhas contas, contudo, e devido à grande quantidade de mensagens que ia recebendo, comecei a ficar preocupado e fui conta a conta verificar em qual delas teria um cartão com a terminação apresentada. Para meu espanto, quando ao abrir a aplicação do banco digital “Moey” verifico que, a minha conta (supostamente “altamente segura” com dupla autentificação e “bla bla bla”) tinha sido invadida, já tinham efectuado uma transferência na casa dos 198,78€ (no dia anterior), já tinham criado um cartão virtual e estava já um pagamento pendente (a aguardar código OTP) para a entidade Remilty no valor de 202,45€. Ao deparar-me com este cenário, obviamente cancelei o tal cartão criado por alguém que não eu, cancelei a tentativa de pagamento (que semanas mais tarde foi rejeitado e o dinheiro reposto na minha conta) e tentei entrar em contacto com o suporte da “Moey” para entender o que se teria passado, ser ressarcido dos valores “furtados” e tornar a conta mais segura. O grande problema da “Moey” é que mesmo pertencendo ao grupo Crédito Agrícola, não tem qualquer balcão físico, sendo que nos balcões da casa mãe (Crédito Agrícola) se recusam a dar apoio em assuntos relativos à “Moey” (pelo menos na agência de Almeirim onde me desloquei foi o que me informaram). Assim sendo iniciei um périplo de contactos, primeiro via e-mail (e-mail esse ao qual 5 meses depois, ainda aguardo resposta), via chatbox (em que os bots usados pela entidade referida não conseguiram solucionar a situação remetendo para o e-mail ou chamada telefónica) e já na manhã seguinte via chamada telefónica na qual, o assistente com quem falei, deixando transparecer muitas dificuldades no idioma portugês e muitas mais dificuldades em me ajudar, apenas solicitou que apresentasse denúncia/ queixa crime. Seguindo a sugestão apresentada pelo assistente, apresentei queixa de burla/roubo/fraude no Posto territorial de Almeirim da GNR, embora ciente da pouca relevância da mesma dado o desconhecimento sobre os autores do crime e ausência de provas palpáveis, uma vez que a aplicação bloqueia a hipótese de efectuar prints dos movimentos, e o comprovativo da tal transferência de 198,78€ é uma “mão cheia de nada” com incongruências na data e hora da mesma e com a total ausência de informação da conta de destino. Desde esse dia até hoje, fiz mais uma série de contactos telefónicos com a “Moey” com chamadas gravadas (espero eu, pois informaram disso mesmo), obtendo sempre a resposta de “Desculpe o constrangimento, a disputa está em aberto, contactaremos assim que haja novidades”. Sou do género de pessoas que acredita nas pessoas, nas entidades e em tudo que apregoam, gostando de dar oportunidade para demonstrarem a sua transparência e profissionalismo, mas considero que cinco meses é mais que tempo para pelo menos terem respondido ao primeiro e-mail com pelo menos um pedido de desculpa, e também mais que tempo suficiente para ser ressarcido do dinheiro que me foi furtado por completa falha de segurança da instituição que tanto apregoa segurança para os seus clientes, mas depois permite que se façam transferências sem autentificação do detentor da conta. Tenho considerado curioso que, coincidentemente ou não (sou do género de pessoa que não acredita em coincidências), desde essa altura a esta parte tenho verificado pelos e-mails publicitários recebidos que tem sido feito um grande esforço e investimento em garantir a segurança dos clientes o que, no entanto, não apaga este episódio, nem tão pouco cobre as perdas envolvidas. Assim sendo, gostaria de publicamente e oficialmente, denunciar esta situação a vossas excelências, solicitando o vosso apoio, orientação e ajuda no sentido de ver esta situação ser resolvida a bem, ou seja, com a devolução do valor dessa transferência não autorizada no valor de 198,78€ . Agradeço desde já toda a atenção e disponibilidade. Atenciosamente João Ribeiro
Pedido de credenciais
Tenho vindo a tentar para a linha de apoio do cartao universo mas infelizmente o bot de IA que puseram a atender as pessoas é uma lastima. Nao consegue entender o pedido e nao passa a um assistente. Preciso que entrem em contacto comigo para me enviarem as minhas credenciais de acesso, sem elas nao consigo fazer o registo para entrar na vossa aplicação obrigado
