Reclamações públicas
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Assunto: Reclamação formal por falta de resposta e recusa infundada de existência de pedido anterior
xmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal relativamente à ausência de resposta ao meu pedido de informação enviado em 03/02/2026, para o endereço apoio.cliente@wizink.pt, referente ao meu cartão terminado em 3381. Nesse pedido solicitei, por escrito, o envio de informação detalhada relativa ao contrato/cartão, designadamente: extrato completo e histórico de movimentos desde o início do contrato; discriminação dos montantes pagos em capital, juros, comissões e outros encargos; identificação das taxas de juro aplicadas em cada período; indicação de seguros associados, penalizações por atraso e alterações contratuais relevantes. Até à presente data, não recebi qualquer resposta substancial. Mais grave: foi-me transmitido que “o documento não existe”. Essa afirmação é inaceitável, uma vez que o pedido foi efetivamente remetido por email em 03/02/2026, constando da mensagem enviada a identificação do titular, NIF, contacto e referência ao cartão. Assim, a alegação de inexistência do pedido apenas revela falha de registo, falha de tratamento interno ou deficiente gestão da reclamação, não podendo ser usada para afastar o dever de resposta. Exijo, por isso, o envio integral, claro e inteligível da seguinte documentação e informação: Extrato detalhado completo desde o início do contrato/cartão; Histórico integral de movimentos; Discriminação de todas as quantias pagas, com separação entre capital, juros, comissões, impostos, prémios de seguro e demais encargos; Identificação das taxas TAN/TAEG ou outras efetivamente aplicadas em cada período; Identificação de todas as comissões, penalizações e respetiva base contratual; Histórico de alterações contratuais e das condições económicas aplicadas ao contrato. Solicito ainda que a WiZink esclareça, por escrito: a razão pela qual o meu pedido de 03/02/2026 não foi tratado; qual o procedimento interno adotado perante pedidos escritos de clientes; quem assumirá a responsabilidade pela omissão de resposta e pela falsa indicação de que o pedido “não existe”. Na falta de resposta completa e fundamentada, considerarei haver incumprimento dos deveres de informação, transparência e tratamento diligente da reclamação, e avançarei com participação junto do Banco de Portugal, sem prejuízo de recurso aos demais meios legais e de defesa dos meus direitos, incluindo pedido de documentação contratual e financeira por vias formais adicionais. Pretendo resposta escrita, completa e documentada. Com os melhores cumprimentos, Miguel Catrola Pombas Moreira NIF: 212553658 Cartão: 3381
Limites Bloqueados Indevidamente
Meus limites estão bloqueados indevidademente, todos os cartões estão pagos em dia, ao qual o limite deveria ter sido liberado em 48 horas após o pagamento, com isso foi gerado constrangimentos ao tentar fazer compras em 2 estabelecimentos diferentes. Eu em quanto cliente devo cumprir com minhas obrigações, já Oney não esta a cumprir com as delas. Cada assistente informa um procedimento diferente, fazendo com que o cliente se sinta um completo idiota.