Prestações de cartão de crédito e reporte ao Banco de Portugal
Exmos senhores, Espero que se encontrem bem. Sou cliente BPI e tenho um cartão de crédito com esta intuição bancária. Como recebo no último dia do mês, quando fiz a subscrição selecionei o pagamento da mensalidade no último dia permitido da primeira semana do mês seguinte, de forma a ter certeza de que o valor a debitar estaria presente na minha conta. O banco BPI, sem a minha autorização, alterou a data de pagamento para dia 25 de cada mês. Ou seja, quando a prestação cai ainda não recebi, e fico automaticamente em incumprimento. A partir do momento em que fizeram esta alteração sem a minha autorização, passei a estar sempre em incumprimento já que só recebo no último dia do mês. Além de me cobrarem juros indevidamente (pois esta situação foi criada pelo próprio banco), ainda me reportam ao banco de Portugal, sujando o meu nome constantemente. O mais grave desta situação é, como aconteceu no mês de Setembro deste ano (2025), apesar de a prestação ter sido paga a 30 de Setembro (cinco dias depois do prazo imposto por eles, no momento que recebi o meu salário) reportaram na mesma ao Banco de Portugal como incumprimento (pesar de estar dentro ainda do mês de Setembro). Já tentei várias vezes resolver esta situação, ao que me respondem que não é possível alterar a data por eles criada. Só será possível, se pagar toda a dívida, cancelar o cartão e fazer um novo. Situação que me obriga a fazer mais um crédito, e que se tem mostrado impossível pois com a constante indicação de incumprimento no Banco de Portugal, não consigo fazê-lo pois não é concedido. Há pouco tempo mudaram-me o cartão de crédito para outra versão diferente. Transferiram a dívida de um cartão para outro sem qualquer problema, por isso também podem resolver esta situação. O banco tem os meus registos. O meu salário é domiciliado nesta agência bancária, por isso sabem o que acontece mensalmente. Agradeço que resolvam esta situação o mais rapidamente possível, e inclusive, retirem a informação do Banco de Portugal com a mesma celeridade.
Segunda via de cartao e reembolso
No dia 3/9, efetuei um pagamento de 0,10 EUR via Apple Pay. No dia seguinte surgiram debitos nao autorizados em minha conta, deste mesmo site. Tres cobrancas de 0,10 EUR e uma no valor de 49,90, contactei de imediato o banco, que cancelou o cartao e informou que teria que aguardar os debitos para depois pedir o reembolso e novo cartao. No dia 9/9 fui informada do bloqueio associado a morada, enviei comprovativos e autorizacao de residencia. Em 18/9 da Av. Antonio Augusto de Aguiar, a funcionaria Vera Lopes atualizou os dados e garantiu o desbloqueio. No entanto, a 23/9 confirmou por email que ja podia pedir o cartao porem no dia 26/9 informaram me que o bloqueio persistia. No dia 29/9 a senhora Vera Lopes solicitou a segunda via, com o prazo de 7 dias uteis, mas informou que o banco nao devolveria os valores. Em 3/10, no apoio telefonico a funcionaria Joelma usou linguagem ofensiva "nadar com tubaroes" "entrar em rua escura e ser assaltada" responsabilizando me pela fraude. Em 8/10 recebi correspondencia em minha morada com o PIN do novo cartao, mas sem cartao. No dia 9/10, recebo um SMS suspeito informando que para a minha seguranca eu estou impedida de realizar transacoes na minha conta. Ou seja para alem nao ter o cartao que acessa a minha conta, tambem estou impedida de realizar outras transacoes, ficando sem acesso ao meu dinheiro. No dia 10/10, novamente no balcao da Rua Antonio Augusto de Aguiar, me informam que o cartao foi expedido no dia 1/10, mas que estava em falta e que eu poderia solicitar novo cartao ou entao pagar 25 euros para receber na agencia. Considero abusivo o pedido visto que nao recebi o cartao por falha do banco. Sigo sem acesso a minha conta e sem reembolso o que me afeta diretamente - tenho um atelier de doces - impedindo me de receber Mbway. Sinto me lesada e desrespeitada como cliente. Solicito emissao imediata do cartao sem custos, reembolso dos valores e medidas quanto ao atendimento desrespeitoso e a cobranca abusiva.
RECLAMAÇÃO AO BALCÃO DO BANCO TOTTA NA PÓVOA DE VARZIM
Eu, André Alberto Moreira da Silva, contribuinte n.º 204956617, venho expor a seguinte situação, que considero grave e injusta, e que demonstra falhas graves no atendimento e na gestão da minha conta no Banco Santander Totta, agência da Póvoa de Varzim. O meu cartão de débito ficou encravado numa máquina multibanco do próprio banco, motivo pelo qual me dirigi à agência e solicitei apenas a segunda via do cartão de débito. Nada mais foi pedido. No entanto, algum tempo depois, recebi dois cartões: um cartão de crédito (que inicialmente pensei ser a segunda via) e, mais tarde, o verdadeiro cartão de débito. Eu nunca solicitei, nem autorizei, a emissão de qualquer cartão de crédito. A funcionária que tratou do processo, Andreia Simões, parecia muito abatida no momento do atendimento e soube mais tarde que estava grávida e prestes a entrar de baixa. É possível que, nessa altura, não tenha prestado a devida atenção ao meu pedido ou que tenha registado incorretamente a operação, podendo até ter sido motivada por metas internas do banco, uma vez que muitos funcionários recebem gratificações pela emissão de cartões de crédito. Algum tempo depois, percebi que estavam a ser cobrados juros e valores associados a crédito ou seguros que eu nunca pedi. Voltei à agência, falei novamente com a Sra. Andreia Simões, e entreguei o cartão de crédito, solicitando o cancelamento imediato, esclarecendo que nunca o quis nem o solicitei. Apesar disso, os débitos continuaram a ser efetuados. Quando procurei o gerente da agência (penso que de nome Isac), este informou-me que existia uma dívida de cerca de 100 euros e aconselhou-me a fechar a conta e “esquecer o assunto”, alegando que o Banco de Portugal “não faria nada”. Não aceitei tal orientação, por considerar que o erro foi exclusivamente do banco. Mais tarde, após regressar do estrangeiro, voltei novamente à agência e pedi para falar com a gerente atual, Sra. Marisa Araújo, a quem expus novamente todo o caso. A própria gerente reconheceu que a funcionária que me atendeu inicialmente estava grávida na altura, e que tal situação poderia ter influenciado o seu desempenho. No entanto, não obtive qualquer resposta formal nem resolução do problema. Em 29 de junho de 2023, recebi uma carta do Banco Santander Totta informando que a instituição cedeu uma suposta dívida de €838,32 à empresa EOS Financial Solutions Portugal, S.A., referente a um cartão de crédito e descobertos que eu nunca pedi nem utilizei conscientemente. Perante isto, reclamo formalmente que o Banco Santander Totta 1. Reconheça que houve emissão indevida de cartão de crédito sem o meu consentimento 2. Anule integralmente a dívida de €838,32, por resultar de um contrato celebrado sem o meu pedido e sem o meu conhecimento; 3. Comunique à empresa EOS Financial Solutions Portugal, S.A. a anulação da dívida e garanta que o meu nome não seja afetado em qualquer base de dados de crédito; 4. Assuma a responsabilidade pelo erro e pela falta de resposta da agência, que em momento algum resolveu a questão, limitando-se a tentar encerrar o problema sem o corrigir. Refiro novamente que apenas pedi a segunda via do meu cartão de débito e que todo o restante processo foi resultado de erro, negligência ou má prática comercial por parte do banco.Peço a anulação imediata da dívida, a correção da minha situação bancária e uma resposta formal por escrito, de modo a repor a verdade e a justiça neste caso. Em anexo envio o contrato no qual atendimento durou cerca de 4 minutos, tempo absolutamente insuficiente para explicar qualquer contrato de crédito. Na altura, a funcionária apresentou-me um documento para assinatura, o qual assinei sem prestar especial atenção, por acreditar tratar-se do procedimento normal para o pedido da segunda via do cartão. Mais tarde, ao rever as fotografias do contrato (as quais guardo como prova), percebi que não se tratava de um simples pedido de substituição, mas sim de um contrato de adesão a um cartão de crédito — algo que nunca me foi explicado nem solicitado VOLTANDO A REPETIR EU ANDRE ALBERTO MOREIRA DA SILVA NUNCA UTILIZEI O CRÉDITO DA VOSSA INSTITUIÇÃO FINANCEIRA André Alberto Moreira da Silva Contribuinte n.º 204956617 Contacto:913401943 Morada rua Gomes de Amorim 1002 2 direito