Reembolso
Exmos. Senhores venho por este meio reclamar da falta de resolução pela parte da Entidade Universo, pelo indevido uso do meu Cartão, no qual foram efectuadas inúmeras transações não efectuadas ou autorizadas por mim. No final do ano tinha solicitado um aumento do Plafond do cartão, no qual foi recusado. Tudo ok, mas acerca de 2/3 semanas aumentaram o Plafond para 1000 euros, que só dei conta quando enviaram mensagem e efetivamente o valor já estava disponível no cartão. No dia 20 de Março recebo um email, parte da Universo a questionar o não uso do cartão, e na verdade seria para ser usado só em caso de extrema necessidade. Contudo, logo no dia seguinte recebo uma mensagem da universo, a perguntar se tinha efetuado compra x, e verifiquei logo que tinham feito não uma, mas vários pagamentos no dia! Liguei logo para a linha de fraude/roubo da Universo, foi logo bloqueado o cartão, mas nada fizeram para cancelar as transações. Alegando que houve uma forte validação para ser processado essas transações. Não posso aceitar que tenha de pagar uso indevido do Plafond do meu cartão! A linha de apoio pouco ou nada ajudou ou esclareceu, uma assistente diz que a responsabilidade é minha, porque numa mensagem fraudulenta do continente já no ano passado eu cedi dados ( como se eu fosse adivinhar ) Questiono como é que a senhora sabia que tinha acontecido isso e porque não fui alertada para bloquear de imediato o cartão?! E ainda me respondeu que a Universo não assume a responsabilidade e que tenho pagar!?? Ora,parece me algo recorrente e que nada fazem para resolver e proteger o cliente! Pouco empáticos com a situação e estão a marimbar tentar investigar! O que parece que quem está a compactuar com essa fraude seja alguém que sabe como fazer ( usando o continente/Worten). Não vou responsabilizar por actos abusivos por terceiros! E tendo provas que coincidentemente tudo aconteceu muito rápido… aumento de Plafond à pouco tempo, mensagem a questionar o não uso do cartão, dia seguinte mensagem alerta por uso indevido do cartão e por fim uma datas de compras de valores avultados! E nada foi feito para cancelar essas devidas compras! Não aceito, que não haja resolução!
Cartão Multibanco
Venho por este meio apresentar reclamação contra o banco ABANCA, relativamente a uma situação que considero grave e lesiva dos meus direitos enquanto cliente/representante de conta. Sou Representante da conta dos meus pais junto da referida instituição e, atualmente, tenho dois cartões multibanco associados à conta que não se encontram a funcionar, impedindo o acesso a operações bancárias essenciais. Apesar de já ter tentado resolver a situação diretamente com o banco, até à presente data não foi apresentada qualquer solução eficaz, mantendo-se a falha no serviço. Esta situação está a impedir o acesso a fundos e a normal gestão da conta, o que constitui uma falha grave na prestação de serviços bancários. Face ao exposto, venho solicitar a intervenção da vossa parte junto do ABANCA no sentido de assegurar a resolução urgente desta situação e a reposição do normal funcionamento dos meios de pagamento associados à conta. Mais informo que esta situação tem causado transtornos significativos, perfaz 3 meses, não é admissível a ausência de resolução por parte da instituição bancária. Aguardo a devida análise e intervenção. Com os melhores cumprimentos, Lúcia Maria Campanacho Gonçalves Mascarenhas
Obrigatoriedade de uso de BPI app
Cara Deco, Sou subscritor vosso desde 1983 (10268). Os serviços do BPI degradaram-se enormemente desde que são La Caixa. Só estatuto com Marketing e Nova Sede, mas serviço miserável que posso testemunhar. Sou cliente das várias encarnações do banco - Alentejo, quando me fiz cliente em 1968, Fonsecas &Burnay, BPI e agora La Caixa, e conheço bem o que foi e já não é. Obrigam-me agora a ter app instalada no meu smartphone - como se todos os clientes fossem obrigados a ter um! - para validar pagamentos na Net com os cartões virtuais que crio, via BPInet no meu PC. Protestei junto banco, já que por questões de segurança não uso telemóvel para transacções bancárias. Recordo que para entrar no BPI net - o