Reclamação — Contactos telefónicos excessivos e não solicitados
Exmos. Senhores, Venho por este meio expressar o meu desagrado relativamente ao abuso de chamadas telefónicas promocionais efetuadas pela Oney, com o objetivo de divulgar novos seguros. Nas últimas semanas, fui contactada diversas vezes, tendo atendido em três ocasiões e informado claramente que não tinha interesse nas ofertas apresentadas. Apesar disso, continuei a receber chamadas de diferentes números, num total de seis tentativas adicionais, o que considero uma atitude abusiva e desrespeitosa. Esta situação representa uma clara violação do meu direito à privacidade e um desrespeito pela minha vontade expressa de não ser contactada para fins comerciais. Desta forma, solicito formalmente que os meus dados sejam retirados de quaisquer bases de contacto utilizadas para fins promocionais e que cessem imediatamente todos os contactos comerciais por parte da Oney ou de terceiros em seu nome. Caso esta situação se mantenha, reservo-me o direito de apresentar queixa junto da CNPD (Comissão Nacional de Proteção de Dados) e de outras entidades competentes. Aguardo a vossa confirmação de que o meu pedido foi devidamente registado e respeitado. Com os melhores cumprimentos, Ana Andrade
Pagamentos em dia e dívida nunca paga
Venho por este meio reclamar da entidade financeira Universo,caí na asneira de aceitar um cartão que acabei por utilizar o valor, até aí tudo certo se o utilizei só tenho de o pagar,o que é certo é que todos os meses me é descontado 50 euros de mensalidade desses 50 euros tiram O dinheiro todo ,nunca consigo ter dinheiro já pago da dívida,pergunto eu que banco é este? Se estamos a pagar uma mensalidade era suposto que essa mensalidade fosse retirada e fosse abatendo na dívida,mas não,isso não acontece e eu estou a entrar num desespero porque nunca vejo abater nada pelo contrário só aumenta . Dou o conselho se precisarem algum dia de utilizar algum crédito ,não o façam com o universo porque é o pior banco de financiamentos que já conheci nada vida. Em todas as mensalidades me tiram 30 e tal de juros mas um tanto para isto outro para aquilo,só sei que dá mensalidade ainda me colocam mais saldo negativo a parte do que tenho para pagar.em todos os bancos se paga juros como é óbvio mas a dívida vesse a ser abatida,aqui não e isto é uma bola de neve porque todos os meses pago e nunca está nada nada pago ... São o pior banco que existe irei ensinar isto a toda agente sempre que me perguntem sobre o universo
Unibanco aprova cartão sem o meu consentimento
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa relativamente à emissão de um cartão de crédito Unibanco em meu nome, sem o meu consentimento formal. Fui abordado por uma promotora da Unibanco num evento de fim de semana que estava a decorrer em Aveiro(dia 20/09/2025) e a promotora deu a conhecer do que se tratava. Eu não tinha nem tenho interesse em aderir á Unibanco mas a promotora afirmou ser algo sem compromisso e que apenas com meia dúzia de passos e informações, eu estaria a ajudá-la(presumo eu, com comissão). Sendo sem compromisso e sem ter assinado nada que me vinculasse á Unibanco, decidi de bom grado ajudar a senhora, mas após os passos feitos, recebo email do contrato, em como eu aceitei os termos, algo que nunca fiz. Durante o atendimento, assisti a promotora a colocar o meu Cartão de Cidadão num leitor, sem que eu percebesse que estaria a utilizar essa ação para criar um cartão sem o meu consentimento explícito. Solicito o apoio da DECO na intermediação deste caso, para garantir: A anulação imediata do contrato e cancelamento do cartão; A garantia de que nenhum vínculo contratual foi celebrado sem o meu consentimento; Uma confirmação escrita da anulação do processo e da ausência de qualquer responsabilidade financeira da minha parte. Saliento que estou a exercer o direito de revogação previsto no Decreto-Lei n.º 133/2009, art. 17.º, dentro do prazo legal de 14 dias, pelo que qualquer cobrança ou penalização será indevida.
Reembolso de transaçoes fraudulentas nao autorizadas por mim
Exmos. Senhores, O meu nome é Cláudia Salgado Rocha, cliente do Millennium BCP. Venho contestar novamente a recusa de reembolso das transações fraudulentas de 29/07/2025, no valor total de 2.350 €, reiterando que não foram autorizadas por mim. Apesar das sucessivas reclamações formais (incluindo carta enviada pelo meu advogado em 02/09/2025), o banco continua a alegar que houve “autenticação forte” e a imputar-me responsabilidade sem apresentar qualquer prova. Ora: -Alerta do próprio banco: Em 29/07/2025 recebi SMS oficial do Millennium a informar que o cartão tinha sido bloqueado por transações suspeitas. Ou seja, o próprio sistema do banco reconheceu a anomalia e deveria ter prevenido o prejuízo. -Ausência de autorização: Nunca associei o meu cartão ao Google Pay, nem recebi qualquer pedido de validação via App ou SMS relativamente a estas operações. -Prova oficial da Google: Em 16/09/2025 recebi confirmação escrita do Google Support (ID do caso [6-7008000038821]) de que nenhum cartão ou método de pagamento jamais esteve associado à minha conta Google Pay. Isto comprova de forma inequívoca que a adesão foi feita de forma fraudulenta em dispositivo de terceiros, não por mim. -Contradições do banco: O Millennium limita-se a descrever “como funciona em teoria” a adesão ao Google Pay, mas não apresenta qualquer registo técnico ou log que prove que fui eu a efetuar ou autorizar a adesão. A acusação de que “partilhei dados pessoais” é grave, mas não é sustentada em qualquer evidência. -Obrigação legal: Nos termos da Diretiva (UE) 2015/2366 – PSD2 e do DL n.º 91/2018, art. 115.º, o banco deve reembolsar de imediato operações não autorizadas, salvo prova de negligência grave do cliente (art. 114.º). Não existiu qualquer negligência da minha parte: o cartão esteve sempre em minha posse e não partilhei credenciais. Solicito: -A revogação imediata da recusa e a reabertura do processo de análise; -O reembolso integral dos 2.350 €; -A disponibilização formal de registos técnicos que alegadamente comprovam a “autenticação forte”, para contraditório e transparência. Reitero: esta fraude não foi cometida por mim. O Millennium tem a obrigação legal de me proteger e reembolsar. Atentamente, Cláudia Salgado Rocha
Cartão físico nao funciona
Bom dia! Já fiz uma reclamação, já mandei email, sem resposta. O meu cartão físico não funciona, nao me contactam e não posso utilizar, solicito um contacto urgente. Desde o dia que liguei na linha de pontos para informar me sobre a troca de pontos por passagem aérea que o cartão deixou de funcionar, será que é porque utilizando o cartão que ganho pontos? Solicito resolução com brevidade por favor. Nao faz sentido tanto tempo para uma chamada e para resolver uma questão como esta causando inúmeros constrangimentos. Cumprimentos
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