que faço no meu PC com todas as protecções e segurança - o banco recorre , e bem, a envio, por SMS, de código adicional a introduzir. Perguntas: Pode o banco obrigar os clientes a uso de uma sua app para utilização dos seus serviços? Não estará a implicar com os direitos individuais dos cidadãos? Não seria mais normal o banco oferecer as duas alternativas- quem faz transacções via telemóvel ,e com isso se sente feliz e seguro, usa app, e quem faz via PC autentica via envio, pelo banco, de código SMS, escolhendo o cliente a modalidade mais conveniente para si? Falamos de liberdade de escolha, não imposição! Face a ausência de uma resposta adequada do BPI socorro-me da DECO, de quem aguardo uma posição. Cumprimentos, José Maria Santos
Atraso cartão
Exm. Senhores A situação é simples mas que me está a causar problemas pois estou sem cartão VISA Deco Unicre. A situação é a seguinte: No dia 28/2 telefonei para a UNICRE dando conta que a máquina tinha engolido p cartão. Fui informado que no prazo máximo de 15 dias tinha novo cartão e um custo de + ou - € 15.00 o que aceitei. Isto é o começo da historia da qual anexo mail datado de 18 de março com toda a história. Com telefonemas meus posteriormente fui informado que por lapso o cartão ainda não tinha sido emitido. Neste mesmo mail também faço referência a esta situação. Entretanto já reclamei novamente e continuo sem cartão e no dia 28 de Março faz i mês. Perante a situação e visto ser um parceiro da DECO, informo que não aceito o débito que me disseram pela emissão do novo cartão, pois já tive inconvenienters com a falta do mesmo. Agradeço a vossa interferência rápida para a solução deste assunto nomeadamente o atraso da emissão do cartão bem como o pagamento do mesmo que não vou pagar. Aguardo noticias Obrigado
Cartao Multibanco
Bom dia. Eu, Lúcia Maria Mascarenhas representante da conta dos meus pais, junto da ABANCA venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma situação inaceitável. Atualmente encontro-me na posse de 2 cartões Multibanco que não se encontram a funcionar impossibilitando a utilização nas operações básicas. Já tentei resolver junto da ABANCA sem sucesso, evidenciando falta de eficácia na prestação do serviço. Está a causar danos e transtorno no acesso a fundos e gestão da conta, pagamentos necessários mensalmente. Já perfez 3 meses esta situação. Solicito a resolução imediata do problema e a garantia de acesso à conta. Aguardo resposta com brevidade. Obrigada. Lúcia Maria Mascarenhas
Contestação de Dívida Indevida e Invocação de Prescrição
Exmos. Senhores, Fui interpelado por V. Exas. para proceder ao pagamento de uma alegada dívida à MEO, no valor de 1.161.04€. Venho, pela presente, contestar a referida cobrança e exigir a cessação imediata de qualquer contacto, com base nos seguintes fundamentos: 1.º Inexistência de Dívida (Erro de Identidade): O número de telemóvel associado a este processo foi por mim adquirido em 13 de fevereiro de 2022, conforme prova o comprovativo de compra que anexo em cópia. Qualquer débito anterior a esta data é da exclusiva responsabilidade do anterior titular do número, sendo-me totalmente alheio. 2.ºHistórico de Pagamentos: Fui cliente da MEO até novembro de 2024, data em que o contrato cessou sem qualquer valor pendente. Não reconheço, portanto, qualquer valor em dívida durante o período em que fui titular do serviço. 3.º Prescrição Legal: Ainda que a dívida fosse legítima (o que se nega), o direito ao recebimento do preço de serviços de comunicações eletrónicas prescreve no prazo de seis meses após a sua prestação, conforme o Artigo 10.º da Lei n.º 23/96. Sendo os valores reclamados relativos a 2022 ou anos anteriores, a dívida encontra-se legalmente prescrita. Face ao exposto, recuso o pagamento dos valores peticionados e solicito a retificação imediata dos vossos registos. Caso os contactos abusivos continuem, não hesitarei em apresentar queixa junto da ANACOM e da CNPD (Comissão Nacional de Proteção de Dados) por uso indevido dos meus dados pessoais. Com os melhores cumprimentos, Victor Manuel Neves dos Santos Anexo: Cópia do comprovativo de compra do cartão/contrato de 13/02/2022.
Fraude com o cartão Universo
Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação de fraude associada ao meu Cartão de crédito Universo de que fui vítima. No dia 9 de janeiro de 2026, foram realizadas supostamente com o meu cartão 14 transações consecutivas no Dubai, no valor de 1764,00€. Esclareço que não me encontrava no Dubai, mas em minha casa em Portugal, nem autorizei nenhuma dessas operações. Assim que tive conhecimento destas transações, telefonei de imediato para o Universo, contestando as mesmas por se tratar claramente de operações não autorizadas. No dia 12.01.26 fui contactado por email pelo Universo informando que iriam cancelar o cartão antigo e enviar um novo e que fazer o reembolso do montante das transacções. Para surpresa minha, no dia seguinte, dia 13.01.26, recebo novo extracto em que apresentam o estorno daquela quantia. Responsável da entidade emissora do cartão em dois contactos telefónicos efectuados no dia 4 e 9 de Março, depois de eu ter feito duas reclamações por email para o Universo, recusou-se sempre a assumir a responsabilidade pela fraude, alegando que no dia 2 de Janeiro de 2026, após a meia-noite, eu teria dado acesso aos meus dados através do computador, incluindo a introdução da minha password. Face a esta alegação, declaro expressamente que: Nunca acedi à minha conta Universo nesse dia nem nessa hora. Nunca forneci a password, PIN, código SMS, autenticação por aplicação ou qualquer outro método de validação a terceiros. Não validei as transações através de Código de autenticação (OTP), autenticação via App Universo ou 3D Secure (Secure Code). Nunca fui notificado por parte do Universo no decorrer das transações no Dubai, nem nunca me enviaram qualquer pin ou pedido de autenticação por qualquer meio para validar as transações. Só me contactaram por SMS no dia 9.01 à noite a informar que tinha ultrapassado o limite de crédito do cartão (1750,00€). Desconheço totalmente de que forma terceiros possam ter obtido os dados do meu cartão. Em momento algum tive comportamento negligente que pudesse justificar a realização destas operações. Assim, considero tratar-se de operações de pagamento não autorizadas, devendo aplicar-se o regime previsto na legislação de serviços de pagamento, que determina que o utilizador não é responsável por operações fraudulentas quando não tenha actuado com dolo ou negligência grave. Hoje mesmo, dia 10.03, enviaram-me SMS a informar que o montante a pagar não tinha sido liquidado na data prevista, 6 de Março, e que iriam efectuar uma nova cobrança dentro dos próximos 4 dias úteis no valor de 1764,00€. A entidade emissora do cartão, ao contrário do solicitado por mim, nunca apresentou qualquer dado por escrito a comprovar as falhas que supostamente teriam sido cometidas e optou sempre por apresentar as suas razões pelo telemóvel. Posto perante a recusa da entidade emissora em assumir a responsabilidade e proceder ao reembolso dos valores indevidamente debitados, venho solicitar que analisem esta situação e a atuação da entidade emissora do cartão, garantindo o efectivo cumprimento das obrigações legais aplicáveis às operações de pagamento não autorizadas. Com os melhores cumprimentos, António Rafael
Bloqueio de acesso a informação contratual
Reclamação — Falta de comunicação de dívida e bloqueio de acesso a informação contratual Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra o Novo Banco, relativamente à gestão do meu cartão de crédito associado à minha conta nessa instituição. Verifiquei recentemente que o cartão de crédito foi bloqueado unilateralmente pelo banco, tendo ficado impedido de aceder à informação essencial relativa ao mesmo, nomeadamente extratos, movimentos e valor total da dívida existente. Importa salientar que em momento algum fui devidamente notificado pelo banco sobre a existência de valores em atraso, nem recebi qualquer comunicação formal por carta, e-mail ou SMS alertando para a situação de incumprimento ou para eventuais comissões associadas à recuperação de valores em dívida. Apesar dessa ausência de comunicação, foram aplicadas comissões de recuperação de dívida, bem como efetuado o reporte do meu nome à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal. Considero que esta atuação viola o princípio da boa-fé contratual previsto no artigo 762.º do Código Civil. Considero esta situação grave e potencialmente irregular, uma vez que fui privado do acesso à informação necessária para conhecer e regularizar a alegada dívida, sendo posteriormente penalizado por uma situação da qual não fui devidamente informado. Assim, venho solicitar: A verificação da legalidade da atuação do Novo Banco neste processo; A análise da aplicação das comissões de recuperação de dívida cobradas; A averiguação do reporte efetuado à Central de Responsabilidades de Crédito sem comunicação prévia adequada ao cliente. Solicito igualmente que esta situação seja analisada com caráter prioritário, uma vez que pode afetar injustamente o meu registo de crédito. Com os melhores cumprimentos Deibson Félix da Silva
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